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Gusttavo Lima diz que vai ‘jogar a toalha’; em 2013, ele também falou que não faria mais shows


Em 2013, ele surpreendeu fãs em um show em Iperó (SP) falando que aquele poderia ser o último da carreira. Ele voltou atrás após conversar com família e amigos. Gusttavo Lima durante show em Iperó (SP)
Thiago Nicolau / Novo Agito
Após as polêmicas com cachês de shows para prefeituras, Gusttavo Lima disse que pensa em desistir. “Eu já trabalho para c… para ter o meu dinheiro, eu não quero dinheiro do povo… De coração, eu juro para vocês que estou cansado, estou a ponto de jogar a toalha”, afirmou.
Essa não é a primeira vez que o cantor falou sobre a possibilidade de desistir da carreira. Em 2013, ele surpreendeu fãs após cantar “Inventor dos Amores”, em um show em Iperó (SP). Na ocasião, Gusttavo disse que, depois de 14 anos de carreira, aquele poderia ser um de seus últimos shows. “Tudo o que eu vivi na música sertaneja eu agradeço de coração”, declarou, dirigindo-se à plateia.
Fãs e até os músicos da banda que o acompanha foram pegos de surpresa. O guitarrista Moisés Martins, de 36 anos, disse na época: “Nós ficamos surpresos e nos reunimos depois do show para conversar”.
Em comunicado após a declaração, Gusttavo Lima voltou atrás e afirmou que não pretendia parar tão cedo. “Eu deixei tudo para trás e fui em busca dos meus sonhos e com 14 anos de carreira passei por momentos tristes e momentos alegres, inesquecíveis. O meu maior sonho eu consegui, que era fazer minha música, o meu som fazer parte e virar trilha sonora da vida das pessoas. Se eu cheguei até aqui, não vai ser agora que eu vou desistir, o sonho não pode acabar… Aos meus fãs, jamais vou deixar vocês, e, aos que não gostam do Gusttavo Lima, ééé vão ter que me aturar por muitos e muitos anos”.
Depois do desabafo, Gusttavo Lima disse que a declaração foi dada em um momento de cansaço. Ele citou a morte da irmã, ocorrida há dois meses, como um dos fatores que podem ter pesado naquele momento. “Acho que foi um erro quando falei isso no palco. Confesso que, depois, sofri bastante. Essa semana tirei para pensar se ia largar mesmo”, afirmou. “Acho que não vi o carinho que as pessoas têm com o meu trabalho. Por respeito a eles, isso [fim da carreira] não vai acontecer. A gasolina para um artista são os fãs. Quem escolhe a música jamais se aposenta.”
Ele disse que, após o show em Iperó, conversou com os pais. “Ouvi muitos conselhos deles. Eles me deram um puxão de orelha de verdade”, brincou. “Tem muita coisa para acontecer em minha carreira ainda. Nunca pensei em fazer sucesso no Brasil, muito menos lá fora”, acrescentou, referindo-se ao disco com músicas em espanhol que será lançado em maio.
Gusttavo Lima vai ‘jogar a toalha’
Após as últimas polêmicas envolvendo o show de Gusttavo Lima em Conceição do Mato Dentro, na Região Central de Minas Gerais, ele fez uma live, na noite desta segunda-feira (30), afirmando que “não compactua com dinheiro público” e afirmou que “está a ponto de jogar a toalha”.
A transmissão ao vivo, com quase 21 minutos, foi feita pelo Instagram. No começo, o “Embaixador” afirmou que anda “levando tanta pancada, aguentando calado” e afirmou não saber o motivo de tanta “perseguição e inverdades”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Globo exibe especial que celebra os 50 anos de história da dupla Chitãozinho & Xororó


Programa produzido pela equipe do ‘Conversa com Bial’ vai ao ar nesta quarta-feira (1), após a novela ‘Pantanal’. Dupla Chitãozinho & Xororó grava especial sobre 50 anos de história
Globo/Gustavo Scatena
Para celebrar as cinco décadas de carreira da dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó, a equipe do “Conversa com Bial” produziu um programa sobre os irmãos de José Lima Sobrinho e Durval de Lima.
O especial “Chitãozinho & Xororó – 50 anos de história” vai ao ar nesta quarta-feira (1), após a exibição da novela “Pantanal”.
O programa vai contar com uma entrevista conduzida pelo apresentador Pedro Bial, além de resgates inéditos da história da dupla, suportados por um rico material de arquivo, e musicais. As gravações foram realizadas em Campinas, São Paulo.
“É um pouco musical, um pouco entrevista, um pouco documentário, mas, ao mesmo tempo, não é nenhuma dessas coisas convencionalmente. Utilizamos recursos desses gêneros para fazer um programa que é uma viagem no tempo, de 50 anos. Encontramos um jeito para tornar a música tão informativa e significativa para a história quanto o texto e as falas. Tudo é diversão e informação ao mesmo tempo”, explica Pedro Bial.
“Acho que, assim como eu, todo brasileiro vai se emocionar ao ouvir as histórias e as músicas. É aquilo: ao ouvir um sucesso, impossível não pensar ‘onde eu estava e o que estava fazendo da vida?'”, diz o apresentador.
“Tem algumas vertentes que seguimos, como uma parte de memória afetiva muito forte. Mergulhamos a fundo na pesquisa deles com fotos, histórias de família, de tudo o que se pode imaginar. Também traremos um musical acústico, mais intimista, ao redor de uma fogueira, em um papo delicioso com Bial, e um outro momento com uma apresentação grande e de muito significado: montamos um show num circo, que foi o espaço onde a carreira deles começou”, adianta Gian Carlo Bellotti, diretor geral do especial.
No programa, Chitãozinho e Xororó compartilham diversas histórias de família e carreira, e abordam temas como a ascensão da música sertaneja a partir da dupla, a origem do nome da dupla, as dificuldades do início de carreira, o período em que tocaram em circos, entre outros temas.
Pedro Bial grava especial “Chitãozinho & Xororó – 50 anos de história”
Globo/Gustavo Scatena
Pedro Bial grava especial “Chitãozinho & Xororó – 50 anos de história”
Globo/Gustavo Scatena
Pedro Bial grava especial “Chitãozinho & Xororó – 50 anos de história”
Globo/Gustavo Scatena

