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MC Dricka desacelera a batida e suaviza o discurso no single ‘Linda duas vezes’


♪ MC Dricka suaviza o discurso e o batidão na sequência do fluxo de lançamentos fonográficos da artista paulistana neste ano de 2022.
Música apresentada em single editado pela gravadora Som Livre nesta sexta-feira, 15 de abril, Linda duas vezes é trapfunk em que Dricka – Fernanda Andrieli Nascimento dos Santos, na certidão de nascimento, ocorrido em 7 de outubro de 1998 – experimenta sonoridade mais melódica e batida menos acelerada em gravação feita com produção musical de DJ Perera.
Nos versos de Linda duas vezes, Dricka encara com amor próprio o fim de relacionamento, sem o tom vingativo de singles anteriores da funkeira conhecida como “rainha dos fluxos” por ter se feito ouvir em festas nas ruas de São Paulo (SP).

Fonte: G1 Entretenimento

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Liz Sheridan, que interpretou mãe de Jerry Seinfeld em sitcom, morre aos 93 anos


Atriz também trabalhou na série ‘ALF’ e em musicais da Broadway. Ela morreu de causas naturais em Nova York. Liz Sheridan em ‘Seinfeld’
Divulgação
A atriz Liz Sheridan, que interpretou Helen Seinfeld, a mãe do protagonista da série de TV “Seinfeld”, morreu aos 93 anos nesta sexta-feira (15), em Nova York.
Uma representante da atriz disse ao site especializado “Deadline” que ela morreu de causas naturais durante a madrugada.
Liz Sheridan apareceu em 20 episódios da sitcom de Jerry Seinfeld ao longo dos anos 1990. Antes disso, ela tinha interpretado a vizinha Raquel Ochmonek na série “ALF, o ETeimoso”.
Ela também participou de musicais famosos da Broadway, como “Happy End”, com Christopher Lloyd e Meryl Streep, em 1977.
Nos anos 1950, ela teve um romance com James Dean, e publicou um livro sobre o caso em 2000, chamado “Dizzy and Jimmy”.
No último dia 2 de abril morreu outra atriz que interpretou uma mãe em “Seinfeld”. Estelle Harris, que viveu Estelle Costanza, mãe de George Constanza, morreu também aos aos 93 anos na Califórnia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Festival de teatro divulga programação de espetáculos da 10ª edição em Ubá; veja a agenda


Fetuba será realizado entre os dias 19 e 24 de abril com apresentações no Fórum Cultural, no Espaço Cênico Mutum e na Praça São Januário. Imagem de arquivo mostra espetáculo de edição 2019 do festival em Ubá
Fetuba/Divulgação
A organização do Festival de Teatro Ubá (Fetuba) divulgou a programação oficial de espetáculos para a 10ª edição, que será realizada entre os dias 19 e 24 de abril deste ano. O evento está de volta após cancelamento em 2020 e lançamento de documentária com história do festival em 2021. (veja agenda completa abaixo)
Em 2022, o Fetuba vai contar com 23 espetáculos, de 18 cidades dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Tocantins, Paraíba e Pernambuco, além do Distrito Federal e da Argentina. O festival conta também com apresentações locais da chamada Mostra Paralela.
Imagem de arquivo mostra apresentação na Praça São Januário em Ubá
Fetuba/Divulgação
O evento é produzido pelos artistas da cidade de Ubá e não por uma empresa produtora cultural. Ele funciona em modelo de intercâmbio colaborativo e por ser um evento independente, que não conta com patrocínio de grande porte, não oferece cachê ou ajuda de custo aos artistas.
O Fetuba faz parte do Circuito Minas de Teatro de festivais do interior, que, geralmente, são eventos produzidos e custeados com doações dos próprios artistas locais em colaboração com os artistas visitantes. Todos doam dinheiro e trabalho para promover intercâmbio como forma de resistência artística.
Imagem de arquivo mostra apresentação teatral em Ubá
Fetuba/Divulgação
Ao longo dos 10 anos, o evento cresceu e ainda busca um patrocinador de grande porte. Atualmente, há um apoio da Prefeitura com infraestrutura e também de alguns pequenos comerciantes, a maior parte dos recursos e da força de trabalho ainda vem dos próprios artistas.
Até 2019, o festival atendeu a um público de mais de 20 mil pessoas, com espetáculos gratuitos para todas as idades. O Fetuba já levou quase 1.000 artistas representantes de 114 grupos teatrais à cidade de Ubá.
Imagem de arquivo mostra apresentação de espetáculo em festival em Ubá
Fetuba/Divulgação
Programação do Fetuba 2022
Programação do Festival de Teatro Ubá – Fetuba – de 2022
Fetuba/Divulgação
VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

