Ministro do TSE Raul Araújo estipulou multa de R$ 50 mil para o festival para cada vez que a determinação for desobedecida. A organização do festival Lollapalooza recorreu da decisão do ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que vedou manifestações eleitorais por parte dos músicos que se apresentariam no festival neste domingo.
O ministro estipulou multa de R$ 50 mil para o festival para cada vez que a determinação for desobedecida. O festival de música começou na sexta-feira (25), em São Paulo, e acaba neste domingo (27).
A decisão do ministro acolheu um pedido do PL, o partido do presidente Jair Bolsonaro, que acionou o TSE após manifestações dos artistas Pabllo Vittar e Marina no palco do festival, na sexta-feira (25), a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ao recorrer da decisão neste domingo, organização do festival Lollapalooza pede que a decisão seja revista e que não seja aplicada qualquer penalidade.
A empresa afirma que “não se pode querer transformar os eventos culturais em movimentos absolutamente neutros, sem participação política, sem que os legítimos interesses políticos sejam expressos, ou seja, não se pode querer que os diversos eventos sociais não possam ter uma participação ativa nas questões eleitorais”.
O ministro estipulou multa de R$ 50 mil para o festival para cada vez que a determinação for desobedecida. O festival de música começou na sexta-feira (25), em São Paulo, e acaba neste domingo (27).
A decisão do ministro acolheu um pedido do PL, o partido do presidente Jair Bolsonaro, que acionou o TSE após manifestações dos artistas Pabllo Vittar e Marina no palco do festival, na sexta-feira (25), a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ao recorrer da decisão neste domingo, organização do festival Lollapalooza pede que a decisão seja revista e que não seja aplicada qualquer penalidade.
A empresa afirma que “não se pode querer transformar os eventos culturais em movimentos absolutamente neutros, sem participação política, sem que os legítimos interesses políticos sejam expressos, ou seja, não se pode querer que os diversos eventos sociais não possam ter uma participação ativa nas questões eleitorais”.
Fonte: G1 Entretenimento