Fonte: G1 Entretenimento

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Kevin Spacey diz que vai ‘aparecer voluntariamente’ no tribunal no Reino Unido


Ator foi denunciado pela corte por quatro acusações de agressão sexual. A declaração foi dada por representantes do artista ao programa ‘Good Morning America’. Kevin Spacey é fotografado em Turin, na Itália, onde grava filme que marca seu retorno a atuação após acusações de má conduta sexual REUTERS/Massimo Pinca
REUTERS/Massimo Pinca
O ator Kevin Spacey disse que planeja “aparecer voluntariamente” nos tribunais do Reino Unido para se defender das acusações de agressão sexual.
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Na quinta-feira (26), Spacey foi formalmente acusado por quatro crimes sexuais depois de uma investigação feita pela polícia de Londres, na Inglaterra.
Segundo a rede “ABC News”, no comunicado enviado exclusivamente ao programa “Good Morning America”, o artista se diz confiante de que pode provar sua inocência.
As denúncias foram feitas por três homens envolvendo quatro incidentes separados que supostamente aconteceram há 17 anos.
“Agradeço muito a declaração do Crown Prosecution Service, na qual eles lembraram cuidadosamente à mídia e ao público que tenho direito a um julgamento justo, e sou inocente até se provar o contrário”, disse ele ao programa por meio de um representante.
“Embora esteja desapontado com a decisão deles de seguir em frente, comparecerei voluntariamente ao Reino Unido assim que puder ser organizado, e me defenderei dessas acusações, que estou confiante de que será provada a minha inocência”, completou a nota.
De acordo com informações da agência de notícias Reuters, o Crown Prosecution Service (CPS) da Grã-Bretanha autorizou acusações contra o ator vencedor do Oscar Kevin Spacey por crimes sexuais, incluindo agressões a três homens após uma investigação da polícia em Londres, na quinta-feira (26).
A polícia disse que os supostos crimes ocorreram entre março de 2005 e abril de 2013, com quatro incidentes na capital e um em Gloucestershire, na região sudoeste da Inglaterra. Eles envolveram um homem que agora está na casa dos 40 anos e dois homens agora na casa dos 30.

Fonte: G1 Entretenimento

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Johnny Depp e Amber Heard: júri do caso retoma deliberações nesta terça-feira (31)


