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Linn da Quebrada é a 12ª eliminada no paredão do ‘BBB22’, com 77,6% dos votos


Gustavo (6,74%) e Eliezer (15,66%), que também estavam no paredão, se salvaram. Linn da Quebrada é a 12ª eliminada no paredão do ‘BBB 22’, com 77,6% dos votos
Reprodução / TV Globo
Linn da Quebrada foi eliminada do ‘BBB 22’. A cantora foi a 12ª pessoa a deixar o reality após um paredão. Ela recebeu 77,6% dos votos.
Eliezer, com 15,66% dos votos, e Gustavo, 6,74%, que também estavam no paredão, se salvaram.
Veja lista completa dos 20 participantes iniciais

Fonte: G1 Entretenimento

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Pâmela Amaro lança álbum em que põe ‘Samba às avessas’ na roda


♪ Na quarta-feira, 13 de abril, dia do centenário de nascimento de Ivone Lara (1922 – 2018), sambista que abriu alas para as mulheres a partir dos anos 1940, Pâmela Amaro dá continuidade à dinastia feminina e entra na roda fonográfica com Samba às avessas, álbum autoral de edição viabilizada através de parceria entre os selos Mundaréu e YB Music.
Primeiro álbum dessa cantora, compositora e instrumentista gaúcha nascida em Porto Alegre (RS), Sambas às avessas pede passagem para o gênero produzido e cantado no sul do Brasil.
Pâmela Amaro assina a produção musical do disco com Tuti Rodrigues, com quem criou os arranjos de sambas como Colo de mãe, Ganhou meu coração e Não posso chamar de meu rei, em função também dividida com Max Garcia.
Consultora artística de Pâmela Amaro durante o processo de gravação do álbum, Nilze Carvalho também figura na ficha técnica como convidada da gravação da música-título Samba às avessas.
Já Maíra Freitas participa de Deixa que eu vou te contar enquanto Saudação a Tupan é encorpada com as vozes do coral indígena Coral Tekoa Yvy Poty em tema que celebra o povo guarani que habita as terras do Rio Grande do Sul ao mesmo tempo em que reverencia a força ancestral do pai de Pâmela Amaro, falecido em 2020, vítima de covid-19.
Capa do álbum ‘Samba às avessas’, de Pâmela Amaro
Luís Ferreirah

Fonte: G1 Entretenimento

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Baby do Brasil e Pepeu Gomes estreiam e gravam no Rio o show ‘140 graus’


Artistas encadeiam sucessos dos anos 1980 no roteiro de turnê que percorrerá o Brasil ao longo de 2022. Baby do Brasil e Pepeu Gomes no anfiteatro do Morro da Urca no show ‘140 graus’
Vera Donato / Divulgação
♪ Eram cerca de 23h30m da noite de sábado, 9 de abril de 2022, quando Baby do Brasil e Pepeu Gomes subiram ao palco do anfiteatro do Morro da Urca – no encerramento da programação do evento Tim Music Noites Cariocas – para apresentar o primeiro show juntos desde a reunião que fez história há sete anos no Rock in Rio 2015.
Foi a estreia nacional da turnê Baby & Pepeu – 140 graus, de título alusivo ao fato de tanto Baby quanto Pepeu completarem 70 anos em 2022 (ele festejou em 7 de fevereiro, ela fará aniversário em 18 de julho).
Gravado para gerar álbum ao vivo a ser editado pelo selo Noite Cariocas Discos, o show foi aberto com Masculino e feminino (Baby do Brasil, Pepeu Gomes e Didi Gomes, 1983), música lançada há 39 anos na voz de Pepeu e rebobinada pelos cantores em estúdio, em fevereiro, para single editado na sexta-feira, 8 de abril.
No show, como fizera no single, Baby inverteu o gênero de alguns versos (“Ser uma mulher masculina/ Não fere o meu lado feminino/ Porque pra parir seis meninos / Eu tive que ser masculino e feminino”), atualizando a letra.
Na sequência do roteiro de 140 graus, Baby e Pepeu reativaram Um raio laser (1982) – parceria dos artistas que batizou álbum lançado pelo cantor há 40 anos – e encadearam outros sucessos em apresentação que durou cerca de duas horas.
Com músicas como Eu também quero beijar (Pepeu Gomes, Moraes Moreira e Fausto Nilo, 1981), Paz e amor (Pepeu Gomes, Baby do Brasil e Didi Gomes, 1981), Todo dia era dia de índio (Jorge Ben Jor, 1981) e Seus olhos (Baby do Brasil e Jorginho Gomes, 1982), o show repôs em cena a obra construída pelo então casal em parceria que alcançou o auge artístico e comercial na primeira metade da década de 1980, marcada pelo aparato tecnopop evidenciado nas discografias dos cantores.
Em 140 graus, Baby & Pepeu rebobinam esses e outros sucessos com a temperatura da banda que inclui Didi Gomes (baixo) e Jorginho Gomes (bateria), irmãos de Pepeu, o já septuagenário guitar hero nacional.
Baby do Brasil e Pepeu Gomes na estreia do show ‘140 graus’ no Rio de Janeiro
Vera Donato / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Chalana’, canção ouvida na voz de Roberta Miranda em ‘Pantanal’, navega há 70 anos pelo Brasil


Lançada em disco em 1952, composição de Mario Zan e Arlindo Pinto carrega sofrência na letra e na melodia nascida na cidade de Corumbá na década de 1940. ♪ MEMÓRIA – “Lá vai uma chalana / Bem longe se vai / Navegando no remanso / Do Rio Paraguai / Oh, chalana, sem querer, / Tu aumentas minha dor / Nessas águas tão serenas / Vai levando o meu amor…”.
Quando os versos melancólicos de Chalana ecoam na trilha sonora do remake da novela Pantanal pela TV Globo, ouvidos nas vozes dos cantadores da trama e também em gravação da cantora paraibana Roberta Miranda, a música carrega história que completa 70 anos em 2022, pois a composição surgiu em disco em 1952 em gravação do Duo Brasil Moreno, dupla sertaneja formada pelas irmãs paulistas Dora de Paula (1917 – ????) e Antônia Glória de Paula (1924 – ????), a Didi.
Uma das mais belas e conhecidas canções pantaneiras, Chalana versa sobre as embarcações de madeira que transitam pelos rios do Pantanal, transportando a população da região. A música nasceu da inspiração do compositor e acordeonista italiano Mario Giovanni Zandomeneghi (9 de outubro de 1920 – 9 de novembro de 1906), conhecido como Mario Zan.
Criado no Brasil desde os quatro anos, Zan compôs a melodia de Chalana em meados dos anos 1940 quando, da vista do hotel onde se hospedava em viagem a Corumbá (MS), o artista vislumbrou o Rio Paraguai mencionado na letra. Cidade do Mato Grosso do Sul, Corumbá é porta de entrada para o Pantanal.
Ao ser lançada em disco nas vozes do Duo Brasil Moreno, Chalana ganhou o rótulo de rasqueado, gênero musical originário da fusão da música de Mato Grosso com ritmos do Paraguai.
Muito do êxito da composição ao longo desses 70 anos deve-se também à letra da canção, assinada por Mario Zan com o compositor paulistano Arlindo Pinto (19 de setembro de 1906 – 29 de abril de 1968). Chalana versa sobre sofrência pantaneira decorrente de caso de amor desfeito. Na letra, a dor do amante abandonado é potencializada pela visão da chalana que parte, transportando pelas águas serenas a mulher cujo coração foi ferido pelo ingrato eu-lírico da canção.
Almir Sater, intérprete de ‘Chalana’ na novela de 1990, está presenta no remake da trama
Globo Repórter
Presente na versão original da novela Pantanal na voz de Almir Sater, em gravação feita para a produção pelo ator e cantor que em 2022 dá voz e vida ao chalaneiro Eugênio no remake da trama de Benedito Ruy Barbosa atualizada por Bruno Luperi, Chalana é música presente nos repertórios de vários artistas associados à música folk ruralista e à música sertaneja.
Já houve registros fonográficos de Chalana nas vozes do próprio Mario Zan (em 1954), das Irmãs Castro (em 1959), de Tonico & Tinoco (em 1971) de Sérgio Reis (em 1975), de Renato Teixeira com Pena Branco & Xavantinho (em 1992) e em gravação solo (em 1996), de Inezita Barroso (1925 – 2005) com Roberto Corrêa (em 1996), das irmãs Alzira E e Tetê Espíndola (em 1998), de Roberta Miranda (em 2008) e de César Menotti & Fabiano (em 2013), além de gravações instrumentais de violeiros como Renato Andrade (1932 – 2005) e Helena Meirelles (1924 – 2005).
E tudo indica que, pela força e aceitação perenes da canção, a viagem de Chalana pela música brasileira é infindável. A chalana pode até sumir na curva do rio, como diz a letra, mas sempre volta para carregar mais passageiros corroídos pela dor de amor, abarcando no caminho ouvintes seduzidos pela beleza da música.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jack Higgins, autor de ‘A Águia Pousou’, morre aos 92 anos


Romances de Higgins venderam mais de 250 milhões de cópias e foram traduzidos para dezenas de idiomas. Jack Higgins morre aos 92 anos
HarperCollins Publisher/PA via AP
O escritor britânico Jack Higgins, que escreveu “A Águia Pousou” e outros best-sellers, morreu ao 92 anos. Ele estava em sua casa na ilha de Jersey, no Canal da Mancha, cercado da família, informou neste domingo (10) a editora HarperCollins.
Os romances de espionagem escritos por Higgins venderam mais de 250 milhões de cópias e foram traduzidos para dezenas de idiomas.
Nascido em Newcastle, Inglaterra, ele serviu nas Forças Armadas antes de estudar sociologia na “London School of Economics”.
Se tornou professor na cidade de Leeds, no norte, e escritor em seu tempo livre, com romances que vendiam modestamente a partir do final dos anos 1950.
Mas isso mudou com a publicação de 1975 de “A Águia Pousou”, sobre uma trama fictícia da Segunda Guerra Mundial para sequestrar o primeiro-ministro britânico Winston Churchill. Em uma entrevista de 2010 ao The Guardian, Higgins relatou uma ligação crucial de seu contador.
“Ele me perguntou o que eu queria da minha escrita”, disse Higgins. “Respondi que não tinha muita certeza, antes de acrescentar de brincadeira que seria bom ganhar um milhão quando me aposentar. Ele então disse: ‘Bem, você é um tolo. Porque você acabou de ganhar muito esta semana. Então, o que você vai fazer sobre isso?’”
Ele foi aconselhado a deixar a Inglaterra por causa das taxas de tributação da década de 1970 e se estabeleceu com sua família em Jersey.
“A Águia Pousou” tornou-se mais popular depois que a adaptação cinematográfica de 1976 foi lançada. Michael Caine, Donald Sutherland e Robert Duvall estavam entre as estrelas do filme de mesmo nome que foi um sucesso de bilheteria.
Em um comunicado, o executivo-chefe da HarperCollins, Charlie Redmayne, disse que a morte de Higgins marcou “o fim de uma era”.
“Sou fã de Jack Higgins há mais tempo do que consigo me lembrar. Ele era um escritor clássico de suspense: instintivo, duro, implacável”, disse ele.

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #189 – Jack White: o guitar hero do século 21 fala sobre o álbum mais pesado de sua carreira


Ex-líder dos White Stripes fala com o podcast g1 ouviu sobre novo álbum ‘Fear of the down’, com riffs de metal e até batida de samba, e explica como abraça o caos desde o hit ‘Seven nation army’. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Baixista mineiro Áureo Lopes busca ‘Outras esquinas’ em álbum em que se apresenta como compositor


♪ Álbum lançado pelo baixista mineiro Áureo Lopes neste sábado, 9 de abril, Outras esquinas sugere no título que o artista percorre outras trilhas além do som do Clube da Esquina, referência máxima do som das Geraes.
Em cena desde 1997 como baixista, Lopes se apresenta como compositor e arranjador neste disco em que alinha nove temas gravados com os músicos Amauri Ângelo (violão e guitarra), Gustavo Figueiredo (piano e teclados) e Lincoln Cheib (bateria).
“Eu quis fazer um disco de compositor e não um ‘disco de baixista’. Quem ouvir Outras esquinas vai perceber que não tem nenhum baixo em primeiro plano, ofuscando os outros instrumentos”, adianta Áureo Lopes.
Com músicas como Bela da tarde e Jobi, o álbum Outras esquinas foi gravado com as participações do cantor Tadeu Franco (em Chão de Minas), da cantora Camilla Leonel (em Marítimo) e do saxofonista – e letrista do Skank – Chico Amaral (na faixa 77).
O disco Outras esquinas passou pelo crivo de Ed Motta, um dos ouvintes mais exigentes de música brasileira. “O álbum tem ótimas composições com o lendário requinte harmônico de Minas. É um deleite escutar solos de grande eloquência”, avaliza Ed.
Capa do álbum ‘Outras esquinas’, do baixista Áureo Lopes
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Dircinha Batista, voz já centenária da era do rádio, foi da alegria da folia à tristeza do abandono


Cantora paulistana, que teria feito 100 anos em 7 de abril, está imortalizada pela obra associada aos Carnavais e ao melodrama do samba-canção. ♪ MEMÓRIA – É triste que as memórias mais vivas do Brasil – as poucas que ainda restam – em relação às irmãs Dirce Batista e Linda Batista (1919 – 1988) sejam relativas ao estado de abandono em que as cantoras paulistanas viveram no fim da vida, esquecidas pelo público.
O musical de teatro Somos irmãs (1998) partiu desse estado de miséria para retratar em cena o auge vivido por Dirce Grandino de Oliveira (7 de abril de 1922 – 18 de junho de 1999) – a cantora popularizada como Dircinha Batista – na era do rádio, em reinado dividido com a irmã. Dircinha teria feito 100 anos na última quinta-feira, 7 de abril.
Voz do samba, das marchinhas e do samba-canção, Dircinha Batista gravou o primeiro disco ainda criança, aos oito anos, mas somente ganhou projeção em 1938, aos 16 anos, com o estouro do disco em que cantava Periquitinho verde (Antônio Nássara e Sá Roris), primeiro de vários sucessos carnavalescos que a manteve nas paradas, caso de A mulher que é mulher (Klécius Caldas e Armando Cavalcanti, 1954), para citar outro exemplo de hit folião dessa cantora de voz suave.
Fora do circuito carnavalesco, Dircinha marcou época ao dar essa voz doce aos sambas-canção Nunca (Lupicínio Rodrigues) e Se eu morresse amanhã de manhã (Antonio Maria), imprimindo a mágoa e a amargura dos temas nas respectivas gravações de 1952 e 1953.
Compositores como Haroldo Lobo (1910 – 1965) e Wilson Baptista (1913 – 1968) foram nomes recorrentes nos créditos dos repertórios gravados pela cantora em discografia que alcançou visibilidade dos anos 1930 aos anos 1950.
O samba Chico Brito (Wilson Baptista e Afonso Teixeira), por exemplo, foi apresentado a muitos ouvintes em 1979 na gravação de Paulinho da Viola, mas surgiu na voz de Dircinha em 1950, em gravação feita em dezembro de 1949, 30 anos antes do registro de Paulinho.
Finda a era do rádio e feita a revolução da Bossa Nova, Dircinha – como tantas outras cantoras dessa geração radiofônica – foi caindo em progressivo esquecimento nacional. Angela Maria (1929 – 2018) e Dalva de Oliveira (1917 – 1972) ainda conseguiram alcançar outras gerações. Dircinha ficou presa a um passado glorioso, embora tenha gravado marchinhas para Carnavais na primeira metade dos anos 1960, já sem o sucesso de outrora.
Contudo, Dircinha Batista está imortalizada na música brasileira pelo canto que foi da alegria da folia à tristeza da solidão e do abandono no melodrama de sambas-canção que ecoou na vida real da estrela já centenária do rádio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Coachella anuncia mudança de data no show de Anitta


Apresentações ocorrerão nos próximos dias 15 e 22 de abril. Coachella anuncia mudança de horário no show da Anitta, que ocorrerá nos dias 15 e 22 de abril.
Twitter/Divulgação
O Coachella anunciou neste sábado que os shows da cantora Anitta irão ocorrer nos dias 15 e 22 de abril, não mais nos dias 16 e 23, como o festival havia anteriormente anunciado. A informação foi divulgada em uma rede social.
O festival de música, realizado no deserto do sul da Califórnia, acontecerá em abril de 2022 após ser cancelado nos dois últimos anos por conta da pandemia de coronavírus.
Pabllo Vittar e a DJ Anna também vão cantar no festival nos EUA. As atrações principais, no topo da lista, são Harry Styles, Kanye West e Billie Eilish.

Fonte: G1 Entretenimento

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FOTOS: ‘Amigos’ retomam turnê após 2 anos com show em Valinhos, SP


Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano e Leonardo reencontraram fãs em apresentação de três horas. Veja imagens do espetáculo. Os ícones da música sertaneja retomaram, na noite de sexta-feira (8), a turnê “Amigos”, interrompida por dois anos por conta da pandemia de Covid-19. Em três horas de show, Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano e Leonardo emocionaram os fãs com hits. Veja, abaixo, fotos da noite histórica na região de Campinas.
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Fonte: G1 Entretenimento