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Amigos de Taylor Hawkins afirmam que revista tirou frases de contexto em matéria que relatou cansaço de baterista


Reportagem da revista ‘Rolling Stone’ diz que Hawkins, do Foo Fighters, estava cansado do ritmo da turnê. Artistas pedem desculpas pelas declarações. Taylor Hawkins tocam com o Foo Fighters no festival BottleRock Napa Valley, em 2016
Amy Harris/Invision/AP
Os bateristas Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers, e Matt Cameron, do Pearl Jam, criticaram a matéria publicada pela revista americana “Rolling Stone”, nesta terça-feira (17), sobre Taylor Hawkins, morto em março na Colômbia.
Os artistas, que deram entrevistas à publicação, afirmaram que seus depoimentos foram tirados de contexto. A reportagem dizia que Taylor estava cansado e preocupado com o ritmo de shows da turnê mais recente do Foo Fighters nos meses antes de sua morte.
Segundo a matéria publicada, Cameron disse que Hawkins contou a ele que teve uma conversa franca com Dave Grohl e que “não podia mais fazer essa merda”. Ainda de acordo com a revista, Cameron completou dizendo que achava que a banda tinha chegado a algum tipo de entendimento, mas que parecia que a turnê tinha ficado ainda mais louca.
Cameron e Hawkins eram amigos de longa data e tocavam juntos no projeto Nighttime Boogie Association.
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Em uma postagem em seu perfil do Instagram, Cameron escreveu que tinha concordado em dar a entrevista porque pensou que seria uma celebração à vida e trabalho de Hawkins e que suas frases se tornaram uma narrativa que ele não tinha intenção.
“Quando concordei em participar da matéria da Rolling Stone, eu presumi que seria uma celebração de sua vida e trabalho. Minhas falas foram tiradas de contexto e colocadas em uma narrativa que eu nunca tive a intenção. Taylor eram um amigo querido e um artista de alto nível. Eu sinto falta dele. Eu tenho apenas o mais profundo amor e respeito por Taylor, Dave e pelas famílias do Foo Figthers. Eu sinto muito de verdade de ter participado desta entrevista e peço desculpas que minha participação possa ter causado algum mal àqueles por quem eu só tenho o mais profundo respeito e admiração”
Matt Cameron
Reprodução/Instagram
No trecho do depoimento de Chad, de acordo com a matéria publicada, Hawkins teria contado a ele que tinha desmaiado dentro do avião com a banda e que afirmou para ele que não poderia continuar com aquele ritmo daquela forma.
Na publicação, a fala de Chad aparece desta forma: “Ele apenas disse que estava exausto e desmaiou, e eles tiveram que enchê-lo de intravenosas e várias coisas’, diz seu amigo, o baterista do Red Hot Chili Peppers, Chad Smith. ‘Ele estava desidratado e todo tipo de coisa.’ (Se Hawkins perdeu a consciência no avião, não está claro como ou por que isso aconteceu. Quando perguntado se o Foo Fighters teria algum comentário sobre relatos de que Taylor havia perdido a consciência no avião, um representante disse: “Isso não é verdade.”) incidente, diz Smith, Hawkins disse a ele: ‘Eu não posso mais fazer isso assim.”
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Na postagem em seu perfil do Instagram, o baterista do Red Hot Chili Peppers diz também ter pensado que se tratava de um tributo a Hawkins e que a história escrita foi sensacionalista.
“Taylor foi um dos meus melhores amigos e eu faria qualquer coisa pela sua família. A Rolling Stone para compartilhar algumas memórias do nosso tempo juntos, o que eu pensei que seria um tributo amoroso que ele merece. Em vez disso, a matéria escrita foi sensacionalista e errada, e se eu soubesse eu nunca teria concordado em participar. Eu peço desculpas a sua família e aos amigos músicos por qualquer dor que isso pode ter causado. Sinto a falta de Taylor todos os dias.”
Chad Smith
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Amber Heard é questionada sobre drogas em festa de casamento durante processo de difamação


