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Afasia: além de Bruce Willis, outros famosos já foram diagnosticados com a doença


Família anunciou aposentadoria do ator após diagnóstico. Sharon Stone, Emilia Clarke e outras estrelas já sofreram com sintomas da doença. Bruce Willis em ‘A Fortaleza’ (2021)
Divulgação
Após um diagnóstico de afasia, um distúrbio de linguagem que afeta a capacidade de comunicação, Bruce Willis vai se aposentar da atuação. A família do ator de 67 anos compartilhou a informação por meio de um comunicado divulgado na quarta-feira (30).
“Aos incríveis apoiadores de Bruce, como família queremos compartilhar que nosso amado Bruce está passando por problemas de saúde e foi diagnosticado recentemente com afasia, que está impactando suas habilidades cognitivas”, diz o comunicado.
Entenda o que é afasia, condição que acomete ator Bruce Willis
“Como resultado disso, e após muita análise, Bruce está saindo da carreira que significou tanto para ele”, informa a família.
Bruce não é a única celebridade a ser diagnosticada com a doença.
Relembre outros famosos que foram diagnosticados com afasia:
Sharon Stone
A atriz Sharon Stone participa do anúncio dos indicados ao Globo de Ouro, em Los Angeles
Reprodução
Sharon Stone sofreu um AVC em 2001 provocado por um aneurisma. A atriz teve sangramento no cérebro por nove dias e ao longo dos dois anos seguintes, sofreu com os sintomas da afasia, tendo que “reaprender a andar e falar novamente”. Em entrevista para a ABC News, a atriz afirmou que se tornou “mais emocionalmente inteligente” após a doença.
Emilia Clarke
Emilia Clarke posa no tapete vermelho do ‘TIME 100 Gala’, que celebra as 100 pessoas mais influentes da revista Time no mundo, em Nova York, EUA
Dimitrios Kambouris/Getty Images North America/AFP
Em 2011, Emilia Clarke sofreu um aneurisma cerebral, que causou um AVC e uma hemorragia subaracnóidea. A atriz foi submetida a uma cirurgia no cérebro e, duas semanas depois, não lembrava seu próprio nome.
“Eu estava sofrendo de uma condição chamada afasia, consequência do trauma sofrido no cérebro”, explicou Clarke em uma entrevista para o jornal The New Yorker, em 2019.
“Nos meus piores momentos, eu queria me desligar. Pedia para a equipe médica me deixar morrer”, contou a atriz, que sofreu com uma crise temporária da doença, melhorando semanas depois.
Alicinha Cavalcanti
Alicinha Cavalcanti em foto de outubro de 2015
Celso Tavares/G1
Em agosto de 2021, a promoter de eventos Alicinha Cavalcanti morreu, aos 58 anos, em decorrência das complicações referentes à Afasia Progressiva Primária (APP).
No caso de Alicinha, conforme informou o hospital no qual ela estava internada, a doença estava em grau avançado.
Além da APP, em 2017, Alicinha foi diagnosticada com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença rara. Desde o diagnóstico, ela foi afastada das atividades e tinha assistência médica domiciliar.
Afasia progressiva primária: o que é a doença que causou a morte da promoter Alicinha Cavalcanti
Dick Clark
O apresentador de tevê americano Dick Clark, cuja morte foi anunciada em 17 de abril de 2012, em foto de 2002
AP
O apresentador de TV norte-americano Dick Clark, que morreu em 2012, aos 82 anos, após um infarto, sofreu um derrame cerebral oito anos antes.
Em decorrência disso, Clark ficou com um de seus lados paralisados, afetando significantemente sua fala, que é um dos sintomas da afasia. Um ano após o derrame que teve que “reaprender a falar e a andar novamente. Isso tem sido uma longa e dura batalha. Minha fala ainda não está perfeita, mas estou chegando lá”.
Randy Travis
Randy Travis durante o CMA Music Festival, em Nashville, em 7 de junho de 2013
John Davisson/Invision/AP
O cantor country Randy Travis sofreu um acidente vascular cerebral em 2013, que o deixou impossibilitado de falar.
“Em meu caso, meu cérebro está funcionando e eu posso entender o que minha mulher me diz, mas eu não posso responder nada próximo de uma frase”, escreveu o cantor, em 2019, em seu livro de memórias.
Travis passou três meses fazendo terapia vocal antes de conseguir dizer a letra “a” novamente. O cantor seguiu fazendo constantes progressos ao longo dos anos até conseguir recuperar sua voz.
Terry Jones
Terry Jones no Creative Arts Emmy Awards em Los Angeles, em 2010
AP Photo/Chris Pizzello, file
Em 2010, o ator Terry Jones foi diagnosticado com afasia progressiva primária. A doença afetou sua habilidade de comunicação. O ator morreu 10 anos depois, aos 77 anos.
Kirk Douglas
Kirk Douglas em foto de novembro de 2018
Mario Anzuoni/Reuters
Em 1996, Kirk Douglas sofreu um AVC que comprometeu sua fala. Em entrevista ao The Times, em 1999, o ator afirmou que o evento também o afetou emocionalmente.
Bruce Willis se aposenta da atuação após diagnóstico de afasia, diz família

