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Simone abre ‘Boca em brasa’ para cantar música inédita de Juliano Holanda e Zélia Duncan no álbum ‘Da gente’


♪ Diretor musical do 42º álbum de Simone, Da gente, o pernambucano Juliano Holanda está duplamente presente como compositor entre as 12 músicas selecionadas pela cantora para o disco programado pela gravadora Biscoito Fino para ser lançado na sexta-feira, 18 de março.
Além de ser o autor de Haja terapia (2021), música escolhida para ser o primeiro single do álbum, Juliano Holanda é parceiro de Zélia Duncan em Boca em brasa, composição inédita oferecida pelos autores a Simone.
Zélia Duncan é a diretora artística do disco gravado por Simone com os músicos Webster Santos (violões) e Rapha B (bateria), além do próprio Juliano Holanda no baixo.
Além de Haja terapia e de Boca em brasa, o repertório do álbum Da gente inclui as regravações de Dezembros (Fagner, Zeca Baleiro e Fausto Nilo, 2003) e Estilhaços (Cátia de França e Flávio Nascimento, 1980), entre músicas de Isabela Moraes, Karina Buhr, Martins, PC Silva e Socorro Lira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia rege reencontro com maestro João Carlos Martins na reabertura de casa no Rio


Cantora e pianista refazem no palco do Qualistage o show que estrearam em São Paulo em 2019. Resenha de show
Título: De Beethoven a Bethânia – João Carlos Martins convida Maria Bethânia
Artistas: João Carlos Martins e Maria Bethânia
Local: Qualistage (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 12 de março de 2022
Cotação: * * * *
♪ A rigor, o concerto era de João Carlos Martins. Como estampado no ingresso emitido pela casa carioca de shows Qualistage, reaberta na noite de ontem, 12 de março, com novo nome e a mesma estrutura para abrigar grandes espetáculos, Maria Bethânia era a convidada do excepcional maestro e pianista paulistano de 81 anos.
Contudo, quando a cantora baiana de 75 anos foi chamada pelo maestro ao palco do Qualistage, após a execução pelo pianista do segundo movimento do Concerto para piano nº 5 (Beethoven, 1811) e a regência do primeiro movimento da Sinfonia nº 5 (Beethoven, 1908), foi como se Bethânia passasse a reger a apresentação com a habitual imponência e o notório magnetismo.
Todas as atenções do maestro, dos 36 músicos da Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP, dos dois músicos da cantora – o violonista João Camarero e o baixista Jorge Helder – e da plateia passaram a se dirigir primordialmente para a intérprete.
No reencontro de João Carlos com Bethânia, maestro e cantora reeditaram – com ligeiras modificações no roteiro – o espetáculo originalmente apresentado em outubro de 2019 na cidade de São Paulo (SP), com o título de João Carlos Martins e Maria Bethânia in concert – De Beethoven a Bethânia.
Duas músicas do mais recente álbum de Bethânia, Noturno (2021), entraram no roteiro. Lapa santa (Paulo Dáfilin e Roque Ferreira, 2021) foi apresentada com arranjo evocativo do registro orquestral do disco. Já o bolero Prudência (Tim Bernardes, 2021) ganhou toque adicional de majestade.
Nos dois números iniciais, Sonho impossível (The impossible dream) (Joe Darion e Mitch Leigh, 1965, em versão em português de Chico Buarque e Ruy Guerra, 1972) e Gente humilde (Garoto, Vinicius de Moraes e Chico Buarque, 1969), Bethânia sinalizou desconforto com o som. “Estou ouvindo só eco”, avisou a artista.
Contudo, a cantora jamais deixou que o incômodo prejudicasse a fluência das interpretações, até mesmo pela emoção de estar fazendo o primeiro show pós-pandemia com público presencial. “É tão mágico encontrar com vocês de novo. Subir num palco e ter público”, exultou a cantora.
A personalidade de Bethânia é tão forte que, mesmo diante de orquestra monumental, a cantora se permitiu seduzir o público com o canto a capella de Explode coração (Gonzaguinha, 1978), grande sucesso de Álibi (1978), álbum de arranjos orquestrais no qual a intérprete reviveu o samba-canção Ronda (Paulo Vanzolini, 1953), música, esta sim, cantada no concerto de ontem com o aparato orquestral regido por João Carlos Martins.
Hits infalíveis em shows da intérprete, a canção Olhos nos olhos (Chico Buarque, 1976) e o samba Reconvexo (Caetano Veloso, 1989) surtiram o habitual efeito – com direito, em Olhos nos olhos, à encenação de todos os gestuais teatrais já conhecidos pelo séquito da artista – e precederam o momento mais emocionante da noite.
Foi quando o maestro foi para o piano e tocou medley em tributo ao compositor italiano Ennio Morricone (1928 – 2020), com temas do mestre das trilhas de cinema, em deferência a Bethânia, que permaneceu ao lado de João, debruçada sobre o piano.
Na sequência, a cantora retribuiu a homenagem e cantou Se todos fossem iguais a você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1956) em reverência ao maestro. No fim, Bethânia recitou trecho de poema de Álvaro de Campos – heterônimo de Fernando Pessoa (1890 – 1935) – antes de cantar Non, je ne regrette rien (Charles Dumont e Michael Vaucaire, 1956), número herdado do show Abraçar e agradecer (2015).
No bis, o maestro regeu a orquestra na condução de Trem das onze (Adoniran Barbosa, 1964), com o coro efusivo do público, antes de Bethânia voltar para cair no samba O que é o que é (Gonzaguinha, 1982).
Diante da insistência da plateia, houve um improvisado segundo bis, sem a reunião da cantora com o maestro. João Carlos Martins solou a valsa Luíza (Antonio Carlos Jobim, 1981) ao piano e, em seguida, Bethânia verteu o rancor de Lágrima (Roque Ferreira, 2006) somente com o toque do violão de João Camarero, terminando de reger o reencontro em cena com o maestro João Carlos Martins.
João Carlos Martins e Maria Bethânia celebram o reencontro no palco do Qualistage
Vera Donato / Divulgação
♪ Eis o roteiro seguido em 12 de março de 2022 por João Carlos Martins e Maria Bethânia na primeira das duas apresentações cariocas do espetáculo De Beethoven a Bethânia – João Carlos Martins convida Maria Bethânia na reabertura da casa Qualistage, na cidade do Rio de Janeiro (RJ):
1. Segundo movimento do Concerto para piano nº 5 (Beethoven, 1811) – João Carlos Martins ao piano
2. Primeiro movimento da Sinfonia nº 5 (Beethoven, 1908) – João Carlos Martins e orquestra
3. Sonho impossível (The impossible dream) (Joe Darion e Mitch Leigh, 1965, em versão em português de Chico Buarque e Ruy Guerra, 1972) – João Carlos Martins, Maria Bethânia e orquestra
4. Gente humilde (Garoto, Vinicius de Moraes e Chico Buarque, 1969) – João Carlos Martins, Maria Bethânia e orquestra
5. Lapa santa (Paulo Dáfilin e Roque Ferreira, 2021) – João Carlos Martins, Maria Bethânia e orquestra
6. Explode coração (Gonzaguinha, 1978) – Maria Bethânia a capella
7. Ronda (Paulo Vanzolini, 1953) – João Carlos Martins, Maria Bethânia e orquestra
8. Prudência (Tim Bernardes, 2021) – João Carlos Martins, Maria Bethânia e orquestra
9. Olhos nos olhos (Chico Buarque, 1976) – João Carlos Martins, Maria Bethânia e orquestra
10. Reconvexo (Caetano Veloso, 1989) – João Carlos Martins, Maria Bethânia e orquestra
11. Tributo a Ennio Morricone (Ennio Morricone) – João Carlos Martins ao piano
12. Se todos fossem iguais a você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1956) – João Carlos Martins, Maria Bethânia e orquestra
13. Poema de Álvaro de Campos / Non, je ne regrette rien (Charles Dumont e Michael Vaucaire, 1956) – João Carlos Martins, Maria Bethânia e orquestra
Bis:
14. Trem das onze (Adoniran Barbosa, 1964) – João Carlos Martins e orquestra
15. O que é o que é (Gonzaguinha, 1982) – João Carlos Martins, Maria Bethânia e orquestra
Bis 2:
16. Luíza (Antonio Carlos Jobim, 1981) – João Carlos Martins ao piano
17. Lágrima (Roque Ferreira, 2006) – com Maria Bethânia e o violão de João Camarero

Fonte: G1 Entretenimento

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Jane Campion, de ‘Ataque dos cães’, ganha prêmio principal do Sindicato dos Diretores dos EUA


Neozelandeza se tornou a terceira mulher a ganhar como melhor direção do ano. Premiação é considerada uma dos maiores termômetros do Oscar. Jane Campion, de ‘Ataque dos cães’, ganha prêmio principal do Sindicato dos Diretores dos EUA
Jesse Grant/Getty Images North America/Getty Images via AFP
Jane Campion, diretora de “Ataque dos cães”, venceu o prêmio do Sindicato de Diretores da América (DGA, da sigla em inglês). A premiação aconteceu no sábado (12) e é um dos termômetros para o Oscar.
Com a conquista, ela se torna apenas a terceira mulher a vencer como diretora do ano da organização. É também a primeira vez que duas vencem em anos consecutivos. Chloé Zhao, de “Nomadland”, venceu em 2021. Kathryn Bigelow, de “Guerra ao Terror”, foi a primeira, em 2010.
Além dela, concorriam Kenneth Branagh (“Belfast”), Paul Thomas Anderson (“Licorice Pizza”), Steven Spielberg (“Amor, sublime amor”) e Denis Villeneuve (“Duna”).
A neozelandesa também se torna a favorita à categoria de melhor direção no Oscar 2022, que acontece em 27 de março. Afinal, o DGA tem muitos membros que votam na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.
Com isso, a entidade já “previu” 17 ganhadores da categoria no Oscar nos últimos 20 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Trio Gilsons faz sucesso com shows lotados pelo Brasil e repertório autoral cantado por público jovem


Grupo carioca tem agenda cheia até agosto no embalo da edição do álbum ‘Pra gente acordar’. ♪ ANÁLISE – Quando saiu do palco do Circo Voador na madrugada deste domingo, 13 de março, o trio carioca Gilsons encerrou semana especialmente consagradora que atestou o real sucesso do grupo formado em 2018.
Na sequência imediata de dois shows lotados no Cine Joia, na cidade de São Paulo (SP), Francisco Gil, João Gil e José Gil partiram para a cidade natal do Rio de Janeiro (RJ) para se apresentarem no sábado, 12 de março, em um Circo Voador igualmente lotado, fazendo show cujos ingressos tinham se esgotado há quase um mês.
A partir da próxima semana, o grupo cai na estrada em rota que levará os Gilsons para outras 10 capitais do Brasil com o show da turnê Pra gente acordar. A agenda do trio tem apresentações marcadas até agosto.
O atual show estreou no embalo do lançamento do primeiro álbum do trio, também intitulado Pra gente acordar e posto em rotação às 22h22 de 2 de fevereiro de 2022.
O expresso 2222 do Gilsons partiu direto para o sucesso. O sucesso real, não o sucesso fake. Na era digital das redes sociais, coexistem no universo pop o sucesso real – aquele que mobiliza de fato um nicho do mercado e amealha público além do círculo de amizades, como vem acontecendo com o Gilsons – e o sucesso fake, alimentado artificialmente tanto com o impulsionamento financeiro do número de visualizações de vídeos, de seguidores e de likes em posts quanto com os comentários falsamente elogiosos de amigos e celebridades que cria ondinha hype que se desfaz após um tempo com a mesma rapidez com que se ergueu nas redes e por vezes na mídia.
O sucesso de Francisco Gil, João Gil e José Gil é real até pelo fato de ter sido natural e progressivo. Tudo começou quando, em 2019, a banda emplacou nas pistas a regravação de Várias queixas (Germano Meneghel, Afro Jhow e Narcizinho, 2012), música que o grupo baiano Olodum apresentara há então sete anos. Foi um hit inesperado e precoce para uma banda que tinha entrado em cena há apenas um ano.
Beneficiados pela conexão direta com o público através das redes sociais, ferramentas fundamentais se usadas sem ações e estratégias que criem a ilusão de sucesso, Francisco Gil, João Gil e José Gil tiveram a sabedoria de jamais se escorar na música superlativa do patriarca Gilberto Gil – pai de José Gil e avô de Francisco Gil e João Gil – e de investir em repertório autoral em movimento que culminou com a edição do álbum Pra gente acordar e a consequente conexão da banda com o público jovem.
Vídeos de shows recentes do trio atestam a adesão do público ao cancioneiro composto pelos artistas com eventuais parcerias com nomes como Júlia Mestre e o percussionista baiano Léo Micuri.
Batizado por Preta Gil com nome engenhoso que junta Gil com sons (palavra que significa filhos em inglês e que, em português, é o plural de som), o grupo faz a música que a geração 2022 quer ouvir. O que ajuda a explicar o sucesso real e consagrador dos Gilsons.
O trio Gilsons reúne nove músicas autorais no álbum ‘Pra gente acordar’
Zabenzi / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #185 – Bala Desejo e Gilsons: a mpb que se renova


Com bons álbuns de estreia, bandas cariocas movimentam a cena com personalidade e forte referência dos anos 70 e da música baiana. Bala Desejo é Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra, já o trio Gilsons é formado por João Gil, José Gil e Francisco Gil. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Como será cada show do Lollapalooza 2022? 44 vídeos explicam as atrações; veja


Está em dúvida sobre qual show assistir, quer conhecer melhor a história de alguma atração ou saber o que esperar dos setlists? O g1 te ajuda em vídeos sobre os 44 principais artistas; assista. Miley Cyrus, A$AP Rocky, Doja Cat, Foo Fighters e The Strokes se apresentam no Lollapalooza Brasil 2022
Kevin Winter/Getty Images for iHeartMedia/AFP, Mario Anzuoni/Reuters, Cortesia MTV/Reuters, Fábio Tito/g1 e Marcelo Brandt/g1
O Lollapalooza também é um festival de dúvidas e escolhas. Qual show assistir? O que esperar de cada artista e seus setlists? Qual é a onda dessa banda aí? E esse nome novo aí, quem é?
O g1 ouve estes anseios e acalma os fãs com vídeos que dão um perfil das atrações e dizem como deve ser cada um dos 44 principais shows do festival.
Clique para ver a programação completa e VEJA TODOS OS VÍDEOS ABAIXO:
SHOWS DA SEXTA-FEIRA – Tem pra todo mundo…
A sexta é diversa no Lolla: tem pra todo mundo na volta do festival após duas edições canceladas na pandemia. O indie-rock que é a cara do evento está no show principal, dos Strokes, e nos ingleses The Wombats. Mas também tem pop atrevido, trap de novinhos, emo renovado…
As cantoras da sexta são ousadas e conectadas: Doja Cat traz seu rap-pop melódico e sensual. Tem também sua parceira Ashnikko, com visual excêntrico e som sem fronteiras. Ela já trocou elogios com a brasileira Pabllo Vittar, que vai botar o Lolla para dançar o tecnobrega do seu “Batidão tropical”. Ainda tem a Marina numa fase de
Machine Gun Kelly e Jxdn, os dois caras mais populares da nova geração do emo nos EUA, mostram como o rock emotivo se juntou ao hip-hop e voltou a tocar fundo no coração da geração Z.
No rap há dois novos ídolos: o cearense Matuê e o americano Jack Harlow. Os destaques da eletrônica juntam gerações: do veterano inglês Chris Lake ao prodígio mascarado anglo-norueguês Alan Walker.
The Strokes no Lollapalooza: o que esperar do show
Quem é Doja Cat e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Machine Gun Kelly e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é jxdn e como será o show no Lollapalooza 2022
Pabllo Vittar: como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Ashnikko e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Matuê e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Jack Harlow e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Alan Walker e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Chris Lake e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é The Wombats e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é LP e como será o show no Lollapalooza 2022
Detonautas: o que esperar do show no Lollapalooza
Tem também: Marina, Turnstile, Caribou, 070 Shake, Jetlag, VINNE, Beowülf, Edgar, Meca, Barja
SHOWS DO SÁBADO – Pop e rap no topo
O sábado no Lolla é de batidas fortes: no rap, no pop, na eletrônica mesmo, e até no funk. As guitarras até aparecem em parte do show de Miley Cyrus, que tem um lado roqueira entre as várias facetas que ela vai apresentar no show principal da noite.
Ainda há a distorção de duas bandas veteranas do emo, de carona no revival do estilo: A Day to Remember e Alexisonfire. Mas emotivo mesmo é o pop do sábado: da canadense Alessia Cara, da americana Remi Wolf e dos brasileiros Jão, Silva e Clarice Falcão.
A$AP Rocky chega como o maior nome do rap nesta edição (e, não menos importante, pai do bebê da Rihanna). Tem também o principal nome do rap brasileiro deste Lollapalooza, o Emicida.
Dois DJs fundamentais para popularizar a música eletrônica no Brasil dão as caras: Alok, o maior nome atual, e Marky, desbravador dos beats brasileiros. E o funk cava espaço no Lolla com um encontro liderado por WC no Beat e Kevin o Chris e nos experimentos de Jup do Bairro e MC Tha.
Miley Cyrus no Lollapalooza: o que esperar do show
Quem é A$AP Rocky e como será o show no Lollapalooza 2022 Descrição
Quem é A Day to Remember e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Alok e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Alexisonfire e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Alessia Cara e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Remi Wolf e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Silva e o que esperar do show no Lollapalooza
Emicida: o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Jão e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é DJ Marky e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Jup do Bairro e o que esperar do show no Lollapalooza
WC no Beat, Kevin o Chris, Haikaiss, PK, Felp 22, MC TH e Hyperanhas no Lolla: como será
Quem é Mc Tha e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Clarice Falcão e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Chemical Surf e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Fatnotronic e como será o show no Lollapalooza 2022
Tem também: Deorro, Lamparina, King Gizzard & the Lizard Wizard, Boombox Cartel, Chemical Surf, Terno Rei, Vitor Lou.
SHOWS DO DOMINGO – Despedida com barulho
O último dia do Lollapalooza 2022 tem a atração mais esperada do festival segundo enquete com leitores do g1: os Foo Fighters trazem sua turnê grandiosa de sempre, reforçada pelo toque dançante e direto do álbum mais recente, “Medicine at Midnight”.
O dia mais barulhento desse Lolla tem também o rock do patrão: Perry Farrell, criador do festival, toca com sua banda influente no rock alternativo dos anos 90, o Jane’s Addiction. Ainda tem punk politizado (Idles), soul rock psicodélico (Black Pumas) e emo saudoso (Fresno).
Mesmo quem não tem guitarra veio para causar: o rap incendiário de Djonga e de Rashid e as vozes distintas das brasileiras Marina Sena e Gloria Groove e da americana Kehlani.
Não existe um DJ mais “topzera” nesta edição do Lolla do que o holandês Martin Garrix. O sueco Alesso é outro produtor cheio de megahits com cantoras pop. Quem prefere batidas menos convencionais pode ir atrás do haitiano-canadense Kaytranada.
Foo Fighters: como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Martin Garrix e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Jane’s Addiction e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Alesso e como será o show no Lollapalooza
Quem é Black Pumas e como será o show no Lolla 2022
Quem é Kaytranada e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Marina Sena e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Gloria Groove e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Idles e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Djonga e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Rashid e como será o show no Lollapalooza 2022
Quem é Fresno e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Kehlani e o que esperar do show no Lollapalooza
Quem é Lagum e como será o show no Lollapalooza 2022
Também tem: Goldfish, Cat Dealers, Evokings, Planta e Raiz, Fancying, Malifoo, menores atos, FractaLL x Rocksted
Cartaz do Lollapalooza 2022
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘The Boys’ lança primeiro trailer da terceira temporada; ASSISTA

Novo ano da série sobre super-heróis estreia em 3 de junho. Vídeo mostra Jensen Ackles como o Soldier Boy e o retorno dos protagonistas Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr e Erin Moriarty. Assista ao trailer da terceira temporada de ‘The Boys’
A série “The Boys” lançou neste sábado (12) o primeiro trailer de sua terceira temporada. Os primeiros três episódios estreiam no dia 3 de junho. Assista ao vídeo acima.
A prévia mostra a chegada do ator Jensen Ackles, conhecido por “Supernatural”, como Soldier Boy, um herói que dizem ter lutado na Segunda Guerra Mundial.
Além dele, traz também o retorno de protagonistas como Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr e Erin Moriarty, e toda a violência, sangue e humor pela qual a série ficou conhecida.
Depois da estreia, novos episódios serão lançados toda sexta-feira na plataforma de vídeos Amazon Prime Video.

Fonte: G1 Entretenimento

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Feira do Rock retoma programação com cover da banda inglesa Iron Maiden


Primeira edição de 2022 será neste domingo (13), a partir das 9h, no Centro Cultural Matarazzo. Programação ainda conta com food trucks, encontro de carros antigos, motoclubes e vinis. Última edição de 2021 teve cover da banda Bon Jovi
Secretaria Municipal de Cultura de Presidente Prudente
Os adeptos do “bom e velho rock’n roll” podem voltar a curtir a Feira do Rock, em Presidente Prudente (SP). A primeira edição de 2022 será neste domingo (13), a partir das 9h, no Centro Cultural Matarazzo, na Vila Marcondes. A atração principal é a banda “Hell Can Wait”, com covers da banda inglesa Iron Maiden.
Até as 12h, os participantes terão acesso a food trucks, encontro de carros antigos, motoclubes, feira de vinil, camisetas, tattoo e muito mais.
Veja a programação:
9h – Início da Feira do Rock
9h às 10h – Palco aberto (não há necessidade de inscrição)
10h – Show com a banda “Os Paulos”
10h30 – Show com a banda “Hell Can Wait” (cover da banda Iron Maiden)
12h – Encerramento
A previsão é de que a Feira do Rock seja realizada uma vez por mês, sempre com uma atração diferente. Músicos de Presidente Prudente e da região também podem se apresentar no “palco aberto” antes do show principal.
O evento foi inaugurado em julho do ano passado, em comemoração ao Dia do Rock.
No decorrer de 2021, foram realizadas quatro edições, que juntas receberam mais de cinco mil pessoas, conforme estimativa da Secretaria Municipal de Cultura (Secult). A última programação contou com o grupo “Bad Roses”, com cover da banda Bon Jovi.
O Centro Cultural Matarazzo fica na Rua Quintino Bocaiúva, 749, na Vila Marcondes.
Centro Cultural Matarazzo, na Vila Marcondes, em Presidente Prudente (SP)
Stephanie Fonseca/g1
VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente
Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.

Fonte: G1 Entretenimento

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Zé Neto & Cristiano oferecem a segunda dose de ‘Tarja preta’


♪ Zé Neto & Cristiano oferecem a segunda dose de Tarja preta, disco gravado com produção musical de Dudu Oliveira e anunciado pela dupla com a edição de single triplo em 28 de janeiro.
Às três músicas (Melhor ser uma saudade, Pior dos piores e Waze falou) do lançamento anterior, os cantores adicionam as faixas Batendo o dente e Você não merece em Tarja preta EP 02, disco disponibilizado na sexta-feira, 11 de março.
Composição de autoria de Philipe Pancadinha, Nudoze e Felipe Kef, Batendo o dente é música escolhida para ser promovida atualmente pela gravadora Som Livre.
Capa de ‘Tarja preta EP 02’, de Zé Neto & Cristiano
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Pianista e compositor Clayton Prósperi ancora sons e versos no mar de poesia do álbum ‘Cativo’


Gravado por Milton Nascimento, artista mineiro lança disco em abril com toque de Toninho Horta.
Capa do álbum ‘Cativo’, de Clayton Prósperi
Arte de Leonora Weissman
♪ Parceiro de Haroldo Júnior na criação de Eu pescador, bonita canção que encerra o último álbum de inéditas de Milton Nascimento, …E a gente sonhando (2010), o pianista e compositor mineiro Clayton Prósperi apresenta em 8 de abril o primeiro álbum autoral, Cativo, no qual se apresenta como cantor. O primeiro single, Caminhante, parceria do artista com Tális Julio, chega ao mundo digital na terça-feira, 15 de março.
Natural de Três Pontas (MG), Clayton Prósperi chega ao disco referendado por gigantes da música das Geraes, como Toninho Horta, cuja guitarra é ouvida em Conta, um das nove composições reunidas pelo pianista no repertório autoral do álbum Cativo.
Gravado entre estúdios de Alfenas (MG) e Belo Horizonte (MG), com arranjos do próprio Clayton Prósperi (exceto a faixa-título Cativo, orquestrada por Rafael Martini), esse repertório foi recolhido ao longo da trajetória musical do pianista e compositor, irmanando temas criados na juventude e parcerias mais recentes.
Além da melodia, o elo entre o cancioneiro autoral de Clayton Prósperi é a alta carga poética das músicas com letras. Com temas instrumentais como Samba em sete, o repertório do álbum Cativo surge embebido em alta dose de poesia nas faixas cantadas.
“Aportei meu verso / Anterior aos mares / De encontro às musas Gerais / Traço horizontes / Eu vejo um mar de montes / De contornos desiguais”, rima o artista na primeira estrofe da música De mar e de Drummond, citando no título da composição o papa da poesia mineira e brasileira, Carlos Drummond de Andrade (1902 – 1987).
Tema instrumental de arquitetura erudita que se funde à música Inquietação (Clayton Prósperi e Edson Penha) na costura das oito faixas do álbum Cativo, Vinheta da quietude expõe a formação clássica em piano desse músico diplomado na Universidade Federal de Minas Gerais.
Já a gravação de Feira da fé foi feita com o toque do Compasso Lunnar, grupo integrado por Clayton desde 2017 com Fernando Marchetti (bateria), Ismael Tiso (guitarra) e Tutuca (baixo).
Com identidade visual de Leonora Weissman, assinatura delineada a partir de pintura original da artista plástica, o álbum Cativo tem o sopro da flauta de Teco Cardoso em Hora senhora, faixa que fecha o disco em que Clayton Prósperi ancora sons e versos em mar de poesia sem sair das montanhas das Geraes.
Clayton Prósperi reúne nove músicas autorais no álbum ‘Cativo’
Arte de Leonora Weissman

Fonte: G1 Entretenimento