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Gilsons reiteram no show ‘Eu vejo luz’ a evolução exposta no segundo álbum


O grupo Gilsons mostra forte conexão com o público na estreia carioca da turnê ‘Eu vejo luz’
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Eu vejo luz
Artista: Gilsons
Data e local: 1º de maio de 2026 no Vivo Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Quase no fim do primeiro show no Rio de Janeiro (RJ) da nova turnê dos Gilsons, “Eu vejo luz”, o trio celebrou no palco da casa Vivo Rio o fato de ter tocado todas as dez músicas do recém-lançado segundo álbum de estúdio, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” (2026), disponível desde 4 de março.
Foi de fato uma proeza. Na estreia carioca da turnê mundial que chegou à cena em Salvador (BA) no sábado passado, 25 de março, Francisco Gil, João Gil e José Gil seguiram o roteiro da estreia do show na Bahia e bancaram o irretocável álbum em que o grupo carioca refina o som, transitando entre o lirismo e a leveza.
Em cena desde 2018, o trio virou o disco e foi além da bem-sucedida receita do álbum de estreia, “Pra gente acordar” (2022), trabalho que fez dos Gilsons um fenômeno de popularidade juvenil na cena musical brasileira com som contemporâneo, com os beats da geração do trio, mas essencialmente enraizado na música pop afro-baiana, na batida do tambor.
Pela recepção do público à medida em que o trio seguiu o roteiro aberto com “Zumbido” (João Gil, 2026), ficou evidente que as músicas do primeiro álbum ainda surtem maior efeito na plateia – o que somente realça a coragem dos Gilsons na valorização do repertório do disco novo – mas também ficou claro a forte conexão do trio com um público majoritariamente jovem.
Em sintonia com o título “Eu vejo luz ”, o show resultou belamente iluminado. Há um apuro visual na luz (e na exposição dos vídeos) condizente com a evolução dos Gilsons em oito anos de existência do grupo.
Se guardou para o bis o grande hit “Várias queixas” (Germano Meneghel, Afro Jhow e Narcizinho, 2012), música do Olodum da qual se apropriou no single seminal de 2018, o trio logo cantou “Love Love” (João Gil, José Gil e Julia Mestre), outro hit desse primeiro single dos Gilsons. Terceira música do roteiro, “Love Love” ganhou coro espontâneo e caloroso do público que encheu a pista e os camarotes da casa Vivo Rio, exemplificando a comunhão do trio com o público.
O grupo Gilsons já caminha há anos com as próprias pernas e músicas, sem recorrer ao patriarca da família, Gilberto Gil, gigante da MPB, presente em um dos camarotes na estreia carioca da turnê. Sim, João Gil é o neto mais velho de Gilberto Gil. José Gil é o filho mais novo do patriarca. Já Fran Gil, além de neto de Gil, é filho único de Preta Gil (1974 – 2025), cantora celebrada pelo trio ao voltar para o bis.
Como visto no palco da casa Vivo Rio, os três integrantes do grupo cantam e tocam violão e/ou guitarra. Contudo, ladeando o trio em cena, havia uma big banda com músicos como os percussionistas Luizinho do Jêje e Ricardo Guerra, instrumentistas fundamentais na arquitetura do som dos Gilsons, em cena e nos estúdios, pela força dos atabaques no show “Eu vejo luz”. Uma banda com sopros, percussões, violões e guitarras.
Seja na cadência do ijexá que moveu “Eu vejo lá” (Fran Gil, João Gil e José Gil, 2022), seja no canto em falsete que adensou “Desejo” (Francisco Gil, João Gil e José Gil, 2026), o trio soube harmonizar no roteiro os repertórios de singles avulsos e dos dois álbuns de estúdio, tão afins, mas ao mesmo tempo tão diferentes.
Entre luzes e sombras, estas mais diluídas em cena pela própria natureza festiva do show, “Vento alecrim” (José Gil e Luthuly, 2019) espalhou leveza romântica em sintonia com o tom acariciante de “Bem me quer” (Narcizinho Santos e Jocimar Lopes Cunha, 2016), música do álbum “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” que mais evoca o espírito pop do discos antecessor “Pra gente acordar”.
Obra-prima do repertório do segundo álbum de estúdio do trio, “Minha flor” (João Gil e Arnaldo Antunes, 2026) desabrochou sem todo o lirismo camerístico da gravação do disco, feita pelos Gilsons com Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso. Em contrapartida, o canto de “Algum ritmo” (2021) – parceria dos Gilsons com a banda Jovem Dionísio – provocou efeito catártico na plateia.
Enfim, o repertório autoral do grupo soa como um bálsamo na era do pop tatibitate em voga no mainstream. A turnê “Eu vejo luz” corrobora o progresso dos Gilsons e aponta um caminho longo e iluminado para o trio.
João Gil (à esquerda), Fran Gil (ao centro) e José Gil harmonizam músicas dos dois álbuns de estúdio do trio no roteiro do show ‘Eu vejo luz’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Fãs da Shakira já guardam lugar para show de logo mais; acompanhe os preparativos

