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Banda Shaman lança álbum ‘Rescue’ em março com 11 músicas e a voz de Alírio Netto


♪ Com capa que expõe arte de Carlos Fides, o quinto álbum de estúdio da banda paulistana Shaman, Rescue, chegará ao mercado fonográfico brasileiro em março com 11 músicas. Em 18 de maio, o disco será lançado no Japão com a faixa-bônus Resilience.
Primeiro álbum de estúdio do grupo de power metal progressivo desde Origins (2010), disco lançado há 12 anos, Rescue é o primeiro álbum da banda Shaman com o vocalista Alírio Netto, substituto de André Matos (1971 – 2019).
O álbum foi gravado no Brasil, mas com produção musical capitaneada na Alemanha, de forma remota, pelo guitarrista alemão Sascha Paeth, produtor dos dois primeiros álbuns da banda, Ritual (2002) e Reason (2005).
♪ Eis as 12 músicas reunidas por Alírio Netto (voz), Fábio Ribeiro (teclados), Hugo Mariutti (guitarra), Luis Mariutti (baixo) e Ricardo Confessori (bateria) no álbum Rescue :
1. Tribute (Intro)
2. Time is running out
3. The I inside
4. Don’t let it rain
5. Where are you now?
6. The spirit
7. Gone too soon
8. The boundaries of heaven
9. Brand new me
10. What if?
11. The final rescue
12. Resilience (faixa-bônus da edição japonesa)

Fonte: G1 Entretenimento

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Lucas Lucco fala sobre ‘Amava Nada’ e parceria com Marília Mendonça: ‘Um presente que ela deixou’


Cantor que é de Patrocínio e atualmente mora em Uberlândia conversou com o g1 sobre a terceira temporada do novo projeto. Canção faz parte do ‘Rolê Diferenciado’ e teve 1,4 milhões de visualizações em 24 horas. Lucas Lucco e Marília Mendonça
Divulgação
“Tem adeus que a gente não fala e não quer escutar”. O trecho da nova música do cantor Lucas Lucco, em parceria inédita com Marília Mendonça, representa o sentimento de muitos brasileiros. No sábado (5) completou 3 meses da morte da rainha da sofrência e, para os fãs, o lançamento de “Amava Nada” foi uma das formas de diminuir a saudade da cantora.
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A música já aparece em alta nos principais serviços de streaming e é um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. Só em uma plataforma de vídeo, foram mais de 1,4 milhão de visualizações em menos de 24 horas. Confira abaixo um trecho.
Lucas Lucco lança ‘Amava Nada’, parceria inédita com Marília Mendonça
Para Lucas Lucco, nascido em Patrocínio e residente em Uberlândia, um verdadeiro presente deixado para ele e para as pessoas. Veja abaixo uma entrevista com o cantor realizada pelo g1, onde ele falou sobre o projeto e da música.
Projeto ‘Rolê Diferenciado’
Gravado em Goiânia, no final de 2020, o novo DVD do artista traz 21 músicas inéditas. A maioria foi composta por ele, que fez questão de cuidar de cada detalhe do projeto.
Segundo Lucas, a proposta era unir a essência do sertanejo com outros estilos musicais. O resultado acabou com mistura de pagode, funk e até o rap.
“O que faz esse ‘rolê’ ser diferenciado é essa mistura do sertanejo com outros gêneros. Tem a participação da Marília Mendonça. Do Dilsinho, no pagode, aí a gente vai para o funk, com o Don Juan, e essa mistura representa a playlist dos roles atualmente, toca de tudo um pouco”, disse.
O cantor também explicou que outro diferencial está na produção musical, que envolve instrumentos do sertanejo e elementos sintéticos. “Além da sanfona e do violão, a gente colocou também arranjos eletrônicos, aproveitando as batidas que estão alta, deixando o projeto ainda mais diferente”, contou Lucas.
O DVD está dividido em 4 temporadas. A última, com mais 5 músicas inéditas, será lançada até abril deste ano.
Parceria com a Rainha da Sofrência
A terceira temporada do “Rolê Diferenciado” foi lançada nesta semana. São 5 faixas que incluem as participações de Mc Zaac e da cantora Marília Mendonça, que morreu em um acidente aéreo em novembro de 2021.
“Amava Nada” é o quarto lançamento póstumo de Marília. Com mais 1,5 milhão de visualizações, Lucas contou ao g1 que está muito feliz com o resultado.
“A música é um presente que a Marília deixou. A gente já acreditava muito nessa música juntos. Ela mesmo no dia da gravação brincou que se não fosse um hit, ela não conhecia de música. Acho que o público conseguiu sentir a energia que a gente colocou na hora de cantar”, comemorou Lucas.
Lucas Lucco e Marília Mendonça
Marcel Bianchi/Divulgação
Conforme Lucas Lucco, o dueto, que foi composto por ele e mais dois parceiros, Samuel Deolli e Edu Moura, já foi escrito pensando na parceria com a cantora.
“A gente escreveu essa música já pensando na participação da Marília. Ela foi criada pensando na voz e na energia que a Marília traz, e aí surgiu a ideia de fazer um dueto, que a gente não vê tanto na música nacional, pensei que seria uma forma de agregar ainda mais a participação dela”, complementou.
Durante a entrevista, ele também lembrou que o convite foi logo depois que terminaram de compor a música, por uma chamada de vídeo.
“A Marília amou. Assim que a gente acabou, nós fizemos uma chamada de vídeo com ela e mostramos a música na voz e no violão, ela adorou e aceitou a participação na hora”, ponderou.
Conforme Lucas, sempre foi um desejo a presenta da artista dos projetos dele. Em novembro do ano passado, após a morte de Marília Mendonça, ele publicou no Instagram uma homenagem à cantora.
Turnê
Ao g1, Lucas contou também que está animado com o retorno dos shows. A nova turnê foi lançada no réveillon deste ano. “Um show completamente novo. Muitas músicas novas, muitas surpresas. Estamos só aguardando o cenário permitir para poder rodar o Brasil de novo”, adiantou.
Nesta temporada, além de “Amava Nada”, o artista lançou as músicas “Quarto 01”, “Coisa Indecente”, “Só as Verificadas’ e ‘Mil Camas”.
‘Role Diferenciado’ é o nome do novo projeto de Lucas Lucco
Divulgação
VÍDEOS: Veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Fonte: G1 Entretenimento

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Tiago Abravanel, do ‘BBB22’, não sabe o que é Fies; entenda como funciona o programa do governo que oferece crédito estudantil


Durante uma conversa com Jessi, o brother pediu que a professora explicasse o que é o financiamento estudantil. Inscrições para o programa de crédito em universidades privadas começam em março. Tiago Abravanel no ‘BBB22’
Globo
Na manhã deste domingo (6), Tiago Abravanel pediu que Jessilane, sua colega de confinamento no “Big Brother Brasil 22”, explicasse o que é Fies. “O que é o financiamento estudantil? Já ouvi falar, mas conta o que é”. Jessi, que é formada em Biologia, recorreu à modalidade para ter acesso ao ensino superior.
O Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), como o nome sugere, é um programa do governo federal que oferece crédito para estudantes pagarem as mensalidades em instituições privadas de ensino superior.
O crédito pode cobrir de 50% a 100% da mensalidade do curso, podendo ser a juros zero ou variados, conforme a renda do candidato. Na prática, o governo cobre uma parte ou toda a mensalidade durante a duração do curso, e o aluno passa a devolver o valor quando se forma.
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O financiamento é uma opção para quem não obteve vaga em universidade pública através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) ou outro vestibular da instituição, e não se qualifica ao Programa Universidade para Todos (Prouni), que oferece bolsas em universidades privadas.
No primeiro semestre de 2022, o Fies disponibilizará 111 mil vagas e período de inscrição será de 8 a 11 de março.
Podem se inscrever no processo seletivo quem participou de qualquer edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desde 2010, que tenha obtido média mínima de 450 nas cinco áreas do conhecimento e nota superior a zero na redação. O candidato deve possuir renda familiar mensal per capita de até 3 salários mínimos (R$ 3.363).
Cronograma do Fies 2022
Inscrições: 8 a 11 de março através de http://portalfies.mec.gov.br/
Resultados (pré-selecionados): 15 de março
Complementar inscrição: 16 a 18 de março no http://portalfies.mec.gov.br/
Convocação da lista de espera: 16 de março a 28 de abril (quem não foi pré-selecionado na chamada única é automaticamente incluído na lista de espera).

Fonte: G1 Entretenimento

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Pedro Miranda celebra Dominguinhos em baião gravado com toque do Forró da Gávea


♪ Em fevereiro de 2021, o compositor e violonista André Trindade compôs baião para celebrar os 80 anos do cantor, compositor e sanfoneiro pernambucano Dominguinhos (12 de fevereiro de 1941 – 23 de julho de 2013).
Intitulado Olha Dominguinhos, o baião marcou a primeira incursão de Trindade como letrista. Violonista de formação clássica, o músico até então somente compusera e gravara temas instrumentais.
Na ocasião, o lançamento do baião ficou restrito a um vídeo postado por Trindade no Youtube com registro caseiro de Olha Dominguinhos, feito pelo autor com o baterista Daniel Zangado e com o sanfoneiro Roberto Kauffmann.
Um ano depois do 80º aniversário de Dominguinhos, o baião de André Trindade ganha o primeiro registro fonográfico oficial. Coube ao cantor carioca Pedro Miranda gravar Olha Dominguinhos em gravação feita em 2021 com o toque do grupo Forró da Gávea – representado no estúdio pelo acordeonista Bebê Kramer, o percussionista Durval Pereira (na zabumba), o baixista Pedro Aune e o violonista Rafael dos Anjos – e com produção musical de Luís Filipe de Lima.
A gravação de Olha Dominguinhos será lançada em single programado pela gravadora Biscoito Fino para o próximo sábado, 12 de fevereiro, dia do 81º aniversário do sanfoneiro nascido em 1941 em Garanhuns (PE).
Obra do artista Gabriel Paz, a capa do single Olha Dominguinhos expõe desenho de chapéu alusivo ao acessório usado pelo artista ao longo da vida.
Pedro Miranda em estúdio na gravação do baião ‘Olha Dominguinhos’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza serve ‘Café da manhã’ com Ludmilla ao liberar faixa que fecha o ciclo do álbum ‘Doce 22’


♪ Luísa Sonza vai enfim oferecer aos seguidores Café da manhã, a faixa que preparou com Ludmilla para o álbum Doce 22 (2021), mas que deixou para apresentar depois do lançamento do disco.
Até então bloqueada, a faixa Café da manhã será liberada às 21h de terça-feira, 8 de fevereiro, com o respectivo clipe. Café da manhã é música inédita, gravada com batida que mistura trap e funk.
A edição da faixa encerra o ciclo de Doce 22, álbum que acumulou números expressivos de audições em plataformas de streaming.

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #180 – Xamã conta como criou os versos livres de ‘Malvadão 3’, o hit do verão no Brasil


Cantor nº1 das paradas fala ao podcast g1 ouviu sobre versos espontâneos com cenas do ‘cotidiano brasileiro’, de ‘bunda com fermento’ e ‘preço da passagem’. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Spotify remove mais de 100 episódios de podcaster acusado de espalhar desinformação


O apresentador e comediante Joe Rogan publicou um pedido de desculpas neste sábado (5) por usar insultos racistas em seu programa, que vem sendo alvo de críticas de artistas. Episódios retirados foram gravados antes da pandemia, segundo a revista Forbes. Spotify não deu explicações. Joe Rogan, 54 anos, é comentarista de UFC, humorista e apresentador
Divulgação / Spotify
Neste sábado (5), o Spotify retirou de sua plataforma mais de 100 episódios do programa do humorista e apresentador Joe Rogan. A plataforma enfrenta um boicote de artistas que não concordam com a presença do podcast do americano por espalhar desinformação sobre a Covid-19.
Segundo o site “JRE Missing”, que monitora a remoção dos programas do apresentador, até a noite deste sábado (5), um total de 113 episódios do “The Joe Rogan Experience” não estavam mais disponíveis. A revista americana Forbes confirmou a informação.
Mais cedo, Rogan postou um vídeo em suas redes sociais, no qual pediu desculpas por ter usado palavras e insultos racistas em seu programa.
O Spotify não explicou por que determinados conteúdos foram retirados, enquanto outros foram mantidos. Segundo a Bloomberg, foi uma decisão do apresentador.
De acordo com a Forbes, com exceção de um deles, todos os episódios retirados foram gravados antes da pandemia começar nos Estados Unidos, o que tornaria improvável que a remoção tenha relação com as falas de Rogan sobre a Covid-19.
Dias atrás, o diretor executivo e fundador do Spotify, Daniel Ek, classificou como vital para sua companhia o podcast de Joe Rogan. Ek explicou a seus funcionários que, apesar de considerar “muito ofensivas” e estar “fortemente em desacordo” com “muitas coisas” que o apresentador diz, “para alcançar suas metas, a plataforma deve manter conteúdos com os quais muitos de seus funcionários não querem ser associados, de acordo com um discurso vazado na quinta-feira (3) pelo site The Verge.
O “The Joe Rogan Experience” é o podcast mais ouvido do Spotify, que tem os direitos do programa. Segundo o “Wall Street Journal”, a empresa pagou mais de US$ 100 milhões pela exclusividade do podcast.
Boicote
Neil Young durante apresentação em Washington em novembro de 2015
REUTERS/Joshua Roberts/Arquivo
O programa de Rogan motivou protestos de artistas que não concordam que o Spotify mantenha um podcast com desinformação e mentiras sobre a Covid-19. Joe Rogan tem histórico de falas preconceituosas, com racismo e transfobia, e também de informações falsas, inclusive sobre as vacinas contra a covid. Mesmo assim, ele é extremamente popular nos EUA.
O músico Neil Young foi o primeiro a exigir ao Spotify que suas músicas fossem retiradas. A declaração de Rogan que fez o artista deixar a plataforma ecoa desinformação sobre vacinas.
A cantora Joni Mitchel e o trio David Crosby, Stephen Stills e Graham Nash seguiram o exemplo e também tiraram suas obras do catálogo do serviço digital por não concordarem com a presença do podcast.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Eduardo e Mônica’: veja onde está casal que inspirou música de Renato Russo e filme


Leonice e Fernando Coimbra estão juntos há 42 anos e hoje moram no México, onde ele atua como diplomata. ‘Eu vejo um pouco de Eduardo e Mônica nos dois’, diz Nina Coimbra, filha única do casal. Leonice e Fernando Coimbra inspiraram música ‘Eduardo e Mônica’, de Renato Russo
Arquivo pessoal
“Quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração.” Assim começa a história de “Eduardo e Mônica”, casal brasiliense eternizado na música de Renato Russo, e agora nas telas de cinema, por meio do filme de mesmo nome. A canção faz parte do imaginário da capital mas, o que muita gente não sabe, é que ela foi inspirada por um casal de amigos do artista.
Leonice e Fernando Coimbra conheceram Renato Russo na época em que ele fazia shows na Colina, espaço onde moram professores, alunos e estudantes da Universidade de Brasília (UnB). Juntos há 42 anos, eles hoje estão em momentos bem diferentes daqueles dos personagens na música: Fernando é embaixador do Brasil no México, onde o casal mora, e Leonice é artista plástica.
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A vida real também tem outras diferenças da versão descrita na letra de Renato Russo. Ao invés de gêmeos, o casal teve apenas uma filha, que, apesar das discrepâncias, também encontra as semelhanças na realidade e na música: “Eu vejo um pouco de Eduardo e Mônica nos dois”, diz Nina Coimbra.
Nina Coimbra, filha de Leonice e Fernando Coimbra
TV Globo/Reprodução
“Poesia não é literal, né? Eu acho que ele [Renato Russo] criou um ambiente, uma cena, personagens que funcionaram e funcionam, né, obviamente, que a gente ama até hoje. A questão de eles serem diferentes e se amarem.”
Nina conta que descobriu que os pais inspiraram o casal eternizado na música durante a adolescência, após ler uma entrevista de Renato Russo, a quem chamava de tio.
Nina Coimbra e Renato Russo
Mila Petrillo/Arquivo pessoal
“Na época, a gente morava no Brasil e aí ele visitava a gente. Eu conto sempre que ele buscava a gente na escola, buscou algumas vezes, foi um alvoroço. Ele era fofinho, querido, tinha um jeitinho de falar querido com as pessoas que amava”, afirma.
“Ele era um amigo, acho que ele buscava essas amizades, como a amizade com os meus pais, para voltar para o que era importante para ele, para o que era real. Acho que ele tinha essa dificuldade em lidar com a fama”, continua.
Sextou com Márcia Witczak e a crônica de Liliane Cardoso
Filme de René Sampaio
Nina diz que ainda não assistiu o filme baseado na música, dirigido por René Sampaio e estrelado por Alice Braga e Gabriel Leone. No entanto, ela conta que participou de duas cenas, uma em exposição de arte e a outra na famosa “festa estranha, com gente esquisita”.
O longa estrou nas salas de cinema do país no dia 20 de janeiro, após adiamentos por conta da pandemia de Covid-19. Em entrevista ao g1, o diretor disse que o filme tem um sabor especial para os brasilienses.
“Eduardo e Mônica” estreia nos cinemas e emociona os brasilienses
“Acho que quem é do DF vai sentir um gostinho especial, porque o filme fala sobre a nossa capital. Quem é daqui, ama, vive e conhece uma cidade muito diferente da que é mostrada nos noticiários. Espero que essa Brasília pulsante emocione o público”, diz o cineasta.
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marisa Monte reina no mar de canções, sons e imagens fascinantes do show ‘Portas’


Artista estreia turnê mundial em São Paulo com requintado aparato visual e com banda que dá frescor a repertório sem músicas inéditas na voz da cantora. Marisa Monte em momento de beleza do show ‘Portas’
Leo Aversa / Divulgação
Resenha de show
Título: Portas
Artista: Marisa Monte
Local: Espaço das Américas (São Paulo, SP)
Data: 4 de fevereiro de 2022
Cotação: * * * * *
♪ Primeiro show solo de Marisa Monte em dez anos, Portas se abriu para o mundo em São Paulo (SP) na noite de ontem, 4 de fevereiro, com estética encantadora que remeteu ao aparato visual do anterior show solo da artista carioca, Verdade, uma ilusão (2012), estreado em Curitiba (PR) há uma década com base no álbum O que você quer saber de verdade (2011).
Diretor de arte de ambos os shows, Batman Zavareze projeta em Portas imagens – desenvolvidas a partir da série Fundos, da artista plástica Lúcia Koch – que criaram inebriantes efeitos visuais em caixa cênica arquitetada por Cláudio Torres para preencher toda a dimensão do palco. No caso, o palco amplo do Espaço das Américas, cenário da efetiva estreia da turnê mundial prevista inicialmente para ter chegado à cena em 19 de janeiro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), mas adiada pelos efeitos devastadores da variante ômicron no curso da pandemia de covid-19.
Assinando a direção e a concepção visual do show com Zavareze e com Torres, Marisa Monte reinou como a sereia que emergiu soberana em mar de canções, sons e imagens fascinantes que fizeram o show Portas fluir sem erros ao longo de duas horas.
O requinte visual do espetáculo redimiu o roteiro sem novidades na voz de uma cantora que sempre apresentava surpresa no repertório para o séquito que a segue ao longo de trajetória que soma 35 anos em 2022. A novidade, desta vez, reside mais na sonoridade que diferencia o show Portas do homônimo álbum lançado por Marisa Monte em 1º de julho de 2021, dia do 54º aniversário da cantora, compositora e instrumentista.
Em vez dos opulentos arranjos de cordas que embalaram com certa suntuosidade boa parte do repertório inteiramente autoral do disco Portas, um azeitado trio de sopros – formado por Antonio Neves (trombone e arranjos), Eduardo Santanna (trompete e flugelhorn) e Lessa (flauta e saxofone), músicos também presentes no álbum – bafejou grande parte das 32 músicas do roteiro quase totalmente autoral, garantindo frescor até a hits batidos como Velha infância (Marisa Monte, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Pedro Baby e Davi Moraes, 2002).
Marisa Monte canta o samba-enredo da escola Império Serrano no show ‘Portas’
Leo Aversa / Divulgação
Marcantes ao longo do show, os metais garantiram a pulsação quente do samba-rock Você não liga (Marisa Monte e Marcelo Camelo, 2021) e, de certa forma, encobriram as presenças na banda de músicos excepcionais como o baterista Pupillo e Davi Moraes, guitarrista que ficou sob o holofote na execução de Eu sei (Marisa Monte, 1991) sem se destacar na banda.
Já Chico Brown – com quem Marisa abriu e firmou parceria no álbum Portas – sobressaiu ao se revezar entre teclados, guitarra, baixo e voz, bancando o guitar hero em Déjà vu (Marisa Monte e Chico Brown, 2021), pontuando no piano a latinidade de Seo Zé (Marisa Monte, Carlinhos Brown e Nando Reis, 1994) e se revelando legítimo herdeiro do pai, Carlinhos Brown, percussionista de musicalidade exuberante.
Ausente na criação do repertório do álbum Portas, Carlinhos Brown esteve presente no show como compositor de bem-vindas músicas antigas como Maria de verdade (1994) e Magamalabares (1996), fecho perfeito – antes do bis – para espetáculo de atmosfera onírica que fluiu como serenata moderna e vibrante, com o canto da sereia semeando paz.
Citando a letra de Brown, o séquito da cantora ouviu sininhos desde a abertura climática do show com a canção Pelo tempo que durar (2006), parceria de Marisa com a contemporânea Adriana Calcanhotto, colega de geração. Foi quando o palco abriu as portas da percepção com atmosfera visual que atingiu picos de encantamento com as imagens projetadas ao longo da música-título Portas (2021), canção de Marisa com Arnaldo Antunes e Dadi Carvalho, multi-instrumentista que representou porto seguro para a banda e a cantora nos toques do baixo, da guitarra e dos teclados.
Talvez por se reconhecer instrumentista meramente eficiente no toque do violão, da guitarra e do ukulele, uma artista cuja musicalidade pulsa em cena mais nas composições e no canto afinado e preciso, Marisa Monte sempre se cercou de grandes músicos como os que a rodeiam no show Portas.
Houve espaços e louvações para todos na estreia de Portas, mas quem imperou no centro do palco, absoluta, com figurinos que foram mudando ao longo da apresentação, foi a própria Marisa, arquiteta e diretora geral desse show que teve significado especial por marcar o reencontro da artista com o público em era pandêmica.
“Quanto tempo, né?”, sublinhou a cantora após cantar Quanto tempo (Marisa Monte e Chico Brown, 2021), uma das 11 músicas do repertório do disco Portas incluídas no roteiro do show – ao todo, são 17 músicas, se contabilizada a canção em português e espanhol Vento sardo (2021), lançada como single avulso em outubro após o álbum (há uma 18ª música na safra autoral do disco, Feliz e forte, ainda inédita).
Marisa Monte toca guitarra no show ‘Portas’
Leo Aversa / Divulgação
Composta e gravada por Marisa com Jorge Drexler, Vento sardo espalhou beleza – com a voz e a imagem do cantor espanhol no telão e com Marisa simulando no figurino a saia rodada de Oyá citada na letra – em show pautado por costuras sutis do roteiro bem alinhavado com hits inevitáveis como Já sei namorar (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, 1991), pop aditivado ao fim com o toque heavy de guitarras.
Ouvintes atentos perceberam que o reduto de paz retratado em Vilarejo (Marisa Monte, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Pedro Baby, 2006) se afinou com a atmosfera de encantamento da música seguinte, A língua dos animais (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Dadi Carvalho, 2021).
Da mesma forma, a alma soul da canção Ainda lembro (Marisa Monte e Nando Reis, 1991) – música há muito ausente dos shows de Marisa e incluída no show Portas a pedido dos fãs em enquete online – preparou o clima para a lembrança de um sucesso de Tim Maia (1942 – 1998), O que me importa (Cury, 1972), revivido por Marisa no álbum Memórias, crônicas e declarações de amor – Textos, provas e desmentidos (2000).
Entre músicas do disco Portas, como a envolvente Praia vermelha (Marisa Monte e Nando Reis, 2021), também reapareceram músicas abordadas pela cantora no primeiro álbum, MM (1989), gravado ao vivo. Uma delas foi Preciso me encontrar (Candeia, 1976), samba de atmosfera melancólica acentuada pelo sopro climático do trombone de Antônio Neves, ouvido entre o choro da cuíca de Pretinho da Serrinha.
Outra pérola pescada por Marisa do repertório do show de 1988 foi o samba-enredo Lendas das sereias, rainhas do mar (Vicente Mattos, Dinoel Sampaio e Arlindo Velloso, 1975), com o qual a escola Império Serrano desfilou no Carnaval de 1976. O canto da sereia fez o link com o samba de exaltação da Portela Elegante amanhecer (2021), parceria de Marisa com o imperial Pretinho da Serrinha, percussionista que evoluiu com Marisa pelo palco no passo desse samba de cepa nobre.
No bis, Marisa serviu Comida (Arnaldo Antunes, Marcelo Frommer e Sergio Britto, 1987), rock que deu o toque político de show que, se desviando das tensões do Brasil de 2022, ofereceu momentos de paz e otimismo, explicitado em Pra melhorar (Marisa Monte, Seu Jorge e Flor, 2021), tema contagiante, estrategicamente alocado após a música dos Titãs.
Marisa Monte à frente da banda na ‘caixa cênica’ do show ‘Portas’
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Fiel à determinação de espalhar boas vibrações, Marisa Monte jogou o tempo todo para a galera anestesiada que ocupou as cadeiras do Espaço das Américas. “Mais uma para esse coralzão”, anunciou a cantora, antes de sapecar Beija eu (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Arto Lindsay, 1991) e após apresentar Ainda bem (Marisa Monte e Arnaldo Antunes, 2011) com evocações do som mariachi e da música flamenca. Perto do fim, Não vá embora (Marisa Monte e Arnaldo Antunes, 2000) foi outro aceno para o coralzão.
Na seara das canções românticas, a apaixonada balada Totalmente seu (Marisa Monte, Lucio Silva e Lucas Silva, 2021) se confirmou como possível futuro hit do álbum Portas enquanto Depois (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, 2011) reiterou o dom de Marisa para fazer aliciantes canções com os parceiros tribalistas, também coautores de Infinito particular (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, 2006).
Aliado ao canto da sereia, cujos gorjeios pavimentaram Na estrada (Marisa Monte, Carlinhos Brown e Nando Reis, 1994), o talento da compositora – dona de obra autoral construída a partir do segundo álbum, Mais (1991) – garantiu que o show Portas se abrisse para a total satisfação do público.
Para o séquito de Marisa Monte, nem o caráter dèjá vu do efetivo final do show – arrematado em um segundo bis com o canto a capella de Bem que se quis (E po’ che fà – Pino Danielle, 1982, em versão em português de Nelson Motta, 1989) em número encerrado somente com o coro do público, com a cantora já fora de cena – empanou o brilho de fato arrebatador do show Portas.
Para o séquito, Marisa Monte reiterou na estreia de Portas a soberania em mar de canções, sons e imagens fascinantes.
Marisa Monte alinha 32 músicas no roteiro do show ‘Portas’
Leo Aversa / Divulgação
♪ Eis as 32 músicas do roteiro seguido por Marisa Monte em 4 de fevereiro de 2022 na estreia da turnê internacional do show Portas no Espaço das Américas, na cidade de São Paulo (SP):
1. Intro – Pelo tempo que durar (Marisa Monte e Adriana Calcanhotto, 2006)
2. Portas (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Dadi Carvalho, 2021)
3. Quanto tempo (Marisa Monte e Chico Brown, 2021)
4. Maria de verdade (Carlinhos Brown, 1994)
5. Vilarejo (Marisa Monte, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Pedro Baby, 2006)
6. A língua dos animais (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Dadi Carvalho, 2021)
7. Infinito particular (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, 2006)
8. Praia vermelha (Marisa Monte e Nando Reis, 2021)
9. Ainda bem (Marisa Monte e Arnaldo Antunes, 2011)
10. Beija eu (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Arto Lindsay, 1991)
11. Totalmente seu (Marisa Monte, Lucio Silva e Lucas Silva, 2021)
12. Ainda lembro (Marisa Monte e Nando Reis, 1991)
13. O que me importa (Cury, 1972)
14. Preciso me encontrar (Candeia, 1976)
15. Vento sardo (Marisa Monte e Jorge Drexler, 2021)
16. A sua (Marisa Monte, 2001)
17. Déjà vu (Marisa Monte e Chico Brown, 2021)
18. Depois (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, 2011)
19. Calma (Marisa Monte e Chico Brown, 2021)
20. Eu sei (Marisa Monte, 1991)
21. Velha infância (Marisa Monte, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Pedro Baby e Davi Moraes, 2002)
22. Seo Zé (Marisa Monte, Carlinhos Brown e Nando Reis, 1994)
23. Elegante amanhecer (Marisa Monte e Pretinho da Serrinha, 2021)
24. Lenda das sereias, rainhas do mar (Vicente Mattos, Dinoel Sampaio e Arlindo Velloso, 1975) – Samba-enredo da escola Império Serrano no Carnaval de 1976
25. Você não liga (Marisa Monte e Marcelo Camelo, 2021)
26. Na estrada (Marisa Monte, Carlinhos Brown e Nando Reis, 1994)
27. Não vá embora (Marisa Monte e Arnaldo Antunes, 2000)
28. Magamabalares (Carlinhos Brown, 1996)
Bis:
29. Comida (Arnaldo Antunes, Marcelo Frommer e Sergio Britto, 1987)
30. Pra melhorar (Marisa Monte, Seu Jorge e Flor, 2021)
31. Já sei namorar (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, 1991)
Bis 2:
32. Bem que se quis (E po’ che fà – Pino Danielle, 1982, em versão em português de Nelson Motta, 1989)
♪ O crítico e colunista Mauro Ferreira viajou a São Paulo (SP) a convite da produção de Marisa Monte.
Marisa Monte no show ‘Portas’
Leo Aversa / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Antes de Whindersson enfrentar Popó, outros artistas se arriscaram no boxe; veja histórias de famosos

Humorista arrancou empate do ex-campeão mundial e seguiu exemplos de nomes como Mickey Rourke, Paul Logan e Ruby Rose ao subir nos ringues. Semana Pop lembra outros exemplos. Semana Pop relembra artistas boxeadores além de Whindersson
Whindersson Nunes mostrou coragem ao enfrentar o ex-campeão mundial de boxe no último domingo (30), conseguindo até um empate. Mas o humorista não foi o primeiro famoso a vestir as luvas e subir no ringue para enfrentar algum pugilista profissional, tentar uma carreira no esporte ou até enfrentar desafetos. O Semana Pop deste sábado (5) lembra de outros exemplos, como Mickey Rourke e os irmãos Logan. Assista ao vídeo acima.
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O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo.

Fonte: G1 Entretenimento