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‘House of the Dragon’, série derivada de ‘Game of thrones’, ganha trailer; ASSISTA

‘A Casa do Dragão’ estreia em 21 de agosto. Produção foca na família Targaryen, com história passada antes dos acontecimentos da série épica que terminou em 2019. Trailer de ‘House of the dragon’
“House of the Dragon”, série derivada do fenômeno “Game of thrones”, ganhou trailer nesta quinta (5). Assista acima.
A nova produção contará a história do reinado dos Targaryen 200 anos antes dos acontecimentos da série original, e foi escrita pelo próprio autor dos livros, George R. R. Martin, e Ryan Condal (“Rampage: Destruição Total”). “House of the Dragon” é baseada em outra obra do escritor, “Fogo & sangue”.
A série será lançada no Brasil com o nome “A Casa do Dragão” e estreia no dia 21 de agosto na HBO Max.
Em outubro, o streaming lançou o primeiro teaser da produção com os personagens de Matt Smith (“Dr. Who”, “The Crown”), Emma D’Arcy (“Truth seekers”) e Steve Toussaint (“Príncipe da Pérsia e as areias do tempo”), além de confrontos e batalhas. Veja abaixo:
Teaser de ‘House of the dragon’
G1 15 anos: As 15 séries que mais se destacaram na TV

Fonte: G1 Entretenimento

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Luana Carvalho refaz ‘Andança’ da mãe em single que festeja o 76º aniversário de Beth Carvalho


♪ Em mais uma incursão pelo repertório referencial de Beth Carvalho (5 de maio de 1946 – 30 de abril de 2019), Luana Carvalho – filha da cantora carioca – refaz Andança em single lançado nesta quinta-feira, 5, dia em que Beth faria 76 anos se não tivesse saído de cena há três anos.
Composição de Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós (1945 – 2013), Andança é a canção que deu projeção nacional a Beth Carvalho ao ser apresentada pela cantora no III Festival Internacional da Canção, em 1968, com o grupo Golden Boys.
No registro cool de Luana Carvalho, Andança ressurge com o toque minimalista da guitarra de Pedro Sá em interpretação que distancia a música do tom gregário das corriqueiras abordagens de barzinhos, luaus e karaokês.
Singelo, o single Andança expressa a “saudade imensa” que Luana e o povo brasileiro sentem de Beth Carvalho.
Capa do single ‘Andança’, de Luana Carvalho
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Globoplay é a primeira plataforma confirmada na CCXP22


Painel da plataforma, apresentado por Marcos Mion, ocupará o auditório Thunder, o maior do evento. A CCXP acontece entre os dias 1º e 4 de dezembro. Fãs de cultura pop descansam durante a CCXP 2019
Marcelo Brandt/G1
A Globoplay é a primeira plataforma a ser anunciada na programação da CCXP22. A confirmação foi feita durante uma live do evento, nesta quinta-feira (5), com um vídeo do apresentador Marcos Mion.
No evento, a plataforma vai ocupar o Thunder, maior auditório do evento, e a expectativa é que anunciem seus projetos novos e originais para 2023.
“Podem esperar cenas, trailers e muito conteúdo original nacional”, diz Ana Carolina Lima, Head de Conteúdo do Globoplay.
Esta é a quarta vez que a plataforma participa da CCXP. No ano passado, Ana e a podcaster Jeska Grecco foram as responsáveis pelo painel. Entre os anúncios, estava “Desalma 2”, que estreou em abril no Globoplay, com Fábio Assunção no elenco. Ao longo de 2022, estreiam ainda a quinta temporada de “Sob Pressão”, “Rensga Hits”, a segunda temporada de “Arcanjo Renegado”, entre outros.
A CCXP 2022 será realizada entre os dias 1 e 4 de dezembro no SP Expo, em São Paulo. O evento de cultura pop volta a acontecer de forma presencial após dois anos com edições digitais, por causa da pandemia.
Público vibra no painel de ‘Aves de Rapina’ na CCXP 2019
Divulgação/I Hate Flash
Os ingressos para o público geral também começam a ser vendidos nesta quinta-feira (5), com valores entre R$ 120 (meia entrada para o primeiro dia) e R$ 12 mil (ingresso full).

Fonte: G1 Entretenimento

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Amber Heard volta a depor em caso de difamação contra Johnny Depp


Atriz de ‘Aquaman’ entra em seu segundo dia de depoimentos. Na quarta-feira (4), ela afirmou que o casal teve um relacionamento ‘mágico’ até que se tornou violento. Johnny Depp e Amber Heard chegam ao tribunal em Fairfax, na Vírginia, nesta quinta (5)
Jim Lo Scalzo/Pool Photo via AP
A atriz de “Aquaman” Amber Heard voltou a depor nesta quinta-feira (5) no caso de difamação apresentado por seu ex-marido Johnny Depp, o astro de Hollywood que, segundo ela, a agrediu várias vezes antes e durante o breve casamento.
Heard prestou depoimento pela primeira vez na quarta-feira (4) no julgamento amplamente acompanhado, e disse que o casal teve um relacionamento “mágico” até que se tornou violento.
A primeira explosão física de Depp, afirmou Heard, veio depois que ela perguntou o que estava escrito em uma de suas tatuagens desbotadas. Ela disse que ele respondeu “Wino”, e ela riu, pensando que era uma piada.
“Ele me deu um tapa no rosto”, disse Heard. “Eu não sabia o que estava acontecendo. Eu apenas o encarei.”
Heard disse que ele deu mais um tapa nela e disse “você acha engraçado, vadia?”
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Depp, de 58 anos, afirmou em depoimento no início do julgamento que a briga da tatuagem “não aconteceu” e que ele nunca bateu em Heard. Ele argumentou que era ela quem era a agressora.
O astro dos filmes “Piratas do Caribe” e outros está processando Heard, de 36 anos, em US$ 50 milhões, dizendo que ela o difamou quando alegou ter sido vítima de violência doméstica.
Heard apresentou um contraprocesso pedindo US$ 100 milhões, sob o argumento de que Depp a difamou ao chamá-la de mentirosa.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Criolo se movimenta com grandeza entre o luto e a luta que regem o engajado álbum ‘Sobre viver’


Com as vozes de Milton Nascimento e Liniker, o disco tem potência e sedimenta a parceria do rapper com o duo Tropkillaz em temas sombrios como ‘Diário do Kaos’ e ‘Sétimo templário’. Capa do álbum ‘Sobre viver’, de Criolo
Helder Fruteira
Resenha de álbum
Título: Sobre viver
Artista: Criolo
Edição: Oloko Records
Cotação: * * * * 1/2
♪ Criolo acredita na força do rap vencendo o canhão. Álbum lançado pelo cantor e compositor paulistano de 46 anos nesta quinta-feira, 5 de maio, Sobre viver versa em essência sobre amor e esperança para expiar tanta dor, injustiça, desilusão e revolta provocadas pelo racismo cotidiano e pelas injustiças e dissonâncias sociais expostas pelo artista nas dez faixas do disco.
Ainda que atravessado por uma pandemia que ceifou a vida de quase 700 mil brasileiros – entre eles, Cleane Gomes, irmã de Kleber Cavalcante Gomes – e por um desgoverno que teima em tirar o país do trilho, o tema central do disco Sobre viver se afina com o assunto que pautou o último álbum de rap do artista, Convoque seu Buda (2014), apresentado há já longos oito anos.
A chapa ainda fervilha e os bares estão cheios de almas vazias, mas repletas de ódios. Criolo não foge à luta e, sem dar nomes aos bois, expõe extremismos, o beijo da morte e a política de genocídio negro com o peso de Sétimo templário, uma das músicas na qual figura o duo Tropkillaz, nome central na arquitetura deste primeiro álbum de músicas inéditas do artista desde Espiral de ilusão (2017), disco em que o rapper se converteu ao samba com nobreza.
O encontro de Criolo com Tropkillaz – duo paulistano de música eletrônica formado pelos DJs e produtores Laudz e Zegon – pauta a sonoridade do álbum Sobre viver. O rapper virou o disco e passou a abarcar o trap a partir do incendiário single Sistema obtuso (2020), marco inicial da parceria do artista com o Tropkillaz.
Produtores dos discos anteriores do rapper, Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral permanecem no time, mas já sem protagonismo. Ambos são coprodutores de Ogum ogum, faixa iniciada com citação de texto bíblico e gravada por Criolo com a adesão de Mayra Andrade, cantora nascida em Cuba e criada em Cabo Verde. Na faixa, Mayra professa com o rapper a fé na tolerância religiosa e no orixá da religião afro-brasileira – tecla na qual Criolo rebate em Yemanjá chegou.
Ganjamam reaparece na coprodução de Aprendendo a sobreviver. Contudo, coube a Laudz e a Zegon orquestrarem a sinfonia sombria que rege Criolo na escrita do diário do caos brasileiro, assunto recorrente do álbum Sobre viver.
A propósito, Diário do Kaos é a impactante faixa que abre o disco e que iria originalmente dar título ao álbum. Com o fervor do soul, Criolo solta grito visceral e expõe a crença no rap como um sobrevivente do caos.
Na sequência, Pretos ganhando dinheiro incomoda demais mantém o tom abrasivo do som – construído na faixa com bateria e synths evocativos de timbres dos anos 1980 – e do discurso ao disparar artilharia contra o racismo visível nos olhos das elites diante das conquistas materiais do povo preto.
Seguindo na mesma linha, Moleques são meninos, crianças são também se banha na praia do reggae, mas sem o clima habitualmente solar do gênero, pois o tema alerta para o abandono de que crianças são vítimas no sistema brasileiro que oprime pretos e pobres.
Criolo versa sobre a morte da irmã, Cleane, no rap ‘Pequenina’
Helder Fruteira / Divulgação
Destaque da safra autoral do artista, Me corte na boca do céu, a morte não tem perdão é o flerte com a MPB em música mais melódica pautada pelo discurso seco. A letra mostra Criolo seguindo o bloco do eu sozinho em Carnaval fúnebre, na contramão da alegria soprada pelos metais que ecoam o som de outros (Her)manos.
Mas Criolo não vai sozinho para a folia. É seguido por Milton Nascimento, voz-guia da MPB que, mesmo com a potência diluída pelo tempo, valoriza o discurso de Criolo por estar amplificada na faixa pela força mítica que envolve esse divino cantor de alma mineira. O toque solitário de um tambor é ouvido na gravação de arranjo imponente.
Faixa produzida somente por Criolo pelo caráter biográfico e pessoal, mas arranjada por Jaques Morelenbaum, o rap Pequenina é réquiem para a irmã Cleane Gomes que costura a voz resistente de Maria Vilani – mãe de Cleane e de Criolo – com a revolta da rima de MC Hariel e com o canto cheio de soul de Liniker no refrão.
Indo em frente, na vida e no disco, Criolo deixa baixar o caboclo em Quem planta amor aqui vai morrer – tema afro-brasileiro dedicado pelo rapper a heroicos ativistas nacionais como o seringueiro Chico Mendes (1944 – 1988) e a vereadora Marielle Franco (1979 – 2018) – para deixar o sopro final de esperança em Aprendendo a sobreviver.
Álbum potente, Sobre viver sedimenta a “volta” de Criolo ao rap – retorno a rigor iniciado há quatro anos com o single Boca de lobo (2018), lançado um ano após o majestoso álbum de samba – com certa (necessária) repetição de temas, mas não de sons.
Entre o luto e a luta por um Brasil melhor, Criolo continua grande e em movimento.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Ele se tornou uma coisa horrível’: o depoimento de Amber Heard acusando o ex-marido Johnny Depp de agressão


Na quarta semana de julgamento, atriz relatou ter recebido tapas e golpes com a parte traseira da mão. Após as brigas, Heard afirmou que Depp ‘desaparecia’. Amber Heard fala sobre agressão que sofreu de Johnny Depp
A atriz Amber Heard afirmou em depoimento nesta quarta-feira (04/05) que foi agredida fisicamente em diversas ocasiões pelo ex-marido Johnny Depp durante crises de raiva em que o ator, segundo seu testemunho, se encontrava sob efeito de drogas e álcool.
Heard disse que Depp se tornou “uma coisa horrível”.
A atriz relatou a um tribunal no estado da Virgínia, na quarta semana de julgamento, que um padrão de casos de violência começou a partir de 2012.
Depp, em seu testemunho, negou que tenha feito qualquer coisa errada.
Heard, de 36 anos, falou durante horas como testemunha no processo que seu ex-marido move contra ela em razão de um artigo publicado em 2018 no jornal The Washington Post em que a atriz texana disse ter sido vítima de violência doméstica.
Amber Heard depõe em disputa com Johnny Depp por difamação nesta quarta (4)
Elizabeth Frantz/Pool Photo via AP
Ela contou sobre sua infância e as primeiras interações com Depp, que descreveu como então “carismático”, no set de filmagens do filme Diário de um Jornalista Bêbado (2011).
Anos depois, conta Heard, os dois “se apaixonaram”, durante uma turnê de divulgação do filme.
A felicidade dos tempos iniciais de relacionamento, de acordo com Heard, começou a se dissipar quando o ator começou a fazer comentários depreciativos sobre ela em 2012. A atriz afirma que no mesmo ano ocorreu a primeira agressão.
“Eu nunca vou esquecer isso”, disse ela, sobre o que ela relata como o primeiro episódio de violência.
Amber Heard e Johnny Depp
Reuters
Em seu depoimento, Heard procurou retratar Depp como alguém que poderia ser caloroso e bom, mas que tinha explosões de raiva – e a acusava de infidelidade – quando estava alcoolizado ou sob efeito de drogas.
Ela disse que o ator tentava esconder seus hábitos, que variavam, segundo ela, do consumo de destilados a uma grande quantidade de cocaína.
Amber Heard dá mais detalhes sobre brigas violentas com Johnny Depp
“Havia acusações, acusações, e então ele explodia”, Heard relatou, acrescentando que ela recebia tapas e golpes com a parte traseira da mão. Após as brigas, a atriz afirmou que Depp “desaparecia”.
“Ele aparecia de volta sóbrio, com aparência limpa, e era simpático, se desculpava, e nós ficávamos de bem novamente.”
Psicóloga diz em julgamento que Amber Heard foi estuprada com garrafa por Depp; ele nega
Heard acusou Depp de fazer uma “revista íntima” após, segundo seu testemunho, uma briga durante uma festa com drogas em uma cidade no deserto da Califórnia.
“Eu apenas fiquei lá, parada”, disse ela, entre lágrimas.
No seu testemunho, Depp disse que nunca bateu em Heard e retratou o comportamento da atriz como tendo uma necessidade de “conflito”.
O julgamento tem previsão de durar ao menos mais um mês.
Semana Pop mostra 10 fatos revelados em briga judicial de Johnny Depp e Amber Heard

Fonte: G1 Entretenimento

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Os feats póstumos de Marília Mendonça: Naiara Azevedo, Lucas Lucco, Dulce María e mais


