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Tânia Maria volta a produzir tapetes em povoado no RN após sucesso em ‘O Agente Secreto’


Dona Tânia Maria produzindo tapetes no interior do RN
Reprodução
Após o sucesso como Dona Sebastiana, no premiado filme “O Agente Secreto”, a atriz potiguar Tânia Maria, de 79 anos, voltou a produzir tapetes artesanais no povoado de Santo Antônio da Cobra, no município de Parelhas (RN), onde mora. Ela mantém as atividades no audiovisual.
Tânia Maria se tornou atriz em 2019, aos 72 anos, após fazer um papel de figurante no filme “Bacurau”, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho, que também dirigiu “O Agente Secreto”. Antes disso, trabalhava como artesã e costureira.
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A volta às atividades de origem foi compartilhada pela própria atriz nas redes sociais. Tânia postou um vídeo costurando tapetes com a legenda “Fazendo arte para o seu lar”. Em seguida, mostrou o resultado final do produto, já embalado.
Conheça Tânia Maria, atriz potiguar que ganhou o mundo
A produção como artesã acontece após uma sequência de trabalhos de Tânia Maria como atriz.
Além da gravação e da campanha de “O Agente Secreto” pelo Oscar, ela também estrelou recentemente o longa “Yellow Cake”, que representou o Brasil no Festival de Roterdã, e tem lançamento internacional previsto para este mês de maio.
O Agente secreto
Tânia Maria recebeu grande reconhecimento pela atuação no filme O Agente Secreto, e chegou a ser lembrada por publicações especializadas, como Variety e The Hollywood Reporter, como uma candidata à indicação de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar, mas acabou ficando de fora da lista oficial.
O filme foi indicado a quatro estatuetas.
No filme, Tânia Maria vive Sebastiana, uma proprietária de apartamentos em Recife que abriga refugiados e Marcelo, o personagem de Wagner Moura.
Tânia Maria interpreta ‘Sebastiana’ em ‘O agente secreto’
Reprodução/Fantástico
Carreira nas telas
Tânia Maria conheceu Kleber Mendonça Filho durante as gravações de Bacurau no povoado de Santo Antônio da Cobra. Ela também fez amizade com o preparador de elenco Leonardo Lacca e outros artistas. Desde então, emendou uma série de produções.
Além de o Agente Secreto e Yellow Cake, a atriz também participou do filme “Seu Cavalcanti” e rodou a série policial “Delegado”, com previsão de estreia em 2026.
Ela também tem no currículo o curta-metragem “O Dilema das Rosas”, de Miguel Victor e os longas “Almeidinha”, de Gustavo Guedes e Julio Castro, e “Adoção”, de Allan Deberton.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Disney e James Cameron são processados ​​por suposto uso indevido da imagem de atriz em ‘Avatar’


James Cameron defende a liberdade criativa da captura de performance usada em ‘Avatar’
A Disney e o diretor James Cameron foram processados na Justiça federal da Califórnia por uma atriz que alega que Cameron usou indevidamente sua imagem como base para a personagem Neytiri, da franquia de sucesso Avatar.
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Segundo a ação apresentada na terça-feira (5), a atriz Q’Orianka Kilcher afirmou que Cameron “extraiu, replicou e explorou comercialmente sua aparência facial” no design de Neytiri, acusando o diretor e a Disney de violarem seus direitos de imagem.
Representantes da Disney não responderam imediatamente a um pedido de comentário sobre o processo nesta quarta-feira.
“O que Cameron fez não foi inspiração, foi extração”, afirmou em nota Arnold Peter, advogado de Kilcher, do escritório Peter Law Group. “Ele pegou os traços biométricos únicos de uma garota indígena de 14 anos, passou isso por um processo industrial de produção e gerou bilhões de dólares em lucro sem nunca pedir sua permissão.”
Kilcher estreou como atriz aos 14 anos, interpretando Pocahontas no filme The New World, dirigido por Terrence Malick. Entre seus outros trabalhos está um papel recorrente na série Yellowstone.
Q’Orianka Kilcher em cena de ‘O Novo Mundo’ e Zoe Saldaña em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
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O primeiro filme de Avatar, lançado em 2009, se tornou a maior bilheteria da história do cinema, arrecadando cerca de US$ 3 bilhões. O terceiro longa da franquia, Avatar: Fire and Ash, ultrapassou US$ 1 bilhão em bilheteria desde sua estreia no fim do ano passado.
A série “Avatar” é centrada em um grupo de alienígenas chamados Na’vi, que, segundo o processo, foram inspirados em culturas indígenas. A protagonista Na’vi, Neytiri, é interpretada nos filmes por Zoe Saldaña.
Zoe Saldaña em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
Kilcher afirmou na ação que Cameron usou, sem autorização, uma fotografia sua como material de referência para os traços faciais digitalmente renderizados de Neytiri. O processo diz ainda que Cameron já teria reconhecido ter utilizado uma imagem da atriz — que é descendente de indígenas peruanos — tirada durante as filmagens de “The New World” como base para o design da personagem.
“O resultado foi uma franquia cinematográfica extremamente lucrativa que se apresentava como simpática às lutas indígenas, enquanto explorava silenciosamente uma jovem indígena real nos bastidores”, afirma o processo de Kilcher.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hábil partideiro na vida real, Mosquito tem o perfil ideal para interpretar Zeca Pagodinho em cinebiografia feita no Rio


