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Diversidade sexual: 2,9 milhões de brasileiros se declaram homossexuais ou bissexuais, aponta IBGE

Grupo corresponde a 1,8% da população adulta no país, proporção menor que a da parcela de 3,4% de pessoas que não souberam, ou não quiseram responder à pesquisa. Dados da pesquisa são de 2019. A orientação sexual do brasileiro começou a ser retirada do armário oficialmente. Levantamento inédito divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que 2,9 milhões de pessoas se autoidentificam como homossexuais ou bissexuais no país.
Este contingente corresponde a 1,8% da população com 18 anos ou mais, proporção menor que da parcela de pessoas que não souberam ou não quiseram responder (3,4%) à pesquisa.
O estudo evidenciou que a imensa maioria da população brasileira se autodeclara heterossexual – 98,4% dos brasileiros assim se autoidentificaram. Mas o IBGE ponderou que “o fato de uma pessoa se autoidentificar como heterossexual não impede que ela tenha atração por ou relação sexual com alguém do mesmo sexo”.
Os dados são de 2019 e foram coletados por meio da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). O detalhamento das informações apontou que:
98,4% da população brasileira adulta se autoidentifica como heterossexual;
É maior a proporção de homens (1,4%) que de mulheres (0,9%) autodeclarados homossexuais;
Já as mulheres têm maior proporção (0,8%) que os homens (0,5%) entre os bissexuais;
A autoidentificação homossexual ou bissexual é maior entre quem tem nível superior (3,2%) e maior renda (3,5%);
Proporção das respostas “não sabe” ou “recusou-se a responder” foi maior entre aqueles com menor nível de instrução;
É ligeiramente menor a proporção de homossexuais e bissexuais entre os brancos (1,8%) que entre os pretos (1,9%) e pardos (1,9%);
O grupo de 18 e 29 anos apresenta a maior proporção de autodeclarados homossexuais ou bissexuais (4,8%)
A faixa etária mais jovem também soma a maior proporção de pessoas que não souberam ou não quiseram responder (5,3%) à questão.
Os dados são compatíveis com os de países que fizeram pesquisa com metodologia semelhante;
Na análise por gênero, o IBGE constatou que, proporcionalmente, a autoidentificação como homossexual é maior entre os homens (1,4%) que entre as mulheres (0,9%). Já a bissexualidade foi mais autodeclarada pelas mulheres (0,8%) que pelos homens (0,5%).
Ao analisar os dados considerando características socioeconômicas, observou-se maior proporção de autodeclarados homossexuais ou bissexuais entre aqueles com nível superior completo (3,2%) – entre os que não têm instrução ou têm o ensino fundamental incompleto essa proporção foi de 0,5%.
Também foi observada que quanto maior o nível de renda, maior a autoidentificação como homossexual ou bissexual. A proporção daqueles que declararam se relacionar afetivamente ou sexualmente com pessoas do mesmo sexo foi de 1,3% entre aqueles cuja renda domiciliar per capita era de até meio salário mínimo, de 1,6% na faixa de renda entre meio e um salário mínimo, de 1,3% na faixa entre um e três salários mínimos e de 3,1% na faixa entre três e cinco salários mínimos.
Paradoxo juvenil
A autoidentificação homossexual ou bissexual é maior entre os mais jovens. A indefinição da orientação sexual também é mais frequente entre eles.
A proporção dos que declararam a orientaçação homossexual ou bissexual foi de 4,8% na faixa etária entre 18 e 29 anos, de 1,9% na faixa entre 30 e 39 anos, de 1% no grupo entre 40 e 59 anos, chegando a apenas 0,2% entre aqueles com 60 anos ou mais.
O IBGE apontou que os mais jovens também respondem pela maior proporção de pessoas que não souberam (2,1%) ou não quiseram responder à pesquisa (3,2%). Para a coordenadora da pesquisa, esse resultado pode representar o processo de experimentação e de aceitação da própria orientação sexual.
“Os mais jovens são, atualmente, mais propensos a experimentações e possuem mais liberdade de expressar sua orientação sexual que no passado. Entretanto, a consolidação da orientação sexual é, em muitos casos, um processo, e leva tempo para compreender e assumir suas orientações”, avaliou Maria Lúcia Vieira.
