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Criolo canta sobre luto e desigualdade em volta ao rap: ‘A gente morre todo dia, assim, de picadinho’


‘Sobre Viver’ marca retorno a disco de inéditas após ‘Espiral de Ilusão’ (2017). Morte da irmã e fé estão presentes em faixas com a mãe, Milton Nascimento, Liniker, Hariel e Mayra Andrade. Criolo fala sobre desigualdade no Brasil ao lançar ‘Sobre Viver’
Em “Sobre Viver”, Criolo versa sobre a desigualdade no Brasil, tema recorrente em suas letras desde “Nó na Orelha” (2011), e sobre a morte da irmã Cleane Gomes, vítima da Covid-19 em 2021.
“Quem nasce em favela no Brasil, vive sempre com essa ideia de morte, porque vida nunca nos permitiram, vida em sua plenitude assim. Quem vive? Ou quem sobrevive?”, questiona o rapper paulistano ao falar de seu recém-lançado quinto álbum de estúdio, em entrevista ao g1.
A angústia e o caos eram sentimentos muito presentes nas letras que, finalmente, começavam a surgir depois de três anos de “muita dificuldade de construção”.
O último álbum de inéditas, “Espiral de Ilusão”, foi dedicado ao samba e lançado em 2017.
Criolo até se questionou se conseguiria escrever novas músicas. “Será que passou esse meu momento lindo, mágico que eu deixo a minha vida toda ali? Ou será que tudo tem o seu tempo mesmo e a gente não é dono de nada?”.
Aos poucos, as ideias foram se transformando em letras que não só apontavam para a dura realidade do mundo, como também para a esperança. Inicialmente, o novo trabalho até se chamaria “Diário do Kaos”, mas mudou de ideia.
“Outras canções estavam vindo também de um outro jeito. Estava entendendo que o caos continua, mas se a gente não der as mãos, se não tiver um fio de esperança acabou ali? É isso? É essa energia que a gente vai jogar para todo mundo? Então a gente todos os dias vai aprendendo a sobreviver”.
‘A gente morre todo dia, assim, de picadinho’
Criolo em ‘Sobre Viver’
Divulgação
Uma das faixas mais potentes do álbum é “Pequenina”, na qual Criolo canta com MC Hariel, Liniker e com a participação da mãe, Dona Maria Vilani. O arranjo é do maestro Jaques Morelenbaum.
“Eu vou ganhar dinheiro, mãe, porque é só assim que eles respeitam a gente”, canta Liniker no refrão. “Mas pensar assim, Criolo, não é vitória do sistema, tio? Da onde eu vim, fio, sempre é vitória do sistema”, responde ele.
Apesar de ter escrito o desabafo sobre a família “rapidão”, Criolo se emociona ao falar como foi difícil gravar a faixa com a mãe, a poeta Maria Vilani.
“Lembrei de várias coisas… da minha mãe falando lá no barraco em 1982, 1983 que ela sonhava em ter uma filha mulher. Juntou um monte de coisa e veio esse som”.
Ele canta sobre a irmã que morreu aos 39 anos no verso: “Cuidar da minha irmã agora é só em prece, ela não está mais aqui, é que esse mundo não te merece”.
“A desigualdade só destrói, mano. A gente morre todo dia, assim, de picadinho, e colocaram uma naturalidade, uma normalização tão gigante que ninguém está nem aí”, continua o rapper.
“Às vezes, vejo as pessoas falando: ‘Você sofreu, mas foi bom que você deu valor ao você tem hoje, né?’. Eu falo que o sofrimento só traz sofrimento. Esse arco de herói só serve para o Hollywood. Não tem herói aqui”.
Além de “Pequenina”, “Pretos ganhando dinheiro incomoda demais”, “Diário do Kaos” e “Me Corte na Boca do céu, a morte não tem perdão”, com Milton Nascimento, mostram como era só uma questão de tempo para Criolo voltar a escrever com força e competência que o colocaram entre os grandes rappers dos últimos anos.
MAURO FERREIRA: Criolo se movimenta com grandeza entre o luto e a luta que regem o engajado álbum ‘Sobre viver’
