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Taylor Swift recebe doutorado honorário da Universidade de Nova York


Em seu discurso, ela elogiou os formandos que fizeram a faculdade durante a pandemia e aconselhou que aproveitem ao máximo as suas escolhas. Taylor Swift na NYU
Shannon Stapleton/Reuters
A cantora e compositora Taylor Swift recebeu um doutorado honorário da Universidade de Nova York, nesta quarta-feira, e disse aos formandos que tudo vai ficar bem, ecoando os sentimentos de seu hit “Shake It Off”.
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A artista de 32 anos pediu aos alunos que aproveitem ao máximo suas escolhas. “A vida pode ser pesada — especialmente se você tentar carregar tudo de uma vez… todos os rancores, todas as atualizações sobre o seu ex… Você pode escolher para o que sua vida tem tempo e espaço.”
Taylor Swift na NYU
Shannon Stapleton/Reuters
“Tenho algumas boas notícias: depende totalmente de você. Tenho notícias aterrorizantes: depende totalmente de você”, acrescentou, vestida com uma beca roxa na cerimônia de formatura no Yankee Stadium.
Ela elogiou os formandos por assumirem o desafio de cursar a faculdade durante a pandemia. “Nunca tenha vergonha de tentar, a falta de esforço é um mito”, disse Swift.
Taylor Swift na NYU
Shannon Stapleton/Reuters
A vencedora do Grammy estava entre os três ganhadores de diplomas honorários da universidade. Foi o primeiro diploma universitário de Swift, que se apresentava em turnês durante o ensino médio.
A Universidade de Nova York oferece um curso sobre Taylor Swift, incluindo sua evolução como empreendedora musical criativa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bichos na Escuta #52: conheça Vivi, a cachorra que viaja o mundo em uma kombi


Neste episódio, Giuliana Girardi conversa com o Luís e a Priscila, que largaram tudo para viver uma aventura pelo mundo ao lado de Vivi em uma kombi. O cantinho dela é assento de uma kombi que já rodou mais de 9 mil quilômetros desde o começo do ano. Uma casa móvel que está levando Luís, Priscila e Vivi para aventuras inesquecíveis. Brincadeiras na neve, mergulhos em lagos, trilhas surpreendentes.
Como é sair por aí com um cachorro conhecendo esses lugares super especiais? É essa história cheia de adrenalina entre um casal de humanos e sua cachorra que você confere no episódio do podcast “Bichos na Escuta”, com a jornalista Giuliana Girardi.
Vivi na kombi
Reprodução / Redes sociais
Dois dias depois de abrir mão da vida que ele estava super acostumado, Luís pegou a estrada. A família está em uma viagem rumo à cidade de Ushuaia, na Argentina.
“A escolha da gente ter ido até o Ushuaia, que é a última cidade mais ao sul do planeta foi para que a gente pudesse ter uma experiência com a neve pela primeira vez, e a Vivi também. O nosso grande sonho era ver a Vivi brincando na neve”, conta Luís.
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O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no G1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja dicas para proteger os animais de estimação no frio e prevenir pets doentes


Médico veterinário salienta que é mito que eles não sentem frio por terem pelos. Campanha em BH recolhe roupas, agasalhos, cobertores, toalhas e ração para bichos de rua. Chuvisco, doguinho da fotógrafa Suzana Latini, se protegendo do frio
Suzana Latini/Arquivo pessoal
O inverno começa oficialmente às 6h14 no dia 21 de junho, mas parece que ele sentiu saudade e resolveu chegar com mais de um mês de antecedência.
Como os meteorologistas haviam avisado, a temperatura caiu bastante em várias regiões do Brasil, inclusive em Minas Gerais. O frio também pode ser prejudicial aos animais de estimação e, por isso, eles precisam de cuidados especiais.
De acordo com o médico veterinário José Lasmar, de Belo Horizonte, existem mitos que precisam ser derrubados, como o de que os animais não sentem frio porque têm pelos.
“Eles podem até vir a óbito, como os humanos. É verdade que alguns cães são mais resistentes, mas eles também sentem frio”, diz.
Dentro deste rol dos mais “fortes”, o especialista destaca as raças husky siberiano e bernese.
Pug já está preparado para a chegada do inverno
Unsplash/Divulgação
Contudo, ele ressaltou que os doguinhos sem raça definida (SRD), os famosos vira-latas, magros e com pelagem curta, podem morrer por causa das baixas temperatura. Lasmar explica que quando o animal está todo enrolado é sinal de que ele está com muito frio.
O gatos de pelagem curta também podem ser vítimas do frio. E os de pelos compridos, como os persas, podem usar roupas de frio, mas elas podem causar “bolos” que, posteriormente, precisam ser tosados.
O soninho da beleza no aconchego e no quentinho
Unsplash/Divulgação
Veja como proteger os pets:
Coloque neles roupas confortáveis e quentinhas;
Eles devem ser abrigados fora do alcance das correntes de ar e de ventos fortes;
A cama precisa ser fofa e, se possível, feita com tecidos de algodão, porque esquentam e são mais confortáveis;
A alimentação não sofre alteração no tempo de frio. Eles podem comer normalmente;
A atividade física, como a caminhada, deve ser mantida;
Ao contrário da alimentação e dos exercícios, os banhos devem ser evitados.
Doenças
Lasmar explica que, assim como acontece com os seres humanos, os animais também podem ter a saúde afetada.
Cães
No período de frio, principalmente no outono e inverno, os cachorros podem ter traqueobronquite infecciosa, doença conhecida também como gripe dos cães, gripe dos canis, tosse dos canis ou coqueluche canina e pode ser causada por vírus ou bactérias.
Para evitá-la, Lasmar orienta que os eles sejam vacinados, em dose única, com validade de um ano. O imunizante custa em torno de R$ 110.
Cama e cobertor pets dão mais conforto aos animais
Unsplash/Divulgação
A prevenção é válida para todos os dogs, mas o veterinário salienta que os animais com narizes curtos – como pugs e buldogues francês e inglês – são mais propensos à doença.
Independentemente da raça, o especialista orienta que bichos que frequentam hotéis pet, pet shops, pracinhas e canis precisam ser imunizados por causa do convívio com os amiguinhos peludos.
Em caso de contaminação, o tratamento é feito sob prescrição médica veterinária, com antialérgicos e anti-inflamatórios.
Lasmar diz que o sintoma da doença é uma tosse muito severa, com ânsia de vômito, e que pode levar o tutor a se enganar e achar que o animal se engasgou.
Gatos
No frio, os gatos podem adoecer com pneumonia felina bacteriana. Não há tosse e, por isso, o tutor precisa redobrar a atenção.
O tratamento é feito com antibiótico. Não há vacina como prevenção.
Bichos de rua
Voluntários distribuem roupinhas de frio para animais de rua
Agasalha Pet/Divulgação
Assim como acontece com os humanos, são os animais em situação de rua os que mais sofrem com o tempo gelado.
Saiba como e onde doar agasalhos e cobertores a quem precisa em BH
Em Belo Horizonte, os alunos do curso de medicina veterinária do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH) estão fazendo a campanha Agasalha Pet. A ação recebe roupas, agasalhos, cobertores, toalhas, ração e outros itens para os animais de rua.
As doações podem ser entregues no Hospital Veterinário do UniBH, no bairro Buritis, em horário comercial.
Serviço
Agasalha Pet
Ponto de coleta: Hospital Veterinário do UniBH (Rua Líbero Leone, 259 – Buritis), horário comercial
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Fonte: G1 Entretenimento

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Nani Venâncio, musa da abertura original de ‘Pantanal’, fala de susto após AVCs: ‘Grata pela 2ª chance’


