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Demi Lovato internada: o que se sabe até agora

Demi Lovato foi internada às pressas em um hospital de Los Angeles na terça-feira (24), pouco antes do meio-dia, depois de ter sido encontrada desacordada em sua casa.

Horas após o ocorrido, um porta-voz da cantora disse que ela estava “acordada e que sua família queria expressar a gratidão pelo amor, orações e apoio”.

O comunicado ainda disse que “algumas informações divulgadas estavam incorretas e eles pediam respeitosamente por privacidade”.

Até o momento, estas são todas as informações oficiais sobre o caso. O restante das hipóteses publicadas pela imprensa internacional tem como base fontes não oficiais ou especulações.
Overdose

Nem família nem equipe de Demi Lovato confirmaram até agora se a cantora de fato sofreu uma overdose. O site TMZ, especializado na cobertura de celebridades, cita como fonte uma pessoa dentro da polícia que diz que o chamado respondido pelas autoridades tratava-se de uma aparente overdose de heroína. Horas mais tarde, outra fonte do mesmo site afirmou que não se tratava de heroína. No passado, Demi também teve problemas com cocaína e Oxycontin.

Ao chegar ao local do atendimento, as equipes de emergência ainda não teriam sido informadas sobre qual substância Demi teria usado. A polícia também não encontrou drogas no local. A princípio, não será aberta uma investigação criminal em relação ao caso, já que não se pôde determinar se ela tinha posse de alguma substância ilegal.
Acordada e consciente

O porta-voz da cantora confirmou que ela está acordada e com sua família. Horas antes do comunicado oficial, sua tia, Kerissa Dunn, chegou a postar no Facebook que ela estava consciente, mas apagou o post minutos depois.Narcan

Diversos sites afirmam que o remédio Narcan foi administrado em Demi Lovato assim que foi constatada a suposta overdose. O medicamento, cujo nome científico é Cloridrato de Naloxona, pode reverter uma overdose de opiáceos ao diminuir os principais efeitos, como depressão respiratória, sedação e hipotensão.

Nos Estados Unidos, o medicamento se popularizou e chega a ser vendido em uma versão como spray nasal pelo valor de US$ 37 (cerca de R$ 137). O TMZ afirma que o Narcan foi administrado em Demi ainda em sua casa. O site US Weekly vai além: “Um de seus amigos tinha Narcan para caso algo acontecesse. Eles sabiam que isso poderia acontecer porque ela estava usando [droga] de novo”, teria dito um amigo próximo da cantora ao site. Nenhuma dessas informações foi confirmada.
A festa

Na noite anterior ao episódio, Demi estava no Saddle Ranch, um bar e restaurante, comemorando o aniversário de uma de suas dançarinas. Depois do evento, uma festa se formou na casa da cantora, que fica em Hollywood Hills. O TMZ aponta que membros da equipe de Demi estavam com ela quando as equipes de emergência chegaram, pouco antes do meio-dia. Não há informações se as pessoas que estavam na celebração da noite anterior eram as mesmas da festa em sua casa.

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HBO promete final de “Game of Thrones” para primeira metade de 2019

O final de “Game of Thrones” não parece mais tão distante. O chefe de programação da HBO, Casey Bloys, prometeu que a última temporada da série épica chegará à emissora na primeira metade de 2019. A informação é da “Entertainment Weekly”.

Bloys, que falou à imprensa norte-americana durante o TCA, um evento para os críticos de TV do país, também comentou sobre o planejado spin-off da trama, que deve estrear apenas em 2020.
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Segundo ele, reportagens dizendo que as filmagens começariam em outubro estavam incorretas. “Estamos planejando começar nos primeiros meses de 2019”, revelou. “Ainda estamos começando o processo de escalação da série”.

O spin-off de “Game of Thrones” será escrito por Jane Goldman (“Kick-Ass”) com a ajuda do autor da saga literária, George R.R. Martin. A trama se passará milênios antes dos eventos da série principal, mostrando a fundação das grandes casas (Stark, Lannister, etc) como as conhecemos hoje e o primeiro confronto entre homens e Caminhantes Brancos.

