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Chegada de Anitta ao segundo lugar da parada global do Spotify simboliza vitória das mulheres no funk do Brasil


Escalada do reggaetaon ‘Envolver’ jamais anula o fato de a cantora ser associada ao ‘batidão’ carioca no universo pop. ♪ ANÁLISE – Anitta está quase lá, no topo. Envolver (Anitta, Julio M Gonzales Tavarez, Freddy Montalvoe e José Carlos Cruz, 2021) já é a segunda música mais ouvida na parada mundial da plataforma Spotify.
Essa escalada representa muito para Anitta, mas também simboliza o poder das mulheres que fizeram a revolução feminina no mundo do funk carioca.
Embora Envolver seja um reggaeton cantado em espanhol, Anitta representa sobretudo o funk do Brasil aos olhos do universo pop. Nos últimos anos, a garota carioca vem investindo pesado na carreira internacional, em especial no mercado latino formado pelos países de língua hispânica.
Ainda assim, Anitta é a girl from Rio que veio do baile funk e que, nos últimos dez anos, lutou para se impor em mundo machista, personificando geração que também tem em Ludmilla uma voz fundamental para a consolidação do império feminino no funk.
Por mais que tudo seja uma estratégia que planeja calculadas ações de marketing (e o sucesso de Envolver está diretamente relacionado à dança que viralizou na rede social TikTok), há um simbolismo nessa escalada de Anitta rumo ao topo. É a vitória de uma voz brasileira do funk que transcendeu o gênero, mas que nunca o renegou.
Anitta vem atirando para muitos lados nesse planejamento para conquistar o universo pop. Basta lembrar a batida electropop emo roqueira do recente single Boys don’t cry (Anitta, Bibi Bourelly, Burns, Rami Yacoub e Sean Douglas, 2021), petardo que a artista julgava mais certeiro do que Envolver, mas que não atingiu o alvo.
Foi um reggaeton que fez Anitta ganhar projeção há muito ambicionada. Ainda assim, todo esse movimento fortalece indiretamente o funk produzido no Brasil e ainda alvo de tanto preconceito. Anitta está chegando lá. e, de certa forma, levando muita gente com ela nessa escalada…

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta, Juliette e Bruna Marquezine alertam jovens sobre prazo para tirar o título de eleitor


