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O EGO se despede e relembra flagrantes inesquecíveis de famosos

publicada em 20/4/2017
atualizada em 20/4/2017
O EGO se despede e relembra flagrantes inesquecíveis de famosos
Amores revelados, romances que chegaram ao fim e cliques indiscretos que mostraram a intimidade das celebridades durante 11 anos.

Gabriel Castelo Branco Do EGO, no Rio
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Retrospectiva – Flagras (Foto: EGO – Agência Grosby – AKM-GSI/ Agência)
Klebber Toledo e Monica Iozzi, Ivete Sangalo, Orlando Bloom e Heidi KLum
(Foto: EGO – Agência Grosby – AKM-GSI/ Agência)

A história do EGO foi marcada por grandes flagras. Teve romance revelado por uma foto feita no momento certo. E os famosos que foram vítimas daquele clique indiscreto e tiveram sua intimidade registrada por um paparazzo? Listamos alguns flagras que marcaram os 11 anos do site.

Ivete Sangalo fazendo o Bolt
Esta ainda está fresquinha na memória dos leitores do EGO. Afinal, quem não se lembra da dobradinha de Ivete Sangalo no desfile da Grande Rio no Carnaval de 2017? Homenageada da escola de samba carioca, a cantora emocionou ao cruzar a Marquês de Sapucaí como integrante da comissão de frente. Mas não foi só isso: Veveta correu – e muito! – para sair da dispersão, voltar para a concentração e desfilar no último carro alegórico com o marido, Daniel Cady, e o filho do casal, Marcelo. O flagra do EGO foi “a” foto do carnaval!

Casais revelados durante a folia
O Carnaval rendeu outros flagras marcantes. Foi durante a folia que foi revelado o casal formado pela cantora Ana Carolina e pela atriz Leticia Lima. Elas foram fotografadas se beijando em um camarote na Marquês de Sapucaí em 2016. No mesmo ano, o EGO clicou a atriz Monica Iozzi trocando beijos apaixonados com o ator Klebber Toledo.

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Globo, Record e SBT têm, em média, apenas 8% de atores negros em novelas

Há apenas 7,98% de atores negros trabalhando na dramaturgia das três principais emissoras do país, atualmente, segundo levantamento feito pela reportagem do UOL. O cálculo levou em conta as novelas que estão no ar ou em produção na Globo, na Record e no SBT, e o elenco divulgado por cada uma delas.

Enquanto “As Aventuras de Poliana”, que estreia nesta quarta (16) no SBT, é a trama que possui a maior representatividade negra (14,5%), a global “Deus Salve o Rei” não possui nenhum ator negro. Já em “Apocalipse”, da Record, dos 81 atores que constam na ficha técnica, apenas dois são negros –ou 2,46% do total.

A discussão sobre o assunto foi levantada no final de abril, depois de ativistas de movimentos negros reclamarem nas redes sociais sobre o fato de a nova novela das 21h da Globo, “Segundo Sol”, ser formada majoritariamente por brancos. A história escrita por João Emanuel Carneiro se passa na Bahia, onde 80,2% dos habitantes se declararam pretos ou pardos, de acordo com os dados de 2017 do IBGE.

Para Sidney Santiago, ator, pesquisador e ativista, a televisão tem se tornado a ferramenta mais eficaz para a manutenção do racismo. “Quando o povo não se vê, não se acha merecedor de direitos. Nós, atores negros, ainda estamos atrelados a uma rubrica. São 200 personagens em uma novela, você tem três negros, e todos eles são pessoas desumanizadas, que não têm a sua história contada”, critica.

“O problema não é ser empregada doméstica negra, o problema é essa empregada doméstica negra não ter família, não ter afetividade, ser despolitizada. É contra isso que nós precisamos lutar”, afirma ele, que participou de novelas como “Caminho das Índias” (Globo) e “Escrava Mãe” (Record), referindo-se aos estereótipos.