Sete jurados vão decidir sobre processo de difamação movido pelo ator contra a ex-mulher. Já Amber alega ter sofrido ‘violência física e abuso desenfreados’ durante a relação. Johnny Depp e Amber Heard
Jim Watson/Evelyn Hockstein/AFP
O júri do processo de difamação movido pelo ator Johnny Depp contra a ex-mulher e atriz Amber Heard em Fairfax, Estados Unidos, vai retomar suas deliberações nesta terça-feira (31).
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Depp, de 58 anos, processa Amber por um artigo de opinião que a atriz publicou no jornal “The Washington Post” em dezembro de 2018, no qual ela se descreve como uma “figura pública que representa o abuso doméstico”.
Apesar de a atriz não ter mencionado o nome do ex-marido, ele pede US$ 50 milhões de indenização.
Amber, de 36 anos, apresentou uma contra-acusação, pedindo US$ 100 milhões, sob a alegação de ter sofrido “violência física e abuso desenfreados”.
Johnny Depp e Amber Heard
Reuters
Em sua alegação final, na sexta-feira (27), Elaine Bredehoft, advogada da atriz, disse que a ação judicial iniciada por Depp e uma campanha de “humilhação global” tem feito da vida de Amber “um puro inferno”. “Destruiu sua vida. Isso a consumiu. Ela está recebendo ameaças de morte”, afirmou a advogada ao júri, de sete pessoas.
Benjamin Chew, parte da equipe legal de Depp, respondeu que, embora o ator de “Piratas do Caribe” não seja um “santo” e tenha tido problemas com drogas e álcool, “ele não é um abusador violento”.
“Ele não merece ter sua vida e seu legado destruídos por uma mentira cruel”, disse. “Pedimos, imploramos que devolvam seu nome, sua reputação e sua carreira”, declarou o advogado.
Bredehoft, por sua vez, pediu ao júri que “responsabilize o ator”, já que “ele nunca aceitou a responsabilidade por nada em sua vida”.
‘Monstro’
Dezenas de testemunhas participaram do julgamento, entre elas, guarda-costas, executivos de Hollywood, agentes, especialistas da indústria do entretenimento, psiquiatras, médicos, amigos e familiares.
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Depp e Amber estiveram amplamente expostos por vários dias durante o julgamento, transmitido pela televisão, que atraiu centenas de fãs, principalmente do ator.
Os jurados ouviram gravações de áudio e vídeos das acaloradas discussões do casal, além de fotos das lesões que Amber afirma ter sofrido durante o casamento.
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Especialistas em saúde testemunharam por várias horas sobre um ferimento no dedo, que Depp sofreu durante as filmagens de um dos longas da série “Piratas do Caribe” na Austrália, em março de 2015.
Depp contou que a ponta de seu dedo médio da mão direita foi decepada quando Amber atirou uma garrafa de vodca contra ele. Amber disse não saber como ocorreu a lesão.
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Ambos concordaram que Depp chegou a escrever mensagens nas paredes, nos abajures e espelhos com um dedo ensanguentado.
Amber afirmou que Depp se tornava um “monstro” fisicamente e sexualmente abusivo quando usava álcool e drogas excessivamente, e que resistiu aos repetidos esforços dela para conter seu uso.
De acordo com a atriz, Depp prometeu sua “humilhação mundial” se ela o deixasse. Amber foi objeto de uma extensa campanha nas redes sociais sob o lema #JusticeForJohnnyDepp.
Depp declarou que foi “brutal” escutar as “hediondas” e “extravagantes” acusações de abuso doméstico de sua ex-mulher.
“Nenhum ser humano é perfeito, claro que não, nenhum de nós é, mas nunca cometi agressão sexual nem abuso físico em minha vida”, disse.
‘Carreiras afetadas’
Amber e Depp ficaram casados de 2015 a 2017. Em maio de 2016, a atriz obteve medidas protetivas contra seu então marido, alegando violência doméstica.
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O ator apresentou uma ação por difamação em Londres contra o jornal “The Sun” por chamá-lo de “espancador de esposas”, mas perdeu o caso em novembro de 2020.
Ambos alegam danos em suas carreiras em Hollywood.
A equipe legal de Amber apresentou um especialista da indústria de entretenimento que estimou que a atriz perdeu contratos e promoções em cinema e televisão no valor total de 45 a 50 milhões de dólares.
Um especialista do mesmo setor, contratado pelos advogados de Depp, disse que o ator perdeu milhões devido às acusações de abuso, incluindo um pagamento de 22,5 milhões de dólares pelo sexto filme da série “Piratas”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Elenco e diretor de ‘Top Gun: Maverick’ falam sobre a importância do filme original


