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Bastille e Corinne Bailey Rae anunciam shows no Brasil em setembro


Artistas aproveitam vinda ao Brasil para Rock in Rio e fazem shows em São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte. Veja datas e como comprar ingressos. Bastille e Corinne Bailey Rae anunciam shows no Brasil em setembro; artistas também são atrações do Rock in Rio
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Bastille e Corinne Bailey Rae farão shows no Brasil em setembro, antes de tocar no Rock in Rio.
Famoso pelo hit “Pompeii” de 2012, o grupo inglês canta em São Paulo, no dia 09 de setembro, na Tokio Marine Hall.
A pré-venda começa nesta sexta (20), já o público geral poderá comprar ingressos a partir de terça (24). Os valores vão de R$ 170 (meia cadeira alta) a R$ 580 (inteira no camarote).
O show no festival carioca acontece em 10 de setembro, mesmo dia de Coldplay, Camila Cabello e Djavan.
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Corinne Bailey Rae fará quatro shows no Brasil em 2022; um deles no Rock in Rio
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Corinne Bailey Rae, cantora inglesa de hits como “Put Your Records On” e “Like A Star”, vai fazer shows em Curitiba, Belo Horizonte e São Paulo antes de ir para o Rio.
Na turnê “Sunlight / Sunlight!”, ela canta os maiores sucessos da carreira. O último álbum é “The Heart Speaks in Whispers” de 2016.
Os ingressos em São Paulo vão de R$ 120 a R$ 450 e já estão à venda (Veja abaixo os valores das outras cidades).
A inglesa canta no Rock in Rio no dia inspirado no “Divino Feminino”, com Jessie J, Gloria Groove e Duda Beat no palco Sunset.
Bastille em São Paulo
Data: 9 de setembro (quinta-feira)
Local: Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo
Ingressos: De R$170,00 (cadeira alta meia entrada) a R$ 580,00 (camarote inteira)
Venda de ingressos pelo site oficial a partir de 24 de maio (público geral)
Corinne Bailey Rae em Curitiba
Data: 1º de setembro (quinta-feira)
Local: Teatro Positivo – R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Curitiba
Ingressos: A partir de R$190,00 no site oficial
Corinne Bailey Rae em Belo Horizonte
Data: 3 de setembro (sábado)
Local: Sesc Palladium – R. Rio de Janeiro, 1046 – Centro, Belo Horizonte
Ingressos: A partir de R$ 140 no site oficial
Corinne Bailey Rae em São Paulo
Data: 5 de setembro (segunda)
Local: Teatro Bradesco – Bourbon Shopping – Rua Palestra Itália, 500, São Paulo
Ingressos: A partir de R$ 140 no site oficial

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Demolidor’ vai ganhar nova série, diz revista


Estrela da série, Charlie Cox já tinha se juntado ao Universo Cinematográfico da Marvel em ‘Homem-Aranha: Sem volta para casa’. Charlie Cox vive o protagonista da série, Matt Murdock
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A plataforma de vídeos Disney+ está desenvolvendo uma nova série do “Demolidor”, segundo o site da revista “Variety”. Ela ainda não foi anunciada oficialmente, mas será escrita e produzida por Matt Corman e Chris Ord
A publicação não confirma o retorno de Charlie Cox ao papel, mas lembra que ele já se juntou ao Universo Cinematográfico da Marvel (MCU, em inglês) em “Homem-Aranha: Sem volta para casa” (2021).
O ator interpretou o herói nas três temporadas da série produzida pela Netflix. Após deixar o catálogo da plataforma, a produção se entra para o serviço da Disney.
Além de Cox, Vincent D’Onofrio, que interpretou o Rei do Crime, também entrou para o MCU com uma participação em “Gavião Arqueiro”.
Atores de ‘Demolidor’ discutem expectativas para segunda temporada da série no Netflix

Fonte: G1 Entretenimento

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John Aylward, de ‘Plantão médico’, morre aos 75 anos


