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Banda Caravellus ressuscita no álbum ‘Inter mundos’ a morte personificada pela onça Caetana em romance de Ariano Suassuna


Disco conceitual sai em junho e traz Elba Ramalho no enredo que cruza o universo do metal com a cultura nordestina para abordar temas como luta de classes, corrupção e intolerância religiosa. ♪ No enredo armorial de Ao sol da onça Caetana, primeiro dos dois volumes do romance A história d’o Rei Degolado nas caatingas do sertão, publicado em 1977 pelo escritor paraibano Ariano Suassuna (1927 – 2014), a morte é representada com fidelidade à tradição do sertão nordestino na figura da Moça Caetana, mulher mítica, personificada na pele de fera devoradora.
Essa representação da morte é ressuscitada pela banda Caravellus no enredo de Inter mundos, terceiro álbum de estúdio do grupo recifense de power metal progressivo formado por Daniel Felix (teclados), Emerson Dácio (baixo), Glauber Oliveira (guitarra), Leandro Caçoilo (vocal) e Rafael Ferreira (bateria).
No enredo deste disco em que a banda Caravellus cruza o universo do heavy metal com referências da cultura musical nordestina, a morte aparece em Memento mori, música escolhida para ser o primeiro single do álbum conceitual que, antes previsto para 2021, teve o lançamento adiado e confirmado para 17 de junho deste ano de 2022 em edições das gravadoras Rockshots Records (na Europa) e Metal Relics (no Brasil).
De acordo com o guitarrista Glauber Oliveira, a faixa celebra a escrita fantástica de Ariano Suassuna na batida do doom metal.
“Cada música de Inter mundos conta uma parte da história do álbum. Arteiro encontra a morte na música Memento mori. A morte chega esmagando ossos, no forma de onça chamada Caetana, com os três gaviões Sombrifogo, Caintura e Malermato. Essa personificação da morte foi criada pelo Ariano Suassuna e a inserimos no disco como homenagem a esse grande escritor brasileiro”, ressalta o Glauber Oliveira.
De origem paraibana como Suassuna, Elba Ramalho participa do álbum Inter mundos na música Elegia. Ao dar voz a Elegia, a cantora personifica personagem do enredo do álbum, cuja história criada por Glauber Oliveira – com influência do Movimento Armorial – é ambientada no sertão nordestino.
O álbum conceitual Inter mundos narra a história de amor entre os personagens Arteiro e Aurora. A história se passa no nordeste do Brasil, em vila sem nome e localização precisa, espécie de lugar mítico onde o enredo de Inter mundos expões questões universais como luta de classes, corrupção, intolerância religiosa, vida e morte.
Capa do álbum ‘Intermundos’, da banda Caravellus
Arte de Marcus Ravelli
♪ Eis, na disposição do álbum Inter mundos, as 14 músicas que contam a história do terceiro álbum de estúdio da banda Caravellus:
1. Visagem
2. Knight of the sun
3. Panis et circenses
4. Triumvirate
5. While I’m still here
6. The ambush
7. Memento mori
8. Incantation
9. Elegia
10. Insurrection
11. Inter mundos
12. Ouroboros
13. So near, so far
14. Vynno d’água

Fonte: G1 Entretenimento

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Martinho da Vila comemora desfile como enredo na Vila Isabel: ‘A gente é quase uma coisa só’