Apresentadora tem 53 anos e é mãe de duas meninas: ‘Não tenho esse problema de envelhecer.’ Série do g1 narra trajetória e conta como estão ‘musas dos anos 90’. Quando foi ao ar o primeiro capítulo do remake de “Pantanal”, muita gente se perguntou onde estava a onça que marcou a abertura da novela originalmente transmitida em 1990.
Naquela época, imagens do animal se mesclavam com a de uma mulher nua ao som de “Pantanal”, composição de Marcus Viana.
Na nova versão, a trilha sonora seguiu a mesma (dessa vez, interpretada por Maria Bethânia), mas as imagens ficaram restritas à beleza natural do bioma da região.
Nesta semana, o g1 dá voz às mulheres que foram chamadas de musas nos anos 1990. Nesta série de entrevistas, elas relembram as trajetórias e contam como estão.
Nani Venâncio em imagem que foi ao ar na vinheta da novela “Pantanal, em 1990. Hoje, ela foca sua carreira na apresentação
Reprodução
Muitos ainda lembram dessas imagens, mas Nani diz não viver no passado. “A gente não pode parar no tempo.”
“Quando eu quero passado, eu vou no museu. Se você ficar presa no passado, é muito complicado, porque muitas mulheres entraram em surto.”
Além de “Pantanal”, ela foi atriz e se formou pela Casa das Artes de Laranjeiras. Também participou de eventos e posou em capas de revista, incluindo a “Playboy”.
Hoje, aos 53 anos e mãe de duas meninas [Manasha, de 29 anos, e Moira, de 12], tem seu foco voltado para a apresentação. No comando do “Tarde Top” da Rede Brasil há 14 anos, ela comanda um programa na rádio Vibe Mundial e acaba de estrear um podcast.
A carreira como atriz, definitivamente, ficou para trás. E não foi por falta de convites, segundo Nani.
“Acho que na vida a gente tem que ter a percepção de quando você é muito boa numa coisa. Eu me achava mediana. Sabe aquela atriz mais ou menos?”.
Nani Venâncio
Reprodução/Instagram
g1 – Quando fizemos o primeiro contato por telefone, você comentou que nas décadas de 1980 e 1990 tinham muitas musas, assim como hoje existe as influencers. Você acha que morreu a fase de musas, a era das musas?
Nani – Eu acho que morreu o nome, né? Porque antigamente era muito mágico, era muito forte isso. Aconteceu, virou manchete, era capa de revista, era musa, musa do verão brasileiro, musa de não sei o que, musa… acho que hoje só tem musa no Carnaval, não é? Mesmo assim, você vê que falam mais das antigas. Eu acho que mudou o nome. Porque hoje o mundo está tão digital… Agora é influencer.
g1 – Então se você fosse citar algum nome de musa hoje, não teria?
Nani – Vamos pensar juntas aí? Quem poderia… Sabrina Sato é uma musa, seria uma musa. Porque naquela época eu acho que uma musa era um contexto geral. Tinha o apelo da sensualidade, a gente saia em capas de revistas, viajava o Brasil inteiro.
Acho que a Paolla Oliveira é uma musa. Maravilhosa. Para mim, perfeita. São duas musas fantásticas. Eu acho também maravilhosa a Juliana Paes. Para mim, ela é uma musa, perfeita.
g1 – Muito bacana esses nomes que você citou porque todas as musas de 1990 que entrevistei citam que as musas da atualidade são mulheres mais velhas do que naquela época, quando as mulheres que recebiam esse título estavam mais na casa dos 20 e poucos anos, né?
Nani – É, dos 20… A gente precisa primeiro definir o que é musa, né?
g1 – O que é musa para você?
Nani – Pois é, eu não tenho essa definição. Para a gente, naquela época, era uma mulher glamourosa, uma mulher que se destacava, se sobressaia, chegava e parecia que o mundo parava, sabe assim? Era aquela sensação.
Eu às vezes visitava, ia a algumas cidades para fazer algum evento, e a gente era recebida na cidade em carros de bombeiro com batedores de polícia. É uma coisa que parava. Naquela época, não tinha internet, a informação era muito lenta, era mais difícil.
Hoje, com celular, você está perto do mundo. Você está conectado com o mundo. Então eu acho que era essa magia de estar perto de uma mulher que saía na capa da revista. O único acesso que eles tinham eram aquelas fotos.
g1 – Novamente, quando falamos a primeira vez, me deu a sensação de que o título de musa te incomodava de certa forma. Te incomoda ou já te incomodou em algum momento?
Nani – Não, não me incomodou. É só que eu acho assim, eu só não vivo no passado. Eu não sou aquela mulher saudosista. Tô com 53 anos. Eu não tenho esse problema de envelhecer.
Por isso que eu te falo. Eu jogo sempre no passado, já fui musa, já fui capa de tudo. Fui gata da cidade do Rio de Janeiro em 87, musa do Verão Brasileiro, bumbum mais bonito do Brasil…
Eu fazia campanha para Cruz Vermelha para arrecadação de órgãos. Fazia muita campanha, não era uma coisa apelativa para o corpo. O que a gente fazia era uma nudez sem a maldade. Tanto que eu só fiz uma capa de Playboy. Eu nunca fiquei só em cima de sensualidade. Até porque eu era contratado da Globo. Fazia “Viva o Gordo”, “Os Trapalhões”, “Você Decide”…
Eu sempre fui pé no chão. Muitas mulheres deslumbravam, viajavam. Eu, não. Eu comprei casa, minha casa, minha cabeça é outra. E então assim… você não é sempre. Você pode viver na memória das pessoas que eram da época.
A gente ficou na memória de quem viveu a época, foi uma época que marcou, foi uma época diferente. A abertura de Pantanal parou o país, todo mundo sabe o que era a novela Pantanal, que a mulher onça Pantanal mexeu com a fantasia, com a cabeça das pessoas. Mas eu sempre trabalhei o outro lado.
Nani Venâncio com as filhas Manasha, de 29 anos, e Moira, de 12
Reprodução/Instagram