Fãs da Shakira já guardam lugar para show de logo mais; acompanhe os preparativos Popstar se apresenta na noite deste sábado (2), na Praia de Copacabana, na 3ª edição do Todo Mundo no Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Horário, transmissão, setlist… tudo o que você precisa saber sobre o show da Shakira em Copacabana


Shakira chega ao Rio
Webert Belicio / Agnews
A Praia de Copacabana se prepara para receber Shakira no sábado (2). O show faz parte da terceira edição do projeto “Todo Mundo no Rio”, que já contou com Madonna e Lady Gaga nas terras cariocas.
A estrutura montada para a colombiana promete ser a maior já vista na orla, com um palco de mais de 1.300 m² e uma passarela estendida para aproximar a artista dos fãs.
O espetáculo marca o retorno de Shakira ao Brasil com a turnê “Las Mujeres Ya No Lloran”, adaptada para o formato de um show ao ar livre em um dos cenários mais famosos do mundo. Ela esteve pela última vez no país em fevereiro de 2025.
Shakira no Rio: veja o que está proibido no show em Copacabana
Horário do show
A apresentação da Shakira está programada para começar às 21h45. No entanto, a movimentação na areia deve começar muito antes, com programação de DJs e pré-shows que ocupam a orla desde o final da tarde.
A recomendação oficial da prefeitura é que os fãs cheguem cedo para garantir um bom lugar.
Quem vai se apresentar antes e depois?
O aquecimento para a entrada de Shakira ficará por conta de grandes nomes da cena eletrônica nacional. Os DJs Maz e Vintage Culture foram confirmados como os responsáveis pelo pré-show.
Vintage Culture é o primeiro a subir no palco e se apresenta entre 17h45 e 18h45. Em seguida, é a vez do DJ Maz (19h às 20h30).
Após o término do show da cantora, é a vez do DJ e produtor Papatinho assumir a festa, a partir das 00h15. Melody será a convidada para a apresentação.
Vai ter convidado(a) especial?
Existe uma forte expectativa sobre quem poderá dividir o palco com Shakira no Rio de Janeiro.
Recentemente, a cantora colombiana participou da “Choka Choka”, faixa que integra o álbum “EQUILIBRVM”, de Anitta. Segundo apuração da TV Globo, a “Girl From Rio” fará uma participação no show da colombiana.
Anitta posta story com Shakira no Rio
Vai ter transmissão?
Para quem não puder comparecer às areias de Copacabana, a TV Globo exibirá o show ao vivo logo.
Além da TV aberta, o Multishow fará uma transmissão dedicada com comentários e bastidores. No digital, o Globoplay disponibilizará o sinal em tempo real para usuários logados e assinantes.
Qual possível setlist?
A cantora colombiana Shakira
Getty Images
A base do show deve seguir a turnê “Las Mujeres Ya No Lloran”, intercalando músicas recentes com os clássicos de sua carreira.
Os fãs também podem esperar momentos de nostalgia com canções que marcaram época no Brasil, como “Estoy Aquí”, “Inevitable” e “Whenever, Wherever”.
La fuerte
GIRL LIKE ME
Las de la intuición / Estoy aquí
Empire / Inevitable
Te felicito
TQG
Don’t Bother
Acróstico
Mermaid
Copa vacía / La bicicleta / La tortura
Hips Don’t Lie
Chantaje
Monotonía
Soltera
Si te vas
Última
Ojos así
Pies descalzos, sueños blancos
¿Dónde estás corazón?
Antología
Día de enero
ALGO TÚ
Suerte (Whenever, Wherever)
Waka Waka (Esto es África)
Loba
Quem são os dançarinos que acompanham Shakira no Rio para show histórico em Copacabana
Reprodução redes sociais
Objetos proibidos
Garrafas de vidro (nem entrar com elas nem vender)
Objetos cortantes ou perfurantes (facas, tesouras etc.)
Fogos de artifício ou materiais inflamáveis
Drones sem autorização
Armas ou qualquer objeto que possa ser usado como arma
Coolers grandes ou caixas térmicas volumosas (podem ser barrados nos bloqueios)
Itens para comércio irregular (sem credenciamento)
Estruturas para marcar espaço (cadeiras grandes, cercadinhos, tendas improvisadas)

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira, uma popstar colombiana: como cantora é influenciada por ritmos latinos?