Análise regional
A pesquisa mostrou que a autodeclaração como homossexual ou bissexual é maior nas áreas urbanas (2%) que nas rurais (0,8%). Entre as grandes regiões do país, estas orientações sexuais foram mais autodeclaradas no Sudeste, enquanto Nordeste e Centro-Oeste ficaram abaixo da média nacional.
No recorte estadual, em dez das 27 unidades da federação a proporção de pessoas autodeclaradas homossexuais ou bissexuais foi maior que a média nacional. O menor percentual de pessoas que declararam estas orientações sexuais foi observado no Tocantins, enquanto o maior, no Distrito Federal.
“A pesquisa não traz informações sobre diferenças culturais, mas diversos fatores podem interferir na verbalização da autoidentificação como homossexual ou bissexual”, ressalvou a coordenadora da pesquisa.
Entre os fatores que podem interferir na autodeclaração da orientação sexual e que podem ter interferido no resultado da análise regional, Maria Lúcia destacou:
o contexto cultural;
o contexto familiar;
habitar em cidades pequenas;
inseguro para falar sobre o tema com pessoa estranha;
desconfiança com o uso da informação;
não compreensão dos termos homossexual e bissexual;
indefinição quanto a própria orientação sexual.
Majoritariamente heterossexual, mas com ressalva
O estudo evidenciou que a imensa maioria da população brasileira se autodeclara heterossexual – 98,4% dos brasileiros assim se autoidentificaram.
“Vale ressaltar que o fato de uma pessoa se autoidentificar como heterossexual não impede que ela tenha atração por ou relação sexual com alguém do mesmo sexo”, ponderou o IBGE.
Segundo o instituto, para captar em detalhes a efetiva orientação sexual da população “seria necessária a investigação do comportamento e da atração sexual, conceitos esses diferentes da autoidentificação”, que foi o utilizado na coleta da PNS.
Esta foi a primeira vez em que o IBGE perguntou à população brasileira, em pesquisa domiciliar, informação relacionada à orientação sexual. Somente um morador de cada domicílio visitado pelo órgão foi convidado a responder à pergunta “Qual é a sua orientação sexual?”. Eram seis as opções de resposta:
Heterossexual
Bissexual
Homossexual
Outra. Especifique: ____________
Não sabe
Recusou-se a responder
De acordo com o IBGE, o manual da pesquisa, usado para consulta tanto dos entrevistadores quanto dos entrevistados, relacionava a orientação sexual a diferentes formas de atração afetiva e sexual de cada um. As opções de orientação sexual estavam conceituadas da seguinte forma:
Heterossexualidade – Refere-se à atração sexual e/ou afetiva entre indivíduos de sexo oposto;
Bissexualidade – Refere-se à atração sexual e/ou afetiva por mais de um gênero ou sexo binário. Contrapõe-se às monossexualidades (heterossexualidade e homossexualidade);
Homossexualidade – Refere-se à atração sexual e/ou afetiva por outro indivíduo do mesmo sexo ou gênero;
Outra orientação sexual (especifique) – Quando o morador declarar orientação sexual diferentes das relacionadas anteriormente. Registrar, no campo especifico, a resposta do morador.
Questionada se, considerando que apenas um morador de cada domicílio visitado respondeu exclusivamente por si, o percentual de autodeclarados homossexuais ou bissexuais no Brasil poderia estar distante da realidade, a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, afirmou que essa metodologia “só melhora a precisão estatística”.
“Esse morador foi aleatoriamente selecionado e os métodos de expansão garantem a representatividade da população total do Brasil”, afirmou a pesquisadora.
O IBGE destacou que os resultados do levantamento são compatíveis com os dados obtidos por países que realizaram pesquisa com metodologia semelhante à aplicada na coleta da PNS.
Na comparação internacional, Brasil ficou empatado com o Chile em relação à proporção de pessoas que se autoidentificam homossexuais ou bissexuais, mas abaixo de Reino Unido, Austrália, Estados Unidos e Canadá.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marcos Mion testa positivo para Covid-19: ‘Achava que ia conseguir passar ileso’