Na pegada da esperança, contraponto do álbum, a fé e a ancestralidade aparecem nas faixas “Ogum Ogum”, com Mayra Andrade, e “Iemanjá chegou”, que aliviam as tensões do novo repertório.
“Do mesmo jeito que a desigualdade social impera, é gigantesca, a fé do povo brasileiro é uma coisa inexplicável, inabalável. É uma das coisas que mantém tudo isso aqui de pé, sabe? Então está expresso ali”.
Figurino pró-voto no Lolla
Criolo veste camisa escrito “vote” e público se manifesta contra Bolsonaro
Não foi à toa que Criolo usou uma camiseta com a palavra “Vote” no Lollapalooza 2022. O rapper participou do show com Emicida, Planet Hemp, Rael, Bivolt, Drik Barbosa e outros artistas que substituiu o Foo Fighters, após a morte de Taylor Hawkins.
O engajamento da classe artística para que jovens de 16 e 17 anos se registrassem foi uma das pautas no festival e nas últimas semanas no Brasil. O prazo terminou nesta quarta (4).
Ele lembra de um episódio na Bahia para justificar o figurino político no festival em São Paulo, quando o produtor Daniel Ganjaman o provocou perguntando se ele “só ia interpretar” uma faixa com o bloco Ilê Aiyê.
“Fiquei com aquele aprendizado, e acho que isso, de algum jeito, aconteceu novamente.”
Criolo foi atrás de um lugar que produzisse a camiseta como queria. “Saí da Liberdade correndo para o ponto de encontro, cheguei lá faltando 10 minutos para sair o carro com a minha camisetinha na sacolinha”.
“Foi singelo aquilo ali, mas foi do meu coração, tá ligado? A gente sempre pode estar atento do que a gente pode contribuir um pouco mais, mas cada um faz do seu jeito. Foi um bagulho que conectou todo mundo”.
Sobre as eleições deste ano, ele se não prolonga muito no assunto. “Ela já está acontecendo agora nesse momento. É todo dia. E lá é uma consequência desse nosso dia-a-dia a dia em que cada um vai contribuindo naquilo que acredita, que possa ser o melhor para o futuro”.
Tropkillaz e novo show
Capa do álbum ‘Sobre viver’, de Criolo
Helder Fruteira
Desde o álbum de estreia, Criolo tem como produtores Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, mas em “Sobre Viver” é o duo Tropkillaz que assina a produção musical dessa volta ao rap.
Não que os habituais colaboradores e amigos não estejam por perto, eles seguem na “contenção” e até assinam músicas, como “Ogum Ogum”. “Quem tem o Daniel Ganjaman do lado não quer mudar de ares, só quer continuar aprendendo com o mestre”, explica ele.
A aproximação com os produtores Zegon e Laudz rolou nos traps “Cleane” e “Sistema Obtuso”, lançados no ano passado, e desaguou no disco.
“Foi de modo muito natural, esse respirar o estúdio, esse estar próximo culminou também das canções estarem vindo e a gente estar ali junto e começar a construir isso. Não é que foi uma coisa pensada, floresceu”.
Criolo entende o quinto álbum como uma trilogia entre “Nó na Orelha” (2011) e “Convoque Seu Buda” (2014), por isso também hits mais antigos devem fazer parte do repertório do novo show. A estreia está marcada no Rio, no dia 14 de maio, e em São Paulo no dia 21.
Ele será acompanhado por DJ Dandan, Bruno Buarque (percussão, bases, MPC, voz e eletrônicos), Ed Trombone (percussão, sopros, teclado, voz e eletrônicos) e Mauricio Badé (percussão, voz e eletrônicos).
“A gente está tentando entender qual o melhor jeito de construir cada música respeitando sua história, sua estética, o porquê de como foi construída lá atrás e o porquê de como foi construído esse novo”.
“Só quero que vocês vão logo assistir porque não dá muito para explicar, não. Só posso te falar que ele só se completa depois que você assistir.”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Doutor Estranho 2’ traz marcas de Sam Raimi ao Universo Marvel e ‘autoterapia’ do herói, diz Benedict Cumberbatch