Santiago não acredita na tentativa real de mudança por parte das emissoras. “Eu não vejo uma mobilização real. Não estou falando de factóide, de produção de nota, de campanhas de inclusão de um dia para a noite. O que a gente está vendo é isso: a partir de um clamor social, uma mobilização, mas, para mim, ainda não é uma mobilização real. São factóides para tentar se relacionar com o clamor público.”

Após a polêmica, a TV Globo emitiu nota dizendo que “foi colocado que, de fato, ainda temos uma representatividade menor do que gostaríamos e vamos trabalhar para evoluir com essa questão”. Record e SBT também foram consultadas, mas não responderam aos questionamentos até a conclusão deste texto.

Autora de “As Aventuras de Poliana”, Íris Abravanel disse ter dificuldade de encontrar atores negros para compor os elencos durante o lançamento da novela infanto-juvenil do SBT, na semana passada.

“Quando nós procuramos atores, não é fácil encontrar ator afro. Nós temos dificuldade de encontrar. Eu acho que eles precisam eles mesmos superarem algumas dificuldades e ir para frente, conquistar. Eu fico tão feliz quando eu vejo alguém que consegue ser um advogado, um médico, um ator. Às vezes quando pedimos, não tem muitos não. Então, aquilo que nós conseguimos, nós aproveitamos”.

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Pedro Bial: “A relação entre a Globo e o Brasil está longe de ser tranquila”

Assim que recebeu o pedido de entrevista deste jornal, o apresentador global Pedro Bial disse à sua interlocutora: “Por que será que eles querem me entrevistar?”. Aos 59 anos, o jornalista carioca trabalha há mais de 30 anos na rede Globo, a maior emissora do Brasil – “já sou móveis e utensílios de lá”, diz, brincando, se comparando aos patrimônios materiais devido ao tempo de casa. De fato, é uma das referências na equipe da Globo. Chamada de golpista por militantes da esquerda, e comunista por simpatizantes da direita, a empresa na qual Bial trabalha desde 1981 é hoje um dos maiores símbolos da polarização política vivida no país. Não à toa, se vê no meio do fogo cruzado, sendo alvo da cisão ideológica na qual o país se encontra. “Eu ponho coisas nas redes sociais falando do programa e elas são interpretadas pela direita como se eu fosse um perigoso esquerdista, e pela esquerda como se eu fosse um fascista”, conta. As quase duas horas de entrevista em uma padaria em Higienópolis, bairro nobre de São Paulo, mostraram que Pedro Bial tem muito a dizer.

O ódio na internet faz com que o apresentador prefira ficar distante das redes sociais. “Eu não tenho estrutura emocional e imunidade para frequentar as redes”, afirma. “Eu já fui ameaçado de morte muitas vezes. O cara diz que eu sou esquerdista e eu não sou. Mas caguei também se eu sou ou não sou”. Por isso, não tem Facebook e não usa sua conta no Twitter. Mas menciona as páginas que divulgam pensamentos atribuídos à sua autoria, que, na verdade, não são dele. “A internet tem essa coisa que me dá um nervoso enorme que são frases e frases e frases atribuídas a mim, mas nenhuma é minha. E aí eu cheguei a ter crise de identidade, porque eu que era o falso. O verdadeiro eram os outros”, diz, rindo, enquanto coloca água com gás no café. “É para esfriar”, explica. “Ih… você já tá percebendo as minhas manias?”.

A única conta que o apresentador administra pessoalmente – “com cuidado” – é a do Instagram. Ali, vez ou outra divulga os shows do filho mais velho, Theo, 19, que está começando a carreira de músico. Também posta algumas fotos dos convidados do seu programa, Conversa com Bial, talk-show que passa de segunda à sexta-feira no início da madrugada, depois do Jornal da Globo.