Shakira, a discografia: g1 coloca os 10 álbuns da cantora na ordem (do pior ao melhor)
Shakira começou a carreira sendo chamada de Alanis Morissette latina. Depois, ela se tornou uma loba responsável por levar ritmos latinos dançantes ao topo das paradas. Acima de qualquer rótulo ou apelido, a cantora colombiana soube se manter relevante, sempre tendo o Brasil ao seu lado.
Assim como Madonna e Lady Gaga fizeram história no Rio, Shakira vai se apresentar na Praia de Copacabana. A popstar de 49 anos canta neste sábado (2) canções que, na essência, são pop dançantes com toques de cumbia, vallenato, merengue e (vários) outros gêneros musicais com sotaque colombiano, mexicano, mexicano e por aí vai.
Amparada pelo som do acordeom, do trompete e de tambores em geral, ela versa sobre perrengues como uma traição e um roubo de uma mala com letras que havia escrito. Temas como nostalgia, aborto, paixão e sensualidade também foram parar em seus álbuns.
Abaixo, o g1 explica as principais influências latinas no som de Shakira, distribuídas em dez discos da fase adulta e dois da fase adolescente, sem tanto alarde. Gravados aos 13 e 15 anos, preparam o terreno para a estreia oficial voltada para o pop rock.
Vallenato colombiano
​O vallenato é uma das engrenagens na sonoridade de Shakira. Ela dança e canta em versão modernizada do estilo criado com o acordeon importado da Alemanha e músicos do Caribe colombiano. Nas canções pioneiras dos anos 30 e 40, predominavam histórias de viagem, críticas sociais e certo tom debochado.
Em “La bicicleta”, sucesso de 2016, o uso da percussão e do acordeon fazem lembrar músicas como “La gota fría”. A canção de Emiliano Zuleta (1912-2005), um dos clássicos do vallenato, ganhou uma releitura mais moderna lançada por Carlos Vives em 1993. Não por coincidência, o conterrâneo de Shakira gravou com Shak esta ode cicloativista.
Merengue dominicano
​A vibração do merengue dominicano é o que sustenta a faceta mais uivante da loba. “Loca”, de 2010, adapta a cadência acelerada do estilo. O hit é gravado com o cantor dominicano El Cato, em um estúdio do país caribenho. A sonoridade remete ao merengue raiz de compositores como Luis Alberti (1906-1976). Em 1936, ele já ditava o ritmo com “Compadre Pedro Juan”.
A letra dos merengues costuma ser leve, incentivando flertes e descrevendo coreografias na pista de dança. “Tire a dama para dançar, porque o merengue vai acabar, e se você não tomar cuidado, você vai ficar igual um papagaio preso”, canta Alberti. Shakira mantém o bom humor e tom provocativo do merengue, usando expressões como “Dance ou morra” e ” gata no cio”.

A essência da cumbia colombiana se faz presente na estrutura melódica e no arranjo cheio de balanço. “Hips don’t lie”, de 2006, utiliza essa base rítmica com 100 batidas por minuto, que remete a clássicos do estilo como “Cumbia sobre el mar”, clássico de Pancho Galán (1906-1988), lançada em 1941.
As cumbias tradicionais têm essa mesma pegada relaxada, comum também na salsa, com groove de baixo e um insistente trompete. Além disso, a conga é citada na letra e na lista de instrumentos percussivos presentes na faixa.
​Mariachi mexicano
​A dramaticidade e a instrumentação da sonoridade mariachi ajudaram a definir a estética de Shakira no final dos anos 90. Embora essa fase tenha o pop rock como principal inspiração, uma união de peso e fúria que rendeu o apelido “Alanis Morissette latina”, a latinidade ainda aparece.
Em “Ciega, Sordomuda”, de 1998, os trompetes típicos do estilo mexicano e a estrutura da canção evocam nomes como o de Pepe Guizar (1912-1980), voz de canções como “Guadalajara”, de 1937. O arranjo no “Acústico MTV “(2000) pesou ainda mais nas referências à música regional mexicana.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia faz Shakira cair no samba de Gonzaguinha também cantado pelo uruguaio Jorge Drexler


Maria Bethânia (à direita) ensaia com Shakira o canto do samba ‘O que é o que é’ (1982), de Gonzaguinha (1945 –1991)
Reprodução / Instagram Maria Bethânia oficial
♫ NOTÍCIA
♬ A surpreendente participação de Maria Bethânia no show de Shakira na Praia de Copacabana – na terceira edição do projeto “Todo mundo no Rio”, programada para a noite de amanhã, sábado, 2 de maio – tem uma particularidade na escolha da música que será cantada pela estrela colombiana com a intérprete baiana e a bateria da escola de samba Unidos da Tijuca.
É que a música escolhida é o samba “O que é o que é”, composto por Gonzaguinha (1945 – 1991) e lançado em disco na voz do autor, em álbum de 1982, ano em que o samba também foi cantado por Maria Bethânia no show “Nossos momentos”, eternizado em álbum ao vivo editado naquele ano de 1982 (desde então, “O que é o que é” se tornou número recorrente no bis dos shows da artista, sobretudo a partir dos anos 2000).
A particularidade reside no fato de que o samba “O que é o que é” foi gravado recentemente por outro ícone da música latina. Trata-se do cantor uruguaio Jorge Drexler, que incluiu versão em espanhol do samba de Gonzaguinha, intitulada “¿Qué será que es?”, no mais recente álbum de Drexler, “Taracá” (2026), lançado em março. Na gravação de Drexler, o samba de Gonzaguinha foi recriado com toque do candombe uruguaio.
A abordagem do samba por Shakira com Maria Bethânia no show certamente terá tom mais festivo, de celebração.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mônica Salmaso segue ‘Toada’ de Mário Sève e Guilherme Wisnik em álbum com canções dos compositores


Mônica Salmaso é a intérprete de ‘Toada’, uma das músicas de Mário Sève e Guilherme Wisnik reunidas no álbum ‘Capa rosa’
Dani Gurgel / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ No mercado fonográfico a partir da próxima sexta-feira, 8 de maio, o álbum “Capa rosa” é songbook com canções dos compositores Mário Sève e Guilherme Wisnik apresentadas nas vozes de um time de intérpretes que inclui a cantora Mônica Salmaso, convidada a gravar “Toada”, uma das nove músicas do disco.
O título “Capa rosa” alude à arvore mencionada pelo personagem Riobaldo no livro “Grande sertão: veredas” (1956), obra-prima do escritor mineiro Guimarães Rosa (1908 – 1967), publicada há 70 anos.
Na poética do cancioneiro composto pelo carioca Mário Sève com o paulistano Guilherme Wisnik, a árvore Capa rosa simboliza portal para o sertão, abordado com visão mais ampla e litorânea, já que, na forma (melodia, harmonia, instrumentação e interpretação), a música dos compositores transita por outras veredas ao longo do álbum “Capa rosa”, abarcando gêneros musicais como fado, morna, samba e tango.
Além de tocar os sopros, Mário Sève é o arranjador das canções e o diretor musical do álbum “Capa rosa”, cuja faixa-título é ouvida na voz de Celso Sim (Celsim), assim como “Torres de marfim”. Jussara Silveira é a intérprete das músicas “Damasco” e “Quando você me inventou”, esta cantada com o recorrente Celso Sim. Já Marina Wisnik é a convidada dos compositores na canção “No Japão”.
O álbum “Capa rosa” chegará ao mercado fonográfico em edição do selo Circus.
Capa do álbum ‘Capa rosa’, de Mário Sève e Guilherme Wisnik
Divulgação
Mário Sève (à esquerda) e Guilherme Wisnik lançam em 8 de maio o álbum ‘Capa rosa’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Zayn Malik cancela datas da turnê nos EUA após internação


Zayn Malik sugere racismo vivido no One Direction em nova música
Reprodução/TV Globo
Zayn Malik cancelou algumas datas de sua turnê Konnakol. O anúncio foi feita pelo cantor nesta sexta-feira (1), dias após ele ser internado, sem revelar seu estado de saúde.
Malik cancelou as apresentações que faria nos Estados Unidos, além dos shows em Dublin e Birmingham, no Reino Unido. O ex-One Direction tem show programado no Brasil em 10 de outubro, no Allianz Parque, em São Paulo.
“Aos meus fãs. Muito obrigado por todo o apoio e amor que vocês me mostraram no lançamento do álbum e, mais importante, pelo seu amor, orações e desejos de melhoras para minha saúde. Eu senti isso, e isso significa tudo para mim”, escreveu Zayn, de 33 anos.
“Estive em casa me recuperando e estou indo bem, e ficarei melhor e mais forte do que nunca. Precisei dar mais uma olhada nos meus compromissos nos próximos meses e tenho que reduzir o número de shows da turnê Konnakol. Quero ter certeza de que ainda verei o máximo de vocês que puder. Estou ansioso para fazer esse show para você, e espero ver o resto de você ao redor do mundo muito em breve.”
Zayn Malik lançou o álbum que dá nome à turnê em 17 de abril. No mesmo dia, ele compartilhou em suas redes sociais uma foto em que aparece em uma cama de hospital, e que estaria se curando de uma doença misteriosa. O artista segue sem informar o diagnóstico e o motivo da hospitalização.
Leia também: Zayn Malik sugere que foi alvo de racismo no One Direction em nova música; leia versos
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Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar muda regras para filmes internacionais, que agora podem concorrer após prêmio em festivais


Walter Salles após levar o Oscar de melhor filme internacional, em 2025
REUTERS/Daniel Cole
A organização do Oscar anunciou uma série de mudanças em suas regras de elegibilidade nesta sexta-feira (1º). Entre as principais delas, estão novas possibilidades de indicações à categoria de melhor filme internacional e uma linguagem mais clara para barrar performances geradas por inteligência artificial.

Fonte: G1 Entretenimento

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Estatueta do Oscar perdida por companhia aérea reaparece em Frankfurt após confusão nos EUA


Pavel Talankin com a estatueta do Oscar após a 98ª edição do evento
Reuters/Danny Moloshok/Arquivo
A companhia aérea alemã Lufthansa anunciou nesta sexta-feira (1º) que localizou uma estatueta do Oscar pertencente ao diretor russo Pavel Talankine, perdida durante um voo entre Nova York e Frankfurt. Talankine, que conquistou o prêmio em março por seu documentário “Mr. Nobody Against Putin” (2025, “Um Zé Ninguém Contra Putin”, na versão brasileira), foi obrigado a despachar seu prêmio no porão da aeronave no aeroporto JFK, na quarta-feira (29).
Talankine foi impedido pelos serviços de segurança dos Estados Unidos a embarcar com a estatueta na cabine em um voo que partiu do aeroporto JFK na quarta-feira, segundo informou o site especializado em cinema Deadline.
As autoridades da Agência de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos (TSA) consideraram que a estatueta poderia ser usada como arma, e Talankine foi obrigado a despachá-la no porão da aeronave, dentro de uma caixa de papelão. No entanto, ao chegar à Alemanha, a estatueta dourada havia desaparecido. 
“Podemos confirmar que a estatueta do Oscar está agora em nosso poder em Frankfurt”, afirmou a Lufthansa em comunicado, acrescentando que já está “em contato” com Pavel Talankine para lhe devolver o prêmio “pessoalmente, o mais rápido possível”.
Pavel Talankine, de 35 anos, videomaker em uma pequena escola russa do interior, ganhou destaque internacional ao vencer, em março, o Oscar de melhor documentário de longa-metragem ao lado do diretor americano David Borenstein.
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Composto por imagens que Talankine conseguiu retirar clandestinamente da Rússia, “Mr. Nobody Against Putin” retrata a introdução, nas escolas russas, de aulas patrióticas pró-guerra durante a presidência de Vladimir Putin, no contexto da invasão russa da Ucrânia.
Talankine declarou ao Deadline que já havia viajado de avião pelo menos uma dúzia de vezes com a estatueta, sem nenhum problema. “É totalmente incompreensível que considerem um Oscar como uma arma”, disse ele ao chegar a Frankfurt na manhã de quinta-feira, acrescentando que, em voos anteriores, “eu a levava na cabine e nunca houve qualquer problema”.
Segundo o Deadline, um funcionário da Lufthansa chegou a se oferecer para acompanhar Talankine até o portão de embarque e guardar a estatueta durante o voo, mas a proposta foi rejeitada por um responsável da TSA.

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Brinquedo, Jottapê, Tati Zaqui… relembre artistas que deixaram o funk após conversão ao gospel


Na imagem os ex-funkeiros MC Brinquedo, Jottapê e Tati Zaqui
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O cenário do funk tem registrado um movimento crescente de artistas que decidem interromper carreiras consolidadas após a conversão ao evangelho.
O caso mais recente é o de MC Brinquedo, que anunciou o afastamento dos palcos na última quinta-feira (30).
O cantor, que enfrentou episódios de depressão e crises de imagem nos últimos anos, afirmou ter encontrado na fé um caminho de superação. Mas ele não é o único.
Abaixo, o g1 relembra outros nomes que deixaram o funk para seguir trajetória cristã, seja migrando para o mercado musical gospel ou não.
5) MC Brinquedo
Vídeos em alta no g1
Vinicius Ricardo de Santos Moura revelou ter se convertido ao evangelho e compartilhou uma carta aberta em vídeo para detalhar a decisão.
MC Brinquedo anuncia fim da carreira no funk
Redes sociais
Como parte do anúncio feito na última quinta-feira (30), o cantor realizou uma “limpa” em seu perfil oficial nas redes sociais: apagou todas as publicações anteriores, removeu a foto de perfil e deixou apenas o vídeo com o depoimento religioso.
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Após depressão, MC Brinquedo quer músicas good vibes: ‘Já falei muita m…, quero coisas boas’
4. Jottapê
Jottapê foi um dos principais rostos da produtora KondZilla. Ele começou a carreira artística ainda criança como ator, mas explodiu na música por volta de 2017, ao unir o funk paulista a elementos do pop e do trap.
Funkeiro Jottapê e a esposa Estefany Boro levaram a filha de 5 meses para a Farofa da Gkay.
Instagram/ Reprodução
Entre seus maiores hits estão “Sentou e Gostou” (versão de “Old Town Road”), “Eterna Sacanagem” (com MC Kekel e Kevinho) e “Bate Palma” (com Lexa), que somam centenas de milhões de visualizações e audições nas plataformas de streaming.
Em fevereiro de 2025 o artista anunciou o fim de sua carreira no funk. Desde então, ele se dedica à criação de conteúdos na internet com temáticas relacionadas à família e religião.
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3. Tati Zaqui
Tati Zaqui surgiu como um dos principais nomes do funk paulista em 2014, ganhando projeção nacional ao apostar na estética visual de cabelos azuis e em letras que exploravam a sensualidade.
A artista estourou com o hit “Parará Tibum”, que se tornou um fenômeno viral baseado no clássico de Branca de Neve.
Tati Zaqui e Don Juan são parceiros em ‘Pique de Novela’
Reprodução/Instagram
Outros sucessos de sua carreira incluem “Surtada” (em parceria com Dada Boladão e Ogi) e “Mandou Muito”.
Após se dedicar a criação de conteúdo em plataformas adultas, a cantora anunciou sua conversão em 2023.
Hoje, ela frequenta cultos regularmente e afirma que sua vida ganhou um novo propósito fora do funk.
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2. MC Brunninha
Ex-integrante da produtora Furacão 2000, Brunninha foi uma das principais vozes do funk carioca na época em que o gênero ganhava as massas através das coletâneas de DVD.
A artista ficou conhecida no subgênero funk melody e por protagonizar uma das “rivalidades” mais comentadas do setor com Anitta.
MC Brunninha começou a cantar aos 12 anos. As letras são todas compostas por sua mãe
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Brunninha ganhou projeção com as faixas “Bailão” e “Don’t Stop”. Outro marco de sua carreira foi a canção “Tá Surda?”, antes da sua participação no reality “A Fazenda”.
Ela converteu-se em 2019 e passou a integrar o ministério de louvor da Igreja Batista da Lagoinha.
Além da mudança musical, a artista passou a atuar na esfera política ao lado de lideranças conservadoras, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
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1. Perlla
Natural do Rio de Janeiro, Perlla surgiu como o rosto feminino do “funk melody” na metade dos anos 2000.
Com batidas mais suaves e letras românticas, o gênero permitiu que ela gravasse trilhas sonoras de novelas e participasse de programas infantis, alcançando todas as faixas etárias.
Perlla ao lado do seu namorado, Patrick Abrahão.
Reprodução/Redes sociais
A cantora dominou as paradas brasileiras com as faixas “Tremendo Vacilão” e “Totalmente Demais” (tema da novela homônima da TV Globo). Outros hits de peso incluem “Eu Vou” e “Depois do Amor” (em parceria com Belo).
Perlla migrou para o mercado gospel em 2013 com o álbum “A Minha Vida Mudou”. Após o sucesso nacional, a cantora chegou a retornar para o pop, mas segue novamente no segmento cristão.
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Fonte: G1 Entretenimento