Solicitação pode ser feita até 4 de maio pelo site do Tribunal Superior Eleitoral. Primeiro turno será realizado em 2 de outubro. Anitta, Bruna Marquezine e Juliette fizeram posts alertando para o prazo de tirar o título de eleitor
Reprodução/Instagram das artistas
Anitta, Juliette, Luísa Sonza, Bruna Marquezine e Zeca Pagodinho têm incentivado, através de posts nas redes sociais, que jovens entre 16 e 17 anos tirem o título de eleitor.
O voto é obrigatório para quem 18 anos, mas a partir dos 16 anos já é possível tirar o documento que permite votar nas Eleições de 2022. O prazo é até 4 de maio. (Saiba passo a passo abaixo).
“Então agora é isso hein… me pediu foto quando me encontrou em algum lugar? Se for maior de 16 eu só tiro a foto se tiver foto do título de eleitor”, afirmou Anitta no Twitter.
Luisa Sonza e Bruna Marquezine compartilharam o post da cantora carioca também incentivando seus seguidores:
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“Pra tirar o título tá fácil demais! Não tem mais que acordar cedo e ir pra fila, é tudo online! Só baixar o app E-Titulo pra tirar a primeira via e pra regularizar é só entrar no site do TSE (http://tse.jus.br) e ir em “serviço ao eleitor”. O prazo é até 4 de maio!”, disse a atriz Giovanna Ewbank.
Juliette, cantora e campeã do “BBB21”, também fez uma série de posts sobre o assunto.
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Zeca Pagodinho gravou um vídeo para mobilizar os fãs entre 16 e 17 anos. Veja abaixo:
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Prazo até 4 de maio
Serviços relacionados ao título de eleitor podem ser feitos pela internet
TRE/Divulgação
Todos os brasileiros a partir de 16 anos têm até o dia 4 de maio para pedir a primeira via do título de eleitor ou regularizá-lo a tempo de votar nas Eleições de 2022. O procedimento pode ser feito pela internet, por meio do Título Net.
O primeiro turno da votação está marcado para 2 de outubro. Já o segundo turno, nos estados e nacionalmente, caso preciso, ocorrerão em 30 de outubro, último domingo do mês.
“Para evitar contratempos, é importante solicitar a primeira via ou regularizar o título o quanto antes, pois nos últimos dias do prazo a procura pelo serviço é alta”, diz o TSE.
A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97 – artigo 91) determina o fechamento do Cadastro Eleitoral 150 dias antes de cada pleito. Neste período, as pessoas podem resolver pendências como transferência de domicílio eleitoral ou outras decorrentes de ausência ou justificativa nas três últimas eleições.
LEIA TAMBÉM:
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Eleições 2022: A reta final do troca-troca partidário
Como fazer?
Para regularizar a situação do título de eleitor ou a retirada da primeira via do documento devem ser solicitadas pelo sistema Título Net, no Portal do Tribunal Superior Eleitoral(TSE). Será preciso anexar documento oficial com foto, comprovante de residência, comprovante de pagamento de débito com a Justiça Eleitoral e comprovante de quitação do serviço militar.
Veja vídeo com passo a passo abaixo:
Para tirar o documento pela primeira vez, é necessário que o futuro eleitor informe, na página de requerimento do sistema Título-Net, a unidade da federação em que reside. Após esse procedimento, aparecem na tela informações sobre a digitalização dos documentos necessários para a solicitação:
uma foto tipo selfie segurando um documento de identificação;
comprovante de residência atualizado;
certificado de quitação de serviço militar, para homens de 18 a 45 anos.
Na página seguinte, em “Título de Eleitor”, ao solicitar a primeira via, a pessoa precisa marcar a opção “não tenho” para prosseguir com o atendimento. Depois do envio dos dados, os documentos serão analisados pela Justiça Eleitoral. O acompanhamento da solicitação pode ser feito também pelo site.
Os que desejam realizar alguma alteração no cadastro eleitoral, devem conferir a situação junto à Justiça Eleitoral, também pela internet. Em seguida, é preciso acessar o sistema Título-Net, solicitar requerimento para o atendimento desejado e enviar a documentação necessária para regularização.
e-Título
Eleitores em situação regular podem ter acesso ao documento no aplicativo ‘e-Título’, disponível para sistemas Android e iOS
Divulgação/TRE
Outra maneira de consultar eventuais pendências junto à Justiça Eleitoral é por meio do aplicativo e-Título. A ferramenta também pode ser utilizada como título eleitoral digital, substituindo o documento em papel no dia das eleições.
Para utilizar, é necessário fazer o download gratuito em telefones celulares ou tablets de qualquer plataforma Android ou iOS.

Fonte: G1 Entretenimento

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VÍDEO: Lollapalooza recebe últimos retoques e volta com a mesma estrutura em Interlagos