Em vídeo, apresentador lamentou o cancelamento de algumas gravações do ‘Caldeirão’ e, também, sua participação na transmissão do show da festa de 50 anos de Ivete Sangalo. Marcos Mion testa positivo para Covid-19: ‘Achava que ia conseguir passar ileso’
Reprodução/Instagram
Marcos Mion testou positivo para Covid-19. Na noite desta terça-feira (24), o apresentador do “Caldeirão” fez um vídeo de quase 5 minutos, no qual relatou que foi diagnosticado com a doença.
“É, gente, chegou a minha vez. Testei positivo para Covid. E olha, eu achava do fundo da minha alma que ia conseguir passar essa pandemia ileso.”
“Quem me conhece, ninguém acredita que eu peguei, acham que eu seria o último. Eu realmente acreditava que ia chegar no fim disso tudo e ia ganhar uma medalha do Atila Iamarino [biólogo e divulgador científico] e ele ia falar: ‘Parabéns, você conseguiu ficar ileso'”, afirmou Mion no vídeo.
Ele conta também que sua mulher, Suzana Gullo, “morria de vergonha” por ele usar um borrifador de álcool em suas saídas.
“Pelo menos eu consegui um borrifador menor, que enfio no bolso e ele desaparece. Mas até pouco tempo atrás, eu ia nos restaurantes chiques, nas festas, com um borrifador grande, daquele de jardineiro.”
Por conta desses e outros cuidados, Mion se disse surpreso ao receber o resultado positivo para a doença.
“Mas somos todos suscetíveis e não tem regra. Não adianta ficar pensando como, aonde, de quem, porque é impossível de saber.”
Mion ainda afirmo que está bem e com sintomas leves.
“Eu tô bem. Minha voz tá assim, meio metálica, estou com um pouco de dor de garganta. Mas são só esses sintomas super leves. E agora é isso, vou me isolar, me cuidar, proteger os que estão perto de mim, minha família.”
Cancelamento de gravações e de apresentação do show de 50 anos de Ivete Sangalo
Mion conta que descobriu o resultado em um teste de rotina, “seguindo os protocolos da Globo antes das gravações”
“A gente acabou cancelando todas as gravações. Foi uma pena”, lamentou o apresentador, que tinha como convidados dos programas os cantores Juliette, Rionegro & Solimões e Mumuzinho, e o grupo É o Tchan.
Marcos Mion também lamentou que não será mais o responsável pela transmissão do show de aniversário de 50 anos da cantora Ivete Sangalo, que acontece no dia 27 de maio, em Juazeiro, na Bahia.
A cantora fará um show histórico, que faz parte da atual turnê da artista, “Tudo Colorido”, com transmissão ao vivo exclusiva da TV Globo e Multishow para todo o Brasil.
“Infelizmente não vou poder apresentar a transmissão do especial da Ivete, 50 anos lá em Juazeiro. Uma pena. A gente estava recebendo tanto o carinho da galera de Juazeiro, que eu ia. Aniversário da Ivete, que coisa especial. E eu estar sendo colocado nesse lugar pela emissora, do cara dos festivais, dos shows. Vai ser uma pena não poder ir também. Daqui a pouco a gente vai saber quem vai no meu lugar nessa festa, na festa da Veveta.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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João Gordo dirige ‘Fuscão preto’ na alta velocidade do punk em single que anuncia o álbum ‘Brutal brega’