Eles lembram como se sentiram vendo o clássico dos anos 80 pela primeira vez. Jennifer Connelly e Miles Teller voltam a trabalhar com Joseph Kosinski após ‘Homens de Coragem’. Diretor e elenco de “Top Gun: Maverick” falam sobre o que acham do clássico dos anos 80
O g1 perguntou a Joseph Kosinski, diretor de “Top Gun: Maverick”, e ao elenco quando foi a primeira vez que eles assistiram a “Top Gun: Ases Indomáveis”. O filme dirigido pelo já falecido Tony Scott foi o responsável por transformar Tom Cruise em astro. Veja no vídeo acima.
g1 já viu: ‘Top Gun: Maverick’ voa alto abastecido por Tom Cruise e nostalgia
Kosinski disse que viu o filme quando tinha 12 anos e que tinha as memórias daquela experiência. Isso o ajudou a recriar certos momentos marcantes do longa original e a desenvolver novos.
Jennifer Connelly, que interpreta Penny Benjamin, o novo par amoroso do protagonista, afirmou que tinha uns 15 anos quando assistiu ao primeiro filme. Para ela, foi uma experiência incrível. “Sabe, foi romântico, emocionante, tinha aqueles voos… Tom era o cara mais legal!”, afirma a atriz.
Miles Teller, que vive o piloto Rooster, filho de Goose (Anthony Edwards), melhor amigo de Maverick que morreu no primeiro filme, lembrou que tinha 13 anos de idade quando pôs os olhos no primeiro “Top Gun”:
“Ele se tornou um clássico instantâneo para mim e os meus amigos. Nós ficávamos correndo ao redor do pátio, simulando brigas de caças”.
Bashir Salahuddin, Miles Teller, Monica Barbaro, e Lewis Pulman em cena de ‘Top Gun: Maverick’
Divulgação
Jon Hamm, que vive o almirante Beau “Cyclone” Simpson, desafeto do protagonista, lembrou que viu o filme no primeiro final de semana do seu lançamento, aos 14 anos de idade, em 1985, e que viu mais outras vezes com os amigos.
O ator, conhecido pela série “Mad Men”, se recorda que o longa foi assunto de conversa para onde quer que fosse: “No playground da escola, na pista de boliche, perguntavam: ‘Você já viu ‘Top Gun?’, ‘Quantas vezes você já viu?’. Era assim que (a conversa) começava”, afirma o ator.
Tom Cruise e Jennifer Connelly numa cena de “Top Gun: Maverick”
Divulgação
Já Bashir Salahuddin, que interpreta o militar Bernie ‘Hondo’ Coleman, admitiu que não assistiu o filme no lançamento. Ele chegou a pedir para a mãe um ingresso, mas que na época eles não tinham dinheiro.
“Eu sentia que todos nos Estados Unidos estavam falando disso, mas não sabia do que se tratava”, diverte-se o ator. Porém, quando o longa chegou a TV a cabo, anos depois, ele conseguiu finalmente assisti-lo.
Charles Parnell, que interpreta o Almirante Solomon ‘Warlock’ Bates, brincou com o colega que viu o filme na época do lançamento porque trabalhava num supermercado e tinha dinheiro para comprar um bilhete.
Ele lembra que, depois de assistir ao primeiro “Top Gun”, as pessoas repetiam as frases e refaziam as cenas mais marcantes. “Isso ficou no ar imediatamente. E desde então, as pessoas citam o filme até hoje”, diz o ator.
Tom Cruise em cena de ‘Top Gun: Maverick’
Divulgação
De volta a ação
Questionado pelo g1 por que resolveu trabalhar novamente com atores como Jennifer Connelly e Miles Teller, que participaram de “Homens de Coragem”, de 2017, e que ele comandou, o diretor Joseph Kosinski contou havia ficado deslumbrado com o trabalho dos dois.
Por isso, quando precisou escalar uma atriz para fazer o par romântico de Tom Cruise, decidiu escalar Connelly por seu talento e também pelo fato de que ela nunca havia contracenado com o astro. “Eu senti que, para esse filme, ela seria um tipo de complemento perfeito para ele e sua história”, afirma o diretor.
Quanto a Miles Teller, Kosinski disse que se impressionou com o fato do ator, além de ser bem talentoso, se parecer muito com Anthony Edwards, que interpretou Goose, o pai do personagem Rooster, no filme de Tony Scott. “Eu vi logo no começo (da produção) a semelhança entre ele e Anthony Edwards e senti que o Miles tinha o talento artístico para ficar emparelhado com Tom nesse filme”, diz o diretor.
Monica Barbaro, Miles Teller, Lewis Pullman e Jay Ellis em cena de ‘Top Gun: Maverick’
Divulgação
O curioso é que Teller não teve contato com Edwards para desenvolver seu personagem na sequência. “Quando começamos a fazer o filme, tudo estava se mexendo tão rapidamente e por isso não consegui falar com Anthony. Espero que consiga falar com ele em breve”, afirma o ator.
Para o g1, Jennifer Connelly também elogiou tanto o diretor quanto o ator. A atriz, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2002 por “Uma Mente Brilhante”, ressaltou que Kosinski consegue trabalhar muito bem com produções em larga escala, tanto em “Homens de Coragem”, quanto em “Top Gun: Maverick”.
Em relação a Miles Teller, Connelly destacou a química entre ele e Cruise. “Rooster é realmente um personagem bem escrito e ambos interpretam seus papéis muito bem”, conclui a atriz.
Diretor e elenco de “Top Gun: Maverick” falam sobre a sequência do clássico dos anos 80

Fonte: G1 Entretenimento

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Violência no meio do público: tiros e agressões são registrados na plateia de shows pelo Brasil


