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Organização do Lollapalooza recorre de decisão de ministro do TSE que vedou manifestações eleitorais de artistas

Ministro do TSE Raul Araújo estipulou multa de R$ 50 mil para o festival para cada vez que a determinação for desobedecida. A organização do festival Lollapalooza recorreu da decisão do ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que vedou manifestações eleitorais por parte dos músicos que se apresentariam no festival neste domingo.
O ministro estipulou multa de R$ 50 mil para o festival para cada vez que a determinação for desobedecida. O festival de música começou na sexta-feira (25), em São Paulo, e acaba neste domingo (27).
A decisão do ministro acolheu um pedido do PL, o partido do presidente Jair Bolsonaro, que acionou o TSE após manifestações dos artistas Pabllo Vittar e Marina no palco do festival, na sexta-feira (25), a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ao recorrer da decisão neste domingo, organização do festival Lollapalooza pede que a decisão seja revista e que não seja aplicada qualquer penalidade.
A empresa afirma que “não se pode querer transformar os eventos culturais em movimentos absolutamente neutros, sem participação política, sem que os legítimos interesses políticos sejam expressos, ou seja, não se pode querer que os diversos eventos sociais não possam ter uma participação ativa nas questões eleitorais”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lucy Ramos perde show de Black Pumas, no Lollapalooza: ‘fiz de tudo para chegar’


Atriz esteve no Lolla lounge neste domingo. Lucy Ramos curte o último dia de Lollapalooza 2022, em São Paulo
Celso Tavares/g1
Lucy Ramos não conseguiu chegar em tempo para o show do Black Pumas, que era a apresentação que queria acompanhar no Lollapalooza.
“Você acredita que fiz de tudo pra chegar no Black Pumas. E cheguei atrasada”, afirmou a atriz, durante passagem pelo Lolla Lounge pouco depois do encerramento da apresentação da banda neste domingo (27).
“Eu estou morando no meio do mato, aí eu saí do meio do mato, começou a chuva lá, é tudo mais demorado”, afirmou a atriz, que decidiu morar na casa que tem no interior de São Paulo durante a pandemia.
“A gente já tinha essa casa, já ia todo final de semana. Com a pandemia, a ideia era você fugir mesmo, ficar no seu cantinho, então a gente foi. Agora a gente se apaixonou por lá e é o lugar que a gente quer ficar mesmo. Agora que as coisas estão voltando, tem que ver como as coisas se ajustam.”
Durante passagem pelo evento, a atriz também falou sobre os projetos profissionais.
“Com essa coisa da pandemia, a gente já vem fazendo muitos projetos solos pra fazer os personagens que eu acredito que eu posso, que quero fazer. Entao a gente vem fazendo muito essa adaptação. Tem nosso filme agora chamado ‘Segundo Homem’, que a gente fez antes da pandemia. E ten outros projetos que estamos fazendo, série para Instagram, filme dessa série. Estamos produzindo. Mais do que só esperar o telefone tocar, a gente rala e corre atrás pra fazer a coisa acontecer.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2022: cobertura ao vivo


‘Ataque dos cães’ lidera em 12 categorias e cerimônia acontece no domingo (27). Oscar 2022: cobertura ao vivo ‘Ataque dos cães’ lidera em 12 categorias e cerimônia acontece no domingo (27). G1 já viu… Leia críticas de todos os dez indicados a Melhor Filme. Brasileiro Pedro Kos concorre com documentário de curta metragem “Onde Eu Moro”. Globoplay vai transmitir a cerimônia com exclusividade no streaming. Beyoncé e Billie Eilish estão entre as intérpretes das concorrentes de Canção Original

Fonte: G1 Entretenimento

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Negra Li escolhe look ousado para curtir Lollapalooza: ‘Tenho essa coisa da sensualidade’