Fonte: G1 Entretenimento

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Jacaré aparece no meio da rua na cidade de Itamaraju


Caso aconteceu na madrugada desta sexta-feira (15), no centro do município. Jacaré aparece no meio da rua na cidade de Itamaraju
Hellen Fernanda de Almeida
Moradores de Itamaraju, no extremo sul da Bahia, acharam um jacaré no meio da rua, na madrugada desta sexta-feira (15).
Uma mulher que andava na avenida Perimetral, por volta das 2 horas, viu o animal e avisou para o Corpo de Bombeiros. Ela contou ao órgão que tomou um susto quando viu o jacaré no local.
Os bombeiros foram até o centro da cidade e fizeram a captura do jacaré. Depois o animal foi devolvido para o habitat natural dele, a lagoa do jacaré, que também fica no centro de Itamaraju.
Jacaré aparece no meio da rua na cidade de Itamaraju
Hellen Fernanda de Almeida
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Fonte: G1 Entretenimento

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Luan Santana enfatiza ‘Erro planejado’ com Henrique & Juliano ao seguir a rota promocional de disco ao vivo


♪ Luan Santana enfatiza Erro planejado com a dupla Henrique & Juliano ao seguir a rota promocional de Luan city, álbum gravado ao vivo pelo cantor em 20 de dezembro em show apresentado na Vila Itororó, na capital de São Paulo (SP), com repertório essencialmente inédito.
Composição creditada a Felipe Kef, Kaike Kef, Edson Garcia, Felipe Marins, Nudoze e Flavinho do Kadet, Erro planejado é a música escolhida para promover o segundo EP do álbum, Rua Marizete Santana.
Com título que cita o nome da mãe do artista, o EP Rua Marizete Santana está disponível desde as 21h de ontem, 14 de abril.
Capa do single ‘Erro planejado’, de Luan Santana com Henrique & Juliano
Divulgação
Além de Erro planejado, faixa com Henrique & Juliano também lançada simultaneamente por Luan em single, o EP Rua Marizete Santana traz outras duas músicas, Facilita (Cristhyan Ribeiro, Douglas Mello, Flavinho Tinto, Lucas Santos e Nando Marx) e Vou te amar (Cigana) (Rick Ferreira, Junno, Lucas Santos e Mauricio Gasperini).
Essas três músicas se juntam às outras três faixas – Abalo emocional (Luan Santana, Lucas Santos, Matheus Marcolino, Marco Esteves e Breno Casagrande), Me usa (Luan Santana, Rafael Marconi Silveira e Dennis Andrade Toquetão) e Seu doutor (Luan Santana, Lucas Santos, Marco Esteves e Matheus Marcolino) – apresentadas em 3 de fevereiro no EP Avenida Amarildo Santana.
A produção musical do álbum ao vivo Luan city é assinada por Lucas Santos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Assucena canta música-título de álbum de Elis Regina após revisitar repertório de Gal Costa em ‘Fatal’


♪ Em 1971, no embalo da boa repercussão do disco …Em pleno verão (1970), lançado no ano anterior com produção musical de Nelson Motta, Elis Regina (1945 – 1982) gravou um segundo álbum sob a batuta de Motta.
Ela, esse segundo álbum, destacou Black is beautiful (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, 1971) em repertório que incluiu duas músicas de Caetano Veloso, Cinema Olympia (1969) e Os argonautas (1969), entre sambas de Ivan Lins com Ronaldo Monteiro de Souza e de Baden Powell (1937 – 2000) com Paulo César Pinheiro.
Já a faixa-título, Ela, composição de César Costa Filho com letra do então ainda pouco conhecido Aldir Blanc (1946 – 2020), permaneceu quase obscura, tendo sido gravada por Costa Filho naquele mesmo ano de 1971.
É essa música quase nunca regravada do repertório de Elis que Assucena aborda no segundo single solo da cantora e compositora após a dissolução do trio As Baías.
Com capa que expõe Assucena em foto Cássia Tabatini, o single Ela chega ao mundo digital em 22 de abril, sucedendo o single autoral Parti do alto, lançado em 7 de janeiro, na discografia solo de Assucena.
Cabe lembrar que, curiosamente, Assucena canta Elis Regina um ano após ter revisitado no show Rio e também posso chorar – Fatal 50 (2021) o repertório cantado por Gal Costa no show e álbum Gal a todo vapor – Fa-Tal, lançados por Gal no mesmo ano de 1971 em que Elis apresentou o disco Ela.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lenine estreia show em que revisita hits com filho Bruno Giorgi após período ‘cinza’ na pandemia


‘Fiquei muito avesso à música de uma maneira geral’, diz cantor e compositor pernambucano. Ao g1, eles falam sobre show ‘Rizoma’, recomeço em família e preparação de novo álbum. A ideia inicial de “Rizoma”, show que Lenine apresenta com o filho Bruno Giorgi em São Paulo nesta sexta (14) e sábado (15), é anterior à pandemia.
Eles já vinham trabalhando no projeto de um show mais intimista, mas tudo foi interrompido pelas incertezas da crise sanitária, e por muitos meses, Lenine ficou distante da música e do seu violão em um período que ele descreve como “cinza”.
“Fiquei muito avesso à música de uma maneira geral”, diz o cantor e compositor pernambucano de 63 anos. “Não tinha muita relação com meus instrumentos. A gente estava ali, cada um na sua”.
A meta era muito mais entender o que estava acontecendo no mundo e, literalmente, sobreviver do que qualquer outra coisa.
“Cantar o quê com o mundo acabando? Difícil…”, diz Bruno Giorgi, engenheiro de som que toca e produz os álbuns do pai desde “Chão” (2011).
Mas com o passar do tempo, propostas de parceiras com o compositor chileno Manuel García e com o trio Tuyo foram reaproximando a dupla da música até que os encontros passassem a ser semanais no estúdio de Giorgi.
Antes da pandemia, Lenine se apresentou no palco do Marco Zero, no Recife, em fevereiro de 2020; cantor tem presença obrigatória no carnaval da cidade
Aldo Carneiro/Pernambuco Press
O projeto foi retomado, ganhou o nome de “Rizoma” e seguiu com a proposta de revisitar o repertório de Lenine, de forma acústica, com o cantor no violão e Giorgi se revezando entre baixo, bandolim, teclados, voz e sampler.
“Rizoma tem essa coisa da síntese, do instrumento, da voz, do acompanhamento, mas principalmente da ambiência sonora em cada uma dessas canções originais”, explica Lenine.
O local de cada show se torna importante, porque o repertório vai ser escolhido com base nisso. De uma lista de cerca de 47 músicas, sendo duas inéditas, eles selecionam de 21 a 23 por noite em shows que duram 1h40.
“A gente está levantando todas as que tenham a ver com o momento atual e não são poucas”, comenta Giorgi. “Em um show de teatro vamos explorar umas canções mais intimistas, como ‘Silêncio das Estrelas’, mas quando a gente for pro Circo Voador dá para explorar outras mais rock and roll”.
“Martelo Bigorna”, “Tubi Tupy”, “Jack Soul Brasileiro” e “Paciência” estão entre as quase 50 músicas selecionadas.
“‘O show é um pouco do meu instrumento nas canções como as pessoas conhecem, mas é também um pouco de experimentação, de rock and roll, de eletrônico. É um pouco de tudo comigo e o Bruno no palco dividindo esse fazer”, afirma o cantor que mora no Rio há décadas.
Recomeço em família
Bruno Giorgi e Lenine cantam juntos no show ‘Rizoma’
Divulgação/Jairo Goldflus
A pandemia fez com que Lenine questionasse se voltaria aos palcos, um pensamento não é novo, segundo o músico que prefere não usar a palavra depressão para período no qual ficou mais recluso.
“Se eu te disser por quantas vezes achei que eu não queria [voltar]… você não vai acreditar. Era cíclico isso, porque é assim mesmo, eu lido com sentimento, é assim que eu lido com a vida”.
“Sempre desconfio, não é de agora. Mas, em última análise, a música sempre salva, porque no final das contas quando você se depara com isso [com o show], pensa: ‘Como eu posso ter esquecido do prazer e de poder tocar a alma do outro através do que eu faço?’ Aí não tenho mais dúvida”.
Para usar uma música que está no repertório da turnê, é como se falasse “Envergo mas não quebro”, música do álbum “Chão”.
Ele pode até ter hesitado por um tempo (afinal, quem não repensou a vida nos últimos meses?), mas bastou entrar em um teatro cheio que a chama reacendeu e tudo voltou a fazer sentido.
Além desse gostinho de recomeço, Lenine aproveita esse momento com o filho no palco, a quem ele credita como a pessoa que o tirou da inércia.
“Bruno é o culpado de eu estar novamente sentindo prazer no que faço, então tem muito de afeto, tem muito de íntimo nesse show. Realmente estou sorrindo à toa”.
Depois de São Paulo, a dupla já tem apresentações marcadas em Recife, Fortaleza e Rio de Janeiro.
Novo álbum à caminho
Lenine e Bruno Giorgi
Alice Venturi / Divulgação
Além de cair na estrada, Lenine e Bruno preparam um novo álbum de inéditas para este ano. Duas já entram no repertório de “Rizoma” e outras quatro já estão encaminhadas.
O disco ainda não tem data de lançamento, mas duas participações especiais já foram definidas: o produtor Patrick Laplan em “Confia em Mim” e o DJ e ativista Eric Marky Terena, que eles conheceram com Maria Gadú em uma visita ao Tapajós.
“Estamos fazendo, só que no tempo das canções. Já temos alguns monstros, chamo assim porque enquanto não se define com concretude a canção, ela ainda é um monstro, meio Frankenstein, que você pega dali, costura aqui”, explica Lenine.
“O que virá a ser o projeto novo, que a gente nem fala de título ainda, está muito ambientado nessa intimidade minha e de Bruno. Eu e ele juntinho, pensando coisas e pensando algo juntos”, finaliza.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta canta no Coachella nesta sexta-feira: qual a importância de se apresentar no festival?


Cantora é atração do principal festival de música pop do mundo. Relembre presenças brasileiras no evento como CSS, Seu Jorge e Bonde do Rolê. Pabllo Vittar se apresenta no sábado (16). Fãs descansam entre os shows do Coachella, em Indio (EUA), na edição de 2017
Reuters
O Brasil nunca teve tanto destaque no Coachella, principal festival de música pop do mundo, como em 2022. A prova disso está no cartaz do evento.
Anitta e Pabllo Vittar vão cantar no festival nos EUA. As atrações principais, no topo da lista, são Harry Styles, The Weeknd e Billie Eilish. Anita se apresenta nas sextas (dia 14 e 21) e Pabllo está escalada para os sábados (15 e 22).
‘Envolver’ de Anitta é hit global e 1º lugar teve impulso brasileiro
Quem é Ryan Tedder, produtor executivo de ‘Versions of Me’
Antes das cantoras, o maior destaque que o pop brasileiro havia tido em um cartaz de Coachella era uma sexta linha no pôster. Isso aconteceu três vezes: com o trio paranaense Bonde do Rolê, o grupo paulistano Cansei de Ser Sexy e o cantor-ator Seu Jorge.
CSS relembra shows no Coachella
Neste ano, Anitta aparece na segunda linha e Pabllo, na quarta. O festival também já teve outros brasileiros como Emicida, Céu, Boogarins, The Twelves, Gui Boratto, Amon Tobin e Anna. Das vinte edições anteriores, metade teve brasileiro.
Elas já estavam na escalação do evento em 2020, que foi cancelado por causa da pandemia – assim como o de 2021. Na escalação de 2022, Anitta até subiu uma linha, da terceira para a segunda.
Coachella anuncia mudança de horário no show da Anitta, que ocorrerá nos dias 15 e 22 de abril
Twitter/Divulgação
O chefão do Coachella, o empresário e produtor Paul Tollett, disse para a revista “New Yorker” que a escolha dos artistas é como se fosse uma aposta, um investimento em ações. E o mercado hoje é muito mais rápido.
Ele faz uma oferta para uma banda uns meses antes e quando chega a hora do festival o mundo está completamente diferente. Foi assim, por exemplo, com Amy Winehouse na edição de 2007. Ela foi contratada como uma aposta de penúltima linha de cartaz e cantou no Coachella como uma popstar.
A teoria de Tollet sobre o fim da fronteira entre alternativo e pop se encaixa bem na história da Pabllo. Ela virou estrela sem gravadora e com um esquema seria chamado de indie em outros tempos. O produtor da cantora é Rodrigo Gorky, ex-membro do já citado Bonde do Rolê.
É importante estar no alto do cartaz?
Público e roda gigante do festival Coachella em 2018
Amy Harris/AP
Estar no alto de um cartaz não é besteira de fã. No perfil da “New Yorker”, ele fala sobre o cuidado para posicionar os nomes. O chefão do Coachella falou que, para muitos artistas, o lugar no cartaz se reflete no cachê do resto do ano.
No meio da reportagem, aparece o empresário do Martin Garrix, o mega DJ holandês, pessoalmente no escritório da produtora Goldenvoice. Ele foi brigar para melhorar a posição e o horário do Garrix. E mostra os números de streaming, falando que são melhores que do DJ Snake, acima no cartaz.
No final, os dois DJs apareceram na segunda linha. Ou seja, a posição importa sim, e o fato de o Brasil aparecer em destaque inédito é legal.
O que esperar dos shows?
Anitta canta no Rock in Rio Lisboa
Anitta falou ao g1 quando teve seu nome confirmado no palco principal. “Desde que a gente concretizou de verdade esse show, foi difícil segurar o segredo porque é muito emocionante pra mim. Com certeza é o auge. Depois disso não precisa mais nada. Estou 100% realizada.”
A cantora costuma levar uma apresentação diferente das que faz no Brasil quando sobe aos palcos internacionais. Foi assim no Rock in Rio Lisboa 2019, quando levou ao show referências brasileiras como Carmen Miranda, “Garota de Ipanema” e “Chorando se foi”.
A estratégia deve se repetir no Coachella: “Eu vou fazer um show super diferente, mais voltado para um público internacional. Vou cantar minhas músicas, claro, em português. Mas a intenção é mostrar o ritmo do funk, a cultura brasileira como é. Vai ser um show mais cultural do que qualquer outra coisa”, ela disse. Será o primeiro show após o lançamento de “Versions of me”, quarto álbum da carreira.
Já Pabllo Vittar não será exatamente uma novidade no festival. Em 2019, ela fez duas participações especiais. Cantou “Sua Cara” no show do Major Lazer e “Energia” com o duo de eletrônica Sofi Tukker.
Mais sobre o Coachella
Frequentadores do festival Coachella 2018 assistem à performance do festival
Mario Anzuoni/Reuters
O Coachella 2022 acontece em abril, na cidade de Índio, no meio do deserto da Califórnia. Por lá, a organização monta quase uma cidade para receber milhares de pessoas em cada um dos seis dias de festival. O lugar era um campo de polo equestre.
Nos anos 90, o Pearl Jam estava brigando com a Ticketmaster, empresa que dominava o mercado de ingressos dos EUA. Eddie Vedder, vocalista da banda, odiava esse monopólio e pediu ajuda para uma produtora de hardcore de Los Angeles, chamada Goldenvoice. Queria achar um lugar alternativo e fazer o show por conta própria.
O show rolou, com o público gigante do grunge na época, e essa produtora notou que o lugar era especial. Em 1999, aconteceu o primeiro Coachella. Tinha Beck, Rage Against the Machine e muito rock alternativo. No começo, dava prejuízo. Mas a imprensa, os artistas e esse público alternativo curtiam muito.
O Coachella foi crescendo e a produtora de hardcore virou parceira de uma mega corporação, a A.E.G. Em uma época boa para festivais, adaptaram a aura hippie dos anos 60 pra era do Instagram. E mantiveram parte do espírito alternativo da Goldenvoice. Era um evento com menos cara de shopping center e parque de diversões do que o Rock in Rio, por exemplo.
O resumo é que o Coachella virou cool e todo mundo quer ser visto lá. Nos últimos anos, a imprensa do mundo ficou de olho na plateia e não apenas nos shows de gente como Paul McCartney, Prince, Radiohead, The Cure, Madonna, Kanye West, Jay-Z e Beyoncé.
Beyoncé canta no Coachella
Divulgação/Site oficial da cantora

Fonte: G1 Entretenimento

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Lenine amplia parceria com Dudu Falcão no repertório inédito de álbum gravado com Bruno Giorgi


♪ Gravado por Lenine com o filho Bruno Giorgi desde novembro de 2021, mas ainda em processo de finalização, o álbum Rizoma tem repertório composto por músicas inéditas, ao contrário do show homônimo que estreia na cidade de São Paulo (SP) na sexta-feira, 15 de abril. O roteiro é povoado por sucessos do cancioneiro autoral de Lenine.
Contudo, há uma interseção entre o repertório do álbum – o primeiro do artista desde Lenine em trânsito (2018), disco lançado há quatro anos – e o roteiro do show Rizoma. A música recorrente é a inédita balada Confia em mim, composta por Lenine com letra de Dudu Falcão.
Confia em mim amplia parceria que já rendeu canções como A medida da paixão (1999), As voltas que o mundo dá (1991), Crença (2004), De qualquer lugar (2001), É o que me interessa (2018), Gandaia das ondas (1993), Nada a perder (1993), Nem sol nem lua nem eu (2001), O silêncio das estrelas (1993) e, claro, Paciência (1999).

Fonte: G1 Entretenimento

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Carlos Careqa apresenta a música-título do 15º álbum, ‘Somos todos estrangeiros’


♪ Somos todos estrangeiros é o título do 15º álbum de Carlos Careqa. O álbum está previsto para o segundo semestre, mas o primeiro single, com a gravação da música-título Somos todos estrangeiros, já desembarca nos players digitais em 29 de abril com capa criada por Guto Lacaz a partir de fotografia de Edson Kumasaka.
Composta em 2018, Somos todos estrangeiros é música assinada somente por Careqa, artista catarinense radicado há anos na cidade de São Paulo (SP). A letra inclui versos como “Somos todos clandestinos / Nenhum homem é ilegal / Somos todos imigrantes / Com cadeiras no quintal”.
Marcio Nigro assina a produção musical do single, gravado com o toque do bandoneón de Thadeu Romano. O disco Somos todos estrangeiros sucede os álbuns 60 mini songs (2021) e Bossa ahead (2021) na discografia de Carlos Careqa.

Fonte: G1 Entretenimento