Artista recria sucessos de Jane & Herondy, Reginaldo Rossi e Sidney Magal, entre outros hits do cancioneiro popular, no disco produzido por Val Santos e previsto para o segundo semestre. ♪ Nem bem lançou em 13 de maio o 13º álbum de estúdio do grupo Ratos de Porão, Necropolítica, João Gordo já parte para outra direção. O artista lança hoje, 25 de maio, o single Fuscão preto, primeira amostra do álbum Brutal brega.
Neste álbum Brutal brega, previsto para ser lançado no segundo semestre deste ano de 2022 pelo selo Wikimetal Music, o cantor e compositor paulistano revive, com a pegada do punk rock, sucessos do cancioneiro popular rotulado como cafona.
Música de autoria dos compositores Atílio Mutti e José Silva (1913 – 2003), o Jeca Mineiro, Fuscão preto rodou em todas as playlists nacionais em 1981 em gravações de Almir Rogério – nome artístico do cantor paulista Nestor de Medeiros – e do Trio Parada Dura.
Na gravação de João Gordo, feita com produção musical de Val Santos, Fuscão preto acelera, na alta velocidade do punk, com os toques dos músicos Guilherme Martin, Rogério Wecko, Pedro Tiepolo e Val Santos.
Além de Fuscão preto, o álbum Brutal brega traz para o universo punk músicas dos repertórios da dupla Jane & Herondy e dos cantores Reginaldo Rossi (1944 – 2013) e Sidney Magal.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Meu dever principal é contar histórias’, diz Guillermo del Toro em Cannes


Cineastas debateram o papel de plataformas de streaming, um dos temas polêmicos no festival. ‘Toda vez que fechamos a porta para alguma coisa, perdemos’, afirmou o diretor mexicano. Guilherme Del Toro, diretor mexicano, no Festival de Cannes nesta segunda (24)
Loic Venance/AFP
O mexicano vencedor do Oscar Guillermo del Toro recusou nesta terça-feira (24) em Cannes fechar as portas às plataformas de streaming para seus projetos, porque seu principal dever é “contar histórias”.
Del Toro, ganhador de dois Oscars por “A forma d’água” (2018), participou de um debate com outros grandes nomes da sétima arte, como parte da celebração do 75º aniversário do Festival de Cannes.
“Meu primeiro dever é contar histórias”, disse o diretor mexicano, “seja usando dinheiro de um familiar ou de um fundo de pensão”.
“Toda vez que fechamos a porta para alguma coisa, perdemos”, insistiu. A palestra contou com a presença, entre outros, do italiano Paolo Sorrentino, do brasileiro Kleber Mendonça e dos franceses Claude Lelouch e Michel Hazanavicius.
O debate abordou especialmente o papel de plataformas como a Netflix, um dos temas polêmicos de Cannes, que reluta em selecionar filmes financiados por esses gigantes por não serem lançados nos cinemas.
Para del Toro, o mundo sobreviveu durante a pandemia graças a três coisas: comida, remédios e histórias.
As histórias são uma necessidade de “primeira ordem”, concluiu.
O diretor de 57 anos preparou com a Netflix uma adaptação animada de Pinóquio ambientada na Itália fascista de Mussolini. O projeto era idealizado há 15 anos e foi recusado em várias ocasiões até ser aceito pela plataforma, contou o cineasta.
Assista ao teaser do filme “Pinóquio de Guillermo Del Toro”
‘Overdose’ de possibilidades
Paolo Sorrentino, diretor italiano de cinema, em Cannes nesta segunda (24)
Loic Venance/AFP
Paolo Sorrentino também considerou que o mais importante é contar histórias, mas talvez não através dessas plataformas.
O diretor italiano acha que não voltará a trabalhar com a Netflix, após o sucesso de “A Mão de Deus”, com o qual participou da Mostra de Veneza no ano passado.
Um filme para a Netflix, “não acho que seja algo que farei de novo”, disse ele.
“Trabalhei com várias mídias, fiz filmes para cinema, televisão, mas no final, o que prefiro é fazer filmes como fazia no início”, acrescentou o autor de “A grande beleza”, ganhador do Oscar de melhor filme de língua não-inglesa em 2013.
“Só na tela grande encontramos todo o poder de uma história”, observou.
Segundo ele, nos últimos anos, os diretores tiveram uma espécie de “overdose” de possibilidades, e trabalharam em muitos projetos, muito rapidamente, mas não necessariamente para fazer bons produtos. Foi uma “falsa oportunidade”.
Ele também destacou que essas plataformas raramente financiam filmes de jovens talentos, que podem justamente trazer novas formas de filmagem.
O brasileiro Kleber Mendonça, figura frequente no evento em que já competiu várias vezes e no ano passado foi jurado, também defendeu o cinema no telão.
Ele lembrou que sua geração cresceu com os cinemas e que sempre faz questão de que seus filmes sejam distribuídos nos cinemas. Mas admitiu que, depois de passar pelas telonas, “os filmes podem ser vistos de várias maneiras”.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Brasileiríssima’, documentário sobre novelas, ganha 1º trailer; ASSISTA

Filme com depoimentos de atores, diretores e autores estreia no Brasil em 9 de junho. Veja o trailer do documentário “Brasileiríssima”, sobre a história da telenovela no Brasil
Um documentário que explora a história e a importância da novela nacional, “Brasileiríssima”, ganhou seu primeiro trailer nesta quarta-feira (25). Assista ao vídeo acima.
O filme dirigido por André Bushatsky (“A História do Homem Henry Sobel”) tem estreia prevista no dia 9 de junho.
Com depoimentos de atores, diretores e autores, como Aguinaldo Silva, Regina Duarte, Lima Duarte, Taís Araújo, Tony Ramos, Silvio de Abreu e Dennis Carvalho, o documentário discute o desenvolvimento do gênero ao longo dos anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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CH&X 50 anos: as cinco décadas da carreira de Chitãozinho e Xororó em 50 fotos


Nesta semana, g1 exibe a série ‘Nascidos pra cantar’, sobre a carreira da dupla considerada a mais influente da história da música sertaneja. Galeria de fotos traz linha do tempo da vida dos cantores. Chitãozinho e Xororó colecionam centenas de músicas gravadas, prêmios, e uma trajetória dentro da cultura brasileira que o colocam em um grupo onde poucos artistas entraram.
Após completar 50 anos de carreira em 2020 – que só puderam ser comemorados em 2022 por conta da pandemia – eles possuem um acervo de imagens que conta, não só a história pessoal e profissional dos dois, mas ajuda a explicar também como o sertanejo se transformou e evoluiu ao longo de cinco décadas.
Nesta semana, o g1 apresenta a série de reportagens “Nascidos pra cantar”, sobre os 50 anos da dupla, que mora em Campinas (SP) desde a década de 1980. São dez conteúdos especiais até sábado (28), entre eles uma entrevista exclusiva com os cantores, dividida em partes.
LEIA MAIS:
A história dos mullets de Chitãozinho e Xororó que ditaram moda
FOTOS: todas as capas de discos
QUIZ: quanto você sabe sobre a carreira dos irmãos?
Pai bravo com Sílvio Santos e músicas que quase foram deles: os causos da dupla
Nesta quarta (25), é a vez de uma galeria que relembra a vida dos dois em 50 fotos e entender exatamente qual é o legado da dupla para a música brasileira. As imagens são de acervo da dupla e também do arquivo da EPTV, afiliada da TV Globo, e do g1. Veja abaixo.
José (à dir.) e Durval, antes de ser Chitãozinho e Xororó, ainda em Astorga (PR)
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó crianças
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó na infância
Reprodução/EPTV
Chitãozinho e Xororó na adolescência com Marciano
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó na adolescência
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho no início da carreira
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Xororó aos 18 anos
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó em programa de calouros
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó na juventude
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó durante apresentação em circo no começo da carreira
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó durante apresentação em circo
Reprodução/EPTV
Chitãozinho e Xororó durante rodeio em Paulínia
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó durante a juventude
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó com Tonico e Tinoco
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó no Rio de Janeiro
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó na época da gravação do disco “Tudo por Amor”, de 1993
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó em 1993
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó ao lado de Bee Ges
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó nos anos 90
Reprodução/EPTV
Chitãozinho e Diego Armando Maradona
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó no disco ‘Bailão de Peão’
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó em viagem à Argentina
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó com Sandy e Junior
Reprodução/EPTV
Música sobre truta se tornou canção gravada por Chitãozinho e Xororó
Cedoc/EPTV
Chitãozinho e Xororó cantam com Roberto Carlos no especial de fim de ano
Acervo Grupo Globo
Chitãozinho durante pesca com o Terra da Gente
Reprodução/EPTV
Xororó durante pesca com o Terra da Gente
Reprodução/EPTV
Gugu Liberato (no meio) com Adenair Lima, Chitãozinho, Xororó, Noely Pereira, Júnior e Sandy no ‘Viva a noite’, em 1988
Moacyr dos Santos/Acervo do SBT
Chitãozinho e Xororó em 1993
Reprodução/EPTV
Xororó durante jogo beneficente promovido pela dupla
Reprodução/EPTV
Programa Amigos, da TV Globo, em 1995
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó quando comemoraram 30 anos de carreira
Reprodução/EPTV
Chitãozinho e Xororó em 2001
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó Terra da Gente
Reprodução/EPTV
Veteranos na música sertaneja, Chitãozinho & Xororó subiram ao palco e colocaram os fãs para dançar na 6ª Edição do Ribeirão Country Fest
Gustavo H./Divulgação
Fantástico – Bem Sertanejo – Chitãozinho & Xororó, Teodoro & Sampaio e Paraná
Reprodução/Fantástico
Xororó e a filha Sandy
Reprodução/EPTV
Chitãozinho e Xororó quando completaram 40 anos de carreira
Reprodução/EPTV
Chitãozinho e Xororó no palco
Acervo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó no palco
Reprodução/EPTV
Show de Chitãozinho & Xororó no Rodeio de Jaguariúna
Júlio César Costa/G1
Luan Santana e Chitãozinho & Xororó na gravação do álbum ‘Luan city’
Divulgação
Chitãozinho e Xororó encerraram a Festa do Peão de Americana
Júlio Cesar Costa/G1
Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e Leonardo se reencontram em Barretos 2019 após pausa de 20 anos
Érico Andrade / G1
Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e Leonardo se apresentam em show Amigos em Barretos 2019
Érico Andrade / G1
Chitãozinho, da dupla com Xororó, canta no palco Arena em show Amigos em Barretos 2019
Érico Andrade / G1
Xororó, da dupla com Chitãozinho, canta no palco Arena em show Amigos em Barretos 2019
Érico Andrade / G1
Chitãozinho & Xororó fazem festeiros se emocionarem com clássicos em Barretos 2017
Érico Andrade/G1
Chitãozinho e Xororó encerraram a Festa do Peão de Americana
Júlio Cesar Costa/G1
Chitãozinho e Xororó serão tema de especial da Globo
Reprodução/TV Globo
Veja mais notícias da região no g1 Campinas

Fonte: G1 Entretenimento

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McFly planeja volta ao Brasil, chama Luan Santana para feat e conta como contornou brigas


Danny Jones, Harry Judd e Dougie Poynter conversaram com o g1 após o primeiro show da turnê em São Paulo. Banda britânica já tem novo álbum pronto, com muito pop grunge. g1 entrevista McFLY
O McFly se sente em casa no Brasil. Após 10 anos sem pisar aqui, o carinho dos fãs foi tão avassalador que eles já planejam a volta no ano que vem.
O quarteto inglês foi recebido por pequenas multidões nos aeroportos e conheceram até os filhos de quem começou a seguir a banda nos anos 2000 e hoje já tem seus 30 anos.
“Nós não esperávamos que seria assim depois de todo esse tempo. Agora revigorou tudo que estava congelado, estamos animados para voltar, falando em voltar no próximo ano já”, conta Danny Jones ao g1. Assista ao vídeo acima.
McFly no Espaço Unimed
Breno Galtier/T4F
A banda está exultante ao fazer sua primeira turnê depois um longo período de pausa: eles brigaram e se afastaram por dois anos, depois decidiram voltar em 2019, mas a pandemia acabou com os planos de turnê.
Para eles, esse tempo recluso foi essencial para se reconectar, fazer terapia, discutir a relação e criar dois álbuns: “Young dumb trhills”, lançado em 2021, e um que ainda não foi lançado, mas virá cheio de grunge pop, como define Harry Judd.
McFly faz show improvisado após Tom perder a voz e levanta fãs nostálgicos
McFly em turnê no Brasil; veja tudo que precisa saber
Shows em 2022: Programação de eventos internacionais está cheia
McFly no Espaço Unimed
Breno Galtier/T4F
Leia a entrevista com a banda:
g1 – Eu preciso começar perguntando como foi o show no Brasil, se foi tudo que vocês esperavam, e como lidaram com a falta de voz de Tom.
Danny Jones – Então o show foi… até quando chegamos no aeroporto, chegando no Brasil, a reação que tivemos dos fãs, depois de dez anos sem estar aqui, foi inacreditável. Nós não esperávamos que seria assim depois de todo esse tempo. Agora revigorou tudo que estava congelado, estamos animados para voltar, falando em voltar no próximo ano já. Então, sim, é emocionante para nós. Agradecemos a todos os fãs brasileiros por tornarem isso incrível para nós.
Harry Judd – Bom, nós temos o Dougie. E ele cantou muitas partes do Tom.
Dougie Poynter – Sem prática. Teve um momento dia 27, no camarim, em que eu estava cantando um trecho de “Friday night” e o Danny disse “Não, você não canta essa tão bem” e realmente era muito difícil subir naquele tom. Quando ele cantou no show, eu relaxei.
g1 – Falando em fãs, temos uma grande estrela aqui no Brasil, se chama Luan Santana, ele é um cantor sertanejo e era superfã do McFly. E os seus primeiros hits, lá em 2010, foram baseados em músicas do McFly. Vocês sabiam que tiveram esse impacto em superstars ao redor do mundo?
Harry – Não fazíamos ideia. Eu queria ouvir essa música e conhecer esse cara. Luan, precisamos fazer algumas colaborações.
Danny – É maravilhoso saber disso. Realmente maravilhoso.
g1 – Agora, falando sobre o futuro, quando conversamos pela primeira vez em 2020, Danny disse que já estavam trabalhando em novas músicas. O que podem nos dizer sobre o novo álbum e qual é a mensagem que querem passar com ele?
Harry – Bom, eu gosto da resposta do Dougie para essa. Como você descreveu o álbum?
Dougie – É como um filme de rock de verão adolescente dos anos oitenta.
Harry – Tem guitarras, muitas guitarras e solos. Mais como pop rock, inspirado nos anos oitenta, alguma coisa dos setenta. Como…
Dougie – Um pouco de Weezer…
Harry – E um pouco de Van Halen, um pouco de grunge. Grunge pop, como sons de grunge na produção, mas com algum tipo de melodia pop.
g1 – Vocês sentem alguma pressão de vocês mesmos, do público ou da gravadora sobre esse trabalho?
Harry – Não, nós temos muita sorte. O que fizemos desta vez é que não tentamos super produzir. Foi somente com partes guitarras, partes de bateria, obviamente os vocais, mas não sobrepondo muitas coisas.
Porque é tão tentador quando você faz uma música para eles produzirem e adicionarem tantos elementos diferentes, mas acabamos de voltar à forma crua de escrever uma música e depois usar nossos instrumentos e nossas vozes. E tentamos recriar os sons que fazemos ao vivo. Quando pegamos nossas músicas do passado e tocamos ao vivo, temos apenas nós quatro e sempre soa melhor.
Danny – Acho que o espaço que criamos nos permitiu ser a banda que somos ao vivo. E tínhamos um cenário onde podíamos gravar e capturar essa magia, porque normalmente temos que fazer uma demo acústica, entrar em um estúdio, produzir, mas dessa vez tínhamos nosso próprio estúdio, então isso nos permitiu ser apenas nós mesmos.
Por isso, esse não é apenas mais um álbum. As pessoas, especialmente no Reino Unido, ficam chocadas quando nos veem tocando em algum festival e dizem “não sabíamos que vocês eram assim”. E a gente só fica tipo “sim, cara”. Então é emocionante estar aqui com “Young dumb thrills” porque foi o primeiro de volta, mas estamos mais animados com o que está por vir.
g1 – E depois da terapia de grupo e das separações, algo mudou na maneira como vocês vão para as turnês e trabalham juntos.
Harry – Sim, acho que sim. Acho que amadurecemos como pessoas. Aprendemos a não passar mais todo o nosso tempo juntos. Passamos os primeiros 15 anos de nossa carreira juntos o tempo todo e foi intenso. Não tanto pelas personalidades, porque nos damos muito bem, mas pelas diferenças de influências.
Algumas pessoas têm vozes mais fortes, mas outras pessoas ainda têm opiniões fortes também, elas simplesmente não sabem como expressá-las. E acho que isso foi a principal causa dos nossos problemas. E agora trata-se de garantir que todos sejam ouvidos e, na verdade, acho que esse novo álbum é muito sobre isso.
Tom sempre terá uma grande base sobre o que é o nosso som, mas tão importante que Danny e Dougie e, até certo ponto, minha voz seja ouvida. E acho que é isso que cria o melhor som para nós.
McFly está de volta e lança ‘Young dumb thrills’

Fonte: G1 Entretenimento

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Camille Vasquez, advogada de Johnny Depp, vira celebridade em processo contra Amber Heard


Vídeos sobre advogada já acumulam mais de 1 bilhão de visualizações. Mas, além dos fãs, ela acumula críticas e já se tornou até alvo de boato sobre relacionamento com ator. Semana Pop mostra coadjuvantes que roubaram a cena na treta de Johnny Depp e Amber Heard
Na novela que se tornou a briga judicial de Johnny Depp e Amber Heard, uma coadjuvante roubou a cena. Camille Vasquez, advogada do ator, vem conquistando fãs por seu estilo afiado de conduzir depoimentos.
Amber Heard x Johnny Depp: 10 fatos chocantes que descobrimos em brigas dos dois nos tribunais
Vídeos sobre ela no TikTok já acumulam mais de 1 bilhão de visualizações. Grande parte deles mostra a advogada questionando — de forma incisiva — as acusações de Heard contra Depp.
O ex-casal se enfrenta nos tribunais desde que se divorciou, em 2016. A atriz diz que foi agredida pelo ex-marido, o que ele nega.
Depois de perder um processo por difamação no Reino Unido, o ator está processando Heard nos Estados Unidos e pedindo US$ 50 milhões em danos morais por um artigo que ela escreveu no “The Washington Post”, no qual alegou ter sido vítima de violência doméstica.
Camille Vasquez, advogada da equipe jurídica de Johnny Depp, interrogou Heard
Getty Images
Em um interrogatório que durou dois dias no início de maio, Vasquez tentou fazer Heard falar que ela é quem foi agressiva na relação com Depp e que editou fotos para parecer com hematomas e acusar o ex de violência. A atriz nega as acusações.
“Foi você quem agrediu alguém com uma garrafa na Austrália, não é mesmo, srta. Heard?”, perguntou a advogada, na conversa sobre uma briga de 2015 na Austrália, em que Heard afirma ter sido agredida sexualmente por Depp com uma garrafa. “Você não estava com medo dele, estava?”, continuoi.
Depp alega que Heard foi a agressora na discussão e cortou a ponta de um de seus dedos com uma garrafa de vodca.
Vasquez também alfinetou a atriz, sugerindo que ela deve ao ex-marido um de seus papéis mais conhecidos, no filme “Aquaman” (2018).
“Johnny Depp conseguiu esse papel para você, não foi?”, questionou a advogada. “Não, srta Vasquez, eu consegui esse papel fazendo testes”, respondeu Heard.
Também se tornou viral um vídeo que mostra Vasquez interrompendo repetidamente o advogado da atriz para “objetar” (um termo legal usado para apresentar um protesto formal no tribunal). O momento gerou paródias nas redes, com usuários se opondo a amigos em discussões acaloradas.
Os dois lados da fama
Foto de Camille Vasquez divulgada pelo escritório de advocacia em que ela trabalha
Divulgação
Vasquez tem 37 anos e, há quatro, trabalha no Brown Rudnick, o escritório contratado por Depp para representá-lo no julgamento. Apesar de dominar os holofotes, ela é só uma das nove pessoas que compõem a equipe jurídica do ator.
Nascida em São Francisco, filha de pais cubanos e colombianos, a advogada se formou em 2006 pela Universidade do Sul da Califórnia e, em 2010, pela Faculdade de Direito do Sudoeste, em Los Angeles. Ela é especializada em litígios e arbitragem, com foco em acusações de difamação, exatamente como a de Depp.
Em 2021, Vasquez foi eleita uma das advogadas “One to Watch” (para ficar atento) pela revista especializada em Direito “Best Lawyer”. Com o sucesso conquistado na defesa de Depp, ela já lida com dilemas típicos de uma celebridade.
Por exemplo, ao sair do tribunal no estado da Virgínia, onde acontece o julgamento, enfrenta filas de apoiadores do ator ávidos por conhecê-la e tirar selfies ao seu lado.
Também já foi apresentada ao outro lado da fama: o dos críticos. A postura da advogada ao interrogar Heard foi rechaçada por apoiadores do Me Too, movimento contra o abuso e o assédio sexual em Hollywood. Fãs da advogada, porém, seguem fazendo vídeos celebrando cada ação dela no tribunal.
A advogada já vê até sua vida pessoal virar alvo de boatos. Na internet, explodiram rumores de que ela estaria em um relacionamento amoroso com Depp.
Na saída do tribunal, um fã chegou a perguntar com todas as letras: “As pessoas querem saber: você está saindo com Johnny Depp? Está em toda a internet, pode colocar isso em pratos limpos?”. Vasquez apenas riu.

Fonte: G1 Entretenimento

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Estreia no Brasil episódio de Grey’s Anatomy escrito por roteirista de Piracicaba, interior de SP; Vídeo