‘Há essa sensação de filme B de terror, emoções, sustos’, conta ator em entrevista ao g1 sobre chegada do diretor do ‘Homem-Aranha’ de 2002 em ‘Multiverso da loucura’, segundo filme do feiticeiro. Benedict Cumberbatch fala sobre ‘Doutor Estranho no multiverso da loucura’
“Doutor Estranho no multiverso da loucura” não é uma continuação simples. É, sim, a segunda produção estrelada pelo herói da Marvel em seu Universo Cinematográfico (o famoso MCU, em inglês), mas é o 28º filme de uma saga megalomaníaca que conta ainda com (cerca de) outras 15 séries.
A sequência que estreou nesta quinta-feira (5) no Brasil tem como trunfo a direção de um dos grandes responsáveis pelo sucesso do gênero, Sam Raimi, e conta com o retorno de Benedict Cumberbatch ao papel do grande mago.
Mas, ao mesmo tempo, deve introduzir oficialmente (depois de uma apresentação superficial em “Homem-Aranha: Sem volta para casa”), como o próprio título deixa claro, a imensidão de múltiplos universos dos gibis.
Com isso, oferece ao britânico de 45 anos e duas indicações ao Oscar (“O jogo da imitação” e “Ataque dos cães”) a oportunidade de interpretar diferentes versões do herói, que até contracenam entre si.
“Tentei focar bastante em um tipo de autoterapia com o personagem”, conta o ator ao g1. Assista à entrevista no vídeo acima.
“É sobre como ele aprende tanto com ele mesmo, mas também com o que mais é jogado contra ele nessa história. Como avançar. Se tornar alguém que evoluiu do primeiro filme, no qual você vê um homem preso em uma gaiola dourada que ele mesmo fez, e então mudando para o terreno no qual faz o bem para os outros como um super-herói.”
America Chavez (Xochitl Gomez), Wong (Benedict Wong) e Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) em “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”
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Ecos do MCU
Em “Multiverso da loucura”, o protagonista deve viajar por diversas dimensões paralelas e coletar aliados para derrotar demônios e outras ameaças misteriosas.
Entre os parceiros conhecidos (como o Wong de Benedict Wong e a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen) e novatos (como a America, da estreante Xochitl Gomez) há até uma versão atormentada do próprio doutor, não tão boa assim, apresentada na série animada “What if”.
Com ecos ainda de tramas mais recentes, como das séries “Loki” e “WandaVision”, fica claro que a aventura de 2016 do próprio herói foi um ponto de partida, mas não repercute tanto na nova história.
Wanda (Elizabeth Olsen) volta à ação em “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”
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Como se o próprio “Multiverso da loucura” fosse uma espécie de universo paralelo ao mundo real, há muitos mais paralelos (com o perdão do trocadilho) com o ciclo encerrado em “Sem volta para casa” (2021).
Afinal, o filme que encerrou a trilogia do Homem-Aranha no MCU mostrou o mago à beira da destruição de toda a existência com um feitiço que fragmentou a barreira entre realidades – algo que permitiu o retorno de Tobey Maguire, protagonista da produção de 2002, ao personagem.
E quem dirigiu o ator há duas décadas? Pois bem, foi o próprio Raimi, que agora entra para o time da Marvel no segundo “Doutor Estranho”.
Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) conjura um feitiço em “Doutor Estranho no Multiverso da loucura”
Divulgação
Terror familiar
O presidente dos estúdios da editora, Kevin Feige, prometeu que esta seria quase uma história de terror na época do anúncio. Mais um motivo pelo qual o anúncio do cineasta animou os fãs, depois que o diretor do “Doutor Estranho” de 2016, Scott Derrickson, deixou a continuação pelas famigeradas “diferenças criativas”.
Mais do que dirigir a primeira trilogia do Homem-Aranha nos anos 2000 e ser um dos responsáveis diretos pelo sucesso dos super-heróis nos cinemas, Raimi também é conhecido por clássicos do terror como “Uma noite alucinante” (1981).
Na conversa com o g1, realizada exatos 20 anos depois do evento de lançamento do primeiro “Homem-Aranha”, Cumberbatch promete que os admiradores do americano vão encontrar algumas de suas marcas registradas.
“Definitivamente há essa sensação de filme B de terror, emoções, sustos e muitas marcas do Sam Raimi para os fãs dele por aí que querem ver um filme de Sam Raimi. Mas contextualizados na parte do Doutor Estranho desse gênero nesse período de tempo”, afirma o ator.
“Há alguns elementos que parecerão nostálgicos, mas eles fazem parte de uma narrativa muito nova.”
Benedict Cumberbatch em cena de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Moisés Navarro lança samba raro de Gilberto Gil, gravado somente pelo autor em fita ‘demo’ de 1966


