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Jane Campion é unanimidade entre cineastas brasileiros para ganhar o Oscar 2022; veja palpites


Em bolão feito pelo g1, todos os participantes acham que Academia vai premiar diretora de ‘Ataque dos cães’ no domingo (27). Jane Campion, de ‘Ataque dos cães’, ganha prêmio principal do Sindicato dos Diretores dos EUA
Jesse Grant/Getty Images North America/Getty Images via AFP
O Oscar 2022 vai premiar, pela primeira vez na história da premiação, uma mulher pelo segundo ano consecutivo com a melhor direção neste domingo (27) – pelo menos é o que pensam todos os cineastas brasileiros que participam do bolão da categoria, organizado pelo g1 (veja a lista completa dos palpites abaixo).
Na brincadeira, eles responderam:
Quem vai ganhar o prêmio?
Quem merece o prêmio?
Jane Campion, neozelandesa responsável por “Ataque dos cães”, foi a escolha unânime de todos os diretores brasileiros (alguns deles membros votantes da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood) procurados pelo g1 nas duas perguntas.
É a primeira vez que isso acontece no bolão, que é realizado desde 2014. Uma evolução do que aconteceu em 2021, quando Chloé Zhao, que viria a confirmar o favoritismo ao levar a estatueta por “Nomadland”, foi lembrada em quase tudo.

Luisa Blanco/g1
“Ela merece pela obra e pela carreira. É uma super diretora”, responde, categoricamente, Anna Muylaert (“Que horas ela volta?”).
Paulo Morelli (“Cidade dos homens”) elabora mais. “Gosto da maneira como ela esconde a história, conta pouco, dá apenas indícios e, com isso, faz com que o público seja obrigado a desvendar o quebra-cabeças. Ao se tornar ativo na construção da narrativa, o público se engaja e se conecta.”
Bárbara Paz concorda. “Belíssima direção. Mais uma mulher a levar a estatueta merecidamente”, afirma a atriz e diretora. Em 2021, ela teve seu documentário, “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou”, escolhido para representar o Brasil na categoria de melhor filme internacional, mas o longa não entrou para a lista final.
Jane Campion e Benedict Cumberbatch durante gravação de ‘Ataque dos cães’
Kirsty Griffin/Netflix
O favoritismo de Campion se estende além do bolão. A primeira mulher a receber duas indicações a melhor direção – ela concorreu em 1994, por “O piano” – lidera a corrida por ter ganhado o prêmio principal do Sindicato dos Diretores dos EUA.
Este ano, ela também pode ganhar outras duas estatuetas. Ela pode levar por melhor roteiro adaptado e por melhor filme com os outros produtores de “Ataque dos cães”. Na direção, concorre com Kenneth Branagh (“Belfast”), Hamaguchi Ryusuke (“Drive my car”), Steven Spielberg (“Amor, sublime amor”) e Paul Thomas Anderson (“Licorice Pizza”).
“É de longe o melhor filme do ano”, diz Bruno Barreto (“Dona Flor e seus dois maridos”). “Zebra? ‘No ritmo do coração’. Emocionante e bem dirigido, mas sem o estilo e a maestria de ‘Ataque dos cães’.”
O codiretor do curta documental do também indicado “Onde eu moro”, Pedro Kos, segue o voto dos colegas. “Adorei ‘Ataque dos cães’. Ela fez uma obra prima”, afirma o cineasta, que pode conseguir para o Brasil seu primeiro Oscar.
Kodi Smit-McPhee e Benedict Cumberbatch em cena de ‘Ataque dos cães’
Kirsty Griffin/Netflix
“Acho que vai dar Jane Campion mesmo. E ela merece. Apesar da escorregada que deu no comentário sobre as irmãs Williams”, diz Marina Person (“Califórnia”), em referência ao discurso da neozelandesa ao ganhar o prêmio no Critics Choice Awards.
A cineasta elogiou as mulheres na cerimônia, destacando as tenistas que estavam ao lado do ator Will Smith, protagonista da cinebiografia “King Richard: Criando campeãs”.
“Serena e Venus, vocês são maravilhosas. No entanto, vocês não precisam competir com os homens como eu”, disse Campion.
Depois de críticas, a cineasta pediu desculpas. “Minha intenção não era menosprezar essas duas lendárias mulheres negras, atletas de nível mundial”, afirmou ela.
“O fato é que as irmãs Williams competiram com homens nas quadras e fora delas, elevaram os padrões e abriram as portas para as mulheres neste mundo.”
O diretor assistente Phil Jones e Jane Campion durante as gravações de ‘Ataque dos cães’
Kirsty Griffin/Netflix
Relembre os bolões do diretores ao longo dos anos:
2021: Chloé Zhao é favorita absoluta para diretores brasileiros
2020: Sam Mendes é a aposta, mas Bong Joon-Ho é o queridinho
2019: Favorito Alfonso Cuarón tem torcida dividida com Spike Lee
2018: Guillermo Del Toro e Christopher Nolan dividem torcida, mas mexicano é favorito
2017: Damien Chazelle é aposta e Denis Villeneuve tem maior torcida
2016: Alejandro González Iñárritu é favorito, mas George Miller vem logo atrás
2015: Richard Linklater supera Iñárritu como aposta
2014: Cuarón é favorito

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2022 começa nesta sexta com Strokes, Doja Cat, Pabllo Vittar e mais: como será o 1ª dia?