Cantora contou ainda que está preparando álbum novo e que foi a festival para pegar referências. Negra Li curte o terceiro dia do Lollapalooza, em São Paulo
Celso Tavares/g1
Negra Li escolheu um look ousado para acompanhar o último dia de Lollapalooza. A cantora optou por uma blusa transparente que deixava o corpo à mostra.
“Primeiro eu prezo pelo conforto e eu acho que o Lolla tem essa cara de personalidade forte, uma coisa meio rock and roll.  E eu adoro usar preto, acho que preto combina com tudo.”
Negra Li fala sobre escolha de look transparente
“E gosto de ser ousada, porque tenho ascendente em escorpião, então tenho essa coisa da sensualidade. Então eu misturo tudo”, afirmou.
A cantora, que está preparando novo álbum, contou também que não está no festival apenas para curtir.
“Hoje vim ver o show da Kehlani, na sexta eu vi o da Doja Cat. Estou pegando referências, porque são cantoras que tem muito a ver com meu trabalho, com meu repertório musical.”
“Já subi no Lolla, acho que em 2019. Muito legal. A galera adora, é um público muito atuante. Não vejo a hora de voltar de novo aos palcos. Aqui eu venho pra estudar também. Pra curtir e pra estudar.”
Negra afirmou também que pediu para sua equipe para dar uma prolongada na pausa de agenda de shows.
“Esse ano, pedi pra equipe dar uma segurada porque eu quero fazer coisa nova, um show diferente do que a gente fez”, explicou Negra Li, que pretende voltar aos palcos em maio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Black Pumas leva soul rock sem falação e com cantoras de apoio poderosas


Black Pumas se apresenta no Lollapalooza, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Não teve discurso em português. Não teve hit de dancinha do TikTok. Com uma pegada diferente da maioria das atrações, o Black Pumas levou ao Lollapalooza um soul rock psicodélico aprovado por quem se sentou na colina do segundo palco mais importante do festival.
“Vocês querem tocar o céu com a gente São Paulo”, perguntou o vocalista Eric Burton, antes de “Touch the Sky”. Foi uma das raras interações com a plateia, em show com mais música do que falação.
No palco, a dupla texana completada pelo guitarrista Adrian Quesada tem uma banda completa ao lado deles. O destaque é a dupla de poderosas vocalistas de apoio. Em um festival com tantas vozes pré-gravadas e playback além da conta, é sempre bom ter um contraponto.
Eric Burton, vocalista da banda Black Pumas, se apresenta no Lollapalooza
Marcelo Brandt/g1
A mistura de rock, soul e R&B recheia toda a apresentação, que tem bons momentos em músicas como “Fire” e “Sugar Man”, cover do cantor americano Sixto Rodriguez, com história retratada em “Procurando Sugar Man”, ganhador do Oscar de Melhor Documentário em 2013.
A chuva fina no fiml da apresentação não espantou a plateia, vidrada na performance de Quesada e Burton. Foi na reta final (do show, não do autódromo) que a plateia cantou mais, principalmente em “Colors”.
É difícil explicar o som do Black Pumas, porque não tem muita invencionice. Eles basicamente modernizam o soul rock antigo, como o próprio vocalista explicou ao g1, antes do show.
“Sou fã de folk music, de Bob Dylan e Neil Young, e também de Marvin Gaye, Al Green, Aretha Franklin, Otis Redding e Wilson Pickett. São todos artistas que me identifico e tento levar para o Black Pumas.” Tenta. E, pelo que deu para ver e ouvir, conseguiu levar.
Eric Burton, vocalista do Black Pumas, no palco do Lollapalooza 2022
Marcelo Brandt/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Mano Brown e Ego Kill Talent serão convidados de Emicida no show final do Lollapalooza


Apresentação vai ter também Planet Hemp, que receberá Criolo como convidado na noite deste domingo (27) no encerramento do festival. Mano Brown faz show do disco ‘Boogie Naipe’ no palco Sunset no Rock in Rio, nesta sexta (27)
Marcelo Brandt/G1
O show que Emicida vai fazer na noite deste domingo (27) no Lollapalooza vai ter como convidados Mano Brown, do Racionais MC’s, e a banda Ego Kill Talent, anunciou a organização do evento. O palco principal também vai ter a apresentação do Planet Hemp, que receberá Criolo e deverá mostrar a inédita “Distopia”.
Banda e rapper vão receber ainda DJ Nyack, DJ KL Jay, Bivolt, Drik Barbosa e Rael.
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O show, que começa às 20h30, vai substituir o do Foo Fighters, que originalmente iria encerrar o Lollapalooza 2022 mas cancelou a participação por causa da morte do baterista Taylor Hawkins, aos 50 anos, na sexta-feira (25). A apresentação será ainda uma homenagem ao artista, que foi encontrado morto em um hotel na Colômbia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Idles fazem show caótico com mergulhos na plateia, bandeira LGBT na rodinha punk e rock ‘anti-fascista’

Banda inglesa conhecida por shows incendiários e músicas que confrontam machismo e xenofobia fez boa estreia no Brasil no Lollapalooza neste domingo. “Esse floco de neve é uma avalanche”. A frase de “I’m scum”, uma das melhores músicas do show caótico dos Idles, resume o plano da banda inglesa, bem executado neste domingo (27) no Lollapalooza.
“Floco de neve”, ou “snowflake”, é como os conservadores chamam pessoas que defendem justiça social, imigrantes e igualdade pelo mundo. Os Idles assumem isso em músicas que não soam panfletárias, mas pessoais, e com riffs que deixariam orgulhosos os tios do MC5 e dos Stooges.
A bandeira LGBT balançada na rodinha punk também explica bem a banda que pode parecer estranha para quem entendeu o rock errado, como muita gente no Brasil.
Os guitarristas Lee Kiernan e Mark Bowen, de vestido, deram mergulhos na plateia e mostraram o melhor do seu rock anti-reaça, com destaque para o álbum “Joy as an act of resistance” (“alegria como ato de resistência”, mais um resumo da banda), de 2018, que domina o setlist.
Bowen ficou no meio do público e cantou de zoeira “Nothing compares 2U”, de Sinéad O’Connor “Wonderwall”, do Oasis e “Let’s make love and listen Death From Above”, das brasileiras CSS, com ajuda do vocalista Joe Talbot.
Talbot homenageou Taylor Hawkins, pediu um coro do público para o baterista do Foo Fighters que morreu na sexta-feira, e dedicou todas as músicas do show a ele.
O show reabriu o palco principal após mais de uma hora de interrupção por causa de um alerta de chuva e raios. A plateia ainda não estava cheia, mas o público em frente ao palco pulava enlouquecido como se fosse um show lotado numa casa de shows menor.
No final, um novo mergulho de Mark Bowen na plateia, ao som de “Danny Nedelko”, punk pró-imigrantes, e “Rotweiller”, “uma canção anti-fascista”, segundo Talbot. Ele termina o show ajudando a socar os pratos da bateria. Em um Lolla de manifestos, taí um amigo gringo.

Fonte: G1 Entretenimento

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João Guilherme curte Lollapalooza em meio a correria de gravações: ‘esse ano não pude aproveitar tanto’


Ator falou sobre rotina de ponte aérea para filmagens nos Estúdios Globo enquanto também aproveita festival de música. João Guilherme
Celso Tavares/g1
João Gulherme já curtiu os Lollapaloozas de 2018 e 2019. E após a pausa gerada pela pandemia, retornou ao festival de música. Mas não conseguiu curtir do jeito que gosta por causa da correria das gravações nos Estúdios Globo.
Sem citar o projeto no qual está envolvido, o ator falou sobre a correria na ponte aérea para gravar e curtir o festival.
“Estou gravando no Rio. A gente está desde fevereiro até julho lá. Ontem entrei no estúdio às 6h, sai 18h, às 20h50 eu estava aqui no Lolla.  E agora, às 20h, tô voltando, e as 7h estou gravando de novo”, afirmou João, durante passagem pelo Lolla Lounge, por volta das 17h.
“Infelizmente não vou poder acompanhar todos os shows que eu queria, mas ano que vem vou estar aqui de novo, porque sou viciado nisso aqui”, disse o ator.
Apesar da correria, João conseguiu assistir ao show de Miley Cyrus, no sábado (26) e promete retornar nos próximos anos.
“Muito bom. Infelizmente esse ano eu não pude aproveitar tanto. Cheguei ontem e consegui ver o show da Miley pelo menos, vi de pertinho e a energia é surreal.”
“Sou apaixonado em festa, show, gente, rolê, beber um bom drink com os amigos. Então ontem poder sentir a energia, é diferente.”

Fonte: G1 Entretenimento

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No Lollapalooza, ex-BBBs André Martinelli e Viegas lamentam a morte de Taylor Hawkins


Dupla chegou junta ao festival neste domingo (27). Foo Fighters cancelou a apresentação que encerraria o evento após o baterista morrer, aos 50 anos, na Colômbia. Os ex-BBBs André Martinelli (à esquerda) e Viegas chegam ao Lollapalooza em 27 de março de 2022
Celso Tavares/g1
Os ex-BBs Viegas e André Martinelli chegaram juntos ao Lollapalooza na tarde deste domingo (27). Eles lamentaram a morte de Taylor Hawkins, baterista do Foo Fighters, que levou a banda a cancelar o show que encerraria o festival.
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“Queria muito ver Foo Fighters, fiquei muito triste pelo que aconteceu com o baterista… Mas estou feliz por ver tantas bandas brasileiras tocando nestsa edição, está aumentando a quantidade”, afirmou André.
Viegas disse que veio ver Black Pumas, mas não deixou de lamentar a morte de Hawkins.
“Eu queria muito ter visto esse show. Foo Fighters não é a que a banda que eu mais escuto, mas é referência desde Nirvana pelo Dave Grohl. Quando eu fazia coral cantava as músicas e por isso queria muito ver o show. Além claro de perder o ser humano que ele era, uma perda grande.”
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Taylor Hawkins, que tinha 50 anos, morreu nesta sexta-feira (25) na Colômbia, onde os integrantes da banda fariam uma apresentação. O baterista foi encontrado morto em hotel de Bogotá.
A Secretaria Distrital de Saúde da capital colombiana informou que o músico se queixou de dores no peito antes de morrer e que uma ambulância chegou a ser enviada ao local, mas o artista não respondeu às manobras de reanimação.
Um exame toxicológico divulgado neste sábado (26) apontou a presença de antidepressivos e opioides no sangue de Hawkins.
A Fiscalía General de la Nación (órgão equivalente à Procuradora Geral da União, no Brasil) divulgou um comunicado informando que “o exame toxicológico de urina praticado no corpo de Taylor Hawkins, foram encontrados preliminarmente 10 tipos de substâncias, entre elas THC (maconha), antidepressivos tricíclicos, benzodiazepínicos e opioides”.
Veja, abaixo, vídeos sobre Taylor Hawkins e o Foo Fighters:
Quem foi Taylor Hawkins, baterista da banda Foo Fighters
Em entrevista recente ao G1, Taylor Hawkins falou sobre o filme “Terror no Estúdio 666”
‘Everlong’, Foo Fighters: Lucas da Fresno explica hits do Lolla

Fonte: G1 Entretenimento

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Marina Sena ganha Lolla no grito e prova por que é a grande revelação da MPB sacolejante


Marina Sena se apresenta no Lollapalooza, em São Paulo
Fábio Tito/g1
Marina Sena, cantora mineira dona do hit “Por Supuesto”, mostrou ser uma voz original em meio a tantas novidades da MPB sacolejante moderninha.
O show neste domingo (27) de Lollapalooza foi a confirmação de uma carreira que decolou no segundo semestre de 2021, impulsionada pelo TikTok e com impressionantes 5,4 milhões de ouvintes mensais no Spotify.
Marina Sena se apresenta no Lollapalooza, em São Paulo
Fábio Tito/g1
“Meu Deus! É muita gente. Socorro, gente. Que chique. Caralho. Véi, cês são massa. Olha tem mineiro aí. Boa tarde, gente”, disse, no comecinho de show. “Eu acho que aqui tem mais gente do que a população da minha cidade. Tem mais do que a população de Taiobeiras.”
Não era tanto exagero. A cidade do Norte de Minas Gerais tem pouco mais de 30 mil habitantes e a frente do palco estava bem cheia. “Só tinha bezerro vendo a gente tocar e agora estamos aqui tocando para pessoas”, resumiu. Em um passeio pela plateia, acabou perdendo uma das unhas postiças ao dar a mão para os fãs.
O show tem boas coreografias e som pulsante. “Me toca” é a que melhor representa as intenções de Marina. Ela começa só com violão e um barulhinho de sintetizador e depois entra a banda fazendo uma barulheira com guitarra, baixo, bateria e percussão. No fim, ela larga o microfone e dança com quatro bailarinas.
Em cada pausa, ela segue falando, em discurso natural, estabanado, pouco ou nada ensaiado. “Quem ainda não tirou o título, tira… tem gente aqui que não tirou, né? É o único jeito para mudar alguma coisa.”
Marina Sena no palco do Lollapalooza neste domingo (27)
Fábio Tito/g1
No final do show, ao som de “Por supuesto”, Marina provou que a nova MPB, pelo menos, já deu uma mudadinha.
“Essa todo mundo sabe, né? Seus tiktokers.”
Público no show da Marina Sena, no Lollapalooza
Fábio Tito/g1

Fonte: G1 Entretenimento