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‘Que rei sou eu?’ estreia no Globoplay: relembre paródia sobre o Brasil em redemocratização


Novela de Cassiano Gabus Mendes de 1989 tinha Edson Celulari como herói de um país europeu fictício em 1786 que refletia momento histórico brasileiro. A novela “Que rei sou eu?”, de Cassiano Gabus Mendes, estreia nesta segunda-feira (14) no Globoplay. Exibida em 1989, e dirigida por Jorge Fernando, a trama estrelada por Edson Celulari usava um país europeu fictício de 1786 para fazer uma paródia do Brasil e a redemocratização.
Para quem quer rever, ou quem sabe conferir pela primeira vez, o g1 relembra alguns dos principais momentos, além de curiosidades dos bastidores, com dados do Memória Globo.
Webdoc novela – Que Rei Sou Eu? (1989)
No reino imaginário de Avilan, o povo miserável vive às voltas com governantes corruptos, sucessivos planos econômicos, moeda desvalorizada e altos impostos.
Com a morte do rei Petrus II (Gianfrancesco Guarnieri) – cujo único herdeiro é o filho bastardo Jean Pierre (Celulari) –, os conselheiros reais, que exercem forte influência nas decisões da rainha Valentine (Tereza Rachel), resolvem entregar a coroa ao mendigo Pichot (Tato Gabus Mendes), que serviria como um fantoche.
A armação é obra de Ravengar (Antônio Abujamra), o bruxo do condado. Revoltado, Jean Pierre lidera um grupo de revolucionários para derrubar os vilões.
Que Rei Sou Eu?: Ravengar propõe seu plano à rainha
“Para fazer o Jean Piérre, eu fiz uma pesquisa incrível, de todos os filmes de capa e espada, li os romances, pesquisava figurino e postura. Isso foi muito importante. Nessa pesquisa, eu deixei o meu cabelo crescer, prendia como tinha que prender e aquilo dava um trabalho danado, eu nunca tive um cabelo tão grande”, afirmou Celulari ao Memória Globo.
“Enfim, coisas divertidas que me deram um retorno imenso, foi um trabalho de grande repercussão. E as pessoas comentam sobre esse trabalho com um carinho especial, porque é uma novela que teve uma linguagem diferente e todos pedem uma regravação da história, mas também que essa fórmula seja usada por outros.”
Humor e originalidade marcaram a novela, que tinha como um dos núcleos cômicos os conselheiros do reino – uma crítica bem-humorada ao Congresso Nacional. Nada funcionava direito em Avilan, nem mesmo a guilhotina, importada da Alemanha a peso de ouro, e que só não falhara nos testes.
Que Rei Sou Eu?: Pichot morre
Curiosidades
Segundo o diretor Daniel Filho, o autor Cassiano Gabus Mendes havia apresentado a ideia de “Que Rei Sou Eu?” em 1977, mas a direção da emissora avaliou que a trama não era adequada para a conjuntura política da época;
Em determinado momento de “Que Rei Sou Eu?”, o personagem de Celulari é obrigado a usar uma máscara de ferro, como a usada pelo rei da França em “O Homem da Máscara de Ferro”, livro de Alexandre Dumas;
Dercy Gonçalves em ‘Que Rei Sou Eu?’
Nelson Di Rago/Globo
Dercy Gonçalves fez uma participação especial em seis capítulos da novela, no papel da baronesa Eknésia, mãe da rainha;
“Que Rei Sou Eu?” foi a primeira novela em que Giulia Gam trabalhou do início ao fim da trama. Comprometida com o teatro, onde há havia trabalhado com diretores como Antunes Filho, a atriz contou que entrou em crise ao ser convidada para atuar na novela, gênero considerado muito comercial para os padrões das companhias de teatro. Quase não aceitou o papel;
Giulia Gam em ‘Que Rei Sou Eu’
Nelson Di Rago/Globo
Jorge Dória improvisou um caco em uma das cenas de seu personagem, o conselheiro Vanoli, que deixou o autor Cassiano Gabus Mendes maravilhado: fazia uma correlação entre o arrulhar dos pombos e a palavra “corrupto”;
No papel do bobo da corte Corcoran, o ator Stênio Garcia, então aos 57 anos, deu o seu primeiro salto mortal. Resultado de um trabalho corporal de acrobacia de solo que passou a fazer na Escola Nacional de Circo;
Chico Anysio chegou a gravar uma participação especial como o especulador estrangeiro Taj Nahal, que aplicaria um golpe na bolsa e no mercado de Val Estrite, do Reino de Avilan. A situação foi inspirada no caso Naji Nahas, o investidor paulista que, na época, protagonizava um escândalo financeiro no país e respondia a um inquérito por estelionato e formação artificial de preços na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Ao saber da criação de Taj Nahal, o advogado de Naji Nahas entrou com um protesto judicial contra a TV Globo, afirmando que o personagem fazia um pré-julgamento de um cidadão que ainda não havia sido sentenciado pela Justiça, e que seu cliente exigiria direito de resposta no mesmo programa, caso a novela fizesse alguma referência satírica aos últimos acontecimentos. Diante disso, a emissora decidiu não exibir a cena;
A novela foi reapresentada em versão compacta de 70 capítulos entre outubro e dezembro de 1989, na faixa de programação Sessão Aventura, às 17h, um mês após a exibição do último capítulo.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Drive my car’ leva Japão à disputa pelo Oscar de melhor filme com olhar sensível sobre luto; g1 já viu