Após duas edições canceladas, festival vai voltar com seu dia mais diverso: tem indie rock, rap-pop e a volta do emo… Saiba tudo em vídeos, podcast, possíveis setlists e lista com horários. The Strokes, Doja Cat, Pabllo Vittar, Machine Gun Kelly e Matuê cantam no 1º dia do Lollapalooza Brasil 2022
Marcelo Brandt/G1; Kevin Mazur / Getty Images via AFP; Divulgação/ErnnaCost; Reprodução/Instagram
Após duas edições canceladas por causa da pandemia, o Lollapalooza Brasil volta nesta sexta-feira (25), primeiro dos três dias de shows do festival em 2022.
Veja abaixo um guia com vídeos sobre que esperar de cada show e dos setlists, podcast que explica a programação, horários, trechos dos shows no Chile e mais.
PERGUNTAS E RESPOSTAS: Como chegar? O que levar? Tem ingresso?
PROGRAMAÇÃO COMPLETA incluindo sábado e domingo
Dia mais diverso
A sexta-feira é diversa no Lolla: tem pra todo mundo na volta do festival. O indie-rock que é a cara do evento está no show principal, The Strokes, e nos Wombats. Mas também tem pop atrevido, trap de novinhos, emo renovado…
As cantoras da sexta são ousadas e conectadas: Doja Cat traz seu rap-pop melódico e sensual. Tem sua parceira Ashnikko, com visual excêntrico e som sem fronteiras. Ela já trocou elogios com a brasileira Pabllo Vittar, que vai botar o Lolla para dançar o tecnobrega do seu “Batidão tropical”. Ainda vai ter a Marina numa fase mais engajada.
Machine Gun Kelly e Jxdn, dois dos caras mais populares da nova geração do emo nos EUA, mostram como o rock emotivo se juntou ao hip-hop e voltou a tocar fundo no coração da geração Z.
No rap há dois novos ídolos: o cearense Matuê e o americano Jack Harlow. Os destaques da eletrônica juntam gerações: do veterano inglês Chris Lake ao prodígio mascarado anglo-norueguês Alan Walker.
Line-up do primeiro dia de Lollapalooza Brasil 2022; festival divulgou programação completa por horário nesta quinta (10)
Divulgação
Veja o que esperar de cada show:
Strokes
The Strokes no Lollapalooza: o que esperar do show
Os Strokes são os headliners que mais têm a cara do Lollapalooza em 2022. A banda tem mais de 20 anos, foi a última grande sensação do indie rock e já até tocou no Lolla 2017. E não mudou muita coisa desde então.
O vocalista Julian Casablancas segue com a mesma cara de bêbado triste e look de mendigo milionário. De lá pra cá, eles lançaram um disco só. Mas é um álbum que faz a diferença.
“The New Abnormal” saiu em abril de 2020. E é o melhor disco deles em 15 anos. Eles estão mais inspirados e menos burocráticos. Parece que estão mais a fim. É um show que tem tudo para ser melhor que o de 2017.
Como deve ser o setlist dos Strokes?
Por que ‘Hard to explain’ é tão boa?
Doja Cat
Quem é Doja Cat e como será o show no Lollapalooza 2022
Doja Cat é uma das grandes revelações pop dos últimos anos e uma das atrações mais esperadas para o Lolla 2022. A cantora americana de 26 anos surgiu em 2013, ganhou destaque com o hit “Say So” e a partir daí foi só sucesso.
Ela está super indicada ao Grammy 2022 – concorre em 8 categorias. O álbum “Planet Her” saiu em junho do ano passado, com músicas como “Kiss Me More” e “Woman”, presenças garantidas no repertório do Lolla.
A Doja nem sabe, mas pode levar um susto quando cantar “Say So” no Brasil. Tudo porque a Danny Bond, cantora trans alagoana, fez uma remix com o seu maior sucesso, “Tcheca”, e “Say so”. E bombou. Quando saiu o lineup do Lolla, o Twitter veio abaixo pedindo esse encontro ao vivo.
O encontro chegou a ser negociado, mas não foi fechado. Danny Bond estará no Lolla, mas não teve nenhuma confirmação de Doja sobre a participação. Só se for de última hora…
Como deve ser o setlist da Doja Cat?
Machine Gun Kelly
Quem é Machine Gun Kelly e o que esperar do show no Lollapalooza
O emo renasceu das profundezas dos anos 2000 e está vivão no Lolla 2022, agora com lamentos repaginados da geração z. O americano Machine Gun Kelly, uma das atrações principais do primeiro dia, é um millennial já na casa dos 30, mas sabe bem cantar o sentimentalismo da era do TikTok.
Ele ficou conhecido nos Estados Unidos fazendo um rap com jeitinho de bad boy, mas perdeu de vez a pose com o álbum “Tickets to My Downfall”, lançado em 2020, com produção do Travis Barker, ídolo do Blink 182. Foi aí que a imagem de fenômeno do chamado “novo emo” pegou de vez.
No show do Lolla devem aparecer várias músicas desse disco e, se os fãs tiverem sorte, também algumas do novo álbum que o Machine Gun Kelly lança no dia do show, “Mainstream sellout”.