Fonte: G1 Entretenimento

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Joss Stone anuncia show em São Paulo em junho


KT Tunstall fará participação especial na apresentação no Espaço das Américas. Joss também canta hits e músicas do novo álbum no Rock in Rio no dia 8 de setembro. A cantora britânica Joss Stone se apresenta no festival SWU em 2010
Daigo Oliva/G1
Antes de cantar no Rock in Rio 2022, a cantora inglesa Joss Stone fará show em São Paulo no dia 1º de junho. KT Tunstall, conhecida pelo hit de “Suddenly I See”, vem como convidada especial.
A venda dos ingressos para a apresentação no Espaço das Américas começa na próxima quarta (6). Há pré-venda exclusiva para clientes C6 na segunda e terça.
Os valores vão de R$ 130 (meia entrada no mezanino) a R$ 600 (inteira no camarote).
A nova turnê é do álbum “Never Forget My Love”, lançado em fevereiro deste ano. Hits como “Super Duper Love” e “Right To Be Wrong” também devem estar no repertório.
Rock in Rio
Corinne Bailey Rae
AP
Joss Stone canta no mesmo dia da também inglesa Corinne Bailey Rae. Duda Beat e Gloria Groove completam line-up do palco Sunset no dia 8 de setembro.
As vendas de ingresso serão abertas oficialmente dia 5 de abril, às 19h, pelo site rockinrio.ingresso.com. Para a edição do Rock in Rio Brasil 2022, o valor da entrada será R$ 625,00 (inteira) e R$ 312,50 (meia-entrada).
Relógio faz contagem regressiva pro Rock in Rio
Joss Stone janta, elogia Brasil e adianta disco
“Estou empolgada para o Rock in Rio. Em 2011 eu me lembro quanta gente tinha cantando, sorrindo e até chorando, foi legal demais”, diz Joss Stone por telefone ao G1.
“A diferença dos brasileiros para o resto do mundo é a animação”, elogia a cantora. “E o ritmo de vocês”, diz outra voz no fundo da ligação. É a mãe de Joss, Wendy Stoker, que estava na casa dela. Ao fundo também aparecem barulhos de Wendy picando legumes.
“Minha mãe veio jantar. Ela está fazendo lasanha e trouxe vinho”, explica a cantora. Ela parece tão alegre que repete a informação e começa a cantar: “Graças a Deeeus minha mãe está aqui, vai fazer lasanha e trouxe vinhooo…”.
Feliz e soltinha, Joss adianta detalhes do seu oitavo disco, que deve sair no fim desse ano e ser a base da turnê que vai passar no Rock in Rio. Ela conta decidiu o título: “‘Never forget my love'”.
“É um disco sério. Geralmente eu faço coisas mais felizes. Mas esse tem um conceito mais sério, e é mais adulto do que os anteriores.”
“Devemos soltar um single no começo de dezembro e depois o disco no Natal. Não é um álbum natalino, mas acho que é uma época legal para lançar.”
Ela diz que está na fase de mixagem do disco, e fica tocando as versões em casa para a filha, Violet, que nasceu no começo desse ano: “As músicas são tristes, mas ela ouve com o maior sorriso do mundo”, conta a nova mamãe Joss.
O novo repertório de Joss Stone vai marcar o show principal do Palco Sunset no dia 8. A organização diz que será o dia do “sagrado feminino”, que terá antes a conterrânea Corinne Bailey Rae, Duda Beat e Gloria Groove.
A nona edição do Rock in Rio, que aconteceria em 2021, foi adiada para setembro de 2022 por causa da pandemia do novo coronavírus. O anúncio da nova data foi feito em março de 2021.
Atrações já anunciadas do Rock in Rio 2022
Palco Mundo:
Iron Maiden, Megadeth, Dream Theater e Sepultura (2 de setembro)
Post Malone, Jason Derulo, Marshmello e Alok (3 de setembro)
Justin Bieber, Demi Lovato, Iza e Migos (4 de setembro)
Guns N’ Roses, Måneskin, Offspring e CPM 22 (8 de setembro)
Green Day, Fall Out Boy, Billy Idol e Capital Inicial (9 de setembro)
Coldplay, Camila Cabello, Bastille e Djavan (10 de setembro)
Dua Lipa, Megan Thee Stallion, Rita Ora e Ivete Sangalo (11 de setembro)
Palco Sunset:
Living Colour + Steve Vai, Bullet For My Valentine, Metal Allegiance, Black Pantera + Devotos (2 de setembro)
Racionais MC’s, Criolo + Mayra Andrade, Xamã + Brô MC’s, Papatinho e L7nnon + MC Hariel e MC Carol (3 de setembro)
Joss Stone, Corinne Bailey Rae, Gloria Groove e Duda Beat (8 de setembro)
Avril Lavigne, 1985: A homenagem (9 de setembro)
CeeLo Green (10 de setembro)
Ludmilla, Macy Gray. homenagem a Elza Soares, Liniker + Luedji Luna (11 de setembro)
Palco Supernova:
Teto (3 de setembro)
Lil Whind (Whindersson Nunes) (4 de setembro)
Francisco, el Hombre (8 de setembro)
Priscilla Alcantara (11 de setembro)