‘O grande dia é hoje’, diz Beto Skubs, que também é um dos produtores da série e fará aparição em uma das cenas. Roteirista brasileiro do Grey’s Anatomy comenta estreia de episódio que escreveu
O episódio “Road Trippin” (“Pegando Estrada”, em tradução livre) da 18ª temporada de Grey’s Anatomy, escrito pelo roteirista Beto Skubs, estreia no Brasil nesta terça-feira (24), às 21h, no Sonny Channel. O autor de Piracicaba (SP), que também é um dos produtores da série, fará uma aparição em uma das cenas. Skubs afirmou que este é um dia memorável. – Veja vídeo, acima, gravado para o leitores do g1.
“Sinto que na verdade, o grande dia é hoje. O episódio já foi lançado aqui [EUA] e visto pelos Americanos. Mas, na realidade, relativamente poucos Brasileiros assistiram. Então, hoje é o grande dia para o episódio Brasileiro do Grey’s Anatomy. O dia em que milhões de Brasileiros vão poder assistir na TV!”, celebrou.
Skubs (à esquerda) junto ao trailer filmado no episódio, que carrega a bandeira brasileira
Beto Skubs/ Arquivo pessoal
O 14º capítulo da 18ª temporada do drama médico norte-americano ficou conhecido entre os fãs como o ‘episódio brasileiro’ e, entre outras narrativas, apresenta a história de uma família brasileira que atravessa os EUA num trailer, rumo ao Grey Sloan Memorial Hospital, em busca de tratamento médico para a filha adolescente que sofre com um grave problema cardíaco.
“Espero que os brasileiros se sintam representados, já que nós estamos olhando para eles, os valorizando. Nosso país está precisando de alegria e espero que eu possa contribuir”, afirma Skubs, que nasceu em São Paulo e foi criado em Piracicaba, onde viveu a maior parte da vida antes de se mudar para os EUA em 2012.
O roteirista Beto Skubs, em Los Angeles
Kiley Donovan
Desde junho de 2021, Beto faz parte da equipe de roteiristas da série, que compõe um mercado do qual, na opinião do profissional, seus conterrâneos são parte fundamental. “O Brasil é interessante e importante. É um público gigante para filmes e séries de TV. Gostaria muito que isso inspirasse outros escritores a escrever personagens brasileiros em suas séries”, opinou Skubs.
O episódio reúne diálogos em português, menção ao craque do futebol Neymar e, em um dos cenários, mostra objetos e fotos pessoais do roteirista, tiradas durante viagens pelo país. Além disso, a bandeira do Brasil também está presente e os nomes de alguns dos personagens foram inspirados em familiares e amigos do profissional brasileiro.
Boa recepção da equipe da série
Beto Skubs afirma que a temática brasileira foi muito bem recebida pelos atores e por toda a equipe de Grey´s Anatomy. “Percebi que eles abraçaram a brasilidade do episódio. Todos se empenharam e buscaram imprimir essa satisfação em cena”, disse.
‘Assistam porque vão gostar, eu prometo!’, diz roteirista sobre novo episódio
‘É um sonho realizado’, diz Skubs sobre convite para integrar equipe da série
Saiba quem é Skubs
O episódio 14 da 18ª temporada de Grey’s Anatomy, que foi exibido nos Estados Unidos no dia 31 de março de 2022. Veja, abaixo, a trajetória de Beto Skubs.
Origem e formação acadêmica
Skubs nasceu em São Paulo e mudou-se com a família para Piracicaba aos 11 anos, onde ficou até a graduação em Rádio e TV, pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep).
Em 2012, mudou-se para Los Angeles, nos Estados Unidos, para cursar mestrado em roteiro de cinema e TV na Universidade da California Los Angeles (Ucla), após ser contemplado por uma bolsa Capes-Fulbright.
Skubs nos bastidores da gravação da série Grey’s Anatomy
Beto Skubs/ Arquivo pessoal
Trabalhos anteriores
Em 2012, Skubs publicou a graphic novel “Fade Out: Suicídio Sem Dor”, indicada ao prêmio HQMix. Como aluno da Ucla, criou e vendeu uma série de ficção cientifica para a Sony.
Trabalhou para séries no Brasil e chegou a voltar a morar no país por dois anos. Antes de voltar a Hollywood, trabalhou na Rede Globo, na criação de uma série ainda inédita.
Tem em seu currículo episódios das séries “171 – Negócio de Família”, da Universal Channel Brasil, “Dino Aventuras”, “Disney Channel Brasil” e “Ben 10”, da Cartoon Network – Hollywood.
Publicação na conta oficial da série no Instagram faz menção à participação de Skubs no novo episódio
Reprodução/ Instagram
Ingresso na equipe da Grey’s Anatomy
Em 2018, o roteirista teve oportunidade de acompanhar durante uma semana o processo de criação de roteiro de Grey’s Anatomy, quando estava nos Estados Unidos.
Quando retornou a Los Angeles, recebeu a proposta de escrever para a série e passou a integrar a equipe de montagem de roteiro, em junho de 2021.
Brasileiro Beto Skubs é roteirista de Grey´s Anatomy
Beto Skubs/Arquivo pessoal
Rotina de trabalho na série
O brasileiro contou que, geralmente, trabalha da sala de roteiros. “Juntamos as histórias das temporadas e, daí, pegamos os episódios individualmente para escrever. Quando isso acontece, vamos para o set produzir o enredo de lá também”, explicou.
Beto Skubs conta rotina como roteirista de Grey’s Anatomy
Skubs explica que os episódios são designados a diferentes roteiristas da equipe ao longo da temporada.
“Eu participo de todos os roteiros da série como membro da equipe. Tenho crédito em todos os episódios. O que acontece é que, individualmente, cada episódio é designado a um roteirista da equipe, mais ou menos em esquema de rotação. Não existe garantia de episódios a serem escritos individualmente no meu contrato. Mas, espero escrever mais na próxima temporada”, afirmou.
Roteirista de Piracicaba, autor de episódios de Grey’s Anatomy
Beto Skubs/Arquivo pessoal
Exibida desde 2005
Exibida desde 2005, “Grey’s anatomy” é centrada na rotina de cirurgiões internos, residentes e atendentes do hospital em Seattle (EUA) e nos dramas envolvendo suas vidas pessoais e seus pacientes.
‘Grey’s anatomy’ mostrará médicos lidando com pandemia do coronavírus em 17ª temporada
O nome da série médica e da protoganista são também uma referência ao livro “Gray’s Anatomy”, escrito pelo anatomista inglês Henry Gray, que teve sua primeira edição publicada em 1858.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Steven Tyler entra em clínica de reabilitação e Aerosmith cancela shows


Banda diz que cantor de 74 anos teve recaída após usar remédios para dor em recuperação de cirurgia: ‘Como vocês sabem, Steven trabalhou por sua sobriedade há muitos anos’. Steven Tyler canta no show do Aerosmith no Rock in Rio 2017
Fábio Tito/G1
Steven Tyler entrou em uma clínica de reabilitação e o Aerosmith cancelou uma série de shows que faria em junho e julho em Las Vegas, anunciou a banda nesta terça-feira (24).
“Como muitos de vocês sabem, nosso amado irmão Steven trabalhou por sua sobriedade há muitos anos. Após a cirurgia no pé para se preparar para o palco e a necessidade de controle da dor durante o processo, ele recentemente teve uma recaída e entrou voluntariamente em um programa de tratamento para se concentrar em sua saúde e recuperação”, diz o comunicado.
“Lamentamos muito informar nossos fãs e amigos que devemos cancelar nosso primeiro conjunto de datas de residência em Las Vegas em junho e julho, enquanto ele se concentra em seu bem-estar”, informou a banda.
“Continuaremos nossas datas de 2022 a partir de setembro e informaremos outras atualizações assim que pudermos. Estamos devastados por termos incomodado tantos de vocês, especialmente nossos fãs mais leais que costumam viajar grandes distâncias para assistir nossos shows”, diz o Aerosmith.
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Fonte: G1 Entretenimento