Como deve ser o setlist do Machine Gun Kelly?
Jxdn
Quem é jxdn e como será o show no Lollapalooza 2022
Há vários cantores novinhos bombados no revival do emo, e um dos maiores é o Jxdn. Ele tem 21 anos e podia ser filho do Travis Barker. Mas o baterista do Blink 182 é seu parceiro e produtor do primeiro álbum, “Tell me about tomorrow”. É aquele velho pop punk repaginado para a era do trap e do TikTok.
O Jxdn cresceu ouvindo emo-rap, uma geração trágica de cantores que morreram cedo e cantavam sobre depressão: Lil Peep, Juice Wrld e XXXTentación. Ele aprendeu a fazer esse som que não esconde os problemas com saúde mental. Claro que o show é intenso. Tem potencial para pegar novinhos e até os veteranos e saudosos do punk pop
Pabllo Vittar
Pabllo Vittar: como será o show no Lollapalooza 2022
Vai ter tecnobrega no Lollapalooza em um dos shows mais esperados do festival: o da Pabllo Vittar. A cantora maranhense lançou o álbum “Batidão Tropical” no ano passado. São músicas inéditas e regravações que celebram tudo que ela ouviu na infância e adolescência no Norte e Nordeste do Brasil.
Dá pra esperar também o remix de “Fun Tonight”, com a Lady Gaga, além dos grandes sucessos da Pabllo. Ela comemorou 5 anos de carreira no ano passado, então já tem um show nostálgico aí na ponta da agulha.
Pabllo Vittar foi ao Lollapalooza como fã em 2017 e volta como estrela em 2022
Pabllo Vittar samba, desce na plateia e comanda multidão no Lollapalooza Chile
Ashnikko
Quem é Ashnikko e o que esperar do show no Lollapalooza
A americana Ashnikko faz parte de uma geração de cantoras herdeiras do estilo excêntrico da canadense Grimes, um fenômeno do pop alternativo. As duas tem até uma música em parceria: “Cry”, lançada em 2020.
Com influências que vão de Lady Gaga a Slipknot e um visual marcante, inspirado na cultura japonesa, a Ashnikko deve levar pro Lolla um show performático e letras que exaltam o empoderamento, a liberdade e a quebra e padrões de gênero. Uma delas é “Daisy”, sucesso no TikTok.
Ashnikko: cantora do Lolla une influências de Lady Gaga, Slipknot, TikTok e liberdade sexual
Matuê
Quem é Matuê e o que esperar do show no Lollapalooza
O cearense Matuê tem um dos shows nacionais mais esperados do Lolla em 2022. Ele é um fenômeno do rap, conseguiu furar a bolha do estilo e agradar até quem nunca tinha ouvido falar em trap, uma vertente mais arrastada desse tipo de música, que já faz sucesso há muito tempo nos Estados Unidos e cresceu no Brasil nos últimos anos.
“Máquina do tempo”, primeiro álbum do Matuê, saiu em 2020 e teve todas as sete faixas entre as mais 15 ouvidas do Spotify no Brasil no dia da estreia, um feito inédito. Essas músicas devem aparecer no setlist do Lolla, incluindo o hit que dá nome ao álbum.
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Jack Harlow
Quem é Jack Harlow e o que esperar do show no Lollapalooza
Jack Harlow é um daqueles novinhos prodígios do rap e hip hop que volta e meia aparecem nos Estados Unidos. A primeira música que bombou foi “Whats Poppin” em 2020. Como bom representante da geração z, ele é super forte no TikTok. O primeiro top 1 da “Billboard” dele foi com “Industry Baby”, faixa com o Lil Nas X.
Ele já foi chamado de “rapper branco do momento” e tem milhões de visualizações em clipes e nos streaming de música. Dá pra colocá-lo na caixinha dos artistas que vão levar trap e rap pro Lolla para uma galera bem nova também.
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Alan Walker
Quem é Alan Walker e como será o show no Lollapalooza 2022
O Lolla sempre tem DJs visionários – e um deles é o anglo-norueguês Alan Walker. Ele é um prodígio da EDM, e pioneiro também de um objeto que era pouco conhecido no Lolla antes da pandemia: a máscara.
Antes da Covid-19 ele já tocava mascarado. Alan diz que quer fazer música e não mostrar o rosto nem ser celebridade. Isso desde os 17 aninhos, quando ele lançou o megahit “Faded”
Ele já veio ao Lolla 2018 com a seguinte moral: era um dos 21 principais artistas menores de 21 anos para a revista “Billboard”. Tem na internet até kit de acessório para fazer cosplay do Alan Walker (com máscara, claro).
Hoje ele tem 24 anos e muita coisa boa pra mostrar no show na sexta-feira. Como o remix “Time”, com a lenda das trilhas de cinema Hans Zimmer.
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Chris Lake
Quem é Chris Lake e como será o show no Lollapalooza 2022