Sob direção musical de Jaime Alem, cantor mineiro abraça em EP outras músicas pouco ouvidas do compositor baiano até então registradas apenas em álbuns de Maria Bethânia e Ney Matogrosso. ♪ No início de 1966, quando vivia na cidade de São Paulo (SP) e já começava a ser notado como compositor, Gilberto Gil gravou fita demo no escritório da editora musical Arlequim. Nesse registro de voz e violão, o artista baiano gravou músicas da safra autoral inicial, compostas ainda em Salvador (BA).
Dentre essas músicas, havia um samba, A última coisa bonita, composto em 1963 que, com exceção do registro da demo, nunca seria gravado oficialmente pelo autor e tampouco por outro artista, permanecendo tecnicamente inédito – ainda que a gravação embrionária de 1966 tenha sido lançada em disco, em 2010, em coletânea editada pelo Selo Discobertas com os registros da pré-história de Gil.
O ineditismo termina neste ano de 2022. Na próxima quarta-feira, 11 de maio, o cantor mineiro Moisés Navarro lança o segundo EP com faixas do álbum Aquele abraço, Gilberto Gil (o primeiro volume saiu em agosto de 2021).
Entre as quatro faixas do EP Aquele abraço, Gilberto Gil – Canções de Gilberto Gil volume II, há o samba A última coisa bonita em gravação feita com a participação do trio Janaju, formado pelo maestro Jaime Alem e as irmãs Nair Cândia e Jurema de Cândia.
No disco gravado sob direção musical do maestro Jaime Alem, autor dos arranjos, Navarro dá voz a outros temas pouco ou mesmo nunca abordados do cancioneiro do compositor baiano. Um deles é o samba Amo tanto viver, apresentado por Maria Bethânia no álbum Talismã (1980) e desde então nunca mais gravado. O registro de Navarro inclui o toque do piano de João Carlos Coutinho.
Outra composição pouco ouvida é Fé menino, gravada somente por Ney Matogrosso no álbum Feitiço (1978).
A única música mais conhecida do lote de músicas do disco de Navarro é Lente do amor (1981), até por ter sido veiculada como tema de abertura da série Amizade colorida (TV Globo, 1981).
Moisés Navarro abraça Gil sob direção artística de Pedrinho Alves Madeira. A capa do EP Aquele abraço, Gilberto Gil – Volume II é assinada pelo artista plástico Ricardo Homen.
Capa do EP ‘Aquele abraço, Gilberto Gil – Canções de Gilberto Gil volume II’, de Moisés Navarro
Ricardo Homen

Fonte: G1 Entretenimento

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Cavalo com patas quebradas e marcas de maus-tratos é resgatado no norte da Bahia: ‘Sede de viver gigante’, diz veterinária