Ator morreu em sua casa nos Estados Unidos e estava há tempos com problemas de saúde. John Aylward morre em cena de ‘Plantão médico’
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John Aylward , ator conhecido por trabalhos em séries como “Plantão médico” e “West Wing”, morreu aos 75 anos em sua casa, nos Estados Unidos, de acordo com o site Deadline. A causa da morte não foi divulgada, mas, segundo a mulher do ator, Mary Fields, ele tinha problemas de saúde há algum tempo.
“Estou chocado. Ele era um ator maravilhoso e um ser humano fenomenal”, afirmou o agente de Aylward, Mitchell K. Stubbs. “Ele era um sonho de cliente, um amigo e um sonho de pessoa.”
Nascido em Seattle, Aylward acumula uma série de trabalhos na televisão ao longo de sua carreira de mais de 40 anos.
Entre eles, um dos principais papeis foi o do dr. Donald Anspaugh, um dos chefes da equipe do hospital da série “Plantão médico”. Após entrar na terceira temporada, ele apareceu esporadicamente até o fim da 15ª e última temporada.
Seu último trabalho foi na série “Briarpatch”, onde apareceu entre 2019 e 2020.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como a música de ‘Carruagens de fogo’, de Vangelis, virou sinônimo de corridas pelo mundo


‘Chariots of fire’, tema de filme sobre corredores olímpicos ganhou Oscar em 1982 e virou trilha de transmissões e eventos como a São Silvestre. Compositor grego morreu aos 79 anos. Cena do filme ‘Carruagens de Fogo’, de 1981
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Era difícil apostar que uma faixa instrumental, que tinha inicialmente só o nome genérico de “Titles”, viraria a única música de um artista grego a chegar ao 1º lugar da parada da revista americana “Billboard”.
Mais improvável ainda é o fato de que “Chariots of fire”, tema de Vangelis para o filme “Carruagens de fogo”, que levou o Oscar em 1982, seria só o início de uma marca mais durável na cultura popular do mundo: virar sinônimo de competições de corrida.
Vangelis morreu aos 79 anos na terça-feira (17). A causa da morte ainda não foi divulgada.
“Carruagens de fogo”, lançado em 1981, conta a história real de dois atletas que participaram dos Jogos Olímpicos de 1924: um judeu inglês, que teve que superar preconceitos, e um devoto cristão escocês, que corria para honrar a Deus.
O filme ganhou quatro Oscars na cerimônia de 1982: melhor filme, melhor roteiro, melhor figurino e melhor música, com a trilha de Vangelis.
Músico e compositor grego Vangelis Papathanassiou, conhecido como Vangelis
Georges Bendrihem/AFP
O tema instrumental eletrônico tinha o nome de “Titles”, por tocar durante os títulos dos créditos inicial do filme. Quando ele começou a subir nas paradas, passou a ser identificado como “Chariots of fire”, mesmo nome do filme em inglês.
Logo nas Olimpíadas seguintes, de 1984, em Los Angeles, a música virou tema da transmissão olímpica da BBC, assim como em 1988, em Seul. Diversas outras emissoras pelo mundo começaram a fazer o mesmo em reportagens e transmissões de eventos esportivos.
Os próprios eventos também começaram a usar a música. As Olimpíadas de Atlanta, em 1996, usaram de forma marcante na final masculina da prova dos 100 metros rasos.
Ela também foi usada para receber os atletas no Parque Olímpico de Londres, em 2012, e foi alvo de uma piada na cerimônia de abertura, em que o Mr. Bean, personagem de Rowan Atkinson, tentava tocar a música.
No Brasil, o evento esportivo que usa o tema de “Carruagem de fogo” de forma mais marcante, na chegada dos corredores, é a Corrida de São Silvestre.
Atletas na largada da 96ª Corrida de São Silvestre na Avenida Paulista, em São Paulo, na manhã desta sexta-feira, 31 de dezembro de 2021. O evento teve que ser cancelada em 2020 por conta da pandemia.
WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO
Fora da seara esportiva, “Chariots of fire” apreceu em outro momento histórico: na apresentação por Steve Jobs do primeiro Macintosh desenvolvido pela Apple, em 1984.
Além de “Carruagens de fogo”, Vangelis escreveu a música de vários filmes, como “Missing – o Desaparecido”, dirigido pelo seu compatriota Costa-Gravas, e para o thriller futurista de Ridley Scott, “Blade Runner”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Vangelis, compositor da trilha sonora de “Carruagens de Fogo”, morre aos 79 anos