A HBO tem vários outros roteiristas trabalhando em ideias alternativas de spin-off para “Game of Thrones”, embora nenhuma outra tenha sido aprovada e encaminhada para produção até o momento.
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Há 30 anos, safra de filmes definiu a “Sessão da Tarde” como a conhecemos

Se existe um ano que simboliza de forma quase perfeita o espírito da “Sessão da Tarde”, o momento do cinema televisivo mais querido dos brasileiros, esse ano provavelmente é 1988. Faça o teste: verifique a lista das dez maiores bilheterias daqueles 12 meses nos Estados Unidos. A sensação é a de que fomos transportados para as tardes preguiçosas dos anos 1990 e 2000, quando passávamos horas e horas em frente à TV.

Entre filmes que bombaram naquele ano e viraram clássicos vespertinos no Brasil estão basicamente comédias: “Um Príncipe em Nova York”, “Irmãos Gêmeos”, “Quero Ser Grande”, “Os Fantasmas se Divertem”, “Crocodile Dundee 2”, “Corra que a Polícia Vem Aí”, “Uma Cilada para Roger Rabbit”, além do drama “Cocktail” e do sucesso de ação “Duro de Matar”.

Há 30 anos, as franquias ainda engatinhavam, longe das cifras bilionárias do século 21, e as comédias, leves e para toda a família, eram vistas como a galinha dos ovos de ouro de Hollywood. Outra curiosidade que diz muito sobre o tamanho do humor naquela época: no top 10 dos filmes mais vistos de 1988, apenas o premiado “Rain Man” jamais foi exibido nas tardes da TV Globo.

Influentes, todos esses filmes têm grande valor na construção do cinema moderno e na formação de um novo público jovem. Definiram o gosto de muita gente e revelaram uma nova geração de atores e cineastas. A maioria dos longas envelheceu bem e continua povoando o inconsciente do brasileiro. Relembre abaixo nove das produções lançadas em 1988 que hoje são símbolos da “Sessão da Tarde”.

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“Um Príncipe em Nova York”

História: Herdeiro do trono de Zamunda, o reino africano fictício, o jovem Akeem Joffer (Eddie Murphy) ruma a Nova York para tentar encontrar uma mulher, já que ele não é a favor da ideia de casamento real arranjado. O destino só podia ser um: o inóspito bairro do Queens, que era bem mais sujo e perigoso do que hoje em dia. É uma das melhores comédias de Murphy e de toda a década de 1980.

Pontos altos: O bom roteiro, a química dos protagonistas e a memorável cena da barbearia, em que os personagens, a maioria interpretada por Murphy, discutem quem foi o maior boxeador de todos os tempos. A dublagem brasileira a cargo de Waldyr Sant’anna (1938-2018) deixa tudo ainda melhor.

Quantas vezes foi exibido na “Sessão da Tarde”: 17 – 1992, 1995, 1996, 1997, 2000, 2001 (duas vezes), 2002 (duas vezes), 2003, 2004, 2005, 2006 (duas vezes), 2007, 2008, 2013.

Merece passar de novo? Hoje e sempre.

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“Irmãos Gêmeos”

História: Fruto de experiências genéticas, um “homem perfeito” (Arnold Schwarzenegger) vive isolado da sociedade em uma ilha até descobrir que possui um irmão gêmeo um tanto diferente e com muito menos predicados, Danny DeVito. O filme marcou o início da parceria entre Arnold e o diretor Ivan Reitman, que mudou a carreira do fortão com as comédias.

Ponto alto: O absurdo da premissa, o carisma inabalável dos protagonistas e a cena em que o futuro governador da Califórnia aprende a dirigir lendo o manual do carro.

Quantas vezes foi exibido: 10 – 1993, 1995, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2006 (duas vezes) e 2007.

Merece passar de novo? Ô!

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“Quero Ser Grande”

História: Josh quer crescer para conquistar uma garota. Ele faz um desejo a uma máquina fantasmagórica em um parque de diversões e vira Tom Hanks. Ele precisa trabalhar e viver uma nova vida em Nova York. Premiado no Globo de Ouro, o longa foi dirigido pela cineasta Penny Marshall e é um dos grandes destaques do início da carreira de Hanks, rendendo ao ator a sua primeira indicação ao Oscar.

Pontos altos: A forma inusitada como o menino em corpo de adulto se adapta à vida adulta é deliciosa. Se você não sorrir nem sonhar em fazer o mesmo ao ver Tom Hanks e Robert Loggia tocarem “Heart and Soul” com os pés em um piano gigante, há claramente um problema aqui.

Quantas vezes foi exibido: 9 – 1995, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2004, 2014.

Merece passar de novo? Sim, mas merece horário mais nobre.