Mosquito em cena como Zeca Pagodinho, protagonista do filme ‘Deixa a vida me levar’, dirigido por Silvio Guindane
Victor Pollak / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Partideiro de alta estirpe, tendo lançado um dos melhores álbuns de 2025, “Quinhão”, o cantor e compositor carioca Pedro Assad Medeiros Torres – conhecido como Mosquito nas rodas de samba – sempre foi considerado herdeiro legítimo do conterrâneo Zeca Pagodinho. Por isso mesmo, não chega a surpreender que Mosquito tenha sido escolhido para interpretar Zeca na cinebiografia do sambista.
Em que pese a inexperiência como ator, Mosquito é sambista afinado com o estilo do cantor e, além de tudo, tem o mesmo tipo franzino de Zeca nos anos 1980. Com o physique du rôle ideal para o personagem protagonista, Mosquito já está no set de gravação.
Sob a direção do cineasta Silvio Guindane, o filme “Deixa a vida me levar” teve as filmagens iniciadas no Rio de Janeiro (RJ) na segunda-feira, 4 de maio. As primeiras cenas do longa-metragem de Guindane foram rodadas no Helênico – clube fundado em 1976 no bairro carioca do Rio Comprido e famoso pelos bailes de samba – e na Serrinha, território de ancestralidade e resistência do jongo e do samba.
Assinado por Roberto Faustino, o roteiro do filme é baseado na discobiografia “Zeca – Deixa o samba me levar” (2014), escrita por Jane Barboza e Leonardo Bruno.
Nome indissociável da trajetória artística de Zeca Pagodinho, o cantor e compositor Arlindo Cruz (1958 – 2025) será interpretado no filme pelo filho, Arlindinho, também conhecido como Arlindo Neto. Já Beth Carvalho (1946 – 2019), cantora que revelou Zeca em álbum de 1983, será vivida na tela por Stephanie Serrat.
O filme “Deixa a vida me levar” ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Agência de direitos humanos dos EUA processa ‘The New York Times’ por discriminação contra funcionário branco