A causa da morte não foi informada. Vangelis
Reuters
Vangelis, o compositor grego cuja empolgante música com tema eletrônico para o filme vencedor do Oscar de 1981, “Carruagens de Fogo”, foi uma das trilhas sonoras mais conhecidas dos anos 1980, morreu aos 79 anos, segundo a agência de notícias Athens News publicou nesta quinta-feira (19).
Citando um anúncio do escritório dos seus advogados, a agência disse que Vangelis morreu no fim da terça-feira (17), sem informar a causa da morte.
Apesar de ter tido sucesso na cena de rock progressivo europeia no começo dos anos 1970, ele ficou desconfortável com as expectativas de um artista comercial e praticamente se abrigou em um estúdio de gravação que criou para si em Londres.
Foi lá que ele escreveu a trilha sonora de “Carruagens de Fogo”, a história do triunfo de um grupo de corredores britânicos nos Jogos Olímpicos de 1924.
Vangelis uma vez disse que a trilha sonora, que lhe rendeu o Oscar e liderou as paradas por semanas, foi em parte uma homenagem ao seu pai, que havia sido um entusiasmado corredor amador. Mas ele minimizava a popularidade que ela recebeu.
“É só mais uma música”, disse, em uma entrevista.
O sucesso de “Carruagens de Fogo” ofuscou suas outras trilhas sonoras, mas ele escreveu a música de vários filmes, como “Missing – o Desaparecido”, dirigido pelo seu compatriota Costa-Gravas, e para o thriller futurista de Ridley Scott, “Blade Runner”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rihanna dá à luz, diz site


Segundo o TMZ, a cantora deu à luz a um menino, em Los Angeles. O bebê é fruto do relacionamento da cantora com o rapper ASAP Rocky. Rihanna para ‘Vogue’ com fotos de Annie Leibovitz
Reprodução/Instagram/Rihanna
A cantora Rihanna deu à luz a um menino. De acordo com o site TMZ, o bebê, fruto do relacionamento com o rapper ASAP Rocky, nasceu no dia 13 de maio, em Los Angeles.
A artista comentou sobre a gravidez no ano passado, mas confirmou o período da gestação em março, quando já estava no terceiro semestre.
O namoro de Rihanna e ASAP Rocky começou em novembro de 2020, segundo a imprensa americana. Eles eram amigos há anos. O rapper só falou sobre o relacionamento em maio do ano passado, quando se referiu à cantora de 33 anos como “o amor da minha vida” em entrevista à revista GQ americana.
Já Rihanna falou do relacionamento dos dois em uma entrevista à revista “Vogue” americana em abril. Segundo ela, a gravidez não estava nos planos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rainha do pop: brasileiro tem ilustração compartilhada por Madonna


Foto da cantora ganhou intervenção do artista capixaba. Diva da música repostou vídeo do processo criativo e enviou mensagem em agradecimento ao desenhista. Madonna compartilha ilustração de artista brasileiro
A rainha do pop, Madonna, 63, compartilhou nesta quarta-feira (18) uma ilustração em que uma foto dela ganhou os traços coloridos e psicodélicos do artista digital brasileiro Welker Maciel.
A rainha do pop, Madonna, 63, compartilhou uma ilustração em que uma foto dela ganhou os traços coloridos e psicodélicos do artista visual brasileiro Welker Maciel.
O vídeo que mostra o processo criativo foi publicado por Welker no Instagram na terça-feira (17). No dia seguinte, a cantora norte-americana repostou o vídeo no story e enviou uma mensagem ao ilustrador dizendo ter gostado do trabalho: “I love it”.
“Eu fiquei muito surpreso quando vi a notificação. Até achei que fosse um fã-clube dela, nem levei muita fé. Mas aí, quando eu fui abrir a mensagem, eu vi lá a conta oficial. Nossa eu chega fiquei nervoso”, falou Welker.
Artista digital brasileiro Welker Maciel teve trabalhos compartilhados por artistas internacionais na internet
Reprodução/Instagram
Em entrevista ao g1, Welker contou que fez a ilustração a partir de uma foto que viu nas redes sociais e que não esperava que a obra chegasse à cantora. Assim que postou o vídeo, os fãs de Madonna começaram a engajar a publicação, que viralizou.
Fã do universo pop, o artista digital disse que cresceu ao som de Madonna, Britney Spears, Justin Timberlake e outros cantores do segmento. Ele escolheu “Get Together” e “Hung Up” como musícas favoritas interpretadas pela rainha do pop.
“Eu brinquei que vou até colocar essa conquista no meu currículo, imprimir o print pra fazer um quadro!”, brincou o artista digital.
Não é a primeira vez que Welker tem uma obra repostada por artistas internacionais. O artista já foi “notado” pela cantora Katy Perry, o DJ e produtor musical Diplo e a atriz Ruby Rose.
Capixaba, natural de São Mateus, no Norte do Espírito Santo, Welker viu sua vida mudar completamente depois que Anitta repostou uma ilustração feita por ele para o lançamento da música “Loco”, em fevereiro do ano passado.
Ilustração do capixaba Welker Maciel virou tatuagem para os fãs de Anitta
Reprodução/Internet
Mais recentemente, no frisson provocado pela chegada do hit “Envolver”, da carioca, à primeira posição no ranking global de músicas mais ouvidas na plataforma Spotify, um desenho de Welker que faz referência à coreografia de Anitta no clipe da música virou tatuagem na pele de alguns fãs da cantora.
Com mais uma repercussão internacional, segundo Welker, propostas de trabalhos para clientes do exterior já começaram a aparecer. O artista chegou a publicar que estava à procura de um professor de inglês para ajudá-lo a responder as mensagens que chegaram.
“É mais uma zoeira para dizer que eu estava tendo bastante mensagem em inglês. Mas realmente eu estou recebendo bastante coisa, desde elogio até orçamento de trabalho. Estou muito feliz!”, comemorou Welker.
Ilustração com foto de Madonna feita por artista brasileiro chega à cantora
Welker Maciel
Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo
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Fonte: G1 Entretenimento

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Alaíde Costa espalha sementes pelo caminho entre confirmações de álbum feito com Emicida


Cantora imprime delicadeza na atmosfera de samba-canção que pauta ‘O que meus calos dizem sobre mim’, disco produzido por Marcus Preto com o rapper sob a direção musical de Pupillo. Capa do álbum ‘O que meus calos dizem sobre mim’, de Alaíde Costa
Ênio César
Resenha de álbum
Título: O que meus calos dizem sobre mim
Artista: Alaíde Costa
Edição: Samba Rock Discos
Cotação: * * * * *
♪ Em teoria, um disco de Alaíde Costa produzido por Emicida e Marcus Preto com composições inéditas, sob direção musical de Pupillo, representa ruptura na discografia dessa cantora carioca de 86 anos que debutou no mercado fonográfico em 1956.
Na prática, o álbum O que meus calos dizem sobre mim – lançado nesta quinta-feira, 19 de maio, com sete músicas inéditas entre as oito faixas – expõe confirmações dos dotes e da personalidade firme da artista na condução da carreira.
“O meu caminho eu mesma fiz / Não foi ninguém que me apontou”, reitera Alaíde em versos de Aos meus pés (João Bosco e Francisco Bosco, 2016), única música já pré-existente em disco – no caso, escondida no segundo CD com a trilha sonora da novela A lei do amor (TV Globo, 2016).
A grande maioria do repertório foi composta para a cantora, e nisso O que meus calos dizem sobre mim leva vantagem sobre outros álbuns idealizados para Alaíde, como o antológico Coração (1976), gravado com arranjos de João Donato e produção musical de Milton Nascimento, artista responsável pela reinserção da cantora no mercado em 1972, ano em que Milton lançou o álbum duplo Clube da Esquina com a participação de Alaíde na emblemática gravação que redimensionou o samba Me deixa em paz (Monsueto Menezes e Airton Amorim, 1951).
Alaíde Costa canta oito músicas no álbum ‘O que meus calos dizem sobre mim’
Ênio César / Divulgação
Decorridos 50 anos daquela injeção de fôlego na carreira, Alaíde Costa continua sendo percebida como uma das joias mais raras da música brasileira. Tanto que compositores do porte de Erasmo Carlos, Fátima Guedes, Guilherme Arantes, Ivan Lins, Joyce Moreno, Nando Reis e Tim Bernardes se mobilizaram para produzir e fornecer repertório para O que meus calos dizem sobre mim, álbum requintado que gravita em torno da atmosfera noturna do samba-canção, adensada com arranjos de metais orquestrados por Antonio Neves, Eduardo Neves, Henrique Albino e Tiquinho.
Nesse sentido, foi certeira a pista dada pelo single lançado em 8 de abril, Tristonho, com a gravação do samba-canção que abre a parceria de Alaíde Costa com Nando Reis, viabilizada quando a artista enviou ao titã mais romântico do pop rock nacional uma melodia guardada desde os anos 1960 e letrada por Nando em minutos.
O álbum O que meus calos dizem sobre mim tem a marca conceitual do idealizador Marcus Preto, habitual articulador de parcerias que criam pontes entre artistas de gerações e universos distintos. O disco de Alaíde apresenta, por exemplo, a primeira (inspirada) composição de Erasmo Carlos com Tim Bernardes, Praga, samba-canção ornado com metais orquestrados por Eduardo Neves em arranjo que remete aos salões dos anos 1950, como o do carioca Dancing Avenida, no qual Alaíde bateu ponto como crooner no início da carreira.
A letra de Tim Bernardes segue a linha amargurada da maior parte dos sambas-canção daquela época. Os versos clamam desejos de vingança em pragas rogadas por Alaíde com a habitual delicadeza vocal, acentuada e evidenciada no álbum desde a primeira faixa, Turmalina negra, uma das pedras mais preciosas do repertório de O que meus calos dizem sobre mim, disco cuja banda-base foi formada com Fábio Sá no baixo, Leo Mendes no violão e o próprio Pupillo na bateria.
Alocada na abertura do Lado A da futura edição em LP do álbum, Turmalina negra tem letra e música de Céu, harmonizada por Diogo Poças, irmão da compositora. O belo samba-canção espalha otimismo ao vislumbrar vendaval de transformações que tornarão o planeta “mais colorido”.
A atmosfera de Turmalina negra contrasta com o tempo nublado de Pessoa-ilha, a música que abre o lado B e que representa de fato uma virada no disco, pela arquitetura intrincada da balada de Ivan Lins letrada por Emicida com versos em que, na mente solitária e isolada em si mesma, emergem imagens de “Carros, cabos, praças / Mil soldados / Carrancudos e ocupados / Onde crime é compaixão”.
Entre o desencanto do samba-canção Nenhuma ilusão (Fátima Guedes) – em cuja gravação sobressai o toque do vibrafone de Jota Moraes – e a ternura do acalanto Berceuse, composto por Guilherme Arantes com inspiração em tema francês do compositor Gabriel Fauré (1845 – 1924) com versos do poeta Paul Verlaine (1844 – 1896), Alaíde Costa analisa o tempo no fecho do álbum, ao dar voz em Aurorear aos versos de Emicida musicados por Joyce Moreno, e conclui que sempre é tempo de dançar no contratempo.
Com repertório de ótimo nível (com destaque para as composições de Céu com Diogo Poças, de Fátima Guedes e de Erasmo Carlos com Tim Bernardes) que forma belo conjunto de obra, O que meus calos dizem sobre mim é disco de confirmações ao mesmo tempo em que espalha sementes pelo chão, deixando claro que Alaíde Costa ainda não chegou ao fim do caminho que ela mesma fez.
Alaíde Costa lança hoje, 19 de maio, o álbum ‘O que meus calos dizem sobre mim’
Ênio César / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Mariupolis 2’: a vida sob as bombas na Ucrânia em documentário exibido em Cannes


Diretor Mantas Kvedaravicius morreu durante as filmagens em março, durante uma operação das tropas russas, segundo a produtora The Match Factory. Cena de “Mariupolis 2” do diretor Mantas Kvedaravičius
Divulgação/Cannes
O Festival de Cannes exibiu nesta quinta-feira imagens da vida diária sob as bombas e os tiros na Ucrânia, com o documentário “Mariupolis 2”, do diretor lituano Mantas Kvedaravicius, que morreu durante as filmagens.
Com quase duas horas de duração, o documentário foi montado de forma simples por sua equipe, após a morte de Kvedaravicius em 30 de março, durante uma operação das tropas russas, informa um comunicado da produtora The Match Factory.
Kvedaravicius estava em Mariupol, uma cidade portuária no Mar de Azov, em 2015, quando aconteceu o levante da minoria de língua russa na região do Donbass.
O cineasta retornou em fevereiro de 2022 “para reunir-se com as pessoas havia conhecido e filmado entre 2014 e 2015”, explica o comunicado.
Sem narração e trilha sonora, o documentário oferece um olhar seco, com longos planos filmados principalmente dentro e fora de uma igreja da cidade, com um grupo de refugiados, habitantes de Mariupol que resistem a abandonar a região.
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Sob grande risco, os homens e mulheres da igreja saem para buscar alimentos e roupas, sob o barulho incessante das bombas, dos tiros, às vezes distantes e em alguns momentos muito perto.
Dois refugiados encontram um gerador de energia elétrica em uma casa. Dois corpos são observados na porta de um prédio, mas não há tempo para enterrar as vítimas, afirma um morador.
Os refugiados fazem uma rápida oração para agradecer a Deus por terem sobrevivido por mais um dia.
Um homem fala: “Se alguém duvida do Senhor, da sua bênção, vá ao teatro e dê uma olhada na vala comum, ou visite a fábrica”.
Denúncias de várias organizações não governamentais afirmam que centenas de pessoas que estavam refugiadas em um teatro de Mariupol morreram em um ataque das tropas russas em março.
Os refugiados na igreja acreditam que a proteção divina salvará o grupo das bombas. Em um momento do documentário, uma autoridade pede que deixem o local para fechar o templo. Os que estão dentro se recusam e ao espectador resta apenas tentar imaginar o que acontecerá com estas pessoas.
Cannes começou esta semana com um vídeo gravado do presidente ucraniano, o ex-ator Volodymyr Zelensky, que pediu ao mundo da cultura que se envolva na denúncia da invasão russa.

Fonte: G1 Entretenimento

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TV aberta e por assinatura são responsáveis por 79% do tempo de consumo dentro de casa

Dados são do estudo Inside Video 2022, feito para Kantar Ibope Media. As emissoras da TV linear, as abertas e por assinatura – a cabo ou por satélite, são responsáveis por 79% do tempo de consumo dentro de casa, conforme aponta o Inside Video 2022, estudo da Kantar Ibope Media. Os serviços de streaming ficam com a fatia restante, de 21%.
As informações são do painel 2.0, tecnologia de medição de audiência, que reúne dados do Focal Meter (FM) instalado no roteador dos domicílios medindo o tráfego de Internet, e do peoplemeter DIB 6, que identifica a audiência de canais de TV. Ao combinar as duas plataformas, a Kantar entrega o perfil mais completo dos espectadores de vídeo no Brasil.
Segundo o estudo, em 2021, 205.876.165 pessoas assistiram aos canais de TV aberta e Pay TV, o que indica que as emissoras de TV linear mantêm um grande alcance no território brasileiro. O tempo médio diário gasto em frente à tela ficou em 5 horas 37 minutos.
Este resultado se dá pelo fato de o meio oferecer programações amplas, variadas e de credibilidade. Exemplo disso é que 25% de todo tempo dedicado à televisão é assistindo a jornalismo. O ranking ainda aponta outras preferências: o consumo de novelas (18% do tempo), programas de auditório (9%) e reality shows (4%).
Serviços de streaming
De acordo com dados do Video Streaming Report, também da Kantar, as plataformas online ganharam espaço no país no que se refere ao consumo de vídeo, com destaque para dois modelos: empresas gratuitas e financiadas por publicidade (AVOD), que atingem 58% das pessoas por mês, e os serviços financiados por assinaturas dos usuários (SVOD), que alcançam 42% das pessoas mensalmente.
O estudo mostra que o preço e o catálogo de novos filmes e séries são os principais motivos que levam as pessoas que consomem vídeos por streaming a assinarem o serviço. Cada um teve 47% de relevância. Em seguida, com 30%, aparece a experiência de uso.
O impacto do formato em vídeo na população também chama atenção do mercado publicitário. Em 2021, o formato recebeu 63% de todo o investimento publicitário. Entre os gêneros de programação, destaca-se a popularidade dos reality shows, que apresentam altos índices de audiência e se transformaram em um grande playground para marcas.
Entre 2019 e 2021, os dados mostraram crescimento de 20% no volume de ações de branded content nesse tipo de atração, além de 128% nos Top 5 programas.
“Em todo o mundo, o mercado de vídeo está em pleno movimento. Ao passo que temos a consolidação de novos hábitos de consumo, os produtores e distribuidores de conteúdo se expandem e se transformam. Novos players surgem e a indústria se mobiliza para reter e conquistar as audiências, bem como para encontrar modelos de negócio ideais. Na Kantar IBOPE Media, vemos um mercado com um potencial enorme e o nosso papel é oferecer aos nossos clientes dados de qualidade e métricas comparáveis para que tomem as melhores decisões de planejamento de conteúdo e performance da publicidade”, diz Adriana Favaro, Diretora de Business Development da Kantar IBOPE Media, em nota.

Fonte: G1 Entretenimento