Na grade da emissora desde maio deste ano, Conversa já contou com personalidades das mais variadas áreas. Do ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, passando pelo escritor israelense Yuval Harari, a presidenta do Supremo Tribunal Federal, a ministra Cármen Lúcia, e o general Eduardo Villas Boas, atual comandante do Exército brasileiro,. E, claro, atores globais e cantores com a dupla sertaneja César Menotti e Fabiano. “Eu não frequento as redes sociais, mas fico com o meu ouvido ligado na maioria silenciosa, que é quem ainda decide a audiência na tevê aberta”, diz. “A vitória do Trump, o Brexit, a eleição do [prefeito de São Paulo] Doria, foi a maioria silenciosa [quem decidiu]”.

Bial afinou o ouvido para este público majoritário ao longo das 16 edições do Big Brother Brasil que apresentou. “Eu comecei estranhando muito”, diz. “E o Big Brother era um lugar que atraía ódio de todas as naturezas. Inclusive um ódio mais amoroso, que era de quem gostava do correspondente, do jornalista, e se sentiu traído, se ofendia com o fato de eu estar lá vendido, entre aspas, ao entretenimento, e esses falaram coisas horríveis pra mim”, lembra.

As críticas atingiram o apresentador, que já foi correspondente de guerra da rede Globo. “Me sentia magoado, mas hoje entendo melhor”. Para ouvir as perguntas feitas pela reportagem, Bial inclina levemente a cabeça para o lado esquerdo, já que teve a audição do ouvido direito comprometida quando uma bomba estourou ao seu lado na cobertura da guerra da Bósnia (1992 – 1995). Esta herança fez com que hoje, a estética do seu programa quebrasse as tradições dos talk shows: o cenário do Conversa com Bial  deixa o apresentador do lado esquerdo do entrevistado, ao contrário de todos os outros programas neste formato. O pedido partiu dele mesmo, para que pudesse ouvir melhor seus convidados.

Da época de repórter, conta, não sente saudade. “Tenho orgulho. Não sei como seria cobrir uma guerra hoje, porque hoje eu tenho uma outra relação com o desconforto”, diz. “Acho que eu encararia, mas fisicamente já não tenho as mesmas articulações, tenho artrose no joelho”, diverte-se. Contrariando o autobullying, a idade não parece ser um impeditivo na vida do apresentador, jornalista, escritor e roteirista. No mês passado, foi pai pela quarta vez. Laura, sua segunda filha mulher, nasceu do casamento com a jornalista Maria Prata. “Vou ter que arrumar um corpo de cardiologistas, porque no momento em que a minha filha de 30 anos (a artista plástica Ana Bial, do casamento com a jornalista Renée Castelo Branco) pegar no colo a minha filha de meses, eu vou cair duro”, conta, orgulhoso. Além de Theo Bial, do relacionamento com a atriz Giulia Gam, ele é pai também de José Pedro Bial,15, fruto da relação com a cineasta Isabel Diegues.

Ao ser questionado sobre a paternidade à beira dos 60, fica poético. “A vida é longa demais para se morrer várias vezes e por isso é possível nascer várias vezes também”, disse, enquanto tirava o blazer para sentar-se à mesa. Para a entrevista, vestiu-se da mesma maneira que se veste para apresentar o programa: calça jeans, camisa e blazer. Chegou à padaria mais cedo que o horário marcado, pediu um sanduíche de presunto parma sem olhar o cardápio. Respondeu a todas as perguntas. Algumas com mais reflexão que outras. “Outro dia me caiu a ficha: caramba, tem menos de 12 meses para as eleições e eu vou chegar na urna com essas opções que estão aí? O que eu vou fazer? Vou anular?”.

Talvez porque realmente não saiba o que fazer, não mencionou candidatos ou preferências. Lembrou-se de um episódio no consulado brasileiro nos Estados Unidos em 1994, pouco antes de iniciar a Copa do Mundo. “O Lula estava ali e se comportava como presidente eleito já, cheio de si, com os jornalistas em volta [o petista perderia a eleição daquele ano no primeiro turno para o tucano Fernando Henrique Cardoso]”, lembra. “Hoje o contexto é diferente, mas as coisas acontecem. Parece que não tem nada para acontecer, mas há um espaço ali, entre estes dois extremos que existem hoje”, diz. “É preciso ver o que vai aparecer no centro e se este candidato terá capacidade de chegar no segundo turno”, analisa o apresentador, que se autointitula “um liberal democrata, se você quiser me enquadrar ideologicamente em algum lugar”.

