Categorias
ENTRETERIMENTO

Trailer final de Star Wars: Os Últimos Jedi conduz ao Lado Sombrio da Força

Por essa nem o mais fervoroso fã de Star Wars esperava: os momentos finais do último trailer de Os Últimos Jedi colocam Rey e Kylo Ren no mesmo caminho, fazendo com que a última esperança da Resistência contra a Primeira Ordem pareça apagar. É uma jogada de mestre que deixa o oitavo episódio da saga da família Skywalker ainda mais alinhado com a guinada sombria ensaiada O Império Contra-Ataca, o já lendário “episódio do meio” da trilogia original.

7 coisas que você precisa saber sobre o novo trailer de “Star Wars”

“Os Últimos Jedi” pode ter 1º personagem LGBT nos filmes “Star Wars”

O diretor e roteirista Rian Johnson, por sinal, não economiza no peso. Ele sugere um destino trágico para a general Leia Organa pelas mãos de seu filho, Kylo Ren; coloca Luke Skywalker como um mestre imerso em dúvidas em relação ao poder bruto demonstrado por Rey; e mergulha o resto da Resistência, de Finn a Poe Dameron aos novos jogadores no tabuleiro, em uma batalha que pode significar o fim de tudo. Star Wars: Os Últimos Jedi, de repente parece novo e surpreendente. Dia 14 de dezembro a gente descobre quem vive, quem morre e quem abraça, finalmente, o Lado Sombrio da Força.

Categorias
ENTRETERIMENTO

Junior Lima celebra o nascimento do filho: “O Otto chegou”

Junior Lima celebrou nesta terça-feira, 3, o nascimento do filho, fruto de seu casamento com Monica Benini.

Segundo o músico, Otto nasceu de parto humanizado em sua casa no domingo, 1, medindo 51cm e pesando 3,2kg.

Em suas redes sociais, Junior e Monica falaram sobre a felicidade com o momento do parto. “O Otto chegou! Fomos invadidos por uma felicidade e paixão arrebatadoras! Ele nasceu no último dia 01/10, com 51cm, 3,2kg e muita saúde, de parto humanizado, em nossa casa, com uma equipe especializada, no ambiente mais amoroso que poderia ser“, revelou.

O irmão de Sandy revelou que somente quando a família se sentir confortável divulgará a primeira foto do bebê. “Ainda é cedo mas, em breve, assim que nos sentirmos confortáveis, postaremos uma foto pra compartilhar com vocês, que torceram tanto por nós. Obrigado pelas energias maravilhosas enviadas por todos que acompanharam esse momento mais lindo das nossas vidas até hoje! Muito, muito, muito amor!“, completou.

Recentemente, Monica revelou que o comediante Marco Luque a e mulher dele, Flávia Vittorino, serão os padrinhos de Otto.

Fonte: UOL

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Não dá mais para esperar 3 horas em camarim de TV’, diz Evandro Mesquita

Evandro Mesquita está ofegante enquanto anda por uma rua da Gávea. O cantor de 65 anos não quer se atrasar para a sessão de psicanálise – afinal, é sua primeira em 15 anos.

“É uma reciclagem. Vou voltar a fazer com a mesma pessoa com quem fazia nos anos 1980, era uma pessoa maneira.”

Mesquita, que passou décadas atuando na TV, deu um tempo para lançar o álbum “Aventuras II”, uma continuação de um dos primeiros projetos da Blitz, em 1982.

Ao lado, ele fala de vida, de morte, de tempo e de lama.

Quando você foi mais feliz?
Fui pro Xingu e fiquei 16 dias. Foi a viagem da minha vida.

Foi preciso estudar música?
O meu pai fazia violão clássico de hobby. Eu tentei fazer, mas não tinha muita paciência para os exercícios. Queria logo Beatles, um Roberto Carlos, pra impressionar as amiguinhas do colégio.

Televisão ou música?
Eu dei até uma desacelerada de televisão. Depois de nove anos de “A Grande Família”, me convidaram para fazer “Malhação”, mas eu não quis. Quis focar na música. Fazem piada que sempre que eu entro num programa, ele acaba depois.

Você cansou de fazer música em algum momento?
Não, não, eu vivo procurando esses momentos. Tem fase que vem mais. Fico meio agoniado quando não estou compondo e criando.

Em que momento você está?
Estou num momento pós-parto. Deu uma alegria, apesar da contramão da nossa composição, de não seguir uma modinha.

Foram dois anos para lançar o CD. É bom trabalhar com calma?
É. De seis meses para cá a gente começou a convidar os colegas. Encontros com Zeca Pagodinho no aeroporto. Ele disse “Já curti, não precisa nem contar o que é”. Encontrei os Paralamas dentro de um avião. Foi tudo na amizade, sem taxímetro profissional ligado.

O que a idade trouxe?
Depois dos 60 anos não tem mais tempo para esperar três horas no camarim. O tempo passa mais devagar no palco.

Qual é seu maior investimento?
Aos 17 anos, com a primeira graninha comprei um terreno em Friburgo, em que não chegava carro, agora só vai carro 4X4. Ainda tenho esse sítio, e o lugar continua igual.

Como é tocar no Rock in Rio 32 anos depois?
Porra, o primeiro foi alucinante. Tocar com o equipamento do Queen. Ver três Maracanãs de gente. Mesmo na lama, tinha um clima de fim de ditadura, de festa. É um momento parecido. Estamos na lama de novo, por mais que agora seja figurativa.

Categorias
ENTRETERIMENTO

Hugh Hefner se considerava feminista, mas mulheres discordavam

“Feministas se opõem a você por tratar mulheres como objetos”, questionou um repórter da “Vanity Fair” em 2010, se dirigindo a Hugh Hefner, fundador da “Playboy”, morto nesta quarta-feira (27).

“Elas são objetos!”, respondeu o empresário. “A ‘Playboy’ lutou pelos direitos das mulheres, inclusive pelo direito aos contraceptivos.”

O diálogo resume o motivo de uma longa e conflituosa relação de Hefner com o movimento feminista, que ele dizia defender.

Em 1963, a jornalista Gloria Steinem trabalhou por duas semanas como coelhinha na Playboy Club em Nova York e denunciou as condições da boate —as garçonetes tinham que passar por um exame vaginal, usar saltos desconfortáveis e roupas tão apertadas que era difícil respirar.

O que motivou Steinem a fazer a denúncia foi uma série de artigos que Hefner vinha publicando mensalmente na “Playboy”, que ele chamava de “proclamação emancipatória da revolução sexual”. A jornalista discordava que esse modelo de “emancipação” fosse positivo para as mulheres.

A resposta à denúncia de Steinem não foi agressiva. Hefner disse que não tinha problema com o artigo dela, publicado na revista “Show”, e o exame íntimo foi abolido.

Nos anos 1970, porém, novas polêmicas vieram. Uma secretária vazou uma correspondência em que ele dizia estar interessado na tendência “irracional e emotiva” das “feministas militantes”.

“Essas mulheres são nossas inimigas naturais. É hora de brigar com elas. Quero um artigo devastador, que destrua [as militantes]”, afirmou, referindo-se a uma manifestação de 300 feministas em frente à Mansão Playboy, que tinha ocorrido na época.

“Elas são intransigentes em sua oposição à sociedade romântica de meninos e meninas que a ‘Playboy’ promove.”

Uma biografia escrita por Steven Watts relata que Hefner exigia que as “coelhinhas” com quem ele se relacionava fossem fiéis, mas ficava irado quando elas insinuavam que ele deveria fazer o mesmo por elas.

NA MANSÃO

A mais famosa oposição aos hábitos controversos da Mansão Playboy veio de Holly Madison, coelhinha da “Playboy” e moradora da Mansão de 2001 a 2008.

Ela diz que, quando se mudou para a casa, descobriu que fazer sexo com Hefner era tratado como obrigação, e que não era incomum drogar ou embebedar as mulheres para facilitar a abertura sexual.

“Eu sabia que acontecia algo assim. Não sou idiota. Mas as meninas nunca admitiam isso entre elas, e nunca falávamos sobre esses problemas”, disse em entrevista ao “Buzzfeed” em 2015 —em mais de uma ocasião, Hefner negou a veracidade do relato de Madison.

Madison reconhece que via muitas vantagens em morar lá, e gostava da exposição midiática, mas acabou saindo da casa quando percebeu que Hefner era “verbalmente abusivo”, controlando sua aparência e a criticando.

“Hef gosta de cercar de pessoas que dizem ‘sim’. Ele tem muitos amigos que trata bem. Tem uma cultura de todo mundo o tratar como um cara muito legal, uma veneração à personalidade dele, pela qual eu me encantei por muito tempo”, disse.

A definição que Hefner dava da mulher como uma “coelhinha” também enfureceu feministas por mais de uma geração.

“Uma mulher se parece com uma coelhinha. Ela é feliz, brincalhona. [A coelhinha] nunca é sofisticada, uma mulher que não se pode ter. Ela é jovem, interessante, simples… Como a sua vizinha. Não estamos interessados na mulher misteriosa, difícil, a femme fatale”, dizia Hefner.

“A menina da ‘Playboy’ não está vestida, não tem calcinha. Ela está pelada, bem lavada com sabão e água, e está feliz.”

Categorias
ENTRETERIMENTO SLIDE

‘Significa que está fazendo sentido’, diz cantora da dupla Anavitória sobre indicações ao Grammy Latino

“Significa que está fazendo”. Essa foi a resposta entusiasmada da cantora Vitória Falcão, do duo Anavitória, em entrevista ao G1 por telefone, sobre as indicações que o duo recebeu ao 18º Grammy Latino. O evento será realizado no dia 16 de novembro e as indicações foram divulgadas nesta terça-feira (26). As meninas são de Araguaína, norte do Tocantins.

O duo concorre na categoria “Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa”, com Anavitória e disputam o prêmio com o cantor Tiago Iorc, que apadrinhou a carreira delas. Ele concorre com “Troco likes ao vivo: Um filme de Tiago Iorc”. O cantor publicou as indicações nas redes sociais.

“A gente está só muito feliz. É muito massa. Eu falei com ele [Thiago] agora há pouco e foi tipo: ‘Aaaa, a gente vai estar lá junto’. Ele também faz parte da nossa indicação, do nosso álbum”, comemora Vitória.

A música “Trevo”, composta por Ana Caetano em parceira com Tiago, também concorre na categoria “Melhor Canção de Língua Portuguesa”.

“A gente fica tão feliz em saber que existe toda essa torcida vinda do Tocantins, que todos se tornam um só, só temos que agradecer.”

Saídas do interior do estado, com uma carreira relativamente recente, e indicadas a um prêmio internacional. Para Vitória: “Significa que está fazendo muito sentido para as pessoas e que com certeza é o que a gente deveria estar fazendo no mundo agora”.

Quer saber mais notícias de todo o estado? Acesse o G1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
ENTRETERIMENTO

No Dia Mundial Sem Carro, o desafio da bicicleta ganha cada vez mais adeptos

“A decisão de estacioná-lo para sempre não foi de repente. Eu estava ensaiando há algum tempo. Fui algumas vezes para o trabalho de bicicleta, mas acabava usando o carro para todo o resto. Ele precisou dar os últimos suspiros para me alertar que não aguentava mais e que uma nova vida nos esperava. Fiquei por alguns segundos segurando o volante, olhos umedecidos tentando organizar os sentimentos. No início, senti raiva, logo depois tristeza, gratidão e por fim a aceitação. Fiz um carinho nele, uma lágrima caiu, saí de dentro, tranquei a porta e parti”.

Foi assim que a artista Carol Oliveira, 31 anos, decidiu mudar sua forma de deslocamento na cidade. O depoimento, postado em rede social, ganhou visibilidade, apoio e uma rede de adeptos.

Atualmente, três meses depois, a moradora de Brasília diz não se arrepender.

“Não tenho mais gastos com gasolina, nem aborrecimentos com manutenção. Eu não pego trânsito e ainda me exercito com a bike. Estou com as pernas bem mais firmes. Quando vou para mais longe pego ônibus ou carona”. O hábito, segundo ela, também tem ajudado a conquistar amigos. “Consigo arrastar vários deles para andar comigo pela cidade”, comemora.

Apesar de prático, eficiente e cômodo, o automóvel particular é um meio de transporte de custo elevado: na conta entram impostos, combustível, estacionamento, seguro e custos de manutenção.

O carro também prejudica a saúde (por colaborar para o sedentarismo), o estresse e a intoxicação, segundo a Organização Mundial da Saúde. Cerca de 3 milhões de mortes por ano podem ter como causa a exposição à poluição.

O uso demasiado dos carros particulares provoca ainda congestionamentos, o que prejudica a produtividade e promove desgaste: 48% dos paulistanos gastaram, em 2015, pelo menos 2 horas por dia em seus deslocamentos, segundo pesquisa da Rede Nossa São Paulo.

Essas são as razões levantadas pelo movimento que propõe o Dia Mundial Sem Carro, celebrado no dia 22 de setembro há pelo menos 20 anos, em crescente número de cidades do mundo. A data, criada na França em 1997, incentiva o uso de meios alternativos de transporte e medidas de apoio para seus usuários, transporte público de qualidade, carona solidária e ciclovias.

Ao contrário do carro, a bicicleta é um meio econômico, limpo, saudável, prático, integrativo, silencioso e rápido para pequenos deslocamentos. No entanto, ainda enfrenta desafios para se consolidar como alternativa viável de transporte nos centros urbanos do Brasil. Segundo levantamento produzido pelo portal Mobilize, o país conta com pouco mais de 2,5 mil quilômetros de vias cicloviárias, entre ciclovias e ciclofaixas. É uma parcela ínfima, diante da malha rodoviária do país, de cerca de 1,7 milhão de quilômetros.

Mesmo sendo poucas, as ciclovias têm conquistado novos adeptos. Desde 2015, o publicitário Allan Alves, de 30 anos, trocou as estradas pelas ciclovias. A mudança começou por uma questão financeira. “Fiz os cálculos e vi que era muito mais econômico não ter carro do que ter. E quando percebi que em dias que não usasse a bicicleta tinha estrutura na cidade como a bike compartilhada, ônibus e aplicativo de transporte, resolvi de vez abolir o trânsito”, afirma o publicitário.

Agora, não vê outra alternativa para se locomover em Brasília: “Hoje em dia, tenho dificuldade em dirigir, é estressante. Fora todos os benefícios de saúde e bem-estar da bicicleta, de explorar a cidade com mais calma”, disse Allan.

Na opinião do professor Pastor Willy Gonzales Taco, especialista em mobilidade urbana da Universidade de Brasília, apesar da vantagem financeira e do bem-estar, é preciso ter muita força de vontade para abandonar de vez o veículo no Brasil.

“É uma questão cultural, conceitual e econômica. O Brasil tem apostado muito nas rodovias e na indústria automobilística como condutores da economia. Por outro lado, a promoção do uso de modos alternativos, como a bicicleta, o próprio andar a pé, as tecnologias estão só aos poucos sendo vistas. Leis, como as que protegem os pedestres, ainda estão surgindo de forma tímida. Falta vontade política”, critica.

Segundo Pastor, não há medidas de incentivo aos usuários dos meios alternativos de locomoção como em outros países: “Não há gestão e investimento em infraestrutura. Não há nenhum tipo de incentivo como redução de impostos para quem compartilha seu carro ou premiação para os usuários mais assíduos de aplicativos de caminhadas, viagens de bicicleta ou transportes públicos. Não há promoção de novas tecnologias para complementar o uso dos mesmos, como informação ao usuário, horários, atendimento, qualidade do serviço. Não há sistemas integrados para unir as várias possibilidades de mobilidade urbana”.

O professor Pastor cita exemplos de soluções simples e de baixo custo, como estímulos de empresas com benefícios para funcionários que decidam ir de bicicleta, a pé, de ônibus ou metrô, de esquemas de caronas. Há aplicativos que promovem o aluguel de carros por tempo; de corridas compartilhadas.

O especialista elogia movimentos como o do Dia Mundial Sem Carro, mas diz que ações pontuais como essa são importantes para celebrar e dar visibilidade à causa, mas deveria ser uma atitude contínua. “É muito tímido um dia, quando se tem 365 para promover a mobilidade ativa”.“Soluções existem em todo lugar. O mundo está cheio delas. Muitas são criadas aqui mesmo, como o BRT de Curitiba (PR): uma invenção brasileira, da década de 70, mas que só está sendo implementada agora, 40 anos depois. Depois que outras cidades do mundo já fizeram”, ressaltou.

Exemplos de ações continuadas, conforme o especialista, são os grupos de ciclistas que se reúnem diariamente ou semanalmente para promover passeios urbanos.

Aplicativo

O Instituto Akatu fez um levantamento de aplicativos que podem ajudar, em caso de locomoção:

Parpe: serviço que conecta pessoas que querem alugar carros ou oferecer carros para locação.

Pegcar: serviço que conecta pessoas que querem alugar carros ou oferecer carros para locação.

Vamo Fortaleza: sistemas de compartilhamento de carros elétricos.

Zazcar: aluguel de carros por hora.

E-moving: aluguel de bicicletas elétricas para pessoas físicas ou jurídicas.

Bike na porta: o cliente solicita a bicicleta para aluguel por dia, que é entregue e retirada no local definido.

Mobilicidade: sistema de aluguel de bicicletas presentes em 21 cidades em todas as regiões brasileiras. A liberação de bicicletas e o pagamento são feitos pelo celular. Estações de retirada estão espalhadas pelas cidades participantes.

Categorias
ENTRETERIMENTO

Exibir a barriga nos palcos é um dos desejos da grávida Ivete Sangalo

Grávida de gêmeas, Ivete Sangalo já começou a ter desejos, não necessariamente ligados à alimentação. Michelly X, estilista por trás dos looks da artista há cerca de um ano e meio, diz que o figurino durante a gestação ainda é um “dilema”. Primeiro pedido de Ivete? Looks que deixem a barriga à mostra. “Vamos testar pra ver se fica bom no palco. Focaremos em peças mais soltas, mas que atendam a essa vontade dela”. Esse tipo de produção vai contra o que Ivete sempre exigiu: peças justas, como os bodies que usa com frequência para deixar o corpo “bem modelado”.

Ainda sobre o desenvolvimento dos figurinos de Ivete, Michelly revela: “Chegamos em um momento que já não temos mais o que fazer. Todo mundo anda com o mesmo estilo: Beyoncé, Anitta etc. Franjas estão suspensas dos figurinos até segunda ordem porque têm sido muito usados”.

Mudanças de humor durante a gravidez acontecem – e são normais. Ah, os hormônios… E os de Ivete, para a felicidade de quem convive com ela, são para melhor. “Ela está muito alegre e empolgada”, diz a estilista, que também confirmou o maior envolvimento de sua cliente na criação dos looks, o que pode ser confirmado no Instagram da própria Ivete, ao postar o modelito que usou no show de abertura do Rock in Rio 2017, dizendo orgulhosa: “Roupa criada por mim e a toda toda linda execução por Michelly X.”

Os próximos shows de Ivete Sangalo acontecem em Salvador neste domingo e depois no Espaço das Américas, em São Paulo, no dia 29 de setembro. Glamurama está acompanhando tudo de perto!

Categorias
ENTRETERIMENTO

Liliane Bettencourt, herdeira da L’Oréal, morre aos 94 anos 1

A empresária francesa e herdeira da gigante de cosméticos L’Oréal, Liliane Bettencourt, morreu aos 94 anos, informou sua filha nesta quinta-feira (21). A família Bettencourt, que fundou a L’Oréal, detém uma participação de 33% da companhia.

“Nesse momento doloroso para nós, eu gostaria de reiterar, em nome da nossa família, nosso total comprometimento e lealdade com a L’Oréal, e de renovar minha confiança em seu presidente Jean-Paul Agon e em suas equipes no mundo inteiro”, disse Françoise Bettencourt Meyers, em comunicado.

Bettencourt era conhecida como a mulher mais rica do mundo, de acordo com uma avaliação feita pela Forbes no início deste ano, que estimou seu patrimônio líquido em US$ 39,5 bilhões.

Categorias
ENTRETERIMENTO

K.O. da Pabllo Vittar será trilha da luta de despedida de Popó em homenagem a filho gay

O boxeador Acelino Popó Freitas se prepara para subir ao ringue pela última vez no dia 21 de outubro, na cidade de Belém, no Pará. A luta de despedida, porém, marcará pela trilha escolhida para a ocasião. O hit “K.O.”, da Pabllo Vittar, como forma de homenagear o filho Ruan, de 17 anos, gay assumido.

A declaração foi feita durante a entrevista concedida por Popó e o seu filho para o programa Conexão Repórter, de Roberto Cabrini, do SBT.  “K.O.”, inclusive é um termo muito utilizado no boxe, para quando o adversário chega a nocaute, como Pabllo explicíta na música e no videoclipe que brinca com elementos do universo do esporte.

No bate-papo, os dois ainda comentaram sobre a revelação que movimentou as redes sociais feita pelo pugilista no mês passado sobre a sexualidade do jovem. “Honestamente, eu como pai tenho aquela frustração do filho que a gente criou como homem, depois vem como meio homem e meio mulher”, afirmou Popó.

Ainda na entrevista, Ruan confessou que sentiu medo do pai não aceitá-lo ao contar que era homossexual. “Achei que ele não ia ter mais contato comigo, que não ia mais deixar eu ir na casa dele, que ele ia cortar todos tipo de relação comigo. Com meus irmãos achei que fosse acontecer a mesma coisa”, declarou o jovem.

Categorias
ENTRETERIMENTO

Lady Gaga cancela vinda ao Rock in Rio, na véspera

A cantora americana Lady Gaga, que seria a principal atração na noite de abertura do Rock in Rio 2017, nesta sexta-feira, cancelou sua participação no festival. De acordo com a assessoria de imprensa do evento, Gaga não pode vir por ter sido submetida a um “tratamento por profissionais médicos especializados”. Não se sabe a razão do tratamento, mas na última terça-feira, a cantora revelou pelo Twitter ter sido diagnosticada com fibromialgia.

 

Fonte: Revista Veja