Caso aconteceu na cidade de Jacobina. Dono do animal não foi identificado. Cavalo com patas quebradas e marcas de maus-tratos é resgatado no norte da Bahia
Arquivo Pessoal
Um cavalo com sinais de maus-tratos foi resgatado por servidores da Secretaria Municipal de Agricultura de Jacobina, no norte da Bahia. De acordo com a veterinária Izamara Costa, o animal, que estava com as patas quebradas e marcas de armas brancas, luta pela vida em uma fazenda.
“Optamos por avaliar ele por cinco dias, antes de decidir pela eutanásia (processo conhecido popularmente como sacrificar o animal). É um cavalo com sede de viver gigante, que continua comendo, bebendo, respondendo pelo tratamento”, disse Izamara Costa.
O cavalo foi resgatado na quarta-feira (4), em um rua do bairro Lagoa Dourada. A Secretaria Municipal de Agricultura informou que ainda não identificou o dono do animal.
Izamara Costa explicou que as lesões do cavalo são antigas e estão cicatrizadas.
“Os ferimentos estão cicatrizados e ele [o cavalo] se acostumou a conviver com eles. Eu fiz a medicação e estamos vendo como vai ser a resposta”, afirmou.
Cavalo com patas quebradas e marcas de maus-tratos é resgatado no norte da Bahia
Arquivo Pessoal
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Top Gun’ ganha sequência 36 anos depois e ‘evolui’, diz Tom Cruise


‘Top Gun: Maverick’, estreia em 27 de maio e mostra o piloto interpretado por Cruise de volta à escola de elite da Marinha para treinar uma turma recém-chegada de jovens aviadores arrogantes. Trailer de ‘Top gun: Maverick’
Trinta e seis anos se passaram desde que Tom Cruise colocou seus óculos escuros de aviador, subiu em um avião de combate e alcançou o topo de Hollywood com “Top Gun”. Finalmente uma sequência está prestes a aterrissar.
“Eu era um pouco lento (…) e às vezes sou um pouco lento”, brincou Cruise em uma entrevista à AFP durante a estreia mundial de “Top Gun: Maverick”, realizada na quarta-feira a bordo de um porta-aviões desativado em San Diego.
“Lento” não é uma palavra que costuma ser associada a Cruise, um dos maiores astros de cinema do mundo, que pousou de helicóptero em um tapete vermelho estendido no convés superior do USS Midway.
A sequência estreia no Brasil e nos Estados Unidos em 27 de maio. Nela, Maverick, o piloto interpretado por Cruise, volta à escola de elite da Marinha Top Gun para treinar uma turma recém-chegada de jovens aviadores arrogantes.
“O clima de romance, o clima de aventura (…) Há um mundo em que você quer estar” disse Cruise, ao voltar a “Top Gun” aos 59 anos. “E, obviamente, sempre há algo ligado à aviação”.
Tom Cruise em cena de ‘Top Gun: Maverick’
Divulgação
O primeiro filme popularizou o conceito de “wingman”, um piloto colega de voo que é também um amigo. Para Cruise, os espectadores se conectaram especialmente com a proximidade das relações no mundo da aviação.
“A cultura deste mundo é muito singular (…) E é realmente interessante que a gente possa simplesmente se conectar com as amizades”, disse.
Embora o filme comece com uma sequência nostálgica ambientada em um porta-aviões e apresente um breve retorno de Val Kilmer ao lado de Cruise, se apoia no geral em um grupo de jovens atores relativamente desconhecidos.
“Sempre soube que era assim que eu queria que o filme começasse, desde o início, para que o público pudesse sentir: ‘Vai conseguir (o que quer), confie em mim'”, disse Cruise.
A trama também incorpora avanços tecnológicos como os aviões de combate não tripulados, algo que Cruise – que possui uma licença de piloto também na vida real – disse ter passado décadas observando e analisando.
“Tem que ser uma evolução”, Tom Cruise afirmou.
Em “Top Gun: Maverick”, as mulheres piloto de caça se juntaram ao esquadrão de elite, incluindo Phoenix, interpretada por Monica Barbaro.
“Tive que aprender com algumas aviadores incríveis”, disse Barbaro, que, junto com o resto do elenco, passou por um treinamento com pilotos da Marinha americana.
“Elas são espertas, inteligentes, não precisam mostrar suas habilidades de forma agressiva. Eles são simplesmente incríveis”.
O filme evita em grande parte o uso de efeitos especiais e os atores foram filmados no interior das cabines dos aviões de combate, enquanto desciam perigosamente.
“Há uma sequência neste filme em que descemos tanto que garanto que você nunca mais verá nada parecido”, garantiu o diretor Joseph Kosinski.
Tom Cruise em cena de ‘Top Gun: Maverick’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Vitor Kley procura ecoar no single ‘Tudo me lembra você’ o violão e a ‘good vibe’ de hits anteriores do cantor


♪ Primeiro single solo de Vitor Kley desde O amor machuca demais (2021), Tudo me lembra você entrou em rotação nesta quinta-feira, 5 de maio, após ter trecho revelado em rede social juvenil.
Escrita com base em experiência do artista gaúcho com ex-namorada, a canção inédita e autoral ganhou forma em gravação feita por Kley com arranjo e produção musical de Rick Bonadio.
Bonadio tocou teclados e baixo, além de ter feito a programação do single. Mas o violão de Tudo me lembra você é tocado pelo próprio Kley com a intenção de emular a atmosfera pop romântica e as boas vibrações de sucessos anteriores do cantor.
Capa do single ‘Tudo me lembra você’, de Vitor Kley
Murilo Amâncio

Fonte: G1 Entretenimento

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Nova Lei Aldir Blanc: Pacheco cita ‘força’ do tema no Congresso e fala em ‘tendência’ de derrubar veto

Texto aprovado destina R$ 3 bilhões anuais ao setor cultural até 2027; Bolsonaro vetou íntegra e disse que projeto é inconstitucional. Análise do veto pelo Congresso ainda será marcada. O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quinta-feira (5) que o projeto da nova Lei Aldir Blanc ganhou “força” entre os parlamentares durante a tramitação e que pode haver “uma tendência pela derrubada” do veto do presidente Jair Bolsonaro à proposta.
Nesta quinta-feira, Bolsonaro vetou integralmente o texto sob alegação de que o projeto é “inconstitucional e contraria ao interesse público”.
A proposta transfere recursos a estados e municípios para que estes financiem iniciativas culturais. Pelo texto, a União repassaria anualmente R$ 3 bilhões aos governos estaduais e municipais, durante cinco anos.
“Pela força que esses projetos [o da nova Lei Aldir Blanc e o Paulo Gustavo] ganharam no âmbito do Congresso, a boa aceitação de todos os parlamentares, pode, sim, haver uma tendência pela derrubada do veto, mas é algo também que não é uma decisão da Presidência, mas sim da maioria de senadores e deputados”, declarou Pacheco.
“O que posso me comprometer é que todos esses vetos serão democraticamente submetidos em uma sessão do Congresso que será marcada oportunamente”, continuou.
Lei Aldir Blanc: oposição quer derrubar veto de Bolsonaro

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears posta foto nua segurando cachorro