g1 – Você falou que não tem problema em envelhecer, parece ser muito bem resolvida quanto a isso. E estamos vivendo um momento em que muitas mulheres que estão na mídia recebem críticas nas redes sociais simplesmente porque estão envelhecendo. A Xuxa, por exemplo, costuma falar sobre isso. Como que você reage com esse tipo de crítica? Elas chegam pra você também?
Nani – Não. Eu não recebo. Sabe por quê? Porque eu sou muito aberta. Eu nunca menti idade, eu sempre brinquei na televisão que tenho 31 anos… de carreira.
Envelhecer, gente, é uma dádiva para poucos. Sorte a minha já ter passado de meio século, ter conseguido isso, porque muitos morrem tão jovens, né? Não tem essa alegria, essa felicidade, desse caminho na vida.
Eu tenho uma filha de 26 e, no início, ela me questionava muito, meio crise na adolescência. Eu tinha um pôster em uma casa minha, eu grávida de quatro meses, nem barriga eu tinha, e ela falava: “Eu não acredito, você grávida de mim tem menos barriga que eu. Meus amigos ficam falando que você foi capa de um monte de revista, que você foi isso, que você foi musa…”.
Eu sempre trabalho isso na cabeça dela. “Olha, isso foi passado. Isso eu fui, hoje é você, hoje é sua época, não precisa ficar nessa. Eu fui. Sim, já fui maravilhosa, andava me sentindo. Já tive 20, já tive 30, já tive 40, eu estou com 50.
“Ai, nossa, que máximo, estou envelhecendo”. Máximo o caramba, mentira! “Ah, a melhor fase é envelhecer”. Envelhecer, não. O melhor da história de envelhecer é a sabedoria, o conhecimento, a bagagem que a gente traz.
g1 – Você está 100% apresentadora? A parte artística, seu trabalho como atriz, você parou totalmente?
Nani – Parei. Acho que na vida também a gente tem que ter a percepção de quando você é muito boa numa coisa. Eu me achava mediana. Sabe aquela atriz mais ou menos?
Quando eu via umas pessoas maravilhosas atuando, eu falei: “não, eu não vou ficar atuando porque tem gente muito melhor que eu”. Acho que eu estou tirando o lugar de pessoas muito talentosas para eu ficar ocupando.
Eu recebi, te juro, até antes da pandemia, uns três convites para cinema. Vivo recebendo convite para teatro, que eu adoro.
Em foto no Instagram, Nani Venâncio relembra momento ao lado do maquiador e ator Zé Reinaldo
Reprodução/Instagram
g1 – Seu currículo é bastante extenso. Além dos trabalhos como apresentadora, atuou, posou para revistas, saiu na ‘Playboy’, se envolveu em política… Você se arrepende de algo que fez ou até de alguma coisa que não tenha feito?
Nani – Eu acho que a gente não pode arrepender de nada, tudo vale como uma lição. Às vezes, a gente tem um pouco de sonho, mas aí a gente não pode se cobrar de ser arrependimento. Eu saí candidata a deputada estadual, vereadora, vale uma grande experiência. Na política, eu adoraria, de verdade, de trabalhar muito no social, dentro das comunidades, dar voz pra essas mulheres que não são ouvidas, para as pessoas.
Como seria melhor se tivesse muito mais mulheres na política, um olhar diferente, um olhar mais humano, um olhar mais sensível. Sou meio indignada quando eu vejo que 53% do eleitorado do país são mulheres e a gente não é elege mulher. Nós, mulheres, temos que mudar isso.
g1- Você passou por um susto no parto da sua segunda filha. Esse susto mudou alguma coisa na sua visão de vida ou no seu dia a dia?
Nani – Bom, eu tive dois AVC, uma trombose cerebral hemorrágica, 87% de chance de óbito. Quando você tem uma experiência que é um EQM, uma experiência quase morte, você volta diferente. E você volta mais aguçada com tudo. E exatamente com essa visão também, a palavra gratidão.
Eu sou grata pela segunda chance. Porque eu adoro estar aqui, vou falar para você. Eu adoro. Eu adoro gente, adoro árvore, adoro pedra, cachoeira. Eu gosto de viver eu amo viver. E quando eu percebi, quando eu voltei, que eu perdi dois terços da visão periférica, enxergava nada do lado esquerdo, 19 Kg a menos, tive que reaprender a andar, tudo… Aí eu falei: “Nossa, tô viva. Ai, que bom. Por que que eu sobrevivi? Qual a missão, o que que eu tenho que aprender?”
Porque eu entendo que tudo é para aprendizado. Se eu fiquei aqui, alguma coisa eu tenho que aprender ainda. Alguma coisa não estava tão bacana.
“Eu sou muito feliz, eu quero aproveitar. Eu quero fazer um bolo de 100 anos. Te juro. Eu já estou com 53. Com 40, eu tive tudo isso, 87% de chance óbito, voltei. Ah não, meu bem, agora eu vou ficar aqui até os 100.”
Nani Venâncio
Reprodução/Instagram
Relembre a trajetória de Nani Venâncio:
10 de setembro de 1968: Nani Venâncio nasce em Galiléia, Minas Gerais
1987: ingressou na TV Globo, onde participou dos programas “Viva o Gordo”, “Os Trapalhões” e “Você Decide”
1989: é capa da revista Playboy
1990: é estrela da vinheta de abertura da novela “Pantanal”. No mesmo ano, faz parte da minissérie “O Canto das sereias” e estreia seu primeiro trabalho como apresentadora, com o VT Show
1993: faz sua primeira novela na Globo, em “Olho no olho”
1994 a 1997: Apresenta o Nani Mulher, na Rede Mulher
1995: dá à luz sua primeira filha, Manasha
2009: dá à luz sua segunda filha, Moira. Sofreu um AVC durante o parto
2009: estreia programa “A Tarde é show”, na Rede Brasil. Atualmente, a atração se chama “Tarde Top”
2012: se candidatou ao cargo de vereadora em SP pelo Partido Republicano Brasileiro, mas não foi eleita
2014: se candidatou ao cargo de deputada estadual do estado de São Paulo, mas não foi eleita
2022: estreia programa “Altos Papos” na Rádio Vibe Mundial

Fonte: G1 Entretenimento

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Guito Show, o Tibério de ‘Pantanal’, já foi executivo, operador da Bolsa, cantor e vendedor de queijo, mas nunca tinha atuado


Antes de lutar pelo amor da Muda, o ator estreante estudou agronomia e largou emprego de executivo da Coca-Cola para viver o sonho de ser artista e morar no interior; conheça. Guito Show (Tibério) e Bella Campos (Muda) em ‘Pantanal’
João Miguel Júnior / Globo
Atualmente a maior preocupação de Guito Show, que vive o Tibério em “Pantanal”, é se empenhar na luta pelo amor de Muda (Bella Campos) contra o rival Levi (Leandro Lima). Mas, antes disso, o ator estreante já teve desafios que dariam capítulos de uma novela emocionante, mas sem continuidade:
Criança fã de Pantanal: “Eu cresci na roça. Passava os fins de semana na fazenda, com meu avô, e foi exatamente aí que eu vi a novela.”
Perdido na Dinamarca: “Era uma criança hiperativa. Fiz pintura, futebol e natação. Aos 18 anos me formei e não tinha ideia do que queria. Aí fui morar na Dinamarca para me conhecer melhor.”
Estudante de agronomia: “Quando voltei fiz um tempo de Ciências Sociais em Juiz de Fora. Mas depois eu mudei para Agronomia. Gostei porque envolvia muitos conhecimentos.”
Epidemiologista de plantas: “Fui me especializando em epidemiologia de plantas. Fazia laudos sobre sobre remédios. Eles mandavam os produtos e a gente montava os ensaios.”
Operador da Bolsa de Valores: “Comecei a gostar da área econômica. Saí para a BMF, para ser operador. Eu operava dólar e café. Aí foi um tempo rodando nessa vida executiva”.
Executivo: “Depois corri por várias empresas. Um amigo de Lavras desenvolveu o produto Lacfree da Verde Campo. Fiquei com ele no comercial até a Coca-Cola comprar a empresa.”
Cantor e vendedor de queijo: “Na Coca-Cola eu me desiludi porque nunca gostei de coleira. Voltei para meu sonho que é viver tocando pelo Brasil. E também abri um empório em Araxá.”
Guito Show como o Tibério de ‘Pantanal’
João Miguel Júnior / Globo
Guito, o ‘Tibério de Pantanal’, visita cidade natal pela 1ª vez após estreia na novela: ‘Tô meio abobado ainda’
Diogo Brito, tem 38 anos e mora em Araxá (MG). Na fazenda do avô, em Lavras, aprendeu a gostar de modas de viola e a curtir a primeira versão de “Pantanal”, de 1990. Esse gosto acabou garantindo uma vaga na versão atual.
Foi na fase de comerciante de produtos da roça e cantor itinerante, que Guito estava antes de cair em “Pantanal”. Até a pandemia chegar ele não estava insatisfeito em Araxá, com os dois filhos e a mulher com quem se casou há 15 anos.
“Na Coca-Cola eu perdi cada vez mais o controle da minha vida, das coisas que gosto de fazer. Eu não decidia mais aonde ia passar férias, quando posso viajar ou ver minha família. Eles remuneram com dinheiro, mas dinheiro para mim não compra o tempo”, justifica.
No empório ele vendia queijos, cachaças, cafés e azeites da roça. Na música, criou um “palco motor-home”. “É uma Rural que se converte num palco. Eu vou com meu próprio som, uma solução completa.” Ele mirava shows corporativos, de festas de empresas.
A pandemia foi um golpe duplo: no comércio e nos shows.
“Na pior fase só restou encher minha Rural de queijo e cachaça e sair vendendo de porta em porta. Foi isso que fiz antes da novela. Era a única coisa que eu podia fazer para botar dinheiro em casa para meus ‘bezerrinhos'”, diz sobre os filhos.
“Eu tava ali na beira, narizinho já entrando para dentro d’água”, diz Guito Show sobre o sufoco financeiro.
O capítulo atual: galã de ‘Pantanal’
Nesse aperto, Guito viu a notícia sobre o remake que a Globo faria de “Pantanal”. “Eu não esperava jamais ser um Tibério. Mas eu sabia que poderia participar de uma roda de viola ali, talvez entrar uma música minha, fazer um peão.”
“Então mandei um ‘direct’ no Instagram para o Bruno Luperi (autor da novela), mas não tive retorno”, ele conta. Na mensagem, ele dizia que sabia “de cor” as falas da novela.
Guito esclarece que “de cor” foi uma força de expressão: “Se fosse de ‘Rei Leão’, eu até saberia de cor”, ele brinca. Era impossível decorar tudo, mas ele tinha intimidade com o universo dos peões que assistiu nos anos 90, e depois reviu no YouTube.
Mesmo sem resposta do autor, ele não desistiu. O caminho para conseguir um teste também precisa de tópicos:
Primo jogador: “Eu tenho um primo, o Alemão, que foi jogador de futebol. Ele jogou até com o Maradona em Nápoli (e foi da Seleção Brasileira entre 1983 e 1990). O meu apelido é Guito por causa dele. Minhas tias brincavam que ele era o Alemão e eu era o “Dioguito Maradona”.
Ex-mulher do primo jogador: “A ex-mulher do meu primo Alemão é filha do Oswaldo Loureiro, ator que até participou da primeira ‘Pantanal’ (ele viveu o Chico Taxista). Eu peguei o telefone dela com o meu primo e perguntei: ‘Como é que eu participo do teste? Como é o peneirão?'”
Preparadora de elenco: “Ela disse que não sabia, mas ia procurar. Através dela, eu cheguei na Priscila Lobo, que é pesquisadora de elenco”.
Muitos testes: “Foi uma longa jornada de muitos textos, muitos vídeos”, ele conta. No total, foram 5 meses até que ele fosse… pré-aprovado. Faltava o crivo dos diretores, claro.
Guito Show como o Tibério de ‘Pantanal’
Globo / João Miguel Junior
Mas a saga dramatúrgica deu certo. Ele foi sozinho para as primeiras gravações.
“Eu cheguei para gravar no Mato Grosso de carro. Peguei a minha Rural, com vinho para caramba. Pensei: ‘um lugar que vai ter 30 artistas e não tem um bar? Esse povo vai querer vinho. Deixa comigo.’ Então a gente foi fazendo aquelas rodinhas de viola, foi criando um ambiente muito gostoso a ponto de que, quando foi para gravação, eu já tava bem à vontade com os atores”, ele diz.
“Eu tive a sorte de já começar gravando lá no Pantanal, que é um habitat familiar para mim. Sou acostumado a viajar e fazer shows em fazenda, no meio do mato. De certa forma eu estava mais em casa do que os próprios atores.”
Claro que não foi tudo festa e vinho. “Na hora de olhar para a câmera e fazer alguma coisa, aquilo ali é outro mundo. Eu tenho que confessar que o frio na barriga bateu forte. Mas eu estava ao lado de Marcos Palmeira, Dira Paes, José Loreto e Juliana Paes, o que me deu uma certa tranquilidade”.
Guito conseguiu passar essa tranquilidade interiorana para o Tibério, que virou ídolo na internet – e em Araxá. “Hoje estou de folga aqui. Quando ando na rua as pessoas param o carro, tiram foto no supermercado. Todo mundo reconhece o bigode também. Bem marcante, né?”
‘Minimalista’
Guito falou ao g1 por videochamada de casa, ao lado de um dos filhos. Ele define sua vida depois de sair do trabalho na Coca-Cola como “minimalista”.”Lavo minhas roupas, faço meu almoço, passei a fazer atividade física e comecei a ficar mais saudável em função disso.”
“Eu vou ao supermercado a pé, eu só ando a pé, não tenho carro. Levo meus filhos de bicicleta para a escola. No Rio eu ando de metrô ou alugo aquelas bicicletinhas.”
A novela é um impulso para a carreira na música. Guito é fã do grupo americano Dave Matthews Band e de brasileiros como Tião Carreiro, Almir Sater e Renato Teixeira. Ele diz que prefere “os caipiras” e, no sertanejo vai até Chitãozinho e Xororó e Leonardo.
Na novela, ele consegue tocar trechinhos de suas músicas, como “Empatia”.
Por enquanto, ele até se vê interpretando outros papéis, mas sempre neste universo. “Estou totalmente aberto a essa possibilidade no futuro. Dá para conciliar (atuação e música). Mas eu aspiro mais a esse universo rural mesmo, que tem relação com viola e com a música”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Verbas públicas de prefeituras a sertanejos e outros viram debate após Zé Neto criticar Lei Rouanet