G1 subiu no palco principal do Lolla em meio às últimas preparações; veja. Festival começa nesta sexta (25) e vai até domingo (27) com público 100 mil pessoas por dia. Lollapalooza recebe últimos retoques e volta com mesma estrutura
Quem estava com saudade do Lollapalooza pode ficar tranquilo: vai dar para curtir o festival de sempre, com estrutura de palcos igual à de 2019, antes dos dois cancelamentos por conta da pandemia. Assista ao vídeo acima, e veja o mapa e mais informações abaixo.
O Lollapalooza chegará à sua nona edição em São Paulo a partir desta sexta-feira (25), até o domingo (27). O festival acontece no Autódromo de Interlagos, Zona Sul da capital.
Os quatros palcos seguem na mesma posição que em 2019. A única mudança é no lugar da roda gigante que foi para o lado do Chef’s Stage. Na edição anterior, ela estava na frente do espaço gastronômico, perto da LollaStore. Veja o mapa abaixo.
Mapa do Lollapalooza 2022
Divulgação
Cem mil pessoas são esperadas em cada um dos três dias. As principais atrações são Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida.
Veja programação por dia e horário do Lolla 2022.
Ainda tem ingressos?
Sim. Há ingressos disponíveis para os três dias de festival. Os preços do Lolla Day (que garante a entrada em um único dia de shows) vão entre R$ 648 a R$ 2.400.
O Lolla Pass, ingresso válido para os três dias de festa, está esgotado. A venda de ingressos é feita pelo site do festival.
Dá para assistir de casa?
O g1 transmitirá as primeiras músicas dos dois palcos principais, e todas as músicas dos outros dois palcos. O portal fará uma cobertura em tempo real com fotos, vídeos e entrevistas com as atrações do festival, além do depoimento do público.
A TV Globo vai mostrar os melhores momentos nos três dias de festival e um especial no fim de semana seguinte.
Na TV paga, o Multishow vai transmitir os shows dos dois palcos principais e o Canal Bis dos outros dois palcos.
Assinantes do Globoplay + canais ao vivo terão acesso à transmissão do Multishow, e não-assinantes poderão acompanhar as três primeiras músicas de cada atração dos dois principais palcos. A transmissão do Canal Bis estará liberada para não-assinantes.
O que vai ter de comida?
Montagem com iguarias do Lollapalooza 2022: coxinhas de espinafre e de jaca e hambúrguer de cogumelo
Divulgação/Ana Branco
O festival conhecido pela diversidade culinária, que inclui várias opções com e sem carne, terá neste ano 2 áreas especiais de alimentação, o Chefstage e o Burger House, e food trucks, com pratos da pizza ao hambúrguer, do veggie ao vegan, do sorvete ao churros.
Coxinhas de jaca e de espinafre, hambúrguer de cogumelo e espetinho de soja estão entre as opções para o público vegano. O combo de hambúrguer + coxinha vai sair por R$ 35,00 cada.
O espaço Chef Stage vai contar com restaurantes como Pirajá, Paris 6, La Guapa e Eataly. Veja abaixo:
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Como chegar ao festival?
Trem: A estação mais próxima é a Autódromo na Linha 9 – Esmeralda, que funciona até 01h nos três dias do evento. No local, haverá uma equipe uniformizada auxiliando o acesso ao festival.
Ônibus: A linha especial 606F-10 Circular Lollapalooza-Autódromo irá operar de sexta (25) a domingo (27) , das 9h às 16h, atendendo os portões K/9, 7, 8 e A. Também há a linha especial 607L-10 Autódromo de Interlagos-Term. Santo Amaro, que funcionará nos três dias de festival.
Táxi: Haverá um bolsão para táxis na avenida Senador Teotônio Viela, entre as avenidas do Jangadeiro e Interlagos, junto ao portão A do Autódromo.
Carro: Há um estacionamento na área interna do Autódromo, com acesso pelo portão G, destinado ao público que adquiriu antecipadamente o ticket de estacionamento. A CET vai monitorar o trânsito nas imediações do local. Veja lista de vias que serão interditadas.
Como entrar no Autódromo?
Os portões do festival serão abertos às 11h nos três dias. São duas as entradas principais: A e G.
O portão A é mais próximo para transporte público e aplicativo e fica na Avenida Interlagos na frente da praça Enzo Ferrari
Já o portão G é mais próximo da CPTM, localizado na Avenida Jacinto Júlio, próximo ao número 39.
Como ficará o clima?
Público do Lollapalooza se protege da chuva
Diego Baravelli/G1
No primeiro dia do festival, São Paulo terá sol de manhã, quando a temperatura passa dos 30°C em Interlagos. Podem ocorrer pancadas de chuva à tarde, mas o tempo fica aberto à noite, segundo o Climatempo. Veja mais informações.
O sol aparece na manhã de sábado, mas a nebulosidade aumenta e a chuva volta a cair já no começo da tarde e à noite. A mínima é de 20º e a máxima de 31º.
No domingo (27), o tempo segue instável com muitas nuvens. Há possibilidade de chuva a qualquer hora do dia e da noite. A temperatura vai de 20º a 28º, de acordo com consulta nesta quarta (23).
O que devo levar?
É essencial levar a pulseira Lolla Cashless, que dá acesso ao festival e também é usada para compras dentro do Autódromo.
Para entrar no festival, é preciso comprovar, ao menos, duas doses da vacina contra Covid-19, com um documento de identidade com foto.
O público também pode entrar no festival com documentos pessoais, chapéu ou boné, óculos escuros, barra de cereal, capa de chuva, protetor solar, protetor labial, câmera portátil, frutas cortadas, alimentos industrializados lacrados, canga, mochila ou bolsa, álcool em gel (máximo de 50ml).
O que não posso levar?
É proibido entrar no Lollapalooza com qualquer um dos seguintes itens: garrafas, latas, bebidas, utensílios de armazenagem, embalagens rígidas com tampa, capacetes, cadeiras ou bancos, armas de fogo e armas brancas, objetos pontiagudos, cortantes e/ou perfurantes, correntes e cinturões, fogos de artifício, objetos de vidro, câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais ou com lente destacável, cartazes feitos com papelão grosso e/ou fixados a madeiras, canudos rígidos, animais (exceto cães guias identificados e acompanhados de portadores de deficiência visual), bastão para tirar foto, guarda-chuva, substâncias inflamáveis, corrosivas e ou tóxicas, revistas, jornais e livros.
VÍDEOS: Conheça bandas que vão tocar no festival em SP
Lollapalooza recebe últimos retoques e volta com mesma estrutura

