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Oscar 2022 anuncia lista de filmes indicados; veja transmissão


Principal premiação do cinema acontece no dia 27 de março. Oscar 2022 anuncia lista de filmes indicados; veja transmissão Principal premiação do cinema acontece no dia 27 de março.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lady Gaga fica de fora da disputa pelo Oscar de melhor atriz


Atriz e cantora protagonizou o drama ‘Casa Gucci’, inspirado em história real. Concorrem à categoria Jessica Chastain, Olivia Colman, Penélope Cruz, Nicole Kidman e Kirsten Stewart. Lady Gaga interpreta a ambiciosa Patrizia Reggiani em “Casa Gucci”
Divulgação
Lady Gaga foi esnobada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nesta terça (8). Ela não indicada para a categoria de Melhor atriz no Oscar 2022.
Oscar 2022 anuncia indicados da premiação; veja lista
Na trama, ela interpreta Patrizia Reggiani, que tem a vida totalmente mudada quando conhece Maurizio Gucci (Adam Driver), da influente Família Gucci, no final dos anos 1970. Os dois se apaixonam e Maurizio rompe com o pai, Rodolfo Gucci (Jeremy Irons) para se casar com ela.
Concorrem à categoria: Jessica Chastain – “The eyes of Tammy Faye”; Olivia Colman – “A filha perdida”; Penélope Cruz – “Mães paralelas”; Nicole Kidman – “Apresentando os Ricardos” e Kirsten Stewart – “Spencer”.

Fonte: G1 Entretenimento

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VÍDEOS: Indicados ao Oscar de melhor filme 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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VÍDEOS: Indicados ao Oscar 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2022 anuncia indicados da premiação; veja lista


94ª edição da premiação acontece em 27 de março. Veja os nomes anunciados até agora. Apresentadores das indicações do Oscar 2022
Reprodução
O Oscar, principal premiação do cinema em Hollywood, apresentou na manhã desta terça-feira (8) a lista de indicados da 94ª edição.
Os nomes dos concorrentes são anunciados por Leslie Jordan e Tracee Ellis-Ross.
A cerimônia de premiação está marcada para 27 de março, no tradicional Dolby Theatre em Hollywood, na Califórnia. Pela primeira vez desde 2018, a premiação terá um apresentador.
*texto em atualização
Veja, abaixo, os indicados ao Oscar 2022 anunciados até agora:
Melhor filme
Melhor direção
Melhor atriz
Melhor ator
Melhor atriz coadjuvante
Melhor ator coadjuvante
Melhor filme internacional
Melhor roteiro adaptado
Melhor roteiro original
Melhor figurino
Melhor trilha sonora
Melhor animação
Melhor curta de animação
Melhor curta-metragem em live action
Melhor documentário
Melhor documentário de curta-metragem
Melhor som
Canção original
Maquiagem e cabelo
Efeitos visuais
Melhor fotografia
Melhor edição
Melhor design de produção

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2022: lista de filmes indicados sai daqui a pouco


Principal premiação do cinema acontece no dia 27 de março. Oscar 2022: lista de filmes indicados sai daqui a pouco Principal premiação do cinema acontece no dia 27 de março.

Fonte: G1 Entretenimento

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Semana de Arte Moderna: onde ver, ler e ouvir obras de 1922


Um marco na história de São Paulo e na cultura brasileira, festival realizado no Theatro Municipal da capital paulista completa 100 anos. Capa do programa da Semana de Arte Moderna de 22, de autoria de Di Cavalcanti
IEB/USP/REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA ROMULO FIALDIN
A Semana de Arte Moderna, evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência em 1922, foi um verdadeiro marco na história de São Paulo, considerada um divisor de águas na cultura brasileira.
O evento que comemora 100 anos na próxima semana foi realizado entre os dias 13 e 17 de fevereiro, no Theatro Municipal de São Paulo, e financiado pela oligarquia paulista.
O festival incluiu exposição com cerca de 100 obras, aberta diariamente no saguão do teatro, e três sessões noturnas de apresentações de literatura e música.
Influenciados pelo fim da Primeira Guerra Mundial e pelas vanguardas europeias, os organizadores propunham o rompimento com a arte acadêmica e o compromisso com a independência cultural. Também lutavam pela valorização de uma arte “mais brasileira”.
Apesar de ter provocado irritação e algazarra no público presente por suas visões, a Semana conseguiu revelar novos grupos, artistas e publicações, tornando a arte moderna uma realidade cultural no Brasil.
A BBC News Brasil destaca a seguir alguns dos principais trabalhos apresentados durante o festival, assim como dicas sobre onde encontrar e visitar as obras atualmente.
Anita Malfatti
A pintora paulista Anita Malfatti, que também era desenhista, gravadora, ilustradora e professora, é uma das mais relevantes artistas brasileiras, com papel determinante na introdução da estética modernista no país.
Sua relevância pode ser aferida pelo destaque concedido a ela na programação da Semana de Arte Moderna: Anita foi a artista com maior representação individual na exposição, com 12 telas a óleo e oito peças entre gravuras e desenhos.
O quadro ‘A Estudante’ faz parte do acervo do MASP
Reprodução/Instagram
Uma das obras da artista exibida durante a Semana de 1922 foi ‘A estudante’, de 1915. O quadro faz parte do acervo do MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), que tem entrada gratuita todas as terças-feiras e na primeira quarta-feira de todos os meses.
A pintura ‘O Farol’, de 1915, faz parte da Coleção Gilberto Chateaubriand no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro. O museu funciona de quinta a domingo e tem entrada gratuita.
O quadro ‘O Homem de Sete Cores’ também foi exibido. É possível admirá-lo ao vivo no Museu de Arte Brasileira – MAB FAAP, que funciona todos os dias exceto às terças-feiras.
‘O Homem de Sete Cores’ no acervo virtual do MAB FAAP
Reprodução fotográfica MAB FAAP
Já a pintura ‘A Ventania’, 1915, integra o acervo do Palácio dos Bandeirantes, a sede do governo de São Paulo. O local pode ser visitado de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, e a entrada é franca.
Di Cavalcanti
Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti, destacou-se nas artes plásticas por retratar figuras populares da cultura brasileira, como as favelas, o samba e o carnaval.
Na Semana de Arte Moderna, além de apresentar onze telas no hall do Teatro Municipal, o pintor carioca foi responsável por ilustrar as capas do programa do evento e do catálogo da exposição de artes visuais.
Uma de suas obras exibidas foi ‘Amigos (Boêmios)’, 1921, que atualmente faz parte do acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo. A entrada no museu é gratuita aos sábados e é obrigatório apresentar comprovante de vacinação contra covid-19.
John Graz
O pintor suíço-americano John Graz foi outro dos artistas convidados a expor na Semana de Arte Moderna. Entre as obras escolhidas para fazer parte da exposição estava a tela ‘Retrato do Desembargador Gabriel Gonçalves Gomide’, de 1917. O quadro faz parte do acervo do MASP, em São Paulo.
Graz também exibiu a obra ‘Paisagem da Espanha’, pintada em 1920. O quadro está em exibição na Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Vicente do Rego Monteiro
O pintor e escultor pernambucano Vicente do Rego Monteiro também participou da mostra. Suas obras eram fortemente inspiradas pela cultura indígena e marcadas pela simplificação.
Ao todo, o artista exibiu oito trabalhos no Teatro Municipal. Um deles, intitulado ‘Retrato de Ronald de Carvalho’, de 1921, pode ser visitado atualmente no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro.
Victor Brecheret
Italiano, Victor Brecheret foi um dos precursores do movimento modernista brasileiro nas artes. Sua obra é marcada por diferentes técnicas da escultura, do mármore à terracota, e de temas relevantes da cultura nacional.
O escultor foi convidado a exibir 12 obras na Semana de 1922, entre elas ‘Cabeça de Mulher’. A estátua em terracota de cerca de 35 cm de altura faz parte do acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo.
A escultura ‘Soror Dolorosa’, de 1920, também foi exibida. Atualmente, a obra em bronze pode ser visitada na Casa Guilherme de Almeida, na cidade de São Paulo. O museu está aberto de terça a domingo, das 10h às 18h.
Mário de Andrade
Foto oficial do grupo da Semana de Arte Moderna: Mário de Andrade, de terno escuro e óculos, está à esquerda
Reprodução Casa Mário de Andrade
Um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna, Mário de Andrade foi um grande poeta, romancista e crítico de literatura e arte. O escritor leu alguns de seus poemas no palco do Theatro Municipal de São Paulo ao longo dos três dias de apresentações, mas foi criticado pela imprensa paulista e vaiado em diversas ocasiões pelo conteúdo vanguardista das obras.
Isso aconteceu durante o segundo dia de apresentações, quando Mário de Andrade recitou o poema Ode ao Burguês, que faz parte do seu livro Paulicéia Desvairada. A antologia de contos foi publicada em 1922 e é reconhecida por muitos como a primeira obra realmente de vanguarda do movimento modernista.
O poema escolhido para ser apresentado no Teatro Municipal desagradou pois atacava a burguesia e, dessa forma, muitos dos presentes na plateia.
Também no segundo dia do evento, Mário realizou uma conferência, que mais tarde viraria livro, publicado como ensaio intitulado “A Escrava que Não é Isaura”. Em sua fala, o escritor defendeu a modernidade no Brasil, sugerindo um olhar que mire as raízes da cultura popular brasileira.
Todas as obras de Mário de Andrade se tornaram domínio público em 2014, o que significa que os livros que contém o poema e a conferência apresentados no Theatro Municipal podem ser baixados gratuitamente pelo Google Livros e outras ferramentas online.
Graça Aranha
Teatro Municipal de São Paulo em 1911: mais de dez anos após inauguração, local foi o palco da Semana de 1922
Divulgação/Theatro Municipal de São Paulo
Mais conhecido por seu papel na diplomacia brasileira, Graça Aranha também teve um papel significativo no movimento modernista e na Semana de 22. Além de organizador e financiador, ele ficou encarregado de proferir o discurso inicial intitulado “A emoção estética na arte moderna”.
Parte da palestra está disponível para leitura na página do autor no site da Academia Brasileira de Letras (ABL), que Aranha ajudou a fundar em 1897.
Graça Aranha iniciou seu discurso elogiando os jovens e ousados artistas modernos, mas dedicou-se em grande parte a academia, assim suas regras e moldes para a arte. “O que se pode afirmar para condená-la é que ela suscita o estilo acadêmico, constrange a livre inspiração, refreia o jovem e árdego talento que deixa de ser independente para se vasar no molde da Academia”, diz um trecho da apresentação.
Manuel Bandeira
O poeta pernambucano Manuel Bandeira não participou da Semana de Arte Moderna de 1922, mas seu poema “Os Sapos” foi lido no segundo dia de evento. Os versos foram declamados por Ronald de Carvalho, em meio às vaias da plateia.
O poema de 1918 carrega métrica regular e preocupação com a sonoridade, em uma espécie de paródia da poesia parnasiana. O objetivo era criticar o apego do formato à métrica, o que causou indignação do público.
É possível ler o poema na coletânea ‘Melhores poemas: Manuel Bandeira’, publicada pela Global Editora em 2020. Ele também está disponível no site do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da Universidade de São Paulo (USP).
Heitor Villa-Lobos
Villa-Lobos fundou a Academia Brasileira de Música em 1945
Divulgação/Academia Brasileira de Música
O compositor carioca Heitor Villa-Lobos foi a principal figura da música na Semana de 1922. Ele já era um dos mais importantes compositores brasileiros à época do evento e exibiu sua obra em dois dias de apresentações.
Mas foi o terceiro dia de apresentações no Theatro Municipal que entrou para a história. Antes mesmo de começar sua apresentação, o maestro causou uma das maiores polêmicas da Semana ao subir no palco com um pé calçado com um sapato e outro com chinelo. Sua atitude foi classificada por muitos como desrespeitosa e rendeu vaias e críticas da plateia, mas depois descobriu-se que o compositor sofria com um calo, o que o impediu de vestir o calçado.
Entre as obras do compositor apresentadas estiveram “Segunda Sonata”, “Danças Africanas”, “Valsa Mística”, “Cascavel”, “Terceiro Quarteto”, entre outras.
Todas as peças podem ser escutadas em aplicativos de streaming como o Spotify e também no Youtube.
Há ainda a possibilidade de desfrutar das obras do compositor no espaço Ouvillas, localizado dentro do Parque Villa Lobos na cidade de São Paulo. Ali os visitantes podem descansar em bancos e espreguiçadeiras enquanto ouvem as músicas tocadas em pequenas caixas de som.
Guiomar Novaes
Retrato da pianista Guiomar Novaes
Reprodução/Instituto Piano Brasileiro
As apresentações musicais da Semana de Arte também foram compostas por Guiomar Novaes. A paulista é considerada por muitos como a maior pianista brasileira.
Guiomar participou do primeiro dia de apresentações. O desejo dos modernistas era que ela tocasse as paródias que Erik Satie fez das obras de Chopin, mas ela se recusou. Por fim, ela apresentou sucessos de Debussy, Blanchet e Villa-Lobos. É possível ouvir gravações da pianista tocando essas obras no Spotify, Deezer, Apple Music e YouTube.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Golpista do Tinder’: quem é Simon Leviev, acusado de roubar mulheres que conheceu pelo app


Leviev é tema do documentário ‘O Golpista do Tinder’, que narra como ele supostamente enganou várias mulheres depois de conhecê-las pelo aplicativo. Simon Leviev foi capturado na Grécia em outubro de 2019
Getty Images via BBC
Tinder, o aplicativo para encontrar parceiros que foi criado em 2011, é considerado um dos símbolos da era digital atual e passou a fazer parte das conversas sobre relacionamentos.
E embora seu foco seja nas relações interpessoais, o app também foi cenário de um escândalo com repercussão financeira: uma história de golpe que chegou aos noticiários e ao Netflix.
Este mês foi lançado na plataforma de streaming o documentário “O Golpista do Tinder”, que conta a história de três mulheres que dizem ter sido traídas por um homem, Simon Leviev, que conheceram através do aplicativo.
As histórias da norueguesa Cecilie Fjellhøy, da sueca Pernilla Sjoholm e da holandesa Ayleen Charlotte mostram como esse homem entrou na vida delas por meio do Tinder.
Elas acabaram passando quantias enormes de dinheiro a ele — é difícil de confirmar exatamente quanto, mas alguns estimam na casa dos milhões. No caso de apenas uma das mulheres, a soma chega a cerca de US$ 200 mil (mais de R$ 1 milhão).
A história é baseada em reportagem feita pelo jornal norueguês VG, publicada em fevereiro de 2019, que conta a história das três mulheres.
No entanto, apesar das evidências do golpe — há horas de vídeos gravados pelo próprio golpista e longas trocas de mensagens no Whatsapp — e das denúncias feitas pelas três mulheres contra Leviev, ele está livre e nega ter roubado qualquer dinheiro.
Após a repercussão do documentário, o Tinder informou que cancelou a conta que Leviev mantinha ativa no aplicativo.
Mas quem é Simon Leviev e o que o documentário diz sobre sua forma de agir?
Cecilie Fjellhøy é uma das vítimas de Leviev que aparece no documentário da Netflix
Getty Images via BBC
De Israel para a Europa
De acordo com o que foi publicado em vários meios de comunicação, incluindo VG na Noruega e The Times of Israel, o nome original de Leviev é Shimon Yehuda Hayu, nascido em Tel Aviv em 1990 e pertencente a uma família judia ultra-ortodoxa.
O primeiro encontro de Leviev com a lei ocorreu em 2011. Na época, ele foi acusado de fraude por roubar e descontar cheques de pessoas para quem trabalhava.
Antes de ser preso pela polícia israelense, ele conseguiu fugir pela fronteira com a Jordânia com um passaporte falso e seguiu para a Europa. Em Israel, ele foi condenado à revelia a 15 meses de prisão.
Durante vários anos não houve vestígios de suas atividades, até que em 2015 ele foi capturado na Finlândia pelo crime de fraude, após denúncia de três mulheres. Lá, ele foi condenado a três anos de prisão.
Em 2017, ele retornou a Israel, onde mudou legalmente seu nome: deixou de ser chamado de Shimon Yehuda Hayu para adotar o nome de Simon Leviev, com o qual se tornaria conhecido internacionalmente.
Pernilla Sjoholmy considerava Leviev um bom amigo, apesar de não estar romanticamente envolvida com ele
Getty Images via BBC
Começou aí a etapa da vida de Leviev narrada pelo documentário da Netflix e pela reportagem do VG: de volta ao exterior, ele se dedicou a contatar mulheres no Tinder e supostamente pedir dinheiro para financiar sua vida de luxo e excessos.
No aplicativo, ele se apresentava como Simon Leviev, filho de um famoso milionário que fez fortuna com venda de diamantes.
“O que aconteceu em seguida foi quase como entrar no filme ‘O Show de Truman’, onde ele mostra que tem um guarda-costas e que voa em um jato particular”, explicou a diretora do documentário, Felicity Morris, ao jornal The Guardian.
Segundo os relatos, ele usa esses elementos para impressionar as mulheres que conhece, construindo a imagem de um filho de um importante bilionário que precisa ser constantemente vigiado porque os “inimigos” o estão vigiando. Isso alimenta as mentiras que Leviev repete com cada vítima que conhece pelo aplicativo.
De acordo com o que as três mulheres narraram, algum tempo depois de conhecê-las no Tinder e iniciar um relacionamento — nem sempre amoroso — Leviev começou a pedir dinheiro porque estaria enfrentando problemas de “segurança”.
As mulheres, por diversos motivos, começaram a emprestar somas consideráveis ​​com a promessa de que ele as pagaria assim que conseguisse controlar as ameaças à segurança que colocavam sua vida em risco.
E depois de pouco tempo ele desaparecia, deixando as mulheres com dívidas quase impagáveis ​​ou com a poupança totalmente vazia.
Quando a norueguesa Fjellhøy percebeu que havia sido vítima de um golpe, decidiu levar sua história à imprensa.
A vida após a reportagem
Depois que o relatório detalhando as ações de Leviev foi publicado no jornal norueguês VG e replicado por outros meios de comunicação na Europa, em outubro de 2019, Leviev tentou fugir para a Grécia com um passaporte falso.
Após sua captura, Leviev foi enviado para Israel
Getty Images via BBC
No entanto, quando desembarcou em Atenas, ele foi capturado e extraditado para Israel, onde foi condenado a 15 meses de prisão e multado em cerca de US$ 50 mil (cerca de R$ 250 mil) para compensar suas vítimas.
Em entrevista à imprensa local, Leviev sempre negou ter roubado dinheiro das mulheres que o acusaram. Após cinco meses de prisão, devido a políticas relacionadas à pandemia de coronavírus, ele foi solto.
“Talvez elas não gostassem de estar em um relacionamento comigo, ou elas não gostam da maneira como eu ajo. Talvez eu tenha partido seus corações durante o processo”, disse ele em entrevista ao Canal 12 de Israel.
“Nunca tirei um dólar delas, essas mulheres se divertiam na minha empresa, viajavam e viam o mundo com meu dinheiro”, acrescentou.
Embora esteja livre sob a justiça israelense, há processos de fraude contra ele no Reino Unido, Noruega e Holanda.
Como resultado da publicação do documentário, Leviev encerrou sua conta no Instagram, onde ainda deixou uma mensagem final: “Vou compartilhar minha versão da história nos próximos dias, quando tiver resolvido qual é a melhor e mais respeitosa maneira de contar isso, tanto para as partes envolvidas quanto para mim”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Leilão de memorabilia dos Beatles em formato NFT arrecada US$ 158 mil


Julian Lennon, filho de John Lennon, planeja vender outras peças NFT de sua coleção, mas não pretende se desfazer dos objetos materiais. ‘Sem chance.’ Julian Lennon posa em frente a memorabilia dos Beatles, que será vendida em NFTs em leilões virtuais
VALERIE MACON / AFP
Mais de US$ 158 mil (cerca de R$ 831 mil) foram arrecadados no leilão de memorabilia dos Beatles em formato NFT, peças digitais certificadas que estão revolucionando o mercado das artes. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (7) pela casa de leilões Julien’s Auctions.
A peça central do leilão, a versão NFT das notas manuscritas do clássico “Hey Jude”, concedida pelo filho do músico falecido John Lennon, Julian, superou as expectativas e foi vendida por US$ 76.800, detalhou a casa californiana, especializada nesse tipo de oferta.
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A peça digital NFT é uma animação em que as estrofes da música são escritas progressivamente em uma folha e, em off, ouve-se um comentário de Julian Lennon explicando o contexto histórico e sentimental da peça.
“Para mim, apenas olhar para uma foto não seria suficiente se eu fosse um comprador. Quis, então, adicionar algo mais pessoal. Para mim, isso seria escrever e narrar um pouco da história que estaria por trás das imagens”, explicou Julian à AFP.
O músico e fotógrafo também leiloou uma versão NFT do casaco afegão que seu pai usou na turnê “Magical Mystery Tour”, vendida por US$ 22.400. A versão digital de uma guitarra que ele ganhou de Natal de seu pai foi vendida pelo mesmo preço.
Parte do dinheiro arrecadado no leilão será destinada à fundação beneficente criada por Julian Lennon e usada em projetos para capturar CO2 da atmosfera a fim de conter o aquecimento global.
Julian Lennon planeja vender outras peças NFT de sua coleção na Julien’s Auctions, mas não pretende se desfazer dos objetos materiais. “Sem chance! São 30 anos colecionando coisas muito, muito pessoais. E você sabe, eu não tenho muitas coisas do meu pai, então eu as valorizo.”
NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que torna um arquivo digital ‘único’

Fonte: G1 Entretenimento

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Coprodutores de ‘Matrix Resurrections’ processam Warner Bros por lançamento em streaming


Grupo de entretenimento acusa estúdio de quebra de contrato. Neil Patrick Harris e Keanu Reeves em cena de ‘Matrix Resurrections’
Divulgação
A Village Roadshow, coprodutora do longa-metragem “Matrix Resurrections”, está processando o grupo Warner Bros. na Justiça dos Estados Unidos. O grupo de entretenimento argumenta uma quebra de contrato, depois que o estúdio decidiu lançar o filme em uma plataforma de streaming ao mesmo tempo que nos cinemas.
A ação movida na cidade de Los Angeles pela Village Roadshow alega que o estúdio mudou a data de lançamento de “Matrix Resurrections” para gerar mais assinaturas para a plataforma HBO Max, segundo o jornal The Wall Street Journal.
“Apesar de saber muito bem que isso poderia afetar as receitas de bilheteria do filme e privar o Village Roadshow de qualquer vantagem financeira que a WB e suas afiliadas desfrutariam”, acusa o processo.
É o capítulo mais recente de uma batalha crescente entre aqueles que desejam lucrar com os lançamentos nos cinemas e os estúdios de Hollywood, que desejam aumentar o número de usuários em seus serviços de streaming.
Essa ação segue o processo já anunciado publicamente por Scarlett Johansson contra os estúdios Disney por perda de receita porque o filme “Viúva Negra” foi exibido na plataforma Disney+ quando ainda estava nos cinemas.
A WarnerMedia, o conglomerado de entretenimento do qual a Warner Bros. é subsidiária, exibiu seu catálogo de 2021 na HBO Max enquanto Hollywood lidava com a pandemia de covid-19 e o fechamento de cinemas.
“Não temos dúvidas de que este caso será resolvido a nosso favor”, disse um porta-voz da Warner Bros., segundo informações da agência Reuters.
“Matrix Resurrections” é o quarto lançamento da trama estrelada por Keanu Reeves. No início de fevereiro, havia arrecadado cerca de US$ 37 milhões nas bilheterias norte-americanas.
A primeira versão de “Matrix”, lançada em 1999, arrecadou US$ 172 milhões.
Trailer de ‘Matrix: Resurrections’

Fonte: G1 Entretenimento