Se hoje o palco eletrônico do Lolla e outros festivais é gigante, dá pra dizer que o britânico Chris Lake chegou quando tudo isso era mato. Lá no início dos anos 2000, ele fazia remixes de progressive house não autorizados de hits de Prodigy, Leftfield e Eurythmics.
O trabalho era tão bom que ele arriscou lançamentos próprios e em 2006 emplacou um hit com a Laura V, “Changes”.
Ele virou rei dos remixes de house e electro. E quando a cena eletrônica da EDM ficou gigante, com megashows pelo mundo, o Chris estava lá, já experiente, pra mandar sets seguros e colaborar com estrelas como Deadmau5. São muitos hits em parceria que não vão faltar no Lolla na sexta-feira, como Boneless, com Steve Aoki.
The Wombats
Quem é The Wombats e o que esperar do show no Lollapalooza
Banda de indie rock formada no início dos anos 2000 em Liverpool, na Inglaterra, com integrantes que se conheceram na universidade de artes… Se você acompanha esse tipo de música, já deve ter sacado qual é a pegada da The Wombats.
Poderia ser apenas mais uma banda que só a galera alternativa conhece, não fosse o fato de um remix de “Greek Tragedy”, música deles de 2015, ter viralizado do nada no TikTok em 2021.
Essa com certeza vai estar no setlist do Lolla, assim como várias do álbum mais recente deles, “Fix Yourself, Not the World”, gravado remotamente durante a pandemia e lançado já em 2022.
The Wombats, a banda indie do Lolla que viralizou no TikTok e não entendeu nada
LP
Quem é LP e como será o show no Lollapalooza 2022
A nova-iorquina de família italiana Laura Pergolizzi, ou LP, é uma cantora americana de 40 anos, com jeito de adolescente que ainda acredita em um bom refrão de rock. Ela é ao mesmo tempo veterana da indústria e rebelde.
Ela usa o pronome “ela” mas se identifica como gênero-neutro (nem homem, nem mulher).
Enquanto tentava emplacar a carreira, ela brigou com várias gravadoras, mas também teve uma carreira paralela incrível de compositora. Ela apenas é coautora de “Cheers”, da Rihanna.
Não deve ter “Cheers” no show na sexta-feira no Lolla, mas vai ter o incrível talento dela pra versos com sentimento íntimo, mas também lindos para todo mundo cantar junto.
A LP conseguiu deixar de ser conhecida como compositora de pop e ganhar seu holofote dela como artista de indie rock principalmente com a balada matadora “Lost on you”. Essa não vai faltar.
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Detonautas
Detonautas: o que esperar do show no Lollapalooza
Algumas músicas que marcaram a adolescência de muita gente que cresceu nos anos 2000 vão aparecer no show do Detonautas no Lolla 2022. A banda é a responsável por hits nostálgicos como “Quando o sol se for” e a baladinha “Olhos certos”.
Mas nem só de passado vive o Detonautas. Entre 2021 e 2022, a banda lançou dois álbuns inéditos. O primeiro com um repertório politizado e de crítica social, composto pelo vocalista Tico Santa Cruz, e o segundo mais meloso, que inclui até uma versão de um clássico melancólico do Kid Abelha: “Amanhã é 23”.
Tico Santa Cruz diz que redes sociais ‘são catastróficas para a saúde mental’
Também vai ter: Marina, Turnstile, Caribou, 070 Shake, Jetlag, VINNE, Beowülf, Edgar, Meca, Barja
Quais são os horários da sexta-feira no Lollapalooza?
Palco Budweiser
13h05 – 13h50: Detonautas
14h45 – 15h30: Turnstile
16h40 – 17h40: LP
18h50 – 20h05: Machine Gun Kelly
21h15 – 22h45: The Strokes
Palco Onix
12h30 – 13h00: 89 FM
13h55 – 14h40: jxdn
15h35 – 16h35: The Wombats
17h45 – 18h45: Marina
20h10 – 21h10: Doja Cat
Palco adidas
13h05 – 13h50: Edgar
14h45 – 15h30: Matuê
16h40 – 17h40: Pabllo Vittar
18h50 – 19h50: Caribou
21h15 – 22h15: Jack Harlow
Palco Perry’s by Doritos
12h30 – 13h15: Beowülf
13h30 – 14h15: Barja
14h30 – 15h25: Meca
15h40 – 16h35: VINNE
16h50 – 17h45: Jetlag
18h00 – 18h45: 070 Shake
19h00 – 20h00: Ashnikko
20h15 – 21h15: Chris Lake
21h30 – 22h30: Alan Walker
Veja trechos de shows dos artistas no Lollapalooza Chile:
Lollapalooza Chile: trecho do show dos Strokes (Divulgação / Lolla Chile)
Lollapalooza Chile: trecho do show de Pabllo Vittar (Divulgação / Lolla Chile)
Lollapalooza Chile: trecho do show de Doja Cat (Divulgação / Lolla Chile)
Lollapalooza Chile: veja trecho do show de Marina (Divulgação / Lolla Chile)
Lollapalooza Chile: trecho do show do Machine Gun Kelly (Divulgação / Lolla Chile)
Lollapalooza Chile: trecho do show de The Wombats (Divulgação / Lolla Chile)
Veja a programação completa do sábado e do domingo.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Bridgerton’ tem 2ª temporada com menos sexo e mais tensão sexual; veja entrevistas com elenco


