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VÍDEOS: Hits do Lolla explicados


G1 publica uma série de vídeos explicando hits do festival, com ajuda de Lucas Silveira, vocalista da Fresno, banda que estará no evento. G1 publica uma série de vídeos explicando hits do festival, com ajuda de Lucas Silveira, vocalista da Fresno, banda que estará no evento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Capital Inicial resume 40 anos de carreira ao gravar álbum ao vivo em show no Rio


♪ Banda arquitetada em Brasília (DF) em 1982 pelos irmãos Fê Lemos e Flávio Lemos, na sequência da dissolução do grupo punk Aborto Elétrico, Capital Inicial chega aos 40 anos de carreira que, após o impulso inicial na segunda metade da década de 1980, atravessou turbulências nos anos 1990, mas teve o fôlego e o público renovados a partir dos anos 2000.
Para celebrar a data, Dinho Ouro Preto (voz), Fê Lemos (bateria), Flávio Lemos (baixo) e Yves Passarell (guitarra) gravam o álbum ao vivo Capital Inicial 4.0 em show programado para a próxima quarta-feira, 30 de março, na Grande Sala da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (RJ).
O quarteto resume as quatro décadas de trajetória no roteiro retrospectivo de show preparado sob direção musical do produtor Dudu Marote. O roteiro prevê intervenções de convidados ainda não revelados. Um dos responsáveis pelo aparato visual do atual show de Marisa Monte, Portas (2022), Batman Zavareze responde pela direção artística do espetáculo.
O álbum Capital Inicial 4.0 chegará ao mercado fonográfico em edição da gravadora Bonus Track com distribuição digital feita via The Orchard.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como chegar ao Autódromo de Interlagos para o Lollapalooza 2022?


Festival começa nesta sexta (25) e vai até domingo (27), após dois anos sem edições por conta da pandemia. O festival Lollapalooza 2022 começa nesta sexta-feira (25) e vai até domingo (27) no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo.
Para evitar transtornos, a CET vai monitorar o trânsito nas imediações do autódromo em uma operação que já começa nesta quinta (24).
HORÁRIOS: veja programação por palco
INGRESSOS: como comprar e como trocar
LINE-UP: conheça artistas que vão tocar
As vias monitoradas em nos dias do festival serão: Avenida Interlagos, Avenida Senador Teotônio Vilela, Rua Jaquirana, Praça Jacob Dubena, Rua do Autódromo, Praça Enzo Ferrari, Avenida do Jangadeiro, Avenida Jacinto Júlio, Rua Manuel de Teffé, Avenida João Paulo da Silva, Rua Plínio Schmidt, Avenida Feliciano Correia, Avenida Miguel Yunes, Ponte Jurubatuba e Ponte Vitorino Goulart.
Como chegar ao festival?
Trem: A estação mais próxima é a Autódromo na Linha 9 – Esmeralda, que funciona até 00h nos três dias do evento. No local, haverá uma equipe uniformizada auxiliando o acesso ao festival.
Ônibus: A linha especial 606F-10 Circular Lollapalooza-Autódromo irá operar de sexta (25) a domingo (27) , das 9h às 16h, atendendo os portões K/9, 7, 8 e A. Também há a linha especial 607L-10 Autódromo de Interlagos-Term. Santo Amaro, que funcionará nos três dias de festival.
Táxi: Haverá um bolsão para táxis na avenida Senador Teotônio Viela, entre as avenidas do Jangadeiro e Interlagos, junto ao portão A do Autódromo.
Carro: Há um estacionamento na área interna do Autódromo, com acesso pelo portão G, destinado ao público que adquiriu antecipadamente o ticket de estacionamento. A CET vai monitorar o trânsito nas imediações do local.
Interdições
A Operação Entrada começa na sexta-feira (25) até domingo (27), a partir das 6h. As principais vias interditadas são:
Avenida Senador Teotônio Vilela, entre as avenidas Jangadeiro e Interlagos;
Rua Jaquirana;
Rua Plínio Schmidt entre a Praça do Automóvel Clube Paulista e Rua Justino Nigro;
Avenida Feliciano Correia (sentido Autódromo CPTM/Rua Plínio Schmidt);
Acesso da Avenida Jair Ribeiro da Silva para a Avenida Feliciano Correia.
Já a Operação Saída começa a partir das 20h com interdições sentido Avenida Jacinto Júlio.
Como alternativa a recomendação é que os veículos que partem das avenidas Justino Nigro e Feliciano Correia com destino às ruas Djalma Pessolato, Cristian Heins e Artur Nascimento Jr. podem seguir pelas ruas Justino Nigro e Pedro Machado de Melo.
Os veículos oriundos Avenida Jair Ribeiro da Silva com destino às ruas Pedro de Santalúcia e Manuel de Teffé, podem seguir pela Rua João Baptista Cataldo ou Avenida João Paulo da Silva.
Bolsão para táxis
Avenida Senador Teotônio Viela, entre as avenidas do Jangadeiro e Interlagos, junto ao portão A do autódromo.
Pontos de encontro de aplicativos e veículos particulares
Rua Armando Vieira x Avenida Jair Ribeiro da Silva;
Avenida José Carlos Pace – após Praça Enzo Ferrari;
Av. Antônio Barbosa Sandoval – sentido Av. Atlântica, após Av. Rio Bonito.
Trem
A estação mais próxima, e a Autódromo na Linha 9 – Esmeralda, que funciona até 0h, nos três dias. No local haverá uma equipe uniformizada auxiliando o acesso ao festival. O portão mais próximo para a entrada do Lolla é o portão 9 e, na hora de ir embora, você pode sair pelo portão 9 ou G. É recomendável comprar o bilhete de ida e volta para evitar filas na hora de ir embora.
Ônibus
Linha especial 606F-10 Circular Lollapalooza-Autódromo
Horário de funcionamento:
No sábado e no domingo, das 9h às 16h.
Ponto inicial: Rua Plínio Schmidt, oposto ao nº 277 – ao lado da Estação Autódromo.
Sentido Único: Rua Plínio Schmidt, Pça. Automóvel Clube Paulista, Av Feliciano Correia, Av. Jacinto Júlio, Av. do Jangadeiro, Pça. Moscou, Av. Interlagos, Av. João Paulo da Silva, Rua Manoel de Teffé, Rua Pedro Santa Lúcia, Rua Djalma Pessolato, Rua João Baptista Cataldo e Rua Plínio Schmidt.
OBS: Essa linha irá atender aos portões de acesso do Autódromo de Interlagos e Bilheteria.
Linha especial 607L-10 Autódromo de Interlagos-Term. Santo Amaro
Horário de funcionamento:
Na sexta-feira e no sábado, das 22h à 1h.
No domingo, das 21h à 1h
Ponto inicial na Av. Jacinto Júlio, oposto ao n.º 34 – ao lado do portão K/9
Ponto final: Terminal Santo Amaro, plataforma A (PMV 06).
Ida: Av. Jacinto Júlio, rotatória, R. Justino Nigro, R. Plínio Schmidt, R. João Baptista Cataldo, acesso e Av. Jair Ribeiro da Silva, Ponte Vitorino Goulart da Silva, Av. Miguel Yunes, Av. das Nações Unidas, acesso, Av. Padre José Maria e Term. Santo Amaro.
Volta: Term. Santo Amaro, Av. Padre José Maria, Av. Barão do Rio Branco, R. Suzana Rodrigues, Al. Santo Amaro, Pça. Dom Francisco de Souza, Av. Vítor Manzini, Ponte do Socorro, Lgo. do Socorro, Av. de Pinedo, R. Nossa Senhora do Socorro, R. Mendel, R. Olívia Guedes Penteado, Av. do Rio Bonito, Av. Interlagos, Pça. Moscou, Av. do Jangadeiro e Av. Rubens Montanaro de Borba.
Outras linhas e itinerários:
502J/10 CPTM Autódromo – Metrô Santa Cruz
5317/10 SESC Orion – Pça. do Correio
5370/10 Term. Varginha – Lgo. São Francisco
5630/10 Term Grajaú – Metrô Brás
5652/10 Jd. IV Centenário – Pça. da Sé
5652/22 Jd. IV Centenário – Pq. Ibirapuera
6002/10 Cidade Dutra – Hosp. Pedreira
6026/10 Jd. Icaraí – Term. Sto. Amaro
6027/10 Jd. Grauna – Term. Sto. Amaro
6030/10 Unisa Campus 1 – Term. Sto. Amaro
6055/10 Jd. São Bernardo – Shop. Interlagos
6062/51 Jd. Castro Alves – Term. Sto. Amaro
6069/10 Jd. São Bernardo – Term. Sto. Amaro
6071/10 Jd. Orion – Term. Sto. Amaro
6074/10 Jd. Gaivotas – CPTM Jurubatuba
6076/10 Jd. Progresso – Term. Sto. Amaro
6076/41 Jd. Satélite II – Term. Sto. Amaro
6078/10 Cantinho do Céu – Shop. Interlagos
607M/10 Term . Grajaú – E.T. Água Espraiada
6080/10 Jd. Lúcelia – Shop. Interlagos
6091/10 Vargem Grande – Term. Sto. Amaro
6110/10 Conj. Hab. Palmares – Aeroporto
637G/10 Grajaú – Pinheiros
637J/10 Vl. São José – Pinheiros
637V/10 Pq. América – Term. Sto. Amaro
675G/10 Pq. Res. Cocaia – Metrô Jabaquara
675M/10 Centro SESC – Metrô Jabaquara
675R/10 Grajaú – Metrô Jabaquara
675X/10 Term Grajaú – AACD-Servidor
695D/10 Jd. Santa Bárbara – Metrô Jabaquara
695H/10 Jd. Herplin – Term. Sto. Amaro
695X-10 Term. Varginha – Metrô Jabaquara
695Y/10 Term. Parelheiros – Metrô Vila Mariana
N601/11 Term. Grajaú – Term. Pq. Dom Pedro II
N631/11 Term Grajaú – Term. Sto. Amaro
N632/11 Term. Grajaú – Term. Sto. Amaro
VÍDEOS: Conheça bandas que vão tocar no festival em SP

Fonte: G1 Entretenimento

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O que pode e o que não pode levar no Lollapalooza 2022?


Festival começa nesta sexta (25) e vai até domingo (27), após dois anos sem edições por conta da pandemia. O festival Lollapalooza 2022 começa nesta sexta-feira (25) e vai até domingo (27) no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo. Veja abaixo os objetos que são proibidos e os que são permitidos no evento.
HORÁRIOS: veja programação por palco
INGRESSOS: como comprar e como trocar
LINE-UP: conheça artistas que vão tocar
O que devo levar?
É essencial levar a pulseira Lolla Cashless, que dá acesso ao festival e também é usada para compras dentro do Autódromo.
Para entrar no festival, é preciso comprovar, ao menos, duas doses da vacina contra Covid-19, com um documento de identidade com foto.
O público também pode entrar no festival com documentos pessoais, óculos escuros, barra de cereal, capa de chuva, protetor solar, protetor labial, câmera portátil, frutas cortadas, alimentos industrializados lacrados, chapéu ou boné, canga, mochila ou bolsa.
O que não posso levar?
É proibido entrar no Lollapalooza com qualquer um dos seguintes itens: garrafas, latas, bebidas, utensílios de armazenagem, embalagens rígidas com tampa, capacetes, cadeiras ou bancos, armas de fogo e armas brancas, objetos pontiagudos, cortantes e/ou perfurantes, correntes e cinturões, fogos de artifício, objetos de vidro, câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais ou com lente destacável, cartazes feitos com papelão grosso e/ou fixados a madeiras, canudos rígidos, animais (exceto cães guias identificados e acompanhados de portadores de deficiência visual), bastão para tirar foto, guarda-chuva, substâncias inflamáveis, corrosivas e ou tóxicas, revistas, jornais e livros.
Máscaras não são obrigatórias
Público chega ao autódromo de Interlagos para o primeiro dia de Lollapalooza 2019
Fabio Tito/G1
O festival não exigirá mais o uso de máscaras no Autódromo. Em fevereiro, a organização chegou a indicar que seria obrigatório.
A mudança acontece após o governo do Estado de São Paulo decretar o fim da obrigatoriedade em locais abertos em 9 de março, e em locais fechados na última quinta (17).
“O uso de máscara não será mais obrigatório dentro do Autódromo de Interlagos, de acordo com o decreto 66.554/2022 e 66.575/2022 do Estado de São Paulo. Mas, de toda forma, continuamos recomendando o uso de máscara para a sua proteção e do próximo”, diz o post publicado nesta quarta (23).
Para andar de transporte público, o uso de máscaras segue como obrigatório.
VÍDEOS: Conheça bandas que vão tocar no festival em SP

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Bolsonaro começou a destruir o continente’: rapper Residente explica por que destacou presidente brasileiro em clipe


O rapper porto-riquenho lançou uma nova música junto com um videoclipe que mostra os abusos no continente e denuncia o que ele identifica como uma intervenção do governo dos EUA. Em uma das cenas, um ator representa o presidente Jair Bolsonaro limpando a boca com a bandeira do Brasil. Residente em clipe de ‘This is not America’
Divulgação/Sony
“Estamos aqui, ei / Estamos aqui / Olhe para mim, estamos aqui”.
O novo single do porto-riquenho René Pérez, mais conhecido como Residente, pede que o mundo preste atenção aos abusos e sofrimentos que ele atribui aos Estados Unidos da América.
Mas, sobretudo, “This is Not America” mostra, segundo o artista, como os Estados Unidos se apropriaram do nome que pertence a toda uma região caracterizada pela diversidade de suas centenas de milhões de habitantes.
“Do ponto de vista dos Estados Unidos, tudo o que está presente no vídeo não é a América”, diz em entrevista à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.
Com isso em mente, o artista tentou retratar a América de ponta a ponta, para deixar claro que “é da Terra do Fogo ao Canadá”.
A produção, que veio a público na quinta-feira (17) e que já conta com milhões de visualizações no YouTube, une a voz de Residente à dupla Ibeyi, formada pelas irmãs de ascendência cubana Naomi Díaz e Lisa-Kaindé.
No clipe, ele encena protestos na Venezuela, Colômbia e Porto Rico; apresenta imagens de guerrilheiros, narcotraficantes e favelas; gangues que oram a um Cristo crucificado na praia e uma mulher que, separada de seu filho, o amamenta através de uma cerca; coloca pirâmides pré-colombianas no meio das cidades e substitui a Estátua da Liberdade por outra de uma pessoa de um povo originário. E também critica o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL).
Também mostra eventos históricos específicos de forma crua, como o assassinato do músico chileno Víctor Jara, que foi baleado na cabeça em 1973 pela ditadura militar de Augusto Pinochet, após ter sofrido tortura.
A BBC News Mundo conversou com o artista sobre o simbolismo por trás de sua nova música. Confira trechos da entrevista abaixo.
BBC – O vídeo e a letra da música estão cheios de simbolismos. O que é a América para você?
Residente – O vídeo começa com uma obra do artista chileno Alfredo Jaar, que fez a mesma afirmação há cerca de 30 anos: a América é todo o continente, e não apenas um país. Foi nisso que me inspirei para dar o nome à música.
Do ponto de vista dos Estados Unidos, as situações que apresento no vídeo não fazem parte da América.
Obviamente, é a América e todos nós sabemos disso. Mas é um segredo aberto que as pessoas ouvem e deixam passar.
Quando você o interioriza, dentro do seu corpo, do seu ser e do seu espírito, incomoda saber que os Estados Unidos carregam um nome que pertence a todo um continente.
Nesses tempos em que as palavras e seus usos estão sendo modificados, o que as palavras significam, (…) pode ser um bom momento para buscar alternativas para a palavra ‘América’, em inglês. Quando se referem ao seu país, não precisam dizer ‘América’, podem dizer Estados Unidos. Fácil.
BBC – No vídeo, você apresenta acontecimentos em sua maioria trágicos ou que remetem ao inconformismo nos diferentes países da América Latina. Por que você decidiu mostrar este lado do continente?
Residente – Porque a maioria das situações que apresento no vídeo estão ligadas a intervenções dos Estados Unidos.
Qual a melhor maneira de dizer: ‘irmão, você está levando o nome depois de ter feito a Operação Condor e ter matado meio milhão de pessoas, e ter causado indiretamente a morte de Víctor Jara durante a ditadura de Augusto Pinochet’.
Também é um bom momento para tocar em diferentes situações que ocorreram na Colômbia, na Venezuela e rever os importantes acontecimentos na América.
BBC – O vídeo é uma resposta ao clipe ‘This is America’, de Childish Gambino, que fazia uma crítica ácida ao racismo nos Estados Unidos?
Residente – Sou fã do Gambino. Meu vídeo mostra o que estava faltando em ‘This is America’. Estou completando-o, ajudando-o.
Eu canto com aborrecimento, porque eu faço rap do começo ao fim da música, e enquanto eu estou fazendo isso, é difícil parar e ser uma pessoa legal, como no final de uma piada.
Mas é por isso que digo ‘meu irmão’ na letra. Eu o considero um irmão como todos os afro-americanos. Tem que haver uma unidade entre afro-americanos e latinos também.
BBC – A música de Gambino é de 2018. Há alguma razão para você lançar ‘This is not America’ agora?
Residente – Esse é um tema que me ocorreu há muito tempo, desde antes da pandemia. A pandemia paralisou muitos lançamentos. A primeira parte do álbum foi a música René, que saiu há dois anos.
Parece que é uma resposta tardia, mas não, eu fiz a música rapidamente. Eu disse ‘deixe-me contribuir com a ideia para preencher o que está faltando’. E foi isso que fiz.
BBC – Onde você gravou o vídeo?
Residente – Gravei o clipe em Tijuana, no México. Eu odeio voar. Eu odeio voar em todos os tipos de aeronaves. Foi fácil chegar lá por terra porque eu estava em Los Angeles na época. Tijuana é bem colorida, tem uma equipe de produção super boa, porque eles produzem muita coisa para Hollywood.
Todos os países latino-americanos compartilham visualmente muitas coisas: a cor dos bairros, as pessoas, nossa aparência física.
O México tem isso, é como um funil latino-americano onde tudo que passa pela América Latina tem que passar por lá antes de chegar aos Estados Unidos, e um pouco de tudo fica lá.
BBC – Por que você decidiu começar o vídeo com a líder nacionalista porto-riquenha Lolita Lebrón? (Ela foi presa em 1954 junto com outras três pessoas por atirar no Congresso dos Estados Unidos).
Residente – Para que outras pessoas possam conhecê-la, e quando perguntarem, possam falar sobre ela e sobre a situação colonial de Porto Rico. É uma boa maneira de começar o vídeo, com aquele evento do ataque ao Congresso.
É forte, sou porto-riquenho e estamos próximos do governo dos Estados Unidos. Nosso presidente é Joe Biden.
Mas a ideia principal é contar a história para pessoas que não a conhecem.
BBC – Essa ideia de culpar o colonizador pelos eventos que ocorrem na América Latina e em outras partes do mundo se tornou muito difundida.
Residente – Eu disse isso na música: ‘Eu perdoo, mas nunca esqueço’. Eles (colonizadores) foram perdoados, mas não podemos esquecer a raiz de por que as coisas aconteceram.
É como dizer aos afro-americanos para esquecer todas as atrocidades cometidas contra eles. Você não pode esquecer isso. Você pode perdoar, viver em paz com isso, mas não esquecer.
Muitos brancos nos Estados Unidos também não esquecem disso e estão cientes, e têm o cuidado com os afro-americanos quando vão falar deles, mas é normal que haja essa coragem.
E não é contra os Estados Unidos, um país brutal. Eu tenho americanos na minha banda que amam ‘This Is Not America’. A música não é sobre criar uma ideia e um clichê de que nós odiamos os Estados Unidos.
Estamos apontando como o governo dos Estados Unidos doutrinou muitas pessoas a acreditar que eles são a América e como eles colonizaram todos os países e estiveram envolvidos na maioria das atrocidades que ocorreram na América Latina.
O mesmo vale para a Rússia e seus países adjacentes. O mesmo vale para a China. Países grandes sempre fazem isso.
Muitas pessoas se perguntam por que eu critico os Estados Unidos e ainda vivo no país.
Essa é uma pergunta bem boba. É como dizer a um venezuelano que se ele mora na Venezuela não pode criticar seu país.
BBC – Mas o que você responde quando alguém faz essa pergunta?
Residente – Há muitas maneiras de responder. Acredito na independência dos países, estou vivendo em um país independente, uma república. Mas eu não moro nos Estados Unidos integralmente, moro em Porto Rico. Essa é a coisa mais importante, o que acontece é que as pessoas inventam qualquer história. Eu trabalho nos Estados Unidos, às vezes por vários meses.
Mas se eu tenho uma casa em Porto Rico, isso não aparece. ‘Ele comprou uma casa em Los Angeles’… Bem, é assim que dão a notícia. Mas minha casa fica em Porto Rico, eu voto em Porto Rico, estive em Porto Rico durante a pandemia. O que acontece é que tenho uma equipe de trabalho em Los Angeles, me reúno com ela, fico um tempo e volto para Porto Rico.
BBC – Das cenas e símbolos que você apresenta no vídeo, há alguns que se destacam, como o assassinato de Víctor Jara. Quais são os mais significativos para você?
Residente – Sim, é uma das mortes mais fortes. Mataram um músico por tocar música. É como se tivessem matado Nina Simone… Mas acho que há muitas imagens poderosas. A Estátua da Liberdade com os latino-americanos, acho forte. Bolsonaro também, comendo e limpando a boca com a bandeira do Brasil.
BBC – Por que você escolhe Jair Bolsonaro e não dá destaque a outros líderes latino-americanos?
Residente – Poderíamos fazer um vídeo de todos os presidentes lavando a boca com a bandeira. O que acontece é que havia apenas um espaço, e para mim quem ganhou o prêmio este ano por tudo que fez foi Bolsonaro.
Embora existam muitos, Bolsonaro tem algo particular. Por mais que esses líderes tenham cometido atrocidades, alguém que eu imagino limpando a boca com bandeiras é Bolsonaro. É alguém que incendiou a Amazônia, entende? Começou a destruir o continente.
Além disso, o Brasil é sempre excluído quando as coisas latino-americanas acontecem. As pessoas se esquecem do Brasil porque a população não fala espanhol. Então foi bom representá-lo desse modo. Mas acho que Daniel Ortega (presidente da Nicarágua) também mereceu, assim como muitos outros presidentes… Nicolás Maduro. Há uma lista de presidentes que merecem ser destacados pelo que fazem em seus países.
BBC – Tem uma parte com alguns jovens baleados na cabeça…
Residente – Esse trecho representa muitos dos jovens latino-americanos, estudantes, que foram assassinados. Estudantes que se manifestaram na Venezuela, em Cali, na Colômbia. Na Argentina, em todos os lugares.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mapa do Lollapalooza mostra localização dos palcos do festival


Festival segue com quatro palcos nas mesmas posições que em 2019. Evento começa na sexta (25) e vai até domingo (27). Mapa do Lollapalooza 2022
Reprodução/Twitter/LollapaloozaBrasil
O Lollapalooza 2022 divulgou o mapa do festival nesta quarta-feira (23). Veja acima.
Os quatros palcos seguem na mesma posição que em 2019. Uma mudança é no lugar da roda gigante que foi para o lado do Chef’s Stage. Na edição anterior, ela estava na frente do espaço gastronômico, perto da LollaStore.
HORÁRIOS: veja programação por palco
INGRESSOS: como comprar e como trocar
LINE-UP: conheça artistas que vão tocar
O Lollapalooza chega à sua nona edição em São Paulo a partir desta sexta-feira (25), no Autódromo de Interlagos, Zona Sul da capital.
Cem mil pessoas são esperadas em cada um dos três dias. As principais atrações são Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida.
Foo Fighters: como será o show no Lollapalooza 2022
Máscaras não serão obrigatórias
Público no 3º dia de Lollapalooza
Diego Baravelli/G1
O Lollapalooza Brasil não exigirá mais o uso de máscaras no festival. Em fevereiro, a organização chegou a indicar que seria obrigatório.
A mudança acontece após o governo do Estado de São Paulo decretar o fim da obrigatoriedade em locais abertos em 9 de março, e em locais fechados na última quinta (17).
“O uso de máscara não será mais obrigatório dentro do Autódromo de Interlagos, de acordo com o decreto 66.554/2022 e 66.575/2022 do Estado de São Paulo. Mas, de toda forma, continuamos recomendando o uso de máscara para a sua proteção e do próximo”, diz o post publicado nesta quarta (23).
O comprovante de vacinação com, pelo menos, duas doses da vacina contra Covid-19 continua como item obrigatório para entrar no festival.
É preciso também apresentar documento de identificação com foto.
A recomendação da organização é que o público salve, com antecedência, os comprovantes no celular para evitar filas.
O festival aceitará documentos que comprovem a vacinação de todos os estados, seja na versão física ou digital.
VÍDEOS: Veja como serão os shows das principais atrações

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que ‘Hard to explain’ do Strokes é tão boa e como uma ‘mãozinha pra baixo’ salvou o rock?

Nesta semana de Lollapalooza, g1 publica uma série de vídeos explicando hits do festival, com ajuda de Lucas Silveira, vocalista da Fresno, banda que estará no evento.
‘Hard to explain’, The Strokes: Lucas da Fresno explica hits do Lolla
“Hard to explain” é uma das músicas do primeiro álbum do Strokes e costuma ser lembrada nos shows mais recentes. O quinteto nova-iorquino toca geralmente umas quatro ou cinco músicas deste disco de estreia, o “Is this it”, de 2001.
Nesta semana de Lollapalooza, o g1 publica uma série de vídeos explicando hits do festival que acontece em São Paulo. Nosso convidado é Lucas Silveira, vocalista da Fresno, uma das atrações do Lolla.
No vídeo acima, Lucas fala sobre os trunfos de “Hard to Explain”:
Melodia vocal pouco roqueira no início, parece até um pouco ópera;
Guitarra tocada de modo robótico, só com “mãozinha pra baixo”;
Levada de bateria criativa, mas sem invenções, tipo Ringo Starr;
Final abrupto, que te faz querer ouvir de novo. E de novo.
Como será o setlist do Strokes?
Os Strokes são os headliners que mais têm a cara do Lollapalooza em 2022. A banda tem mais de 20 anos, foi a última grande sensação do indie rock e já até tocou no Lolla 2017. E não mudou muita coisa desde então.
O vocalista Julian Casablancas segue com a mesma cara de bêbado triste e look de mendigo milionário. De lá para cá, eles lançaram um disco só. Mas é um álbum que faz a diferença.
“The New Abnormal” saiu em abril de 2020. E é o melhor disco deles em 15 anos. Eles estão mais inspirados e menos burocráticos. Parece que estão mais a fim. É um show que tem tudo para ser melhor que o de 2017.
E os setlists recentes são bem isso: quase só de músicas bem velhas e as melhores da safra bem nova. Eles encerram a sexta-feira, 25 de março.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A pior pessoa do mundo’, indicado a 2 Oscars, cativa com história de amor e amadurecimento; g1 já viu


Comédia dramática de Joachim Trier concorre a Melhor Roteiro Original e Melhor Filme Internacional no Oscar 2022. Renate Reinsve ganhou como Melhor Atriz no Festival de Cannes. Chegar aos 30 anos não costuma ser fácil para muita gente, porque começam a surgir pressões sociais ser mais maduro e bem resolvido no trabalho e na vida pessoal, mesmo quando ainda não se sabe direito quem você é.
Esse é o mesmo conflito que vive Julie (Renate Reinsve), a protagonista de “A pior pessoa do mundo”. A comédia dramática, com estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (24), acerta no tom ao tratar de questões (umas levas, outras nem tanto) de quem tem 30 e poucos anos.
Assista ao trailer do filme “A pior pessoa do mundo”
Dividida em 12 capítulos mais um prólogo e um epílogo, a trama mostra que Julie se encontra num mar de incertezas em sua vida. Apesar de boa aluna, decide deixar a faculdade de medicina para se tornar fotógrafa. Depois, ela arruma emprego de atendente numa livraria.
Na parte sentimental, a situação não é muito diferente, porque após vários relacionamentos fracassados, ela se envolve com o escritor e cartunista Aksel (Anders Danielsen Lie), mais velho que ela.
Em fases diferentes da vida, as coisas se complicam quando, após invadir uma festa, Julie conhece Eivind (Herbert Nordrum), e se encanta com o rapaz.
O encontro faz a jovem refletir se deve terminar com Aksel: seu relacionamento começa a cair numa rotina, embora ainda goste do namorado. Mas a vontade de estar com Eivind cresce com o passar do tempo e ela vê uma possibilidade de ter uma nova perspectiva de vida.
Amor que para o tempo
Julie (Renate Reinsve) se envolve com Eivind (Herbert Nordrum) em “A pior pessoa do mundo”
Divulgação
Há dois grandes méritos que tornam “A pior pessoa do mundo” um filme que cativa do início ao fim. O primeiro está na direção criativa de Joachim Trier, que cria momentos interessantes, ora divertidos, ora intensos, valendo-se de vários recursos narrativos.
O mais marcante deles é a sequência em que a protagonista larga tudo e atravessa a cidade de Oslo (onde a história se passa) para se encontrar com seu novo amor.
Para ilustrar o encantamento dela por essa nova experiência, Trier faz com que tudo e todos ao redor de Julie fiquem parados e só ela aparece em movimento, como se o tempo parasse em nome de seus sentimentos. O efeito é impressionante e cria um tipo de magia que só o bom cinema pode produzir.
Julie (Renate Reinsve) e Aksel (Anders Danielsen Lie) num momento de descontração em “A pior pessoa do mundo”
Divulgação
Trier (que assina o roteiro ao lado de Eskil Vogt) se destaca ainda com a cena em que a protagonista sente o efeito de um alucinógeno e tem uma espécie de acerto de contas com as pessoas que a magoaram, como o pai e até mesmo Aksel, na forma de uma animação feita a partir dos desenhos que ele faz. A sequência é tensa e impactante.
Mas o filme não impressiona só pelas partes técnicas. O longa se destaca pelos questionamentos que levanta sobre as escolhas que as pessoas fazem na vida e suas consequências. O ótimo texto (indicado a Melhor Roteiro Original) constrói uma protagonista humana demais. Ela acerta e erra em suas decisões e reflete sobre isso, de uma maneira realista. Nada é artificial.
Assim, não é difícil criar uma identidade entre Julie e o expectador, que certamente encontrará diversos pontos em comum com os conflitos da personagem.
Protagonista carismática
Renate Reinsve é o grande destaque do elenco de “A pior pessoa do mundo”
Divulgação
O segundo mérito que torna “A pior pessoa do mundo” cativante é a excelente atuação de Renate Reinsve como Julie. A atriz mostra incríveis talento e carisma e, sem ela, o filme não teria o mesmo impacto.
Ainda mais porque sua personagem é bastante complexa, por fazer e dizer coisas que podem ser condenáveis por algumas pessoas, como o fato de não querer ser mãe ou de ferir os que a querem bem como seus namorados.
Nas mãos de uma atriz menos preparada, sua personagem poderia gerar antipatia. Mas Renate equilibra bem todos os lados de sua personagem. Ela cria uma cumplicidade com o expectador, que pode até se compadecer com seus questionamentos e com sua eterna busca em encontrar um sentido para a vida.
Renate Reinsve e Herbert Nordrum numa cena de “A pior pessoa do mundo”
Divulgação
Por seu ótimo trabalho, ela recebeu o prêmio de Melhor Atriz do Festival de Cannes de 2021. O nome dele fez muita falta do nome dela entre as indicadas ao Oscar de Melhor Atriz.
Com uma ótima trilha sonora (incluindo “Waters of March”, versão em inglês de “Águas de Março” de Jobim, interpretada por Art Garfunkel), “A pior pessoa do mundo” disputa o Oscar de Melhor Filme Internacional e surge como a única produção que pode tirar a estatueta do favorito “Drive my car”.
Mesmo que não ganhe, isso não diminui sua excelência como mais um bom exemplo de cinema que merece ser conhecido pelo público brasileiro, ainda mais com um desfecho que fica na memória por um bom tempo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Máscaras no Lollapalooza não serão mais obrigatórias, mas festival recomenda uso


Comprovante de vacinação com, no mínimo, duas doses da vacina contra Covid e documento com foto serão exigidos na entrada. Público no 3º dia de Lollapalooza 2019
Diego Baravelli/G1
O Lollapalooza Brasil não exigirá mais o uso de máscaras no festival. Em fevereiro, a organização chegou a indicar que seria obrigatório.
A mudança acontece após o governo do Estado de São Paulo decretar o fim da obrigatoriedade em locais abertos em 9 de março, e em locais fechados na última quinta (17).
“O uso de máscara não será mais obrigatório dentro do Autódromo de Interlagos, de acordo com o decreto 66.554/2022 e 66.575/2022 do Estado de São Paulo. Mas, de toda forma, continuamos recomendando o uso de máscara para a sua proteção e do próximo”, diz o post publicado nesta quarta (23).
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O comprovante de vacinação com, pelo menos, duas doses da vacina contra Covid-19 continua como item obrigatório para entrar no festival.
É preciso também apresentar documento de identificação com foto.
A recomendação da organização é que o público salve, com antecedência, os comprovantes no celular para evitar filas.
O festival aceitará documentos que comprovem a vacinação de todos os estados, seja na versão física ou digital.
Lollapalooza 2022
Lollapalooza Brasil 2022: confira o line-up com as principais atrações do festival
O Lollapalooza chegará à sua nona edição em São Paulo a partir desta sexta-feira (25).
O festival acontece no Autódromo de Interlagos, Zona Sul da capital, depois de dois anos sem programação por conta da pandemia de Covid-19.
Cem mil pessoas são esperadas em cada um dos três dias. As principais atrações são Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2022: O que comer no festival? Veja lista de restaurantes


Coxinhas de jaca e de espinafre, hambúrguer de cogumelo e empanadas estão entre os quitutes à venda. Festival começa nesta sexta (25) e vai até domingo (27). Montagem com iguarias do Lollapalooza 2022: coxinhas de espinafre e de jaca e hambúrguer de cogumelo
Divulgação/Ana Branco
O Lollapalooza é conhecido pela diversidade culinária, que inclui várias opções com e sem carne, terá neste ano 2 áreas especiais de alimentação, o Chefstage e o Burger House.
Haverá também food trucks, com pratos da pizza ao hambúrguer, do veggie ao vegan, do sorvete ao churros.
Coxinhas de jaca e de espinafre, hambúrguer de cogumelo e espetinho de soja estão entre os destaques para o público vegano. O combo de hambúrguer + coxinha vai sair por R$ 35,00 cada.
Pirajá, Paris 6, La Guapa, Açouque Vegano, Fôrno e Eataly estão entre os restaurantes que vão participar do festival. Veja abaixo:
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Lollapalooza 2022
O Lollapalooza chegará à sua nona edição em São Paulo a partir desta sexta-feira (25). O festival acontecerá no Autódromo de Interlagos, Zona Sul da capital, depois de dois anos sem edições por conta da pandemia de Covid-19.
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Cem mil pessoas são esperadas em cada um dos três dias. As principais atrações são Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida.
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Fonte: G1 Entretenimento