Sertanejo criticou Rouanet em show de R$ 400 mil bancado por prefeitura. Shows caros com pouco controle são comuns, enquanto lei é atacada. Gusttavo Lima é campeão de cachê; veja lista e entenda. Quanto vale o show? Veja o preço pago por algumas prefeituras no Brasil
Um comentário sobre a Lei Rouanet feito por Zé Neto, parceiro de Cristiano, em um show em Sorriso (MT) acabou virando conversa sobre outra forma de incentivo menos discutida: os shows de prefeituras pelo Brasil. No fim das contas, a verba é pública, assim como na Rouanet.
A notificação preferida de Zé Neto não deve ser a de comentários piscando nas redes dele após o show. Para começar, ele falou mal de Anitta e despertou a ira dos fãs dela. No mesmo discurso, ele se gabou de não depender da Lei Rouanet.
“Nós somos artistas que não dependemos de Lei Rouanet. Nosso cachê quem paga é o povo. A gente não precisa fazer tatuagem no ‘toba’ para mostrar se a gente está bem ou mal”, disse Zé Neto no palco no dia 13 de maio.
A indireta sobre a tatuagem de Anitta foi massacrada por seguidores dela. Mas, no meio da briga de fãs, um post no Twitter do jornalista Demétrio Vecchioli puxou comentários sobre o fato: Zé Neto não usa a Rouanet, mas até o show de Sorriso (MT) foi bancado com R$ 400 mil dos cofres da cidade.
Não é só a dupla de “Notificação preferida” que vive fazendo shows com verbas de prefeituras. O g1 levantou apresentações recentes de 5 artistas sertanejos e 5 de fora do estilo e seus shows recentes mais caros com verbas municipais no interior do Brasil.
Esses shows movimentam a economia local, geram empregos e reúnem multidões. Artistas menores também fazem. Mas os critérios de escolha, de fiscalização e de contrapartidas para a cidade são bem mais frouxos do que a atacada Lei Rouanet, que surgiu há 30 anos justamente para isso.

g1
Não é só Zé Neto que se gaba de não usar a Lei Rouanet e faz grandes shows de prefeituras. Latino e Netinho, que também atacaram recentemente a lei, já fizeram shows com verbas municipais, que não chegaram aos valores dos astros acima, mas passaram ambos de R$ 120 mil.
Regras: não há regras
O levantamento não foi fácil porque, ao contrário da Lei Rouanet, não há um sistema ou regras de divulgação: cada prefeitura publica de um jeito. Enquanto a lei tem um longo processo, os shows municipais, em geral, são por escolha direta, sem licitação.
“Por um lado as pessoas falam mal dessas ferramentas de incentivo que têm controle, e não prestam atenção para o fato de que o mecanismo direto vem totalmente da vontade daquele gestor”, diz Miguel Jost, professor e pesquisador de políticas públicas para cultura.
“Quando se cobra recurso para cultura, falamos de um modelo institucionalizado, com editais ou leis de renúncia, porque aí a sociedade pode acompanhar de forma correta e transparente”, ele defende.
“Esse tipo de festa, apesar de ser importante, tem um tipo de contratação que acaba sendo um recurso de escolhas pessoais e políticas. O que a gente tem é uma relação obscura, a partir da escolha de um gestor individual por um artista x ou y. É uma forma muito menos republicana de acessar o recurso.”
“O que a gente observou nos últimos anos foi uma criminalização de todas as políticas de incentivo à cultura, que foram alvo de um projeto da extrema-direita de colocá-la como um supérfluo. A cultura traz tantos benefícios que a ideia não é de gasto, mas de investimento”, diz Miguel.
O g1 já mostrou como a Coreia do Sul investiu na música em um plano de mais de vinte anos e hoje colhe o lucro e o prestígio de ídolos como o BTS.

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“Quando se fala em Rouanet, já se pensa em privilégio, quando na verdade quem é privilegiado é justamente aquele que é contratado sem um processo de avaliação pública, mas por inexigibilidade”, diz Dani Ribas, especialista em gestão e políticas culturais.
Profecia autorrealizável
Um estudo do extinto Ministério da Cultura em 2018 mostrou que, a cada R$ 1 investido por patrocinadores em projetos culturais pela Lei Rouanet, R$ 1,59 retorna para a economia do país, com impacto econômico direto (valor dos patrocínios captados) e indireto (como produção de empregos).
Os ataques à Rouanet e outras políticas, como se elas fossem apenas pagar shows de artistas sem nenhum plano, estão criando uma profecia autorrealizável: o governo federal desmonta essas políticas e sobram ações locais que são realmente apenas pagar shows de artistas sem nenhum plano.
Em 2019, antes da pandemia, os cachês dos campeões Gusttavo Lima e Wesley Safadão em eventos de prefeituras estava em torno de R$ 300 mil e R$ 400 mil. Hoje o valor pago por prefeituras dobrou.
Nada impede que as prefeituras criem critérios, como na Virada Cultural de São Paulo, que tem um grupo de especialistas chamados para avaliar e selecionar os shows. Mas essa não é a realidade da maior parte do país.
“Só 16% dos municípios têm uma secretaria de cultura. Esse país não é preparado para a sua própria cultura”, diz Daniel Neves, presidente da Associação Nacional da Indústria da Música.
Um caminho vetado
Daniel Neves pondera: há artistas do interior ou de periferias urbanas que nem sabem propor esses projetos. “Muitas vezes a complexidade da Lei Rouanet acaba afastando os pequenos agentes culturais. A prefeitura consegue, em muitos casos, ter essa sensibilidade.”
“A lei Rouanet não vai privilegiar os artistas de baixo apelo de mercado. Ela vai procurar artistas com visibilidade, porque ela é uma ferramenta para as empresas fazerem seu marketing por meio da cultura”, diz Dani Ribas.
Para democratizar este acesso, ela diz, podem haver outras soluções como mecanismos de fomento direto ou que dependem do Fundo Nacional de Cultura, ela completa.
Miguel Jost lembra de uma proposta que ajudaria neste ponto: “A Nova Lei Aldir Blanc buscava descentralizar recursos para se investir em cultura pelas prefeituras. Aí seria institucionalizado, com mecanismos de controle, de forma mais correta”, ele diz. Mas ela foi vetada por Jair Bolsonaro.
Reforço incerto
O mercado mais criativo dos últimos anos no Brasil é o do forró, com a inovação da pisadinha e ídolos antigos em alta. Os shows de prefeituras, mesmo sem critérios claros, são importantes neste circuito.
“Nem todas as cidades pequenas têm uma capacidade de fechar uma festa em clube (particular), porque a gente conta com um percentual da população, e essa conta não fecha. A gente está com custos de estrada muito altos”, diz Livia Gurgel que trabalha com Cavalo de Pau e Mastruz com Leite.
“Isso não ocorre durante o ano inteiro. Existem datas mais relevantes, como o São João, aniversários de cidades e festas de padroeiras. Não deixa de ser um grande reforço para nossa cultura”, ela explica.
O g1 procurou Zé Neto e Cristiano e o seu empresário, Wander Oliveira, da Workshow, mas não teve retorno.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza troca de gravadora de olho no mercado internacional


♪ Anunciada oficialmente nesta quarta-feira, 18 de maio, a ida de Luísa Sonza para a gravadora multinacional Sony Music mexe com o mercado fonográfico brasileiro.
Cantora e compositora de números superlativos nas plataformas musicais de áudio e vídeo, a artista gaúcha lançou os dois primeiros álbuns, Pandora (2019) e Doce 22 (2021) com distribuição e marketing da gravadora Universal Music, principal concorrente da Sony Music.
Foi de olho no mercado internacional que Sonza assinou contrato com a Sony Music. Sem descuidar do mercado brasileiro, a artista pretende investir em músicas gravadas em outras línguas, como espanhol e inglês, para popularizar a imagem em outros países – a exemplo do que já acontece com Anitta, contratada da Warner Music, nos Estados Unidos e no mercado fonográfico de língua hispânica.