Parceria com as duplas Dom Vittor & Gustavo e Hugo & Guilherme também estão na lista de músicas com a cantora lançadas após sua morte. Relembre todas as faixas da cantora na Mariliateca. Os feats póstumos de Marília Mendonça: Dom Vittor & Gustavo, Naiara Azevedo, Lucas Lucco e Hugo e Guilherme estão na lista
Reprodução/Instagram
Seis meses após a morte de Marília Mendonça, cinco músicas que contam com a participação da cantora foram lançados. Marília deixou registrado alguns feats antes de sua morte, em 5 de novembro de 2021, após a queda de um avião em Minas Gerais.
Alguns projetos, como o com Ludmilla, Guilherme e Santiago e Zezé Di Camargo e Luciano, seguem sendo aguardados.
Mas cinco músicas já entraram para coletânea de Marília Mendonça. Sendo que, três delas, figuram, nesta quinta-feira (5), no Top 200 do Spotify. São elas:
“Mal feito”, parceria de Marilia Mendonça com Hugo e Guilherme (Top 200 do Spotify)
“Amava nada”, parceria de Marília Mendonça com Lucas Lucco (Top 200 do Spotify)
“50 por cento”, parceria de Marília Mendonça com Naiara Azevedo (Top 200 do Spotify)
“Calculista”, parceria de Marília Mendonça com Dom Vittor e Gustavo
“Amigos con Derechos”, parceria de Marília Mendonça com Dulce María
Em 2021, o g1 fez um levantamento de toda obra da cantora no especial ‘Mariliateca’ e mostrou que Marília registrou quase 100 composições que não foram gravadas.
Marília Mendonça de todos os ritmos: artista compôs e fez parcerias muito além do sertanejo
Marília Mendonça de todos os cantos e ritmos: artista compôs e gravou parcerias que vão muito além do sertanejo
Reprodução/Instagram
Apesar de quatro dos cinco lançamentos póstumos serem parcerias sertanejas, Marília Mendonça que encabeçou o feminejo, não prendeu sua carreira no ritmo.
Como autora, escreveu músicas para artistas iniciantes e estrelas, com uma conexão especial com o forró, o arrocha e o brega.No papel de intérprete, se juntou a estrelas do pop, pagode, axé, rap, swingueira e outros.
Para o parceiro Péricles, Marília tinha uma maneira de pensar semelhante à dele: “A função da música é atingir, emocionar e passar a mensagem”. Por isso, ela conseguia transitar tão bem entre os estilos.
MARÍLIA MENDOÇA E PÉRICLES
Entre os artistas que cantaram canções compostas por Marília fora do sertanejo estão Joelma, Wesley Safadão, Márcia Fellipe, Gabriel Diniz, Mara Pavanelly e a banda Paquá.
Como intérprete, cantou rap, funk, pagode, axé, arrocha e pop ao lado de artistas como Xamã, Ivete Sangalo, Leo Santana, Péricles e Luisa Sonza.
Há também canções que ela assinou como compositora e participou como intérprete em parcerias: “Cuidando De Longe” (com Gal Costa), “Direção” (com DJ Kévin), “Não Me Testa” (com Preta Gil), e “Um Brinde” (com Dennis DJ e as amigas Maiara e Maraisa).
Marília Mendonça deixou quase 100 composições inéditas
Músicas feitas antes da fama revelam lado cômico e festeiro
Parceiros lembram criação de hits e dizem que ela compunha até dormindo
Mesmo quando não fez parte história da composição ou do vocal, a artista foi parar até nos refrões de um dos maiores projetos de rap acústico. Em “Poesia Acústica 9 – Melhor Forma”, Djonga cita a cantora e diz que é fã de Marília Mendonça.
Ela era fã de Djonga e outros rappers. Em uma live, Marília usou sua voz grave para rimar com desenvoltura “Vida loka”, dos Racionais MC’s. O grupo relembrou o vídeo no dia em que ela morreu.
Sofrência no pagode
“A gente vê a comoção da falta que ela faz porque ela conseguiu atingir o coração de todo mundo, com a maneira simples de ser e de falar, principalmente de amor”, diz Péricles.
O cantor convocou Marília para gravar a faixa “Vai por mim”, em 2017. “É uma música que fala de amor de uma maneira muito particular, que ela já estava falando há muito tempo nas composições dela.”
“Liguei e ela prontamente aceitou, até tomou um susto. Porque muito próximo, tem uma filmagem em que ela estava num pagode cantando sucessos do Exalta. E depois que a gente se sentou para conversar, ela conhecia muito da obra do Lucas Morato, meu filho. Foi uma junção de alegrias.”
Marília e Péricles se reuniram novamente em 2021 para a gravação de “A mais disputada”, que conta com Papatinho, MD Chefe e DomLaike.
Questionado, Péricles não descarta gravar uma das quase 100 faixas que Marília compôs, registrou, mas que ainda não foram gravadas por ninguém.
“Seria uma honra para mim. Quero que essa chance surja e seja uma ótima maneira de lembrar e celebrar a vida de Marília Mendonça.”
‘Quebrava barreiras’
Xamã foi outro integrante da lista de parcerias de Marília fora do sertanejo. “Leão”, música composta pelo rapper, mostra toda a versatilidade musical da cantora que, além de mostrar sua conhecida potência vocal, também se arrisca na poesia falada do rap.
“Eu fiz a música já pensando na Marília. Ela viu uma música de uma guia que eu tinha postado no Twitter com o título de ‘Áudio Falso’. Ela achou bacana e a gente desenvolveu o resto da letra com signo de leão. Uma das maiores parcerias que fiz na vida”, define Xamã.
No clipe, os dois mostram o clima descontraído dos bastidores. “Foi a primeira vez que tomei vinho na vida, nunca tinha tomado vinho. Acabou que no final a gente teve que adaptar um take pra gente gravar sentado um de costas para o outro. Foi bem divertido esse dia, bem engraçado”, relembra o cantor.
Para ele, Marília “não se enquadrava só num artista quadrado, que tem que fazer só uma coisa e olhar só pra frente. Ela olhava para cima, pra baixo, para os lados. Ela tinha uma capacidade de entender coisas que quem criticava ela, tinha mente muito pequena para poder entender.”
“Era uma cantora completa. Conseguia enxergar a composição além do estilo que ela se sentia confortável, então conseguiu quebrar uma barreira. Não sei se já existiu algum outro artista que transitou por todos os estilos musicais. Ela tinha esse dom de transformar a música.”
Cenário regional
Antes de ser conhecida como cantora, Marília já tinha grande fama como compositora e escreveu letras que ficaram nas mãos, não só de estrelas nacionais, mas também de artistas regionais. Como foi o caso da banda mineira Paquá.
Em 2015, enquanto selecionavam o repertório para o primeiro DVD, tiveram contato com “Isso é coisa de louco”, composta por Marília Mendonça em parceria com Maiara, Thales Lessa e Juliano Tchula.
Na voz de Paquá, a música passou a se chamar “Coisa de louco” e ganhou participação da dupla Arthur & Thomaz. O grupo recebeu a canção por meio de Tchula, maior parceiro de composições de Marília.
“Naquele momento, ela ainda não tinha despontado no cenário nacional como cantora, mas já era bem conhecida no meio em relação às composições. A Marília tinha muitas músicas que estavam estouradas com Henrique e Juliano, então lógico que teve um peso, sim.”
“Quando você vai ouvir um repertório, recebe músicas de vários compositores e tenta ouvir todas com maior carinho. Mas claro que quando você recebe de um grupo de compositores que já tem sucessos no mercado, acaba ouvindo com maior carinho ainda. Foi um diferencial”, conta Rafael, vocalista.
Para ele, a capacidade de Marília de levar sua letra para todos os cantos se deveu a dois fatores: qualidade da composição e o ganho que ela dava em todas as faixas nas quais participava.
“A Marília tinha letras que falavam sobre assuntos e temas que são do povo, são muito populares, acontecem no dia a dia das pessoas, e isso faz com que as pessoas se identifiquem.”
“E ela trafegava por vários estilos. Onde ela entrava e tinha interpretação dela, a música crescia, ganhava. Ela dava um toque a mais. Ela tinha esse poder. Apesar de ser do sertanejo, ela sabia muito bem interpretar outros segmentos.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Seis meses após morte de Marília Mendonça, 11 músicas com a cantora aparecem no Top 200 do Spotify


Canções póstumas com Naiara Azevedo, Hugo e Guilherme e Lucas Lucco aparecem na lista. Relembra todas as faixas da cantora na Mariliateca. Marília Mendonça
Reprodução/Instagram
O legado de Marília Mendonça segue firme na principal parada do Spotify. Seis meses após sua morte, 11 faixas com a cantora aparecem no Top 200 na manhã desta quinta-feira (5).
Marília morreu em 5 de novembro, aos 26 anos, na queda de um avião em Minas Gerais.
Relembre todas as faixas da cantora na Mariliateca: O g1 te ajuda a mergulhar em todo o cancioneiro de Marília Mendonça. São 308 canções escritas e 186 faixas gravadas por ela.
Entre as 200 músicas mais ouvidas do Brasil nas últimas horas, dez são de Marília Mendonça em parceria com vários artistas. Sendo três delas, faixas póstumas:
“Mal feito”, parceria de Marilia Mendonça com Hugo e Guilherme
“Amava nada”, parceria de Marília Mendonça com Lucas Lucco
“50 por cento”, parceria de Marília Mendonça com Naiara Azevedo
Patroas
Apesar de a turnê Patroas ter sido cancelada, as faixas do projeto que traz a parceria de Marília com Maiara e Maraísa seguem firme no ranking.
“Esqueça-me se for capaz”, “Presepada”, “Não sei o que lá”, “Todo mundo menos você” e “Motel Afrodite” figuram no Top 200.
Parcerias com George Henrique e Rodrigo (“Vai lá em casa hoje”) e Tayrone (“Cê tá preparada”) também aparecem na lista, assim como a faixa solo “Troca de calçada”.
Lançada em janeiro de 2021, a faixa conta com uma letra que aborda a prostituição feminina em versos escritos sob a ótica de mulher fictícia que, por circunstâncias sociais, foi levada a se prostituir e que sofre julgamento moral do círculo em que vive, por ter feito tal opção de vida.
Especial g1: Marília Mendonça, a cantora que fez o Brasil sofrer

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator Steve Burton anuncia separação de mulher, que está grávida do quarto filho: ‘Esse bebê não é meu’


O casal, que tem outros três filhos, estava junto há 23 anos. Anúncio foi feito em rede social de Burton. Steve Burton e Sheree Gustin com os três filhos
Reprodução/Instagram
O ator Steve Burton anunciou em suas redes sociais a separação de sua mulher, Sheree Gustin, que está grávida do quarto filho.
“Esse bebê não é meu”, escreveu Burton em uma publicação feita no Story do Instagram, nesta quarta-feira (4).
Steve, que participou do elenco da novela “General Hospital” e outros projetos na TV, também é coach da mente e nutricional. O ator de 51 anos deixou o elenco da novela em novembro de 2021 após se recusar a tomar a vacina contra Covid-19.
Segundo o a revista Entertainment Weekly, os dois estavam casados há 23 anos.
“Eu queria esclarecer uma coisa. Sheree e eu estamos separados. Ela recentemente anunciou que está grávida do quarto filho. Esse bebê não é meu. Nós somos pais de outras três lindas crianças. Gostaríamos de privacidade nesse momento. Com amor, Steve”, escreveu o ator.
Gustin, que é influencer fitness, ainda não se manifestou sobre o caso.
Ator Steve Burton anuncia separação de mulher, que está grávida do quarto filho: ‘Esse bebê não é meu’
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Bichos na Escuta #50: conheça Pretinha, a cadela tricolor que comemora os gols do Fluminense


Neste episódio, Giuliana Girardi conversa com o tutor que logo notou o amor de Pretinha pelo time carioca. Além de torcedora, a cachorrinha arrasa nas redes sociais e tem quase 12 mil seguidores em uma delas. Dia de jogo do Fluminense: Pretinha já está vestida para acompanhar a partida. Abraão Barroso liga a TV e ela de olho em todos os lances. A cachorrinha não se cansa de comemorar cada gol feito e é sempre do mesmo jeito, como conta o seu tutor no episódio do podcast “Bichos na Escuta”, com a jornalista Giuliana Girardi.
Pretinha tem quatro anos e vive em São Gonçalo. Desde que ela chegou à casa da família Barroso, Abraão pai e Abraão filho começaram assistir jogos do Fluminense com a cachorrinha. O interesse dela pelo time carioca foi de imediato.
“A gente percebeu que quando a gente estava comemorando, ela comemorava junto. Quando o narrador grita ‘gol’, ela começa a latir e rodar”, conta Abraão filho.
Desde que ela chegou à casa da família Barroso, Abraão pai e Abraão filho começaram assistir jogos do Fluminense com a cachorrinha
Reprodução/Redes Sociais
Além de torcedora, Pretinha arrasa nas redes sociais e tem quase 12 mil seguidores em uma delas.
“Quando nós vamos para o Maracanã, tem que ficar uma pessoa em casa porque a galera da internet cobra. Se a gente demorar a colocar o vídeo, o pessoal cobra ‘cadê o vídeo? Cadê?’, conta o tutor de Pretinha.
Pretinha tem quase 12 mil seguidores em uma das redes sociais
Reprodução/ Instagram
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Fonte: G1 Entretenimento