Sambista de 84 anos é enredo da escola do coração neste sábado (23) e desfila em ala com família e amigos. Ouça podcast com entrevista. Martinho da Vila desfila na Sapucaí pela Unidos de Vila Isabel em 2020
Alexandre Durão/G1
Martinho da Vila está acostumado com toda a agitação do carnaval desde os anos 60, mas o desfile da Unidos da Vila Isabel tem um gostinho diferente neste ano.
O sambista de 84 anos e presidente de honra da escola será homenageado com o enredo “Canta, Canta, Minha gente! A Vila é de Martinho” no desfile deste sábado (23).
Da mesma maneira que está feliz, Martinho, com toda tranquilidade que lhe é característica, se diz um pouco tímido de ser o centro das atenções. Ouça entrevista no podcast g1 ouviu:
“É diferente para chuchu ser enredo, porque eu estou acostumado a criar enredos e a fazer samba enredo, mas não ser o enredo. É uma honraria rara, mais impressionante ainda porque é na minha própria escola”, diz.
Martinho conta que preferia assistir ao desfile “de camarote”, mas vai sair no chão em uma ala com 140 familiares e amigos importantes para a sua carreira na música e no carnaval.
“Eu e Vila Isabel a gente é quase uma coisa só… Para mim, ela é como uma menina que eu ajudei a criar, a crescer, adotei e depois adotei o nome dela no meu”.
“Todo lugar que vou, eu falo da Vila Isabel. Eles também falam de mim o tempo inteiro, tem busto na entrada da escola, agora vou ser enredo. É uma beleza, é muito bom assim né?”, comenta.
Segundo o carnavalesco Edson Pereira, celebrar a vida e obra de Martinho é um desejo antigo da Vila Isabel.
O sambista já se envolveu em três enredos campeões da escola. Em 1988, ele participou da escolha do tema “Kizomba, festa da raça” e “Soy Loco Por ti América A Vila Canta a Latinidade” em 2006.
Como vem a Vila? Escola canta forte e canta alto o orgulho de homenagear Martinho
Ele também é um dos compositores de “A Vila canta o Brasil celeiro do mundo”, samba campeão de 2013.
O desfile da Vila é o último do Grupo Especial do sábado, às 3h da manhã, e um dos mais aguardado deste carnaval carioca.
Animado com a retomada
Martinho da Vila no show ‘Unidos e misturados’ na casa Qualistage
Cristina Granato / Divulgação
O compositor e cantor de Duas Barras, no Rio de Janeiro, ficou recluso na pandemia, mas teve tempo de escrever e produzir o álbum “Mistura Homogênea”.
No novo trabalho, Martinho fala sobre o amor pela poesia, canta diferentes religiões e tem a proposta de encontrar antigos parceiros, como Zeca Pagodinho, e artistas novos que descobriu através dos netos, como Djonga.
É com esse trabalho que ele volta aos palcos após mais de dois anos e se diz com mais energia do que em anos atrás.
MAURO FERREIRA: Martinho da Vila canta o Brasil em tom maior na estreia do show ‘Unidos e misturados’ no Rio
“O palco tem uma energia… Em um show, eu não estou sozinho porque tem o público. Então, eles estão mandando uma energia para mim e eu mandando para eles. É uma troca, ainda estou bem energizado”.
“Antes, eu era mais devagar do que hoje. Por exemplo, em uma entrevista dessa você não ia arrancar nada de mim. Eu tinha preguiça até de falar, hoje já sou uma falastrão”, brinca.
“Mistura Homogênea” chegou a ser anunciado como o último álbum da carreira, mas Martinho repensou essa ideia com um empurrãozinho da gravadora, segundo ele.
“Eu vou fazer músicas esparsas e lançar, mas vou fazer [disco ] também. Falando isso com a minha gravadora, o presidente Paulo Junqueiro me disse que eu tinha que fazer álbum inteiro, mas ir colocando aos poucos na internet”.
Djonga e Martinho da Vila
João Pedro Maia / Divulgação
Até porque parar de compor ou de fazer shows não é uma opção para Martinho: “Barco parado não faz frete, já diz um dito popular”.
Com uma discografia com mais de 50 álbuns, Martinho viveu fases áureas do samba, mas mesmo assim sofreu preconceito. Aos 84 anos, ele analisa como o gênero é visto hoje em dia.
“Nos anos 60 por aí, início dos 70 era tudo muito setorizado. O pessoal que fazia um tipo de músicas não lidava com o outro. Uma vez eu fui em um concerto de rock e as pessoas ficavam olhando e falando ‘O que que ele tá fazendo aqui?'”, lembra.
“Agora, está tudo misturado, então fazer samba agora é mais legal. Quase todas as grandes estrelas cantam samba, de todos gêneros e tal até do rock. O samba foi lá atrás muito perseguido, tem aquela história tradicional, mas foi resistindo, foi conquistando e, hoje, no Brasil, tudo acaba em samba”.
Família no álbum, na avenida e na música
Aos 84 anos, Martinho da Vila canta com os filhos e Zeca Pagodinho no palco do Fantástico
A festa de Martinho na Sapucaí vai ser em família. Filhos e netos devem estar com o anfitrião na avenida para acompanhar a justa homenagem que receberá.
No álbum, ele também canta com filhos e netos em várias faixas como “Muadiakime/Semba dos Ancestrais”, “Sim Senhora” e “Odilê Odilá”.
O sambista diz que não é daquele tipo de pai que fica em cima para que a família siga os seus passos, mas não nega que sente orgulho da família que continua o legado que construiu na música.
“Sou contra isso, mas acabava puxando eles para botar em alguma coisa, fazer um corinho ali comigo e eles seguiram. Por sorte, eles são muito talentosos, então acho bem legal”. Sorte, né, Martinho?