Para ele, esquerda e direita estão obsoletas. “Um reproduz o outro e um torna o outro possível, mas nenhum dos dois campos respondem às necessidades do século XXI”. Ainda sobre o ano que vem, afirma que pretende atuar no programa, tentando buscar “um nível positivo, de um Brasil que funciona, a despeito de Brasília”.

Medo da “sifudência”

Filho de uma família de refugiados, Bial teve pouca convivência com o pai, um alemão que chegou ao Brasil ao lado da mulher, com fortes traumas da Segunda Guerra. “Quem é filho de refugiados entende a grande desestruturação que é ser um refugiado. Você se refugia por causa de uma grande desestruturação nacional, que se reflete numa grande desestruturação familiar e, depois, individual”, diz. “O que eu via como uma família aparentemente sólida quando eu era criança, não tinha solidez nenhuma. Acho que por isso, o medo da sifudência [ou seja, se dar mal, usando um eufemismo] talvez tenha me levado ao workaholismo“. Diz que já ficou mal por causa do ritmo de trabalho, mas hoje tenta equilibrar. Não faz mais terapia, tendo trocado a psicanálise por coaching.

O vício em trabalho talvez tenha contribuído, por outro lado, para que o apresentador se tornasse prata da casa na Globo, e possa hoje falar com tanta propriedade sobre a emissora. “A relação entre a Globo e o Brasil está longe de ser tranquila. É uma relação que espelha as nossas tensões entre o grande capital e o Estado. A Globo é a catedral da iniciativa privada brasileira”. Reconhece que a emissora vem passando por mudanças, e diz que já presenciou “algumas eras” da empresa.

Neste momento, a companhia está lidando com questões envolvendo racismo e assédio. No mês passado, afastou o apresentador estrela do Jornal da Globo, William Waack depois de vazar um vídeo em que ele faz comentários racistas. Em abril, teve de fazer outra gestão de crise depois que veio à tona casos de assédio sexual provocados pelo galã da emissora, o ator José Mayer. Na época, as funcionárias da emissora se organizaram para se manifestar em solidariedade à vítima, a figurinista Susllem Tonani. Diante dos fatos, o apresentador prefere ponderar.  “Eu não me considero um cara feminista”, diz. “Estou com as mulheres, mas acho a última onda do feminismo muito radical. Mas também reconheço que a emancipação feminina libertou inclusive a nós homens, significativamente”, fala, pedindo para se explicar. “É muito difícil ser mulher, historicamente. Você entende por que é preciso existir um dia internacional da mulher, mas eu tenho dois filhos e sei o quanto é difícil ser homem, ser, por exemplo, viril, sem ser grosseiro”.

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Laerte: “Penso que qualquer manifestação da sensibilidade está sob perigo”

“Penso que qualquer manifestação da sensibilidade brasileira está sob perigo, nesse momento. Não chamaria só de intolerância, mas de ignorância truculenta – em outras palavras, fascismo”. É dessa forma que a quadrinista Laerte encara os ataques contra museus, artistas e até filósofas que vêm acontecendo pelo Brasil nos últimos meses.

Laerte está lançando “Baiacu” (Todavia), coletânea artística um tanto anárquica que reúne ilustrações, fotografias, poemas, HQs e textos em prosa que organizou com Angeli, parceiro com quem não atuava desde a década de 80. “Voltar a trabalhar com o Angeli foi voltar a produzir revista, editar, juntar gente, coisa que ele sempre fez muito bem. Acho que não existe nada que ‘permaneça’ entre uma experiência e outra… A água é outra, o moinho é outro, somos outras pessoas”, diz a quadrinista sobre o reencontro.