Fonte: G1 Entretenimento

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Cães de assistência: ouça a história de Astor, labrador que guia sua tutora com deficiência visual


Podcast ‘Bichos na Escuta’ conversa com psicóloga, cega há 15 anos após uma doença degenerativa, que conta com o cão-guia para ajudá-la em seu cotidiano. 00:00 / 17:46
Há quatro anos o labrador Astor entrou na vida da mineira Camila Araújo Alves. Desde então, eles vivem boa parte dos dias juntos, do trabalho ao lazer. Astor guia sua tutora, que tem deficiência visual, nos caminhos que a psicóloga faz no dia a dia, a acompanha nas tarefas domésticas e ainda consola seus pacientes no consultório. Nesse episódio de ‘Bichos na Escuta’, a jornalista Giuliana Girardi conversa com Camila, que conta como a convivência intensa com o cão contribui para sua qualidade de vida. Consultora do podcast, a veterinária Rita Ericson também participa do episódio. Ouça o podcast completo no player acima.
Tem gente que diz que os cães-guias são os olhos das pessoas cegas, mas eles são muito mais. Muito pelo contrário, eles nunca me fizeram voltar a enxergar, mas eles me trouxeram muito mais coisas que isso. Não é sobre ver ou não ver, é sobre viver uma vida inteira articulada com outra espécie.
Desde que ficou cega, na adolescência, Camila sempre quis ter um cão-guia, para ter mais independência em suas tarefas do cotidiano. Pucca foi sua primeira cadela-guia, que precisou se aposentar quando chegou na velhice e foi substituída por Astor, atual companheiro fiel da psicóloga. Camila conta que o labrador tem suas preferências, como visitar exposições e fazer passeios pelo Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. “É uma espécie de anjo da guarda, uma parte do meu corpo, da minha existência”, ela conclui.
Os cães-guias Pucca e Astor.
Reprodução/Instagram
Consultora do podcast Bichos na Escuta, a veterinária Rita Ericson explica as etapas do treinamento dos cães-guias, que inclui seleção genética, adestramento profissional e socialização com famílias escolhidas. Além disso, ela destaca a importância da utilização das coleiras específicas para os cães de assistência, elemento que diferencia o momento de trabalho e descanso dos animais.
“Quando um cachorro está trabalhando, muitas vezes está escrito no colete dele ‘por favor, não me faça carinho’, porque isso distrai o animal”, ela alerta.
Ouça outros episódios de ‘Bichos na Escuta’:
PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais
ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas
VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais
LUTO: como lidar com a morte de um pet
VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo
ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida
GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet
CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga
ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets
PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
A psicóloga Camila Alves e seu cão-guia Astor
Arquivo pessoal
OUÇA AGORA O EPISÓDIO COMPLETO:
00:00 / 17:46
O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no G1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cachorros-robôs anunciam lockdown em ruas da China; veja vídeo

Governo chinês usa a tecnologia para anunciar confinamento em diferentes regiões de Xangai, que registrou recorde de casos esta semana Cachorro-robô dá anúncios de lockdown em Xangai, na China
A inteligência artificial tomou ruas de Xangai, na China, em forma de cachorros-robôs. Com a tecnologia, o governo chinês tem anunciado lockdowns em diferentes regiões da cidade, que vive um pico de casos Covid-19.
Desde o início da pandemia, a China adota a estratégia de tolerância zero, isolando e testando cidades inteiras. Os robôs com quatro patas têm sido usados como parte dessa política. Neste vídeo, um deles anuncia o isolamento com um megafone preso a ele, e pede que moradores fiquem em segurança.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maglore reanima ‘Espírito selvagem’ da década de 1970 no quinto álbum de estúdio, ‘V’


Banda assina com Leonardo Marques a produção musical de disco caracterizado como ‘plural’. ♪ Composição inédita de autoria de Teago Oliveira, Espírito selvagem é uma das músicas que integram o repertório autoral do quinto álbum de estúdio da banda Maglore, V, programado para ser lançado neste primeiro semestre de 2022 em edição independente do selo Difusa Fronteira.
Formatada com batida pop para o álbum, gravado entre julho e agosto de 2021 no estúdio Ilha do Corvo, em Belo Horizonte (MG), com produção musical capitaneada por Leonardo Marques com os integrantes da Maglore, a faixa Espírito selvagem evoca sonoridades dos anos 1970.
O pop da década de 1970 é uma das referências que nortearam a Maglore na criação e gravação de V, álbum anunciado formalmente a partir de hoje, 31 de março, com a edição do single A vida é uma aventura.
Capa do single ‘A vida é uma aventura’, da banda Maglore
Divulgação
Música da lavra solitária de Teago Oliveira, principal compositor da banda, A vida é uma aventura também bebe da fonte dos anos 1970, apontando o caminho estético seguido por Felipe Didier (bateria), Lelo Brandão (guitarra e synth), Lucas Gonçalves (baixo e voz) e Teago Oliveira (voz e guitarra) na criação de V.
“É um disco muito plural, que envolve bastante cordas, orquestração, metais e a célula rítmica da música brasileira”, caracteriza Teago.
Além de A vida é uma aventura e de Espírito selvagem, o repertório do álbum V inclui músicas inéditas como Amor de verão (composição de autoria do baixista Lucas Gonçalves), Eles (faixa de batida mais roqueira), Mama gaia (de autoria de Teago Oliveira) e Outra vez (outra música de Teago).
V é o primeiro álbum de estúdio da banda Maglore desde Todas as bandeiras (2017), disco editado há cinco anos com repertório aliciante.

Fonte: G1 Entretenimento

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A jornada de Alain Delon até optar por suicídio assistido


Prática é diferente de eutanásia e requer que o paciente tome o ato de ingerir o medicamento prescrito por autoridades médicas. Alain Delon sofreu um AVC em 2019 e seu filho divulgou desejo do pai de colocar fim à própria vida por meio de suicídio assistido
AFP via BBC
Aos 86 anos, o ator francês Alain Delon inspirou a carreira de muitos que seguiram a profissão e estrelou grandes sucessos, como “O sol por Testemunha” (1959) e “Cidadão Klein” (1976).
Recentemente, seu filho Anthony divulgou o desejo do pai em colocar fim à própria vida por meio de suicídio assistido. No país onde o ator vivia, a Suíça, a prática é permitida – diferentemente da eutanásia, considerada ilegal.
“No suicídio assistido ou morte assistida, é a própria pessoa, auxiliada por terceiros, que toma a atitude final, ingerindo uma cápsula que contenha substância letal, por exemplo. Na eutanásia, é outra pessoa que executa, a pedido do paciente, geralmente através de uma injeção letal”, esclarece Rodolfo Moraes, médico paliativista que atua no Hospital do Câncer de Franca (SP).
A carreira do ator que viveu seu auge nos anos 60 e 70
Anos antes de se tornar ator, Alain Fabien Maurice Marcel Delon, nascido em 8 de novembro de 1935, em Sceaux, Hauts-de-Seine, na França, começou a trabalhar como aprendiz de açougueiro ao lado de seu pai.
Depois, alistou-se como fuzileiro naval e em 1953 foi enviado para o sudeste asiático. Após sua dispensa em 1955, ele fez vários tipos de trabalhos temporários e tornou-se amigo de alguns atores de cinema – com os quais compareceu ao festival de cinema de Cannes de 1957.
Lá, Delon atraiu a atenção de um caçador de talentos do produtor americano David Selznick, que ofereceu a ele um contrato se aprendesse a falar inglês. No entanto, em contato também com o diretor francês Yves Allégret, Alain decidiu seguir carreira na França.
Alain era considerado um galã do cinema entre os anos 1960 e 1970
Getty Images via BBC
Alain era considerado um galã do cinema entre os anos 1960 e 1970, e chegou a fazer aparições em mais de 80 produções cinematográficas.
A decisão do suicídio assistido
Em 25 de março, o perfil oficial de Alain Delon no Instagram publicou o que foi lido pelos fãs como uma mensagem de despedida.
“Eu gostaria de agradecer a todos que me acompanharam ao longo dos anos e me deram grande apoio. Espero que os futuros atores possam encontrar em mim um exemplo não só no campo do trabalho, mas na vida cotidiana entre vitórias e derrotas. Obrigado, Alain Delon.”
A conta na rede social foi apagada.
Alain sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) em 2019 e mencionou algumas vezes a possibilidade de recorrer ao suicídio assistido, ao acompanhar o sofrimento de sua esposa, Nathalie Delon, que tinha a mesma intenção e faleceu em 2021 por câncer de pâncreas antes de conseguir as autorizações necessárias.
“O AVC por si só não dá base para o pedido de suicídio assistido, mas toda pessoa que sofre o quadro tem a possibilidade de desenvolver outros – por exemplo, a demência vascular, que causa declínio cognitivo e funcional”, explica Priscilla Mussi, geriatra e coordenadora de Geriatria do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, que dá assistência a casos paliativos.
A médica explica que, para ser respeitada pelas autoridades, basta que a decisão tenha sido tomada quando o ator estava lúcido e que ele tenha sido acompanhado como determina a regulamentação do país.
Alain Delon andando com ajuda de uma muleta durante o funeral do também ator Jean-Paul Belmondo em Paris, setembro de 2021
Getty Images via BBC
Países onde o suicídio assistido ou a eutanásia são permitidos
A eutanásia voluntária, assim como o suicídio assistido, são legais na Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Colômbia e Espanha.
Já o suicídio assistido é permitido na Suíça, Alemanha, Canadá, África do Sul e em alguns estados dos Estados Unidos, entre eles: Oregon, Colorado, Havaí, Vermont, Washington, Califórnia e Nova Jersey — com regras específicas em cada local.
Já a eutanásia involuntária é ilegal em todos os países do mundo e comumente considerada homicídio. Mesmo nos países em que a eutanásia voluntária é legal, continua a ser considerada crime de homicídio se não forem cumpridas determinadas condições.
“É um processo meticuloso e longo, geralmente feito com acompanhamento médico, psicológico e psiquiátrico. O paciente precisa estar com uma doença grave e exposto a um grande sofrimento. Na Suíça, onde o ator morava, requere-se acompanhar o ‘candidato'”, aponta o médico paliativista Rodolfo Moraes.
De acordo com o médico, quem faz o pedido também precisa estar com o desejo persistente de encerrar a vida. “Isso é exigido para evitar que a pessoa queira ter sua vida abreviada no momento de decepção, por exemplo, que pode afetar a capacidade da pessoa de fazer escolhas.”
No Brasil, nenhuma das práticas é aceita legalmente e pratica-se somente a ortotanásia (morte natural, sem interferência da ciência).
“Consiste em não aumentar a chance de morte, mas também não impedi-la. É não usar, por exemplo, meios artificiais, como máquinas, para prolongar a vida de uma pessoa que possui uma doença grave e incurável. Mas também apoia o paciente e dá o máximo de conforto e de qualidade de vida que ele pode ter. O que importa nesses casos é a qualidade de dias vivos, não o número de dias vivos”, diz a geriatra Priscilla Mussi.

Fonte: G1 Entretenimento

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Veterinária alerta sobre cuidados com pets jovens para velhice saudável


Acompanhamento do animal evita doenças mais agressivas, segundo a veterinária. Alecrim tem quase 20 anos e leva uma vida ativa e saudável.
Arquivo pessoal
O vira-lata caramelo Alecrim, de Sorocaba (SP), tem quase duas décadas de vida. Para chegar à velhice saudável, a família ficou atenta aos cuidados diários. O g1 conversou com uma veterinária que explica a importância de cuidar dos pets na juventude e colher os benefícios a longo prazo.
Em Sorocaba (SP), a advogada Iris Bardelotti Meneguetti lembra que queria um cão para fazer a segurança do escritório e adotou o Alecrim.
Atualmente sem dentes, a ração tem que ser especial e preparada especialmente para ele. Além disso, o caramelo toma vitaminas que o mantém ativo, sempre pronto para um passeio na rua.
“Todos os dias eu olho pra ele e penso: ‘acho que dura mais uns dois anos’. E sempre passam dois anos e ele continua forte”, diz a tutora.
O gato Billy vive há 16 anos também recebendo cuidados exclusivos da tutora Claudete Cardoso. Ao g1, ela conta que ele era um filhote do vizinho quando se propôs a levar nas primeiras consultas ao veterinário. Ela até tentou devolver o Billy para a casa ao lado, mas o bichinho voltava.
“Na verdade, ele que me adotou”, brinca.
Com cinco anos, o Billy foi diagnosticado com doença renal. Desde então, está em tratamento. Come uma ração especial, toma vitaminas, faz o uso de remédios e soro duas vezes por semana.
Billy tem 16 anos e recebe cuidados exclusivos da tutora
Arquivo pessoal
A Claudete dedica maior parte do tempo para dar uma boa vida ao gato. A cada seis meses eles têm visita marcada ao veterinário.
“Ele precisa de mim. Jamais passou pela cabeça parar de cuidar dele. Ele é meu filho, deixo de comprar coisas para mim para comprar ele, vou cuidar dele até o último momento”.
Prevenção
Cuidar da saúde desde o começo da vida é essencial para aumentar a expectativa de vida do pet. A veterinária Francine Calderon explica que a medicina veterinária preventiva é a mais praticada.
“Seria o acompanhamento rotineiro dos animaizinhos, evitando que as doenças surjam de formas mais agressivas, além da boa alimentação. Os tutores estão mais cuidadosos nesse sentido de perceber qualquer alteração”, diz.
No caso dos felinos, alteração renal é comum por terem menos células nos rins, segundo a especialista, então é necessária uma dieta com sachês e bastante água, afim de evitar doença.
Sobre a vida ativa do caramelo Alecrim, a veterinária conta que ele ainda não “percebeu” que a idade chegou, tem um espírito jovem, mas logo pode apresentar alguns sinais da velhice avançada. Geralmente, os pets velhos ficam mais quietos, inclusive os gatos podem dormir até 18 horas por dia.
Segundo a veterinária, a expectativa de vida dos cães é maior. Em especial os de menor porte. Eles têm o metabolismo mais rápido e as células sobrevivem por mais tempo.
“Eu já tive paciente de 19, 20 anos que tinha uma boa qualidade de vida, que é o que a gente prioriza nessa idade. É quando começa vir problemas relacionadas à idade. Pegando tudo no início é possível dar uma qualidade de vida para o animal e com isso ele tem uma expectativa de vida mais avançada”, orienta.
*Colaborou sob supervisão de Carlos Henrique Dias
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Fonte: G1 Entretenimento

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Garotinha de 4 anos confecciona bolos decorados e chama a atenção nas redes: ‘Crianças são capazes de tudo’


Segundo Joey, mãe da pequena Ellis, ela faz dois bolos por semana há mais de um ano. Ellis, uma garotinha canadense de 4 anos de idade, confecciona bolos decorados
Reprodução/Instagram
Ellis, uma garotinha canadense de 4 anos, tem chamado a atenção nas redes sociais por confeccionar bolos decorados, seguindo os passos e receitas da mãe.
Segundo Joey, mãe de Ellis, a pequena artista faz “dois bolos por semana há mais de um ano”. “Crianças são capazes de tudo”, afirma.
Em uma das postagens, ela ainda conta que costuma receber críticas sobre o quanto Ellis vem dominando sua página na rede.
“As pessoas dizem isso pra mim como se fosse algo ruim? Eu amo que isso seja tudo pra ela. Espero que meus filhos sejam melhores do que eu, não apenas fazendo bolos, mas em tudo. Nada me deixa mais feliz do que vê-los realizar grandes coisas.”
Os feitos de Ellis são compartilhados no TikTok e no Instagram, página que conta com mais de 125 mil seguidores.
Por lá, Ellis mostra suas habilidades montando os bolos cheio de cores, camadas e recheios.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Jão fala sobre shows lotados da turnê ‘Pirata’: ‘Fico pensando o que esse povo está fazendo aqui’


Viciado em fazer show, cantor paulista diz que está pronto para voltar para o estúdio e também fala sobre investimento para fazer ‘pop emotivo de arena’ cada vez maior. Veja VÍDEO. Jão fala sobre sucesso da turnê ‘Pirata’ e meta de fazer pop emotivo de arena
Se tem um artista pop brasileiro que saiu grande da pandemia foi o Jão. Ele tem shows esgotados da turnê “Pirata” em várias cidades, acaba de cantar para uma multidão no Lollapalooza e se prepara para abrir o show do Maroon 5 na próxima terça (5).
O terceiro álbum foi lançado em outubro e Jão conta que rolava uma insegurança natural de “será que as pessoas sabem cantar as músicas?”. Mas a resposta veio em alto e bom som.
Mesmo com com plateias cada vez maiores indo aos seus shows, o cantor de 27 anos descreve o que passa na cabeça quando ele sobe ao palco. Veja no vídeo acima.
“Fico pensando o que esse povo está fazendo aqui, quem eles estão querendo ver? Acho muito estranho, porque é muito descolado de mim. Quando saio do palco, vejo vídeo e é muito estranho, porque não parece eu”.
“Acho meio surreal, mas é bem viciante fazer shows, ver as pessoas. É a coisa que eu sou mais apaixonado na minha carreira: subir no palco, me divertir e fazer aquilo que eu mais amo, mas é meio surreal eu fico pensando ‘por que você tá aqui? por que você veio me ver?'”, diz em entrevista ao g1.
Jão se apresenta no palco Onix no segundo dia do Lollapalooza 2022
Fábio Tito/g1
Horas antes de cantar no Lollapalooza, Jão estava nervoso, mas a apreensão parece ter sumido no instante em que viu a galera que o esperava no festival.
Seguro, ele conduziu o coro que cantava seus refrãos emotivos na tarde de sábado (26).
“Eu gosto muito disso, me inspiro muito nas pessoas que sobem no palco e estão ali presentes, se jogam. Elas não estão preocupadas com cabelo, não estão preocupadas se a calça rasgou… Elas estão ali para fazer o show acontecer”.
A apresentação foi eleita como melhor show do Lolla 2022, segundo leitores do g1. Pabllo Vittar, Marina e Miley Cyrus aparecem na sequência.
Conheça mais sobre Jão abaixo no podcast g1 ouviu:
Pop emotivo de arena
Jão se apresenta no palco Onix no segundo dia do Lollapalooza 2022
Fábio Tito/g1
Fã de Cazuza, Jão gosta do som orgânico, por isso que investe em uma banda completa com direto a duas backing vocals, indo por um caminho até oposto ao do pop mais eletrônico e cheio de recursos já gravados e programados.
Tocam com ele: o guitarrista André Jordão, as backing vocals Francine e Martinha, o baixista Fábio Guazzi, o saxofonista Bira, o trombonista Douglas e o baterista Chicão.
“Sempre no estúdio quando a gente vai para uma coisa mais eletrônica, eu pergunto se da para trocar isso aqui por um guitarra, um violão, um sax… Gosto muito”, explica.
A decisão de rodar o país com uma grande produção, seja no número de músicos ou na cenografia, como o navio que faz parte da cenografia da turnê ou o polvo gigante inflável do palco do Lolla, interfere diretamente na logística e no quanto o artista ganha no final das contas. Mas é tudo investimento.
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“A gente tem uma pensamento muito a longo prazo de todos os lugares que a gente quer alcançar, e a gente sabe que para isso a gente perde dinheiro”, diz.
“Tem shows que a gente poderia ganhar muito mais, muito muito mais, mas acho muito importante investir e entregar a experiência completa para as pessoas e crescer”.
Na correria da turnê, os momentos com os músicos têm favorecido a composição de novas músicas, segundo Jão. Ele diz que já começou a pensar no quarto disco durante o processo de “Pirata”.
“Sempre quando a gente cai na estrada e está com a banda, cantando ali toda noite, é sempre um momento que é muito gostoso de criar. Então já estou bem preparado para voltar para o estúdio”.
Multidão acompanha o show de Jão no palco ônix do Lollapalooza 2022
Fábio Tito/g1
Ele quer seguir no projeto de levar o pop emotivo a lugares cada vez maiores e pensa nisso até na hora de escrever as músicas.
“Sou um pouco viciado nisso de ‘ah, nesse momento aqui eles vão cantar e eu vou fazer assim com microfone’. Às vezes, a música nem precisava mais de nada, mas eu falo para colocar esse momento que as pessoas vão cantar porque é muito legal”.
Jão faz show com coros gigantes, polvo no palco e homenagem a Cazuza no Lollapalooza

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Morbius’ começa bem, mas perde fôlego com história sem rumo e vilão insosso; g1 já viu


Filme com Jared Leto como vampiro da Marvel estreia nesta quinta-feira (31) nos cinemas brasileiros. “Morbius” é melhor que “Venom” (2018) e muito melhor que “Venom: Tempo de Carnificina” (2021), seus dois antecessores no universo criado pelo estúdio Sony com os personagens secundários dos quadrinhos do Homem-Aranha.
Infelizmente, nada disso quer dizer muita coisa. Afinal, por mais que ambos sejam dois grandes sucessos de bilheteria, são alguns dos piores exemplares que o gênero de super-heróis ofereceu nos últimos anos.
Com Jared Leto (“Casa Gucci”) no papel do vilão/anti-herói dos quadrinhos da Marvel, “Morbius” começa bem, com uma introdução segura e em alguns momentos até inspirada, que supera problemas clássicos de histórias de origem e de linguagem excessivamente científica.
Infelizmente, em algum ponto mais próximo ao fim, se perde completamente por causa de seu vilão sem graça e pouco inspirado, que não oferece nenhum conflito minimamente interessante – tanto para o protagonista quanto para o público.
No fim, o filme que estreia nesta quinta-feira (31) nos cinemas brasileiros parece desistir da própria história, que caminhava razoavelmente bem, e se contenta em ser apenas escada para a expansão de um novo universo cinematográfico.
Jared Leto conta que lutou para ter monstro de computação gráfica em ‘Morbius’
Nascimento do vampiro
No filme dirigido por Daniel Espinosa (“Vida”), o ator interpreta o personagem do título, um geneticista renomado com uma rara doença sanguínea que o leva, é claro, a pesquisas um tanto quanto arriscadas.
Ao misturar seu DNA com o de um morcego em busca de uma cura, ele se transforma em uma criatura superpoderosa que precisa de sangue para sobreviver.
Se há algo que funciona em “Morbius” é a decisão de mostrar a transformação o quanto antes.
Jared Leto em cena de ‘Morbius’
Divulgação
Por mais que a narrativa até então seja dominada por jargões pseudocientíficos cansados, e que a motivação do protagonista não tenha lá muita originalidade, o ritmo encaixa e a história flui sem grandes problemas.
Leto contribui ao conter alguns de seus impulsos mais afetados, como sua criticada versão do Coringa, de “Esquadrão Suicida” (2016), e aproxima um pouco o público do protagonista gênio com o equilíbrio certo de doçura e impulsividade.
Trailer de ‘Morbius’
Falta de interesse
A transformação, aliás, mostra um pouco do potencial que o filme nunca chega a atingir, com uma sequência digna de um bom filme de monstros, acompanhando pelos olhos de um time de mercenários eliminados um a um pelo novo vampiro.
Depois disso, a história perde impulso a cada minuto que passa. Com um vilão óbvio e sem graça, a trama toma todos os caminhos mais óbvios, e o conflito nunca chega perto de empolgar.
Matt Smith (“The Crown”) é um ator interessante, mas não consegue mostrar (ou desenvolver) interesse por um antagonista que os próprios roteiristas parecem não ter dado muita atenção.
Jared Leto e Adria Arjona em cena de ‘Morbius’
Divulgação
Os efeitos visuais esfumaçados criados para a movimentação das criaturas, tanto de Morbius quanto de seu inimigo, chegam a empolgar – pelo menos para quem não se lembrar do Noturno de “X-Men 2” (2003).
Mas é difícil evitar a sensação de que segurar por mais tempo a atmosfera de terror, com vampiros mais monstros do que bestas, alçaria a produção a um outro patamar além do mediano.
Após um confronto final sem inspiração ou qualquer grande emoção, o filme termina sem muito aviso – não que o público vá ligar muito.
Quer dizer, pelo menos não até as obrigatórias cenas pós-crédito, que conseguem a façanha (inédita, provavelmente) de deixar o resultado final ainda pior.

Fonte: G1 Entretenimento