Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Nunca deixamos de acreditar que ele ia ficar bom’, diz irmão de Rodrigo Mussi sobre recuperação de ex-BBB


Em entrevista ao programa Encontro, Diogo Mussi afirmou que médicos consideram o caso um milagre. Ex-BBB teve alta nesta quarta (20) da Unidade de Terapia Intensiva no Hospital das Clínicas. Ele está internado desde 31 de março, quando o carro por aplicativo em que estava bateu na traseira de um caminhão. Irmão de Rodrigo Mussi durante entrevista ao Encontro
Reprodução/TV Globo
Diogo Mussi, irmão de Rodrigo Mussi, disse nesta quinta-feira (21) que a família sempre acreditou na recuperação do ex-BBB.
“A gente nunca deixou de acreditar que ele ia ficar bom, ia ficar bem”, contou.
Ele ainda revelou ao programa Encontro, da TV Globo, que Mussi conheceu o sobrinho recém-nascido por meio de uma ligação de vídeo feita nesta quarta (21).
“Ele arregalou o olho e falou: Caramba”, relatou Diogo.
Rodrigo Mussi
Reprodução/Redes sociais
Ele também relembrou os momentos de desespero quando recebeu a notícia do acidente e o começo dos procedimentos médicos.
“O alívio veio quando ele foi extubado porque antes a tentativa tinha falhado. Na segunda vez, quando deu certo, a gente esperou um pouco para dar notícia, foi quando a gente realmente ficou aliviado.
“E hoje ele está fora de risco, recebeu alta da UTI, saiu um mundo das costas da gente. O Rodrigo está mais lúcido, ontem conversei com ele por câmera, ele está entendendo melhor onde está e o que está acontecendo, ele ainda não se lembra do acidente. Hoje ele está um pouco mais confuso do que ontem, mas essas oscilações são completamente naturais”, afirmou.
Segundo a família, Mussi começará um tratamento com fonoaudiólogo, fisioterapia e realizar exercícios neurológicos para ajudar na recuperação.
Ele teve alta médica e deixou na manhã desta quarta-feira (20) a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 20 dias após sofrer um acidente de trânsito na capital paulista.
O ex-BBB continuará internado no Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP), na enfermaria, ainda sem previsão de alta.
Entre os exercícios neurológicos estão atividades como soletrar palavras ao contrário. Sua dieta é leve atualmente – inclui carne moída e purê de mandioquinha, entre outros – e ele só tomará medicação para dor quando sentir algum desconforto.
Rodrigo está hospitalizado desde 31 de março, quando o carro por transporte de aplicativo onde ele estava bateu na traseira de um caminhão na Marginal Pinheiros, Zona Oeste da cidade.
Ele chegou em estado gravíssimo ao HC, após ter tido uma parada cardiorrespiratória no local do acidente. O ex-BBB passou por uma cirurgia na cabeça e na perna direita e, desde então, está em observação. Os médicos colocaram um cateter para diminuir a pressão intracraniana e uma grade em volta da perna fraturada, que depois foi retirada.
Motorista diz que cochilou
Motorista Kaique Reis contou que chochilou e bateu seu carro por app na traseira de caminhão; ex-BBB Rodrigo Mussi estava no banco traseiro e se feriu no acidente em SP
Reprodução/TV Globo e Celso Tavares/g1
O motorista do veículo em que Mussi estava, Kaique Faustino Reis, de 24 anos, disse que cochilou ao volante antes de colidir com o caminhão, na Marginal Pinheiros, entre as pontes Cidade Universitária e Eusébio Matoso, na região do Butantã.
O condutor foi ouvido pela Polícia Civil e liberado. Ele acabou autuado no 51º Distrito Policial (DP), Rio Pequeno, por lesão corporal culposa na direção de veículo automotor (quando não há a intenção de causar o acidente). Kaique responde ao crime em liberdade.
Rodrigo Mussi já respira sem a ajuda de aparelhos, diz irmão
Kaique e o motorista do caminhão, Bruno Vieira Batista, de 37 anos, não sofreram ferimentos. Eles passaram por teste do bafômetro, que teve resultado negativo para o consumo de bebidas alcóolicas. Os dois foram liberados depois de irem à delegacia.
Vídeo gravou acidente
Vídeo mostra momento do acidente com ex-BBB Rodrigo Mussi em SP
Um vídeo gravado por câmera de segurança mostra o momento do acidente que deixou Rodrigo ferido com gravidade. Segundo o boletim de ocorrência do caso, o ex-BBB teve “traumatismo e diversas fraturas na face e membros inferiores”.
De acordo com policiais, no momento da batida do carro com o caminhão, a suspeita é a de que Rodrigo não estaria usando cinto de segurança no banco traseiro. Quando ele foi socorrido estava sem documentos. Sua identificação só foi feita após ser socorrido por uma ambulância.
Rodrigo é de São José dos Campos, interior paulista. Foi o segundo eliminado da edição 22 do BBB. Deixou o programa em fevereiro. Após o acidente que sofreu, outros ex-BBBs, artistas, famosos e amigos têm usado as redes sociais para pedir orações para sua recuperação.
Rodrigo Mussi
Reprodução/Redes sociais
VÍDEOS: Veja mais sobre SP e Região Metropolitana