Nova temporada estreia nesta sexta-feira (25). Jonathan Bailey, o Anthony, e as atrizes Simone Ashley e Charithra Chandran, as irmãs Sharma, falam com o g1. Birdgerton
Divulgação/Netflix
Série original mais assistida da Netflix, “Bridgerton” estreia sua segunda temporada nesta sexta-feira (25) na plataforma. Jonathan Bailey (Anthony), Simone Ashley e Charithra Chandran (as irmãs Sharma) conversaram com o g1 sobre a nova temporada.
Baseada nos livros de Julia Quinn e produzida por Shonda Rhimes, a série recria o cotidiano de uma nobreza fictícia na Inglaterra de 1800.
Ela retorna com todo luxo, fofocas, manipulações e um pouco menos das cenas quentes entre os protagonistas, ainda que estejam lá.
Bridgerton
Divulgação/Netlfix
Menos cenas de sexo, no entanto, não significam menos insinuações, corações disparados e situações íntimas. Com uma pegada mais romântica, as situações de “na trave” se multiplicaram.
Roteirista de Grey’s Anatomy manda recado dos estúdios para fãs brasileiros
‘Da rua ao Oscar’: Indicado por curta documental sobre pessoas sem-teto, brasileiro Pedro Kos vai levar retratados à festa
Depois da história de Daphne e do Duque Simon Basset, que tiveram seu final feliz, a série agora foca no filho mais velho da família, o visconde Anthony Bridgerton.
Bridgerton
Divulgação/Netflix
Cabeça-dura, ele decide ser sua vez de casar e começa a busca pelo bom negócio – assim, sem a necessidade desse tal “amor”, que aparentemente só traz sofrimento.
“Alguém que tem tanta certeza de si, acha que tem todo o saber, na maioria das vezes, não entende nada”, diz Jonathan Bailey, o Anthony, ao g1.
“Com muita ansiedade, Anthony tenta retratar uma versão de si mesmo que considera ser digna.”
Bridgerton
Divulgação/Netflix
Os planos do visconde são bagunçados quando conhece Kate Sharma, mulher independente que chegou em Londres para ajudar sua irmã caçula, Edwina, a encontrar o marido perfeito. Dá-se início ao drama de amor-ódio recheado de cenas de tensão sexual no ar.
“Ele começa com uma versão oca de si mesmo e expande. Aprende a se amar e se apaixonar, e entende que seu comportamento em relação a outras pessoas não é certo ou saudável. É incrível explorar isso”, completa.
Birdgerton
Divulgação/Netflix
Rigorosa, Kate está decidida a ficar solteira. Em seus planos, depois do casamento de sua irmã, ela voltaria à Índia, onde viveria sozinha trabalhando como governanta. Como consequência de suas escolhas, ela também é julgada por outros membros da sociedade.
“São dois lados: há a bravura, a ferocidade e a força de Kate que é admirável. E eu encorajaria todas as mulheres a manter isso perto do coração, e não deixar ninguém dizer o que fazer da vida. É libertador, tira o peso dos seus ombros”, diz Simone Ashley, a Kate.
Bridgerton
Divulgação/Netflix
“Ao mesmo tempo, ela tem essa ideia de não casar, não ter filhos, de se proteger. Foi preciso alguém como Lady Danbury (Adjoha Andoh) para fazer ela sentar com humildade, ter o ego um pouco machucado para poder se superar e não ter tanto medo de ir atrás do que realmente quer.”
“É o que faz Kate ser um personagem tão popular nos livros. Porque ela é tão clara e direta no que ela quer fazer, e as mulheres podem ser assim. Todas as mulheres deveriam ser mais como Kate”, enfatiza Charithra Chandran, atriz que interpreta Edwina.
Treinada pela irmã para entrar na sociedade e se tornar uma nobre, a moça é inteligente, doce e educada e acredita que o amor pode florescer depois do casamento, desde que o pretendente seja minimamente tolerável. Estar nas festas da sociedade é sua prova de fogo.
Birdgerton
Divulgação/Neflix
“Eu gosto de comparar a busca pelo marido com as Olimpíadas. Ela treina todos os dias, se compromete a vida inteira, alimentada com a ideia de que tem apenas uma chance e, se falhar, então, todo o trabalho foi em vão. E isso definiu a sua identidade. Vejo muitas mulheres hoje nessa posição.”
Ao se ver dentro da confusão entre Anthony e Kate, as convicções que ela acreditava serem delas vão por água abaixo. Para Charithra, ‘Bridgerton’ é uma história de amor entre parceiros românticos, entre irmãos, mas também amor próprio.
“Descobrir quem você é e amar cada parte. Essa é a jornada de Edwina na temporada: ela começa bastante ingênua, presa nos moldes que outra pessoa ou a sociedade estabeleceu, e cria coragem, com a sua experiência de vida e com o que aprendeu com a irmã, para se libertar disso. É sobre amor próprio e amadurecimento.”
Além das cenas mais quentes, a trilha sonora de versões sinfônicas de sucessos do pop e do rock tem novidades. Nesta temporada, entraram “Stay Away”, do Nirvana, “You Oughta Know”, da Alanis Morissette e “Wrecking Ball”, de Miley Cyrus.
A série chama atenção ainda pela diversidade dos personagens e do elenco, como uma rainha da Inglaterra e membros da alta sociedade negros, e agora as novatas, vindas da Índia. Assim como na primeira temporada, a diversidade é normalizada e não uma questão a ser debatida dentro da trama.
Bridgterton
Divulgação/Netflix
“Essa representatividade é importante e a minha esperança é que seja normalizado à medida que a indústria se desenvolva e enquanto continuamos tendo esse tipo de conversa”, afirma Simone.
Para ela, essa representatividade não está apenas na cultura diferente que as irmãs apresentam, mas no relacionamento das duas, que qualquer um pode se identificar.
“Assumimos personagens tão complexos e incríveis, e criamos duas mulheres com as quais qualquer um poderia se relacionar, não apenas pela cultura mas pela relação entre elas. Penso que há algo mais profundo do que a raça que nos conecta. É a experiência humana.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lolla 2022 x 2012: line-up do festival em São Paulo tem mais diversidade 10 anos depois