Com o retorno das apresentações musicais no país, cenas lamentáveis e incidentes vêm sendo registrados no meio do público. O g1 lista os casos mais recentes. Semana Pop mostra as tretas que rolaram em shows recentes no Brasil
Durante muitos meses da pandemia, muita gente sentiu falta dos shows e festivais. Mas a alegria com o retorno das apresentações musicais vem sendo quebrada por incidentes lamentáveis que acontecem no meio do público.
Brigas, agressões e até tiros vêm sendo registrados na plateia de várias apresentações desde a retomada dos shows no país.
Entre os incidentes mais recentes estão os que aconteceram na virada Cultural, em São Paulo, e a agressão de um casal no show de Henrique e Juliano, na Expoagro, em Franca (SP).
Virada Cultural em São Paulo
A madrugada da Virada Cultural de sábado (28) para domingo (29), em São Paulo, foi marcada por violência no palco principal do evento, no Vale do Anhangabaú, centro da capital.
O g1 esteve no local e viu arrastões, roubos e furtos de celulares e agressões no meio do público do evento.
O show do cantor Kevinho precisou ser interrompido por causa da confusão. No palco, o funkeiro afirmou que pessoas estavam “se machucando” e que a decisão era uma orientação da prefeitura.
Movimentação policial durante a Virada Cultural no palco do Vale do Anhangabaú, centro de São Paulo, marcada pela violência durante da noite de sábado, 28
ISAAC FONTANA/CJPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Casal agredido em show de Henrique e Juliano
Uma mulher transexual e o namorado, que preferiram não ser identificados, dizem ter sido agredidos e alvo de ofensas transfóbicas durante o show da dupla Henrique e Juliano, na Expoagro, em Franca (SP).
Em vídeos feitos por outros frequentadores do evento, é possível ver dois homens brigando no chão e a mulher tentando separá-los. Na sequência, chega um segundo homem que desfere um soco no rosto da mulher.
Mulher trans e namorado são agredidos durante show de Henrique e Juliano em Franca, SP
Mais agressões na plateia
Às vezes, do palco, o artista nem chega a ter conhecimento do que está acontecendo na plateia. Principalmente em festas com milhares de pessoas. Mas no caso da apresentação de Gustavo Mioto, o cantor sertanejo paralisou a apresentação que fazia em Franca, no interior de São Paulo, quando viu a confusão.
Alguns vídeos que circulam na internet mostram um homem agredindo ao menos duas mulheres. Uma delas contou depois do show que não sabe nem o que aconteceu. Ela disse que tinha ido ao banheiro, e quando voltou, viu a confusão, levou um soco e caiu.
Pessoas que estavam ao redor acolheram as duas garotas. E elas abriram um boletim de ocorrência em busca de respostas.
Outra briga em show sertanejo que segue sem explicações é a que aconteceu na apresentação do Gusttavo Lima em Brasília.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma pancadaria generalizada e começa com uma mulher sendo agredida várias vezes. Algumas pessoas tentam separar a briga, enquanto outras se juntam na agressão, até que uma mesa é arremessada no meio da confusão.
O motivo e os envolvidos da briga ainda não foram identificados. Já a produção do evento soltou uma nota afirmando que “repudia qualquer ato de violência”.
Homem aponta ter sido esfaqueado dentro da Expoagro, em Franca (SP)
Arquivo pessoal
No domingo (29), um sapateiro de 41 anos foi esfaqueado enquanto assistia ao show da dupla Zé Neto e Cristiano com a esposa e o filho na Expoagro em Franca (SP).
Ele disse à polícia que a agressão aconteceu após dois homens iniciarem uma briga próxima ao local onde ele estava. A vítima, no entanto, disse não saber descrever quem são os envolvidos na confusão.
Show em Brasília tem briga generalizada
Tiros na plateia
O rapper Matuê cantava em Santos, no litoral de São Paulo, quando foi puxado do palco e avisado de que estava rolando um tiroteio no meio da plateia.
Com o som alto, o cantor não tinha percebido o que estava acontecendo. E até mesmo algumas pessoas ali do público só entenderam o que rolou após a correria.
Segundo foi apurado pelo g1, um homem de 39 anos foi baleado e os disparos aconteceram após uma discussão.
Ainda falando sobre tiros, um homem deu ao menos três disparos para o alto durante um show de Tarcísio do Acordeon.
A apresentação acontecia em Teresina, em dezembro, e a cena foi registrada pela câmera de celular de uma pessoa que também estava no público.
Tiros para o alto durante show de Tarcísio do Acordeon em Teresina
Reprodução
Queda de drone, embriaguez e sexo na plateia
Nem sempre são brigas que acabam com a noite dos fãs. Em abril, um drone caiu na cabeça de uma mulher que estava na plateia do show do Luan Santana, em Campo Grande.
Em um vídeo, é possível ver a garota com o drone enroscado no cabelo e recebendo o auxílio de algumas pessoas. Depois do incidente, ela relatou dores no ouvido.
O g1 procurou a assessoria do Luan, que disse que o drone não fazia parte da estrutura do show do cantor sertanejo.
Meses antes, durante o evento “Pzeiro”, que contava com alguns artistas do gênero no palco, cenas inusitadas na plateia marcaram o festival.
Enquanto João Gomes e Tarcísio do Acordeon faziam suas apresentações, cenas de sexo, trapalhadas e embriaguez rolavam na plateia.
Com a divulgação das imagens desse evento, muitas outras cenas lamentáveis nas plateias dos shows começaram a circular nas redes sociais.
Drone cai em cima de mulher durante show de Luan Santana na Expogrande

Fonte: G1 Entretenimento

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Sertanejos e prefeituras: como polêmica foi de ‘tororó’ de Anitta a shows investigados de Gusttavo Lima