“Baiacu” nasce de uma residência artística de duas semanas que Laerte e Angeli capitanearam com dez colegas na Casa do Sol, sede do Instituto Hilda Hilst e antiga moradia da escritora. “A escolha [dos nomes], mais do que seleção, foi se dando sob diversos critérios: queríamos um grupo de artistas de força, que também contemplasse uma certa diversidade. Sem fazer dessa diversidade um cânone rígido, procuramos trazer gente de fora de São Paulo, de fora do Brasil, mulheres, homens, visões e maneiras variadas”.

PARA REAGIR A LUNÁTICOS E FASCISTAS, QUADRINISTA CRIA SÉRIE BRASIL MEDIEVAL

Dessa forma, nomes como a equatoriana Power Paola, o grego Ilan Manouach, o gaúcho Guazzelli e a carioca Laura Lannes, que hoje vive em Nova Iorque, trabalharam juntos, ainda que cada um assine de maneira independente suas criações que foram parar no livro ou na versão digital de “Baiacu”. No final, somaram-se ao material produzido na Casa do Sol textos de cinco escritores, dentre eles André Sant’Anna, Daniel Galera e Bruna Beber.

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Além da Globo, SBT também prepara série sobre Roger Abdelmassih

O ex-médico Roger Abdelmassih, condenado a 278 anos de prisão por 52 estupros e quatro tentativas de estupro a 39 mulheres, será tema de duas séries de TV. Uma, já divulgada, está sendo produzida pela Globo e intitula-se “Assédio”. A outra, uma parceria do SBT com o canal A&E, deve ser gravada em 2018 e se chama “Bem-vindo ao Inferno”.

“Assédio” será inspirada no livro “A Clínica — A farsa e os crimes de Roger Abdelmassih” (editora Record), do jornalista Vicente Vilardaga, lançado em 2016. A série da Globo, em fase de gravação, trará Antonio Calloni no papel do médico e Monica Iozzi como uma de suas vítimas. O texto é de Maria Camargo com direção de Amora Mautner.

Segundo a colunista Patrícia Kogut, de “O Globo”, a série não tem previsão de exibição na TV, mas apenas em streaming, em uma nova plataforma que Globo e Globosat planejam lançar em 2018.

Já “Bem-vindo ao Inferno” se baseia no livro com o mesmo título (editora Matrix), lançado em 2015, que traz o relato de Vana Lopes, uma das vítimas do médico. O projeto foi originalmente oferecido à Record, mas a emissora não se interessou (uma das razões teria sido a palavra “inferno” no título).

A parceria do SBT com o A&E foi anunciada nesta sexta-feira (17) por Krishna Mahon, diretora de conteúdo original do grupo A&E Television, dono também do History. Em uma entrevista ao site Talk TV ela informou que a série, um projeto da produtora Panorâmica, será gravada em 2018.

Em contato com o blog, Krishna confirmou a informação e disse que planeja exibir o programa em 2019. O projeto depende de captação de recursos junto ao Fundo Setorial, da Ancine.

Comentários são sempre muito bem-vindos, mas o autor do blog publica apenas os que dizem respeito aos assuntos tratados nos textos.

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Mulher-Maravilha é a “cola” da Liga da Justiça, diz Gal Gadot

Falta menos de um mês para “Liga da Justiça” estrear aqui no Brasil e os fãs estão ansiosos para ver Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman e Ciborgue juntos pela primeira vez. E Gal Gadot falou sobre a importância da heroína em um vídeo divulgado exclusivamente ao UOL.

“Ela é a cola que une a equipe. Ela faz todos se sentirem mais fortes e mais capazes”, resumiu a atriz. “Ela é a guerreira mais talentosa, mas, ao mesmo tempo, não liga para fama ou glória”.

Em entrevista ao site “Imgur”, Gal já havia falado sobre o papel que Diana Prince vai exercer no grupo. “Para mim foi importante que ela seja a cola do time. Eu acho que uma das coisas belas e especiais sobre Diana é que ela se importa com as pessoas de um jeito muito sincero. Então nas cenas delas, eu fiz questão que ela deixasse cada um deles se sentirem fortes, amados e capazes. A história de ‘Liga da Justiça’ é muito maior que Diana; é sobre a Liga inteira”, disse a israelense.