Mais artistas LGBTQIA+, mulheres e não-binários entraram na programação. Veja as mudanças das programações de 2012 e 2022. Infográfico Diversidade no Lollapalooza
Arte g1
Desde sua primeira edição, lá em 2012, o Lollapalooza Brasil mudou. Cresceu não apenas de tamanho e dias, mas também na diversidade de público e de artistas, ainda que não tenha o equilíbrio ideal.
Lollapalooza 2022: Como chegar? O que levar? Veja perguntas e respostas
Por que ‘Hard to explain’ do Strokes é tão boa e como uma ‘mãozinha pra baixo’ salvou o rock?
Se em sua estreia estavam na programação apenas três artistas LGBTQIA+, representando 2,2% do total de 42 atrações com 138 artistas, dez anos mais tarde, em 2022, são catorze (9,7%) em uma agenda de 70 atrações que somam 145 músicos.
E já aparecem também aqueles que se declaram não-binários, ou fluídos e queers, como Gloria Groove, Ashnikko e LP.
Miley Cyrus, Pabllo Vittar e A$AP
Reprodução/Instagram/Miley Cyrus/Pabllo Vittar/A$AP
Neste ano, Miley Cyrus é a responsável por encerrar o palco principal no sábado (26) e a primeira LGBTQIA+ a ser headliner. Ela assumiu ser pansexual em entrevista à revista “Variety” em 2016.
Miley também é uma das primeiras mulheres a fechar uma noite no festival. Integrante do Arcade Fire, Régine Chassagne foi a primeira, em 2014. Florence and the Machine esteve na posição em 2016.
Além dela, o evento recebe outras quinze mulheres, como Doja Cat, Marina Sena e Jup do Bairro, mulher trans, representando 11% dos artistas.
Jup do Bairro, Kaytranada e Gloria Groove
Reprodução/Instagram/Jup do Bairro/Kaytranada/Gloria Groove
Em questão de raça, as pessoas negras no line-up de 2022 representam 16,6%, com nomes como A$AP, Djonga, Emicida e Kaytranada. Na primeira edição, os dezessete artistas representaram 12,3% da programação, e entre eles estavam Tinie Tempah e integrantes do TV on the Radio.
A primeira vez que uma pessoa negra encerrou o palco principal foi em 2015, com Pharrell Williams. Quatro anos depois, foi a vez do show explosivo de Kendrick Lamar.
‘Say So’, Doja Cat: Lucas da Fresno explica hits do Lolla

Fonte: G1 Entretenimento

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Doja Cat encerra aquecimento do Lollapalooza 2022 com show enérgico para plateia dançar


Onix Day teve ainda Machine Gun Kelly, Kehlani e Pabllo Vittar nesta quinta-feira (24). Festival começa oficialmente nesta sexta (25). Doja Cat entrou com tudo no palco do Onix Day, “aquecimento” para o Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos, nesta quinta-feira (24).
E se esse foi o aquecimento, a expectativa para o show de verdade só aumenta. Quando Doja embalou “Give to me”, quem conseguiu um espaço se acabou de dancar. “Bottom bitch” levantou aplausos para a dançarina que mandou um espacate. Doja também não ficou para trás e mandou ver no rebolado.
“Woman” foi outra que animou a plateia em uma apresentação de encher os olhos, assim como “Kiss me more”. Ainda teve tempo de uma brincadeira do TikTok: com luzes vermelhas, subiu o som com o trecho “Put your hands on my shoulder”, de Paul Anka, para Doja seguir com “Streets”.
Os músicos responsáveis pela bateria e guitarra tiveram seus momentos em “Tia Tamera”. O show terminou com “Say so”. Quem esperava por Danny Bond no refrão ficou a ver navios. Nem mesmo a plateia que estava mais perto fez a menção.
A noite terminou com uma tímida queima de fogos para marcar o início do festival.
Machine Gun Kelly
Machine Gun Kelly no Onix Day do Lollapalooza
Celso Tavares / G1
Machine Gun Kelly entrou às 20h debaixo de gritos do público. Labaredas e fogos de artifícios iluminavam o palco seguindo as batidas de “Downfalls Hills”. Seguiu com “Kiss Kiss”, “Concert for Aliens” e “Drunk face”, quando realmente levantou a galera.
O cantor ainda provocaria plateia ao perguntar longe do microfone se ela se importaria se ele fumasse maconha e logo desconversou emendando “Candy”.
A turma também não esqueceu da presença de Megan Fox, noiva do cantor, que estava escondida no palco. Da segunda vez que o público chamou por ela, logo depois da faixa “Emo Girl”, Machine puxou ela para o palco, arrebatando a plateia por alguns segundos. “Bloody Valentine” encerrou a apresentação.
Kehlani
Kehlani no Onix Day
G1 / Celso Tavares
Entre as quatro atrações da noite, a cantora Kehlani era a menos conhecida. Super falante, ela conquistou até quem a ouvia pela primeira vez.
Celebrou a quantidade de artistas LGBTEQIA+ (ela é gay) e dedicou a música “Honey” para a comunidade. Ela também agradeceu a campanha dos fãs brasileiros para colocar a musica “Hate club” em primeiro lugar.
“Eu não cantei essa musica em nenhum outro Lollapalooza, mas vou cantar aqui”. Encerrou com “CRZY”, convocando a turma pra mexer o bumbum. Mesmo que ele seja pequeno.

Fonte: G1 Entretenimento

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Arthur Aguiar lança o single ‘Fora da casinha’, gravado com Matheus Fernandes


♪ Como deixou planejado antes de se confinar na casa do BBB 2022, Arthur Aguiar lança o segundo single da retomada da carreira musical enquanto permanece em cena como um dos protagonistas da atual edição do programa exibido pela TV Globo.
Um mês após Casa revirada, single apresentado em fevereiro com gravação que juntou o cantor com a dupla Matheus & Kauan em música de autoria de Aguiar com Cantini e Thiagão, chega ao mundo digital o single Fora da casinha, com outra gravação feita por Arthur antes do confinamento.
Desta vez, quem entrou posteriormente na gravação foi o cantor Matheus Fernandes, que aproveitou passagem pelos Estados Unidos para pôr voz na música em estúdio de Orlando, na Flórida. O single Fora da casinha entrou em rotação na noite desta quinta-feira, 24 de março.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Rita Stumpf realça sentido político de ‘Pavão mysteriozo’ no voo inicial do álbum ‘Ver Tente’