Fonte: G1 Entretenimento

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Felipe Araújo lança faixa ‘Paga de louca’ com Dilsinho ao fechar ciclo de álbum ao vivo


♪ Com a apresentação da faixa Paga de louca na quinta-feira, 19 de maio, o cantor Felipe Araújo conclui o ciclo de lançamentos do álbum ao vivo Clube de Araújo ao disponibilizar mais um dueto com Dilsinho, convidado de outras músicas do disco.
Revelado paulatinamente desde o segundo semestre de 2021, o álbum Clube do Araújo é completado com a gravação dessa composição de autoria creditada a Waléria Leão, Marcelo Henrique, Kel Bertin, Leo Souza e ao próprio Felipe Araújo.
A intenção óbvia dos artistas e dos produtores musicais do álbum, Bruno Cardoso e Lelê, foi misturar o pop sertanejo com pagode.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sophia Ardessore emerge na praia do samba-jazz com o álbum ‘Porto de paz’


♪ Cantora e compositora residente em São Paulo (SP), Sophia Ardessore lança o primeiro álbum, Porto de paz, em 12 de junho. Em cena desde 2009, a artista transita pelo universo do samba-jazz neste disco gravado com produção musical e arranjos do baixista Fi Maróstica.
O álbum Porto de paz foi gravado no estúdio paulistano Arsis, cabendo a Adonias Souza Jr. mixar e masterizar o disco, cujo primeiro single, Perigo, desembarca nos players digitais em 27 de maio.
Perigo é música de autoria de Vidal Assis, compositor recorrente nos créditos do repertório. Além de Perigo, Vidal Assis é parceiro de Joyce Moreno em Quem disse que eu disse, divide a autoria de Vaza com Sérgio Souto e assina sozinho Silêncio e a música-título Porto de paz.
Já Jangada de João é composição de Filó Machado. A própria Sophia Ardessore é a compositora de Clareira e divide a criação de Copo d’água com Chica Barreto.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mike Deodato é indicado ao Eisner, principal prêmio dos quadrinhos, com HQ ‘Nem Todo Robô’


Obra ilustrada pelo paraibano recebeu duas indicações. Obra é uma sátira, retratada em um futuro onde os robôs assumem todos os empregos. ‘Nem todo robô’, revista em quadrinhos retrata um futo onde os robôs assumes todos os empregos.
Reprodução Comix Zone
O paraibano Mike Deodato está entre os indicados ao Eisner Awards 2022. A HQ ‘Nem Todo Robô’, ilustrada por ele, e escrita por Mark Russell, com cores de Lee Loughridge, concorre nas categorias ‘Melhor Nova Série’ e ‘Melhor Série de Humor’. As indicações foram divulgadas nesta quarta-feira (18).
O Eisner é o principal prêmio da indústria de quadrinhos. Neste ano, os vencedores do Eisner Awards 2022 vão ser anunciados no dia 22 julho durante a San Diego Comic-Con, convenção multi-gênero de entretenimento realizada anualmente na Califórnia.
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Ao g1, Mike Deodato disse que ‘Nem Todo Robô’ é o trabalho mais diferente que já realizou. “É um dos roteiros mais inteligentes, difícil de fazer, tem muita crítica social, sátira, humor, que não é o meu forte”.
“Foi um desafio para mim, mas valeu muito a pena porque é um dos melhores roteiros que recebi, tanto que foi indicado ao Eisner. Então tô bem satisfeito.
O desenhista também explicou que seu mais novo trabalho se trata de uma sátira sobre a sociedade atual. “Fala principalmente sobre a masculinidade tóxica. O cenário é o futuro. Os robôs tomaram todos os empregos e foi designado um robô para cuidar de cada família”, diz Deodato.
Com trabalho autoral, Mike Deodato Jr é indicado pela primeira vez ao Eisner Awards.
Mike Deodato Jr./Arquivo Pessoal
Em 2019, Deodato deixou a Marvel Comics após trabalhar na editora por mais de 20 anos para se dedicar a criar as suas próprias obras e personagens. “Para viver meu sonho de adulto, tenho que abrir mão do meu sonho de criança. Tenho que deixar a Marvel. Deixar meu lar”. Três anos após a decisão, o desenhista comemora sua primeira indicação ao principal prêmio da indústria em quadrinhos: “Sinto que realizei um sonho, mas não sei se fiquei muito adulto”, brinca Deodato, que inclusive postou um vídeo dançando nas redes sociais.
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Sinopse
A história de ‘Nem Todo Robô’ se passa em 2056. Os robôs substituíram os seres humanos como mão de obra. A coexistência entre robôs, com a inteligência recém-conquistada, e os dez bilhões de humanos da Terra é tensa. A cada família humana é designado um robô, do qual elas se tornam dependentes.
A trama é focada nos Walter, uma família humana cujo robô, Navalhoide, passa seu tempo livre na garagem da família – fazendo máquinas que os Walter estão crentes que ele vai usar para assassiná-los.
*Sob supervisão de Jhonathan Oliveira
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Fonte: G1 Entretenimento