Narrativa conta com naturalidade história sobre aceitação e perdão. Com belas imagens e atuações, faz com que as três horas de duração pareçam bem menos e se afasta de qualquer previsibilidade. Nenhum filme deveria ter três horas de duração. Mas, se extremamente necessário for, que seja igual a “Drive my car”.
Com um olhar sensível sobre luto, perdão, aceitação e culpa, a produção consegue a indicação inédita para o Japão na categoria principal do Oscar enquanto faz com que sua longa duração não pareça mais do que as duas horas padrão.
Ganhadora de três prêmios no Festival de Cannes, a história baseada em conto do escritor Murakami Haruki estreia nesta quinta-feira (17) nos cinemas brasileiros.
O filme até tem poucas chances de realmente repetir o fenômeno de “Parasita” (2019) e levar a estatueta da Academia, mas não seria exagero afirmar que até que merecia.
Com uma trama sem pressa ou grandes surpresas, consegue manter o público envolvido e sem saber o que vai acontecer. É, sem dúvidas, um dos melhores de 2021.
Veja o trailer de ‘Drive my car’
Tensão invisível
“Drive my car” acompanha a vida de um ator e diretor de teatro veterano (Nishijima Hidetoshi) que ainda tenta superar as infidelidades de sua mulher poucos anos após se tornar viúvo.
Enquanto monta uma peça em diversos idiomas durante um festival, ele tem a oportunidade de confrontar a antiga relação e formar novas, como a com a jovem motorista de seu precioso carro antigo.
A premissa é tão simples que é até difícil justificar as três horas, porém, com o tempo, tudo encontra seu lugar.
Primeiro porque o diretor Hamaguchi Ryusuke constrói um ritmo tão natural que sua falta de pressa, inicialmente um pouco lenta demais, logo se confunde com a da própria vida real.
Nishijima Hidetoshi e Miura Toko em cena de ‘Drive my car’
Divulgação
Depois porque a aparente falta de tensão é superada principalmente pela imprevisibilidade do roteiro, que segura a atenção de um público ávido por entender para onde vai essa história sem história, e pelas atuações furiosamente contidas dos protagonistas, Nishijima e Miura Toko – ambos muito japoneses e muito universais, tudo ao mesmo tempo.
E se faltam grandes reviravoltas no enredo, sobram surpresas emocionais, como a cena em que uma das jovens estrelas da peça, a quem o público a essa altura tem motivo nenhum para gostar, entrega toda a humanidade escondida atrás de sua sutil arrogância.
Três horas podem parecer muito. A maioria dos filmes que se aventura por tamanha duração parece nem saber direito o que fazer com ela, o que faz com que invariavelmente tenham longos momentos arrastados (né, “Batman”?).
“Drive my car” toma o caminho oposto e, mesmo com uma narrativa que nunca passa da terceira marcha, entrega o suficiente para no mínimo o dobro do tempo – tudo borbulhando ali, logo abaixo da superfície.
Okada Masaki e Nishijima Hidetoshi em cena de ‘Drive my car’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Alexisonfire e o que esperar do show no Lollapalooza? Veja vídeo

Relembre a trajetória da banda Alexisonfire e saiba o que esperar do setlist antes do show no Lolla. Quem é Alexisonfire e o que esperar do show no Lollapalooza
A invasão emo ao Lolla 2022 tem seu representante canadense. Tem muito novinho curtindo rock emotivo, mas eles não são novos. A banda está na ativa desde 2001, com uma pausa no começo da década passada. Tem um emo que se aproxima mais do pop e do rap, mas não é o caso deles. O negócio é hardcore, que alguns classificam até de post-hardcore.
CLIQUE ACIMA PARA VER O VÍDEO SOBRE O SHOW DO ALEXISONFIRE NO LOLLAPALOOZA
Eles têm aquela dinâmica de um vocalista mais melódico, o Dallas Green, e outro mais gritaria, o George Petit. Eles estão próximos do screamo, que, como o nome sugere, é um emo mais agressivo e gritado. Claro que vai ser um show enérgico. E cheio de músicas do disco “Watch out”, de 2004, e “Crisis”, de 2006.
A banda também acabou de anunciar seu primeiro álbum em 13 anos, “Otherness”
Lollapalooza 2022
Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida estão entre as principais atrações do Lollapalooza 2022.
O festival acontece nos dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (veja aqui a programação completa).
Os ingressos comprados para a nona edição, antes marcada para abril de 2020, continuam válidos. O festival foi remarcado três vezes por conta da Covid-19. Desde 2012, ele acontece em São Paulo em março ou abril.
VEJA MAIS VÍDEOS DO LOLLAPALOOZA 2022:

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Clarice Falcão e o que esperar do show no Lollapalooza? Veja vídeo

Relembre a trajetória de Clarice Falcão e saiba o que esperar do setlist antes do show no Lolla. Quem é Clarice Falcão e o que esperar do show no Lollapalooza
Clarice Falcão faz um pop fofo, meio deprê, misturado com eletrônico. É isso que a gente vai ver no Lolla 2022. O último álbum é “Tem Conserto”, de 2019. Ele reflete sobre questões existenciais em músicas como “Mal pra saúde” e “Minha Cabeça”.
CLIQUE ACIMA PARA VER O VÍDEO SOBRE O SHOW DA CLARICE FALCÃO NO LOLLAPALOOZA
Clássicos da Clarice como “Eu Me Lembro” e “Monomania” também devem estar no repertório. Tem tudo para ser um show denso pelo tema das músicas, mas gostosinho para o começo da tarde de sábado do Lolla.
Lollapalooza 2022
Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida estão entre as principais atrações do Lollapalooza 2022.
O festival acontece nos dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (veja aqui a programação completa).
Os ingressos comprados para a nona edição, antes marcada para abril de 2020, continuam válidos. O festival foi remarcado três vezes por conta da Covid-19. Desde 2012, ele acontece em São Paulo em março ou abril.
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Quem é Chemical Surf e o que esperar do show no Lollapalooza? Veja vídeo

Relembre a trajetória do Chemical Surf e saiba o que esperar do setlist antes do show no Lolla. Quem é Chemical Surf e o que esperar do show no Lollapalooza
Chemical Surf é para quem curte eletrônico – E olha que tem gente que passa o dia todinho nesse palco. O duo formado pelos irmãos Lucas e Hugo Sanches vai tocar no festival pela 4ª vez. Já são veteranos de Lolla. Eles são de Maringá. E já tocaram em grandes festivais como Rock in Rio, Ultra e nas festas mais bombadas do Brasil.
CLIQUE ACIMA PARA VER O VÍDEO SOBRE O SHOW DO CHEMICAL SURF NO LOLLAPALOOZA
É impressionante como a cada ano a música eletrônica vai ganhando cada vez mais espaço no Lolla. O set dos meninos mistura brazilian bass com influências de tech-house. Pode esperar músicas como “Hey Hey Hey”, “I Wanna Do” e “Feeling Good” no show. Eles tocam no sábado, mesmo dia do Alok.
Lollapalooza 2022
Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida estão entre as principais atrações do Lollapalooza 2022.
O festival acontece nos dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (veja aqui a programação completa).
Os ingressos comprados para a nona edição, antes marcada para abril de 2020, continuam válidos. O festival foi remarcado três vezes por conta da Covid-19. Desde 2012, ele acontece em São Paulo em março ou abril.
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Quem é Alesso o que esperar do show no Lollapalooza? Veja vídeo

Relembre a trajetória do DJ Alesso e saiba o que esperar do setlist antes do show no Lolla. Quem é Alesso e como será o show no Lollapalooza
O sueco Alessandro Rodolfo Renato Lindblad tem nome de membro da realeza. O DJ Alesso realmente é um dos reizinhos do progressive house. Depois de se destacar na cena eletrônica, ele fez muitos hits em parceria com cantores pop. O maior é “Heroes (we could be)”, com a Tove Lo.
CLIQUE ACIMA PARA VER O VÍDEO SOBRE O SHOW DO DJ ALESSO NO LOLLAPALOOZA
A que mais deve bombar é “Is that for me”, claro. É uma parceria do Alesso com a Anitta – do famoso clipe na Amazônia que a Anitta veste um sutiã de panela. Essa é uma das músicas que mostra como o Alesso não tem medo de fazer concessões para o pop e tem até bom humor em uma cena que costuma ser mais sisuda.
Lollapalooza 2022
Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida estão entre as principais atrações do Lollapalooza 2022.
O festival acontece nos dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (veja aqui a programação completa).
Os ingressos comprados para a nona edição, antes marcada para abril de 2020, continuam válidos. O festival foi remarcado três vezes por conta da Covid-19. Desde 2012, ele acontece em São Paulo em março ou abril.
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Foo Fighters: o que esperar do show no Lollapalooza? Veja vídeo

Relembre a trajetória do Foo Fighters e saiba o que esperar do setlist antes do show no Lolla. Foo Fighters: como será o show no Lollapalooza 2022
Os Foo Fighters vão encerrar o Lollapalooza 2022 no domingo. Claro que vai ser 100% pós-grunge de arena. Mas eles estão com um disco novo, “Medicine at Midnight”, que dá uma renovada na expectativa. O Dave Grohl já contou para o g1 como esse disco é mais direto, mais simples e até um pouco mais quebrado, mais dançante.
CLIQUE ACIMA PARA VER O VÍDEO SOBRE O SHOW DO FOO FIGHTERS NO LOLLAPALOOZA
Mas no show, os Foo Fighers fazem uma retrospectiva total mesmo. Costumam tocar todos – ou quase todos – os discos. Daí é só um pouquinho de cada um, inclusive do novo. E ainda sobre tempo para umas covers. Está rolando muito Bee Gees, por causa da banda de zoeira que eles formaram só pra fazer versões deles, os Dee Gees.
Lollapalooza 2022
Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida estão entre as principais atrações do Lollapalooza 2022.
O festival acontece nos dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (veja aqui a programação completa).
Os ingressos comprados para a nona edição, antes marcada para abril de 2020, continuam válidos. O festival foi remarcado três vezes por conta da Covid-19. Desde 2012, ele acontece em São Paulo em março ou abril.
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Claudya une Bossa Nova e Jovem Guarda na volta ao disco sob direção musical de Alexandre Vianna


Cantora anuncia álbum um ano após ter participado da primeira edição do programa ‘The Voice +’. ♪ Cantora carioca que esteve em evidência da segunda metade dos anos 1960 ao início da década de 1980, quando protagonizou o musical Evita (1983), Claudya volta ao disco um ano após ter ganhado projeção nacional ao participar da primeira edição do programa The Voice + (TV Globo, 2021).
A cantora entrelaça os universos musicais da Bossa Nova e da Jovem Guarda no álbum A nossa bossa sempre jovem.
Com 10 faixas, o disco foi gravado com direção musical e arranjos de Alexandre Vianna, pianista que integra a banda arregimentada para o álbum e formada pelos músicos Bruno Migotto (contrabaixo), Flávio Barba (guitarra), Jorge Saavedra (bateria), Sidmar Vieira (trompete e flugelhorn) e Ubaldo Versolato (saxofone).

Fonte: G1 Entretenimento

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William Hurt, ator de ‘O Beijo da Mulher Aranha’, morre aos 71 anos, diz site


Em seu papel mais marcante, artista venceu o Oscar de melhor ator em 1985 pelo filme de Héctor Babenco com Sônia Braga. Informação foi dada pelo site da revista ‘Variety’. William Hurt em ‘O Beijo da Mulher Aranha’ (1985)
Divulgação
O ator William Hurt, vencedor do Oscar de melhor ator em 1985 por seu papel em “O Beijo da Mulher Aranha”, morreu neste domingo (13), segundo o site da revista “Variety”. O norte-americano tinha 71 anos e morreu de causas naturais.
“O Beijo da Mulher Aranha” foi dirigido pelo cineasta argentino naturalizado brasileiro Hector Babenco e estrelado também por Sônia Braga. Ele também foi indicado a melhor filme, melhor direção e melhor roteiro adaptado, mas só venceu na categoria de ator, com William Hurt.
William Hurt em ‘O beijo da mulher aranha’
Divulgação
Entre os outros filmes pelos quais ficou William Hurt ficou conhecido estão “Marcas da Violência” (2005), “Filhos do silêncio” (1986) e “Nos bastidores da notícia” (1987), pelos quais ele também foi indicado ao Oscar, além de “Perdidos no espaço” (1998) “Viagens alucinantes” (1980).
Ele também interpretava o General Ross em diversos filmes dos “Vingadores”, da Marvel.
William Hurt como o General Ross
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William Hurt em cena de ‘O beijo da mulher aranha’
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Raul Julia (à esq.) e William Hurt em ‘O beijo da mulher aranha’, de Hector Babenco
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Raul Julia e William Hurt em cena de ‘O beijo da mulher aranha’
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Isabella Rossellini e William Hurt: O amor pode esperar
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Fonte: G1 Entretenimento

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Bafta 2022: ‘Ataque dos Cães’ ganha como melhor filme; veja lista dos premiados

O épico de ficção científica “Duna” conquistou o maior número de prêmios. Assista ao trailer de ‘Ataque dos Cães’
O western sombrio “Ataque dos cães” conquistou as duas principais honras do Bafta 2022 no domingo (13), vencendo como melhor filme, e direção – que foi para Jane Campion.
Já o épico de ficção científica “Duna” conquistou o maior número de prêmios concedidos pela academia britânica de cinema.
Diretor do novo ‘Duna’, Denis Villeneuve espera conquistar fãs antigos e novos com filme
‘Duna’ enxuga excessos do livro e vai direto ao ponto em ótima adaptação desenfreada; g1 já viu
‘Ataque dos cães’ é faroeste silencioso com atuações poderosas e final arrebatador; g1 já viu
Veja lista dos premiados no Bafta 2022:
Melhor filme
“Belfast”
“Não Olhe Para Cima”
“Duna”
“Licorice Pizza”
“Ataque dos Cães”
Melhor filme britânico
“After Love”
“Ali & Ava”
“Belfast”
“Boiling Point”
“Cyrano”
“Everybody’s Talking About Jamie”
“Casa Gucci”
“Noite Passada em Soho”
“007 – Sem Tempo Para Morrer”
“Identidade”
Melhor filme de língua não inglesa
“Drive My Car”
“A Mão de Deus”
“Mães Paralelas”
“Petite Maman”
“The Worst Person in the World”
Melhor direção
Aleem Khan, por “After Love”
Ryûsuke Hamaguchi, por “Drive My Car”
Audrey Diwan, por “Happening”
Paul Thomas Anderson, por “Licorice Pizza”
Jane Campion, por “Ataque dos Cães”
Julia Ducournau, por “Titane”
Melhor roteiro original
“Apresentando os Ricardos” (Aaron Sorkin)
“Belfast” (Kenneth Branagh)
“Não Olhe Para Cima” (Adam McKay)
“King Richard: Criando Campeãs” (Zach Baylin)
“Licorice Pizza” (Paul Thomas Anderson)
Melhor roteiro adaptado
“No Ritmo do Coração” (Siân Heder)
“Drive My Car” (Ryûsuke Hamaguchi)
“Duna” (Denis Villeneuve)
“A Filha Perdida” (Maggie Gyllenhaal)
“Ataque dos Cães” (Jane Campion)
Melhor atriz
Lady Gaga, por “Casa Gucci”
Alana Haim, por “Licorice Pizza”
Emilia Jones, por “No Ritmo do Coração”
Renate Reinsve, por “The Worst Person in the World”
Joanna Scanlan, por “After Love”
Tessa Thompson, por “Identidade”
Leia também: ‘Casa Gucci’: Herdeiros se ofendem com filme e dizem que parentes foram retratados como ignorantes
Assista ao trailer de ‘House of Gucci’
Melhor ator
Adeel Akhtar, por “Ali & Ava”
Mahershala Ali, por “Swan Song’
Benedict Cumberbatch, por “Ataque dos Cães”
Leonardo DiCaprio, por “Não Olhe Para Cima”
Stephen Gragam, por “Boiling Point”
Will Smith, por “King Richard: Criando Campeãs”
Melhor atriz coadjuvante
Citriona Balfe, por “Belfast”
Jessie Buckley, por “A Filha Perdida”
Ariana DeBose, por “Amor, Sublime Amor”
Ann Dowd, por “Mass’
Aunjanue Ellis, por “King Richard: Criando Campeãs”
Ruth Negga, por “Identidade”
Melhor ator coadjuvante
Mike Faist, por “Amor, Sublime Amor”
Ciarán Hinds, por “Belfast”
Troy Kotsur, por “No Ritmo do Coração”
Woody Norman, por “Sempre em Frente”
Jesse Plemons, por “Ataque dos Cães”
Kodi Smit-McPhee, por “Ataque dos Cães”
Melhor elenco
“Boiling Point”
“Duna”
“A Mão de Deus”
“King Richard: Criando Campeãs”
“Amor, Sublime Amor”
Melhor documentário
“Becoming Cousteau”
“Cow”
“Flee”
“The Rescue”
“Summer of Soul (… ou, Quando a Revolução Não Pode Ser Televisionada)”
Melhor animação
“Encanto”
“Flee”
‘Luca”
“A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”
Melhor trilha sonora
“Apresentando os Ricardos” (Daniel Pemberton)
“Não Olhe Para Cima” (Nicholas Britell)
“Duna” (Hans Zimmer)
“A Crônica Francesa” (Alexandre Desplat)
“Ataque dos Cães” (Jonny Greenwood)
Melhor fotografia
Greig Fraser, por “Duna”
Dan Laustsen, por “O Beco do Pesadelo”
Linus Sandgren, por “007 – Sem Tempo Para Morrer”
Ari Wegner, por “Ataque dos Cães”
Bruno Delbonnel, por “A Tragédia de Macbeth”
Melhor edição
“Belfast” (Úna Ní Dhonghaíle)
“Duna” (Joe Walker)
“Licorice Pizza” (Andy Jurgensen)
“007 – Sem Tempo Para Morrer” (Tom Cross & Elliot Graham)
“Summer of Soul (… ou, Quando a Revolução Não Pode Ser Televisionada)” (Joshua L. Pearson)
Melhor design de produção
“Cyrano” (Sarah Greenwood & Katie Spencer)
“Duna” (Patrice Vermette & Zsuzsanna Sipos)
“A Crônica Francesa” (Adam Stockhausen & Rena DeAngelo)
“O Beco do Pesadelo” (Tamara Deverell & Shane Vieau)
“Amor, Sublime Amor” (Adam Stockhausen & Rena DeAngelo)
Melhor figurino
Jenny Beavan, por “Cruella”
Massimo Cantini Parrini, por “Cyrano”
Robert Morgan & Jacqueline West, por “Duna”
Milena Canonero, por “A Crônica Francesa”
Luis Sequeira, por “O Beco do Pesadelo”
Melhor cabelo e maquiagem
“Cruella”
“Cyrano”
“Duna”
“Os Olhos de Tammy Faye”
“Casa Gucci”
Melhor som
“Duna”
“Noite Passada em Soho”
“007 – Sem Tempo Para Morrer”
“Um Lugar Silencioso: Parte II”
“Amor, Sublime Amor”
Melhores efeitos especiais
“Duna”
“Free Guy: Assumindo o Controle”
“Ghostbusters: Mais Além”
“Matrix Resurrections”
“007 – Sem Tempo Para Morrer”
Melhor curta britânico em animação
“Affairs of the Art”
“Do Not Feed the Pigeons”
“Night of the Living Dead”
Melhor curta britânico
“The Black Cop”
“Femme”
“The Palace”
“Stuffed”
“Three Meetings of the Extraordinary Committee”
Melhor estreia de um roteirista, diretor ou produtor britânico
Aleem Khan, por “After Love”
James Cummings & Hester Ruoff, por “Boiling Point”
Jeymes Samuel, por “Vingança & Castigo”
Posy Dixon & Liv Procter, por “Keyboard Fantasies”
Rebecca Hall, por “Identidade”
Assista ao trailer de ‘Ataque dos Cães’

Fonte: G1 Entretenimento