♪ Música composta por Ednardo e apresentada em 1974 em gravação do artista cearense, Pavão mysteriozo somente alçou voo após dois anos, ao ser veiculada na abertura da novela Saramandaia (TV Globo, 1976).
Decorridos 48 anos da gravação original de Ednardo, a canção ganha registro fonográfico da cantora e compositora gaúcha Maria Rita Stumpf. Pavão mysteriozo aporta nos players digitais em 31 de março como primeiro single do quarto álbum da artista, Ver Tente, previsto para ser lançado em 26 de maio.
A escolha de 31 de março para lançar o single Pavão mysteriozo é estratégica, tendo sido escolhida para realçar o sentido político da letra, já que, no calendário do Brasil, a data marca os 58 anos do golpe militar de 1964.
Com imagens poéticas, a letra de Ednardo versa em última instância sobre a liberdade e o prazer de estar vivo, tendo sido escrita com inspiração no cordel O romance do pavão Mysteriozo, obra de 1923 em que o autor, o cordelista paraibano José Camelo de Melo Rezende (1885 – 1964), narrou romance impulsionado por máquina voadora em forma de pavão.
Ora exposto por Maria Rita Stumpf, produtora musical e cantora da gravação feita com toques quase etéreos do piano de Danilo Andrade e dos teclados de Farlley Derze, o toque político da letra de Pavão mysteriozo já tinha ecoado há três anos na voz de Ney Matogrosso, cantor que incluiu a canção no roteiro do show Bloco na rua, estreado em 2019 e ainda em cena pelo Brasil após a interrupção da turnê por conta da pandemia.
Primeiro álbum de Maria Rita Stump desde Inkiri om (2020), disco lançado há dois anos no rastro do culto do primeiro álbum da artista (Brasileira, de 1988) por DJs europeus, Ver Tente gera um segundo single em abril com abordagem de San Vicente (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1972), música escolhida em tributo aos 80 anos que Milton Nascimento completa em outubro.
Antes do álbum, um terceiro single chegará ao mundo digital no início de maio com a gravação da música-título Ver Tente.
Maria Rita Stumpf lança o álbum ‘Ver Tente’ em 26 de maio
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2022 ao vivo: onde assistir aos shows do festival


G1 transmitirá primeiras músicas dos dois palcos principais, shows completos dos outros palcos. TV Globo, Multishow e Canal Bis também vão exibir evento e gshow fará cobertura especial. Público chega ao autódromo de Interlagos para o primeiro dia de Lollapalooza 2019
Fabio Tito/G1
O festival Lollapalooza vai acontecer no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, na sexta-feira (25), sábado (26) e domingo (27).
O g1 transmitirá as primeiras músicas dos dois palcos principais, e todas as músicas dos outros dois palcos. O portal fará uma cobertura em tempo real com fotos, vídeos e entrevistas com as atrações do festival, além do depoimento do público.
Lollapalooza 2022: transmissão ao vivo dos shows
A TV Globo vai mostrar os melhores momentos nos três dias de festival e um especial no fim de semana seguinte.
PROGRAMAÇÃO do Lollapalooza com horários
Na TV paga, o Multishow vai transmitir os shows dos dois palcos principais e o Canal Bis dos outros dois palcos.
Assinantes do Globoplay + canais ao vivo terão acesso à transmissão do Multishow, e não-assinantes poderão acompanhar as três primeiras músicas de cada atração dos dois principais palcos. A transmissão do Canal Bis estará liberada para não-assinantes.
O gshow produzirá conteúdos exclusivos, como entrevistas, além de acompanhar todas as trends do evento.
A Globo amplia a experiência para o público com um estande com ativações, em que será feita a cobertura completa a partir do estúdio de vidro do Multishow, com direito a roof top temático da novela Pantanal.
VÍDEOS: Veja como serão os shows

Fonte: G1 Entretenimento

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Megan Fox assiste no palco a show do namorado Machine Gun Kelly no aquecimento do Lolla


Cantor americano participa do Onix Day, que também tem Pabllo Vittar, Doja Cat e Kehlani. Atriz e namorada de Machine Gun Kelly acompanhou o show de cima do palco. Megan Fox acompanha no canto do palco show do namorado Machine Gun Kelly
Celso Tavares / g1
Megan Fox assiste no canto do palco ao show do namorado, Machine Gun Kelly, no Onix Day, “aquecimento” para o Lollapalooza, que acontece nesta quinta-feira (24), na véspera da estreia oficial do festival em 2022.
O show para convidados e clientes da marca também teve Pabllo Vittar e vai ter Machine Gun Kelly e Doja Cat.
Machine Gun Kelly no Onix Day
Celso Tavares / g1
Machine Gun Kelly no Onix Day do Lollapalooza
Celso Tavares / G1
Megan Fox assiste a show de Machine Gun Kelly no Brasil
Celso Tavares / g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2022 ao vivo – Palcos principais


Na sexta-feira (25), Strokes e Doja Cat fecham 1ª noite. No sábado (26), Miley Cyrus e A$AP Rocky encerram. Domingo (27) tem Foo Fighters e Martin Garrix. Lollapalooza 2022 ao vivo – Palcos principais Na sexta-feira (25), Strokes e Doja Cat fecham 1ª noite. No sábado (26), Miley Cyrus e A$AP Rocky encerram. Domingo (27) tem Foo Fighters e Martin Garrix.

Fonte: G1 Entretenimento