Entenda, passo a passo, como crítica de Zé Neto a uma tatuagem de Anitta e à Lei Rouanet virou discussão sobre shows sertanejos bancados por prefeituras e virou até hashtag #CPIdoSertanejo. Zé Neto, Anitta e Gusttavo Lima
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“E eu pensando que estava só fazendo uma tatuagem no tororó”. O comentário irônico de Anitta resumiu a surpresa e as dúvidas de muita gente: como um discurso do sertanejo Zé Neto contra ela e a Lei Rouanet virou uma discussão sobre verbas públicas para sertanejos?
Entenda abaixo, em tópicos e links, tudo o que aconteceu neste caso até agora:
No dia 12 de maio, Zé Neto fez um discurso no palco em Sorriso (MT) ironizando a “tatuagem no toba” de Anitta e dizendo que eles são artistas que “não dependem da Lei Rouanet”. Veja.
Ele virou alvo dos fãs de Anitta nas redes. No meio das críticas estava o fato de que Zé Neto ataca a Rouanet, mas faz shows com verbas de prefeituras, inclusive em Sorriso, por R$ 400 mil.
Este tipo de show não é exclusivo de Zé Neto e Cristiano. Sertanejos e artistas de outros estilos, inclusive Anitta, já ganharam cachês altos de prefeituras, como mostrou o g1 no dia 19 de maio.
A contradição entre as críticas à Lei Rouanet, cujos projetos passam por vários critérios e controles, e shows de prefeituras, feitos sem licitação, virou debate. Entenda a diferença.
Nas redes sociais, o tema entrou em alta, e ganhou até a hashtag #CPIdoSertanejo – não existe uma CPI de verdade, mas o assunto continuou repercutindo todos os dias.
O foco passou para Gusttavo Lima, que teve os maiores cachês revelados até agora. São 3 shows na mira do Ministério Público – o cantor não é investigado, mas sim as prefeituras.
O Ministério Público de Roraima abriu investigação sobre verba de R$ 800 mil a ele em São Luiz, cidade de 8 mil habitantes, 32% em extrema pobreza, mostrou o g1 em 24 de maio.
No dia 25 de maio, um cachê ainda maior para Gusttavo Lima, de R$ 1 milhão em Magé (RJ), foi divulgado.
No dia 26 de maio, Gusttavo Lima disse que “não cabe ao artista fiscalizar as contas públicas”.
No dia 27 de maio, outro show de Gusttavo Lima foi questionado pelo cachê de R$ 1,2 milhão em Conceição do Mato Dentro (MG), cidade com 17 mil habitantes.
Também no dia 27, o g1 mostrou que o dinheiro veio de recursos que só poderiam ser usados em educação, saúde ou infraestrutura.
No dia 28 de maio, a prefeitura de Conceição de Mato Dentro cancelou o show de Gusttavo Lima e de Bruno e Marrone.
Também no dia 28, Anitta fez o comentário no Twitter sobre a proporção que o comentário de Zé Neto tomou: “E eu pensando que estava só fazendo uma tatuagem no tororó”.
No dia 29 de maio surgiu a informação de que a prefeitura de Conceição do Mato Dentro teria que pagar metade do cachê mesmo após cancelar. O prefeito diz que não vai pagar.
No dia 30 de maio o Ministério Público do RJ disse que vai investigar o evento de Magé.
Zé Neto não comentou a repercussão da crítica à Rouanet. Em show no dia 21 de maio ele disse, após seus fãs xingarem Anitta, que ia “rezar por essas pessoas” e não quer “incitar o ódio”.
Veja abaixo a diferença entre a Lei Rouanet e estes shows de prefeituras:
Rouanet X Shows prefeituras: veja diferenças de duas formas de se incentivar shows com verbas públicas
g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Fanny, a 1ª banda de rock só com mulheres, relembra preconceito e ‘perigos’ que enfrentou