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2022: Preparativos finais do festival; FOTOS


Festival começa nesta sexta (25) e vai até domingo (27) com público 100 mil pessoas por dia e shows de Miley Cyrus, The Strokes, Foo Fighters, Doja Cat, entre outros. Visão geral do Lollapalooza 2022 no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Lollapalooza 2022: Como chegar? O que levar? Veja perguntas e respostas
Looks para o Lollapalooza: Stylist dá dicas de visual para o festival
Palco principal do Lollapalooza 2022 no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Palco Adidas é visto no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Posters para fãs tirarem selfies são vistos ao longo de toda a estrutura do Lollapalooza 2022
Marcelo Brandt/g1
Palco principal do Lollapalooza 2022 no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Foto panorâmica mostra a visão dos artistas de cima palco principal do Lollapalooza 2022 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Vista dos artistas de cima palco principal do Lollapalooza 2022 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Últimos detalhes na montagem do palco principal do Lollapalooza 2022 no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Palco Ônix do Lollapalooza 2022 no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Palco Ônix do Lollapalooza 2022 no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Palco Ônix do Lollapalooza 2022 no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Foto panorâmica mostra área entre os palcos Ônix (esquerda) e Adidas (direita, ao fundo) no Lollapalooza 2022
Marcelo Brandt/g1
Palco Adidas do Lollapalooza 2022 no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Palco Adidas do Lollapalooza 2022 no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Equipe de montagem faz pausa e posa para foto durante os últimos preparativos no palco Adidas do Lollapalooza 2022, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1
Palco Adidas do Lollapalooza 2022 no autódromo de Interlagos, em São Paulo
Marcelo Brandt/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Gil do Vigor é confirmado na ‘Dança dos Famosos’: ‘Sempre assisti me imaginando ali no palco’


Ex-BBB é o terceiro nome confirmado para o quadro de dança e se junta a Jojo Todynho e Vitória Strada. Gil do Vigor é confirmado na ‘Dança dos Famosos’
Divulgação/TV Globo
Gil do Vigor está confirmado para a “Dança dos Famosos”. O nome do ex-BBB é o terceiro a ser anunciado no quadro. Assim, Gil se junta a Jojo Todynho e Vitória Strada.
A lista completa de participantes será anunciada neste domingo (27), durante o “Domingão com Huck”.
“É muito vigor, Brasil! Eu sempre assisti o ‘Dança dos Famosos’ me imaginando ali no palco dançando também. Agora eu participarei do quadro e é mais um sonho que estou realizando”, afirma o ex-BBB.
“A dança é uma das mais belas expressões artísticas. Ela é libertadora, sem rótulos, faz a gente rir e emociona.”
“Sei que vocês já estão acostumados comigo fazendo muito ‘tchacki tchacki’, mas ali é diferente, né? Existe técnica e requer muita preparação. Já comecei a me arriscar nos passos para chegar afiado na competição com bastante foco e dedicação”, adianta Gil.
Jojo Todynho é confirmada na ‘Dança dos Famosos’: ‘Espero superar meus limites’
Gil do Vigor fala da importância da educação para ‘deixar as pessoas com condições iguais’

Fonte: G1 Entretenimento

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No cinquentenário de ‘O poderoso chefão’, Coppola conta como quase recusou o projeto


‘Fiquei muito decepcionado quando comecei a ler (…) Era, basicamente, algo que Mario Puzo havia escrito para seus filhos’, disse o diretor durante a projeção do filme no Museu da Academia, em Los Angeles. Francis Ford Coppola fala durante evento sobre “O Poderoso Chefão” em Los Angeles, na Califórnia
Matt Winkelmeyer/Getty Images/AFP
Há 50 anos, “O poderoso chefão” quebrou todos os recordes de bilheteria, levou para casa o Oscar de melhor filme e apresentou milhões de pessoas a um mundo de mafiosos, assassinatos e cannoli.
Para o diretor Francis Ford Coppola, com 29 anos à época, a adaptação do romance de Mario Puzo não parecia uma oferta impossível de recusar.
“Fiquei muito decepcionado quando comecei a ler (…) Era, basicamente, algo que Mario Puzo havia escrito para seus filhos”, disse Coppola durante a projeção do filme no Museu da Academia, em Los Angeles, na segunda-feira (21), por seu 50º aniversário.
“Quando me ofereceram a chance de fazê-lo, principalmente porque todo mundo tinha recusado, eu também recusei”, lembra o aclamado diretor.
Felizmente, um jovem sócio chamado George Lucas insistiu em que ele aceitasse o trabalho, já que seu incipiente e contracultural estúdio cinematográfico American Zoetrope estava muito endividado.
“Francisco, precisamos do dinheiro! Vão fechar a gente, você tem que aceitar esse trabalho”, disse Lucas, conforme palavras de Coppola.
O resto, como dizem, é história.
Lançado em 24 de março de 1972 em um número incomumente grande de cinemas, “O poderoso chefão” já era o filme de maior bilheteria de todos os tempos em setembro, superando “E o Vento Levou”.
Com ele, ajudou a inaugurar a era dos sucessos de bilheteria, que realmente decolou quando “Tubarão”, de Steven Spielberg, quebrou o recorde de arrecadação três anos depois.
De acordo com o livro “Como a geração sexo-drogas-e-rock’n’roll salvou Hollywood: Easy Riders, Raging Bulls” (Intrínseca, 2009), de Peter Biskind, Coppola ganhou uma aposta da Paramount de que eles comprariam uma limousine para ele se o filme arrecadasse US$ 50 milhões. “O Poderoso Chefão” arrecadou US$ 130 milhões.
Coppola se tornou o primeiro diretor superestrela, com o peso financeiro necessário para apoiar suas credenciais artísticas.
“Foi o começo uma nova era para os diretores”, escreveu Biskind.
Francis Ford Coppola em cerimônia na Calçada da Fama em março de 2022
Robyn Beck / AFP
Orçamento
Sob muitas formas, “O poderoso chefão” foi um sucesso improvável.
Em 1972, os filmes de mafiosos estavam fora de moda. Quatro anos antes, a Paramount havia lançado “The Brotherhood”, estrelado por Kirk Douglas, e fracassou.
Mas o romance de Mario Puzo estava se tornando popular, e o estúdio tinha os direitos. A Paramount tinha, no entanto, problemas para encontrar um diretor. Figuras como Elia Kazan, Costa-Gravas e Peter Bogdanovich rejeitaram o projeto.
Embora liderasse o movimento da Nova Hollywood de diretores jovens e contestadores, Coppola não tinha sucesso em seu nome e foi convidado, em parte, por sua herança italiana.
“Se isso gerasse muitos protestos de ítalo-americanos ofendidos que considerasse que os italianos estavam sendo desprestigiados, eu teria ficado na mira”, afirmou Coppola.
Embora a Paramount quisesse uma adaptação barata e rápida, Coppola brigou por mais orçamento, insistindo em que o filme fosse rodado em Nova York, mas ambientado na década de 1940, e não como era hoje.
“O orçamento foi de cerca de US$ 2 milhões, US$ 2,5 milhões. E porque eu queria fazer isso em Nova York em 1945, significava que, provavelmente, precisaria de pelo menos o dobro disso”, comentou Coppola. “Algo que não os agradava”, completou.
“À sua maneira”
Não foi o único desafio que o diretor enfrentou. O produtor Robert Evans, um dos pesos pesados de Hollywood e que havia comprado os direitos do filme, desentendeu-se com Coppola sobre o elenco.
O único grande nome do projeto (Marlon Brando) não estava em seu melhor, e Al Pacino era um desconhecido, e não o “homem alto e bonito” que Evans queria.
“Al é muito bonito, mas à sua maneira única”, brincou Coppola.
Ele acrescentou: “Al Pacino era muito atraente. Eu me perguntava por que exatamente, mas ele era”.
“No entanto, quando sugeri Al Pacino para o papel, o pessoal na Paramount começou a se perguntar se havia escolhido a pessoa errada”, contou.
O resultado foi o reconhecimento da Academia. “O poderoso chefão” ganhou o Oscar de melhor filme; Brandon, o de melhor ator; e Al Pacino foi uma das três estrelas da produção entre os indicados na categoria de melhor ator coadjuvante.
Um sinal de como seu legado permanece, Coppola foi homenageado esta semana com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, e o Museu da Academia anunciou que terá uma galeria exclusiva para este filme.
“‘O poderoso chefão’ teve muito mais sucesso do que qualquer um achou que pudesse ser”, refletiu Coppola.
Vídeo: Relembre os 80 anos de um dos maiores cineastas da história, Francis Ford Coppola:
Os 80 anos de um dos maiores cineastas da história, Francis Ford Coppola

Fonte: G1 Entretenimento

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Pamela Anderson fará estreia na Broadway no musical ‘Chicago’: ‘É o papel dos sonhos’


Aos 54 anos, atriz fala sobre preparação para interpretar Roxie Hart: ‘São muitas horas de dança, horas de voz, horas de trabalho de cena e no palco, em salas de ensaio’. Pamela Anderson posa para foto durante a Semana de Moda de Paris. Atriz fará estreia na Broadway no musical “Chicago”
REUTERS/Gonzalo Fuentes
A ex-estrela de “Baywatch” Pamela Anderson fará sua estreia na Broadway no musical de sucesso “Chicago”.
Anderson estará em cena no musical de 12 de abril a 5 de junho como Roxie Hart, que ela chamou de “papel dos sonhos”. Roxie é uma cantora e dançarina que assassina a tiros o seu amado com a mesma facilidade que muitas pessoas matam uma mosca.
“Eu acho que fama é liberdade para Roxie”, disse, em entrevista nesta quarta-feira (23). “Não é apenas sobre ser famosa, é sobre ter liberdade e atenção de uma maneira amorosa, então eu consigo simpatizar com muitas coisas do musical”.
“Há uma escuridão”, disse Anderson. “Também há uma escuridão na imprensa e na vida real. É uma peça muito interessante e icônica. Dura para sempre porque é uma grande história. E sempre há algo por baixo de todo o glamour que a torna ainda mais glamurosa”.
Anderson, de 54 anos, comentou o quanto tem sido difícil se preparar para o papel.
“São muitas horas de dança, horas de voz, horas de trabalho de cena e no palco, em salas de ensaio”, disse Anderson. “Há muita coisa envolvida. E uma vez que você entra naquele trem, ele segue em frente. Não tem como sair”.
“Estou curiosa para ver do que eu sou feita”, acrescentou a atriz.

Fonte: G1 Entretenimento

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Segredo de ‘Say So’, pop suave de Doja Cat, está no groove e na ‘guitarrinha’ persistente


Nesta semana de Lollapalooza, g1 publica uma série de vídeos explicando hits do festival, com ajuda de Lucas Silveira, vocalista da Fresno, banda que estará no evento. ‘Say So’, Doja Cat: Lucas da Fresno explica hits do Lolla
“Say So” é o maior hit de Amala Ratna Zandile Dlamini. A rapper e cantora Doja Cat tem mais de 20 milhões de fãs no Instagram e faz um som que fica entre o pop dançante e o R&B, sempre cheios de groove.
Nesta semana de Lollapalooza, o g1 publica uma série de vídeos explicando hits do festival que acontece em São Paulo. Nosso convidado é Lucas Silveira, vocalista da Fresno, uma das atrações do Lolla.
No vídeo acima, Lucas fala sobre os segredos de “Say So”:
Arranjo tem groove “retão” com guitarrinha “maravilhosa”
Canto suave e aerado, sem improvisos para mostrar o poder vocal
Artista que dá conta de fazer a parte rimada e cantada com igual talento
E o setlist do show da Doja Cat?
Doja é uma das grandes revelações pop dos últimos anos e uma das atrações mais esperadas para o Lolla 2022. A americana de 26 anos surgiu em 2013.
Ela concorre em oito categorias do Grammy 2022 com o álbum “Planet Her”, de junho do ano passado.
Ela deixa o maior hit, “Say So”, para encerrar o show que ela faz no Lolla na sexta-feira. Mas outras partes também têm grooves e rimas poderosas.
No meio do setlist, ela costuma cantar uma sequência especialmente matadora, formada por “Woman”, “Kiss me more” e “You right”.
Doja Cat como ‘Meninas Super-Poderosas’
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Ouça a história de Frajola, gato comunitário que obteve reconhecimento em decisão inédita da Justiça


Tutor contou no podcast ‘Bichos na Escuta’ sobre a luta para estabelecer a permanência do gato em condomínio residencial em Campo Grande (MS). Frajola é um gato com uma vida diferente dos demais animais domesticados. Com treze tutores à sua disposição, o felino recebe os cuidados de todos eles e mora em uma casinha nas dependências do Condomínio Parque Residencial Mangaratiba, em Campo Grande (MS). Mas nem sempre foi assim. Nesse episódio de ‘Bichos na Escuta’, a jornalista Giuliana Girardi conta a história do gato Frajola, que foi reconhecido, em decisão judicial inédita, como gato comunitário do condomínio em que vive. Participam do episódio um dos tutores do Frajola, Pablo Neves Chaves e a veterinária Rita Ericson, consultora do podcast. Ouça o podcast completo no player acima.
É um prazer ter o Frajola aqui. Pessoas que têm depressão ajudam a cuidar dele e falam que faz bem. Pessoas aposentadas também falam que o Frajola faz bem para elas. Então, o Frajola só traz coisas boas.
Pablo Neves Chaves é um dos moradores que compartilha a responsabilidade pelos cuidados com Frajola. O bacharel em Direito conta que houve muitas desavenças na vizinhança desde que o gato apareceu nos arredores do condomínio, há cerca de cinco anos. A disputa entre os vizinhos resultou em um processo protocolado por Pablo em agosto de 2021, com decisão favorável à permanência do animal nas dependências do local, com multa de R$ 20 mil caso a decisão não seja respeitada. “O juiz escreveu na liminar que os animais não podem ser descartados como um sofá velho”, ele relata.
O gato Frajola com um de seus tutores, Pablo Neves Chaves.
Arquivo pessoal
Consultora do podcast Bichos na Escuta, a veterinária Rita Ericson destaca que a existência de gatos comunitários é uma alternativa para animais que não se adaptam à vida doméstica, além de contribuir para preservar esses animais de riscos como atropelamento e envenenamento. Contudo, ela alerta para a conscientização sobre o abandono de animais nas ruas.
“Precisa ter essa conscientização de que maus-tratos e abandono são crimes, porque o grande problema das praças e dos parques é que acabam virando depósito de abandono de animais. Senão o que seria uma solução se torna um problema.”
Ouça outros episódios de ‘Bichos na Escuta’:
PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais
ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas
VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais
LUTO: como lidar com a morte de um pet
VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo
ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida
GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet
CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga
ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets
PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
Frajola, o gato comunitário de condomínio em Campo Grande (MS).
Arquivo pessoal
OUÇA AGORA O EPISÓDIO COMPLETO:
O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no G1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Tha defende funk e tambores da umbanda no Lollapalooza


Conheça cantora que começou a cantar aos 15 anos em cima de caixotes em bailes funk da Cidade Tiradentes, misturou o estilo com MPB e religiosidade africana e chega ao Lollapalooza. Quem é Mc Tha e o que esperar do show no Lollapalooza
O show no Lollapalooza será um rito de fechamento para “Rito de Passá”, primeiro álbum de MC Tha. A cantora paulista encerra a turnê bem-sucedida do álbum que junta batidão do funk e tambores da umbanda, e a colocou no mapa da nova música brasileira a partir de 2019.
Veja a programação completa do Lollapalooza.
De caixotes ao autódromo
Thais Dayane da Silva começou a cantar aos 15 anos na Cidade Tiradentes – o “último bairro da Zona Leste de São Paulo”, ela frisa. “Eu tinha meu ‘bonde’, chamado Bonde Sinistro, que tinha uns 50 meninos e umas 3 meninas”, lembra.
Tha virou MC sem saber. “Um dia fiz uma música, mostrei para um amigo e ele decidiu gravar, mas antes pediu para eu mandar o áudio. Acabou que eles pegaram uma peça em mim e fizeram uma produção com a minha voz”, ela conta. “Sempre falo que fui empurrada.”
O esquema era 100% amador. “A gente gravava naqueles fones de lan-house que tinham um microfoninho”, descreve. “As pessoas foram me encontrando na porta da escola e me elogiando, e eu sem entender. Aí descobri que a música estava para download.” Ela começou a cantar em bailes.
“Era festa na rua mesmo, de não ter palco, mas um caixote e um microfone improvisado. Você subia no caixote para cantar. Era festa em quintal, muito informal”, ela lembra. “A gente não ganhava nada. Pedia para cantar, e no lugar que abrisse a porta a gente ia.”
Era 2008, e o funk ainda estava chegando da Baixada Santista, onde era forte, para a Zona Leste da capital. MC Tha dividiu esses palcos de caixote com músicos da primeira geração da cidade como MC Dede, Mc Nego Blue, Backdi e BioG3.
Quando começou a onda do funk ostentação em SP, no começo dos anos 2010, MC Tha ia atrás do seu sustento – não o luxo imaginário dos funks, mas o trabalho e o estudo. Ela foi cursar Jornalismo e trabalhar num projeto social no Centro. Tha se afastou dos bailes da Cidade Tiradentes.
Um funk diferente
MC Tha
Divulgação
“Comecei a me enxergar de fora e a entender as minhas questões e meus desconfortos. Hoje entendo que é por ser mulher, pelo meu corpo naquele ambiente. Sempre fui muito abraçada, mas tinha essa coisa de o outro falar para mim o que eu tinha que fazer. Eu sempre quis ser livre.”
Ela já era fã de MPB e tentava colocar essas músicas nos shows (“meu Deus, por que a Thais tá cantando Tim Maia com uma base de funk no meio do baile?”, ela ouvia).
“Eu não era uma gostosona que entrava no molde da MC mulher dentro do funk. O espaço em que a mulher cabia era cantando funk ‘putaria’ ou sendo dançarina, e eu não me enquadrava em nenhum deles.” Ela também não queria levar a carreira para a caixa do “funk comercial”.
Tha foi morar com o cantor paraense Jaloo. “Ele tinha acabado de chegar a São Paulo, com uma bagagem parecida, de vir do tecnobrega, mas também achar que não era só aquilo que representava ele. O Jaloo ajudou a abrir minha cabeça e entender que eu podia construir o meu espaço.”
Ela não renegava o funk, mas não se limitava. “Eu era uma coisa, mas também podia ser outra. Então me apeguei muito ao meu gosto por música brasileira. Eu era uma MC que podia trazer essa brasilidade a partir daquele momento.”
‘Rito de passá’ mais passagens
A cantora e compositora paulista MC Tha
MC Tha/Divulgação
Essa é a origem de “Rito de passá’. Só falta um elemento chave no álbum e na turnê: a umbanda. “Eu me descobri uma mulher racializada e, passando a frequentar um terreiro de umbanda, observei a semelhança com o funk. Antes eu não fazia esse link – pelo contrário, talvez tivesse preconceito com as religiões de matriz africanas, porque fomos ensinados a ser cristãos.”
“Eu entendi que era o momento de eu reunir essa bagagem”, ela resume. O show será uma celebração dessa bagagem, logo antes de a cantora anunciar seus próximos projetos. Ela também espera que seja um rito de passagem para festivais mais abertos ao funk de todos os tipos:
“Acho que as pessoas realmente não querem esse tipo de público e de cantor no seu festival, porque na verdade não existe alguma barreira para que passem a levar esses MCs. Quem está lá na periferia, nos fluxos, bota a cara, toma borrachada da polícia, movimenta o funk, não sou nem eu. É essa galera”.
Que se abram os caminhos entre a Cidade Tiradentes e o Autódromo de Interlagos, MC Tha espera.
A cantora e compositora paulista MC Tha
MC Tha/Divulgação
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Fonte: G1 Entretenimento