O papel da amazona guerreira deve ser realmente grande, basta ver os números que o primeiro filme solo da personagem da DC. Apenas nas bilheterias, o blockbuster arrecadou US$ 821 milhões, além de diversos produtos comercializados sobre a personagem e a discussão em Hollywood sobre o espaço das mulheres na indústria.

“Liga da Justiça” estreia nos cinemas brasileiros no dia 16 de novembro.

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U2: no 1º de 4 shows em SP, baterista usa camisa com ‘censura nunca mais’ e Bono cita Cazuza e Renato Russo

O U2 fez na noite desta quinta-feira (19), no Estádio do Morumbi, o primeiro de quatro shows em SP da turnê de 30 anos do disco “The Joshua Tree”. A banda de Bono lucra com a nostalgia, mas ao mesmo tempo mostra como o que criou no disco continua atual.

Em resumo, o roteiro do U2 é: um bloco de músicas mais antigas, “The Joshua Tree” na íntegra e um bloco de músicas mais novas. Houve dois fatos fora do script marcantes para o Brasil: Bono citou os “heróis” Renato Russo e Cazuza ao tocar um trecho de “Heroes”, de David Bowie, e o baterista Larry Mullen Jr. usou uma camisa com a estampa “censura nunca mais.

O som do U2 envelheceu pouco, já que o que sobrou do rock hoje tem uma influência enorme da banda – vide Coldplay, The Killers ou Imagine Dragons. Toda turnê megalomaníaca com músicas para cantar como se fossem hinos de igreja deve um pouquinho ao U2 e tem em sua raiz “The Joshua Tree”.

A banda vai tocar ainda no sábado (21), no domingo (22) e na quarta-feira (25). Esta é a quarta turnê do U2 no Brasil (após 1998, 2006 e 2011.

A abertura foi de Noel Gallagher’s High Flying Byrds. Enquanto Bono homenageou Cazuza e Renato Russo, Noel dedicou música a Gabriel Jesus.

“The Joshua Tree” tem músicas que estariam em qualquer turnê de todo jeito, como “With or Without You”, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” e “Where the Streets Have No Name”. Mas tem outras menos óbvias, como “Red Hill Mining Town”, que nunca tinha sido tocada ao vivo antes dessa turnê.

No disco de 1987, Bono estava encantado com a literatura, as paisagens e o blues e gospel dos EUA. Ao mesmo tempo, estava horrorizado com a violência, a ganância e a era Reagan. A nova era Trump foi um dos motivos para relembrar o disco, segundo a banda.

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Dupla Zezé Di Camargo e Luciano será atração principal do Réveillon de Palmas

A dupla sertaneja Zezé Di Camargo e Luciano é a primeira atração confirmada do Réveillon 2017 de Palmas. O anúncio foi feito na tarde desta quinta-feira (19) nas redes sociais. A festa neste ano deve ser na Praia das Arnos, na região norte da capital. A escolha do local, inclusive, gerou polêmica entre a população.

Um vídeo feito pela dupla foi divulgado pela prefeitura. “Aí galera de Palmas, Tocantins, olha que honra: passar o réveillon com vocês”, diz o cantor Zezé Di Camargo. “Isso mesmo, dia 31 de dezembro vamos estar aí com vocês fazendo um grande show. Zezé Di Camargo, Luciano e você”, completou Luciano.

O show da dupla, conforme a Prefeitura de Palmas, será a atração principal. As demais apresentações ainda estão sendo definidas.

Festa

A festa de Réveillon foi transferida para a Praia das Arnos neste ano. A decisão foi para que a festa marque também a entrega de uma reforma que está sendo realizada no local desde 2014.

Tradicionalmente, a festa da virada é realizada na praia da Graciosa, que fica na região oeste, próximo à saída para Paraíso do Tocantins.