Grupo foi elogiado por David Bowie e Beatles, mas foi ‘esquecido’ nos anos 60 e 70. Ao g1, vocalista e guitarrista fala de pioneirismo e de projeto para jovens roqueiras. Fanny: a primeira banda feminina de rock contratada por um grande gravadora
O Fanny foi a primeira banda só com mulheres a assinar contrato com uma gravadora, nos anos 70. O quarteto teve hits na parada da revista “Billboard” e recebeu elogios de David Bowie e dos Beatles. Mas June Millington, vocalista e guitarrista do grupo, conta ao g1 que ouvia um único comentário:
“O melhor elogio que a gente recebia, e ouvimos centenas de vezes, eram homens chegarem até nós e dizerem: ‘Olha, nada mal para garotas’.”
O Fanny com Jean Millington, Alice de Buhr, Nickey Barclay e June Millington
Divulgação/Site oficial
Contando todas as formações, o Fanny existiu entre 1964 e 1975.Todas elas cantavam, se revezando nos vocais principais. Uma das características marcantes do grupo era esse jogo de vozes potentes e afinadas.
A formação clássica tinha a baterista Alice de Buhr, a tecladista Nickey Barclay e duas irmãs: June e a baixista Jean Millington.
O perigo de ser uma mulher do rock
June se mudou para os Estados Unidos com a família, em 1961, vinda das Filipinas. Eram tempos bem difíceis para ser uma pioneira do rock. Quando perguntada sobre isso, ela usou a palavra “perigoso” quatro vezes.
O Fanny no começo dos anos 70, com Alice de Buhr, Nickey Barclay, June Millington e Jean Millington
Divulgação/Site oficial
“Claro que quando eu comecei a tocar guitarra elétrica logo depois que nos mudamos para cá não havia lugar que você pudesse ir para conseguir informações… você tinha que perguntar às pessoas.”
“Para uma jovem, era perigoso, porque os homens sabiam dessas coisas e então quando eu pedia ajuda a eles, eles simplesmente achavam que eu estava dando em cima deles. Então, era perigoso e eu aprendi a lidar com meus medos ou com o que as pessoas estavam pensando.”
Para ela, homens no geral “não conseguiam aceitar o fato de que alguém estava se mudando para o bairro deles”. “Eles simplesmente odiaram a ideia, mas isso não nos impediu, claro, porque aqui estou eu falando com você agora e estamos em 2022, né?”
Escola de rock para garotas
June Millington ao fundo com alunas no Institute for the Musical Arts, nos Estados Unidos
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Não impediu mesmo. Em 2022, aos 74 anos, June segue fazendo a parte dela para encorajar garotas e fazer com que mais e mais meninas se sintam à vontade para tocar guitarra, baixo, bateria e formar uma banda.
Em 1986, ela fundou o Institute for the Musical Arts, nos Estados Unidos. A instituição sem fins lucrativos ajuda garotas que buscam ser profissionais da música. Ela e a equipe fazem um trabalho de mentoria, mantêm um arquivo com gravações de mulheres na música e dão apoio logístico a essas jovens roqueiras.
“Queria dar um espaço seguro para as meninas conseguirem essa informação e é por isso que chamamos aqui de ‘reino mágico’ porque é um lugar seguro e cheio de magia com todos os tipos de equipamentos e dois estúdios de gravação.”
June adoraria vir ao Brasil e fazer um workshop, mas não tem nada previsto ainda.
Para Bowie, elas eram ‘maravilhosas’
June Millington, do Fanny, em dois momentos: nos anos 70 e em foto recente
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O Fanny teve duas músicas no top 40 das mais ouvidas da “Billboard”: “Charity Ball” e “Ain’t that peculiar”, uma cover do Marvin Gaye (ouça trecho no vídeo do topo).
A banda teve apoio de músicos de grupos como Steely Dan e Steppenwolf. Mas o maior fã era David Bowie. Ele já falou bem delas várias vezes, mas o elogio mais famoso foi para a revista Rolling Stone, em 1999. O Bowie falou assim:
“Elas eram uma das melhores bandas de rock de seu tempo. Elas eram extraordinárias: escreviam tudo, tocavam como umas f.., eram colossais e maravilhosas, e ninguém nunca falou tanto delas. Elas são tão importantes quanto qualquer outra pessoa que já tenha sido importante, em todos os tempos; só que não era a época certa para elas.”
Nickey Barclay, Jean Millington, Alice de Buhr e June Millington: a banda Fanny
Divulgação/Site oficial
“Bem, é interessante. Ele era um fã de verdade”, reconhece ela. “Um dia, em Liverpool, Bowie nos convidou para uma festa em sua cobertura no hotel em que estávamos. Subimos até lá, a porta estava aberta e juro por Deus que parecia um filme. Era como um set de filmagem. Eram umas pessoas bebendo e conversando e fumando e tudo mais. Bowie tinha um senso, um gosto e refinamento e isso ecoava em tudo que ele fazia.”
“Quanto melhores eles eram, menos ego eles tinham, mais eles ficavam felizes por serem nossos amigos. Quer dizer, nós conhecemos todos os Beatles.”
Em sessões no estúdio do produtor delas, Richard Perry, elas conversaram com Paul, George, John e Ringo, várias vezes… Não foi a única conexão entre Fanny e Beatles. Elas gravaram uma cover de uma música de Lennon e McCartney: “Hey Bulldog”, da trilha sonora do filme “Yellow Submarine” (ouça trecho no vídeo do topo).
Por que só falar do Fanny agora?
A educadora e roqueira June Millington em foto recente
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Quando alguém fala sobre as primeiras bandas de rock só com mulheres, os primeiros nomes que vêm na cabeça costumam ser o do Runaways ou do Go-go’s. Nas performances dessa e de outras músicas, ficava claro que elas cantavam e tocavam demais. E essa constatação deixa perguntas: Como é ver tanta gente falando delas agora? Não era para elas terem sido mais faladas nos anos 70 e 80? Por que será que tão dando mais valor a elas só agora?
“Bem, agora as pessoas estão prontas para ouvir boa música autêntica e o fato de que ela era tocada por garotas é impressionante. Mas nós éramos muito boas mesmo. Nós éramos inventivas, totalmente focadas. Queríamos ser estrelas. Quer dizer, você não entra no mundo da música porque não se importa. Então, estávamos muito focadas ​​e acabamos ficando cada vez melhores. Acho que só agora as pessoas estão prontas para nós. A sociedade não estava preparada.”
“Eu nem sei dizer quantos comentários no Facebook ou YouTube ou e-mails tipo de pessoas dizendo “eu não posso acreditar que eu não sabia quem vocês eram”. Eu estava lá. Eu estava viva, certo? Mas a sociedade tinha esse muro que não podíamos quebrar. E acredite em mim, nós trabalhamos duro. Quer dizer, estávamos na estrada o tempo todo. Estávamos gravando ou ensaiando e tocando, sabe? Foi um trabalho duro. Foi realmente um trabalho duro, mas veja só, aqui estamos.”
A formação do álbum ‘Fanny Walked the Earth’ com as irmãs June e Jean Millington e a baterista Brie Howard
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Em 2018, saiu o primeiro álbum do Fanny após 43 anos. A formação que toca no disco Fanny Walked the Earth reuniu as irmãs June e Jean Millington, a baterista Brie Howard e convidadas de bandas como Bangles, Runaways e Go-Gos. O reencontro com as outras integrantes aconteceu no documentário “Fanny: The Right to Rock”, lançado em 2021.
“Eu me lembro de pensar ‘Caramba, quando tocamos, quando ensaiamos, parece que temos 17 anos’. Porque essa é a idade que eu sinto que tenho dentro de mim, tenho 17 anos. Aqueles foram os anos em que tudo começou a se encaixar para mim, enquanto tocava. Dentro de mim, eu me sentia como se estivesse acordando, sabe?”
O futuro do rock é das mulheres?
June Millington ao fundo com alunas no Institute for the Musical Arts, nos Estados Unidos
Divulgação/Facebook do instituto
E por falar em ter 17 anos, qual nova banda de garotas ou outro nome da nova geração ela indica? A edição de 2021 do Grammy foi a primeira com mulheres dominando a categoria de Melhor Performance de Rock.
Mas June quis citar uma banda não indicada e que é bem mais nova: “Tem algumas coisas boas e cruas como as Linda Lindas, que é uma banda só de garotas.”
O quarteto de Los Angeles formado por garotas entre 11 e 17 anos viu suas performances viralizarem e renderam um contrato com uma gravadora. Elas cantam músicas como “Racist, Sexist Boy” e “Growing up”.
June Millington, ex-integrante da banda Fanny, em foto recente
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Kurt Cobain, do Nirvana, dizia que as mulheres seriam o futuro do rock. June poderia concordar de primeira, mas ficou relutante ao comentar a previsão do cantor.
“Hmmm, possivelmente, mas eu vou falar o que eu penso… Eu sinto que todo mundo se esqueceu dos vocais de apoio. Todos, até as bandas de mulheres, mesmo aquelas que vêm aqui para nossos acampamentos de rock para garotas. Todas se esqueceram da interação entre o vocal principal e os vocais de apoio.”
“E eu meio que sinto que até isso voltar… quem fizer isso primeiro vai mandar muito bem. Vai ser um marco. Ok, porque tem uma parte da música em que eu sinto que você precisa ter esse ponto de contraponto. Você precisa ter essa interação. Você precisa ter aquela discussão musical que todo mundo sabe quando ouve, mas nem todo mundo sabe o que é, certo? Então, eu não sei, não sei. Espero que seja, quer dizer, eu espero mesmo que seja feminino. Mas eu não sei.”
VÍDEOS: Quando eu hitei

Fonte: G1 Entretenimento

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Pré-candidato à presidência, André Janones destina quase R$ 2 milhões para exposição com show de Gusttavo Lima em MG


Segundo a Prefeitura de Ituiutaba, destinatária da emenda, valor será usado no pagamento dos shows – que terão outros nomes do sertanejo e também do pop rock – além da estrutura e do rodeio. Deputado federal falou que também dedicou verba para a saúde, mas é preciso recurso para a diversão. Deputado federal André Janones
Facebook/Reprodução
Uma emenda parlamentar do deputado federal e pré-candidato à presidência, André Janones (Avante), vai destinar R$ 1,9 milhão para a Expopec, em Ituiutaba. O recurso faz parte de um pacote de R$ 7 milhões, que deverá ser enviado para a Prefeitura a partir de junho.
O assunto gerou polêmica por se tratar de dinheiro público para o pagamento de cachês para cantores sertanejos, entre eles Gusttavo Lima, uma das atrações confirmadas na exposição pecuária.
A origem do dinheiro para contratação dos shows sertanejos começou a ser criticada após o cantor Zé Neto, que faz dupla com Cristiano, atacar artistas que usam o incentivo da Lei Rouanet.
Nas redes sociais, André Janones falou que “A elite precisa entender que pobre também tem direito a diversão”. Já a Prefeitura de Ituiutaba disse que não há nenhuma ilegalidade em usar a verba para a realização da feira.
Emenda
Ao todo, a emenda parlamentar destinada por Janones para Ituiutaba é de R$ 7 milhões. Deste valor, R$ 1,9 milhão será usado exclusivamente para a realização da Expopec, que vai ocorrer entre 15 e 25 de setembro.
Entre as atrações musicais da exposição estão os cantores sertanejos Gusttavo Lima, Zezé di Camargo e Luciano, João Neto e Frederico, Gian e Giovani, João Bosco e Vinícius e Guilherme e Santiago. Além deles, estão confirmadas as bandas Cidade Negra e Mr. Gyn e a cantora gospel, Fernanda Brum.
O g1 entrou em contato com André Janones para explicar a emenda parlamentar, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem. No entanto, nas redes sociaise ele falou da destinação de recusos para a feira com shows sertanejos.
Segundo o deputados, a exposição ocorre no mesmo período há mais de 40 anos e que os shows estão custando menos do que o divulgado em supostos escândalos de outras prefeituras. O deputado também afirmou que 70% dos recursos destinados para Minas Gerais, por ele, foram para a saúde e que também é necessário “recurso para diversão”.
“A elite precisa entender que pobre também tem direito a diversão, que pobre também precisa de lazer e que saúde mental não é exclusividade de classe média, que cultura e arte não é só o que a elite gosta”, afirmou Janones.
Ainda conforme a publicação, o evento será de portões abertos, pois o direito ao lazer é direito garantido pela Constituição Federal e que a população já pagou por ele através de impostos.
“Essas pessoas nunca teriam condições de pagar 20, 30 reais em um ingresso, mas elas também têm direito a lazer, a diversão”, disse o deputado.
O que disse a Prefeitura
Em nota, a Prefeitura de Ituiutaba afirmou que o recurso foi destinado através de emenda individual para a realização da Expopec de portões abertos para o público. “Cabe ressaltar que R$ 1,9 milhão é o gasto total previsto para os 10 dias de evento, incluído a estrutura, shows e o rodeio”, disse o Executivo.
O posicionamento também afirmou que não há nenhuma ilegalidade, sendo o evento anunciado pelo próprio deputado.
VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Fonte: G1 Entretenimento

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Relembre os principais trabalhos de Milton Gonçalves

Fonte: G1 Entretenimento