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Henrique Portugal, tecladista do Skank, apresenta parceria com Mauro Santa Cecília em single de EP solo


♪ Dando continuidade à discografia solo iniciada em 2021, Henrique Portugal – artista mineiro projetado como tecladista da banda Skank – lança na sexta-feira, 3 de junho, o single Maior que o mar. Parceria do artista com o letrista Mauro Santa Cecília, Maior que o mar é música que integra o EP solo planejado por Portugal para este ano de 2022.
Gravada com produção musical de Ruben Di Souza (drum machine, teclados, beats e programação) e do próprio Henrique Portugal (piano, synths, Moogs, voz e vocal), com os toques dos músicos Dudinha (baixo) e Jesiel Oliveira (guitarra), a música Maior que o mar se juntará no EP a composições como Impossível (Henrique Portugal e Gustavo Drummond, 2021).
O disco também terá parcerias de Henrique Portugal com Leoni e Zélia Duncan.
Capa do single ‘Maior que o mar’, de Henrique Portugal
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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BTS visita a Casa Branca e denuncia racismo contra asiáticos nos EUA


Grupo sul-coreano foi a Washington a convite do presidente Joe Biden, com quem iria se encontrar Jungkook, Jimin, RM, Jin, J-Hope e Suga, do grupo coreano BTS, em visita à Casa Branca
Kevin Dietisch/Getty Images North American/Getty Images via AFP
O grupo sul-coreano de K-pop BTS, um fenômeno mundial, aproveitou uma visita à Casa Branca nesta terça-feira (31), a convite do presidente Joe Biden, para denunciar o racismo contra pessoas de origem asiática nos Estados Unidos.
O cantor Park Ji-min, mais conhecido como Jimin, disse que o grupo está “devastado pela recente onda de crimes de ódio” contra pessoas de ascendência asiática, de acordo com um tradutor.
Outro membro, Suga, pediu tolerância. “Não é errado ser diferente. Creio que a igualdade começa quando nos abrimos e aceitamos todas as nossas diferenças”, afirmou ele na lotada sala de imprensa da Casa Branca.
Biden convidou os sete reis do K-pop para falar “sobre a inclusão e representação” das pessoas asiáticas, crimes racistas e discriminação contra essa comunidade, segundo a Casa Branca.
O racismo e a violência contra asiáticos aumentaram nos Estados Unidos, em uma tendência que muitos atribuem às consequências da pandemia de Covid-19.
Donald Trump, antecessor republicano de Biden, frequentemente chamava o coronavírus de “vírus chinês”, em referência ao país onde o primeiro surto foi detectado em 2019, e zombava da Covid-19 chamando a doença de “kung flu” (trocadilho com a palavra em inglês para “resfriado” e a arte marcial chinesa).
O incidente mais grave ocorreu nos arredores de Atlanta, onde um homem atirou e matou oito pessoas em um spa. Seis delas eram mulheres asiáticas.
A Casa Branca elogiou os membros do BTS como “embaixadores da juventude que espalham uma mensagem de esperança e positividade em todo o mundo”.
Os membros do grupo, todos na casa dos 20 anos e que muitas vezes usam brincos e maquiagem, deram voz a uma geração que se sente confortável com a fluidez de gênero.
Em 2021, eles registraram uma receita anual recorde de mais de US$ 1 bilhão, graças a seu conteúdo online e à venda de álbuns.
Biden, de 79 anos, tem se cercado de jovens celebridades e influenciadores da internet para tentar injetar algum glamour nas mensagens de sua equipe sobre questões sociais e de saúde.
Já contou, por exemplo, com a cantora pop Olivia Rodrigo e a banda Jonas Brothers em campanhas para convencer jovens americanos a se vacinarem contra a Covid-19.

Fonte: G1 Entretenimento

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Novas imagens mostram ataque ao quadro da Mona Lisa por outro ângulo


O ativista climático, que ainda não foi identificado, foi detido e encaminhado para um centro psiquiátrico da polícia. Ele está sendo investigado por dano a artefatos culturais. Novas imagens mostram ataque ao quadro da Mona Lisa por outro ângulo
Novas imagens mostram o momento em que o quadro Mona Lisa foi atacado no domingo (29) no Museu do Louvre, em Paris. Um ativista climático, que ainda não foi identificado, usava uma peruca e atirou um pedaço de bolo contra a obra, que estava protegida por uma placa transparente.
O homem que atacou o quadro foi detido e levado pela polícia. O suspeito foi direcionado a um centro psiquiátrico, segundo informou a promotoria de Paris.
De acordo com informações da Associates Press, o ativista climático de 36 anos está sendo investigado por dano a artefatos culturais.
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Uma das obras de arte mais famosas do mundo, La Gioconda (também conhecida como a Mona Lisa) sofreu um ataque de vandalismo neste domingo, no Museu do Louvre, em Paris.
Segundo informações do jornal El País, uma pessoa atirou o que parece ser uma torta no quadro. Ela estava disfarçada com uma peruca e usava uma cadeira de rodas. A identidade da pessoa não foi divulgada e ainda não se sabe a motivação do ataque.
Visitantes posam em frente à Mona Lisa de Leonardo da Vinci no museu do Louvre
Thibault Camus/AP
Os seguranças expulsaram imediatamente a pessoa do museu e funcionários iniciaram a limpeza da sala.
Diversos visitantes publicaram fotos e vídeos do ocorrido nas redes sociais. A pintura não sofreu danos, pois está protegida por uma placa de cristal.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliette lança single ‘Solar’


♪ Juliette já entrou no ritmo de um mercado fonográfico cada vez mais volátil em que os discos se sucedem rapidamente sem deixar rastros. Quase um mês após apresentar em 5 de maio Cansar de dançar (Juliette, Juzé, Luket e Soulucas), música com a qual debutou como compositora, a artista paraibana lança outro single, Solar.
Em rotação a partir das 21h de quinta-feira, 2 de junho, o single Solar apresenta xote inédito em que Juliette canta versos como “Deixa o sol entrar / Deixa, deixa / Deixa a gente brilhar / Vê só o sol vindo / Vê, meu bem, que dia lindo”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Exemplar da 1ª edição de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ será leiloado por valor mínimo de R$ 2 milhões


Livro raro tem erros, autógrafo de J. K. Rowling e é uma das quinhentas cópias existentes. Exemplar de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ vai ser leiloado
Henry Nicholls/Reuters
Um exemplar da rara primeira edição do livro “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, com alguns erros e autografado pela autora J. K. Rowling, será leiloado em Londres, com ofertas a partir de 200 mil libras (quase R$ 2 milhões).
A publicação é uma das quinhentas cópias de capa dura do livro que foram impressas em uma tiragem inicial em 1997. Trezentas delas foram enviadas para bibliotecas. O livro que está sendo vendido pela casa de leilões Christie’s está entre os outros duzentos exemplares existentes.
“Algumas coisas parecem ter dado errado na produção dos livros”, disse Mark Wiltshire, especialista em livros impressos e co-curador da exposição “A Arte da Literatura”, da Christie’s, em entrevista à agência de notícias Reuters.
“Na contracapa, por exemplo, filosofal, que é uma palavra-chave… está escrito errado ‘filosfal’, o segundo ‘o’ está faltando. Também na página 53, na lista de itens que os alunos são convidados a levar para Hogwarts com eles, ‘uma varinha’ é repetido duas vezes”.
Rowling era totalmente desconhecida na época, mas o livro sobre o mundo mágico de bruxos e dos feiticeiros se tornou um grande sucesso ao redor do mundo, resultando em uma série inteira e uma enorme franquia de filmes.
“Em muitos aspectos, este livro é a manifestação física de uma memória mágica para tantas pessoas, e é isso que o torna tão desejável”, disse Wiltshire.
Contracapa de ‘Harry Potter’ leiloado tem erro na palavra ‘philosopher’
Henry Nicholls/Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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De Gusttavo Lima a Anitta: entenda a brecha que permite contratar famosos com dinheiro público


Lei criada em 1993 permite que artistas reconhecidos pela crítica ou público possam ser contratados sem licitação. Zé Neto, Anitta e Gusttavo Lima
Divulgação
Na última semana, artistas do mundo sertanejo se tornaram alvo de críticas por receberem cachês pagos por prefeituras do interior do país.
A polêmica começou depois que o cantor Zé Neto, que faz dupla com Cristiano, deu uma declaração durante um show que foi vista como uma crítica velada à cantora Anitta e à lei federal de incentivo à cultura.
Popularmente conhecida como Lei Rouanet, o dispositivo é constantemente atacado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Não somos artistas que dependemos da Lei Rouanet. Nosso cachê quem paga é o povo. A gente não precisa fazer tatuagem no toba para mostrar se a gente está bem ou mal”, disse Zé Neto.
A menção à tatuagem foi interpretada como uma indireta à cantora Anitta, conhecida por ser crítica a Bolsonaro.
A declaração gerou polêmica nas redes sociais e Zé Neto chegou a se desculpar pela fala. Logo após afirmação de Zé Neto no show, porém, veio à tona a informação de que a apresentação da dupla na cidade mato-grossense custou R$ 400 mil e foi paga pela prefeitura da cidade.
Nos últimos dias, foram os shows de Gusttavo Lima que ficaram sob escrutínio. Diversos veículos de imprensa noticiaram que o cantor, que já se manifestou a favor de Bolsonaro, foi contratado pela Prefeitura de São Luiz, no interior de Roraima, por R$ 800 mil.
A cidade tem pouco mais de 8 mil habitantes. Na semana passada, a prefeitura de Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais, cancelou o show que o cantor faria na cidade e que foi contratado por R$ 1,2 milhão.
Em vídeo, o prefeito da cidade, José Fernando Aparecido (MDB), diz ter cancelado o show após se ver envolvido no que chamou de “guerra política”.
Gusttavo Lima diz que ‘está a ponto de jogar a toalha’ após polêmica sobre show
Os ministérios públicos de Minas Gerais, Roraima e Rio de Janeiro abriram investigações preliminares para apurar se houve algo ilegal na contratação dos shows. Ontem, em uma transmissão em suas redes sociais, o cantor negou envolvimento em irregularidades.
“Nunca me beneficiei sobre dinheiro público, empréstimo, ou algo do tipo. Minha vida foi sempre trabalhar”, disse o cantor.
O fato é que não são apenas artistas do sertanejo que já receberam por shows pagos por prefeituras.
No meio artístico, é considerado relativamente comum que cantores se apresentem em eventos financiados por prefeituras ou governos estaduais. Anitta, por exemplo, foi contratada por R$ 500 mil pela Prefeitura de Parintins, no Amazonas, em 2019.
Mas o que as contratações desses artistas famosos têm em comum? A resposta é: todas foram feitas aproveitando uma brecha na legislação: a inexigibilidade de licitação.
A BBC News Brasil conversou com especialistas em Direito Administrativo que explicaram como esse mecanismo funciona e por que ele permite que prefeituras possam gastar dinheiro público sem licitação para contratar artistas, alguns com cachês milionários.
Eles afirmam também que, ao contrário do que alguns críticos afirmam, a Lei Rouanet é muito mais eficiente e transparente para promover a cultura do que as contratações diretas feitas pelas prefeituras.
A regra e a exceção
A lei nº 8.666, também conhecida como Lei das Licitações, foi criada em 1993. Naquele momento, o Estado brasileiro vivia um processo de reorganização administrativa poucos anos depois da redemocratização do país, ocorrida em 1985.
O objetivo da lei era padronizar e modernizar a forma como os órgãos públicos de todo o país compravam produtos ou serviços
Pela lei, a maior parte dos contratos públicos precisa ser feito após uma licitação, que nada mais é do que uma espécie de competição em que diferentes fornecedores do mesmo produto ou serviço disputam quem terá o direito de vender para o governo.
Há diversas formas de definir o “vencedor” de uma licitação. Normalmente, é escolhido o fornecedor que cobrar o menor preço desde que o produto atenda às especificações feitas pelo órgão público.
“A ideia da licitação é que a administração pública só vai contratar serviços ou comprar produtos se for possível avaliar diferentes propostas e fornecedores. O problema é que nem sempre isso é possível”, diz o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e doutor em Direito Público Wallace Corbo.
É nesses casos em que uma competição é “impossível” que as prefeituras podem usar a brecha que vem permitindo a contratação de artistas. Essa brecha é a inexigibilidade de licitação.
Ela pode ser usada tanto para a contratação de produtos ou serviços para os quais não há concorrentes (caso de uma vacina fabricada por um único fornecedor) ou para pagar por shows artísticos.
“A lei prevê que a contratação de artistas consagrados pela crítica ou pela opinião pública pode ser feita sem a realização de uma licitação. Isso acontece porque é virtualmente impossível comparar um artista com outro, logo, a disputa fica inviável. Como é que você vai comparar Gusttavo Lima com a Anitta?”, explica o advogado especialista em Direito Administrativo Arthur Rollo.
Rollo afirma que por se tratar de uma exceção e de um “produto” muito específico, a escolha dos artistas que uma prefeitura quer ter em seus eventos acaba sendo discricionária.
“No final, como não tem como avaliar qual artista é melhor ou pior, essa escolha é subjetiva e fica nas mãos de quem comanda o órgão público. Pode acontecer de um prefeito escolher um cantor em particular porque ele ou a sua mulher são fãs. É difícil mensurar isso”, avalia o advogado.
Como impedir abusos
Arthur Rollo diz, no entanto que, ainda que as contratações de artistas possam ser respaldadas tecnicamente pela lei, é preciso avaliar se elas atendem a princípios como a moralidade, eficiência e economicidade.
“É preciso analisar o contexto no qual uma prefeitura faz um contrato milionário com um artista. Não é defensável uma prefeitura com graves problemas em áreas como saúde ou educação gastar grandes somas de dinheiro na contratação de artistas famosos”, diz.
“Para uma prefeitura contratar um show de grande porte ela precisa estar com suas finanças absolutamente equilibradas porque um show é algo supérfluo, por mais importante que a cultura e o lazer sejam. Tem que ver se a prefeitura está gastando o que deve na saúde, na educação”, diz Arthur Rollo.
Para o advogado Wallace Corbo, toda a polêmica em torno dos shows de artistas como Gusttavo Lima, Anitta e Zé Neto e Cristiano lançou luz sobre como as contratações feitas por prefeituras via inexigibilidade de licitação são menos transparentes que a tão criticada Lei Rouanet.
A Lei Rouanet foi criada em 1991 e é um dos principais instrumentos de fomento à cultura do país. Os autores precisam submeter seus projetos ao crivo do governo. Se ele for aprovado, os autores ficam autorizados a captarem os recursos junto a empresas e pessoas físicas.
As empresas ou pessoas físicas que desejam financiar um projeto pode fazer isso destinando os recursos do imposto de renda que deviam à União para essas iniciativas culturais.
Todas as informações sobre os responsáveis pelos projetos e seus patrocinadores são publicadas no Diário Oficial da União (DOU) e centralizadas em um site do governo federal.
“É muito mais fácil você pesquisar os dados de projetos da Lei Rouanet do que ter que procurar nos diários oficiais de mais de cinco mil municípios para saber se um artista foi ou não contratado com dinheiro público. A Lei Rouanet é muito mais transparente”, avalia o advogado Wallace Corbo.
Corbo diz ainda que a Lei Rouanet é mais eficiente que as contratações feitas por prefeituras ou governos estaduais porque elas permitem que artistas menos conhecidos tenham acesso a recursos e não fiquem inteiramente dependentes da boa vontade dos mandatários.
“A Lei Rouanet faz com que o artista também possa captar recursos e o leque de opções é muito mais amplo do que correr atrás de prefeituras ou governos do estado. Para o artista que não têm a expressão dos mais famosos, isso é muito útil”, diz Wallace Corbo.
Na avaliação de Arthur Rollo, não seria preciso fazer ajustes na Lei das Licitações para impedir que prefeituras utilizem seus recursos para contratação de artistas famosos.
“Não precisa mudar a lei. Basta que os órgãos de controle, internos e externos como as controladorias e os tribunais de conta se mantenham vigilantes. Também é importante que a sociedade civil organizada faça isso. Se a pessoa mora em uma cidade e o prefeito ou prefeita vai contratar um artista por um cachê astronômico, ela pode questionar isso junto ao Ministério Público”, explica.
Por e-mail, a assessoria de imprensa responsável pela dupla Zé Neto e Cristiano disse que a dupla não iria se manifestar sobre o tema. A BBC News Brasil procurou as produtoras responsáveis pelas carreiras de Anitta e Gusttavo Lima, mas elas não responderam às questões enviadas.
A Prefeitura de Parintins, que contratou Anitta por R$ 500 mil em 2019, disse que o valor foi cobrado pela produtora da artista em função de fatores como a dificuldade logística para sua equipe chegar à cidade que fica em uma ilha no rio Amazonas.
Em nota, a assessoria de Gusttavo Lima diz que ele não pactua com ilegalidades.
“O valor do cachê do artista é fixado obedecendo critérios internos, baseados no cenário nacional, tais como: logística (transporte aéreo, transporte rodoviário etc.), tipo do evento (show privado ou público), bem como os custos e despesas operacionais da empresa para realização do show artístico, dentre outros fatores. Não pactuamos com ilegalidades cometidas por representantes do poder público, seja em qualquer esfera”, diz um trecho da nota.
*Este texto foi originalmente publicado na BBC News Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jessie J fará show em São Paulo após Rock in Rio


Cantora inglesa se apresenta em SP no dia 10 de setembro, dois dias após fechar o palco Sunset. Ingressos já estão à venda. Rock in Rio 2019: Jessie J encerra palco Sunset neste domingo (29)
Alexandre Durão/G1
Jessie J anunciou, nesta terça-feira (31), que fará um show em São Paulo após tocar no Rock in Rio.
A inglesa canta no festival carioca no dia 8 de setembro e, depois, segue para SP, onde fará show no Pavilhão Pacaembu, espaço recém-inaugurado para shows e eventos, no dia 10 de setembro.
Programação do Rock in Rio 2022: veja quem vai tocar no festival
Os ingressos estão à venda no site oficial e vão de R$ 150 (pista meia-entrada) a R$ 560 (camarote inteira).
No Rock in Rio 2019, Jessie J também fechou o palco Sunset com hits como “Bang Bang”, “Price Tag” e “Domino”. Veja como foi o show.
‘ESTICADINHA’: Veja quem aproveita vinda ao Brasil para tocar em outras cidades
AGENDA DE SHOWS 2022: Harry Styles, Rosalía e Slipknot tocam no 2º semestre
Jessie J em SP
Data: 10 de setembro de 2022 (sábado) às 21h30
Local: Pavilhão Pacaembu – Praça Charles Miller, s/nº, Pacaembu
Ingressos: a partir de R$ 150
Venda de ingressos pelo site Tickets for Fun
Jessie J no Rock in Rio… Ou Coach in Rio?

Fonte: G1 Entretenimento

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Tim Bernardes diz acreditar em Beatles em ‘Mistificar’, terceiro single do álbum solo ‘Mil coisas invisíveis’


♪ “A visão vai revelar / O que pode ser visto / Pra além do que está lá / Eu acredito em Beatles / Eu quero acreditar”, ressalta Tim Bernardes ao dar voz aos versos da canção Mistificar.
Terceira amostra do segundo álbum solo do artista paulistano, Mil coisas invisíveis, o single Mistificar desembarca hoje, 31 de maio, nos aplicativos de música.
Embora conte com os sopros de Douglas Antunes (trombones e flugelhorn), arranjados por Bernardes, a faixa Mistificar foi formatada com a mesma estrutura dos dois singles anteriores do álbum, BB (Garupa de moto amarela) e Nascer, viver, morrer, lançados em 17 e 3 de maio, respectivamente.
As três músicas são da lavra solitária de Tim Bernardes, autor de todas as 15 músicas que compõem o repertório inteiramente autoral do álbum Mil coisas invisíveis.
O sucessor do álbum Recomeçar (2017) na discografia solo do vocalista do grupo O Terno tem lançamento programado para 14 junho pelo selo Coala Records.
Capa do single ‘Mistificar’, de Tim Bernardes
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum de Renato Teixeira com Fagner é mais fiel à natureza e poesia do som do trovador paulista


Bom nível da inédita safra autoral dos compositores valoriza disco engrandecido pela presença de Almir Sater na bela canção ‘Para nosso amor amém’ e na regravação de ‘Tocando em frente’. Capa do álbum ‘Naturezas’, de Renato Teixeira e Raimundo Fagner
Ilustração de Elifas Andreato
Resenha de álbum
Título: Naturezas
Artistas: Renato Teixeira e Raimundo Fagner
Edição: Kuarup
Cotação: * * * 1/2
♪ É sintomática a disposição dos nomes de Raimundo Fagner e Renato Teixeira na capa de Naturezas, álbum que reúne pela primeira vez o artista cearense de 72 anos com o trovador paulista de 77 anos completados em 20 de maio, data estrategicamente escolhida para a chegada do disco nos aplicativos de música.
Está lá grafado, acima da bela ilustração criada por Elifas Andreato (1946 – 2022) para a capa, “Renato Teixeira + Fagner”, como a indicar que Naturezas é álbum de Renato Teixeira com Fagner. Em bom português, a natureza interiorana do som folk do compositor de Romaria (1977) prevalece sobre o nordeste ibérico de Fagner ao longo das dez músicas do disco gravado em novembro de 2021, no estúdio da gravadora Kuarup, na cidade de São Paulo (SP).
É como se Fagner generosamente tivesse se submetido à arte e à poesia de Teixeira, ainda que paradoxalmente sejam dele, Fagner, as melodias das músicas inéditas letradas por Teixeira.
A exceção – dentro dessa safra inédita de bom nível melódico e poético, arranjada por Maurício Novaes com reverência à natureza harmônica e filosófica de disco pautado pela delicadeza – é a canção Eu só quero ser feliz, cuja melodia é do compositor e pianista carioca Antonio Adolfo (anteriormente letrada por Fausto Nilo, a melodia de Adolfo foi enviada por Fagner a Teixeira por engano, gerando então a primeira inusitada parceria do trio).
Nessa balada Eu só quero ser feliz, adornada com cordas e cantada somente por Fagner com a voz mais grave e menos rascante, o artista cearense professa a fé na “lida da vida” e a vontade de continuar provando o “fogo da paixão”.
No mesmo reflexivo tom outonal, Renato Teixeira sola Juro procê, balada de urbanidade atípica em disco que transita sobretudo pelo Brasil interiorano, como na moda contemporânea Arte e poesia – em que Fagner e Renato Teixeira unem vozes para saudar a simplicidade da vida na contramão da agitação da era hi-tech – e no folk-country Eu comigo mesmo.
Faixa lançada em single editado em 18 de março, Eu comigo mesmo tem vocais que evocam ligeiramente a estética do doo-wop em gravação que evidencia também o toque magistral da guitarra de Natan Marques, virtuose da banda arregimentada para o disco e formada, além de Natan, por Cainã Cavalcante (violão), João Cristal (piano), Maguinho Alcântara (bateria), Maurício Novaes (teclados, violão e percussão) e Wilson Levy (contrabaixo).
A guitarra de Natan também sobressai no arranjo de Mucuripe (Raimundo Fagner e Belchior, 1972), cujo registro expõe – já na segunda faixa do disco Naturezas, lançada como single em 29 de abril – o tom mais polido do canto de Fagner, característica que valorizou o disco álbum solo do artista, Serenata (2020).
Almir Sater (à esquerda) marca dupla presença no álbum de Fagner (de boné) e Renato Teixeira
Divulgação / Kuarup
Mucuripe é uma das duas únicas músicas regravadas pelos cantores no álbum, cuja edição física em CD está prevista para junho pela gravadora Kuarup.
A outra, Tocando em frente (Almir Sater e Renato Teixeira, 1990), abre o disco, tendo sido lançada em 17 de dezembro de 2021 como primeiro single do álbum Naturezas. Além da bela trama de violões, a gravação tem valor documental por ser o primeiro registro fonográfico da canção com as vozes dos dois autores, Sater e Teixeira, aos quais se unem Fagner, pela primeira vez interpretando os versos apresentados ao Brasil na voz de Maria Bethânia em 1990.
Almir Sater também aparece como convidado dos anfitriões em Para nosso amor amém, canção curativa entoada pelo trio em feitio de oração em gravação que representa pico de beleza no fluxo sereno do álbum Naturezas.
Sem o mesmo poder de sedução, Linda de mansinho é canção que resvala no romantismo trivial enquanto o bolero Rastros da paixão tenta pegar mais na veia desse cancioneiro sentimental para exaltar o compositor cearense Evaldo Gouveia (1928 – 2020), vizinho de Fagner na casa do artista em Fortaleza (CE). São duas faixas menores dentro do conjunto da obra.
E por falar no estado natal de Fagner, Aqui é Ceará saúda as águas e ventos desse lugar. Deveria ser a faixa com mais cara de Fagner no disco e, de certa forma, é. Mesmo assim, embora a letra cite nominalmente o Ceará, parece que Renato Teixeira, autor dos versos, está falando do Pantanal ou de qualquer outro lugar do interior do Brasil em que o folk positivista do trovador paulista se ambienta com naturalidade.
O que somente reforça a sensação de que Naturezas não é um disco de Renato Teixeira e Fagner, mas, e aí há diferença sutil, um álbum de Renato Teixeira com Fagner.
Renato Teixeira e Fagner (de boné) reúnem dez músicas no álbum ‘Naturezas’
Leonardo Rodrigues / Divulgação Kuarup

Fonte: G1 Entretenimento

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Deise ‘do tombo’, que viralizou ao cair de escada, lamenta morte de moradora da casa onde aconteceu queda


Após rolar escadaria de residência, em 2020, Deise Gouveia conheceu Paula e decidiu fazer uma vaquinha virtual para a vizinha, que sofria de câncer no reto. Deise Gouveia conhece Paula e cria vaquinha para ajudar em tratamento contra o câncer
Reprodução/Instagram
Deise Gouveia, que ficou conhecida como “Deise ‘do tombo'” após despencar na escadaria de uma casa no Complexo do Alemão, Rio, lamentou a morte da moradora da residência onde aconteceu a queda.
Em dezembro de 2020, Deise levou um tombo enquanto tentava se equilibrar segurando um copo de cerveja na mão ao sair de uma festa no Rio de Janeiro. Ela se a apoia no portão da casa, mas ele abre, e logo Deise despenca pela escadaria.
Após o vídeo circular na web, Deise decidiu pedir desculpas para a dona da casa. Chegando lá, conheceu a vizinha Paula, a quem decidiu ajudar com uma vaquinha virtual ao descobrir que ela sofre de câncer no reto.
Nesta segunda-feira (29), um ano e meio após o vídeo viralizar, Deise anunciou a morte de Paula.
“É guerreira, você combateu o bom combate, você foi forte a todo tempo, mas hoje você descansou.”
“Sou grata por você te passado em minha vida, uma história linda escrita por Deus. Obrigada por tudo, sei o quanto você foi forte em todo esse tempo! Descanse em paz, Paula.”
Nos comentários da publicação, a DJ e produtora Bárbara Labres lamentou a morte de Paula. Na época, Bárbara convidou Deise para uma parceria e lançou uma música na qual cita o incidente.
Deise Gouveia, que levou tombo em casa de desconhecida, cria vaquinha para ajudar moradora

Fonte: G1 Entretenimento