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“Os Fantasmas se Divertem”

História: Um dos grandes sucessos do cineasta Tim Burton, mistura comédia, terror e humor negro ao acompanhar um casal fantasma (Geena Davis e Alec Baldwin) que decide assombrar a própria casa para afugentar os novos moradores (Jeffrey Jones e Catherine O’Hara). Venceu Oscar de melhor maquiagem, rendeu fama a Winona Ryder e mostrou toda a versatilidade de Michael Keaton.

Pontos altos: Destacam-se o visual, as loucas aparições do personagem Beetlejuice e a clássica cena em que todos dançam hipnotizados “Banana Boat Song (Day-O)”, de Harry Belafonte. Este momento emblemático chegou a ser homenageado no Brasil em propaganda do Bubbaloo Banana.

Quantas vezes foi exibido: 6 – 1996, 1999, 2001 (duas vezes), 2002, 2004.

Merece passar de novo? Ganhou status de filme cult e também poderia ser exibido mais tarde.

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“Crocodilo Dundee 2”

História: Paul Hogan, o australiano “caipira” mais amado do universo, e Linda Kozlowski reprisam seus papéis do primeiro filme, agora enfrentando um cartel de drogas colombiano. Assim como o predecessor, rendeu risadas e rios de dinheiro pelo mundo.

Ponto alto: A inaptidão de Crocodilo Dundee passando por grandes cidades é um prato cômico muito bem servido. O momento em que ele derrota um bandido com uma cesta de lixo e em seguida é confundido com Clint Eastwood mora no coração dos fãs.

Quantas vezes foi exibido: 6 – 1992, 1995, 1996, 1997, 1999, 2001.

Merece passar de novo? O primeiro merece mais, mas sim.

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“Corra que a Polícia Vem Aí”

História: Baseado na série de TV “Police Squad!”, estrelada por Leslie Nielsen, mostra as trabalhadas do agente policial Frank Drebin, que empreende operações desastradas e misteriosamente bem-sucedidas. Com piadas quase 100% do tempo, tem Priscilla Presley e O. J. Simpson no elenco e o DNA do ótimo “Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu”.

Pontos altos: Duas palavras. Leslie Nielsen.

Quantas vezes foi exibido: 3 – 1992, 1994, 1996

Merece passar de novo? Claro!

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Claudia Leitte vira candidata no “The Voice”, e Ivete pede: “Fique no meu time”

A 7ª temporada do “The Voice Brasil” começou a Audição às Cegas com uma candidata bem conhecida: Claudia Leitte. A cantora fez uma aparição surpresa no programa da Globo, que estreou nesta terça-feira (17), cantando “It Hurt So Bad”, famosa na voz de Susan Tedeschi, e conseguiu virar a cadeira de todos os jurados.

“Tem que ficar no meu time”, pediu Ivete Sangalo, que ficou com a vaga de Claudia como jurada desde a edição anterior do programa, em 2017. A dona do hit “Taquitá” é hoje jurada da versão kids do reality musical.

“Eu estava aqui pensando: ‘Eu já ouvi essa música cantada pela Claudia’. Mas sabe o que eu achei incrível? É que a presença da Claudia humaniza a ideia do artista, porque nós temos os mesmos anseios dessa turma que sobe aqui no palco”, disse Ivete.

Veja abaixo a apresentação completa de Claudia Leitte:

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5 motivos para você se render a Riverdale, a série teen do momento

“Riverdale” chegou sem grande alarde, lá em 2016, mas em pouco tempo se tornou uma sensação. Seus atores agora acumulam dezenas de milhões de seguidores, e a série viu a audiência nos Estados Unidos dobrar entre o final da primeira temporada e o começo da segunda – muito por conta, acredita a mídia especializada, do sucesso que fez ao ser adicionado ao catálogo da Netflix por lá.

Neste domingo (22), “Riverdale” será oficialmente “consagrada” na cultura pop: a série terá um painel dedicado exclusivamente a ela na San Diego Comic Con, a meca dos aficionados em filmes, séries e quadrinhos. A apresentação acontecerá no maior palco do evento, o Hall H – o mesmo onde tradicionalmente são feitos anúncios de filmes da Marvel e da DC, e de séries como “Game of Thrones” e “The Walking Dead”.

Poucos dramas teens conseguiram viciar tanto – e é provável que você também se renda a ela mesmo que sua adolescência tenha ficado lá atrás. Listamos abaixo 5 motivos para você dar uma chance a “Riverdale”. No Brasil, ela é exibida pelo canal pago Warner Channel, e a primeira temporada pode ser vista na Netflix.
Fator nostalgia
“Riverdale” é baseada nos quadrinhos do Archie, que se tornaram uma verdadeira febre. Nos anos 1960, os personagens ganharam as telinhas na animação “A Turma do Archie”, que imortalizou para muitas gerações a figura do rapaz ruivinho com seus companheiros inseparáveis Veronica, Betty e Jughead. Todos eles – inclusive o cabelo ruivo de Archie e o trio Josie e as Gatinhas – estão na série, que constrói Riverdale como uma cidade que poderia facilmente estar em décadas passadas.
Os mistérios

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A produção traz um ar bem mais sombr

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Terror e escravidão: “Nó do Diabo” é o “Corra!” brasileiro da era Temer

“Nó do Diabo” é um filme de terror que reflete sobre como a sociedade brasileira evoluiu –ou não– desde o fim legal da escravidão. Dividido em cinco partes, e dirigido por quatro cineastas, o longa-metragem guarda nas entrelinhas críticas não muito comuns em filmes de gênero.

“Quando a gente está falando de trabalho, fala também de terra, relações sociais, relações sexuais e de gênero. Não só de raça e cor”, define o co-diretor e roteirista Ramon Porto Mota ao UOL. “A gente precisa superar essa ideia do mito da democracia racial e do homem cordial que foi construído nos anos 1930 com Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, e essa necessidade de construir uma sociedade brasileira pacífica. O ‘Nó do Diabo’ reflete essa sociedade construída em cima de conflitos e que tenta jogar os problemas para baixo do tapete”.

Contado de forma não linear, “Nó do Diabo” primeiro apresenta nos dias de hoje um capataz (papel do espetacular Tavinho Teixeira) que cuida de uma fazenda seguindo as ordens de seu patrão. Ao longe, ele encara uma favela enquanto segura nas mãos a espingarda, incorporando um capitão do mato “moderno” para espantar qualquer ameaça.

Nos atos seguintes, volta-se ao passado e mostra como a ideia coronelista segue em voga. Ali, vemos a fazenda que serviu de engenho para diversos senhores e abrigou inúmeros escravos, que morreram e tentaram lutar pela vida. A sacada da produção de usar o ator Fernando Teixeira interpretando o mesmo dono da terra em todos os segmentos, do século 19 ao 21, transmite ainda melhor a ideia da manutenção do poder.”Corra!” brasileiro

O “Nó do Diabo” pode ser comparado ao filme “Corra!”, vencedor do Oscar de melhor roteiro original em 2018, por também fazer uma análise sobre a atual condição racista da sociedade. Ramon disse ter pensado no filme muito antes da produção norte-americana virar a queridinha de Hollywood e admite que ambos promovem a necessidade de discutir a questão étnico-racial, mas também aponta algumas diferenças primordiais.

“Mesmo que seja um filme crítico, [‘Corra!’] tem todo o maquinário de Hollywood por trás. O filme não chega a bater recorde de bilheteria se não tiver uma máquina para colocar o filme em cartaz. E a gente aqui não tem nada. E também tem o fato de que ‘Nó do Diabo’ não podia dar o luxo de ser divertido, como o ‘Corra!’ tem momentos cômicos incríveis”, analisa Ramon.

“Falando de escravidão, isso dura desde 1530 no Brasil. E isso dura até hoje fora do Brasil também. É só ver o Lukaku [jogador da Bélgica que disputou a Copa do Mundo 2018] falando que quando ele joga bem é belga, e quando joga mal é do Congo. Até o ‘Pantera Negra’ está dentro do maquinário de Hollywood e se utilizando deste tema”, contextualiza o diretor.

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Robin Wright fala sobre as acusações contra Kevin Spacey: “Fiquei surpresa”

A atriz Robin Wright, que contracenou com Kevin Spacey na série “House of Cards”, falou pela primeira vez sobre as acusações que o ator enfrenta de assédio sexual.

Em entrevista exibida na manhã desta segunda-feira (9) no programa “Today”, da NBC, Robin disse à jornalista Savannah Guthrie que ficou surpresa com todas as notícias.

“Nós éramos colegas de trabalho”, falou a atriz. “Nós nunca socializamos fora do trabalho. Era uma relação respeitosa e profissional. Ele foi incrível comigo. Ele nunca foi desrespeitoso comigo. Então, essa é a minha experiência pessoal. É a única coisa que eu sinto que eu tenho direito de dizer a respeito”, afirmou.

A atriz afirmou ainda que não conhecia Kevin Spacey fora do set. “Nós nos conhecíamos apenas entre a ‘ação’ e ‘corta’ das filmagens. Eu não conhecia o homem. Conhecia apenas o ‘artesão’ incrível que ele é”.

Robin falou também sobre o movimento #MeToo, que combate o assédio sexual em Hollywood. “Eu não me importo quem você é. É sobre poder. E uma vez que você tem poder sobre uma pessoa, essa pessoa fica vulnerável. O último ano nos mostrou um novo caminho que nos permitiu iniciar uma nova conversa. Então, nós precisamos mudar o paradigma”.

Na série de TV, Robin interpreta Claire Underwood, a mulher de Frank Underwood, papel de Kevin Spacey por cinco temporadas. Agora, na sexta temporada, com o ator afastado, ela atuará sozinha e assumirá o papel de protagonista.

“Eu acho que todas ficamos surpresas, é claro, e muito tristes”, disse. “Nós avançamos e ficamos muito agradecidas por termos conseguido terminar a série como planejado”.

Kevin Spacey foi acusado de assédio sexual pelo ator Anthony Rapp, que afirmou que o ator fez avanços sexuais inadequados em 1986, quando Spacey tinha 26 anos e Rapp, 14. Depois da denúncia, outros 15 homens também revelaram terem sofrido assédio de Spacey.

A resposta de Spacey foi desastrada. Ele disse que estava alcoolizado naquela época e assumiu que era homossexual. Com a repercussão, a Netflix anunciou o fim da série após a sexta temporada. Spacey também foi retirado do filme “Todo Dinheiro do Mundo”, de Ridley Scott, e substituído por Christopher Plummer.
Assista a um trecho da entrevista (em inglês):

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De “Game of Thrones” a “Black Mirror”: Vilã de “Homem-Formiga” é a rainha nerd

A carreira de Hannah John-Kamen está crescendo cada vez mais em Hollywood. Em pouco tempo, a atriz já trabalhou em séries, filmes e até games consagrados. Dessa vez, ela é a vilã Fantasma em “Homem-Formiga e a Vespa”, produção mais recente da Marvel que está em cartaz nos cinemas.

“Quando começamos a falar do filme e de quem seria legal ter como antagonista, entramos na enciclopédia da Marvel com todos os heróis e vilões”, explicou o diretor Peyton Reed durante uma videoconferência direto de Los Angeles da qual o UOL participou. “Então descobrimos esse personagem, Fantasma, e adoramos o visual nas HQs e a habilidade de passar por objetos sólidos”.

A proposta de trabalhar com um herói pouco explorado possibilitou novas ideias da produção, como transformar o Fantasma, um homem originalmente nos quadrinhos, em mulher. “Como o vilão não é tão conhecido nos quadrinhos, nos sentimos livres para reinventar esse personagem com o que faz sentido na dinâmica do filme”, completou o cineasta.

Hannah faz um ótimo trabalho na produção como uma vilã cuja pretensão é mais se salvar do que tentar dominar o mundo para ficar extremamente poderosa. E quem a indicou para o papel foi um tal de Steven Spielberg.

Conheça outros destaques da atriz em sua curta (e promissora) carreira.

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Deus Salve o Rei: Catarina humilha a mãe bruxa e ameaça matá-la queimada

Catarina (Bruna Marquezine) vai reagir com crueldade ao descobrir que é filha de Brice (Bia Arantes) em Deus Salve o Rei. Após saber que sua bebê perdida foi adotada por Augusto (Marco Nanini) a bruxa invadirá o castelo de Montemor para fazer a revelação à rainha e será humilhada. A vilã desprezará a mãe, ordenará que ela vá embora e ameaçará matá-la queimada na fogueira.

Agnes (Mel Maia) reacenderá a esperança em Brice de encontrar sua filha após ter uma visão de que os pais adotivos da menina escondem um segredo. Furiosa, a feiticeira voltará à casa do casal que levou a bebê do convento onde foi deixada.

Com medo de ser morta, a mulher contará que Demétrio (Tarcísio Filho), que foi braço direito do rei Augusto, ofereceu dinheiro pela criança e a levou para ser criada como filha legítima do rei. Em choque, Brice constatará que é mãe de Catarina.

A bruxa, que mantém a aparência jovem com feitiços, partirá emocionada para o castelo de Montemor e ficará pela primeira vez diante da rainha após a revelação. “Eu vim porque eu preciso falar com você”, começará.

“Onde você está com a cabeça?! Você não pode aparecer aqui de jeito nenhum! Ninguém no castelo pode me ver falando com uma bruxa! Você quer mais dinheiro por aquele feitiço? É isso?”, perguntará Catarina, nervosa.

“Não! Catarina, me escute… Eu sei que isso vai parecer estranho, mas eu sou sua mãe”, revelará Brice. “O quê?! Você está louca?!”, reagirá a vilã. “Eu tive uma filha há 23 anos, ela foi levada. E eu acabo de descobrir, essa filha é você!”

Sem saber que foi enganada a vida inteira por Augusto, a vilã dará uma risada debochada. “Isso não tem cabimento! A minha mãe era a rainha Cecília de Lurton! E você nem tem idade para ser a minha mãe”, retrucará. “Eu sou mais velha do que aparento… Catarina, eu posso explicar”, insistirá a feiticeira.

“Eu não sei porque você está inventando tudo isso e nem quero saber. Vá embora!”, ordenará a rainha. “Por favor, escute! A rainha de Artena não era sua mãe de sangue! O rei Augusto mentiu pra você!”, contará Brice.

Lucíola (Carolina Ferman) aparecerá para interromper a conversa, mas a bruxa agirá rápido e fará uma magia para que uma rajada de vento feche a porta na cara da criada. “Se você tem amor à vida, saia imediatamente daqui! Eu vou chamar os guardas e você será presa… E queimada numa fogueira”, ameaçará Catarina.

“Eu te procurei por tantos anos…”, falará a personagem de Bia Arantes, que tentará fazer um carinho na malvada, mas será rejeitada. “Não se aproxime de mim, sua bruxa!”, dirá a rainha. “Nós só nos separamos porque eu estava sendo perseguida. Eu jamais te abandonaria. Mas eu finalmente te encontrei, Catarina”, justificará Brice.

Catarina, então, humilhará a mãe: “Rainha Catarina! Você deve me tratar por vossa majestade! Eu não sou do seu nível. Não sou plebeia! Muito menos filha de uma bruxa! Saia da minha frente! Eu nunca mais quero olhar para a sua cara! Você é um ser desprezível!”

“Não fale assim comigo, por favor!”, implorará Brice, magoada e em choque. “Suma daqui! Agora!”, gritará a filha de Augusto, na cena que irá ao ar no capítulo do dia 17 em Deus Salve o Rei.

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Juliana Paiva entra no lugar de Marina e Bruna Marquezine: ‘Não é um peso’

Juliana Paiva ocupará o posto de estrela da novela das sete no lugar de Marina Ruy Barbosa e Bruna Marquezine, com a estreia de O Tempo Não Para no dia 31. As protagonistas de Deus Salve o Rei terão uma substituta que ainda engatinha como mocinha, mas já roubou a cena como coadjuvante em duas tramas. Aos 25 anos, Juliana Paiva chega de mansinho e afirma que vai agarrar a oportunidade para mostrar o seu melhor.

“Eu acho que é um reconhecimento. Eu sempre falo que a gente vai plantando sementinhas por onde passa, e elas vão germinando. Não é um peso [ser protagonista], porque eu estou dividindo com um elenco de primeira. É um trabalho em conjunto, diário, em que a gente precisa muito do olho do outro”, diz.

No ano passado, no papel de Simone em A Força do Querer, Juliana foi elogiada pelo público e pela crítica. Algo que já tinha conseguido em Totalmente Demais (2015), quando sua divertida e aparecida Cassandra cresceu na história. Essas duas coadjuvantes, de certa forma, apagaram a primeira protagonista da carreira da atriz, Alice, da fracassada novela Além do Horizonte (2013).

“Como eu não encaro o peso de ser uma protagonista, eu também não encaro o peso de não ser. A Cassandra tomou uma proporção muito grande na trama, que não tinha no início e foi acontecendo, já a Simone era um presente estar ali e contracenar com as pessoas que eu estava contracenando, além de falar sobre questões importantes [transexualidade e vicío em jogo]. Não era pouca coisa”, comenta.