Camille Vasquez perguntou sobre o cronograma da festa do casal que incluía ‘festa dançante, drogas e música’ após o jantar em último dia de depoimento de Heard. Amber Heard
Brendan Smialowski/Pool via Reuters
A atriz Amber Heard voltou a ser interrogada pelos advogados de Johnny Depp na terça-feira (17). Em um de seus questionamentos, Camille Vasquez, advogada do ator, apresentou aos jurados um cronograma para a festa de casamento dos artistas.
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A agenda incluía tempo para “festa dançante, drogas e música” após o jantar.
“Você planejava usar drogas em seu casamento com alguém que você caracteriza como um viciado em drogas?”, perguntou a advogada.
Heard disse que o cronograma era um rascunho que passou por mudanças.
Depp está processando Heard em US$ 50 milhões, dizendo que ela o difamou quando alegou ter sido vítima de violência doméstica. Ele disse em depoimento que nunca bateu em Heard e argumentou que ela era a agressora no relacionamento.
Amber Heard
Brendan Smialowski/Pool via Reuters
Também na terça-feira, Vasquez mostrou recados afetuosos que ela escreveu durante o casamento deles para desafiar os relatos da atriz de violência frequente e reforçar o caso de difamação do astro de “Piratas do Caribe”.
Foi apresentada também uma faca que Heard comprou para Depp como presente em 2012. A atriz, mais conhecida por seu papel em “Aquaman”, disse que Depp já havia se tornado violento e muitas vezes a atacava quando ele estava bêbado ou usando drogas.
“Esta é a faca que você deu para o homem que ficaria bêbado e violento com você?”, disse Vasquez a Heard, que respondeu que não achava que ele fosse esfaqueá-la.
Johnny Depp
Brendan Smialowski/Pool via Reuters
Heard, de 36 anos, entrou com processo contra Depp pedindo 100 milhões de dólares, sob argumento de que Depp a difamou chamando-a de mentirosa.
A advogada de Depp leu parte de um diário que Heard disse que o casal mantinha para compartilhar recados de amor.
“O verdadeiro amor não é apenas a loucura da paixão ou, em vez disso, escolher a segurança da paz. Não, é sobre os dois”, escreveu Heard em maio de 2015, dois meses depois de uma discussão em que a ponta do dedo médio direito de Depp foi cortada.
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“Eu ainda, talvez mais do que nunca, quero te despedaçar, te devorar e sentir o sabor”, acrescentou.
Depp disse que Heard jogou uma garrafa de vodca que machucou seu dedo, enquanto Heard disse que é provável que Depp tenha se machucado quando quebrou um telefone em “pedacinhos”.
Questionada sobre as anotações, Heard disse que tentou “nutrir o máximo de paz” possível e que “quando as coisas estavam boas, elas eram realmente boas”.
Os argumentos finais do processo estão previstos para o dia 27 de maio.
Menos de dois anos atrás, Depp perdeu um caso de difamação contra o Sun, um tabloide britânico que o rotulou de “espancador de esposas”. Um juiz da Suprema Corte de Londres decidiu que ele havia agredido Heard repetidamente.
Os advogados de Depp abriram o caso no condado de Fairfax, Virgínia, porque o “Washington Post” é impresso lá. O jornal não é réu.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Renatinho Bokaloka é internado em Paris após enfartar; shows são cancelados


Renatinho passaria nesta quarta-feira por uma nova avaliação, para possível operação. Renatinho Bokaloka é internado em Paris após sentir dores no peito
Reprodução
Renatinho, vocalista do Bokaloka, teve um infarto agudo do miocárdio nesta terça-feira (17), em Paris, onde o grupo iria se apresentar na turnê europeia.
Os shows programados para Manaus, no sábado (21), e em Itaguaí, no domingo (22), foram cancelados.
Segundo a produção, o cantor foi internado às pressas no Hospital Saint Louis e removido para o Hospital Lariboisière, considerado de referência. O quadro era estável no fim da noite de terça.
“O cantor deve passar por procedimento cirúrgico nesta quarta-feira (18). Novos exames serão feitos, confirmando o melhor a ser realizado de acordo com o risco cardíaco”, diz nota oficial.
Os médicos iam avaliar a colocação de um stent ou uma cirurgia mais complexa.

Fonte: G1 Entretenimento

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McFly faz show improvisado após Tom perder a voz e levanta fãs nostálgicos