Cantora está grávida do terceiro filho. ‘Se você ama alguém, deixe-o livre. Se você odeia alguém, deixe-o livre’, diz texto em uma das fotos postadas por ela nesta quinta (5). Britney Spears compartilha foto nua com cachorro no colo
Reprodução/Instagram/BritneySpears
Britney Spears compartilhou fotos em que aparece nua segurando um cachorro no colo nesta quinta-feira (5).
“Se você ama alguém, deixe-o livre. Se você odeia alguém, deixe-o livre. Basicamente, deixe todo mundo livre e arrume um cachorro. Pessoas são estúpidas”, diz uma das imagens da publicação.
A cantora de 40 anos está grávida do terceiro filho, o primeiro com o noivo Sam Asghari.
Ela já é mãe de Sean e Jayden, frutos do casamento com Kevin Federline. Os meninos têm 16 e 15 anos, respectivamente.
Quando anunciou a gravidez em abril, Britney falou que ficaria mais reclusa das redes sociais, mas segue postando em seu perfil.
Britney Spears e Sam Asghari na premiere de ‘Era uma Vez em… Hollywood’, em julho de 2019, em Los Angeles
Reuters/Mario Anzuoni/File Photo
O desejo de ter outro filho foi falado por Britney no emblemático depoimento que a cantora deu no caso da tutela em junho de 2021. Ela chegou a dizer que era impedida de casar e ter outros filhos.
“Eu tenho um DIU em meu corpo agora que não me deixa ter um bebê e meus tutores não me deixam ir ao médico para retirá-lo”, disse a cantora na época.
A decisão que tornou Britney livre foi dada em novembro do ano passado. Jamie Spears controlou a vida e as finanças da filha por 13 anos.
Britney começou a namorar Asghari em 2016, depois deles se conhecerem no set do clipe de “Slumber Party”. Eles ficaram noivos em setembro do ano passado.
A cantora é mãe de Sean e Jayden, frutos do casamento com Kevin Federline. Os meninos têm 16 e 15 anos, respectivamente.
Acordo para livro de memórias
Britney Spears em foto de 2018
Reuters/Mario Anzuoni/File Photo
Britney Spears fechou um acordo de publicação para um livro de memórias.
Segundo a revista Variety, o livro trará relatos e comentários de Britney sobre a ascensão à fama, a relação familiar e sua experiência de sob um sistema de tutela por mais de uma década.
A editora responsável pela publicação será a Simon & Schuster.
Detalhes sobre o acordo não foram revelados, mas segundo a revista Variety, uma fonte da família informou que é um “contrato recordista”.
Segundo a coluna Page Six, Britney receberá US$ 15 milhões (cerca de R$ 76 milhões) pela obra. A Variety entrou em contato com a Simon & Schuster para confirmar a informação, mas não obteve retorno.
Britney Spears livre: Juíza determina fim da tutela do pai após 13 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta participa de clipe de ‘First Class’, hit de Jack Harlow


Rapper mais ouvido no mundo cantou no Lollapalooza em março e encontrou com Ronaldinho no Brasil. Música está em 2º lugar na parada mais importante da Billboard e no Spotify. Veja TEASER. Anitta participa de clipe de ‘First Class’, música de Jack Harlow
Reprodução
Anitta vai participar do clipe da música “First Class”, do rapper americano Jack Harlow. Ele veio ao Brasil em março para cantar no Lollapalooza e encontrou com Ronaldinho.
O clipe ficará disponível à meia noite desta sexta (6), mesmo momento em que o novo álbum de Harlow será lançado.
“Come Home the Kids Miss You” tem participações de Drake, Lil Wayne, Justin Timberlake e Pharrell.
O americano de 24 anos foi capa da Rolling Stone de abril e é o rapper mais ouvido do mundo hoje em dia.
A música está na posição 2 da Hot 100, principal parada dos Estados Unidos da revista Billboard e no Top 100 Global do Spotify. Veja o teaser abaixo:
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Quem é Jack Harlow?
Jack Harlow é estrela da capa de abril da revista americana Rolling Stone. No Brasil, ele curtiu festa de Ronaldinho ao lado de Anitta e Filipe Ret
Divulgação-Reprodução/Instagram
Jack Harlow foi destaque de capa da revista americana Rolling Stone de abril. Para a publicação, Harlow mostrou um pouco de sua cidade natal, Louisville, em Kentucky, e também mostrou a produção em estúdio de seu próximo álbum, o “Come Home the Kids Miss You”.
Antes de subir ao palco do Lolla, o rapper aproveitou a estada no Brasil para curtir o aniversário de Ronaldinho ao lado dos brasileiros Anitta, Filipe Ret e L7NNON na noite desta segunda-feira (21).
Assim como Anitta e Ret, Jack Harlow compartilhou o encontro entre artistas em suas redes sociais. Antes, publicou em seu Instagram um breve vídeo de Anitta e incluiu a bandeira do Brasil e um emoji de estrela ao lado do nome da cantora.
Harlow é um daqueles novinhos prodígios do rap e hip hop que volta e meia aparecem nos Estados Unidos. A primeira música que bombou foi “Whats Poppin” em 2020.
Como bom representante da geração z, ele é super forte no TikTok. O primeiro top 1 da “Billboard” dele foi com “Industry Baby”, faixa com o Lil Nas X.
Apesar dos números expressivos, o rapper fez show para um público relativamente pequeno no Lolla, no mesmo horário que os Strokes. Veja como foi a apresentação.
Jack Harlow
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Amber Heard diz que Johnny Depp chutou suas costas ao saber que ela beijou James Franco em filme