Fonte: G1 Entretenimento

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Pedro Scooby é o 16º eliminado no paredão do ‘BBB22’, com 55,95% dos votos

Pedro Scooby foi o 16º eliminado no paredão do “Big Brother Brasil 22”, com 55,95%. A disputa pela eliminação do “BBB22” desta quinta-feira (21) tinha ainda Douglas Silva (1,82%) e Eliezer Eliezer (42,23%), que se salvaram.
Veja lista dos 20 participantes iniciais
O paredão foi formado na terça-feira (19):
Douglas Silva foi o primeiro a entrar na disputa, por ter ficado em último na prova do líder.
Eliezer foi o indicado direto pelo novo líder, Paulo André.
Pedro Scooby completou o trio como o mais votado da casa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Elliott, ex-vocalista e guitarrista da banda Gloria, se abriga sob o indie pop em single solo


♪ Ex-vocalista e guitarrista da Gloria, banda paulistana de rock pesado na qual permaneceu de 2006 a 2020, Elliott Reis inicia carreira solo com o single Abrigo.
Assinando somente Elliott, o artista apresenta música inédita composta em parceria com Renato Gallozi e gravada no estilo indie pop, em linha diferente do som metalcore do grupo que projetou Elliott no universo pop brasileiro nos anos 2000.
Gallozzi toca guitarra, pads, teclados e synth na gravação mixada e masterizada por João Milliet. O single Abrigo está em rotação desde ontem, 20 de abril.
Capa do single ‘Abrigo’, de Elliott
Caio Rodrigues

Fonte: G1 Entretenimento

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Makely Ka segue, no toque da viola, o curso de rios mineiros e baianos que trançam o coração do Brasil


Músico, compositor e poeta piauiense lança álbum instrumental que integra ‘Trilogia dos sertões’. ♪ Nascido no Piauí, precisamente em Valença do Piauí (PI), município onde veio ao mundo em setembro de 1975, Makely Ka é compositor, poeta, cantor e violonista que decidiu explorar a sonoridade da viola de dez cordas no álbum instrumental Rio aberto.
No disco, lançado em CD e em edição digital pela gravadora Kuarup, Makely segue os cursos dos rios que visitou em rota que o levou aos sertões mineiro e baiano a partir de viagem pelo Vale do Urucuia, situado no noroeste do estado de Minas Gerais. O álbum Rio aberto alude no título à afinação “sol aberto”, usada pelos violeiros da região e apelidada de “rio abaixo”.
Tributo de Makely a músicos como Almir Sater, Heraldo do Monte, Ivan Vilela, Renato Andrade (1932 – 2005) e Tavinho Moura, todos de notória habilidade no toque da viola, o disco Rio aberto integra a Trilogia dos sertões.
Tavinho Moura, a propósito, é o autor do único tema gravado por Makely fora do curso autoral do artista piauiense, Encontro das águas, composição lançada no toque de Almir Sater em disco instrumental de 1990.
Capa do álbum ‘Rio aberto’, de Makely Ka
Divulgação
Das 13 músicas que compõem o repertório do álbum Rio aberto, doze são autorais, tendo sido batizadas com nomes de cursos d’água que conectam elementos da geografia, da história e da literatura do Brasil, ligando, por exemplo, o grande sertão de Guimarães Rosa (1908 – 1967) aos sertões de Euclides da Cunha (1866 – 1909) em rota que abarca o universo mítico do menestrel baiano Elomar.
Dez dessas doze músicas – Carinhanha, Jequitaí, Paracatu, Paraopeba e Urucuia, entre outras cinco – carregam nomes de afluentes do Rio São Francisco. As outras duas, Doce e Vaza-Barris, se referem a rios que desaguam direto no mar.
Uns e outros são rios que trançam o coração do Brasil sintetizado no disco Rio aberto no toque das dez cordas da viola de Makely Ka.
O álbum Rio aberto é o segundo título da Trilogia dos sertões, iniciada há oito anos pelo artista com o disco Cavalo motor (2014) e prevista para ser finalizada em data ainda incerta com o álbum Triste entrópico.

Fonte: G1 Entretenimento

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Trio Secos & Molhados tem revolução historiada, após 50 anos, em série de ficção e em documentário


♪ Foi em 1972 que, ao admitir Ney Matogrosso como vocalista, o grupo Secos & Molhados ganhou a formação clássica que explodiu e provocou revolução cultural no Brasil em 1973.
Decorridos 50 anos, a revolução de Ney Matogrosso, João Ricardo e Gerson Conrad é historiada em duas séries. Uma é série de ficção produzida pelo Globoplay e prevista para estrear em 2023. Os atores Gabriel Leone, Mauricio Destri e Caio Horowitz vão interpretar Ney, João e Gerson, respectivamente.
Em produção desde 2019 pelo Canal Brasil, a outra série é documental e prevê quatro episódios roteirizados a partir da narrativa contada pelo jornalista Miguel de Almeida na biografia Primavera nos dentes – A história do Secos & Molhados, livro editado em julho de 2019.
Com a saída de Ney Matogrosso em 1974, o grupo Secos & Molhados perdeu força e impacto. Mas deixou legado que se expandiu na música e na cultura do Brasil ao longo desses 50 anos. É desse legado que tratam as duas séries.

Fonte: G1 Entretenimento

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Novo trailer de ‘Lightyear’ entrega detalhes da origem do herói e disputa com vilão Zurg


No trecho, Buzz viaja no tempo e descobre que o planeta está sendo dominado por robôs alienígenas sob comando do vilão Zurg. Animação tem lançamento previsto para 16 de junho. ‘Lightyear’, filme de origem de Buzz do ‘Toy Story’
Reprodução
A Pixar divulgou nesta quinta-feira (21) um novo trailer de ‘Lightyear’ que mostra detalhes da história de origem do famoso personagem de ‘Toy Sotory’.
No trecho, o astronauta testa uma tecnologia que pode levar toda a tripulação do Comando Estelar para fora de um planeta hostil. Mas ele acaba viajando 62 anos no futuro e descobre que o planeta está sendo dominado por robôs alienígenas.
Quem também ganha destaque no trailer é o vilão Zurg, que aparece na franquia de ‘Toy Story’. Assista o trailer:
Assista ao trailer 2 de ‘Lightyear’ (em inglês)
‘Lightyear’ tem estreia prevista para 16 de junho no Brasil e conta com Chris Evans no elenco de dublagem da versão original. O longa é dirigido por Angus MacLane, que tem no currículo filmes como ‘Procurando Dory’ e curtas de ‘Toy Story’,
De acordo com a sinopse da Pixar e da Disney, a animação será uma aventura de ficção científica contará a história de origem do herói que inspirou o boneco que ganhou uma legião de fãs e uma linha de brinquedos apresentada na franquia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Adylson Godoy, Dino Galvão Bueno e Theo de Barros dividem ‘Notas brasileiras’ com os filhos


Artistas lançam álbum em que se irmanam com Adriana Godoy, Anita Galvão Bueno e Ricardo Barros. ♪ Notas brasileiras é álbum pautado pelo encontro de gerações, mais especificamente pela reunião de três pais com os filhos que os seguiram no caminho da música.
Adylson Godoy é maestro, pianista, cantor, compositor e arranjador que tem no currículo trabalhos feitos com Elis Regina (1945 – 1982), Jair Rodrigues (1939 – 2014) e o grupo Zimbo Trio.
Dino Galvão Bueno é violonista e compositor que integrou a turma paulista da Bossa Nova e que atuou no movimento Música Nossa ao lado de Alaíde Costa, Eduardo Gudin e do próprio Adylson Godoy.
Nome mais conhecido do disco por ser o parceiro de Geraldo Vandré na agalopada moda de viola Disparada (1966), apresentada na voz de Jair Rodrigues em histórico festival, Theo de Barros é compositor, violonista, cantor e arranjador.
Capa do álbum ‘Notas brasileiras’, de Adylson Godoy, Dino Galvão Bueno e Theo de Barros com Adriana Godoy, Anita Galvão Bueno e Ricardo Barros
Arte de Ricardo Barros
Amigos e compositores desde o surgimento da Bossa Nova e da era dos festivais, Adylson Godoy, Dino Galvão Bueno e Theo de Barros se irmanam no álbum Notas brasileiras com os filhos Adriana Godoy, Anita Galvão Bueno e Ricardo Barros (autor da arte exposta na capa do disco), respectivamente.
Juntos, os seis se dividem no canto das 13 músicas que compõem o repertório do álbum Notas brasileiras. Esse repertório inclui músicas inéditas como Condão da natureza (Dino Galvão Bueno e Theo de Barros), Estrela guia (Adylson Godoy e Dino Galvão Bueno) e Saideira (Dino Galvão Bueno e Daltony Nóbrega).
Programado para ser lançado em 29 de abril, o álbum Notas brasileiras foi antecedido pela edição em 18 de março de single triplo com as faixas Menino das laranjas (Theo de Barros, 1964), Sou sem paz (Adilson Godoy, 1965) – música lançada na voz de Elis Regina no mesmo álbum Samba eu canto assim (1965) em que a cantora incluiu Menino das laranjas – e Mestre navegador (Dino Galvão Bueno e José Carlos Costa Netto, 2011).