Emblema da Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego dos EUA (EEOC).
David Zalubowski/AP
A agência federal de direitos civis dos Estados Unidos entrou com uma ação contra o “The New York Times” por suposta discriminação contra um funcionário branco que não foi promovido.
Segundo o processo, apresentado na terça-feira (6), o jornal teria deixado de promover o homem para favorecer uma mulher menos qualificada, com o objetivo de cumprir metas de diversidade.
A Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego (EEOC, na sigla em inglês) moveu a ação em nome de um editor do jornal. Ele afirma ter sido vítima de discriminação de gênero e raça ao não conseguir a vaga de editor-adjunto de imóveis em 2025.
A denúncia se baseia no Título VII da Civil Rights Act of 1964, que proíbe discriminação no trabalho por sexo, raça, origem nacional ou religião.
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De acordo com a agência, as metas públicas do jornal para aumentar a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança influenciaram a decisão. O homem branco teria sido excluído da etapa final, enquanto três mulheres e um homem negro avançaram.
A presidente da EEOC, Andrea Lucas, afirmou que nenhuma instituição está acima da lei.
“Não existe ‘discriminação reversa’. Toda discriminação por raça ou sexo é ilegal”, disse.
Lucas é aliada das políticas do governo do presidente Donald Trump contra programas corporativos de diversidade. Ela já incentivou homens brancos a denunciarem casos de discriminação.
O “New York Times” disse que a ação é “politicamente motivada” e afirmou que vai se defender “com vigor”.
Logo do The New York Times em frente ao prédio do jornal.
Mark Lennihan/AP
A porta-voz do jornal, Danielle Rhoades Ha, declarou que a EEOC ignorou fatos para sustentar uma narrativa pré-definida.
Segundo ela, nem raça nem gênero influenciaram a escolha. “Contratamos a candidata mais qualificada, e ela é uma excelente editora”, disse.
O processo afirma que o funcionário trabalha no jornal desde 2014, principalmente na editoria internacional, e tinha experiência com cobertura imobiliária.
Já a mulher escolhida para o cargo, segundo a ação, não tinha experiência na área. A EEOC afirma que ela “se encaixava nas características de raça e gênero” que o jornal buscava ampliar na liderança.
O processo também cita políticas de diversidade do jornal, incluindo um plano lançado em 2021 que previa aumentar em 50% o número de líderes negros e latinos até 2025.
Segundo a EEOC, essa meta foi atingida já em 2022, mas a empresa manteve os programas. Em 2024, funcionários brancos representavam 68% da liderança, contra 29% de pessoas não brancas.
Críticos dizem que a ação da agência ataca iniciativas que buscam reduzir desigualdades históricas no mercado de trabalho dos EUA.
A EEOC também investiga outras empresas. Em fevereiro, abriu apuração contra a Nike por suposta discriminação racial contra funcionários brancos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Francis Hime e Simone conduzem show ‘Embarcação’ a um céu de canções amplificadas pela paixão e pelo afeto


Francis Hime e Simone estreiam em clima afetuoso, no Rio de Janeiro (RJ), o show ‘Embarcação’
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Embarcação
Artistas: Francis Hime e Simone
Data e local: 5 de maio de 2026 no Teatro Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Quando Francis Hime e Simone se afinaram no canto de “Existe um céu”, parceria do compositor com Geraldo Carneiro lançada pela cantora há 19 anos na trilha sonora da novela “Paraíso tropical” (TV Globo, 2007), já ficou evidente para o público do Teatro Ipanema que o show “Embarcação” conduziria o ouvinte a um céu lírico e imaginário onde vagueiam palavras de amor em canções amplificadas na apresentação pela paixão pela obra de Francis.
A devoção ao cancioneiro sublime do compositor carioca – partilhada por Simone com a plateia embevecida – é o mote desse show sedutor que estreou ontem, 5 de maio, no Rio de Janeiro (RJ) e que ocupará os palcos do Teatro Ipanema durante todas as terças-feiras de maio em temporada de ingressos já esgotados.
Histórico pela própria natureza do encontro inédito entre Francis Hime e Simone, o show “Embarcação” navegou sereno pelas águas do afeto, com direção e roteiro de Olivia Hime, celebrando parceria musical iniciada há 50 anos quando Simone gravou com arranjo de Francis a música “O que será (À flor da terra)”, composta por Chico Buarque para a trilha sonora do filme “Dona flor e seus dois maridos” (1976).
De lá para cá, Simone gravou várias músicas de Francis – algumas com a proeza de ter sido a intérprete mais popular, caso do samba “Embarcação” (Chico Buarque e Francis Hime), gravado pela cantora no álbum “Corpo e alma” no mesmo ano de 1982 em que Francis registrou o samba no disco “Pau Brasil”.
Não por acaso, “Embarcação” foi a música escolhida para abrir (em número solo de Simone) e batizar esse show que eleva a outro patamar a programação do já então bem-sucedido projeto “Terças no Ipanema”, orquestrado com curadoria de Flávia Souza Lima desde janeiro de 2025.
Simone canta no show ‘Embarcação’ músicas de Francis Hime até então inéditas na voz da cantora, casos das canções ‘Minha’ e ‘Imaginada’
Rodrigo Goffredo
O show “Embarcação” chegou à cena coeso, azeitado por ensaios e embalado por afetos e admiração mútua entre cantora e compositor. Ficou nítido o prazer dos artistas por estarem fazendo um show juntos pela primeira vez, ainda que já tenham dividido o palco ocasionalmente, como na estreia do último show de Francis, “Não navego pra chegar”, no Rio de Janeiro (RJ), em maio de 2025.
Cantora nascida no berço da MPB, Simone entrou inteira no universo de Francis Hime, dando a voz grave e elegante a músicas que, em alguns casos, exaltam a mulher amada.
Foi um bálsamo ouvir a cantora interpretar sozinha uma canção do porte de “Minha” (Francis Hime e Ruy Guerra, 1966) – com o devido toque do piano do maestro – e dividir com o compositor o canto de “Imaginada” (2025), canção com alma de blues composta por Francis Hime com Ivan Lins para o álbum “Não navego pra chegar” (2025). Sem falar no canto preciso de “Sem mais adeus” (1963), já no bis, com Simone sentada próxima ao piano de Francis, sublinhando o clima de aconchego reinante no show.
Pedra fundamental e inaugural da obra maestra de Francis, composta em parceria com o poeta Vinicius de Moraes (1913 – 1980), a canção “Sem mais adeus” já mostrou de cara a maestria de Francis na criação de melodias que, não raro, beiram o sublime.
Imerso em poesia, regida pelos versos de parceiros como Chico Buarque (nome mais recorrente no roteiro), Geraldo Carneiro, Olivia Hime, Ruy Guerra e o próprio Vinicius, o cancioneiro de Francis Hime está repleto de músicas embebidas em lirismo. No show, esse lirismo foi realçado pelo toque do violoncelo de Hugo Pilger, músico que embeveceu o público no solo feito no arranjo de “Atrás da porta” (Francis Hime e Chico Buarque, 1972).
Detalhe: Francis cantou “Atrás da porta” sozinho porque Simone, sábia, entendeu que nada poderia acrescentar à canção já gravada de forma definitiva por Elis Regina (1945 – 1982). Prevaleceu então o sentimento do autor em um dos pontos mais altos do show “Embarcação”.
Posicionado ao lado do violoncelista Hugo Pilger no palco do Teatro Ipanema, o tecladista Chico Lira – músico da atual banda de Simone – disse a que veio quando tirou sons percussivos das teclas no samba “Tô voltando” (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979) – licença poética de roteiro que também abriu espaço para outros dois sucessos de Simone, “Jura secreta” (Sueli Costa e Abel Silva, 1977) e “Mar e lua” (Chico Buarque, 1980), cantados com Francis na posição de espectador da artista – e também quando, no canto de “O que será (À flor da terra)”, Chico Lira evocou nos teclados o arranjo inebriante criado por Francis para a gravação de “O que será (À flor da pele)” feita por Milton Nascimento para o álbum “Geraes” (1976) com a participação de Chico Buarque.
Ambos, Pilger e Lira, se afinaram em ritmo mais frenético no arranjo do samba “Pivete” (Francis Hime e Chico Buarque, 1978), primeira música do bis encerrado com a já mencionada canção “Sem mais adeus”.
Simone toca tamborim em alguns sambas do roteiro do show ‘Embarcação’, atração do projeto ‘Terças no Ipanema’
Rodrigo Goffredo
Além de cantar, Simone tocou percussão ao longo do show, percutindo um tamborim em sambas como “Amor barato” (Francis Hime e Chico Buarque, 1981), “Anoiteceu” (Francis Hime e Vinicius de Moraes, 1966) e “Samba pra Martinho” (Francis Hime, Geraldo Carneiro e Olivia Hime, 2015), o primeiro ouvido em solo vocal de Francis e os dois últimos cantados em duo pelos artistas, com direito a um improviso de Simone a capella de “Café com leite”(Martinho da Vila e Zé Katimba, 1996), samba que batizou o álbum que a cantora lançou há 30 anos com músicas de Martinho da Vila, o bamba homenageado por Francis.
Além do recorrente tamborim, Simone também tocou bongô enquanto cantava o bolero “Maravilha” (1977), pondo o devido molho cubano na música composta por Francis e Chico Buarque para exaltar Cuba.
Mesmo que o samba-enredo “Vai passar” (Chico Buarque e Francis Hime, 1984) tenha entrado na avenida em tom menos majestoso do que o habitual, no arremate do show (antes do bis), nada empanou o brilho do show “Embarcação”.
Com Simone à vontade no universo de Francis Hime, em satisfação visível tanto na interpretação sem melodrama da canção “Trocando em miúdos” (Francis Hime e Chico Buarque, 1977) como nos detalhes como o canto ameaçador do verso “O homem vem aí” ao fim do samba ambientalista “Passaredo” (Francis Hime e Chico Buarque, 1975), número no qual a cantora tocou apito, a primeira das quatro apresentações do show “Embarcação” celebrou tanto o encontro dos artistas quanto a existência resiliente de uma MPB que figura entre o que de melhor se produziu na cultura do Brasil em todos os tempos.
Sim, existe um céu na música brasileira.
Francis Hime e Simone cantam, entre solos e duetos, 18 músicas no roteiro do show ‘Embarcação’
Rodrigo Goffredo
♪ Eis o roteiro seguido em 5 de maio de 2026 por Francis Hime e Simone na estreia do show “Embarcação” no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro, dentro do projeto “Terças no Ipanema”:
1. “Embarcação” (Francis Hime e Chico Buarque, 1982) – Simone
2. “Existe um céu” (Francis Hime e Geraldo Carneiro, 2007) – Simone e Francis Hime
3. “Passaredo” (Francis Hime e Chico Buarque, 1975) – Francis Hime (com intervenção de Simone ao fim)
4. “Imaginada” (Francis Hime e Ivan Lins, 2025) – Simone e Francis Hime
5. “Trocando em miúdos” (Francis Hime e Chico Buarque, 1977) – Simone
♬ “Café com leite” (Martinho da Vila e Zé Katimba, 1996) – Improviso a capella de Simone
6. “Samba pra Martinho” (Francis Hime, Geraldo Carneiro e Olivia Hime, 2025) – Simone e Francis Hime
7. “Jura secreta” (Sueli Costa e Abel Silva, 1977) – Simone
8. “Mar e lua” (Chico Buarque, 1980) – Simone
9. “À flor da terra (O que será)” (Francis Hime e Chico Buarque, 1976) – Simone
10. “Maravilha” (Francis Hime e Chico Buarque, 1977) – Simone e Francis Hime
11. “Atrás da porta” (Francis Hime e Chico Buarque, 1972) – Francis Hime
12. “Minha” (Francis Hime e Ruy Guerra, 1966) – Simone
13. “Anoiteceu” (Francis Hime e Vinicius de Moraes, 1966) – Simone e Francis Hime
14. “Amor barato” (Francis Hime e Chico Buarque, 1981) – Francis Hime
15. “Tô voltando” (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979) – Simone
16. “Vai passar” (Francis Hime e Chico Buarque, 1984) – Simone e Francis Hime
Bis:
17. “Pivete” (Francis Hime e Chico Buarque, 1978) – Francis Hime
18. “Sem mais adeus” (Francis Hime e Vinicius de Moraes, 1963) – Simone

Fonte: G1 Entretenimento

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Mãe de Beyoncé sobre estreia da neta no Met Gala: ‘Foi um déjà vu’


Beyoncé e Blue Ivy no Met Gala 2026
JAMIE MCCARTHY / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP
Tina Knowles comentou sobre a emoção de ver sua neta estrear no Met Gala, na noite de segunda-feira (4). A mãe da cantora Beyoncé explicou que teve a sensação de já ter vivido aquele momento ao ver Blue Ivy Carter no evento de gala.
“Foi meio nostálgico”, explicou Tina. “Beyoncé estreou no tapete vermelho aos 15 anos, e Blue tem 14, então vê-la lá, confiante e linda, foi como um déjà vu”, disse.
“Fiquei muito emocionada, derramei algumas lágrimas”, admitiu Knowles durante uma participação no programa “3rd Hour of Today” nesta terça-feira (5).
Beyoncé foi uma das anfitriãs do Met Gala deste ano, marcando seu retorno ao evento beneficente de moda após uma década. Apesar da idade, Blue Ivy pôde comparecer ao evento, quebrando a tradicional restrição de idade de 18 anos. Ela estava acompanhada de seus pais, Jay-Z e Beyoncé.
Segundo a revista “People”, a jovem de 14 anos usava um vestido branco tomara que caia da Balenciaga e sapatos Jimmy Choo com cristais, que combinavam com o vestido da mãe.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pare de orar por ele e ore por você’: quem é a pastora que viralizou ao alertar sobre violência doméstica no meio cristão?


Pastora viraliza com discurso sobre violência doméstica
Um discurso feito durante um dos maiores congressos evangélicos do Brasil ganhou grande repercussão nas redes sociais nos últimos dias ao abordar, de forma direta, temas como violência doméstica, abuso sexual e pedofilia dentro da igreja.
A fala, parte da pregação da pastora Helena Raquel, critica o silêncio institucional e a omissão sobre líderes religiosos e membros de igrejas que cometem esses crimes.
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“Pedófilo não é ungido. Pedófilo é criminoso. Não existe capacidade de se encontrar na mesma figura um pastor e um abusador. Ou é pastor, ou é abusador”, afirmou.
Um dos trechos da pregação compartilhado nas redes atingiu 11 milhões de visualizações no Instagram até terça‑feira (5). No recorte, a pastora se dirige especialmente a mulheres cristãs que sofrem violência em relacionamentos abusivos:
“Pare de orar por ele hoje e comece a orar por você. Você precisa ter coragem para sair, denunciar e buscar um lugar seguro. E não acredite em pedidos de desculpa, porque quem agride mata.”
As falas de Helena Raquel foram compartilhadas por diversas personalidades, entre elas a apresentadora Xuxa Meneghel, além de artistas e influenciadores que ressaltaram a importância do assunto.
Pastora diz para mulheres denunciarem agressores em evento evangélico em SC
Redes sociais/ Reprodução
Quem é Helena Raquel
Com 34 anos de ministério, Helena Raquel soma atualmente 1,6 milhão de seguidores no Instagram. Ela é líder da Assembleia de Deus Vida na Palavra (ADPIV) no Rio.
No sermão, ela utilizou o relato de Juízes 19, um dos textos mais violentos da Bíblia, para traçar paralelos com a realidade contemporânea e alertar sobre a responsabilidade coletiva diante do sofrimento humano.
‘Corporativismo religioso’
Ao longo da mensagem, a pastora criticou duramente o que chamou de “corporativismo religioso”, defendendo que a fé deve caminhar lado a lado com responsabilidade social e ética:
“Se alguém ainda tem dúvidas, eu não tenho — e já peço perdão, porque há alguns aqui, ou mesmo no nosso arraial, que são ímpios infiltrados, vestidos de crentes. Não podemos passar essa vergonha nacional com um corporativismo ridículo.”
Ela também mencionou crimes de pedofilia ocorridos na Igreja Católica e criticou a prática de simplesmente transferir líderes acusados para outras comunidades religiosas:
“Não troque um criminoso de paróquia. Não mande esse presente embrulhado para outra igreja. Quem agride esposa, filhos ou é pedófilo precisa responder à Justiça.”
Durante a ministração, Helena Raquel citou também explicitamente canais oficiais de denúncia, falando diretamente tanto com vítimas adultas quanto com crianças. Ela também pediu que igrejas criem redes de acolhimento, com treinamento de voluntárias e apoio psicológico — mesmo em comunidades com poucos recursos — para evitar que vítimas continuem sendo silenciadas.
A pregação ocorreu durante o 41º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora, realizado em Camboriú (SC). O evento reúne milhares de cristãos presencialmente e alcança milhões por meio de transmissões on-line, sendo considerado um dos encontros missionários mais influentes do meio evangélico brasileiro.

Repercussão
No YouTube, o vídeo oficial e completo da ministração — com cerca de 1h20 de duração — soma aproximadamente 810 mil visualizações apenas dois dias após a publicação, além de mais de 5 mil comentários. Muitos deles são relatos de mulheres que afirmam ter vivido situações de violência, abuso e falta de acolhimento em ambientes religiosos.

“É assustador pensar que isso precise ser dito, mas é necessário”, escreveu uma usuária. “Ela está fazendo o que muita gente se cala por medo”, comentou outra.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Diablo 4: Lord of Hatred’: Como reações de jogadores ‘mudaram dramaticamente’ a história


Desde o lançamento de “Diablo 4: Lord of Hatred” no último dia 27, jogadores do RPG de ação têm se aventurado na grande conclusão da história apresentada pela segunda expansão do game de 2023. E essa trama poderia ter sido “dramaticamente” diferente.
g1 jogou: ‘Lord of Hatred’ simplifica básico e amplia opções em final incrível
Sem entrar em spoilers, a campanha do DLC traz o confronto final do protagonista e de Mefisto, o “Senhor do Ódio” do título – e redime alguns personagens no processo, se despede de outros e até resgata certos favoritos dos fãs, de jogos anteriores.
O arco narrativo geral se manteve em grande parte o mesmo desde o começo– com o antagonismo da demônia Lilith na abertura e o embate com seu pai no final. Mas detalhes de como chegar até lá variaram bastante.
“Inicialmente, não tínhamos certeza de quantas expansões teríamos, mas essa sempre foi a história planejada”, diz em entrevista ao g1 um dos diretores associados de game design do jogo, Rex Dickson.
“Havia um rascunho inicial de ‘Lord of Hatred’ que foi mudado dramaticamente baseado nas reações a ‘Vessel of Hatred’ (2024). Tinha um foco bem maior na Oráculo e na Rainha Amazona. Ao ver o quanto as pessoas amaram alguns personagens, queríamos trazê-los de volta. Por isso, temos mais de Lilith e Mefisto agora.”
Assista ao trailer de ‘Diablo 4: Lord of Hatred’
A eterna busca por equilíbrio
Além da conclusão da história central do game, a nova expansão apresenta duas novas classes selecionáveis – o heroico paladino e o sombrio bruxo –, um sistema totalmente repaginado de habilidades e mais uma série de outras novidades.
Elas fazem parte de um esforço contínuo para entreter a maior parte dos jogadores de “Diablo 4”, que tem uma comunidade dividida em dois tipos pelos desenvolvedores.
Enquanto uma fatia considerável, segundo Dickson, está interessada apenas na história, a fundação do público é constituída pelos jogadores das temporadas – que adicionam conteúdo inédito e pequenas tramas em períodos que duram alguns meses.
O desafio é agradar o aventureiro mais casual, que tem poucas horas para jogar por semana, assim como o hardcore, que em poucos dias já chegou ao limite de evolução do personagem.
Essa foi a inspiração para uma das principais atividades introduzidas pelo DLC, chamada de planos de guerra. Acessível após o fim da campanha, ela permite que o jogador escolha entre diferentes desafios e ganhe recompensas mais previsíveis com a conclusão do percurso selecionado.
“Sabe, muita gente jogava apenas as hordas infernais de novo e de novo porque acha que é a maneira mais rápida de conseguir experiência”, afirma ele.
“E planos de guerra te incentiva a fazer atividades diferentes, desde a cidade subterrânea às masmorras pesadelo.”
“Assim, você consegue uma mistura legal e equilibrada. Achamos que essa é a melhor maneira de manter as pessoas jogando.”
Paladino e Bruxo são as novas classes de ‘Diablo 4: Lord of Hatred’
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O futuro de ‘Diablo’
Com o sucesso com os críticos e uma recepção favorável com os jogadores, pelo menos por ora, “Lord of Hatred” parece ter se firmado como uma conclusão aceitável para a saga – e uma boa fundação para o futuro da série.
O mistério agora é se ele tomará forma como uma nova trilogia de expansões – o que iria muito além do que aconteceu com “Diablo 2” e “Diablo 3”, que tiveram apenas um DLC cada – ou apenas com um “Diablo 5”.
“Poderíamos continuar produzindo expansões e pacotes com classes para sempre, e o público provavelmente estaria ali. Então talvez vocês vejam um pouco disso, dependendo das vendas de ‘Lord of Hatred'”, fala o desenvolvedor, com um leve sorriso.
“Estamos guardando algumas coisas grandes para o futuro.”
2026 também marca os 30 anos da franquia – por mais que se discuta se o primeiro “Diablo” foi lançado em dezembro de 1996 ou em janeiro de 1997.
Faz sentido, então, que a comunidade espere grandes novidades para os próximos meses.
Para os ansiosos, Dickson faz mistério, mas pede que os fãs fiquem de olho na BlizzCon 2026, que acontece nos dias 12 e 13 de setembro. Em seu grande evento anual, a desenvolvedora Blizzard apresenta novidades de seus jogos principais, como “Diablo”.
“Blizzcon vai ser muito grande para a gente. Esperem alguns anúncios surpresa gigantescos esse ano.”
‘Diablo 4: Lord of Hatred’
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Fonte: G1 Entretenimento