Veja como foi o 2º dia de depoimento da atriz. Ela diz que Depp a agredia por ciúmes e que ele a chutou após ela gravar uma cena de beijo em James Franco no filme de 2015 ‘Traumas de Infância’. Johnny Depp e Amber Heard chegam ao tribunal em Fairfax, na Vírginia, nesta quinta (5)
Jim Lo Scalzo/Pool Photo via AP
Amber Heard depôs nesta quinta-feira (5) pelo segundo dia no julgamento do processo de difamação de seu ex-marido Johnny Depp, e descreveu vezes em que o ator teria chutado suas costas e machucado seu nariz ao sentir ciúmes. 
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Em um dos casos, ela disse que Depp ficou chateado ao saber que ela havia beijado o ator James Franco para uma cena do filme de 2015 “Traumas de Infância”. 
A bordo de um avião particular, Depp chamou Heard de “vadia” e, utilizando linguagem sexualmente explícita, perguntou o que Franco “havia feito com meu corpo”, disse, acrescentando que Depp cheirava a maconha e álcool. 
Heard disse que trocou de assento várias vezes durante o voo, e que Depp arremessou cubos de gelo e utensílios contra ela. Em um determinado momento, Depp veio atrás dela e a chutou nas costas. Os seguranças e tripulação do voo não reagiram, acrescentou a atriz. 
“Eu fiquei constrangida que ele pudesse me chutar ao chão na frente de outras pessoas”, disse Heard. 
Met Gala
Em outra ocasião, Depp teria acusado Heard de flertar com alguém que ela conheceu no baile Met Gala, em Nova York. No quarto de hotel do casal após o evento, ele teria a empurrado e os dois entraram em confronto físico. 
“Em algum momento, ele me bateu no rosto”, disse Heard. “Eu achei que tinha quebrado o nariz.”
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Primeiro dia
Heard prestou depoimento pela primeira vez na quarta-feira, e disse que o casal teve um relacionamento “mágico” até que se tornou violento.
A primeira explosão física de Depp, afirmou Heard, veio depois que ela perguntou o que estava escrito em uma de suas tatuagens desbotadas. Ela disse que ele respondeu “Wino”, e ela riu, pensando que era uma piada.
“Ele me deu um tapa no rosto”, disse Heard. “Eu não sabia o que estava acontecendo. Eu apenas o encarei.”
Heard disse que ele deu mais um tapa nela e disse “você acha engraçado, vadia?”. Veja no vídeo abaixo:
Amber Heard fala sobre agressão que sofreu de Johnny Depp
Depp, de 58 anos, afirmou em depoimento no início do julgamento que a briga da tatuagem “não aconteceu” e que ele nunca bateu em Heard. Ele argumentou que era ela quem era a agressora.
O astro dos filmes “Piratas do Caribe” entre outros está processando Heard, de 36 anos, em 50 milhões de dólares, dizendo que ela o difamou quando alegou ter sido vítima de violência doméstica. Heard apresentou um contraprocesso pedindo 100 milhões de dólares, sob o argumento de que Depp a difamou ao chamá-la de mentirosa.

Fonte: G1 Entretenimento