Banda inglesa adicionou músicas inusitadas e surpresas ao setlist. Danny Jones conduziu vocais e contou com a ajuda do baixista Dougie Poynter. Quarteto também toca em Belo Horizonte, Porto Alegre, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro. McFly no Espaço Unimed
Breno Galtier/T4F
O primeiro show do McFly no Brasil após 10 anos de espera teve que ser no improviso. Tom Fletcher teve um problema com a voz e conseguiu cantar muito pouco. Assim, Danny Jones conduziu o vocal principal e o show, apoiado pelo baixista Dougie Poynter, que nunca cantou tanto no palco quanto nesta terça incomum (17).
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O setlist reuniu os maiores sucessos da banda, lançados nos anos 2000, às músicas novas, trabalhadas durante a pandemia, parte dos álbuns “The Lost songs” e “Young Dumb Thrills”.
McFly no Espaço Unimed
Breno Galtier/T4F
Mas também contou surpresas e pérolas. O solo acústico do Danny “Walk in the sun”, que nunca está nos setlists da banda, foi um dos pontos mais emocionantes do show, cantado em coro pela plateia. E apresentou, pela primeira vez, a música “Josephine”, lançada em 2020.
Dougie também surpreendeu porque conseguiu segurar bem as partes que seriam de Tom. Mas a falta de voz do vocalista afetou também sua performance. Ele parecia abatido no palco e quase não interagiu com o público ou os colegas.
A turnê foi remarcada duas vezes por conta da pandemia de Covid-19. Quem vê Tom, Danny, Dougie e Harry agora esperou mais de dois anos com os ingressos nas mãos.
Suor e lágrimas
A banda levou os fãs nostálgicos, que esperavam por um show há uma década, a um carrossel de emoções.
McFly no Espaço Unimed
Breno Galtier/T4F
Os meninos abriram a noite com o som pesado de “Red” e botaram todo mundo pra pular e gritar.
Logo na terceira música, tiveram um pequeno problema técnico em uma guitarra e precisaram parar o show por uns minutinhos. Foi a hora em que Dougie fez a primeira interação com o público e celebrou a volta da banda ao país, que eles costumam elogiar em entrevistas por causa da recepção calorosa que recebem aqui.
“É ótimo estar de volta, sentimos falta de vocês. Não acredito que depois de 10 anos, vocês voltaram”, comentou.
Mesmo com o desconforto gerado pela falta de voz de Tom, o quarteto fez um show animado, com muitas frases fofas em português, e momentos “típicos do McFly”, como vários fãs comentaram no fim do show. Danny esqueceu várias letras e acordes das músicas e esfregou uma toalha dentro da cueca antes de arremessá-la para a multidão, Dougie disparou piadinhas e desconversou quando o público puxou coros políticos.
O público não parou de cantar um minuto, obrigou a banda a fazer uma palhinha de “No worries”, que não estava no repertório, e se emocionou com as baladas “POV” e “Too close for comfort”.
Em quase duas horas, a banda levou seu público fiel a uma viagem no tempo de quase 20 anos. Esse foi o show extra na capital paulista, já que os ingressos para esta quarta estavam esgotados. O McFly passa ainda por Belo Horizonte, Porto Alegre, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro.
McFly está de volta e lança ‘Young dumb thrills’

Fonte: G1 Entretenimento

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Billie Eilish, Jade Picon e mais: As famosas que fizeram olhar de peixe morto virar moda nas selfies


Expressão de tédio chegou para enterrar de vez a pose confiante da ‘duck face’, popularizada pelas Kardashian. Mudança na estética acompanha retorno da moda indie e irônica; entenda. Semana Pop mostra qual é a cara da vez nas selfies dos famosos
Dê uma olhada em suas fotos… com qual expressão facial você aparece na maior parte delas? A reposta pode não ser um mero acaso. É grande a chance da sua “cara de selfie” ter a ver com tendências de comportamento e celebridades que estão em alta.
Nos primórdios do Instagram, a escolha de muitos foi a cara de pato (“duck face”, no termo em inglês), que dominou a internet e definiu a estética das selfies nos anos pós-2010. Bastava apontar uma câmera e quase todo mundo sugava a bochecha, fazia biquinho e inclinava a cabeça.
A pose confiante foi patrocinada, principalmente, pelas irmãs Kardashian/Jenner (Kim, Kylie, Khloé, Kourtney e Kendall), que por anos ditaram a moda e o padrão de beleza nas redes.
Kim Kardashian, a rainha da “duck face”, que definiu estética das selfies nos primórdios do Instagram
Reprodução/Instagram
Mas o tempo passou, a juventude já não parece tão bem resolvida e, hoje, há no rosto das famosas uma outra expressão, mais debochada e conectada com uma era de exaustão e pessimismo.
É o olhar de peixe morto — ou cara de tédio, a imprensa internacional também está chamando de biquinho dissociativo. A confecção é um pouco mais complexa: tem que inflar a boca (mas de forma nem tão forçada), revirar os olhos e tentar fazer uma expressão um tanto vazia, um tanto insatisfeita, um tanto irônica.
Chloe Cherry, atriz da série “Euphoria”, em foto publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Em muitos casos, essa expressão vem acompanhada de maquiagem borrada e roupas doidinhas.
Até a qualidade das fotos mudou. Se antes o pessoal investia no anel iluminador e fazia de tudo por uma iluminação perfeita, agora o que é descolado são as fotos borradas, tremidas ou com flash estourado.
Mas tudo meticulosamente montado pra parecer artístico. A regra é se esforçar para que pareça que você não está se esforçando nenhum pouco.
Em uma entrevista ao site de moda “The Cut”, da revista “New York”, o analista de tendências Sean Monahan explicou:
“A mudança de vibe pode indicar a volta do indie de antigamente: fotografia com flash em festas, maquiagem e cabelo bagunçados, além do retorno de uma cultura mais fragmentada e da ironia.”
As musas
Nesse cenário, ícones do estilo sem paciência dos anos 90 e início de 2000, como Avril Lavigne e Fiona Apple, se tornaram inspiração para a moda de 2022.
A cantora Fiona Apple no início dos anos 2000
Reprodução/Last.fm
Além disso, analistas apontam o sucesso da série “Euphoria” como outro fator responsável pela virada na estética das selfies. A trama sobre um grupo de adolescentes lidando com sexo, drogas e traumas trouxe de volta o pessimismo “cool” nas produções sobre os tempos da escola.
Não à toa as atrizes da série são algumas das principais musas da nova expressão da moda, além das cantoras Billie Eilish, Dua Lipa e outras famosas. Veja, abaixo, a lista de celebridades que popularizaram o olhar de peixe morto (e seus desempenhos nas selfies).
Zendaya, atriz
A atriz Zendaya, da série “Euphoria, em selfie publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Chloe Cherry, atriz
A atriz Chloe Cherry em foto publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Sydney Sweeney, atriz
A atriz Sydney Sweeney em foto publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Billie Eilish, cantora
A cantora Billie Eilish em selfie publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Dua Lipa, cantora
A cantora Dua Lipa em selfie publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Olivia Rodrigo, cantora
A cantora Olivia Rodrigo em foto publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Addison Rae, influenciadora
A influenciadora Addison Rae em foto publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Bruna Marquezine, atriz
A atriz Bruna Marquezine em foto publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Giulia Be, cantora
A cantora Giulia Be em foto publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Dora FIgueiredo, influenciadora
A influenciadora Dora Figueiredo em foto publicada no Twitter
Reprodução/Twitter
Duda Reis, influenciadora
A influenciadora Duda Reis em foto publicada no Instagram
Reprodução/Instagram
Jade Picon, influenciadora
Jade Picon em foto publicada no Instagram
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Esfriou? Famosas citam quais peças não abrem mão para manter estilo quando temperatura cai


