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Dulce Quental revela capa e músicas do disco ‘Sob o signo do amor’


Artista lança em 24 de março o primeiro álbum de estúdio em 18 anos. Capa do álbum ‘Sob o signo do amor’, de Dulce Quental
Arte de Rodrigo Sommer
♪ A imagem acima é a capa de Sob o signo do amor, primeiro álbum de estúdio e de músicas inéditas de Dulce Quental em 18 anos. Rodrigo Sommer assina a arte da capa do disco.
Precedido pelos singles Apenas uma fantasia (2021), Vagalumes fugidios (2021) e A pele do amor (2022), o álbum Sob o signo do amor chega ao mercado fonográfico em 24 de março pelo selo da artista carioca, Cafezinho Edições.
Primeiro álbum de estúdio da cantora e compositora desde Beleza roubada (2004), Sob o signo do amor alinha no repertório 11 músicas autorais compostas por Quental durante a pandemia e gravadas com produção musical dos irmãos Jonas Sá (MPC e teclados) e Pedro Sá (guitarra, baixo e violão).
O disco foi formatado com os toques de músicos como Itamar Assiere (piano), Jaques Morelenbaum (violoncelo), Itamar Assiere (piano), Mariano Gonzáles (bandoneón), Thiago Queiroz (saxofone) e Zé Manoel (piano), parceiro de Quental na música A arte não é uma jovem mulher.
♪ Eis as 11 músicas que compõem o repertório autoral do álbum Sob o signo do amor :
1. Apenas uma fantasia (Dulce Quental, 2021)
2. Vagalumes fugidios (Dulce Quental, 2021)
3. Poeta assaltante (Dulce Quental, 2022)
4. A pele do amor (Dulce Quental, 2022)
5. Obra aberta (Dulce Quental, 2022)
6. Com mais prazer (Dulce Quental, 2022)
7. Morcegos à beira-mar (Dulce Quental, 2022)
8. A arte não é uma jovem mulher (Zé Manoel e Dulce Quental, 2022)
9. Poucas palavras (Dulce Quental, 2022)
10. Amor profano (Arthur Kunz e Dulce Quental, 2022)
11. Tudo vai passar (Dulce Quental, 2022)

Fonte: G1 Entretenimento

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Matuê leva trap nacional ao Lolla com influência de Chorão e ‘experiências psicodélicas’


Rapper cearense chega ao festival em alta, como o representante brasileiro mais popular do trap, vertente ‘chapada’ do rap do sul dos EUA, em hits como ‘Kenny G’ e ‘Máquina do tempo’. Quem é Matuê e o que esperar do show no Lollapalooza
Matheus Brasileiro Aguiar, 28 anos, chega ao Lollapalooza em alta. Ele não é só o representante nacional mais forte do trap, vertente “chapada” do rap surgida no sul dos EUA, mas também furou a bolha do estilo e é hoje um dos cantores mais populares do Brasil. VEJA PERFIL NO VÍDEO ACIMA.
Matuê é ídolo ainda virou condutor de novos sucessos – sua produtora 30Praum gerencia os prodígios do trap Teto e WIU.
A parada de streaming no Brasil nunca teve tantas faixas de rap nacional nos primeiros lugares como no final de 2020, quando saiu “Máquina do tempo”. “Elas ficam bem soltas, bem aleatórias ali, né? Têm dois ‘funkão’, aí Matuê, aí depois dois sertanejos, e Matuê”, ele disse na época ao podcast g1 ouviu.
O rapper cearense teve a melhor semana de estreia de um disco na história do Spotify no país. “Máquina do tempo” saiu em 10 de setembro e emplacou todas as sete faixas entre as 15 mais tocadas no Spotify no Brasil no dia, um feito inédito.
As faixas cheias de psicodelia, sexo e efeitos de voz furaram a bolha dos fãs de trap. O subgênero do rap, de batidas arrastadas e graves, é popular há vários anos nos EUA e cresce no Brasil.
Quem é Matuê?
“Máquina do tempo” é o primeiro álbum dele. Mas sua carreira já ganha força há seis anos em faixas avulsas. Com sucessos como “Anos luz” e “Kenny G”, acumulou fãs e detratores.
O trap feito de forma mais acessível e melódica gerou reação de gente que posa como entendida do estilo nas redes sociais. A frase “Matuê não é trap” virou quase um bordão, repetida nas redes por gente que torce o nariz para ele.
Saiba mais: do trap ao rap acústico, qual é a do novo hip hop brasileiro?
Capa do álbum ‘Máquina do tempo’, de Matuê
Divulgação
O próprio Matuê já brincou com essa “acusação” de que não faz trap de verdade. Em “A morte do Autotune” (2018), ele citou de forma dramática o efeito de voz comum no trap. No hit “Kenny G” (2019), imitou com desprezo os fãs de rap que falam “eu não gosto de Matuê, não”.
EUA e Ceará
Um fato em sua biografia virou lenda entre fãs e “haters”. Matuê morou nos EUA entre a infância e a adolescência. Mas ao contrário do que se diz nas redes, não houve glamour. Ele resume a experiência na gringa, dos 8 aos 11 anos, como “interessante”:
“Meus pais botaram tudo a jogo para ir para lá e de início a gente tinha só o básico. A gente estava até em uma situação de dormir no chão inicialmente. E com o passar do tempo, quando você começa a conquistar o básico, começa a ter uma vida digna”.
Lá, ele acompanhou os movimentos de rap e trap mais de perto. Mas a família teve que voltar para o Ceará para ficar perto da avó, que estava com câncer. Professora de artes, ela foi responsável por memórias de música do Nordeste na infância.
“Apesar de não ter sido uma coisa de educação, foi mais ‘vamos brincar ali’, ela tocando acordeon, tocando teclado e muito forró, bem tradicional da nossa cultura. Isso ficou com certeza, ficou muito”, diz.
“Infelizmente ela faleceu um ano depois e, para mim, isso foi uma situação muito difícil, porque eu não tinha muita conexão com as outras pessoas da minha família. Ela, para mim, era a guia, era a pessoa que me criava”, ele lembra.
Matuê no Planeta Atlântida 2020.
André feltes/ Agência Preview
Trap sem armadilha
O adolescente com referências norte-americanas acabou mergulhando no gênero que mais representa os jovens dos EUA hoje. Mas ele não quer se prender ao trap.
“Sou fã do hip hop, do trap, acompanho pra caramba, mas, para ser sincero, o que me move em relação à música está fora do trap”, diz Matuê.
André 3000 é referência no rap. Fora, há Bob Marley, Jimi Hendrix, Charlie Brown Jr. E estilos preferidos? “A maioria da minha playlist tem rock alternativo, indie”. Entre os mais tocados está Tame Impala, o projeto psicodélico do australiano Kevin Parker.
“Eu não quero que [a base no hip hop] me limite, por isso dentro do disco tem músicas como “Vem Chapar”, que são um pouquinho mais fora da curva do que se diz o trap tradicional”. Essa faixa lembra o rap mais pop de Post Malone.
‘Experiência psicodélicas’
“Tem um lugar que geral fica bem / E você pode ir pra lá também / Vem ser feliz na Cogulândia” são versos da faixa que abre o disco, “Cogulândia”. O formato é de trap, mas a substância muda – não é o lean, xarope à base de codeína citado por 10 entre 10 ídolos do estilo.
Matuê explica que, na quarentena, passou por um período de busca e de “evolução pessoal e espiritual”:
“Eu tive algumas experiências psicodélicas que foram importantes, fundamentais, para dar esse pulo em termos de mudança de perspectiva e entender o momento do que está se passando e como eu posso auxiliar, como eu posso ser melhor dentro do meu trabalho”, diz.
“Acredito nessa capacidade de certas experiências, não só relacionadas a enteógenos psicotrópicos, mas espirituais. Experiências transformadoras, de melhorar a vida. Trazer mais clareza e segurança sobre o que se está fazendo, qual é a sua função. Por isso acredito que tenha isso tão forte no disco”, ele explica.
Matuê
Felipe Vieira/Divulgação
Viagem espacial e Fortaleza real
As letras sobre viagens espaço-temporais com arranjos climáticos já gera teorias sobre significados secretos nas redes sociais. Matuê prepara uma HQ baseada no álbum. Aquela figura de cabelos e olhos roxos dos vídeos é um personagem?
“É e não é, sabe? Ao mesmo tempo em que é [personagem], sou eu, porque tudo que escrevo, falo, são coisas que são conectadas com minha vida. Tem músicas que falam sobre a minha cidade, meu lugar de origem, as expressões que a gente utiliza aqui”.
Ele faz um retrato distante dos clichês tropicais de Fortaleza em “É sal”. “Fortal City é uma mistura / Morando na praia / E mesmo assim a vida é dura / Tá geral suave, do nada o clima muda / Vai passar na frente, a máquina te costura”
Chorão reconstruído
A faixa-título e maior hit, “Máquina do tempo”, usa a base de “Como tudo pode ser”, do Charlie Brown Jr. Ela começou a ser feita em 2018.
Sem saber se conseguiria a liberação do uso do sample na faixa, concebida pelo produtor de trap Celo, Matuê e o parceiro WIU regravaram a base de forma semelhante à original, como alternativa aos entraves burocráticos.
“Fui atrás do mesmo baixo do Champignon, da guitarra do Marcão, dos efeitos, do que ele estava usando ali no pedal board dele”, explica.
Mas a autorização veio e foi comemorada pela equipe: “Se a gente não tivesse conseguido, ia ficar com receio muito grande, ia torcer para música não dar certo, para ficar mocada lá e o pessoal poder ouvir”, ele brinca.
Matuê ocupa no trap um espaço semelhante ao que o líder do Charlie Brown Jr. ocupava no rock brasileiro – uma espécie de ídolo renegado, aprovado por multidões e desprezado por supostos entendedores.
“Não querendo me comparar com ele de nenhuma forma, porque eu tenho ele como lenda. Mas eu acredito que ele foi um cara que veio com uma missão muito clara aqui para Terra”, diz o fã Matuê sobre Chorão.
“Do que ele queria fazer, do que ele queria transmitir, independente do que isso causou, ele concluiu o objetivo dele. Se você for ver, nem Jesus agradou todo mundo, né? Então a gente não tem como…”.
A comparação a Jesus na primeira pessoa do plural vem mais fácil do que a relutância em se comparar a Chorão – para dar uma ideia do quanto Matuê reverencia o líder do Charlie Brown Jr.
Do laptop quebrado ao luxo
Matuê
Felipe Ribeiro / Divulgação
Ao contrário da insolência das letras, ao conversar sobre carreira Matuê sabe que ainda tem muito a conquistar, e mostra alegria genuína com o fenômeno do álbum. Ele sempre acompanhou de perto o lado dos negócios com a produtora 30Praum, que hoje também tem os novos ídolos Teto e WIU.
“A gente começou de forma improvisada, gravando as minhas músicas num laptop quebrado do jeito que dava mesmo. Mas sempre entendendo que aquilo era um passo a se dar”, ele diz. “E que eu não podia nunca ter medo do próximo passo, de melhorar, me profissionalizar”, completa.
“Isso foi em 2016, então o tempo foi bem curto. Acho que a gente conseguiu chegar nesse objetivo rápido. Mas foi muito trabalho, muita dedicação, muito suor, muita frustração, muita decepção, sempre passando por cima dessas barreiras para poder elevar o nível do som.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Martinho da Vila insere poesia e encontro de religiões em álbum: ‘Pensei em juntar todo mundo’


‘Mistura Homogênea’ reúne filhos, netos, Teresa Cristina, Djonga, Zeca Pagodinho e líderes religiosos. Ao g1, sambista de 84 anos diz que é ‘diferente para chuchu’ sair na Vila Isabel como tema. Martinho da Vila lança ‘Mistura Homogênea’, álbum em que canta com Teresa Cristina, Djonga, Xande de Pilares e Zeca Pagodinho
Divulgação/Albert Andrade
Toda noite Martinho da Vila pega um livro de poesia, de conto ou de crônicas que tem na mesa de cabeceira e lê um pouco antes de dormir. Ele gosta das histórias curtas para não desviar muito o sono.
O contato tão próximo com a poesia é um dos pilares de “Mistura Homogênea”, álbum recém-lançado do sambista de 84 anos.
Da leitura noturna, ele criou músicas a partir poemas do mineiro Geraldo Carneiro e do maranhense Salgado Maranhão. São elas: “Sim, Senhora” e “Canção de Ninar”.
Em “Dois Amores”, ele canta sobre como a paixão pela poesia se divide com a música em sua vida. A faixa com participação e poema inédito da escritora moçambicana Paulina Chiziane, autora de “Niketche: uma história de poligamia”, virou umas das preferidas do compositor.
“Tem hora que o amor pende mais para uma, em outros momentos é da outra… Fiz isso aí como um versinho, depois que resolvi musicar. São amores abstratos”, explica ao g1.
Outro pilar do álbum é a religião, presente em faixas como “Zuela de Oxum” e “Oração Alegre”. Esta última tem ares de encontro ecumênico com as participações do pastor Henrique Vieira, do rabino Nilton Bonder e do líder muçulmano César Kaab Abdul.
O encontro de religiões é, em alguma medida, comum na numerosa família Ferreira e nos encontros de fim de ano quando a turma toda se reúne.
“A gente canta de tudo, os evangélicos puxam os cantos deles, a gente puxa o ponto de umbanda, canta um samba. Fica tudo misturado, é legal”.
“Tenho ideia de um dia fazer um encontro ecumênico, com lideranças de todas as regiões principais praticadas no Brasil. Fiz, na música, como se estivesse acontecendo, como se estivesse todo mundo misturado”.
Martinho da Vila e Teresa Cristina
Divulgação
A ideia surgiu a partir de “Unidos e Misturados”, música que lançou como single com a participação de Teresa Cristina. Com o tema definido, Martinho seguiu escrevendo as outras músicas durante a pandemia.
“Pensei logo em juntar todo mundo, entendeu? Coisas diferentes, sons diferentes, arranjos diferentes”, conta. Ele acompanhou o trabalho de produção à distância.
No fundo, apesar de defender a tal mistura, “Era de Aquarius” é uma das poucas faixas em que o tema se justifica musicalmente: um samba com participação de Djonga.
A sugestão do rapper mineiro veio atrás do neto Guido. “Eu não conhecia o Djonga, fui ver uns vídeos dele e gostei bastante”.
Xande de Pilares, Zeca Pagodinho, Hamilton de Holanda e Carlinhos Brown também participam do álbum, além dos filhos Tunico e Alegria Ferreira.
Enredo da Vila Isabel
Martinho da Vila desfila na Sapucaí pela Unidos de Vila Isabel
Alexandre Durão/G1
São muitos carnavais inesquecíveis para Martinho da Vila, mas entrar na Sapucaí em abril vai ser um dos mais emocionantes. Ele vai ser homenageado no enredo da Unidos de Vila Isabel, sua escola do coração.
Ainda não estamos na véspera do Carnaval, mas Martinho já fala emocionado sobre o desfile. Emocionado e, de certa forma, tímido.
“Eu preferia assistir de camarote, só ver a homenagem e falar ‘pô, esse cara é legal”, diz, envergonhado com o fato de ser o centro das atenções. “Vai acontecer comigo na avenida, vou estar lá no meio da homenagem”.
Ele diz que ainda não sabe onde vai desfilar, se em um carro alegórico, se no meio da escola, só garante que a emoção é diferente neste ano.
“Caramba, é diferente para ‘chuchu’ ser enredo. Estou acostumado a criar e a fazer samba enredo, e não ser o enredo, mas é uma honraria, ainda mais na minha escola”.
O carnaval se conecta com o álbum já que é o samba “Canta, Canta, Minha gente! A Vila é de Martinho” que encerra o novo trabalho. Ao lado de filhos e netos, Martinho antecipa a justa homenagem que receberá na avenida.
Martinho da Vila será homenageado pela escola de samba Vila Isabel no carnaval 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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O retorno do emo: Como a saúde mental e a liberdade de gênero encaixaram o estilo na geração Z

Jovens recriam a estética, embalados por novos artistas e discussões. Semana Pop explica como e por que esse movimento ressurgiu das cinzas; assista. O retorno do emo: Semana Pop explica por que o estilo voltou a balançar corações
Quase 20 anos depois do primeiro auge, o emo voltou a mexer com o coração dos jovens. Membros da geração Z recriam a estética, embalados por novos artistas do rock sentimental e debates sobre saúde mental e liberdade de gênero. O Semana Pop deste sábado (12) explica como e por que esse estilo ressurgiu das cinzas. Assista ao vídeo acima.
O emo voltou: por que o Lollapalooza 2022 tem vários veteranos e novatos do estilo
Veja todas as edições do Semana Pop
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Brownie: conheça o ‘primeiro-cão’ do Chile, sucesso nas redes sociais


Com mais de 406 mil seguidores no Instagram, o vira-lata ‘faz comentários’ sobre os eventos e bastidores com tutor. Brownie e Boric
Reprodução/Instagram/Brownie Presidencial
“Estou aqui na frente dos senhores, naquela que é uma das grandes surpresas do destino, eu, um cachorrinho vira-lata, me tornei, por eleição popular, o Primeiro-Cão da República do Chile”, diz o início o texto nas redes sociais de Brownie, o cachorro Gabriel Boric, presidente do Chile, empossado nesta sexta-feira (11).
Brownie tem chamado atenção nas redes sociais: são mais de 406 mil seguidores no Instagram e 89 mil no Twitter.
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Mas seu destaque vai além da fofura. O cãozinho “costuma postar” em seu feed bastidores da vida com Boric e suas percepções caninas dos acontecimentos pelo país e eventos que participa, com muito bom humor.
O cãozinho chegou à família de Boric há seis anos quando o irmão do presidente, Tomás, procurava um cachorro para adotar com a namorada. Brownie era rejeitado no abrigo onde estava porque apresentava um problema em uma das patas traseiras e, por isso, acabou sendo adotado pela família.
Brownie
Reprodução/Instagram/Brownie Presidencial
Ainda no discurso da posse, Brownie completa: “Prometo dar voz às demandas que me forem enviadas e abanar o rabo para lutar por ideias. Com cérebro de espantalho, coração do homem de lata e coragem do leão, enfrentarei as adversidades, e mesmo que os tempos sejam difíceis, eu prometo aos senhores que não vou desistir, nunca. Eu não vou desistir, não!”
Em publicação recente, ele conta que Boric deve agora assumir a segunda missão mais importante da sua vida (a primeira foi ensiná-lo a fazer xixi) e estará por perto quando precisar. No entanto, não seguiria com o presidente na viagem porque “disseram que a capital não é o lugar ideal para mim, e chegar lá seria uma missão muito difícil para um filhote como eu.”
Brownie recebe Boric no aeroporto
Reprodução/Instagram/Brownie Presidencial
Além do diário, o pet tem a sua própria agenda, com campanhas de adoção de animais e a luta contra os maus tratos. Em um dos posts, ele ensina como denunciar. Brownie até tem um apelido carinhoso para seus seguidores, os Brows.
O cachorro também é presença nas redes sociais de Boric, por onde este costuma se comunicar com o público. Entre fotos de eventos, reuniões e de anúncios de ministérios e integrantes do seu novo governo, Brownie aparece como fiel escudeiro do presidente, seja posando, seja recebendo-o no aeroporto.
“O surgimento de Brownie é muito relevante porque coloca em pauta um assunto que até agora era pouco discutido: os direitos dos animais. O eleitorado de Boric, principalmente os jovens, é muito sensível a isso”, explicou Claudia Heiss, de a Universidade do Chile, em entrevista a agência de notícias EFE.
Ainda para a agência , Jaime Abedrapo, da Universidade San Sebastián, Boric procura “ser um presidente que aponta para as emoções” e “mostrar uma nova proximidade com as pessoas.”
Cachorro golden retriever carrega mochila de garota na volta da escola

Fonte: G1 Entretenimento

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Alec Baldwin queria terminar as filmagens de ‘Rust’ após a morte de diretora de fotografia


Processo afirma que ator e produtor do filme queria ‘honrar’ memória de Halyna Hutchins e tentou ter apoio do elenco para continuar gravações. Ator Alec Baldwin e a diretora de fotografia Halyna Hutchins
Sonia Recchia/Getty Images/AFP; Angela Weiss/AFP
O ator Alec Baldwin queria terminar de filmar o filme de western “Rust”, no qual a diretora de fotografia Halyna Hutchins foi morta por um tiro em outubro de 2021, para “honrar” sua memória e compensar a família, de acordo com um processo de arbitragem aberto nesta sexta-feira (11) em Los Angeles.
O incidente ocorreu em 21 de outubro em uma fazenda em Santa Fé, Novo México, quando Baldwin atirou na diretora de fotografia do filme com um revólver. A arma que estava manuseando foi apresentada a ele como inofensiva e carregada com balas falsas, mas o tiro feriu fatalmente Hutchins, de 42 anos.
Baldwin, também um produtor de “Rust”, foi processado na esfera civil por Matt Hutchins, marido da vítima e seu filho, para obter compensação.
“Baldwin fez um esforço para entrar em contato com o elenco de ‘Rust’, na esperança de obter apoio para finalizar o filme”, disse o pedido de arbitragem depositado em uma empresa especializada em Los Angeles para obter o apoio dos demais produtores do filme.
‘Eu não puxei o gatilho’, diz Alec Baldwin sobre morte de diretora em set de filmagem
“Ele fez isso para honrar o legado de Halyna ao terminar sua última obra e para compensar Hutchins e seu filho com os lucros do filme”.
De acordo com o texto, Baldwin conseguiu convencer o elenco do filme, incluindo seu diretor, Joel Souza, que também foi baleado, a terminar a produção.
Mas Matt Hutchins rejeitou a proposta de Baldwin e entrou com uma ação contra ele e os outros produtores, exigindo uma compensação “substancial” por uma longa lista de falhas.
Além das ações civis, uma investigação criminal policial está em andamento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Larissa Manoela canta com MC Zaac em single do álbum que a artista lançará em abril


♪ Enquanto grava a novela Além da ilusão, atual atração da TV Globo no horário das 18h, Larissa Manoela lança Tenho o poder, terceiro single do terceiro álbum da artista.
Intitulado Larissa Manoela e previsto para ser lançado em abril, o terceiro álbum da artista é o primeiro da fase adulta da discografia dessa atriz e cantora paranaense que já lançou os álbuns Com você (2014) e Além do tempo (2019).
Após dois singles que iniciaram no fim do ano passado a transição do som de Larissa do ciclo infanto-juvenil para a fase adulta, Me deixa a milhão (2021) e Pagou de superado (2021), a artista apresenta single gravado em 2019 com o MC Zaac, astro do funk paulista.
O registro da música Tenho o poder entrou em rotação nesta sexta-feira, 11 de março, em single editado pela gravadora Deck. A composição Tenho o poder é parceria de Larissa com Breno Casagrande e com Cabrera, responsável pelo arranjo, pelo beat e pelos violões da música.
Capa do single ‘Tenho o poder’, de Larissa Manoela com MC Zaac
Manuela Scarpa

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Deadpool 3’ vai ser dirigido por Shawn Levy, diz revista; Ryan Reynolds brinca: ‘um pouco mais esfaqueadora’


Diretor e ator trabalharam juntos em ‘Free Guy’ e ‘O projeto Adam’. ‘Terceiro filme na minha trilogia de Shawn Levy’, escreveu Reynolds. Ryan Reynolds em cena de ‘Deadpool’
Divulgação
O terceiro filme “Deadpool”, estrelado pelo anti-herói da Marvel, vai ser dirigido por Shawn Levy, de acordo com a revista “Hollywood Reporter”.
O cineasta trabalhou com Ryan Reynolds, intérprete do personagem, em “Free Guy – Assumindo o controle” (2021) e em “O projeto Adam”, que estreou nesta sexta-feira (11).
Segundo a publicação, Levy e a Disney, que recuperou os direitos do mercenário falastrão quando comprou a Fox, ainda estão em negociação.
Mesmo assim, o ator canadense brincou sobre a escolha em seu perfil no Twitter. “O terceiro filme da minha trilogia de Shawn Levy vai ser um pouco mais esfaqueadora”, publicou Reynolds, junto de uma imagem que reunia os protagonistas das três histórias.
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Se fechar contrato, Levy vai seguir Tim Miller, diretor de “Deadpool” (2016), e David Leitch, responsável pela continuação de 2018.

Fonte: G1 Entretenimento

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Céu festeja abertura de parceria com João Donato


♪ “Nem no meu sonho mais fantástico me imaginaria compondo com o gênio, brilhante, João Donato!”. Exultante, o comentário foi feito por Céu, nas redes sociais da artista paulistana, ao legendar foto em que aparece no estúdio com o pianista e compositor acreano, com quem já dividiu o palco em shows especiais.
Sim, Céu já é parceira de Donato e, a julgar por outra foto com parte da letra, a primeira música resultante da parceria se chama Floriu.
A gravação da composição é para álbum de músicas inéditas de Donato, arquitetado desde 2019 pelo produtor Ronaldo Evangelista. Além da música com Céu, estão previstas parcerias de Donato com as cantoras Mariana Aydar e Tulipa Ruiz.
Letra de ‘Floriu’, parceria de Céu com João Donato
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Criolo muda título e apresenta a capa do primeiro álbum de músicas inéditas em cinco anos


Capa do álbum ‘Sobre viver’, de Criolo
Helder Fruteira
♪ Criolo mudou o título do álbum de músicas inéditas que lançará em breve através da gravadora Oloko Records. Antes intitulado Diário do caos, o disco teve o nome alterado para Sobre viver. A capa do álbum Sobre viver expõe o artista paulistano em foto de Helder Fruteira.
“A capa vem de um encontro muito especial de arte e da trajetória do fotógrafo Helder Fruteira, que veio como uma jovem revelação no olhar de Denis Cisma quando pensamos o clipe da música Cleane. Ele, Denis, meu amigo e parceiro artístico já há quase uma década, nos trouxe esse grande artista, Helder, que nos presenteou com uma equipe muito especial em torno do clipe. E agora, neste desafio de criar a capa e o ensaio do qual ela vem, traz um tanto mais de sensações ao redor do trabalho como um todo”, avaliza Criolo.
Sobre viver é também o nome do show que o cantor estreia em 14 de maio na cidade do Rio de Janeiro (RJ), seguindo em turnê pelo Brasil.
Além de músicas inéditas, tanto o álbum Sobre viver como o show decorrente do disco abarcam no repertório composições já apresentadas em singles pelo artista paulistano nos últimos dois anos, casos de Sistema obtuso (2020), Fellini (2021) e Cleane (2021).
“O álbum vem cheio de sentimentos desses últimos quatro anos e dos mais recentes encontros, com novas estéticas que eu ainda não tinha trabalhado. O show está em construção com muito amor e afeto, para transformar a raiva, o ódio e dor que tentam não ir embora, e me visitam toda hora, em um show com ancestralidade e entrega dos mais puros sentimentos de vida”, contextualiza Criolo.
Sobre viver é o primeiro álbum de músicas inéditas de Criolo em cinco anos, o primeiro desde Espiral de ilusão (2017), disco em que o rapper se converteu majestosamente ao samba.

Fonte: G1 Entretenimento