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Guerra na Ucrânia: conheça história de brasileira que fugiu do conflito com seu cachorro


Podcast ‘Bichos na Escuta’ conversa com tutora que embarcou na Polônia em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). 00:00 / 19:50
Nesse episódio de ‘Bichos na Escuta’, a jornalista Giuliana Girardi conta a história da fuga de Vanessa Rodrigues, brasileira que trouxe seu cachorro desde Kiev, cidade onde morava, em meio aos bombardeios da guerra que acontece na Ucrânia. A bióloga mobilizou o Itamaraty pelas redes sociais para viajar com o seu cachorro, Thor, que inicialmente teve o embarque negado por ser de focinho curto. Consultora do podcast, a veterinária Rita Ericson também participa do episódio. Ouça o podcast completo no player acima.
Thor em cama de hotel em Varsóvia, na Polônia.
Arquivo pessoal
Em momento nenhum foi uma opção deixar o Thor. Então ver que ele está aqui, que o meu apelo foi recebido e gerou essa mobilização toda, eu só tenho a agradecer.
Natural de Sorocaba (SP), Vanessa morava na capital da Ucrânia há dois anos, com seu marido e Thor, um buldogue francês que os acompanha há treze anos. Foram dias de deslocamento até cruzar a fronteira com a Polônia, onde estava o avião que resgatou brasileiros do conflito. A brasileira, que está grávida, mobilizou uma campanha nas redes sociais e conseguiu autorização para viajar com o animal. “Por pior que a situação tenha sido, eu não sou uma pessoa que possa reclamar. Eu tenho um país para recomeçar”, ela desabafa.
Consultora do podcast Bichos na Escuta, a veterinária Rita Ericson acrescenta que a mobilização promovida por Vanessa teve repercussão devido à mudança no papel que os animais ocupam nas famílias atualmente.
“Quem tem um animal de estimação diz que ele é um membro da família porque o sentimento é esse mesmo. Que bom que teve essa sensibilidade por parte das autoridades”, ela afirma.
Bombardeios em Kiev, capital da Ucrânia.
Arquivo pessoal
Ouça outros episódios de ‘Bichos na Escuta’:
PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais
ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas
VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais
LUTO: como lidar com a morte de um pet
VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo
ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida
GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet
CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga
ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets
PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
OUÇA AGORA O EPISÓDIO COMPLETO:
O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no G1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Robert Morse, estrela de Mad Men, morre aos 90 anos


Ele foi vencedor de dois prêmios Tony e de um Emmy. Os atores da série ‘Mad Man’, Mason Vale Cotto (à esquerda) e Robert Morse, no tapete vermelho do Emmy Awards 2014.
Frederic J. Brown/France Presse
O ator norte-americano Robert Morse, estrela da série Mad Men, morreu nesta quarta-feira (20) aos 90 anos. O papel mais conhecido interpretado por ele foi de Bert Cooper, o chefe da agência de publicidade que deu seu sobrenome à empresa Sterling Cooper.
Morse, que estreou em 1949, foi vencedor do Tony de melhor ator em um musical em 1962 em uma adaptação teatral de How to Succeed in Business Without Really Trying (Como ter sucesso nos negócios sem realmente tentar).
Em 1990, ganhou novamente o mesmo prêmio, desta vez como Truman Capote na peça Tru. Recebeu ainda outras três indicações ao Tony.
Morse foi premiado com o Emmy em 1993 quando uma apresentação ao vivo de Tru foi transmitida pela TV.

Ele interpretou o jornalista Dominick Dunne em American Crime Story: The People v. OJ Simpson.
“Meu bom amigo Bobby Morse faleceu aos 90 anos. Um enorme talento e um belo espírito. Enviando amor para seu filho Charlie e filha Allyn. Diverti-me muito com Bobby ao longo dos anos – filmando People v OJ e apresentando tantas exibições (How To Succeed, Loved One, That’s Life)”, tuitou Larry Karaszewski, escritor/produtor e vice-presidente do conselho de diretores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Herdeiros musicais: conheça direitos e entenda disputas sobre Chorão, Renato Russo e Marília Mendonça


Saiba quais são as principais regras para herdeiros de cantores e entenda polêmicas recentes entre familiares e músicos de Charlie Brown Jr., Legião Urbana e Marília Mendonça. Ídolos e herdeiros, da esquerda: Marília Mendonça, o filho, Léo, e a mãe, Ruth; Renato Russo e o filho, Giuliano; Chorão e o filho, Alexandre
Divulgação / TV Globo / Reprodução
Com quem fica a música? Quem pode liberar ou segurar o som? Disputas recentes envolvendo a obra de grandes cantores que morreram causam dúvidas sobre os direitos dos herdeiros.
Discussões sobre músicas, marcas e turnês ligadas a Renato Russo, Chorão, Marília Mendonça e seus familiares movimentaram do BBB ao STJ.
Conheça 5 pontos básicos para entender a herança musical, de acordo com Isis Moretti, advogada especializada em propriedade intelectual. Em seguida, saiba a situação dos 3 casos recentes.
1 – Qual é o direito do herdeiro sobre as músicas?
“Os direitos autorais sobrevivem após a morte do autor”, resume Isis Moretti, do escritório Kasznar Leonardos.
O herdeiro, assim como o músico em vida, é um protetor desses direitos, ela explica. Sempre que alguém tem interesse de usar a obra, deve procurar o sucessor, que pode analisar e negociar o uso.
Uma regra é clara: tem que autorizar antes. “Seja uma gravação, uma criação de obra derivada, a inclusão da música numa trilha – você precisa da liberação”, especifica a advogada.
A proteção não é eterna, mas tem prazo longo. “No caso da música, são 70 anos depois da morte do autor, até que ela caia em domínio público”. Aí sim, pode-se usar a obra sem autorização dos herdeiros.
2 – E tocar a música, pode?
No caso da execução pública, seja uma festinha ou um megashow, o Brasil tem regras em que não é necessária a autorização prévia do titular – ou seu herdeiro.
“O que vai precisar, se estiver fazendo alguma execução pública, é pagar ao Ecad (Escritório Central de Arrecadação), que recolhe os direitos de execução em shows e rádios, por exemplo, e distribui aos titulares”, explica Isis.
“Para tocar não precisa de aval, exceto se você for gravar aquele show e publicar ou transformr num álbum, por exemplo. Aí as músicas viram fonograma, e precisam da liberação de todos os titulares”.
3 – Quem fica com o direito da imagem?
“São campos diferentes. A obra faz parte dos direitos autorais. A imagem está no rol dos direitos de personalidade”, explica a advogada. Mas os herdeiros também são guardiões.
“A figura gravada e os atributos que compõem a imagem da pessoa costumam ser usadas em clipes ou materiais publicitários, por exemplo. Os herdeiros são responsáveis por impedir que isso seja feito de forma contrária ao que ela acreditava, ou que viole de alguma forma seus direitos”, diz Isis.
Se quiser usar essa imagem “você vai ter esse trabalho adicional de conversar com os herdeiros e enxergar se é um uso adequado a imagem daquela pessoa”.
Ela cita o uso da imagem de Marília Mendonça em um videoclipe de Naiara Azevedo como caso em que a conversa com a família deveria ter acontecido antes do lançamento (veja mais abaixo).
4 – E como ficam as marcas, como os nomes de bandas?
“É comum essa questão, no escritório a gente vê isso com frequência. A gente recomenda atenção no registro dos materiais da sociedade musical (isso quando há uma sociedade registrada).”
“Você evita uma série de problemas ou quando há um ajuste por escrito entre os membros sobre como eles vão utilizar conjuntamente aquela marca.”
O problema pode acontecer até antes da morte. “Se um dos integrantes sai da banda, por exemplo, quem pode continuar usando a marca?” (a entrevista foi feita logo antes de o g1 mostrar a briga pelo registro da marca do Cidade Negra).
De qualquer forma, a regra aqui é a mesma das anteriores: “A propriedade passa a ser do herdeiro de quem veio a falecer, que pode continuar usando a marca.” O difícil é achar um artista que morreu e deixou isso claro entre os músicos da banda (veja mais abaixo).
5 – E as obras não registradas?
O caderno que Marília Mendonça deixou quando morreu desperta curiosidade. O que acontecem com ideias de músicas que não chegaram a ser formalmente registradas ou nem finalizadas?
Para entender esse ponto, é importante saber que os direitos autorais protegem as criações, que não dependem de um documento para existirem.
“Quando a criação ocorre, você tem uma ideia e pode transportar para um meio físico – pode ser um começo de um música num caderno ou num computador. No simples ato de criar você já tem direitos autorais nascendo ali”, explica Isis.
O registro formal pode ser feito depois e o herdeiro também terá esses direitos.
Após entender as regras, veja a situação de três casos recentes:
Legião Urbana
Os integrantes da banda Legião Urbana (e/d): o guitarrista Dado Villa-Lobos, o vocalista e baixista Renato Russo e o baterista Marcelo Bonfá em foto de novembro de 1993
Tasso Marcelo/Estadão Conteúdo/Arquivo
Uma das disputas mais intensas da música brasileira acontece entre Giuliano Manfredini, filho e herdeiro de Renato Russo, e os outros membros da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá.
As regras 1 e 3 acima deixam claro que tudo que envolve obras e imagem de Renato Russo precisa da autorização de Giuliano.
Ao mesmo tempo, Dado e Bonfá também têm direitos por gravações, composições e imagem deles mesmos.
Como os dois lados não se entendem, quase nada sai da Legião Urbana. Há até projetos de cada um, como a exposição de Renato Russo, tocada por Giuliano, e turnês de Dado e Bonfá com as músicas da Legião (sem necessidade de liberação, vide o item 2 acima), apresentadas como “tributo”.
As apresentações eram questionadas por Giuliano. Renato Russo era o único dono da marca Legião Urbana (ver item 4 acima), e passou a herança ao filho. Mas Dado e Bonfá foram à Justiça para usar o nome sem a autorização dele, pois consideram que construíram a marca junto com Renato.
No ano passado, o STJ concordou com os argumentos de Dado e Bonfá e confirmou a decisão que os autoriza a usar o nome da Legião Urbana em apresentações deles e sem pedir autorização – mesmo que o dono da marca continue sendo Giuliano Manfredini. Leia mais.
Charlie Brown Jr.
Thiago Castanho, ex-guitarrista do Charlie Brown Jr., publica vídeo desmentindo filho de Chorão, Alexandre Abrão
Reprodução
A disputa do Charlie Brown Jr. lembra a da Legião Urbana, mas com um agravante: o direito sobre a marca do grupo é mais confuso, já que o registro nunca foi autorizado por ser o nome de um personagem de quadrinho dos EUA, o amigo do Snoopy.
A relação entre Alexandre Abrão, filho de Chorão, e os músicos que faziam parte da banda até foi amistosa durante um tempo. Isso permitiu a realização de turnês com o nome do Charlie Brown com os músicos remanescentes da banda e convidados.
Mas eles brigaram a ponto de romper publicamente em 2021, com trocas de acusações entre Alexandre e os guitarristas Marcão e Thiago.
O filho de Chorão diz que, mesmo sem o registro do nome no INPI, o pai tinha contratos em que os outros músicos apenas prestadores de serviço e ele era o dono da banda.
Os músicos dizem que tentaram manter um bom relacionamento com o herdeiro, mas que não conseguiram, e só querem continuar a tocar as músicas con as quais ficaram conhecidos. “Temos o direito de tocar nossas músicas com quem e como a gente quiser”, diz Thiago.
Uma curiosidade é que o andamento da disputa da Legião influiu no caso do Charlie Brown, segundo Alexandre. Em entrevista ao g1, ele diz que o sucesso de turnês de Dado e Bonfá sem Renato Russo fez Thiago Castanho ameaçar “tirar a banda dele”.
“E se a turnê do Legião Urbana foi extremamente bem-sucedida sem o Renato Russo e fez ele entrar naquela mentalidade de ‘ eu vou tirar o bagulho de você’…. (suspira) Eu não posso fazer nada. Eles me processaram sem falar comigo, anunciaram uma ruptura sem eu saber. Estou tipo mulher do outro, sempre sabendo depois”, disse Alexandre.
Leia mais.
Marília Mendonça
Marília Mendonça e Naiara Azevedo
Marcel Bianchi / Divulgação
O g1 revelou que Marília Mendonça deixou quase cem músicas já registradas e nunca lançadas. Além disso, podem haver obras não finalizadas no caderno ou em outras anotações.
O farto material póstumo deve ter menos problemas para sair por dois motivos: ela era uma artista solo, sem banda para disputa de direitos, e a família parece alinhada com a empresa que cuidava da carreira e editava as músicas, a Workshow.
O herdeiro de Marília Mendonça é o filho dela, Léo Dias, de 2 anos. Até ele virar maior de idade, sua tutora, que cuida da herança, é Ruth Dias, mãe da cantora.
Mas aconteceu uma polêmica com foco no uso da imagem da cantora (ver item 3), após o anúncio de uma parceria com Naiara Azevedo ao entrar no “BBB 22”.
As duas tinham gravado a música “50%”. Ela não era uma composição de Marília e o fonograma já estava registrado. Deveria ser um lançamento tranquilo, como outros que ja saíram com a voz dela.
Mas o irmão de Marília, João Gustavo, disse que causou desconforto na família a produção de um clipe “em tom apelativo”, feito após a morte de Marília – ela aparece no telão do palco, atrás de Naiara.
“Conforme foi noticiado, a equipe da Naiara Azevedo nos procurou e entendeu nossa posição contrária ao lançamento de uma gravação feita após a morte da Marília… um vídeo totalmente diferente daquilo que a Marília havia feito em vida, com um tom apelativo de tristeza e sofrimento”, ele disse.
A autorização para o lançamento do clipe, claro, deveria ter sido feita antes por Ruth. Mas elas acabaram chegando a um acordo. A música saiu, mas não clipe com a imagem que os herdeiros vetaram. Aplicação perfeita das regras do item 3.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Dia do Disco’ resiste pelo culto ao vinil, já assombrado pelo ‘fantasma’ do CD


♪ ANÁLISE – A rigor, disco é termo que, no mercado fonográfico, pode designar tanto single como EP ou álbum. Tudo é disco. Contudo, no nicho dos colecionadores, disco é um objeto. Tem forma física de vinil ou CD.
Celebrado no Brasil em 20 de abril, desde 1979, o Dia do Disco é essencialmente um dia de culto ao vinil. Declarado extinto em meados dos anos 1990, o LP renasceu no século XXI e passou a ser cultuado em nichos em que fãs do som do vinil já se habituaram a pagar caro pela edição em LP de álbum.
A recém-lançada edição em LP do mais recente álbum de Maria Bethânia, Noturno, está sendo vendida por R$ 250 no site oficial da gravadora Biscoito Fino, para citar somente um exemplo de preço em mercado regido pela lei da oferta e da procura.
Há quem pague alto por LPs pelo prazer tátil de manusear um disco. Contudo, o alto preço do vinil já faz com que o culto ao LP comece a ser assombrado pela volta do CD.
Relatórios da indústria fonográfica apontam que, em 2021, as vendas de CD registraram aumento – o primeiro em 17 anos. Já parece crível que, daqui a alguns anos, as bolachinhas prateadas de som límpido serão cultuadas e ficarão valorizadas como o vinil.
Tanto que os recentes álbuns de Caetano Veloso e Marisa Monte, Meu coco e Portas, ambos de 2021, foram editados em CD no ano passado pela gravadora Sony Music no Japão, em países da Europa e em países da América do Sul. O Brasil ficou fora da rota do CD por questões operacionais da companhia fonográfica, para tristeza de seguidores dos dois artistas.
De toda forma, CD também é disco. E tudo indica que, a cada 20 de abril que vier, ainda haverá colecionadores saudando o disco físico na contramão do comércio da música digital.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Justin Bieber anuncia show extra em setembro em São Paulo


Cantor se apresenta no Allianz Parque no dia 15 de setembro; ingressos para o dia 14 estão esgotados Ele também está na programação do Rock in Rio. Justin Bieber em foto de divulgação do disco ‘Justice’
Divulgação
Justin Bieber vai se fazer um show extra em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 15 de setembro. O show do dia 14 de setembro teve os ingressos esgotados.
O cantor é uma as principais atrações do palco mundo, no Rock in Rio, que também acontece em setembro.
Justin Bieber pede justiça para a humanidade em novo disco
As apresentações fazem parte da turnê do álbum “Justice”, o sexto da carreira do cantor, lançado em março do ano passado. LEIA MAIS SOBRE DISCO AQUI.
Os ingressos para o show extra começam a ser vendidos para o público geral a partir do dia 25 de abril. Ele se apresenta também no dia 4 de setembro no Rock in Rio e os ingressos estão esgotados.
Qual o local e os valores dos ingressos?
Data: 14 de setembro ESGOTADO; e 15 de setembro
Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo
Ingressos: de R$ 350 (cadeira superior) a R$ 1 mil (pistas premium)
Venda de ingressos pelo site Justinbiebersp22.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Netflix: as razões por trás da primeira queda de assinantes em 10 anos


Empresa perdeu 200 mil assinantes no primeiro trimestre deste ano; saída da Rússia, alta do custo de vida e concorrência acirrada são citadas como motivos para debandada. Empresa perdeu 200 mil assinantes no primeiro trimestre deste ano
Getty Images via BBC
Foi um começo de ano incomum para a Netflix.
A gigante do streaming perdeu cerca de 200 mil assinantes nos primeiros três meses de 2022, enfrentando intensa concorrência de rivais.
É a primeira vez em uma década que o número de usuários diminui.
Por esse motivo, a empresa disse que vai trabalhar para coibir o compartilhamento de senhas para retomar seu crescimento.
A Netflix também foi afetada por aumentos de preços em alguns mercados e por sua retirada da Rússia em resposta ao conflito com a Ucrânia.
E a perda de assinantes pode não terminar aí. A plataforma também alertou seus acionistas sobre a probabilidade de outros 2 milhões de usuários debandarem nos próximos três meses até julho.
Após a notícia, as ações da empresa caíram 25%, resultando em uma perda de US$ 30 bilhões em valor de mercado.
“Nosso crescimento de lucros desacelerou consideravelmente”, informou a Netflix aos acionistas na terça-feira (19/4), após publicar seus resultados do primeiro trimestre.
“Nossa penetração relativamente alta de lares — incluindo um grande número deles compartilhando contas — combinada com a concorrência estão criando ventos contrários para o crescimento de nossos lucros”, acrescentou a empresa.
Ação contra o compartilhamento de senha
A Netflix estima que mais de 100 milhões de lares estão quebrando suas regras ao compartilhar senhas.
O chefe da empresa, Reed Hastings, chegou a dizer no passado que essa prática é “algo com o qual você precisa aprender a conviver”, acrescentando que muito disso é “legítimo” entre os membros da família.
A empresa também garantiu que isso pode ter ajudado seu crescimento, trazendo mais usuários.
No entanto, nesta terça-feira, Hastings mudou o discurso e agora afirma que o compartilhamento de senhas estava dificultando a captação de novos assinantes em alguns mercados.
Medidas para evitar essa prática foram testadas em regiões como a América Latina e agora podem ser estendidas a outros países, cobrando mais de quem descumprir as regras.
“Quando estávamos crescendo rápido, isso não era uma prioridade (compartilhamento de contas). Agora estamos trabalhando muito nisso”, diz Hastings aos acionistas.
Lucas Shaw, que escreve o boletim Screentime para a agência de notícias financeiras Bloomberg, disse à BBC que o compartilhamento de senhas era um problema para a Netflix “há muito tempo”, mas não era de forma alguma seu maior desafio.
“Parece que a empresa está tentando identificar uma área de potencial crescimento”, disse Shaw ao programa de rádio Today da BBC.
“No passado, eles tentaram combater o compartilhamento de senhas e não foram bem sucedidos”, acrescentou.
Êxodo de assinantes
A última vez que a Netflix teve um “saldo negativo” de assinantes em um trimestre foi em outubro de 2011.
Apesar disso, a empresa continua sendo a líder mundial em serviços de streaming. Possui mais de 220 milhões de assinantes, mas o alto número de novos usuários durante a pandemia “borrou as perspectivas” de seu crescimento.
Analistas explicam que os consumidores estão reduzindo suas assinaturas para economizar e porque se sentem sobrecarregados com o volume de conteúdo disponível.
A Netflix também enfrenta intensa concorrência de serviços como Amazon, Apple ou Disney, que investiram pesadamente em seus serviços de streaming online.
Paolo Pescatore, analista da PP Foresight, disse que a perda de assinantes foi uma “verificação da realidade” para a Netflix, que está tentando equilibrar a retenção de usuários com o crescimento do lucro.
“Embora a Netflix e outros serviços tenham sido fundamentais durante os confinamentos, os usuários agora estão pensando duas vezes devido à mudança de hábitos”, afirmou Pescatore.
A América do Norte, em particular, “está agora inundada com muitos serviços em busca de poucos dólares”, acrescentou.
Invasão da Ucrânia
A decisão da Netflix de se retirar da Rússia por causa da guerra com a Ucrânia custou 700 mil assinantes, revelou a empresa.
Outras 600 mil pessoas cancelaram seus serviços nos Estados Unidos e Canadá após um aumento de preço.
A empresa aumentou os preços de todos os seus planos nos EUA, com um plano básico aumentando de US$ 9 para US$ 10 por mês e um padrão de US$ 14 para US$ 15,50.
Segundo a Netflix, o crescimento de assinaturas estava “de acordo com as expectativas” e, apesar dos cancelamentos, acabaria gerando mais dinheiro.
As receitas aumentaram quase 10% em relação ao primeiro trimestre de 2021, para US$ 7,87 bilhões.
Mas, frente ao mesmo período, o lucro caiu 6,4%, para US$ 1,6 bilhão.
À medida que tenta crescer, a empresa diz que está focada nos mercados internacionais e também procura trazer publicidade aos seus serviços.
Hasting disse que está “bastante claro” que os serviços de publicidade estavam funcionando para a Disney e a HBO.
“Esses fãs da Netflix sabem que sou contra a complexidade da publicidade e que sou um grande fã da simplicidade da assinatura. Mas por mais fã que eu seja disso, sou ainda mais fã de escolha do consumidor”, disse ele. Hastings.
Do ‘caminho de rosas’ ao futuro instável
Análise de James Clayton, repórter de tecnologia da América do Norte
A Netflix, como muitas outras empresas de tecnologia, teve um impulso durante a pandemia.
As pessoas correram para a empresa de streaming e parecia que nada poderia dar errado.
Mas vários fatores combinados estão criando o ambiente mais difícil que a Netflix enfrentou em uma década.
Primeiro, a empresa parece não encontrar uma maneira de impedir que os usuários compartilhem senhas, algo de que vem se queixando há anos.
O aumento da concorrência de rivais como Disney+ e Apple TV também tornou o mercado extremamente competitivo, ao mesmo tempo em que a Netflix aumentou o preço de sua assinatura.
A empresa culpa sua decisão de sair da Rússia por seu crescimento global negativo, e isso é tecnicamente verdade.
Mas a Netflix também espera perder mais assinantes no próximo trimestre, então não se trata apenas da Rússia.
E com a crescente crise do custo de vida para muitos, o futuro da Netflix, que parecia promissor há alguns meses, agora parece instável.
Sabia que a BBC está também no Telegram? Inscreva-se no canal.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!


https://www.youtube.com/watch?v=4EvThLYCnMs&t=48s

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Carol Biazin requenta ‘Café’ com Vitão no álbum ao vivo que registra show ‘Beijo de Judas’


♪ Música de Vitão, apresentada em março de 2019 como primeiro single do EP autoral lançado pelo cantor na ocasião, Café já tinha ido parar na boca de Carol Biazin em registros extraoficiais.
Por isso mesmo, faz sentido que a cantora paranaense requente Café e sirva o cover – em gravação ao vivo feita com o próprio Vitão – no cardápio do registro audiovisual de show que gerou o álbum ao vivo Beijo de Judas.
No álbum ao vivo lançado na noite de ontem, 19 de abril, Carol Biazin rebobina as músicas do disco de estúdio editado em novembro de 2020 – também intitulado Beijo de Judas – e vai além do repertório do álbum original ao dar voz a músicas como Ser (em dueto com o cantor Luccas Carlos) e Cancela.
Gravado em show apresentado pela artista no Cine Joia, na cidade de São Paulo (SP), com produção musical de Vivian Kuczynski, o álbum ao vivo Beijo de Judas tem participação de Luísa Sonza nas músicas Raio X e Tentação.
Capa do álbum ao vivo ‘Beijo de Judas’, de Carol Biazin
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

g1 ouviu #190 – Brasil no Coachella: antes de Anitta e Pabllo, relembre brasileiros no festival


Festival dos EUA escalou Anitta e Pabllo Vittar para 2022 e deu maior destaque que o pop nacional já teve. Entenda importância do festival CSS contam como foi tocar lá Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Governo Bolsonaro aprovou uso de recursos da Lei Rouanet para livro sobre ‘história das armas no Brasil’

