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Monica Vitti, atriz italiana, morre aos 90 anos


A informação foi confirmada pelo Ministro da Cultura da Itália, Dario Franceschini: ‘Dia verdadeiramente triste’. Monica Vitti durante sua chegada ao Festival de Cannes, em 1966
AFP/Arquivo
A atriz italiana Monica Vitti morreu nesta quarta-feira (2), aos 90 anos. A informação foi confirmada pelo Ministro da Cultura da Itália, Dario Franceschin.
“Adeus, Monica Vitti, adeus à rainha do cinema italiano. Hoje é um dia verdadeiramente triste, morre uma grande artista e uma grande italiana”, “escreveu ministro em um comunicado compartilhado nas redes sociais.
Dario também publicou um texto no qual recorda a longa carreira da atriz, que participou de obras que vão da comédia ao drama.
Segundo a imprensa italiana, Monica sofria de Mal de Alzheimer.
Maria Luisa Ceciarelli, nome de batismo de Monica, nasceu em Roma em 1931. Desde 2000, era casada com Roberto Russo.
Um amigo da família publicou nas redes sociais que Roberto, “seu parceiro de todos esses anos, me pede para comunicar que Monica Vitti se foi. Faço com dor, carinho e pesar”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Tênis Nike/Louis Vuitton de Virgil Abloh supera estimativas de leilão antes mesmo de ser encerrado


Diretor artístico da marca morreu em novembro de 2021, aos 41 anos. Estilista foi um dos primeiros negros à frente de uma grife de luxo internacional. Tênis Nike/Louis Vuitton de Abloh supera estimativas em leilão
Divulgação/Sotheby’s
Os lances para 200 pares de tênis Nike/Louis Vuitton “Air Force 1” criados pelo estilista Virgil Abloh, que morreu em novembro de 2021, estão muito além das estimativas iniciais da Sotheby’s de um leilão que ainda tem uma semana de duração.
A venda, que o designer criativo da Louis Vuitton ajudou a planejar antes de sua morte por câncer aos 41 anos, beneficiará o Fundo Virgil Abloh “Pós-Moderno” de Bolsas de Estudo para negros, afro-americanos e estudantes de ascendência africana na indústria da moda.
“Atualmente, estamos com cerca de US$ 6,1 milhões no preço do martelo”, disse o chefe de streetwear e colecionáveis ​​modernos da Sotheby’s, Brahm Wachter, nesta terça-feira (1), quando os lances chegaram a US$ 80 mil.
A estimativa total original era de US$ 1 milhão a US$ 3 milhões para o leilão de 26 de janeiro a 8 de fevereiro.
O tênis de couro apresenta as marcas exclusivas de Abloh e os padrões emblemáticos da Louis Vuitton. Cada um vem com uma caixa laranja de edição limitada.
Os tênis foram a primeira colaboração oficial entre a Nike e a Louis Vuitton.
O estilista americano Virgil Abloh entra na passarela após o desfile da coleção masculina da Off-White da temporada primavera-verão 2019 na Semana de Moda de Paris nesta quarta-feira (20)
Thibault Camus/AP

Fonte: G1 Entretenimento

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Remi Wolf explica pop caótico e ansioso que estará no Lolla: ‘Jovens estão sofrendo’


Ao g1, cantora americana fala sobre música pop funkeada com colagens de sons, arranjo delirante e imagens meio amalucadas. Ela é uma das atrações do Lollapalooza, em 26 de março. Remi Wolf: pop caótico e funkeado
Remi Wolf, californiana de 25 anos, já tentou a sorte no “American Idol”, em 2014. Foi eliminada antes da fase das apresentações. Também mandou músicas compostas por ela para outros artistas e fez parte das categorias de base do time de ski olímpico dos Estados Unidos.
Agora, ela é (quase) outra pessoa. Não desliza pela neve faz “muito tempo” e o som não tem muito a ver com a soul music de voz empostada que ela cantava antes.
O som que o público do Lollapalooza vai ouvir no dia 26 de março, quando ela estiver no Lolla 2022, é que muita gente chama de hiperpop. É uma música pop caótica e funkeada com colagens de sons, arranjo delirante e imagens meio amalucadas.
Veja as outras atrações do Lollapalooza 2022
Ao g, Remi falou dessa sonoridade, da importância do TikTok para a música pop hoje e de uma vida em que trocou bebidas alcoólicas por remédios antialérgicos. Leia abaixo e veja no vídeo acima.
A cantora americana Remi Wolf
Divulgação
g1 – Tudo o que você pensa e vê pode virar letras? Ou tem algum filtro?
Remi Wolf – Eu escrevo o que está acontecendo na minha vida, mas eu gosto de usar a minha imaginação, de usar imagens. Tem essas ideas surreais que eu vou criando no meu cérebro, essas imagens no meu cérebro. Então tem muito surrealismo, às vezes.
g1 – Você já disse que a harmonia é a parte mais importante da sua música. Como você cria uma harmonia?
Remi Wolf – Desde bem nova, eu venho cantando e aprendi a harmonizar. Então, é muito fácil para mim. Neste momento, eu gosto de entender o que uma boa harmonia precisa. Você está lá cantando e você meio que começa a botar as notas, coloca várias camadas diferentes de cada nota uma em cima da outra, também preenche com silêncios. Eu costumo gravar esses momentos que eu gosto mais. Às vezes, ouço ideias gravadas em minhas mensagens de voz do meu telefone e depois trago para o estúdio e gravo.
g1 – A indústria da música em geral e alguns artistas que a gente já entrevistou têm dado cada vez mais importância para o TikTok. Eles compõem pensando nisso, nas dancinhas, em músicas com pausas bruscas. Você já disse que não liga para isso, mas o quão difícil é não ser afetado por isso?
Remi Wolf – Definitivamente, não penso em TikTok quando estou escrevendo, mas isso parece que vem sendo imposto aos artistas. Por um tempo, eu acho que é assim que os hits vão surgir. Vai ser difícil não pensar sobre isso, mas também tem o fato de o TikTok ser tão aleatório!
Você nunca sabe quais músicas vão fazer sucesso, né? Não há realmente uma fórmula, então eu acho que é um mundo muito aberto, é muito randômico como as músicas vão ser descobertas por lá. É completamente fora do controle.
Cena de vídeo da americana Remi Wolf
Reprodução
g1 – Críticos americanos têm usado o termo hiperpop para falar sobre você. Acha um bom rótulo?
Remi Wolf – Eu não gosto dele, não vejo minha música como hiperpop. Não é que eu não ache que isso não soe como o típico hiperpop, como aquele ruído exagerado, de ritmo acelerado. Isso não sou eu, mas a mídia tem falado mesmo. Talvez, eu seja o novo hiperpop. Não gosto de rótulos, acho que eles são meio arbitrários.
g1 – Sou repórter musical, então tento acompanhar o que está nas paradas, mas tenho 38 anos. Eu gostei do álbum, mas às vezes essa música mais hiperpop me dá dor de cabeça. Que conselho você dá para pessoas de outras gerações que querem ouvir músicas com tantos sons?
Remi Wolf – A música que está sendo lançada hoje é um reflexo destes tempos. E estamos vivendo em um mundo caótico e eu acho que os jovens estão sofrendo muito só por existir, tentando entender como será o futuro.
“Tudo parece tão instável e tão caótico, então eu não sei se outras gerações podem se ver nesse caos, nessa ansiedade que os jovens estão sentindo. Eu acho que assim é mais fácil entender a direção que a música está indo agora.”
Também acho que ver música ao vivo sempre equilibra o jogo, nivela todas as gerações, porque você vê um ser humano como você, acho que a empatia é gravitacional para outros humanos. É só alguém fazendo algo legal, criativo.
A cantora Remi Wolf
Divulgação/Facebook da cantora
g1 – Como a sociedade mudou você como artista e como você se adaptou para cantar e criar músicas estando sóbria? Alguns artistas já me disseram que essa transição pode ser difícil…
Remi Wolf – Sim, foi uma transição muito difícil na minha vida, mas fiquei feliz por ter estado sóbria fazendo este álbum. Eu criei um álbum introspectivo, mas sem me afogar em álcool. Eu acho que me deu muita clareza sobre o que eu estava fazendo e o que eu queria fazer, trazendo a complexidade dos relacionamentos da minha vida.
Eu não teria sido capaz de entender tudo que queria tão claramente se não estivesse sóbria. Teria sido bem diferente, mas a sobriedade tem sido muito difícil. Principalmente nesse meio da música, quando na maior parte do tempo as pessoas não estão sóbrias. Então, sim, eu vou encontrar com outras pessoas e, claro, é complicado não beber.
g1 – Todos os seus discos são homenagem a cães, mas você é alérgica a cachorros. Como explicar essa contradição?
Remi Wolf – [Risos] Eu tenho um cachorro [“Juno”, nome do álbum de estreia]. Sou alérgica, mas tomo medicação todos os dias. É um sacrifício que eu estou disposta a fazer em nome dos cachorros! Essa coisa dos nomes meio que começou como uma piada e depois virou algo de verdade.
Agora, é real e meu cachorro teve uma grande participação na concepção deste álbum. Ele estava comigo todos os dias, 24 horas por dia, 7 dias por semana, enquanto eu escrevia e gravava. O que o torna mais ou menos como o meu apoio emocional e um incrível parceiro de composição do álbum.

Fonte: G1 Entretenimento

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ABC suspende Whoopi Goldberg por comentários sobre o Holocausto


Atriz e apresentadora disse no seu programa de TV, o ‘The View’, que o genocídio nazista de 6 milhões de judeus não foi ‘uma questão de raça’ por envolver ‘dois grupos de pessoas brancas’. Whoopi Goldberg fez os comentários durante o programa The View
Getty Images via BBC
A atriz e apresentadora Whoopi Goldberg foi suspensa por duas semanas do programa “The View”, que apresenta no canal de televisão ABC, após dizer que o genocídio nazista de seis milhões de judeus não foi “uma questão de raça”.
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A apresentadora pediu desculpas após a forte reação à declaração, mas a presidente da ABC News, Kim Godwin, afirmou na terça-feira (1º) que não era suficiente.
“Com efeito imediato, suspendo Whoopi Goldberg por duas semanas por seus comentários equivocados e ofensivos”, afirmou Godwin em um comunicado publicado pelo canal de TV.
“Embora Whoopi tenha se desculpado, eu pedi a ela que tire um tempo para refletir e perceber o impacto de seus comentários”.
A vencedora do Oscar de atriz coadjuvante por “Ghost” (1990) afirmou em uma edição do “The View” que o Holocausto envolveu “dois grupos de pessoas brancas”.
“No programa de hoje disse que o Holocausto ‘não é uma questão de raça e sim da desumanidade do homem com o homem’. Deveria ter dito que são os dois”, escreveu Goldberg na segunda-feira (31).
“O povo judeu de todo o mundo sempre contou com meu apoio e isso nunca vai mudar. Lamento o dano que causei”, acrescentou a atriz de 66 anos após ser duramente criticada pela sua declaração.
O Museu do Holocausto dos Estados Unidos escreveu em uma rede social, sem citar a atriz, que “o racismo foi fundamental para a ideologia nazista”. “Os judeus não se definiam pela religião e sim pela raça. As crenças racistas nazistas alimentaram o genocídio e o assassinato em massa”.
“Não @WhoopiGoldberg, o #Holocausto foi a aniquilação sistemática do povo judeu por parte dos nazistas, que os consideravam uma raça inferior”, escreveu Jonathan Greenblatt, diretor da Liga Antidifamação, à apresentadora.
“Foram desumanizados e usaram essa propaganda racista para justificar o assassinato de seis milhões de judeus. A distorção do Holocausto é perigosa”, acrescentou.
Goldberg, que protagonizou filmes que denunciaram o racismo contra os negros como “A Cor Púrpura”, deu a declaração durante uma discussão sobre a proibição em uma escola de Tennessee da graphic novel “Maus”, sobre a vida no campo de concentração nazista de Auschwitz.
Na obra, o autor Art Spiegelman entrevista seus pais, judeus poloneses sobreviventes do Holocausto, para retratar o tempo deles como prisioneiros do mais famoso campo de concentração do nazismo.
O livro, até hoje a única HQ a vencer o Prêmio Pulitzer, retrata judeus como ratos e nazistas como gatos. Ele é considerado uma representação poderosa e precisa do assassinato nazista de milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Gabriel Medina e Yasmin Brunet, Saulo Poncio e Gabi Brandt, Jason Momoa e Lisa Bonet: veja casais que se separaram em 2022


Surfista e modelo encerraram casamento depois de dois anos conturbados e brigas com a família dele. Lista de divórcios e separações tem astros nacionais e internacionais. Veja vídeo. Semana Pop relembra quais casais se separaram em 2022
O primeiro mês de 2022 viu vários casais de famosos chegarem ao fim. Na semana passada, terminou o casamento do surfista Gabriel Medina com a modelo Yasmin Brunet, depois de terem enfrentado muitas coisas, inclusive brigas com a família dele e lavação de roupa suja em público.
No Semana Pop (assista acima) e na lista abaixo, contamos detalhes dos divórcios e separações de artistas neste ano.
Medina e Yasmin
Yasmin Brunet e Gabriel Medina não estão mais juntos
Reprodução/Instagram
Medina e Yasmin começaram a namorar em 2020 e já se casaram rapidinho. Nestes dois anos, eles foram assunto na boca do povo diversas vezes.
O maior motivo eram as tretas constantes com a família de Medina, que até rompeu com a própria mãe. Depois disso, foi troca de farpa pra todo lado, indireta e até unfollow no Instagram. Yasmin disse que a sogra, Simone, recebia mesada do filho, Simone disse que Yasmin era controladora. Foi climão o tempo todo.
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Outra vez que o casal ficou em evidência foi durante as Olimpíadas de Tóquio, em julho do ano passado. O surfista queria levar a esposa com ele, mas, por causa da Covid-19, ele só podia embarcar com uma pessoa, técnico. A Yasmin ficou pistola e até acusou o Comitê Olímpico Brasileiro de perseguição na época, mas torceu muito pelo mozão daqui do Brasil mesmo.
Dois dias antes da confirmação do término, Medina tinha pegado todo mundo de surpresa por desistir de competir nas primeiras etapas da Liga Mundial de Surfe, no Havaí. Ele disse que precisava desse tempo pra tratar uma lesão no quadril, mas também pra cuidar da saúde mental.
O Medina publicou um texto nas redes sociais dizendo que tinha vivido um 2021 estressante. Mas que já estava fazendo tratamento psicológico. Eles não falaram sobre a causa do término.
Jason Momoa e Lisa Bonet
Lisa Bonet e Jason Momoa no Globo de Ouro 2020
Jordan Strauss/Invision/AP
Outro casamento que acabou foi o dos atores Jason Momoa e Lisa Bonet. Os dois estavam juntos há 16 anos e casadinhos há 4. Eles têm duas filhas, a Lolla e a Nakoa-Wolf.
Numa postagem, Momoa disse que a relação acabou por mudanças sísmicas. “Todos nós sentimos os apertos e mudanças nesses tempos de transformação. Uma revolução está acontecendo – e com nossa família não é exceção… sentimos e crescemos com essas mudanças sísmicas que estão ocorrendo. Então, compartilhamos notícias de nossa família: Estamos nos separando”, escreveu o ator.
Gabriela Duarte e Jairo Goldflus
Gabriela Duarte e Jairo Goldflus se separam após 19 anos de união
Reprodução/Instagram
Gabriela Duarte e Jairo Goldflus se divorciaram depois de 19 anos. Eles são pais da Manuela, de 15, e do Frederico, de 10.
A atriz disse que a parceria dos dois era tão grande que eles entenderam juntos que encerrar o casamento seria a melhor decisão pro momento. “Casamento se encerra, família segue unida”, disse ela.
Saulo Pôncio e Gabi Brandt
Gabi Brandt e Saulo Pôncio terminam casamento
Reprodução/Instagram/Gabi Brandt
Essa apareceu várias vezes na mídia e nos Instagrans de fofoca. Saulo Pôncio e Gabi Brandt vão se divorciar depois de três anos de casamento e quase quatro juntos.
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Eles passaram por várias crises e muitos boatos de traição do Saulo durante viagens e shows do seu antigo duo Um44K. Dessa vez, a Gabi disse que não rolou traição e que vai amar o cantor pro resto da vida.
Eles têm dois filhos fofíssimos juntos, o Davi e o Henri.
Pamela Anderson e Dan Hayhurst
Atriz e defensora dos direitos dos animais Pamela Anderson durante evento em Paris
REUTERS/Philippe Wojazer
A atriz Pâmela Anderson se casou pela quarta vez. E depois divorciou pela quarta vez. Durou só um ano o casório dela com Dan Hayhurst, seu guarda-costas.
Ele era casado quando começou a namorar com ela, em 2020. Eles ficaram isolados juntinhos na pandemia e o romance aconteceu. Pâmela não falou por que eles se separaram.
Solange Couto e Jamerson Andrade
Solange Couto e o marido no trio de Ivete Sangalo
Elias Dantas/Ag. Haack
A Solange Couto, eterna Dona Jura, está solteira e na pista. A atriz terminou um casamento de 12 anos, mas parece estar super bem.
Ela se divorciou oficialmente de Jamerson Andrade em janeiro deste ano, depois de idas e vindas. Eles já tinham anunciado divórcio em 2018 e 2021, mas voltaram atrás. Agora, parece que foi pra valer.
Emma Roberts e Garrett Hedlund
Emma Roberts está grávida do primeiro filho
Reprodução/Instagram
Os atores Emma Roberts e Garrett Hedlund faziam um casal lindinho com o bebê Rhodes, que acabou de completar um ano. Mas eles se separaram depois de meses de desentendimentos. Os dois estavam juntos desde 2019.
Um dia depois do anúncio da separação, o ator foi preso por intoxicação pública, que é tipo ficar super bêbado em público. Mas ele saiu da cadeia depois de pagar uma fiança de US$ 2 mil dólares.
Tierry e Gabi Martins
Tierry namora com a ex-BBB Gabi Martins
Reprodução / Redes Sociais
Tierry e Gabi Martins também foram desses casais conturbados, que sempre vão e voltam.
A prova é que não dá para saber, quando você estiver lendo este texto, se os dois ainda estão separados ou já voltaram já que eles se encontraram dois dias depois de terminarem.
Eles começaram a namorar no fim de 2020 e já terminaram duas vezes nesse meio tempo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rodrigo é o segundo eliminado do ‘BBB22’


Ele estava no paredão desta terça-feira (1º) com Natália e Jessilane. Rodrigo no ‘BBB22’
Reprodução/Globo
Rodrigo é o segundo eliminado do “Big Brother Brasil 22”. O paredão desta terça-feira (25) do “BBB22” foi disputado entre ele, Natália e Jessilane.
Veja lista completa dos 20 participantes iniciais
O paredão foi formado no domingo (30).
Rodrigo foi parar na disputa por uma indicação direta do líder da semana, Tiago Abravanel. Já Natália foi escolhida por Pedro Scooby, que tinha uma indicação por ter vencido a prova do líder com Tiago. Jessi foi a mais votada da casa.
Douglas foi indicado por Eliezer, que tinha sido imunizado por Rodrigo, o Anjo da semana. Mas o ator escapou do paredão ao vencer a prova bate-volta.
Antes do ‘BBB22’, Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de ‘Big Brothers’ pelo mundo

Fonte: G1 Entretenimento

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Grupo Chorando as Pitangas aplica repertório autoral no álbum ‘Terceira dose’


♪ Terceira dose é o título (de duplo sentido) do álbum que o grupo Chorando as Pitangas lança neste mês de fevereiro. O título alude tanto ao fato de o álbum ser o terceiro do quinteto paulistano de choro como à dose de reforço da vacina da covid-19.
Gravado com o toque do violonista e guitarrista Chico Pinheiro e do grupo Barbatuques, Terceira dose se diferencia na discografia do quinteto por ser o primeiro álbum em que Chorando as Pitangas registra repertório inteiramente autoral e inédito.
Esse repertório é composto por dez músicas. Pro Penezzi é tema de autoria de Milton Mori, bandolinista do grupo, gravado com o toque da viola de Ricardo Herz.
E por falar em Herz, o violeiro também participa de Terceira dose como compositor, tendo feito um tema, Pitanga no samba, para o álbum.
Em cena há mais de 20 anos, o grupo já lançou os álbuns Chorando as Pitangas (2005) e Um passeio na Benedito Calixto (2015).
Com capa que expõe os músicos em fotos de Stela Handa, com arte de Lula Carneiro, o álbum Terceira dose foi gravado em estúdio da cidade de São Paulo (SP) por Beto Mendonça, tendo sido mixado e masterizado por Gian Correa.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘BBB22’: pessoas com vitiligo dizem que presença de Natália ajudou a debater preconceito


Dermatologista diz que uma criança com vitiligo que ele atendia tomou durante anos um copo com fígado de boi cru e caju batidos, na crença de que as manchas diminuíssem. Natália no BBB
Reprodução/Globoplay
Nenhuma palavra. Apenas olhares de julgamento, nojo, repulsa, negação e dó.
“Isso é o mais dolorido para quem tem vitiligo”, disse Maika Celi, de 43 anos, ativista e mentora da primeira lei de conscientização sobre o vitiligo no Brasil. Ela contou à BBC News Brasil que a maior parte dos relatos de quem a procura é sobre a rejeição das outras pessoas por conta da doença.
Em resposta a esse julgamento silencioso, quem descobre ter vitiligo costuma usar maquiagem, calça comprida, camiseta de manga longa e luvas. Independentemente da temperatura ou ambiente onde estão, numa tentativa contínua de esconder o próprio corpo.
O debate sobre a doença autoimune que causa uma despigmentação da pele cresceu nas últimas semanas, por conta da presença da modelo e designer de unhas, Natália Deodato, no “Big Brother Brasil”. Com vitiligo em grande parte do corpo, ela acendeu um debate sobre o assunto e se tornou alvo de ofensas.
Nas redes sociais, surgiram piadas sobre a doença, mas ao mesmo tempo surgiu um exército para defender as pessoas com vitiligo. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, dados oficiais apontam que o vitiligo atinge cerca de 1% da população mundial e aproximadamente 1 milhão de pessoas no Brasil.
Especialistas consultados pela reportagem afirmaram que, além de não ser transmissível, o vitiligo reduz a chance de a pessoa ter câncer de pele. O principal contraponto é tornar a área sem as células de melanina, atacadas pelo próprio corpo, mais sensível ao sol.
Depois que um colega de trabalho fez uma piada nas redes sociais sobre o vitiligo de Maika Celi, em 2016, a ativista disse ter se sentido muito magoada, mas usou o Facebook para fazer um desabafo e responder à agressão.
Maika Celi disse que olhares de nojo, dó e julgamento são comuns em relação a pessoas com vitiligo
Arquivo pessoal/BBC
“Veio uma força maior e um sentimento de que ninguém mais me humilharia por conta do vitiligo. Até então, eu sempre me colocava como vítima, mas mudei para protagonista. Eu não imaginava que a publicação fosse alcançar tantas pessoas. Foi quando iniciei o projeto ‘Meu lugar ao Sol’, com uma página para compartilhar minhas experiências e de outras pessoas com vitiligo”, conta.
O alcance das publicações cresceu repentinamente. Maika foi chamada para dar entrevista na TV e, em pouco tempo, passou a receber mensagens de pessoas dizendo ter sido inspiradas a aceitar e a deixar de sentir vergonha por ter a doença.
“Eu recebi até a mensagem de uma mulher com vitiligo que nunca tinha usado um short perto do filho. Ela usou uma saia, como gesto para presentear o filho dela no dia do aniversário dele, depois de ler meus depoimentos. Aquilo foi libertador. Ela disse: ‘Maika, por favor, eu te peço, não pare’, afirmou.
A ativista disse que trabalha para que o processo de aceitação de outras pessoas em relação à doença seja “mais leve” e para que elas não passem por momentos de tristeza profunda devido à falta de informação e de conscientização.
Ela conta que ficava muito abalada com comentários e “olhares de julgamento” por conta do vitiligo dela. Mas hoje diz que o principal motivo de seu bem-estar é estar segura de si mesma.
“A pessoa deve entender que, quando ela está bem com suas imperfeições, ninguém tem o poder de desequilibrá-la ou humilhá-la. É um trabalho de autoconfiança e autoconhecimento que traz essa segurança e não permite que ela se abale com qualquer conceito”, disse.
Ela se vê como uma referência para pessoas que descobrem a doença e não sabem lidar com o preconceito, estão à procura de informações ou querem apenas ouvir alguém com mais experiência.
“Não é sendo arrogante, mas muitas pessoas me procuram. Uma seguidora disse que entrou num restaurante e uma pessoa ficou olhando para as manchas dela. Ela pensou: ‘O que a Maika faria? Empinaria o nariz, encararia a pessoa e daria um sorriso’, me contou”.
Maika Celi diz que os quatro principais pilares para quem tem vitiligo são: aceitação, amor próprio, conscientização e permitir-se
Arquivo pessoal/BBC
Surgimento das manchas
Em entrevista à BBC News Brasil, o dermatologista especialista em vitiligo, Paulo Luzio, disse que é necessário ter uma genética para desenvolver a doença, aliada a um grande estresse.
“A pessoa pode ter a genética e passar a vida inteira sem que a doença se manifeste. Para ela entrar em atividade, é necessário um fator ambiental: o estresse. Ela é uma doença 100% ligada ao emocional e, na maioria dos casos, você tem uma história clara do que desencadeou”, afirmou.
No caso da Maika, a doença foi desencadeada após um acidente de moto que ela sofreu aos 22 anos. Após lesionar algumas partes do corpo, ela percebeu que as feridas pareciam não voltar à cor anterior e outras manchas surgiram.
Depois de procurar especialistas, Maika disse que ouviu o diagnóstico de maneira depreciativa por uma médica. “Nossa, que pena, você tem vitiligo”, conta a ativista.
Maika diz ainda que não aceitava a pele dela assim que descobriu a doença. Evitava frequentar lugares onde poderia expor sua pele, como praia, parques e churrascos.
“Quando surgiu no meu rosto, eu me maquiava demais. Só usava calça e blusa de manga longa, mesmo no calor de 40ºC. As pessoas perguntavam se eu estava bem e eu dizia que sim, mas por dentro eu estava assando”, lembrou.
O modelo Roger Monte, de 38 anos, disse que tem vitiligo desde os 23, quando a doença se manifestou a partir de um furo que ele tinha no queixo e se agravou por conta de um estresse causado pelo término de um relacionamento. Mas, só aos 35 anos ele passou a aceitar as mudanças no corpo e, aos poucos, passou a ser procurado para ser fotografado.
“Até então, eu não frequentava a praia porque ficava com medo da maquiagem que eu passava derreter e as pessoas verem minha pele. Passei mais de 10 anos me escondendo, fazendo tatuagens grandes apenas para esconder manchas no corpo. Hoje, quanto mais eu mostro, melhor”, afirmou em entrevista à BBC News Brasil.
Tanto Maika Celi quanto Roger Monte, citaram Winnie Harlow, modelo canadense com vitiligo, como referência de pessoa com autoconfiança e auto aceitação. Quebrando paradigmas, a modelo se tornou uma figura conhecida mundialmente e já acumula 9,3 milhões de seguidores no Instagram.
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“No Brasil, nunca tive uma referência dessa, então, quero ser a referência e a ajuda que eu não tive”, afirmou o modelo Roger Monte.
“Como eu costumo dizer, as coisas mudaram quando eu comecei a mudar a forma como eu me olhava. O julgamento das pessoas e a maneira que elas se afastavam de mim, me doíam e eu levava para o coração. Uma vez, um senhor na estação do metrô me disse que o irmão dele tomou sangue de tatu para curar a doença. Em outra situação, uma mulher no ônibus falou que eu tinha que tratar porque o vitiligo poderia me matar. Depois que ela desceu, eu senti todo mundo me olhando e fiquei de cabeça baixa. Aquilo nunca saiu da minha memória. Hoje, como acho minha pele linda, quando sinto alguém me olhando assim ou querendo me passar receitas, apenas ignoro”, disse Roger Monte.
Visibilidade no BBB
Os entrevistados pela reportagem da BBC disseram que a presença da Natália Deodato no “Big Brother” estimula o debate sobre o vitiligo e quebra paradigmas sobre o assunto. Maika disse que essa presença inaugura uma nova fase da história do vitiligo no Brasil.
“A escolha dela foi mais uma quebra de paradigmas no que diz respeito a padrões na nossa sociedade. Quando fui ao supermercado, a moça do caixa me falou: você viu que no ‘BBB’ tem uma pessoa igual você? Isso pra mim foi uma vitória”, afirmou.
Para ela, a visibilidade e o estímulo ao debate causado pela presença da Natália no ‘BBB’ serão essenciais para ajudar principalmente a derrubar antigos mitos, como o de que o vitiligo é contagioso.
Por outro lado, o dermatologista Paulo Luzio afirma que também é importante esclarecer que a afirmação da Natália de que o vitiligo pode “evoluir” para o albinismo é incorreta.
“São genéticas e doenças diferentes. No albinismo, você tem as células de pigmento em número normal, mas elas não funcionam, de maneira simplificada. No vitiligo, há células, mas elas vão morrendo pelo sistema imunológico. Quando ela atinge mais de 70% do corpo, é chamada de vitiligo universal, mas não é albinismo”, afirmou.
O médico, membro da Global Vitiligo Foundation e que, há 16 anos, trata apenas casos da doença, disse ainda que o albinismo aumenta a chance de o paciente ter câncer de pele, enquanto o vitiligo diminui.
“O vitiligo tem a proteína P53, que corrige danos no DNA e que diminui a chance de ter um câncer. Por outro lado, as manchas do vitiligo queimam mais facilmente e podem dar bolhas, o que exige que a pele esteja sempre com protetor solar”, afirmou.
O especialista explica ainda que ter a genética do vitiligo não significa que ela se manifestará no paciente. Segundo ele, o fato de alguém na família ter vitiligo aumenta as chances em torno de 30%.
O médico afirma que alguns tratamentos com laser, uso constante de protetor solar e outros cremes ajudam a diminuir as manchas causadas pelo vitiligo, mas que a doença não causa nenhum problema de saúde.
“O tratamento é uma opção, mas a autoaceitação é o mais importante. Temos que nos aceitar como a gente é. Cerca de 20% dos pacientes reclamam de coceira no local da mancha, especialmente quando elas estão surgindo. Depois, é basicamente tomar cuidado para não queimar no sol”, afirmou.
Entre os mitos e simpatias usados para tentar curar a vitiligo, o médico disse já ter ouvido dezenas de relatos diferentes. Entre eles, está o uso de chás e produtos de origem animal, como tomar sangue de tatu e cágado cru.
“Eu atendi uma paciente que era uma criança e que tomou, instruída pelos responsáveis, um copo de fígado de boi cru batido com caju durante anos. A crença deles era de que isso diminuiria as manchas”, contou o médico.
Ele disse que a medicina avançou e hoje há diversos tratamentos e medicamentos disponíveis para quem deseja reduzir as manchas. Há remédios de uso oral, utópico, fototerapia, injeções e até mesmo transplante de melanócito.
Para a ativista Maika Celi, há quatro pilares principais que devem ser considerados por quem tem vitiligo: aceitação, amor próprio, conscientização e permitir-se.
“Eu levanto isso como assunto principal. Sempre digo quantas oportunidades perdi por não me permitir. Se a Natália está no BBB, é porque se permitiu. Ainda tem outro fator como mulher preta. imagine o tabu que ela precisou quebrar”.
Segundo o dermatologista Paulo Luzio, uma das limitações para o tratamento do vitiligo é ter poucos profissionais qualificados para avaliar e tratá-lo. Ele menciona que os americanos são fortes em realizar pesquisas, mas têm poucos pacientes para tratar.
Em congressos americanos que promovem encontros com especialistas em dermatologia, contou à reportagem, comparecem apenas cerca de 30 dedicados ao vitiligo e, geralmente, são sempre os mesmos.
“Hoje, em livros de dermatologia com 3.500 páginas, por exemplo, apenas 3 páginas são dedicadas ao vitiligo, e não falam coisa com coisa. É decepcionante. É como se fosse menos importante”, afirma o dermatologista.
Lei de conscientização ao vitiligo
Em 2018, Maika Celi entrou em contato com a Câmara de Vereadores de Piracicaba, cidade onde ela vive no interior paulista, para relatar que estava sentindo falta de uma lei municipal que tratasse sobre o vitiligo.
“Eles acharam interessante e, em 2019, foi criada a Lei Municipal de Conscientização do Vitiligo, lembrada sempre no dia 25 de junho, o Dia Mundial de Conscientização do Vitiligo. Depois dessa iniciativa, outros municípios sentiram a necessidade de levar essa ideia e já foram aprovadas leis semelhantes em Saltinho e Santa Bárbara d’Oeste”, contou.
Ela disse que a aprovação da lei ajuda na promoção de eventos, rodas de conversa, palestras e exposição de fotos em áreas públicas e escolas, por exemplo. Agora, a intenção de Maika é pressionar os órgãos públicos para que seja fornecido filtro solar pelo sistema público de saúde às pessoas com vitiligo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Felipe El brinca o Carnaval de Moraes Moreira em álbum que traz Luiz Caldas no frevo ‘Chame gente’


♪ Um dos mais belos hinos da folia da Bahia, precisamente do Carnaval de Salvador (BA), a música Chame gente é memorável parceria de Moraes Moreira (1947 – 2020) com Armandinho Macedo.
Armandinho criou a melodia. Moraes escreveu a letra poética em que celebra o espírito folião e gregário do baiano. Frevo à moda baiana, Chame gente foi lançado em disco em gravação feita pelo Trio Elétrico Armandinho, Dodô e Osmar com as adesões de Caetano Veloso e de Moraes Moreira.
A gravação original de Chame gente foi apresentada em 1985, ano em que Luiz Caldas irrompeu como furacão que, indo além das fronteiras da Bahia, deu forma ao som que viria a ser rotulado como axé music, semeando o terreno desbravado por Moraes Moreira nos anos 1970.
Até por isso é simbólico que o cantor e compositor Felipe El tenha chamado Luiz Caldas para reviver o antológico frevo em gravação feita com produção musical orquestrada por Miguel Freitas com o próprio Felipe El.
Capa do single ‘Chame gente’, de Felipe El com Luiz Caldas
José de Holanda com arte de Pablo Sganzerla
Em rotação a partir de sexta-feira, 4 de fevereiro, com capa que enquadra foto de José de Holanda na arte de Pablo Sganzerla, o single Chame gente é a segunda amostra do álbum El canta Moraes, disco em que Felipe dá voz ao repertório carnavalesco de Moraes Moreira.
O primeiro single saiu em 10 de dezembro com a gravação de outro frevo da lavra foliã do imortal novo baiano, Chão da praça (Moraes Moreira e Fausto Nilo, 1978), feita por El com Davi Moraes, filho do compositor.
Desmembrado em dois volumes (o primeiro será lançado ao longo deste verão de 2022 e o segundo sai somente em 2023), o álbum El canta Moraes chega ao mercado fonográfico via Candyall Music, selo fonográfico de Carlinhos Brown.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marvvila encara ‘Vendaval’ com Belo entre regravações de sucessos de Claudia Telles e Maria Gadú


♪ Marvilla lança dueto com Belo dois meses após apresentar em 3 de dezembro A pagodeira, single inicial do álbum ao vivo Marvvila na área em que a cantora carioca se juntou com PK e MC Don Juan em gravação de música de Jefferson Junior e Umberto Tavares.
Dando sequência à promoção do disco gravado pela artista em show apresentado em 5 de outubro de 2021 no Lajedo 5, espaço situado na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro (RJ), Marvilla lança o single Vendaval – em que canta com Belo um pagode de autoria de Allan Lima e Suel – na sexta-feira, 4 de fevereiro.
Simultaneamente, a cantora lança outro single em que apresenta regravações das músicas Quando fui chuva (Caio Soh e Luis Kiari, 2010), Fim de tarde (Mauro Motta e Robson Jorge, 1976) e Palpite (Vanessa Rangel, 1997) – músicas lançadas nas vozes das cantoras Maria Gadú, Claudia Telles (1957 – 2020) e Vanessa Rangel, respectivamente.
Em que pese o medley com os três hits alheios, o single Vendaval é o atual carro-chefe do disco Marvvila na área.
Capa do single ‘Quando fui chuva / Fim de tarde / Palpite’, de Marvvila
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento