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Jota Quest lança música gravada com Dilsinho para álbum produzido por Paul Ralphes


Capa do single ‘Te ver superar’, de Jota Quest
Arte de Rafael Conde
♪ Enquanto se prepara para cair na estrada a partir de 2 de julho com o show da turnê Jota 25, prevista inicialmente para ter chegado à cena em 2020, a banda Jota Quest apresenta o quarto single do décimo álbum de estúdio do grupo mineiro.
Lançado ontem, 16 de maio, com capa que expõe arte de Rafael Conde, o single Te ver superar é composição inédita de Rogério Flausino, PJ e Franklin Araújo gravada pelo Jota Quest com o cantor de pagode Dilsinho.
Te ver superar sucede as músicas A voz do coração (Rogério Flausino, PJ e Rael, 2020), Guerra e paz (Rogério Flausino, Marcio Buzzelin, Marco Túlio Lara, PJ, Paulinho Fonseca, Guga Machado, Renato Galozzi e Saulo Roston, 2020) e Imprevisível (Marcio Buzelin, Marco Túlio Lara, Paulinho Fonseca, PJ, Rogério Flausino, Airton Bovo e Renato Galozzi, 2021) na cronologia de singles do álbum gravado pelo quinteto entre o segundo semestre de 2019 e o primeiro semestre de 2020 com produção musical de Paul Ralphes.
Previsto de início para ter sido lançado há dois anos, o primeiro álbum de estúdio de Rogério Flausino (voz), Marco Túlio Lara (guitarra), Marcio Buzelin (teclados), PJ (baixo) e Paulinho Fonseca (bateria) desde Pancadélico (2015) tem atualmente edição prevista para o segundo semestre de 2022.
Jota Quest lança o single ‘Te ver superar’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliette se manifesta após ser questionada sobre não ser artista; entenda o caso


Publicação da cantora vem depois de questionamento da atriz Samantha Schmütz. Juliette e Samantha Schmütz
Reprodução/Instagram
Na noite desta segunda-feira (16), Juliette Freire publicou um post dizendo ser artista e “aprendiz de muita coisa”. A mensagem vem depois de um comentário feito pela atriz Samantha Schmütz, que questionava se a ex-BBB era artista. O assunto virou um dos mais comentados no Twitter. Entenda o que aconteceu:
Durante participação no programa “Altas Horas”, no sábado (14), Juliette disse que, como artista, acredita ser importante se posicionar.
Samantha comentou o vídeo com a fala da ex-BBB questionando se ela é artista, compartilhado na segunda-feira (16).
Samantha apaga tuíte em seguida;
Na noite de segunda-feira (16), Juliette posta mensagem sobre ser artista.
Participação no “Altas Horas”
Na noite de sábado (14), durante sua participação no programa “Altas Horas”, Juliette afirmou que, na sua opinião, artistas devem se posicionar. “Eu, como artista hoje, que estou me tornando, que sou, acho que é obrigação”, afirmou ao lado de Juliana Paes.
O vídeo com a fala da ex-BBB foi repostado no Twitter e Samantha respondeu ao tuíte que acha ótimo se posicionar, mas questiona se Juliette é artista. A publicação da atriz foi apagado em seguida. No entanto, rendeu repercussão.
Tatá Wernek repostou o vídeo de Juliette no “Altas Horas” em seu Instagram. Já Anitta publicou o clipe da ex-BBB, “Cansada de dançar”, lançado na segunda-feira, com a frase: “Olhei e griteiiiiii: Artistaaaaaa”
Postagens de Tata Wernek e Anitta
Reprodução/Instagram
Na mesma noite, Juliette se manifestou na rede, sem mencionar Samantha.
“A arte abraça, encanta, emociona e transcende qualquer rótulo. Ser artista é algo tão bonito e maior que tudo isso… é tocar o outro com o que há de melhor em você, é doação, é amor, é verdade… Então, sim, eu SOU artista e aprendiz de muita coisa.”
Juliette Freire
Reprodução/Twitter

Fonte: G1 Entretenimento

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75º Festival de Cannes: saiba quais são os 21 filmes na disputa pela Palma de Ouro


Evento começa nesta terça-feira (17) e acontece até 28 de maio, data em que o nome do filme vencedor do prêmio máximo do festival será anunciado. 75ª edição do Festival de Cannes começa nesta terça-feira (17)
LOIC VENANCE / AFP
Começa nesta terça-feira (17) a 75ª edição do Festival de Cannes e 21 filmes estão na disputa pela Palma de Ouro.
O anúncio do prêmio máximo do festival será feito pelo júri presidido pelo ator francês Vincent Lindon, em 28 de maio.
O festival acontece entre os dias 17 e 28 de maio, voltando ao seu calendário tradicional após dois anos com alterações geradas pela pandemia. Em 2020, ele foi cancelado. Já em 2021, o evento foi transferido para julho, quando foi realizado sob rígidos protocolos contra Covid-19.
Leia também: Festival de Cannes começa nesta terça e tapete vermelho terá Tom Cruise, Kristen Stewart e Hanks
Saiba quais são os 21 filmes na disputa pela Palma de Ouro:
“Crimes of the future”, David Cronenberg
O diretor canadense (“Crash”, “Marcas da violência”) volta à competição aos 79 anos com um filme sobre transumanismo e metamorfose de órgãos, com Léa Seydoux, Kristen Stewart e Viggo Mortensen como protagonistas.
“Holy Spider”, de Ali Abbasi
O diretor de origem iraniana, vencedor da mostra “Un Certain Regard” em 2018 com “Border”, está de volta com um suspense ambientado no Irã.
“Triangle of Sadness”, de Ruben Ostlund
O diretor sueco mordaz aspira a segunda Palma de Ouro (venceu em 2017 com “The Square”) com uma comédia satírica que narra as aventuras dos passageiros de um cruzeiro de luxo em uma ilha deserta.
“Broker”, de Hirokazu Kore-eda
Depois de vencer a Palma de Ouro em 2018 com “Assunto de Família”, o diretor japonês apresenta uma nova história sobre famílias, mas desta vez rodado na Coreia do Sul e com a estrela de “Parasita” Song Kang-ho.
“Decision to leave”, de Park Chan-Wook
Em 2004, o violento “Oldboy” venceu o Grande Prêmio. Desta vez o sul-coreano segue as buscas de um investigador sobre o assassinato de um homem encontrado nas montanhas, cujo principal suspeito é sua esposa.
“Showing up”, de Kelly Reichardt
O novo filme da cineasta independente americana (“First cow”) aborda a vida de uma artista antes de uma exposição que vai mudar sua carreira. Com Michelle Williams como protagonista.
“Boy from Heaven”, de Tarik Saleh
O diretor sueco de origem egípcia, que ganhou fama com “Cairo Confidencial” (2017) retorna com seu ator favorito, Fares Fares, para retratar o Egito contemporâneo.
“Tchaikovsky’s wife”, de Kirill Serebrennikov
O “enfant terrible” da cena russa, atualmente morando em Berlim depois de deixar a Rússia pouco depois do início da ofensiva contra a Ucrânia, retorna a Cannes (“Leto”, “Petrov’s Fever”) com um filme histórico sobre a vida do compositor Pyotr Tchaikovsky. Pela primeira vez comparecerá ao evento.
“Les amandiers”, de Valeria Bruni Tedeschi
O novo filme da atriz e diretora franco-italiana mostra uma escola de teatro fundada por um conhecido diretor e dramaturgo, Patrice Chéreau, com a aids como pano de fundo.
“Tori et Lokita” de Jean-Pierre e Luc Dardenne
Os irmãos belgas, duas vezes laureados com a Palma de Ouro em Cannes, narram a amizade de dois adolescentes procedentes da África exilados na Bélgica.
“Armageddon Time”, de James Gray
O diretor americano relembra a vibrante Nova York dos anos 1980 com um filme sobre uma escola dirigida pelo pai do ex-presidente Donald Trump. Com Anne Hathaway e Anthony Hopkins.
“Nostalgia”, de Mario Martone
O primeiro filme em competição em Cannes do diretor italiano, que adapta um romance do mesmo título, ambientado em Nápoles.
“Stars at noon”, de Claire Denis
A diretora francesa, premiada em fevereiro no Festival de Berlim com “Avec amour et acharnement”, apresenta desta vez um romance ambientado na Nicarágua.
“Close”, de Lukas Dhont
O diretor belga, vencedor do Camera d’Or em 2018 em sua estreia em longa-metragem “Girl”, trata neste filme da amizade entre dois adolescentes que são separados de forma traumática.
“Frère et soeur”, de Arnaud Desplechin
Depois de participar na mostra oficial em 2019 com o policial “Roubaix, une lumière”, o cineasta francês apresenta um drama familiar que narra o reencontro dos filhos de um casal que acaba de falecer. Com Marion Cotillard e Melvil Poupaud.
“RMN”, de Cristian Mungiu
O diretor romeno, vencedor da Palma de Ouro por “4 meses, 3 semanas, 2 dias”, volta a analisar as mazelas que afligem o seu país com um filme rodado na Transilvânia.
“Leila’s Brothers”, de Saeed Roustaee
Depois do celebrado policial “A Lei de Teerã”, pouco se divulgou sobre o novo filme deste jovem diretor iraniano.
“Eo”, de Jerzy Skolimowski
Aos 83 anos, esta grande figura do cinema polonês voltou a seu país depois de morar na Califórnia para narrar uma história com participação da francesa Isabelle Huppert.
“Pacifiction” de Albert Serra
O iconoclasta diretor espanhol, premiado na mostra “Un Certain Regard” por “Liberté” em 2019, narra uma história de amor e literatura que se passa no Taiti. Com Benoît Magimel e Sergi López.
“Un petit frère” de Léonor Seraille
“Caméra d’Or” por “Montparnasse Bienvenüe” em 2017, a francesa conta a história de uma família de migrantes no subúrbio de Paris.
“Le otto Montagne” de Felix Van Groeningen e Charlotte Vandermeersch
O diretor belga de “Alabama Monroe” e a atriz de “Bélgica” adaptam o livro do italiano Paolo Cognetti sobre a amizade de dois jovens, um que vive na cidade e outra em uma região de montanhas.
VÍDEO: ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol’ volta ao Festival de Cannes com cópia restaurada em 4K:
Filme de Glauber Rocha volta a Cannes para reexibição em 4K

Fonte: G1 Entretenimento

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Amber Heard volta a responder perguntas dos advogados de Depp nesta terça-feira (17)


Durante audiência, Heard contou que sofreu abuso físico e emocional por parte do ator, que nega as acusações. Os argumentos finais estão marcados para do dia 27 de maio. Amber Heard e Johnny Depp
Steve Helber/Pool via Reuters
A atriz Amber Heard deve enfrentar mais questionamentos dos advogados de Johnny Depp nesta terça-feira (17). Ela o acusa de abuso físico e emocional durante o período em que ficaram casados. Ele nega as acusações. As informações são da Agência de notícias da Reuters.
Amber Heard diz em depoimento que Johnny Depp a agrediu na lua de mel
‘Ele se tornou uma coisa horrível’: o depoimento de Amber Heard acusando o ex-marido Johnny Depp de agressão
Depp está processando a atriz com um pedido de US$ 50 milhões de indenização, dizendo que ela o difamou quando alegou ter sido vítima de abuso doméstico. Heard abriu um outro processo, em que pede US$ 100 milhões, argumentando que Depp a difamou ao chamá-la de mentirosa.
Nesta segunda-feira (16), ela contou aos jurados que foi uma “tortura” ver suas alegações sendo questionadas e ter de se defender em público.
“Eu quero seguir em frente”, disse. “Eu quero que Johnny siga em frente também. Eu quero que ele me deixe em paz.”
Amber Heard
Steve Helber/Pool via Reuters
Durante a audiência, os advogados de Depp começaram a tentativa de desacreditar as alegações de Amber apresentando fotografias nos tapetes vermelhos e no “The James Corden Show”, enquanto estava no relacionamento com o ator.
As aparições públicas ocorreram logo após as ocasiões em que Heard disse que Depp havia batido nela com as mãos, nas quais ele geralmente usava anéis pesados. As fotos apresentadas pela defesa do ator pareciam não revelar ferimentos.
Heard disse que sofreu ferimentos e, a certa altura, pensou que seu nariz estava quebrado, mas os ferimentos não eram graves o suficiente para serem visíveis ou estavam cobertos por maquiagem. Ela disse que usou gelo para reduzir o inchaço.
Amber Heard
Steve Helber/Pool via Reuters
Depp testemunhou que nunca bateu em Heard e argumentou que ela era a agressora em seu relacionamento. Ele disse que ela jogou uma garrafa de vodca nele no início de 2015, cortando a ponta de seu dedo médio direito.
Heard disse que não causou a lesão no dedo e disse que só o acertou para se defender ou defender sua irmã.
As alegações finais estão marcadas para 27 de maio.
O caso refere-se a um artigo de opinião de dezembro de 2018 publicado no jornal “Washington Post”. O artigo nunca mencionou Depp pelo nome, mas seu advogado disse aos jurados que estava claro que Heard estava se referindo a ele. O divórcio do casal foi finalizado em 2017, após menos de dois anos de casamento.
Depp, que já esteve entre as maiores estrelas de Hollywood, disse que nunca bateu em Heard ou em qualquer outra mulher, e que as acusações de Heard custaram “tudo”. Um novo filme da franquia “Piratas do Caribe” foi suspenso, e Depp foi substituído na franquia “Animais Fantásticos”, do universo “Harry Potter”.
Os advogados de Heard argumentam que ela diz a verdade e que sua opinião está protegida pela liberdade de expressão, de acordo com a primeira emenda da Constituição norte-americana.
Há menos de dois anos, Depp perdeu um processo por calúnia contra o jornal “The Sun”, um tabloide britânico que o chamou de “agressor de mulher”. Um juiz de uma Alta Corte de Londres decidiu que ele havia agredido Heard repetidas vezes.

Fonte: G1 Entretenimento

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De ex-miss EUA a estrelas mirins, veja artistas que deixaram Hollywood pela indústria pornô


Além de Maitland Ward, de ‘As Branquelas’, outros artistas seguiram a carreira em produções para o público adulto. Veja quem fez essa aposta. Jaimee Foxworth, Holly Sampsion e Maitland Ward
Reprodução/Instagram/IMDB/Instagram
Maitland Ward ficou conhecida nos Estados Unidos pela série “O Mundo é dos Jovens”, exibida nos anos 90. Mas o papel de mais destaque da atriz foi em “As Branquelas”, comédia de 2004.
Desde 2019, ela tem se dedicado aos filmes pornôs e já recebeu treze prêmios desde sua estreia, de acordo com o IMDb, site especializado em cinema e TV.
Além dela, outros artistas também deixaram Hollywood para se enveredar na indústria pornográfica. Veja a lista com alguns deles:
Kelli McCarty
Kelli McCarty
Reprodução
Kelli McCarty foi miss Estados Unidos em 1991 e finalista do Miss Universo. Em 2009, ela aceitou estrear seu primeiro filme para adultos, “Faithless”, depois de participar da telenovela “Passions”, da NBC.
Em uma entrevista a imprensa americana, na época, ela disse ter se divertido enquanto atuava. “Foi uma oportunidade perfeita para juntas duas de minhas paixões.”
Scotty Schwartz
Scotty Schwartz
Reprodução/Vape Warz
Estrela mirim, Scott Schwartz esteve em filmes como “O Brinquedo” e “Uma história de Natal”, sucessos dos anos 80 nos Estados Unidos. Foi em 1990 que ele fez a sua estreia no mercado pornográfico, com o filme “The Beauty and the Beast: part II”.
Scotty Schwartz
Reprodução/IMDB/’O brinquedo’
Schwartz chegou a ser tema de um episódio da série “E! True Hollywod story”, do canal “E! Entertainment”, chamado “Scotty Schwartz: From child star to porn star” (em português, “Scotty Schwartz: de estrela infantil a estrela pornô”).
Jaimee Foxworth
Jaimee Foxworth
Reprodução/Instagram
Entre os anos de 1989 e 1993, Jaimee Foxworth interpretou Judy Winslow, na série americana “Family Matters”. Em uma entrevista ao Huffpost, em 2014, ela contou que, quando chegou à adolescência, viu os convites e testes para TV minguarem e sua família começou a passar necessidade.
Aos 19, ela se arriscou na indústria pornô. Em 2006, em uma entrevista para a apresentadora Oprah Winfrey, Jaimee disse que ter feito os filmes adultos era um grande arrependimento na sua vida.
Holly Sampson
Holly Sampson
Reprodução/IMDB
Holly Sampson esteve em episódios das séries “Pais demais” e “Anos incríveis”, no fim dos anos 80, e filmes como “Um som diferente” e “Gia, fama e destruição”, estrelado por Angelina Jolie.
Ela começou a carreira em filmes pornôs a partir dos anos 90, principalmente com o nome Nicolette Foster. Segundo a plataforma IMDB, ela participou de mais de 130 produções voltados ao público adulto. Um dos filmes foi “Emmanuelle 2000”, de 2001.

Fonte: G1 Entretenimento

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Edna Velho, musa do humor, trabalha no Banco Central, mas não descarta volta aos palcos


Atriz de ‘Vivo o Gordo’ e ‘A Praça é nossa’ fala da saudade do teatro e explica pausa na carreira artística. Série do g1 relembra trajetória e conta como estão ‘musas dos anos 90’. Edna Velho: série musas 1990
Formada em gestão pública e pós-graduada em gestão de marketing, Edna Velha não para de estudar.
Aos 58 anos, a modelo e atriz era uma das musas da TV na década de 1990. Hoje, ela atua com gestão de pessoas no Banco Central, em Brasília, após ser aprovada em concurso público. Também faz curso de design gráfico nas horas vagas do trabalho.
Edna iniciou a carreira como modelo e fez várias participações no programa “Viva o Gordo”, com Jô Soares. Muita gente também lembra dela pelos papéis em “A praça é nossa”. Mas ela deu um tempo da carreira artística após o nascimento de seu filho, Raphael, em 2002, de sua relação com o ex-jogador Romário.
“Depois que o meu filho nasceu, tudo que eu queria era um pouco mais de estabilidade, de equilíbrio, de poder controlar meus horários, eu precisava disso. Então foi basicamente por isso”, afirma Edna em entrevista ao g1.
Nesta semana, o g1 dá voz às mulheres que foram chamadas de musas nos anos 1990. Nesta série de entrevistas, elas relembram as trajetórias e contam como estão.
Apesar da pausa, Edna afirma que não deixou de ser atriz.
“Se algum dia eu decidir, paralelo ao meu trabalho, fazer uma peça de teatro, algo que não impacte no meu desempenho no Banco Central, eu posso perfeitamente fazer. É só querer, né? Ter a vontade, querer e ir atrás.”
Edna diz que sente falta dos palcos, mas não da TV. “Basicamente eu trabalhei muito com humor, eu adoro, amo. Mas em questão de teledramaturgia eu já acho uma coisa mais difícil, porque a idade é muito limitadora, entendeu? E eu detesto limite.”
Edna Velho em ensaio da década de 1990 em foto de fevereiro
Reprodução/Instagram/EdnaVelho
No bate-papo, Edna ainda fala sobre arrependimentos na carreira, cita nomes de musas da atualidade, conta como lida com o assédio nas redes sociais e debate o processo de envelhecimento.
“A gente tem que ir sentindo o movimento da vida e ir mudando, buscando outras possibilidades, né? Você tem que buscar outras coisas que te façam feliz. Porque você não pode se sentir feliz só por tá na capa de uma revista e ser considerada o símbolo do símbolo do símbolo. Até porque hoje em dia, isso é muito questionável.”
g1 – Quais as principais diferenças que você sente sobre as rotinas da carreira artística e na do banco?
Edna – Olha, a diferença é que no meio artístico você acaba estando mais exposto, né? Você tem que estar sempre ali trabalhando com a emoção, é como se você tivesse que segurar um pouco os seus sentimentos. Ou seja, você tem que segurar um pouco você e viver outras coisas, viver outros personagens, se entregar a outras vidas.
Vou te dizer que na Gestão Pública, eu trabalho com comunicação, gestão de pessoas. Você trabalhar com pessoas, você tem que ter empatia, né? O gestor tem que ter empatia para poder administrar, para poder coordenar a equipe ou mesmo para poder lidar com os colegas no dia a dia. Então nesse sentido, a parte artística me ajudou muito. Porque sem empatia, você não pode ser ator.
g1 – Normalmente os atores falam sobre a falta de horários, rotinas, não ter final de semana… nessa questão também dá para você se organizar melhor, ter mais para você, para sua família?
Edna – A gente tem o horário de trabalho, né? Às vezes, quando necessário eu passo a minha hora do almoço, vou até um pouco mais tarde. Mas é lógico que você consegue se organizar melhor em termos de horário, sim. Você consegue ter uma vida mais organizada, consegue chegar e dizer: ‘de manhã muito cedo, eu vou para academia, vou malhar’. Já no meio artístico não dá muito para você controlar os horários.
g1 – E em que momento que você decidiu que você não queria mais atuar? Bom, na verdade a pergunta também é se você decidiu que não quer mais atuar nunca mais. E se isso aconteceu, em que momento e por quê?
Edna: Não. Nunca digo nunca. Eu sou atriz, então eu não deixei de ser atriz. Se algum dia eu decidir, paralelo ao meu trabalho, fazer um tipo uma peça de teatro, algo que não impacte no meu desempenho no Banco Central, eu posso perfeitamente fazer. É só querer, né? Ter a vontade, querer e ir atrás.
O momento em que eu decidi dar um tempo da carreira artística, foi quando meu filho nasceu, ele muito pequeno. Então achei que eu tinha que me dedicar bastante a ele, ele precisava muito de mim. E aí o meu artístico é aquele negócio é muito instável.
Você tem que estar à disposição, mas o meio artístico não tá muito à disposição de você. Ou seja, você tem que estar pronta a qualquer momento para um chamado, é muito instável.
E depois que o meu filho nasceu tudo que eu queria era um pouco mais de estabilidade, de equilíbrio, de poder controlar meus horários, eu precisava disso. Foi basicamente por isso.
Edna Velho com o filho Raphael
Reprodução/Instagram
E também porque eu queria escrever um livro sobre concurso, sobre a vida de pessoas que fazem concursos. Eu fui fazendo o curso e me apaixonei ali por aquele universo das pessoas que acordam muito cedo, que estão muito interessadas em aprender. Tinha muita gente que levava até a marmitinha de casa e nos intervalos das aulas, ia lá, fazia um lanche, ou comia mesmo uma refeição.
Foi uma coisa que foi me encantando, aquele amor pelo saber. E pela administração pública também, que eu comecei a conhecer melhor e comecei a me encantar por Administração, é uma coisa que eu gosto muito.
g1 – E você chegou a lançar o livro?
Edna – Não, eu não lancei o livro porque comecei a estudar muito. Meu foco mudou para o estudo. Porque precisa estudar muito para passar em concurso. Você tem que, não só saber a matéria, mas tem que saber fazer a prova. Estudar o conteúdo e o método.
Então eu tive que me focar naquilo dali, mas a ideia do livro não tá abandonada. De vez em quando eu vou lá, escrevo, digito algumas coisas e tal, ideias um pouco soltas ainda, mas que vai ter uma hora que eu vou juntar tudo e vai dar certo.
g1 – Você comentou que se apaixonou por administração pública. Entrar na política é uma possibilidade pra você?
Edna – Olha, como eu te falei, eu nunca digo nunca, né? Eu acho que com a questão da pandemia, não só eu, mas acho que todo brasileiro que quer o bem das pessoas, sentiu vontade de fazer alguma coisa a mais para poder ajudar.
E assim, não sei. Mas eu acho que talvez. Talvez algum dia. Eu estudo para isso, eu continuo estudando. Há chances.
g1 – E sobre a carreira artística, eu queria saber se você sente falta de algo, se você se arrepende de algo que fez ou, até que deixou de fazer?
“Olha, eu sinto falta, sim, do palco. Eu amo o teatro, o teatro me faz falta. Me faz falta essa interação com o público, essa conversa, o sentimento, viver outros personagens. No teatro.”
Na televisão, não sei por que a televisão… basicamente eu trabalhei muito com humor, eu adoro, amo, mas em questão de teledramaturgia, eu já acho uma coisa mais difícil, porque a idade é muito limitadora, entendeu? E eu detesto limite.
Não é que eu não tenha limites, mas eu não acho que tem que ter limites para você ser um protagonista, para você ter um bom papel. Acho que idade não. É talento. Se você tem talento, se você pode fazer, se você pode apresentar um trabalho bacana. E essa limitação o teatro já não tem.
E também é uma coisa que você está ali mais interagindo mesmo com o público diretamente, você tem aquele frio na barriga. Eu adoro frio na barriga (risos). Tem a questão também de que cada espetáculo é um espetáculo diferente, cada público é uma energia diferente. Então vai te desafiando a cada apresentação.
Televisão, não sei. Talvez uma participação em programa de entretenimento, mas novela não me vejo.
Edna Velho
Reprodução/Instagram
g1 – E arrependimentos, tem algum?
Edna – Arrependimento? Assim não é arrependimento, não, mas eu acho que eu sempre fui uma pessoa muito de peito aberto, que sempre dava muito mais valor para emoção do que para razão. Então eu sempre me jogava muito sem antes fazer um planejamento.
A questão da administração me deu isso também, segurou esse meu ímpeto como pisciana de me jogar sem antes fazer uma avaliação.
Não é que você vai fazer planejamento para tudo na vida, não é isso. Mas você tem que entrar nas coisas avaliando todas as possibilidades com um olharzinho para o futuro também, né? Então eu acho que eu poderia ter levado mais em conta a razão e planejado melhor.
g1 – Você foi considerada uma das maiores musas da década de 1990, então queria saber se você passou por muitas situações de assédio. Hoje se fala mais sobre isso, mas era uma época em que não se comentava muito, né?
Edna – Sim, eu acho que sim, porque o assédio não necessariamente é o assédio sexual só, mas tem outros tipos, né? A mulher sempre passa muito por assédio, consciente e inconsciente da parte que assedia. Até pela nossa cultura mesmo.
Mas assim, eu nunca tive muita dificuldade em lidar com isso, não. É desagradável, é muito ruim, mas nesse sentido eu sempre soube me impor. Sempre soube dizer o não. Não é não e pronto.
Talvez a minha emoção tenha me ajudado muito nessa parte, de você levar em conta o coração.
Eu sempre cortei antes de deixar a coisa ficar muito grande. Mas via muito questões de pessoas que não sabiam lidar muito porque o meio artístico, se você não tiver muito equilíbrio, ele é muito sedutor. Para conseguir passar por ele e ser bem-sucedido, você tem que realmente ter equilíbrio, ter na sua mente o que você quer, planejar, saber dizer não e estudar muito.
Edna Velho
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g1 – Quem você considera musa da atualidade?
Edna: As musas de hoje? Tatá Werneck. Juliette. Adoro a Anitta. Deixa-me ver… Maju. Amo a Maju, nossa! Eu adoro Maju, o estilo Maju de ser é tudo.
Quem mais? Eu gosto bastante do pessoal do jornalismo, Natuza Nery, a Maria Beltrão eu sou superfã, meu Deus, que mulher divina, que diva!
Se a gente for buscar lá fora, aí eu gosto da Billie Eilish, muito. Ah, e tem a Iza, que eu esqueci. A Iza é maravilhosa.
g1 – Em “Um lugar ao sol”, a personagem da Andreia Beltrão falou sobre o processo de envelhecimento de uma ex-modelo. Você sente esse processo de envelhecimento, de julgamento das pessoas nas redes?
Edna – Sim, isso existe. E existe muito. Além de existir, existe aquela parte das pessoas que gostariam de ser como você é, de estar levando a sua vida assim com a clareza que você leva, com o entendimento que você leva de que cada fase é uma fase, cada fase tem a sua beleza.
E, e assim eu sinceramente gosto muito mais de mim hoje do que quando era mais nova. Mas é um processo que você passa.
Eu acho que a pessoa tem que ir vendo o movimento da vida. A gente tem que ir sentindo o movimento da vida e ir mudando, buscando outras possibilidades. Você tem que buscar outras coisas que te façam feliz. Porque você não pode se sentir feliz só por está na capa de uma revista e ser considerada o símbolo do símbolo do símbolo. Até porque hoje em dia isso é muito questionável.
O que é que é beleza? Beleza é um conjunto, são várias coisas. Não é só a aparência. É principalmente o que os teus olhos refletem. O que você consegue passar de bom para as pessoas vai refletir na tua aparência. E isso independe de idade, de sexo, de cor, independe de nada.
Depende de você se gostar. Se a gente se gosta, a gente é bonito em qualquer idade.
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Relembre a trajetória de Edna Velho:
21 de fevereiro de 1964: Edna Velho nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro
1981: inicia a faculdade de Letras e de Teatro
1988: após atuar no humorístico “Viva o Gordo” (1981-1987), se destaca no episódio “Garota da Capa”, do “Caso Especial”.
1991: estreou no humorístico “A Praça é nossa”, fazendo parte do núcleo fixo de 1994 a 2003
1985 e 1986: foi capa da revista Ele Ela
2000: foi capa da revista Sexy
2002: deu à luz Raphael, de seu relacionamento com Romário
2013: foi aprovada no concurso do Banco Central e se tornou servidora pública
2015: se formou em Gestão Pública
2019: fez uma pós-graduação em Gestão de Marketing

Fonte: G1 Entretenimento

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McFly começa turnê no Brasil com show em São Paulo nesta terça; veja tudo que precisa saber


Banda inglesa também toca em Belo Horizonte, Porto Alegre, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro. Veja como comprar ingressos, provável setlist e relembre vinda anterior. McFly volta ao Brasil depois de 10 anos para 5 shows
Reprodução/Instagram/McFlyMusic
Após 10 anos, a banda inglesa McFly volta ao Brasil para cinco shows nesta semana. A primeira apresentação acontece nesta terça (17) em São Paulo, no Espaço das Américas.
A turnê foi remarcada duas vezes por conta da pandemia de Covid-19. Os ingressos comprados em 2020 seguem válidos para as novas datas.
AGENDA DE SHOWS: Veja os artistas internacionais que tocam no Brasil em 2022
Quais os locais e preços de ingressos?
São Paulo
Data: 17 de maio de 2022 (terça-feira); 18 de maio (esgotado)
Local: Espaço das Américas – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo
Ingressos: de R$ 210 (meia-entrada pista) a R$ 936 (mezanino inteira)
Venda de ingressos pelo site Tickets for Fun
Belo Horizonte
Data: 21 de maio de 2022 (sábado)
Local: Expominas – Avenida Amazonas, 6200 – Gameleira, Belo Horizonte
Ingressos: de R$ 180 (meia-entrada pista) a R$ 708 (pista premium inteira)
Venda de ingressos pelo site Tickets for Fun
Porto Alegre
Data: 22 de maio de 2022 (domingo)
Local: Pepsi On Stage – Av. Severo Dullius, 1995 – Anchieta, Porto Alegre
Ingressos: de R$ 204 (meia-entrada pista) a R$ 792 (pista premium inteira)
Venda de ingressos pelo site Tickets for Fun
Ribeirão Preto
Data: 24 de maio de 2022 (terça-feira)
Local: Arena Eurobike – Rua Edgar Rodrigues ,373, – Ribeirão Preto – SP
Ingressos: de R$ 150 (meia-entrada arquibancada) a R$ 500 (camarote)
Venda de ingressos pelo site Alpha Tickets
Rio de Janeiro
Data: 26 de maio de 2022 (quinta-feira)
Local: Qualistage – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Ingressos: Só há ingressos para pista – R$ 234,50 (inteira) e R$ 176 (meia)
Venda de ingressos pelo site Tickets for Fun
McFly remarca shows no Brasil para maio
Reprodução/Instagram
Turnê de reencontro do McFly
A banda inglesa fez sucesso entre adolescentes com hits como “All About You”, “Star Girl” e “Obviously” nos anos 2010.
Eles tocaram juntos entre 2004 e 2016, quando anunciaram um pausa na carreira como grupo.
Tom Fletcher, Danny Jones, Dougie Poynter e Harry Judd se reuniram novamente como McFly em 2019.
A turnê no Brasil foi anunciada para 2020, mas foi adiada por conta da pandemia.
Eles lançaram “Young dumb thrills”, primeiro álbum de inéditas em dez anos em 2020. Leia entrevista com vocalista e guitarrista Danny Jones e baterista Harry Judd.
McFly está de volta e lança ‘Young dumb thrills’
Qual o provável setlist do show do McFly?
Nos shows mais recentes deste ano, o setlist costuma ter 15 músicas:
Red
One for the Radio
Friday Night
Lies
Obviously
Transylvania
Star Girl
Happiness
Wild & Young
Summer of 69
Room on the 3rd Floor
Shine a Light
The Heart Never Lies
All About You
5 Colours in Her Hair

Fonte: G1 Entretenimento

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Traficante que vendeu drogas que mataram Mac Miller é condenado a 17 anos de prisão


Rapper morreu em 2018 por overdose do opioide fentanil, cocaína e álcool. Stephen Walter foi o 2º condenado dos 3 traficantes acusados de vender fentanil ao ex-namorado de Ariana Grande. Mac Miller durante show na Filadélfia em julho de 2013
Owen Sweeney/Invision/AP
Um dos homens acusados de vender as drogas que mataram o rapper Mac Miller em 2018 foi condenado a 17 anos de prisão nos EUA nesta segunda-feira (16). Stephen Walter enfrentava as maiores acusações entre os três homens.
No início de 2022, Ryan Reavis foi condenado a 11 anos de prisão. Outro acusado, Ryan Reavis, ainda será julgado.
O júri indiciou em 2019 os três por conspirar e distribuir pílulas de cocaína e oxicodona com fentanil que causaram a morte de Mac Miller, aos 26 anos, em setembro de 2018.
Os três já tinham sido acusados de crimes relacionados a drogas.
Três meses depois da morte, os médicos legistas informaram que o rapper morreu “por toxicidade de mistura de drogas”: o opioide fentanil, cocaína e álcool foram encontrados em seu organismo.
Relembre o caso
O músico de 26 anos, cujo nome de batismo era Malcolm McCormick foi achado pela polícia em San Fernando Valley, nos Estados Unidos, após uma ligação para o serviço de emergência feita de sua casa.
Áudios da emergência revelaram que os socorristas foram inicialmente chamados para atender um paciente com parada cardíaca.
Nascido em Pittsburgh, na Pensilvânia, e ex-namorado da estrela pop Ariana Grande, havia lançado seu mais recente álbum, “Swimming”, poucos dias antes de sua morte e estava pronto para começar uma nova turnê.
McCormick havia falado abertamente sobre os vícios e sua música muitas vezes tratava de sua depressão e do uso de drogas.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Johnny Depp me agrediu em lua de mel’, diz Amber Heard


A atriz diz não saber se sobreviveria se o casamento continuasse. Ex-mulher de Johnny Depp mostra vídeo do ator batendo portas da cozinha em tribunal
Amber Heard temia que seu ex-marido Johnny Depp a matasse acidentalmente durante uma suposta agressão em sua lua de mel, segundo declaração feita por ela e um tribunal dos Estados Unidos.
Testemunhando em um caso de difamação que Depp abriu contra ela, a atriz Amber Heard, de 36 anos, pintou o ator como um abusador atormentado pelo vício em drogas, ciúme e automutilação.
Depp está processando Heard em US$ 50 milhões pelo artigo escrito por ela sobre ter sido vítima de violência doméstica. Ele negou repetidamente qualquer abuso.
Amber Heard no tribunal nesta segunda (16)
Steve Helber/Pool via Reuters
O caso está em andamento na Virgínia, nos EUA, e foi retomado pela quinta semana após uma pausa, antes da qual Depp havia contado seu lado da história e Heard havia começado alguns de seus depoimentos.
No tribuna, Heard disse em lágrimas aos jurados que acreditava que provavelmente “não sobreviveria” se continuasse casada com Depp, 58.
“Eu estava com tanto medo de que isso acabasse muito mal para mim”, disse ela. “Eu realmente não queria deixá-lo. Eu o amava muito.”
Heard acusou Depp de repetidos casos de abuso físico. Na segunda-feira, ela alegou que ele a atacou enquanto estava a bordo do trem Orient Express na Ásia após seu casamento em fevereiro de 2015, alegando que ele a atingiu e a segurou pelo pescoço enquanto estava no compartimento de dormir.
“Ele estava apertando meu pescoço contra o vagão de trem pelo que pareceu muito tempo”, disse a atriz.
Ela afirmou que chegou a pensar que ele poderia matá-la. “Lembro-me de ter medo de que ele não quisesse fazer isso”, disse ela.
Em outro caso, Heard descreveu uma “semana infernal” depois que Depp supostamente ficou com ciúmes depois que ela foi oferecida para um papel com James Franco. Ela alegou que ele a socou e a jogou contra os móveis.
O interrogatório dos advogados de Depp deve começar ainda nesta segunda-feira (16/05).
Amber Heard filmes: Conheça alguns papéis da atriz no cinema
Embora Heard tenha dito que o casamento foi “às vezes, muito amoroso”, ele se deteriorou ao longo do tempo a um ponto em que a tensão e a violência se tornaram “quase normais”. Eles se divorciaram em 2017, depois de dois anos.
Durante suas discussões cada vez mais frequentes, Heard afirmou que Depp frequentemente se automutilava.
“Nas lutas, muitas vezes ele cortava os braços ou segurava a faca no peito ou tirava sangue, superficialmente no início”, disse ela. “Ele também apagou cigarros em si mesmo.”
Em seu próprio depoimento no início do julgamento, Depp disse que nunca bateu em Heard e disse aos jurados que ela tinha “necessidade” de conflito e violência.
Na segunda-feira, os jurados ouviram vários clipes de áudio do ex-casal discutindo. Em um clipe – que se tornou viral antes do julgamento – Heard pode ser ouvida dizendo que bateu em Depp.
“Eu estava batendo em você. Eu não estava socando você”, ela pode ser ouvida dizendo. “Você não recebeu um soco.”
Johnny Depp e Amber Heard chegam ao tribunal em Fairfax, na Vírginia, no dia 5 de maio
Jim Lo Scalzo/Pool Photo via AP
De acordo com Heard, ela às vezes batia “reativamente” em Depp e afirmava que estava se referindo à “disparidade” de sua força.
O caso de difamação contra Heard decorre de um artigo de 2018 que ela escreveu para o Washington Post, no qual ela se caracterizava como vítima de abuso. O texto não nomeou Depp.
Seus advogados, no entanto, disseram que o artigo “incalculavelmente” prejudicou sua reputação e carreira. Ela o processou de volta por US$ 100 milhões.
Semana Pop mostra 10 fatos revelados em briga judicial de Johnny Depp e Amber Heard

Fonte: G1 Entretenimento

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Helena de Lima, memorável cantora da noite carioca, morre no Rio na véspera do 96º aniversário


Artista, que lançou há 60 anos a marcha-rancho ‘Estão voltando as flores’, deixa discos como ‘Uma noite no Cangaceiro’. ♪ Voz da era do rádio, Helena de Lima (17 de maio de 1926 – 16 de maio de 2022) talvez seja mais lembrada por ser a cantora que há 60 anos popularizou a marcha-rancho Estão voltando as flores (1962), composição de Paulo Soledade (1919 – 1999).
Contudo, mais do que nos programas de rádio e mais do que nos discos em que deu a voz de timbre grave a músicas de compositores como Fernando César (1917 – 1992), Haroldo Barbosa (1915 – 1979), Luis Reis (1926 – 1980) e Luiz Antônio (1921 – 1996), a carioca Helena de Lima se consagrou como uma cantora da noite, de atuação longeva em boates e em casas noturnas das cidades de Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
Foi na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ) que Helena de Lima saiu de cena na manhã desta segunda-feira, 16 de maio, véspera do 96º aniversário da artista. A cantora morreu de causas naturais no Retiro dos Artistas, onde vivia, mas estava bastante doente, pois sofria do Mal de Alzheimer.
Helena de Lima começou a carreira nos anos 1940, no rádio, e estreou na noite carioca em 1948 como crooner da boate Pigalle. Dois anos depois, em 1950, a cantora iniciou carreira fonográfica que alcançou o auge ao longo da década de 1960.
Vários álbuns da cantora já aludiram nos títulos – Dentro da noite (1956), Uma noite no Cangaceiro (1964), Outra noite no Cangaceiro… (1965) e Uma noite no Drink (1969) – às memoráveis atuações de Helena de Lima na noite carioca.
O último álbum da artista, Sentimentos (2007), foi lançado há 15 anos, tendo sido gravado por Helena de Lima com o violonista Antenor Luz.

Fonte: G1 Entretenimento