Enquete realizada pelo G1, mostrou que 50,36% dos palmenses preferem a Graciosa como palco da festa. A votação teve participação de mais de 14,3 mil internautas.

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Dupla João Lucas e Marcelo se apresenta no Tocantins no próximo sábado

A dupla João Lucas e Marcelo, conhecida internacionalmente como “Reis do Funknejo”, se apresenta na cidade de Monte do Carmo no próximo sábado, 21, durante a 16ª edição do Rodeio Monte do Carmo. Esta é a segunda vez que os artistas se apresentam nesta festa. A outra apresentação aconteceu em 2014, durante a 14ª edição do Rodeio.

De acordo com Marcelo Martins, primeira voz da dupla, a expectativa é que se repita o sucesso de público e a excelente receptividade que tiveram no município. “Naquela ocasião estávamos lançando a música ‘Agora é pra valer’, que se tornou um grande sucesso em nível nacional. Agora voltamos com ‘Morango e Mel’, que acabou de ser lançada e que, inclusive, o clipe foi gravado no Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins”, destacou o cantor.

Além de João Lucas e Marcelo, participam do evento o cantor gospel Rubens, que se apresenta na quinta-feira, 19; a dupla Paulo Victor e Gabriel e o cantor Thiago dos Teclados, que sobem no palco no sexta-feira, 20; e a dupla Paulo Freire e Luciano, que se apresenta após João Lucas e Marcelo, no sábado.

Novo clipe

João Lucas e Marcelo lançaram na primeira semana do mês o clipe “Morango e Mel”, que foi gravado no Parque Estadual do Jalapão e que teve a digital influencer Camila Peara como protagonista. O clipe já está disponível no Youtube e pode ser conferido neste link https://www.youtube.com/watch?v=qKGoB3VRabk.

Fonte: T1 Notícias

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Noivos ignoram superstição de azar e decidem se casar na sexta-feira 13

Um casal de Palmas ignorou as superstições de azar e decidiu se casar nesta sexta-feira (13). Clodes Santos Neto, de 31 anos, e Fernanda Braga Benício, de 25, sobem ao altar às 21h30, na Catedral Divino Espírito Santo. A data tem fama de ser um dia de azar, mas para eles o significado é totalmente diferente.

Segundo o noivo, ao escolher a data, o casal sabia que o dia 13 cairia em uma sexta-feira, mas diz que não acreditam na superstição. “Nós pensamos que seria um feriado prolongado, então quem mora longe teria de tempo de voltar para casa com tranquilidade.”

O noivo explica que para o casal, o significado da data é o oposto. “Por susceder o dia de Nossa Senhora Aparecida, a data é muito conceituada pela Igreja.”

Neto diz que os convidados também não se importaram com a data. “Na verdade ninguém disse nada, eu que fico fazendo brincadeira sobre o azar desse dia.”

Sexta-feira 13

A sexta-feira 13 é o dia mais amaldiçoado do calendário, pois é supostamente quando tudo pode dar errado. Sexta-feira e o número 13 já eram associados ao azar por si só, segundo Steve Roud, autor do guia da editora Penguin Superstições da Grã-Bretanha e Irlanda.

“Porque sexta-feira foi o dia da crucificação (de Jesus Cristo), as sextas-feiras sempre foram vistas como um dia de penitência e abstinência. A crença religiosa virou uma aversão generalizada por começar algo ou fazer qualquer coisa importante em uma sexta-feira”, diz ele.

Por volta de 1690, começou a circular uma lenda urbana dizendo que ter 13 pessoas em um grupo ou em torno de uma mesa dava azar, explica Roud. As teorias por trás da associação de azar com o número 13 incluem o número de pessoas presentes na Última Ceia e o número de bruxas em um clã.

Em 1907, um livro chamado Sexta-feira 13 foi publicado pelo corretor de ações Thomas Lawson – essa foi a inspiração para a mitologia em torno da data, culminando na franquia de filmes homônima nos anos 1980.

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