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Os Garotin reúne Liniker, Lenine, Arthur Verocai, Malía, Hamilton de Holanda e 2ZDinizz no álbum ‘Força da juventude’


Capa do álbum ‘Força da juventude’, do trio Os Garotin
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♫ NOTÍCIA
♬ “Força da juventude” é o título do segundo álbum do trio fluminense Os Garotin. “Força da juventude” é também o nome de uma das 13 músicas do álbum programado para ser lançado em 14 de maio.
Além do já noticiado feat do grupo com a cantora Marina Sena e o rapper BK, convidados da faixa “Se joga”, o álbum “Força da juventude” tem participações de nomes como o pianista Arthur Verocai (na faixa “Uma noite só”), a cantora carioca Malía (na música “Deixa eu te encontrar”), o rapper niteroiense 2ZDinizz (na faixa “Falador”) e o cantor Lenine e o bandolinista Hamilton de Holanda (ambos na música “Soul brasileiro”).
Liniker também faz feat com Os Garotin na música “Simples assim”, apresentada pelo trio em setembro do ano passado no EP “Session 2”.
O repertório do álbum “Força da juventude” também inclui as músicas “Hoje eu vou me dar bem”, “Baby não vá”, “Gimme just one night”, “Não vá”, “Fantástica” e “Calor e arrepio”.
♪ Eis, na disposição das faixas no álbum “Força da juventude”, as 13 músicas do segundo álbum dos Garotin:
1. “Hoje eu vou me dar bem”
2. “Se joga” | Feat. BK e Marina Sena
3. “Baby não vá”
4. “Deixa eu te encontrar” | Feat. Malia
5. “Soul brasileiro” | Feat. Lenine e Hamilton de Holanda
6. “Força da juventude”
7. “Falador” | Feat. 2ZDinizz
8. “Gimme just one night”
9. “Calor e arrepio”
10. “Não vá”
11. “Fantástica”
12. “Simples assim” | Feat. Liniker
13. “uma noite só” | Feat. Arthur Verocai

Fonte: G1 Entretenimento

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Canecão, casa que reabre em 2027 no Rio, tem memória reavivada em filme com depoimento de Roberto Carlos


Roberto Carlos em cena do documentário ‘Canecão – Tantas emoções’, filme do diretor Bruno Levinson
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das mais importantes casas de shows do Brasil, inaugurada em 1967 (com shows a partir de 1969), desativada em 2010 e prevista para ser reaberta em 2027 como complexo cultural, o Canecão é coisa de cinema. A história desse mítico palco carioca – atestado de sucesso para quem lá se apresentou, sobretudo nos anos 1970 e 1980 – é contada no documentário “Canecão – Tantas emoções”, do diretor Bruno Levinson.
Inédito, o filme estreia em junho com première agendada na programação da Mostra Brasil da 18ª edição do In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical.
Levinson reconstitui a história e as estórias do Canecão através de material de arquivo e depoimentos inéditos de jornalistas, de funcionários da casa e, claro, de artistas como Adriana Calcanhotto, Alcione, Alceu Valença, Fernanda Abreu, Marcelo D2 e Roberto Carlos, cujo primeiro grande show, “Roberto Carlos a 200 km por hora!”, estreou no Canecão em 3 de setembro de 1970. Desde então, o cantor apresentou vários shows na casa até o Canecão fechar as portas em 17 de outubro de 2010.
Alcione em cena do documentário ‘Canecão – Tantas emoções’, filme do diretor Bruno Levinson
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento