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Aleksandro postou vídeo dentro do ônibus horas antes do acidente


Cantor postou nos stories vídeo que mostra o ônibus da dupla na estrada, às 4h45. Por volta das 10h30, o veículo se envolveu em um acidente que causou seis mortes, incluindo a de Aleksandro. Último story publicado por Aleksandro mostra cantor na estrada
O cantor Aleksandro, da dupla com Conrado, postou um vídeo que mostra o ônibus da dupla na estrada, às 4h45. O conteúdo foi publicado horas antes do veículo se envolver em um acidente que causou seis mortes, incluindo a de Aleksandro. As identidades das outras cinco pessoas não foram divulgadas.
O acidente aconteceu por volta das 10h30 no km 402,2 da rodovia Régis Bittencourt com sentido São Paulo (SP), na altura de Miracatu, no interior do estado de São Paulo.
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Segundo apurado pelo g1, ao menos 19 pessoas estavam no veículo, incluindo os artistas. Além dos óbitos, 11 vítimas foram encaminhadas aos prontos-socorros da região com ferimentos leves e outras duas pessoas não sofreram lesões.
Segundo o empresário da dupla, José Carlos Cassucce, o veículo saiu de Tijucas do Sul (PR), onde a dupla fez um show na sexta-feira (6), e seguia com destino para São Pedro (SP), onde havia um show agendado para este sábado, que foi cancelado.
Ônibus de dupla sertaneja Conrado e Aleksandro sofre acidente na rodovia Régis Bittencourt, no interior de SP
Reprodução/Redes Sociais

Fonte: G1 Entretenimento

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Caetano Veloso tem ‘Odara’, música de 1977, sintonizada pela Rádio Bita em single com a voz do cantor


♪ Três meses após a Rádio Bita veicular gravação inédita da canção O leãozinho (1977), em single lançado em 4 de fevereiro com a voz do autor Caetano Veloso, o projeto de animação de Chaps Melo põe no ar outra música do compositor baiano.
Desta vez, a Rádio Bita sintoniza Odara (1977), música dançante que, assim como O leãozinho, foi apresentada por Caetano no álbum Bicho (1977).
Single e clipe de Odara entraram em rotação na sexta-feira, 6 de maio, com gravação inédita feita pelo cantor em duo com Chaps Melo.
O projeto Caetano na Rádio Bita integra o ciclo de comemorações dos 80 anos de Caetano Veloso – a serem festejados em 7 de agosto – e, por isso, a capa do single Odara traz a logomarca criada por Pedro Inoue para marcar todos os produtos que celebram a efeméride.
Capa do single ‘Odara’, da Rádio Bita
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Délcio Luiz apresenta parceria com André Renato no single ‘Só bater de frente’


♪ Cantor e compositor carioca revelado em 1987, ano em que apareceu tocando cavaquinho no grupo de pagode Só Preto Sem Preconceito, Délcio Luiz está lançando o single Só bater de frente.
Em rotação desde sexta-feira, 6 de maio, o single Só bater de frente apresenta composição do artista em parceria com André Renato e faz parte do vindouro EP A poesia de Délcio Luiz.
Aos 35 anos de carreira, com passagens por grupos como Raça e Kiloucura, o artista tem trajetória sólida como compositor no segmento do pagode, contabilizando dezenas de músicas gravadas em discos de grupos como Art Popular, Exaltasamba – para o qual compôs sucessos como Gamei (1996, com André Renato), Luz do desejo (1996, com Adalto Magalha), Desliga e vem (1997, com Ronaldo Barcellos) e Cartão postal (1998, com Carlito Cavalcanti) – e Molejo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aleksandro: artistas lamentam a morte do cantor sertanejo


Juliette, Simone e SImaria, Israel e Rodolffo, Milionário e outros artistas homenagearam o cantor; veja repercussão. Cantor Aleksandro, da dupla com Conrado
Instagram/Reprodução
Artistas lamentam a morte do cantor Aleksandro, da dupla com Conrado, neste sábado (6). Juliette, Simone e Simaria e outros artistas homenagearam o sertanejo. Veja a repercussão abaixo:
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O cantor Aleksandro, da dupla com Conrado, morreu em um grave acidente de ônibus, na manhã deste sábado (7), na rodovia Régis Bittencout, na altura de Miracatu, no interior de São Paulo. Outras cinco mortes foram confirmadas, mas não tiveram a identidade divulgada.
Segundo apurado pelo g1, ao menos 19 pessoas estavam no veículo, incluindo os artistas. Além dos óbitos, 11 vítimas foram encaminhadas aos prontos-socorros da região com ferimentos leves e outras duas pessoas não sofreram lesões.
Conrado e Aleksandro e equipe sofrem grave acidente de ônibus no interior de SP
O acidente aconteceu, por volta das 10h30, no km 402,2 da pista com sentido São Paulo (SP). De acordo com a Arteris, concessionária que administra o trecho, há registro de 4km de congestionamento na pista sentido Curitiba e 2km no sentido São Paulo.
Segundo o empresário da dupla, José Carlos Cassucce, o veículo saiu de Tijucas do Sul (PR), onde a dupla fez um show na sexta-feira (6), e seguia com destino para São Pedro (SP), onde havia um show agendado para este sábado, que foi cancelado.
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Ainda de acordo com a concessionária, uma faixa da pista e o canteiro central foram interditados. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o pneu dianteiro esquerdo estourou fazendo com que o motorista perdesse o controle e tombasse no canteiro central.
Ônibus de dupla sertaneja Conrado e Aleksandro sofre acidente na rodovia Régis Bittencourt, no interior de SP
Reprodução/Redes Sociais
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Fonte: G1 Entretenimento

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1 ano sem Cassiano: memórias de Hyldon, Marisa Monte, Ana Canãs e outros artistas sobre o compositor

Autor de clássicos como ‘A Lua e Eu’, ‘Primavera’ e ‘Eu Amo Você’, Cassiano foi um dos fundadores do soul brasileiro, passou por um exílio artístico e hoje conquista fãs através das plataformas de streaming. Cassiano na contracapa do primeiro álbum solo, ‘Imagem e som’, de 1971
Reprodução
O Brasil se despediu de um dos grandes nomes da música brasileira em 7 de maio de 2021. Cassiano partia aos 77 anos, sendo 30 destes sem lançar novas músicas. Uns dirão que ele não precisava de lançamentos, afinal ‘Primavera’ e ‘Eu amo Você’ — conhecidas na voz de Tim Maia, mas de sua autoria — estão em qualquer playlist de amor ou seleção de karaokê que se preze. Porém a história de Cassiano ainda há de ser resgatada.
‘Tipo Luiz Gonzaga’ – Hyldon
“Cassiano para mim é um dos maiores compositores de melodia” , disse o amigo, produtor, guitarrista, compositor e cantor de soul, Hyldon.
Junto com Tim Maia, os três amigos são conhecidos por trazerem o soul e o funk dos Estados Unidos para o Brasil na década de 70, um movimento de reafirmação da cultura negra no país.
O que escrito parece um dos grandes feitos da música brasileira, Hyldon trata com uma certa naturalidade.
“O que a gente fez foi criar um som com o sotaque brasileiro e as letras em português, que era algo diferente. A gente foi e supriu essa ausência”, explica.
Nascido em 1943 no bairro José Pinheiro, em Campina Grande, Cassiano se afeiçoou pelo violão logo cedo, influenciado pelo pai que tinha uma amizade com Jackson do Pandeiro.
No fim da década de 60, chega no Rio de Janeiro com a família e é no estado que conhece Hyldon e tem suas primeiras experiências musicais.
Cassiano se mudou para o Rio de Janeiro em 1960
Reprodução
Em 1964, toca como violonista do Bossa Trio, quando gravou dois LPs e uma série de compactos. Logo depois, esse grupo dá origem ao ‘Os Diagonais’, uma parceria de Cassiano com seu irmão Camarão e o amigo Amaro.
Apesar de nunca ter feito parte dos Diagonais, Hyldon acompanhou a banda em uma excursão pelo interior de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia — tudo isso dentro de um fusca. Por três meses, Cassiano e ele se revezavam no baixo e violão.
“O jeito do violão do Cassiano, o jeito dele tocar, era sempre aquela coisa grande”, relembra.
A convivência com Cassiano fez ele se apaixonar pelo soul e logo depois, trocando influências de Marvin Gaye a Stevie Wonder com Tim Maia, a chamada black music no Brasil começava a nascer.
Os três se conheceram nos corredores da gravadora Polydor, na capital fluminense, e assim começaram as parcerias musicais.
Tim Maia, Cassiano e Hyldon na capa de os ‘Velhos Camaradas’, coletânea de 1999 com sucessos do trio alicerce do soul brasileiro
Hyldon/Arquivo Pessoal
‘Primavera’, ‘Eu amo Você’, ‘Padre Cícero’ e ‘Você fingiu’, composições de Cassiano, foram gravadas por Tim para seu disco de estreia ‘Tim Maia’, de 1970, que Hyldon também participou.
“Ele sabia que tinha muito talento. Ele é tipo Luiz Gonzaga sabe? ‘Primavera’ é uma música que nunca vai parar de tocar no mundo”, disse o amigo.
O primeiro disco de Cassiano começou a ser pensado nas conversas com Hyldon durante a execução dos Diagonais, mas foi somente após o sucesso comercial de ‘Tim Maia’ (1970) que o trabalho de Cassiano se tornou ainda mais visível.
Assim, assinou com a RCA em 1971 para se lançar solo com o LP de estreia ‘Imagem e Som’.
Capa do álbum ‘Imagem e som’, de Cassiano
Reprodução
Em 1973, veio o ‘Apresentamos Nosso Cassiano’, com uma pegada mais psicodélica, mas só em 1976 Cassiano conseguiu o seu sucesso comercial com, o agora clássico álbum, ‘Cuban Soul: 18 Kilates’.
Os singles ‘A Lua e Eu’ e ‘Coleção’ estouraram e foram ambas inclusas na trilha-sonora das novelas ‘O Grito’ e ‘Locomotivas’, respectivamente.
Apesar do grande sucesso, Hyldon explica que Cassiano tinha uma relação complicada com as gravadoras.
Segundo o cantor, Tim Maia gravava coisas mais populares para época e estava aberto a fazer interpretações de outros compositores, além de versões diferentes de suas próprias composições. Ele e Cassiano não abriam exceções.
“Acabou que ficamos com fama de irresponsáveis. Mas, se você for ver a música como arte… temos músicas que foram gravadas há 50 anos, são regravadas, cantadas em bar, uma garotada que vai nos shows, levam o vinil, que agora tá na moda do vinil… Talvez a gente não apareça para o grande público, mas a gente também nunca fez questão”, explica.
Além disso, a relação de músicos e gravadoras sempre foi complicada, principalmente no Brasil, conforme o cantor. “A gente não conseguia negociar com gravadora multinacional, toda equipada, com advogados caros e agente pequenininho sabe?”.
Essa dificuldade, atrelado a um problema de saúde que fez Cassiano perder parte dos pulmões em 1978. O cancelamento do seu quarto álbum pela gravadora CBS no mesmo ano, fizeram com que o cantor fosse ficando mais recluso e fora da mídia.
Rompendo um hiato de 13 anos, em 1991 saiu o álbum ‘Cedo ou tarde’ pela Sony Music. Porém sem controle das direções musicais desse disco, o cantor parou de vez de lançar música depois desse LP.
Ficou sem gravar nada oficialmente desde então. No entanto, a partir de 2000 — quando Ed Motta organizou a compilação ‘Coleção’ — uma nova geração passava a conhecer Cassiano e ele foi se tornando um ‘queridinho’.
Gravações inéditas
Mesmo só tendo notícias do amigo através de uma sobrinha de Cassiano, Hyldon disse ao g1 que apesar de isolado, o cantor estava cheio de músicas novas e foi produtivo musicalmente até a sua morte.
Ele vivia dos direitos autorais de suas músicas e apesar de ter problemas com as gravadoras, não parecia ter problemas financeiros. Foram as desilusões da vida, conforme o amigo, que o fizeram encerrar sua carreira como músico — pelo menos até onde chegou ao público.
Ano passado, Ed Motta revelou que o campinense tinha gravações inéditas feitas em 1994.
Se um dia os fãs vão ouvir essas pérolas não é possível saber, mas o legado de Cassiano ainda mais potencializado por essa nova geração de fãs, será sempre eterno.
“Daqui há 20 anos, a gente ainda vai estar falando sobre Cassiano”, afirma Hyldon.
‘Cantor que é importante para todos nós’ – Marisa Monte
Em turnê que passou por João Pessoa no último dia 28, Marisa Monte cantou ‘A Lua e Eu’: “Sempre que a gente chega aqui a gente lembra de um cantor que é importante para todos nós e que nasceu em Campina Grande”, disse em show.
No último álbum do cantor, ela fez uma participação especial na música título, ‘Cedo ou tarde’, uma parceria de Cassiano com a mineira Suzana Toste.
Marisa Monte canta ‘A Lua e Eu’ de Cassiano durante show na Paraíba
‘Pedra fundamental filosófica da nossa Soul Music’ – Ana Canãs
Ana Canãs também homenageou o campinense no seu último álbum Todxs. ‘Eu amo você’, composição de Cassiano para o primeiro álbum de Tim Maia, já fazia parte de seu repertório em shows, ganhou um clipe e virou canção oficial de seu repertório.o
Ela explica que a regravação foi um desafio, porque é uma música que mexe muito com seu íntimo. Dando uma roupagem feminina, ela quis transmitir muita sensibilidade:
“O único jeito de você emocionar alguém é você se emocionando também. E como é uma canção que sempre me arrebatou muito e vai me arrebatar até o fim dos meus dias achei que era a música certa pra estar no Todxs”, disse a cantora ao g1.
Quando ela começou a cantar pelos bares de São Paulo, hits do jazz e soul eram o que abrilhantavam a noite da cidade na sua voz. Traçando um paralelo com Belchior, essa certa privacidade e misticidade ao redor do Cassiano é o que chamou atenção de Ana para o incluir em seu repertório:
“O Cassiano também tem uma coisa arredia né? Uma coisa de uma espécie de exílio assim artístico também e particularmente gosto muito de ‘Onda’, uma música que ele mostra todos os dotes também não só como compositor, mas vocais e instrumentais de guitarra. Cassiano é uma pedra fundamental filosófica da nossa Soul Music”, afirma.
Cassiano na capa do álbum de 1976 em que apresentou a balada ‘Coleção’
Reprodução
‘Ele é puro talento’ – Gorky (Poolside e Fatnotronic)
Através do samplers, rappers e DJs como a dupla Poolside, que estourou no Brasil com o um remix de Onda, apresentam um movimento de revalorização da música que parecia ter ficado no passado.
“Onda é uma de suas músicas mais psicodélicas, com mais de 6 minutos de puro jam e letras simples, quase como um mantra, escolher essa música foi fácil!”, disse o DJ e produtor dos projetos Poolside e Fatnotronic, Gorky.
Ele comenta que Cassiano sempre foi um de seus artistas preferidos e quando sua versão de ‘Onda’ toca nas baladas, é sempre um chuva de perguntas sobre quem está cantando – além de muitos elogios.
“Eu sinto que se mais pessoas fora do Brasil o conhecerem, ele automaticamente estará nos ouvidos de todos em pouco tempo, porque ele é puro talento”, pontua.
‘Foi como se tivesse perdido um ente querido’ – Fontes
Não só isso, o carinho de artistas renomadas por Cassiano, que vai de Marisa Monte, Ana e até Mano Brown (“ouvindo Cassiano, hah, os gambé não guenta”), fez com que uma leva de pessoas mais jovens achassem o gênio nas plataformas de streaming.
Foi assim que o músico e publicitário de 25 anos Marcelo Fontes virou fã. Durante uma entrevista para um festival de música, Seu Jorge respondeu que o maior nome do soul brasileiro era Cassiano.
Marcelo, na época com 15 anos, ficou doido com a referência porque ele já tinha ouvido falar sobre Cassiano na música de Racionais Mcs, ‘Vida Loka (parte 2)’. Com isso, foi pesquisar o nome.
Exemplar de ‘Cedo ou tarde’ (1973) de Cassiano, o vinil mais precioso da coleção do rapper Fontes
Marcelo Fontes/Arquivo pessoal
Para uma pessoa que vê a música com sua religião e uma ferramenta de desenterrar emoções, ele se surpreendeu com a facilidade de Cassiano em evocar seus sentimentos através de melodias:
“É uma parada muito singular e que quase ninguém consegue com tanta facilidade, com tanta maestria: saber exatamente a nota que você tem que colocar para despertar aquele sentimento nas pessoas; você conseguir encaixar as palavras que quer falar na melodia que você quer passar e que você criou pra aquilo… música não é uma parada fácil de acontecer, embora seja muito intuitivo eu acho que a gente tem que valorizar muito quando a gente ouve alguém, encontra alguém que sabe fazer aquilo muito bem, sabe?”, explica.
E é exatamente essa sensibilidade, movida pela reafirmação da cultura negra, que ele tenta trazer para sua música: é sobre criar mais possibilidades dentro do que a melodia tem a oferecer.
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Quando foi diagnosticado com ceratocone em 2018, a música de Cassiano fez companhia a Fontes até ele conseguir o transplante de córnea pelo SUS, em 2021.
Vinil mais importante de sua coleção, ‘Cedo ou tarde’ estava tocando quando ele recebeu a notícia que uma córnea tinha chegado para ele.
No dia do procedimento, ele não podia usar fones de ouvido, mas usou a música do mestre para se sentir mais forte:
“Comecei a imaginar músicas na minha cabeça como se eu tivesse ouvindo. E a música que ficou em loop na minha cabeça é a música ‘Luva’ do Cassiano. Passei a minha cirurgia inteira, duas horas e meia, imaginando essa música como se eu estivesse ouvindo”, disse.
A recuperação foi difícil, quase dois meses no escuro, sem poder fazer muitos movimentos e sentindo muitas dores. Novamente ‘Cedo ou tarde’ o trouxe um pouco de sanidade.
Porém, no meio da sua recuperação Cassiano veio a falecer. “Lembro como se fosse hoje quando eu recebi a notícia. Estava no meu quarto e minha mãe entrou bem devagarzinho. E aí me contou e eu lembro que chorei muito, foi como se tivesse perdido um ente querido justamente porque ele era muito importante pra mim, também por essa relação que eu construí ainda mais forte com ele durante a minha cirurgia…”
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Cassiano
André Arruda / Divulgação
‘Legado da cultura black no Brasil’ – Sandrinho Dupan
Para o músico e curador museológico, Sandrinho Dupan, a soul music brasileira tem dois pais: Tim Maia e Cassiano.
“Tim Maia como arranjador, como cantor, como intérprete, e Cassiano como esse cara que tinha essa sacada da forma de cantar, da forma do comportamento do instrumento, o conceito. Eles deixam o legado da cultura black no Brasil”, afirma.
Na memória dele, a ‘A Lua e Eu’ é a que mais toca, muito por influência de seu pai que sempre ouvia Cassiano pela casa.
Apesar de ser muito fã, músico e nascido na mesma cidade que o mestre,Campina Grande, ele nunca chegou a conhecer Cassiano, mas tentou.
Coordenador do Museu dos Três Pandeiros da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), ele tentou trazer o ídolo para uma homenagem, mas ele se recusou e, por opção, não dava entrevistas:
“Estava muito triste com os rumos do mercado fonográfico, e a gente só tinha que respeitar, mas sobretudo enaltecer a obra dele”, disse Sandro.
Para quem é fã, não é novidade que Cassiano andava recluso em seu apartamento na zona sul do Rio de Janeiro. Porém nunca parou de viver de música, mesmo que injustiçado pelo ostracismo.
*Sob supervisão de Jhonathan Oliveira e Krys Carneiro
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Fonte: G1 Entretenimento

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Tiago Leifert e Daiana Garbin dizem que estado de saúde da filha é estável; Lua foi diagnosticada com retinoblastoma

Lua está em tratamento há 7 meses contra um tipo raro de tumor nos olhos que, geralmente, se desenvolve antes dos 5 anos de idade. Tiago Leifert e Daiana Garbin dizem que estado de saúde da filha é estável
Tiago Leifert e Daiana Garbin contaram em suas redes sociais que a filha Lua, de 1 ano, segue em tratamento do retinoblastoma, um câncer raro que acontece nas células da retina, e seu estado é estável.
Lua está em tratamento há sete meses, fez algumas sessões de quimioterapia e uma cirurgia.
ENTENDA O QUE É O RETINOBLASTOMA
“Ainda é cedo pra gente falar de cura, mas nesse momento o quadro da Lua é considerado estável. A nossa pequenininha passou por muita coisa. Foram sete sessões de quimioterapia intra-arterial , mais uma cirurgia de braquiterapia, que é uma radiação por dentro do olho (…) Ela se recupera super bem, ela é muito forte e aguenta bem”, explicou Daiana.
Segundo Daiana, todos os meses Lua vai até o Graacc, hospital especializado em câncer infantil, para fazer exames.
Leifert disse que o objetivo de compartilhar informações sobre o tratamento da filha é informar outros pais e que depois do anúncio do câncer de Lua, muitos pais descobriram que seus filhos também estavam com a doença.
“O que deixou a gente muito feliz, porque era o objetivo principal: declarar guerra à doença e vencê-la. Quando a gente consegue que crianças vão ao médico antes do que elas iriam normalmente para olhar o olho, melhor para nós. Cada criança é uma vitória para nós. São mais de cinco crianças que foram diagnosticadas precocemente graças ao vídeo da Lua”, contou.
Retinoblastoma
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o retinoblastoma é um “tumor maligno originário das células da retina, que é a parte do olho responsável pela visão, afetando um ou ambos os olhos”. A doença ocorre, geralmente, antes dos 5 anos de idade.
O principal sintoma é um “reflexo brilhante no olho doente”. As crianças podem ainda ficar estrábicas (vesgas), ter dor e inchaço nos olhos ou perder a visão.
O diagnóstico é feito pelo médico, que realiza um exame do fundo de olho com a pupila dilatada do paciente e, segundo o Inca, não se deve realizar uma biópsia.
Veja abaixo o vídeo, publicado em janeiro, em que o casal conta sobre a doença de Lua:
Filha de Tiago Leifert e Daiana Garbin está com câncer

Fonte: G1 Entretenimento

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Ná Ozzetti participa de álbum de Zimbher em música feita pelo cantor com Zeca Baleiro


♪ Uma das mais importantes e singulares cantoras do Brasil, a paulistana Ná Ozzetti participa do álbum que Antonio Carlos Zimbher planeja lançar em junho.
Cantor e compositor nascido em Brasília (DF) em 1967 e residente em São Paulo (SP) desde 1997, Zimbher – como o artista se apresenta nos palcos e nos discos – canta com Ná a música intitulada Amor meu, perdoa. Trata-se de parceria de Zimbher com Zeca Baleiro, autor da melodia, criada a partir da letra do parceiro.
Além de Amor meu, perdoa, Zeca Baleiro é também parceiro de Zimbher em Qualquer prego, outra música do disco, gravada com a participação de Baleiro e já lançada em single em dezembro de 2021.
O álbum de Zimbher se chama Cordas, nós e voz e tem produção musical do guitarrista Rovilson Pascoal, autor dos arranjos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Claudya enfrenta o paradoxo do álbum em que canta hits da Jovem Guarda em clima de bossa nova


Resenha de álbum
Título: A nossa bossa sempre jovem
Artista: Claudya
Edição: Studio 8 Records / Tratore
Cotação: * * *
♪ O primeiro som que se ouve no 21º álbum de Claudya, A nossa bossa sempre jovem, é o de cordas sintetizadas e orquestradas com certa dramaticidade em arranjo evocativo da era do samba-canção dos anos 1940 e 1950. A introdução opulenta desse arranjo soa paradoxal em disco que busca jovialidade ao convergir dois universos musicais antagônicos.
Sob direção musical do pianista Alexandre Vianna, autor dos arranjos, a cantora carioca de quase 74 anos – a serem festejados na terça-feira, 10 de maio – dá voz no disco a dez canções do repertório da Jovem Guarda em clima de bossa nova.
Lançado na sexta-feira, 6 de maio, com capa que remete à estética dos discos da gravadora Elenco nos anos 1960, o álbum se calca em ideia que já é em si um paradoxo, pois a Bossa Nova foi movimento protagonizado por elite musical carioca que refinou a música brasileira – em especial o samba, pois, no toque revolucionário do violão de João Gilberto (1931 – 2019), a batida diferente da bossa nova sintetizava a cadência do samba – enquanto a Jovem Guarda foi movimento pop de origem popular que conquistou o Brasil ao irromper em São Paulo (SP) em 1965.
Se o repertório da bossa nova se nutriu de acordes fartos e harmonias ricas ao emergir a partir de 1958, bebendo de fonte que lhe deu a eterna juventude, o cancioneiro da Jovem Guarda se pautou pela simplicidade e pelo poder de comunicação com os brotos da classe média dos anos 1960.
Cantora revelada na segunda metade dessa década de 1960, já na era da MPB e dos festivais, Claudya – Maria das Graças Rallo na certidão de nascimento expedida no Rio de Janeiro (R) com a data de 10 de maio de 1948 – procura unir no álbum A nossa bossa sempre jovem dois mundos que pouco se comunicam.
Até porque, se a Bossa Nova simboliza leveza e alegria de viver sob o céu azul de Ipanema, a Jovem Guarda foi além da pretensa rebeldia do rock importado, crescendo aos ouvidos do público quando carregou nas baladas a tristeza e a rejeição das desilusões amorosas, matéria-prima de músicas como Ternura (Somehow it got to be tomorrow – Today, Estelle Kevitt e Kenny Karnen em versão em português de Rossini Pinto, 1965) – a canção adornada com cordas na abertura do disco – e Nossa canção (Luiz Ayrão, 1966).
Há, de fato, ao longo do disco uma ambiência de bossa nova criada pelos músicos Alexandre Vianna (piano), Bruno Migotto (contrabaixo), Flávio Barba (guitarra), Jorge Saavedra (bateria), Sidmar Vieira (trompete e flugelhorn) e Ubaldo Versolato (saxofone), mas que nem sempre promove a real convergência entre os dois universos musicais.
Basta ouvir Meu bem (Girl, John Lennon e Paul McCartney, 1965, em versão em português de Ronnie Von, 1966). para perceber que o paradoxo do disco se impõe sobre todas as coisas.
Canção da dupla Leno & Lilian que Adriana Calcanhotto tomou para si a partir de 2000, Devolva-me (Lilian Knapp e Renato Barros, 1966) soa inclusive dramática no canto de Claudya, na melhor interpretação do disco, com a voz guiada pelo piano de Alexandre Vianna.
Em contrapartida, Claudya tangencia o tom acariciante de Gatinha manhosa (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1965), em arranjo com passagem jazzy, e acerta ao reabrir O caderninho (Olmir Stocker, 1967), sucessos de Erasmo Carlos.
As abordagens dos hits do Tremendão são dois bons momentos do álbum A nossa bossa sempre jovem, talvez porque haja nessas duas canções uma inocência adolescente e romântica que se afina com o leve estado de espírito da bossa nova. Inocência que parece se perder na lembrança de O ritmo da chuva (Rhythm of the rain – John Claude Gummoe, 1962, em versão em português de Demetrius, 1964) em arranjo que dilui a leveza do tema. Já Alguém na multidão (Rossini Pinto, 1965) sobressai no disco, reforçada por vocais que aludem ao fato de a canção ter sido sucesso do grupo Golden Boys.
Canção que preparou o terreno para a conquista do reino da juventude por Roberto Carlos, Aquele beijo que te dei (Edson Ribeiro, 1964) expõe o bom gosto que pauta os arranjos de Alexandre Vianna.
Excelente músico, Vianna ajuda Claudya a enfrentar contradições que ficam nítidas quando a cantora cai no suingue da música cubana ao dar voz à tristonha canção Eu daria a minha vida (Martinha, 1967) sem a melancolia do tema – paradoxo que rege o álbum A nossa bossa sempre jovem.

Fonte: G1 Entretenimento

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Amber Heard x Johnny Depp: 5 episódios que a atriz disse no tribunal nesta semana


Nesta semana, defesa de Heard começou a trazer testemunhas. Atriz deu seu depoimento na quarta-feira (4) e também na quinta-feira (5). Amber Heard e Johnny Depp
Reuters
Desde o início de abril, a batalha judicial entre os atores Johnny Depp e Amber Heard está em um novo capítulo, agora em um tribunal em Fairfax, na Virgínia, nos Estados Unidos.
Por dentro da batalha judicial entre o ator Johnny Depp e sua ex-esposa Amber Heard
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O ator processa a atriz em US$ 50 milhões (cerca de R$ 250 milhões) por difamação, em relação a um artigo de 2018 escrito por ela no jornal “Washington Post” sobre ser uma sobrevivente de abuso doméstico. A atriz também o processa em uma ação em que pede US$ 100 milhões (R$ 500 milhões).
Na terça-feira (3), os advogados de Depp encerraram suas argumentações depois de dizerem que Heard caluniou o astro de “Piratas do Caribe” quando ela alegou ter sido vítima de violência doméstica.
Amber Heard diz que Johnny Depp a agrediu dentro de um avião
Em seguida, o lado de Heard começou a trazer suas testemunhas para o tribunal. Na quarta-feira (4) e quinta-feira (5), a atriz deu seu depoimento. A previsão é de que o julgamento ainda leve algumas semanas para terminar.
Leia, abaixo, 5 momentos desta semana da batalha judicial:
Primeira agressão
Revista íntima
Cachorro pendurado pela janela
Ciúmes de James Franco
Agressão sexual
1. Primeira agressão
Amber e Depp se conheceram no set do filme “Diário de um jornalista bêbado”, de 2011. Segundo ela descreveu em seu depoimento, ele era carismático. Eles se apaixonaram durante a turnê de divulgação do filme.
A felicidade começou a se dissipar em 2012, quando ele começou a fazer comentários depreciativos sobre ela. No mesmo ano, aconteceu a primeira agressão.
Heard afirmou que explosão física de Depp veio depois que ela perguntou o que estava escrito em uma de suas tatuagens desbotadas. Ela disse que ele respondeu “Wino”, e ela riu, pensando que era uma piada.
“Ele me deu um tapa no rosto”, disse Heard. “Eu não sabia o que estava acontecendo. Eu apenas o encarei.” Heard disse que ele deu mais um tapa nela e disse “você acha engraçado, vadia?”
2. Revista íntima
A psicóloga de Amber, Dawn Hudges, foi chamada para ser uma de suas testemunhas na terça-feira (3). Segundo a profissional, o ator tentou procurar cocaína dentro da vagina da atriz, durante uma briga em que ele pensou que ela tinha escondido a droga.
Na quarta-feira (4), data de seu primeiro depoimento, a atriz acusou Depp de fazer um “revista íntima” após uma briga durante uma festa com drogas em uma cidade no deserto da Califórnia. “Eu apenas fiquei lá, parada”, disse ela, entre lágrimas.
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3. Cachorro pendurado pela janela
Ainda na quarta-feira (4), a atriz afirmou que o ex-marido pendurou um dos cachorros pela janela do carro em movimento, enquanto uivava.
No depoimento, Amber diz que havia concordado em ir com ele a um compromisso profissional, depois de terem discutido e Depp ter feito uso de de grande quantidade de cocaína.
O ator estava fumando com a janela aberta e, em um determinado momento, ele começou a uivar. De repente, segundo a atriz, Depp pegou um dos cachorros, Boo, um teacup york, que pertence a ele, e segurou para fora da janela enquanto o carro estava em movimento.
“Ele estava uivando enquanto segurava o cachorro pela janela. Todo mundo no carro, eu nunca vou me esquecer, todo mundo congelou”, contou.
4. Ciúmes de James Franco
No depoimento de quinta-feira (5), Amber disse que o ex-marido teria chutado as suas costas e machucado seu nariz. Na ocasião, Depp teria ficado chateado ao saber que ela havia beijado o ator James Franco para uma cena do filme de 2015 “Traumas de Infância”.
A bordo de um avião particular, Depp chamou Heard de “vadia” e, utilizando linguagem sexualmente explícita, perguntou o que Franco “havia feito com meu corpo”, disse, acrescentando que Depp cheirava a maconha e álcool.
Heard disse que trocou de assento várias vezes durante o voo, e que Depp arremessou cubos de gelo e utensílios contra ela. Em um determinado momento, Depp veio atrás dela e a chutou nas costas. Os seguranças e tripulação do voo não reagiram, acrescentou a atriz.
Amber Heard fala sobre agressão que sofreu de Johnny Depp
5. Agressão sexual
Também na quinta-feira (5), Amber deu a sua versão sobre a discussão em que cortou a ponta do dedo de Depp com uma garrafa. “Eu peguei e joguei no chão entre nós”, contou ela. “Isso realmente o enfureceu”, disse, acrescentando que Depp arremessou contra ela latas e garrafas.
“Em algum momento ele colocou uma garrafa quebrada no meu rosto, na área da garganta, na linha da mandíbula e disse que cortaria minha cara”, lembrou.
Com a voz embargada, Heard afirmou que Depp arrancou sua roupa e a agrediu sexualmente com uma garrafa. “Johnny colocou a garrafa dentro de mim”, enquanto ameaçava matá-la, disse.
Segundo ela, na manhã seguinte, descobriu que Depp havia usado seu sangue, comida e tinta para escrever mensagens “incoerentes” em todas as superfícies da casa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fonte: G1 Entretenimento