Moletom, blazer e coturno são algumas das seleções feitas por Thyane Dantas, Duda Reis e Tays Reis. Veja fotos dos looks e outras opções. A cantora Tays Reis aposta em três peças para os dias frios: vestido midi canelado com mangas, moletom e cropped
Reprodução/Instagram
Esfriou por aí? Uma forte massa de ar polar, que já vinha sendo anunciada desde a última semana, derrubou as temperaturas em quase todo o país.
Então, é hora de resgatar aquelas peças de inverno que estavam guardadas no fundo do armário.
Mas para quem acha que o frio é inimigo da moda, o g1 convocou algumas celebridades para dar algumas dicas de peças que não podem faltar no armário para manter o estilo mesmo quando a temperatura cai.
Tays Reis, cantora
Grávida de 7 meses de sua primeira filha, Pietra, a cantora Tays Reis preza sempre pelo conforto.
“Sou uma pessoa muito calorenta, mesmo no inverno. E depois da minha gravidez, triplicou. Sempre escolhos peças que não sejam tão pesadas e que sejam confortáveis”, afirma.
“Na gravidez mesmo, estou usando muito vestido midi canelado, de manga longa e gola cacharel, porque fica confortável, quentinho, e não dá tanto calor.”
“Também uso muito moletom, que eu acho que é uma peça-chave no guarda-roupa”, cita a cantora. A opção vale para calças, casacos ou conjuntos. “E uso bastante aquela jaqueta cropped. Pode ser jeans, aí depende muito da vibe, do dia.”
Tays vai apostar também no conforto no figurino da gravação de seu DVD, o Projeto Raízes, que acontece nesta quarta-feira (17), em São Paulo, quando a temperatura deve bater 7º na capital paulista.
A cantora prepara um álbum com nove faixas de bregadeira. O disco terá participações de Nego Jah, Danc Ventura, Rogerinho, MC Mari, Neto Gasparzinho, Jhon Falcão e deu seu marido, o cantor Biel.
Thyane Dantas, empresária
A empresária Thyane Dantas cita o moletom, o jeans e o blazer como peças essenciais para encarar os dias frios
Reprodução/Instagram
A empresária Thyane Dantas apontou o moletom, o jeans e o blazer como peças essenciais para manter o estilo nos dias frios.
Sobre a escolha do moletom, a mulher do cantor Wesley Safadão afirma:
“É uma peça confortável. E aquece bastante. E o moletom, dependendo de como você use, você consegue usar em casa e também para sair, compondo com outras peças e acessórios.”
Sobre o jeans, ela citou que a peça é “quentinha, por ser um tecido mais grosso”. Já sobre o blazer, ela aponta que é uma escolha que “esquenta e ainda fica superelegante”.
Duda Reis, influencer
A influencer Duda Reis cita peças não tão básicas: blazer preto oversized, coturno “impactante” e jaqueta de couro diferente
Reprodução/Instagram
A influencer Duda Reis resumiu suas escolhas para manter o estilo nos dias frios com peças nem tão básicas:
“Blazer preto oversized” (a peça com cara de blazer gigante e masculino já é tendência desde 2019)
“Um coturno maneiro, bem impactante, preto” (Duda tem, em seu Instagram, imagens em que aparece com um modelo plataforma e que cumpre todos os requisitos citados por ela)
“E uma jaqueta de couro diferente”

Fonte: G1 Entretenimento

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Mônica Carvalho, atriz e musa da abertura de ‘Mulheres de Areia’, vira roteirista: ‘Foi muita luta’


Ela fala de ‘Saraliaeleia’ (filme do qual é produtora, atriz e roteirista) e relembra carreira com 13 novelas. Série do g1 narra trajetória e conta como estão ‘musas dos anos 90’. Mônica Carvalho: musas dos anos 90
Vinhetas de novelas já foram o primeiro passo de muitas estrelas nacionais. É o caso de Mônica Carvalho: em 1993, ela rodopiou entre águas e grãos de areia ao som de “Sexy Yemanjá” na abertura de “Mulheres de Areia”.
“E é uma abertura linda, foi o começo de tudo, foi o meu divisor de águas ali para que as pessoas conhecessem a Mônica. E dali tudo começou.”
“E ao total hoje são 13 novelas, é bastante coisa”, contabiliza a atriz, em entrevista ao g1.
Nesta semana, o g1 dá voz às mulheres que foram chamadas de musas nos anos 1990. Nesta série de entrevistas, elas relembram as trajetórias e contam como estão.
Mônica Carvalho nos anos 90 e em foto recente
Divulgação e Reprodução/Instagram da atriz
Aos 51 anos, Mônica é mãe de Yaclara, de 17 anos, e Valentina, de 6, mora em São Paulo, e segue trabalhando como atriz. Mas hoje também acrescentou em seu currículo os postos de coprodutora e roteirista.
“As minhas experiências como roteirista não são de hoje, já tem um caminho lá atrás. É que hoje eu tenho realmente um projeto muito grande e que as pessoas vão conhecer e falar assim: ‘Nossa, você escreve, não sabia’. Realmente, mas é um caminho, né?”
“Nada é da noite para o dia, foi muita luta, muitos ‘nãos’. E o ‘não’ nunca me desanimou ou me deixou de ser confiante no que eu queria da minha vida.”
Quando Mônica fala sobre o grande projeto, está citando o roteiro de seu primeiro longa, o “Saraliaeleia”. O filme foi escrito e gravado ao longo da pandemia e está previsto para ser lançado ainda neste semestre.
“É um filme que passa uma mensagem muito legal porque eu falo sobre a pandemia, né? Falo sobre três mulheres que moram em São Paulo e que estão com muitos projetos para 2020 e vem a pandemia e elas ficam desempregados. Elas vão dividir um quarto e sala. Então é muito sufocante você não ter um espaço.”
Parte do elenco do filme “Saraliaeleia”
Reprodução/Instagram
“Uma das personagens, que é minha e que resolve ajudar as amigas porque não tem para onde ir, começa a se sentir sufocada, mas ao mesmo tempo, ela fala: ‘meu Deus, se eu não ajudar elas, como vai ser?'”, conta Mônica.
A gravação aconteceu em Maragogi e traz no elenco estrelas como Henri Castelli a Dani Winits, Nelson Freitas, André Matos e Thaisa Carvalho.
“Eu quis sair do eixo Rio São Paulo justamente para mostrar as belezas naturais que a gente tem no nosso Nordeste. Maragogi tem a cor do mar que é lindo que é a cor do Caribe, vocês vão ter cenas que vão falar: ‘meu Deus, é Maldivas, é qualquer outro lugar e não é Brasil’. E não. É o Brasil e eu fiz questão de valorizar”, conta.
Apesar de se sentir realizada por trás das câmeras, Mônica não pretende largar a atuação (tanto que também é uma das protagonistas de seu filme).
“Eu gosto muito do meu trabalho e dessas possibilidades que a minha profissão me dá. Eu acho que hoje em dia, o ator que fica esperando o telefone tocar, acabou.”
Mônica Carvalho na vinheta de “Mulheres de Areia”
Reprodução/Globo
Ela diz que hoje quem atua tem que ser produtivo. “Você tem como mostrar sua arte, mostrar o seu trabalho. Eu acho que eu sou um grande exemplo disso hoje, eu não fiquei parada esperando em nenhum momento e isso me fez crescer muito.”
“Você não fica presa a nada. Porque você tem as séries, você tem produtoras, você tem streamings que estão procurando projetos. Acho que a gente está num momento de muita oportunidade para quem tem para oferecer.”
g1 – Aproveitando que você falou de streaming, estão disponíveis nas plataformas algumas novelas que você participou no passado (exemplo de ‘Chocolate com Pimenta’ e ‘Fina Estampa’, no Globoplay). Você assiste? Como é, para você, se ver nas antigas novelas?
Mônica Carvalho – Ah, eu amo, é a minha história. Eu olho com muito orgulho, com muita gratidão de ver que eu fiz tantos trabalhos bacanas. Eu fiz novelas muito boas, novelas de muito sucesso, novelas que alcançavam o Ibope que hoje é muito difícil, né? Porque o mercado tá muito grande. Então eu tenho muito carinho mesmo, muito respeito pela minha trajetória, de como eu cresci profissionalmente dentro das minhas novelas.
E às vezes observo com o olhar crítico de falar assim: “Nossa, eu poderia ter feito melhor esse personagem, encaminhar ele para um outro lado?”. Aí eu falo: ‘não, não eu não poderia’. Porque era o melhor que eu tinha para dar naquela época e fico feliz mesmo assim com o que eu vejo.
E as pessoas falam muito até hoje. Por exemplo a minha abertura de novela, gente, pelo amor de Deus, “Mulheres de Areia”, ninguém esquece. É uma abertura linda, foi o começo de tudo, foi o meu divisor de águas ali para que as pessoas conhecessem a Mônica. E dali tudo começou. E ao total hoje são 13 novelas, é bastante coisa.
Mônica Carvalho
Reprodução/Instagram
g1 – Então o assédio dos fãs não mudou, né?
Monica – Olha o fã, na verdade, de quando eu comecei, cresceu. Eu tinha 19 e 20 anos. Eu tive uma experiência muito boa no ano passado com a novela das 8h, a “Fina Estampa”, que foi a primeira reprise que eu fiz. Foi engraçado isso porque eu aumentei meu público. E foi para um público mais novo também, que não tinha visto a novela.
A novela voltou e fez um sucesso muito grande. Eu comecei a dar um monte de entrevista de novo, sobre uma novela que tinha passado há 9 anos. E veio um público novo com isso. Muita gente que não tinha me visto na novela, me viu e adorou, acompanhou.
g1 – Além do assédio dos fãs, existe o assédio que muitas mulheres sofreram na profissão e que, hoje se fala muito com movimentos como o #metoo, mas que no passado não se falava. Você passou por alguma situação de assédio? Perdeu algum trabalho por essa questão?
Monica – Nunca. Graças a Deus, eu sempre tive um bom relacionamento com os diretores. Sempre diretores até me elogiavam, falavam: “ai, como você é bonita”. Mas nunca teve um assédio. E nunca teve: “Ai, se você não sair comigo ou não jantar, você não pega esse personagem”.
Eu acho que a postura também é muito importante. E sei que às vezes é difícil, ainda mais quando você é jovem, você pega de surpresa numa situação como essa.
g1 – Quem são as musas da atualidade pra você?
Mônica – Ai gente, tem uma mulherada linda, né? Por exemplo a Paolla Oliveira, eu acho uma musa incrível. Acho ela linda, simpática, corpão, ela tem um brilho de vida feliz, que eu gosto muito. Giovanna Antonelli, eu acho ela linda também, sempre achei.
Não sei se você tá me perguntando de musas mais jovem, de 20 e poucos anos. Mas eu acho que a mulherada de 40 está tão linda. Estão com a bola toda.
g1 – Legal você falar isso, porque eu ia te perguntar se você acha que mudou o perfil de musas dos anos 1990 para de hoje. E a idade, pelo o que você está citando, está subindo né?
Mônica – Eu acho que sim, eu acho que tá subindo. Você sabe que eu lembro que, quando eu tinha 20 e poucos anos, tinha aquelas matérias nos Estados Unidos da revista das mulheres mais bonitas, e antes eram mulheres de 20 a 30 e poucos anos. Depois que foram para os 40. E hoje é 50.
A mulher vai ficando mais completa, porque eu acho que a segurança é um atrativo. Uma mulher segura se torna mais bonita.
Mônica Carvalho estrelou diversas capas de revistas na década de 1990
Reprodução/Instagram
Porque é no olhar, é na fala… Eu acho que beleza vem com conjunto muito grande, de uma postura, de um comportamento, de uma admiração que você vai ter. Não é só aquela coisa da beleza em si.
Hoje a gente está cobrando um pouquinho mais, justamente porque a internet nos dá essa liberdade, essa intimidade para você conhecer um pouco melhor a pessoa que você é fã, que você é ídolo, que você vê no dia a dia. Antes, não. Você só tinha a revista, então você escolheu muito só pela plástica. É claro que a plástica vai contar por que a gente está falando de beleza, mas a gente hoje está cobrando um conjuntinho maior.
g1 – E nessa questão de cobrança, você se sente cobrada nas redes sociais por envelhecer? Algumas mulheres relatam esse tipo de cobrança…
Mônica – A cobrança sempre tem em tudo. Eles te cobram porque às vezes você é bonita e não pode ser inteligente, te cobram porque a gente está envelhecendo.
Envelhecer é vida, né? Porque senão você morre. Então assim, graças a Deus, eu quero ficar velhinha, ver minhas filhas, minhas netas, tudo isso e tem um olhar muito bonito pela caminhada, porque é isso que vai te fazer envelhecer feliz.
E essa cobrança hoje em dia eu acho um pouco cruel, porque às vezes são os outros que se incomodam muito mais com fato de você estar envelhecendo ou de você ter idade do que você mesmo. Eu não fico pensando: “Ah, meu Deus, eu fiz 50 anos”. Não! Eu olho para trás e falo: Nossa, eu arrebentei. Olha onde eu estou hoje, produtora de cinema. Meu longa estrear nacionalmente vai para o mundo, sabe? Eu tive duas filhas, eu construí uma família. Então eu acho que isso tudo contribui para que você vá aceitando e sendo feliz. A maturidade de dá isso, te dá essa aceitação.
Mônica Carvalho em cena com Marcelo Novaes e Drica Moraes na novela “Chocolate com Pimenta”
TV Globo / João Miguel Júnior
g1 – Você comentou que às vezes assiste a alguma coisa que fez e pensa que poderia ter feito diferente. No geral, você acha que na carreira toda teria feito algo diferente? Se arrepende de algo que fez?
Mônica: Ah não, acho que tem trabalhos que, por exemplo, eu poderia não ter feito. Que eu olho assim: “foi brega esse trabalho”. Mas eu não tinha muita escolha naquela época porque eu não venho de uma família de artista, eu fui desbravando meus próprios caminhos. Mas eu acho que tudo é muito válido também.
g1 – Durante sua carreira, você fez três ensaios nus em uma época em que o cachê mudava o rumo das musas…
Mônica – Era só isso (risos).
g1 – Mudou o seu também?
Mônica – Olha, eu sempre achei o trabalho da Playboy, ainda mais antigamente, sempre muito bonito. Nunca foi uma exposição. As minhas fotos, eu sempre escolhi. Sempre teve um cuidado e eu acho o nu feminino muito bonito, o corpo da mulher é muito lindo.
Mas é claro que naquela época era o cachê também que contava. Porque se não fosse o cachê, não tinha por que fazer. Fazer para quê? Eu não teria essa vaidade.
Eu sei que tem mulheres que não precisavam às vezes do cachê e fizeram porque têm essa vaidade de querer se ver, de ser uma mulher desejada.
Eu nunca tive essa vaidade. Então o cachê sempre falou mais alto. Tanto que eu fiz três, né?
Relembre a trajetória de Mônica Carvalho:
Mônica Carvalho
Reprodução/Instagram
28 de março de 1971: Mônica Carvalho nasce no Rio de Janeiro
1993: estrela a vinheta de abertura da novela “Mulheres de Areia”
1993, 2001 e 2008: é capa da revista “Playboy”
1994: estreia na novela “A Viagem”
1995: atua nas novelas “Quatro por quatro” e “Por amor”
1998: depois de atuar em “A Indomada”, estreia em “Corpo Dourado “com um dos personagens mais marcantes da carreira, a “mudinha” Clara
2001: atua em “Porto dos Milagres”
2003: estreia em “Chocolate com Pimenta”
2004: dá à luz sua primeira filha, Yaclara
2015: participa da peça “Amor, Humor, o Resto é Bobagem”
2016: dá à luz sua segunda filha, Valentina
2022: se prepara para o lançamento de “Saraliaeleia”, seu primeiro filme como roteirista. Longa foi gravado em 2021

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda paulista Francisco, El Hombre lança coletânea em espanhol com a música inédita ‘Hoy muero feliz’


♪ Músicas em espanhol sempre foram recorrentes no repertório da banda paulista Francisco, El Hombre – até mesmo pela origem mexicana de Mateo Piracés Ugarte e Sebastian Piracés Ugarte, os irmãos que formaram o grupo em 2013, em Campinas (SP), com Juliana Strassacapa, Andrei Martinez Kozyreff e Rafael Gomes da Silva (baixista substituído em 2020 por Helena Papini).
Por isso mesmo, o lançamento de coletânea de sucessos do grupo, em espanhol, soa natural. A antologia Grandes éxitos – En español chega ao mercado na quinta-feira, 19 de maio, com 14 músicas do repertório de Francisco, El Hombre.
A seleção de repertório cobre desde o segundo EP da banda, La pachanga! (2015), até o recente álbum Casa Francisco (2021). Contudo, o destaque vai para a música inédita Hoy muero feliz, usada como isca para atrair ouvintes para a compilação.
Composta por Juliana Strassacapa, Mateo Piracés Ugarte, Sebastian Piracés Ugarte, Andrei Martinez Kozyreff e Rafael Gomes da Silva, tendo sido gravada com produção musical orquestrada pelos atuais integrantes do quinteto, a música Hoy muero feliz abre e fecha a coletânea Grandes éxitos – En español com dois registros diferentes.
A versão de abertura foi feita com toques do rock do México (com adesões de Pipe e Leo Ramos na produção musical) e é direcionada ao mercado desse país. Já a gravação que fecha o disco foi formatada para o mercado brasileiro com o sotaque do pop nacional.
Capa da coletânea ‘Grandes éxitos – En español’, da banda Francisco, El Hombre
Bruno Biella

Fonte: G1 Entretenimento

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‘She-Hulk’ ganha primeiro trailer; ASSISTA

Tatiana Maslany aparece pela primeira vez como heroína da Marvel. Série, que terá participação de Mark Ruffalo como Hulk, estreia dia 17 de agosto. Assista ao trailer de ‘She-Hulk’
“She-Hulk”, uma das próximas séries da Marvel, ganhou seu primeiro trailer nesta terça-feira (17). Assista ao vídeo acima.
A prévia mostra pela primeira vez imagens de Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como a Mulher-Hulk, a prima do herói verde dos quadrinhos. Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”) também aparece.
O vídeo brinca com a relutância da advogada em assumir o lado heroico da família.
A série tem previsão de estreia no dia 17 de agosto na plataforma de vídeos Disney+.

Fonte: G1 Entretenimento

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Teresa Cristina dá sentido político aos versos de samba lançado por Benito Di Paula em 1977


Single com a gravação de ‘Proteção às borboletas’ faz parte do ainda inédito songbook que festeja os 80 anos do compositor. Capa do single ‘Proteção às borboletas – Benito 80’, de Teresa Cristina
Divulgação
♪ Apresentado pelo autor Benito Di Paula em 1977, no álbum que gerou sucessos como Assobiar e chupar cana, o samba Proteção às borboletas sempre ganhou informalmente a voz de Teresa Cristina, primeiramente no chuveiro e, a partir de 2020, nas lives diárias que entravam pelas madrugadas pandêmicas e que puseram a artista carioca em outro patamar na cena cultural do Brasil.
Por isso, nada mais natural que Teresa fosse a intérprete convidada a dar voz a versos como “Eu sou como a borboleta / Tudo o que eu penso é liberdade / Não quero ser maltratado / Nem exportado desse meu chão” – devidamente transpostos para o feminino pela cantora na gravação que será lançada em single agendado para quinta-feira, 19 de maio – em registro fonográfico oficial. A gravação foi feita para o songbook que celebra os 80 anos de Benito Di Paula, festejados em novembro de 2021.
Para quem não liga o nome à música, Benito Di Paula é cantor, compositor e instrumentista fluminense que alcançou grande popularidade nas décadas de 1970 e 1980 com samba batucado nas teclas do piano com cadência que, de certa forma, é o embrião do pagode dos anos 1990.
No songbook Benito 80, Teresa Cristina canta Proteção às borboletas com os toques dos músicos Igor Caracas (bateria, tamborim e ganzá), Marcelo Cabral (contrabaixo), Rodrigo Campos (cavaco, agogô e surdo), Rodrigo Vellozo (piano acústico e Rhodes) – filho de Benito e idealizador, diretor artístico e produtor musical do songbook (função dividida com Romulo Fróes) – e Thiago França (flauta).
Com letra escrita por Benito Di Paula com inspiração nos quadros que mantinham borboletas dentro de vidros (“Achavam aquilo lindo. Eu não achava aquilo nada bonito. A borboleta é o símbolo da liberdade. Ela simboliza a liberdade que nós merecemos”, entende o compositor), o samba tem 45 anos e possui versos que podem ser interpretados com sentido político no Brasil de 2022, sobretudo se ouvidos na voz militante de Teresa Cristina.
Anunciado oficialmente em 14 de abril com a edição do single em que João Bosco canta o samba-canção Se não for amor (1974), o songbook Benito 80 reúne regravações do cancioneiro de Benito de Paula nas vozes de 16 artistas. Além das faixas com João Bosco e Teresa Cristina, o disco apresentará registros inéditos de músicas do compositor nas vozes de Criolo (Charlie Brown, 1974), Juçara Marçal (Retalhos de cetim, 1973) e Ná Ozzetti (Depois do amor, 1974), entre outros nomes.

Fonte: G1 Entretenimento