Projeto já recebeu verba de fabricante de armas, que poderá deduzir valores do Imposto de Renda. Em março, secretário de Fomento à Cultura incentivou uso da lei em projetos pró-armas. A Secretaria Especial de Cultura, ligada ao Ministério do Turismo, aprovou a captação de recursos via Lei Rouanet para a publicação de um livro sobre a histórias das armas no Brasil.
O projeto do livro “Armas & Defesa: A História das Armas no Brasil” foi autorizado a captar R$ 421 mil e já arrecadou R$ 336 mil da Taurus, fabricante nacional de armas de fogo com sede no Rio Grande do Sul.
As informações foram divulgadas pela “Agência Pública” e confirmadas pelo g1. Em evento no fim de março também revelado pela agência, o então secretário de Fomento à Cultura, André Porciúncula, incentivou o uso de recursos federais para projetos que estimulassem o armamento da população civil. Veja no vídeo abaixo:
Ex-secretário de fomento à Cultura incentiva uso de recursos da área para estimular armamento
De acordo com o projeto, o livro terá tiragem de 3 mil exemplares físicos – incluindo 864 para bibliotecas públicas, 150 para patrocinadores e 1.680 para serem distribuídos a interessados. A proposta prevê ainda versões em ebook e audiolivro.
“A publicação será organizada e dividida em capítulos que apresentem para o leitor a trajetória do emprego das armas no Brasil para a defesa, caça e garantia da soberania nacional”, diz a sinopse do livro disponível no sistema que reúne os projetos em busca de incentivo fiscal.
Segundo os documentos apresentados, o livro tem como objetivo traçar “um panorama completo” da história dos brasileiros com as armas, bem como “a evolução da sociedade (hábitos, legislação, etc)” na relação com os objetos.
Além de editar o livro, o projeto prevê a realização de cinco palestras, também transmitidas online, presenciais sobre o conteúdo publicado. De acordo com o projeto, o público deverá ser 50% de estudantes e professores de escolas públicas com mais de 18 anos.
LEIA TAMBÉM:
Governo reduz cachê que pode ser pago a artista solo e limite a ser captado por empresas
Ex-secretário recomendou uso de R$ 1,2 bilhão da Rouanet para projetos pró-armas
Lei Rouanet: Entenda como funciona lei e o que mudou nos últimos meses
Justiça determina suspensão de portaria que veta linguagem neutra em projetos financiados pela Lei Rouanet
Lei Rouanet para projetos pró-armas
Em março, o então secretário de Fomento à Cultura do governo federal sugeriu, em conferência com um grupo pró-armas, que o dinheiro da Lei Rouanet fosse usado para patrocinar projetos ligados à pauta.
Naquele momento, o projeto de captação para o livro sobre “história das armas no Brasil” já tinha sido aprovado pelo governo.
André Porciuncula disse aos apoiadores que eles poderiam usar R$ 1,2 bilhão de recursos da Secretaria da Cultura para produzir conteúdos incentivando o uso de armas pela população.
“R$ 1,2 bilhão estamos lançando agora de linha audiovisual, que vocês podem usar para fazer documentário, filmes, webséries, podcasts. Para quê? Para trazer a pauta do armamento dentro de um discurso de imaginário. Trazer filmes sobre o armamento, da importância do armamento para a civilização, a importância do armamento para garantir a liberdade humana”, disse André Porciuncula em 28 de março.
Porciuncula era o número dois da pasta comandada pelo então secretário Mário Frias. Deixou o cargo neste mês para concorrer às eleições.
Nesse mesmo evento, ele defendeu o uso de armas de fogo contra o que chamou de “criminalidade praticada pelo Estado” e afirmou que, pela primeira vez, a Secretaria de Cultura estava aplicando recursos da Lei Rouanet em eventos favoráveis às armas:
Entenda a lei
Criada em 1991, a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, autoriza produtores a buscarem investimento privado para financiar iniciativas culturais. Em troca, as empresas podem abater parcela do valor investido no Imposto de Renda.
Os projetos contemplados pelo sistema da Lei de Incentivo à Cultura não são financiados diretamente com recursos públicos do governo, e sim com dinheiro de empresas interessadas. Essas empresas, no entanto, podem abater esses valores no Imposto de Renda – por isso, a Lei Rouanet representa uma renúncia de arrecadação federal. Funciona assim:
o governo federal analisa os projetos para decidir quais poderão ser contemplados pela lei;
ao ter seu projeto aprovado pelo ministério, o produtor cultural sai em busca de patrocínio para obter os recursos;
pessoas físicas ou empresas podem decidir patrocinar o projeto. Em troca, elas recebem possibilidade de abatimento no Imposto de Renda de parte ou do total do valor aplicado no projeto.

Fonte: G1 Entretenimento