Fonte: G1 Entretenimento

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Flórida x Disney: em meio a polêmica sobre questões LGBTQ, legisladores revogam isenções fiscais dos parques


A Câmara estadual, liderada pelos republicanos, votou por acabar com um distrito fiscal especial onde fica o complexo de parques temáticos Disney World. O governador Ron DeSantis deve sancionar o projeto, que entraria em vigor a partir de junho de 2023. Alguns funcionários da Disney protestaram contra nova lei
Getty Images
A Câmara estadual da Flórida aprovou, por 70 votos a 38, um projeto de lei nesta quinta-feira (21) que revoga o status de autogoverno da Walt Disney Co. O movimento é visto como retaliação à oposição da empresa a uma nova lei estadual que limita a discussão de questões LGBTQ nas escolas.
O projeto agora segue para a mesa do governador Ron DeSantis, que deve sancioná-lo. A mudança entraria em vigor em junho de 2023.
A Câmara estadual, liderada pelos republicanos, acabou com o distrito fiscal especial que permite que a Disney autogoverne uma área de cerca de 25 mil acres em Orlando, onde seu complexo de parques temáticos Disney World está localizado. O Senado estadual também aprovou a medida nesta quarta-feira.
Castelo da Cinderela, em parque temático Magic Kindgom, da Disney
Getty Images
A lei visa eliminar um punhado de distritos fiscais especiais, incluindo o Reedy Creek Improvement District, em Orlando. Por meio desse dispositivo legal, a Disney e outros proprietários de terras no Estado obtêm isenção de impostos e taxas em troca de assumirem a responsabilidade pela prestação de serviços públicos, como o combate a incêndios e manutenção de energia, água e estradas.
ENTENDA: ‘Disney passou dos limites’; por que o governador da Flórida quer mudar status da empresa
DeSantis, potencial candidato à indicação presidencial dos Republicanos em 2024, quer revidar a Disney por sua oposição a uma lei que proíbe a instrução em sala de aula sobre orientação sexual e identidade de gênero para alunos com menos de 9 anos. O governador assinou a legislação mês passado.
Governador da Flórida, Ron DeSantis alterou a agenda da sessão especial para avaliação de um projeto de lei que acabaria com o “autogoverno” da Disney
Reuters
No mês passado, a comunidade LGBTQ questionou a Disney por não se posicionar publicamente contra a medida. Pressionada, a empresa condenou a legislação e comunicou que iria interromper todas suas doações políticas na Flórida – o que desencadeou uma tempestade de críticas de parlamentares republicanos contra a Disney.
A Disney não respondeu a um pedido de comentário sobre a decisão.
1º de outubro é aniversário dos parques temáticos Disney World na Flórida, nos EUA

Fonte: G1 Entretenimento

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Sandy e Lucas Lima testam positivo para Covid-19 e relatam sintomas leves em rede social; veja posts


Casal usou redes sociais nesta quinta-feira (21) para confirmar diagnóstico positivo para a doença. Os dois destacaram que já tomaram três doses da vacina contra a doença e estão bem. Sandy e o marido Lucas Lima testaram positivo para Covid-19 e usaram as redes sociais na tarde desta quinta-feira (21) para comunicar o diagnóstico aos fãs e seguidores. Os dois destacaram nas mensagens que já receberam três doses da vacina contra a doença, estão bem e apresentam somente sintomas leves. A cantora confirmou que precisou cancelar um compromisso, e o músico escreveu que “esperava ser o último a pegar”. Veja abaixo os posts de cada um.
Na semana passada, o casal postou fotos de passeios nos Estados Unidos, incluindo um complexo de parques.
Sandy
Sandy testa positivo para Covid-19
Reprodução/Instagram
Lucas Lima
Lucas Lima testa positivo para Covid-19
Reprodução/Instagram
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Fonte: G1 Entretenimento