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Guerra na Ucrânia: as incríveis semelhanças entre série de TV do presidente e a realidade


O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky chegou ao poder após seu papel na série de TV ‘Servant of the People’, de sucesso da Ucrânia. Hoje se sabe que foi o caso de vida imitando a arte. A comédia dramática inspirou um partido político, o ‘Servant of the People’, que catapultou Zelensky à presidência em maio de 2019
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* Este artigo foi publicado originalmente em inglês pela BBC Culture em 2020 e atualizado pela BBC News Brasil em 2022.
O gabinete do presidente ucraniano é uma comédia de erros: no salão presidencial entra o seu recém-nomeado ministro da Defesa, um velho amigo, tendo um ataque histérico por causa de cortes no orçamento militar. Enquanto o ministro tem um chilique sobre sua briga com os generais da sua pasta, o presidente calmamente lhe oferece um gole de um sedativo e o manda embora.
Em seguida, sua recém-nomeada ministra das Finanças — que também é sua ex-mulher — entra reclamando de outro problema: um banco faliu e ela não consegue decidir se deve devolver dinheiro aos clientes. O presidente oferece a ela um gole do sedativo e a manda embora. Depois, seu amigo e ministro das Relações Exteriores entra na sala após ter feito um fiasco em uma coletiva de imprensa sobre uma revolta em Uganda. Ele também recebe o tratamento sedativo.
Quando um outro amigo (que também virou ministro) chega, o presidente já está farto de tudo.
“O que diabos você quer de mim?”, ele explode.
Semana Pop conta como presidente da Ucrânia foi de celebridade da TV a Chefe de Estado
E não tem como culpá-lo: após sua eleição surpreendente para o cargo mais poderoso da Ucrânia, esse ex-professor de história precisa lidar com amigos, parentes e conhecidos implorando por empregos e favores especiais. Mesmo tendo dado a eles algumas das posições mais poderosas do país, eles não param de reclamar.
Essa cena é da primeira temporada do drama político da televisão ucraniana Servant of the People (Servidor do Povo, em tradução livre), de 2015, no qual Volodymyr Zelensky interpreta um professor que vira presidente depois que um vídeo dele fazendo um discurso contra a corrupção do governo viraliza.
A série tem uma abordagem pastelão sobre os problemas do país com a oligarquia e com os burocratas excessivamente mimados pelo governo nos 18 anos em que a nação pós-soviética se tornou independente.
Mas cenas como esta ganharam um novo significado depois que Zelensky se tornou presidente da Ucrânia na vida real, em 2019, graças à sua popularidade como líder fictício.
Em um intervalo de poucos anos, ele foi de humorista de TV e novato político a presidente em comando de um país em guerra contra uma potência militar.
‘Putin foi deposto’
Clipes antigos da série estão agora circulando nas redes sociais durante a Guerra na Ucrânia em que cenas envolvendo o personagem de Zelensky são incrivelmente semelhantes às situações enfrentadas na vida real pelo agora presidente.
Em uma das cenas fictícias antigas, o presidente Holoborodko (o nome do personagem vivido por Zelensky) está caminhando em uma praça quando seu telefone toca. É Angela Merkel (chanceler alemã na época) informando o presidente de que a Ucrânia foi aceita como membro da União Europeia — justamente um dos pedidos feitos por Zelensky na vida real que tem servido de pano de fundo nas tensões com o presidente russo Vladimir Putin.
“Eu estou tão feliz! Obrigado! Todos os ucranianos… nosso país… estamos esperando isso há tanto tempo”, responde o presidente fictício.
“Ucranianos? Ah, me desculpe, foi engano meu. Eu estava telefonando para Montenegro”, responde a Merkel fictícia, para a decepção de Holoborodko.
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Em outra cena que circula bastante agora, o presidente fictício chega ao Parlamento e encontra os congressistas brigando e se empurrando. Ele tenta fazer com que eles parem de brigar, mas não consegue. Irritado, ele grita “Putin foi deposto” e todos param de brigar imediatamente e olham para Holoborodko incrédulo, que confessa que era mentira.
Outra cena famosa, que tem circulado bastante nas redes sociais em 2022, é uma em que o personagem de Zelensky fantasia atirar com duas metralhadoras em políticos do Parlamento ucraniano. Esta imagem reflete, segundo alguns analistas, a plataforma anti-sistema político que o próprio Zelensky usou para impulsionar sua campanha presidencial na vida real.
‘Servidor do Povo’
Servant of the People estreou na Ucrânia em 2015 estrelado por Zelensky — então conhecido apenas como ator cômico — no papel de um sujeito comum, Vasyl Petrovych Holoborodko, que vira presidente quase por acaso.
O programa durou três temporadas no canal 1+1 do país e agora está disponível no Netflix em alguns países, assim como no YouTube. A série foi um sucesso na Ucrânia, e seu primeiro episódio tem milhões de visualizações no YouTube.
Em 2018, o enredo teve uma reviravolta na vida real quando o partido político Servant of the People foi formado; e seu candidato, o ator Zelensky, virou presidente de verdade da Ucrânia no ano seguinte.
O sucesso de Servant of the People e a subsequente vitória de Zelensky refletem a irritação dos ucranianos com a oligarquia que sempre comandou o país, de acordo com a jornalista Katherine Jacobsen, que escreveu sobre a série para a revista de relações exteriores Foreign Policy.
“É uma liberação importante para as pessoas de lá perceberem que não estão sozinhas em pensar que tudo está fora de controle”, disse ela à BBC Culture. “Elas são capazes de rir disso juntos. É sobre o que todos pensam que está acontecendo nos bastidores, mas que ninguém consegue provar 100%.”
A série é repleta de cenas que apresentam oligarcas em ambientes luxuosos com seus rostos obscurecidos, conspirando para controlar o governo enquanto comem caviar e frutas e bebem álcool. As sequências podem parecer absurdamente fantásticas para os espectadores fora da Ucrânia, mas Jacobsen diz que elas são “quase realistas demais” para os ucranianos.
Quando o novo presidente assume o cargo, ele fica chocado com a luxuosa configuração do retiro presidencial conhecido como Residência Mezhyhirya, onde o (verdadeiro) ex-presidente Viktor Yanukovych vivia com seus carros luxuosos, uma fazenda de avestruzes e um heliporto, entre outros mimos, antes de fugir da revolução ucraniana de 2014. Hoje em dia a residência é um museu, onde a série foi filmada.
Outra trama tem o primeiro-ministro — um personagem importante que representa os velhos costumes — dispersando um protesto ao divulgar relatórios falsos de um iminente ataque de meteorito.
Votação na vida real superou a da ficção
Em termos de qualidade, Servant of the People não fica muito atrás de outras comédias de prestígio internacional — dada a capacidade da série expor a corrupção do mundo real e até mesmo eleger um verdadeiro presidente fora da ficção.
A série fica em algum lugar entre as sátiras políticas sombrias e afiadas de Armando Iannucci (autor de The Thick of It e Veep), e a ensolarada visão americana da política local Parks and Recreation.
Servant of the People é por vezes até desconfortável em seu realismo, mas também oferece um raio de esperança, embalada por uma produção que flui bem, um roteiro bem amarrado, performances elegantes e sequências hilárias.
Zelensky recebeu mais votos na vida real do que na eleição de seu personagem fictício
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Não é de admirar que a série — juntamente com a atuação de Zelensky no papel de um homem comum, inteligente e ético — tenha contribuído para uma vitória presidencial que superou a versão da ficção: em Servant of the People, o personagem de Zelensky recebe 67% dos votos; na vida real, Zelensky ganhou 73,2%.
Os belos créditos de abertura funcionam como um perfeito vídeo de campanha eleitoral: Zelensky anda de bicicleta pelas ruas de Kiev em um terno ao som de uma melodia cativante de violão e voz marcada por buzinas de bicicleta. No final da sequência, ele desmonta de sua bicicleta do lado de fora dos prédios do governo — apenas um presidente comum chegando para outro dia de trabalho duro e honesto.
“Parte da razão pela qual as pessoas confiam nele é porque acham que conseguem enxergar dentro de sua cabeça e os problemas que ele vê no governo da forma como foram apresentados no programa”, diz Jacobsen. “Isso deu às pessoas uma sensação de esperança, de certa forma, de que ele entende como as pessoas se sentem.”
Pedido de impeachment de Trump
Em 2019, Zelensky esteve envolvido em uma crise política de enorme repercussão global — um telefonema dado pelo então presidente Donald Trump ao presidente ucraniano serviu como base para um pedido de impeachment do americano.
Trump — que, como Zelensky, também é uma estrela de televisão que foi alçado à Presidência — havia telefonado a Zelensky pedindo que a Ucrânia investigasse Joe Biden (na época pré-candidato democrata e rival de Trump nas urnas), e seu filho, Hunter Biden, que pertencia a um conselho de uma empresa de gás ucraniana.
Em troca, Trump teria prometido “algum benefício” ao líder ucraniano, possivelmente ajuda militar americana ao país. O pedido de impeachment acabou rejeitado pelo Congresso dos EUA.
As habilidades de estrela de TV de Zelensky indiscutivelmente o ajudaram no cargo. Em uma entrevista coletiva ao lado de Trump, Zelensky soube improvisar com perfeição para lidar com as difíceis perguntas da imprensa.
Servant of the People foi um enorme sucesso com suas três temporadas — e Zelensky hoje vive uma espécie de quarta temporada, com a Ucrânia envolvida em um conflito sangrento com a Rússia, algo tão trágico e terrível que nem mesmo os roteiristas da série poderiam ter criado um enredo assim.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliette anuncia datas de shows de primeira turnê em cinco cidades pelo Brasil


Primeiro show da turnê “Caminhos” já acontece neste mês de março, no Rio de Janeiro. Juliette
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A cantora paraibana Juliette Freire divulgou nesta quinta-feira (3) as datas e as cidades que devem receber os primeiros shows de sua turnê, ‘Caminhos’. São cinco shows em cidades do Nordeste e Sudeste do país, que acontecem a partir de março.
O primeiro show acontece no Rio de Janeiro, no dia 26 deste mês. João Pessoa, capital do estado natal de Juliette, Paraíba, também faz parte da rota da turnê no início de abril. Vitória, no Espírito Santo, e Recife, também terão shows da cantora.
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Nas redes sociais, a paraibana celebrou o novo desafio, e convidou os fãs a conhecerem este “novo caminho” juntos.
“Meu caminho é marcado pelo improvável e enriquecido por cada encontro. A música me salva, me transporta, me liberta e agora vai ganhar mais um significado: o de celebração desse nosso elo”, disse.
Juliette lançou em agosto do ano passado seu primeiro disco. Agora, ela já reuniu músicos e formou a ‘Cactus Band’, com paraibanos entre os componentes, e ensaia para os shows.
Datas dos primeiros shows da turnê ‘Caminhos’, de Juliette:
Rio de Janeiro: 26 de março
João Pessoa: 02 de abril
Vitória: 30 de abril
São Paulo: 06 de maio
Recife: a confirmar
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Fonte: G1 Entretenimento

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Florence and the Machine é eleito melhor show da história do Lollapalooza no Brasil


Enquete com leitores do g1 apontou show da cantora inglesa em 2016 como o melhor entre todos os headliners das edições do festival em São Paulo desde 2016; veja lista. Florence + The Machine se apresenta no palco Skol do Lollapalooza 2016
Caio Kenji/G1
Uma enquete entre leitores do g1 apontou o show da inglesa Florence and the Machine em 2016 como o melhor da história do festival Lollapalooza no Brasil. Relembre como foi o show.
Entre as opções estavam todos os headliners das edições do festival em São Paulo desde a primeira, em 2012.
O show dos Killers em 2018 e do Pearl Jam em 2013 ficaram, respectivamente, em segundo e terceiro lugar. Veja o top 10 abaixo.
O Lollapalooza 2022 acontece entre 25 e 27 de março com Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix e mais. VEJA A PROGRAMAÇÃO.
10 melhores shows principais do Lollapalooza segundo os leitores do g1:
Florence + the Machine em 2016 – 26,06%
Killers em 2018 – 14,72%
Pearl Jam em 2013 – 8,83%
Eminem em 2016 – 7,78%
Arcade Fire em 2014 – 7,26%
Foo Fighters em 2012 – 6,41%
Pearl Jam em 2018 – 5,31%
Metallica em 2017 – 4,73%
Red Hot Chili Peppers em 2018 – 4,68%
The Killers em 2013 – 3,05%
PLAYLIST – VÍDEOS DO LOLLAPALOOZA 2022:

Fonte: G1 Entretenimento

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Batman: De Adam West a Robert Pattinson, qual foi o melhor ator a viver o herói no cinema?


Maioria dos atores escolhidos teve que superar a desconfiança dos fãs. Novo filme do Cavaleiro das Trevas estreou nesta semana e protagonista lidera ranking do g1. O novo “Batman” chegou aos cinemas nesta semana e o público pode conferir a visão do diretor Matt Reeves do herói e assistir a performance de Robert Pattinson como o Cavaleiro das Trevas.
O ator, conhecido principalmente por “Crepúsculo”, causou descontentamento de alguns fãs ao ser escolhido, assim como a maioria de seus antecessores. Mas a opinião das pessoas foi mudando a respeito do trabalho de Pattinson.
g1 já viu: ‘Batman’ é ótima adaptação, mas se perde
O g1 assistiu a todos os longas estrelados pelo vigilante de Gotham City e fez um ranking dos atores que usaram a capa e o capuz do herói nos cinemas.
Veja a lista de Batmans, do pior para o melhor:
7 – George Clooney (Bat-Aparição: ‘Batman & Robin’, 1997)
Assista ao trailer do filme ‘”Batman e Robin” (1997)
Quando Clooney foi escalado pelo diretor Joel Schumacher para substituir Val Kilmer na sequência de “Batman Eternamente”, ele estava no auge na TV com a série “Plantão Médico”. Ele começava a se tornar um astro com “Um Drink no Inferno” e “O Pacificador”. Por isso, tudo dava a entender que ele se consagraria de vez. Mas deu tudo errado.
“Batman & Robin” tem cenas constrangedoras (como a que o protagonista saca um Bat-Cartão de Crédito) e é considerado por muitos o pior filme do herói até hoje.
A atuação de Clooney, que parece sempre estar sorrindo com ou sem a máscara do Batman, foi duramente criticada.
Até pelo próprio ator, que já declarou ser o culpado pela derrubada da franquia. Clooney mencionou sua equivocada performance em um discurso de agradecimento ao ganhar o Oscar de Ator Coadjuvante pelo filme “Syriana – A indústria do Petróleo” em 2005. Uma Bat-mancada na carreira do (hoje) consagrado ator e diretor.
6 – Val Kilmer (Bat-Aparição: ‘Batman Eternamente’, 1995)
Assista ao trailer do filme ‘”Batman Forever” (1995)
Assim como Clooney, Kilmer foi chamado para interpretar Bruce Wayne e seu alter-ego depois que Michael Keaton decidiu não voltar ao papel. Foi quando o diretor Tim Burton acabou substituído por Joel Schumacher na terceira parte das aventuras do herói.
O astro de “Top Gun” e “The Doors” até se esforçou para soar convincente nas cenas em que interpreta o bilionário e nas sequências de ação. Mas faltou a ele dar mais brilho na performance. A atuação é apenas correta e pouco marcante.
Kilmer não se mostrou interessado em continuar na franquia (até porque admitiu, anos depois, não gostar da experiência) e resolveu fazer “O Santo”, em vez de “Batman & Robin”. Pelo menos se livrou de ter essa mancha em sua carreira.
5 – Adam West (Bat-Aparição: ‘Batman – O Homem-Morcego’, 1966)
Adam West
Reprodução
Com o sucesso da série de televisão nos anos de 1960, os produtores resolveram fazer um longa com a Dupla Dinâmica enfrentando, de uma só vez, seus principais vilões num plano mirabolante para provocar o caos no mundo.
Com várias cenas de puro nonsense e diversão, o filme mantém o espírito do seriado, um dos responsáveis por tornar o personagem um ícone pop. Parte disso se deve à interpretação canastrona e, ao mesmo tempo, carismática de Adam West como o herói, sempre ao lado do parceiro Robin (Burt Ward).
West está nesta posição da lista porque só ele sabe como usar um Bat-Repelente de Tubarões ou como se livrar de uma bomba com muito bom humor.
4 – Ben Affleck (Bat-Aparições: ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’, 2016; ‘Esquadrão Suicida’, 2016; ‘Liga da Justiça’, 2017 e ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’, 2021)
Assista ao segundo trailer de ‘Batman vs Superman: A origem da justiça’
Para muitos, Ben Affleck deveria ficar no topo da lista. Afinal, para os fãs, apesar de “Batman Vs Superman” ter vários problemas, Affleck era um dos pontos fortes do filme de Zack Snyder. Ele tem o físico ideal para as cenas de ação do Cavaleiro das Trevas e tinha uma fisionomia bem parecida com a do Bruce Wayne da cultuada “Batman – A Série Animada”.
O ator e diretor, que tinha acabado de ganhar o Oscar de Melhor Filme de 2012 por “Argo”, superou a desconfiança do público que se lembrava da atuação ruim dele em “Demolidor – O Homem Sem Medo” (2003).
O problema é que suas outras aparições nos filmes seguintes foram deixando claro que Affleck parecia aborrecido. Ele não se mostrava mais interessado em continuar como Batman por muito tempo.
Isso se confirmou quando decidiu não mais interpretá-lo ao perder a direção do novo filme solo do personagem para Matt Reeves. Affleck mudou de ideia e topou voltar a ser Bruce Wayne (e, ao que tudo indica, pela última vez) no filme do “Flash”, que estreia ainda em 2022.
3 – Michael Keaton (Bat-Aparições: ‘Batman’, 1989 e ‘Batman – O Retorno’, 1992
Assista ao trailer do filme ‘”Batman” (1989)
Quando ainda não havia redes sociais, fãs do Batman fizeram manifestações para protestar contra a escalação de Michael Keaton. Ele é um ator que tinha uma estatura baixa, pouco atlético e mais relacionado a comédias.
Mas o diretor Tim Burton, que tinha trabalhado com Keaton em seu filme anterior, “Os Fantasmas se Divertem” (1998), resistiu à pressão. Apesar de ter seus movimentos limitados por seu uniforme, Keaton conseguiu convencer como Batman e Bruce Wayne.
Ele conquistou os admiradores do personagem no filme de 1989 e na sequência, “Batman – O Retorno”. Depois, ele se tornou um astro e protagonizou filmes como “Birdman” e “Spotlight”.
O mais surpreendente é que, mesmo com mais de 70 anos, ele voltou ao papel nos filmes do Flash e da Batgirl, com chances de se estabelecer como o Batman definitivo do DCEU (a resposta da DC Comics para o Universo Cinematográfico da Marvel). Isso é uma verdadeira Bat-Volta Por Cima.
2 – Christian Bale (Bat-Aparições: ‘Batman Begins’, 2005; ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’, 2008 e ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’, 2012)
Assista ao trailer do filme ‘”Batman Begins” (2005)
Christian Bale merece estar com a medalha de prata neste ranking por ter sido o primeiro ator disposto a criar duas personalidades distintas para Bruce Wayne e Batman de forma bastante convincente.
O ganhador de Melhor Ator Coadjuvante por “O Vencedor” (2010) desenvolveu dois tipos de vozes para diferenciar o playboy bilionário de sua identidade secreta.
Ele impressiona na parte física, mesmo tendo o mesmo problema (em menor grau) de Keaton em relação ao seu uniforme, que limitou movimentos.
Além disso, Bale se mostra sólido nas cenas dramáticas dos três filmes que participo. Apesar de muitos acharem que ele foi apagado pelos atores que fizeram os vilões (principalmente Heath Ledger e seu avassalador Coringa), ele defendeu o herói com muita competência. Perdeu a primeira colocação por uma asa de morcego.
1- Robert Pattinson (Bat-Aparição: ‘Batman’, 2022)
Assista ao trailer de ‘The Batman’
Quem só conhece Robert Pattinson pelas atuações como o vampiro Edward Cullen precisa, para ontem, ver os filmes que ele fez depois da “Saga Crepúsculo”. O ator britânico já mostrou que é versátil e não tem medo de ousar quando tem que escolher um papel. Basta ver seus trabalhos em produções como “O Farol” ou mesmo “Tenet”.
Pattinson aparece no topo desta lista do g1 e isso é uma proeza: ele conseguiu superar todos os outros atores que interpretaram o Batman no cinema, com apenas um filme.
O astro impressiona com sua construção atormentada, sinistra, intimidadora e até desequilibrada do herói. Ele deixa claro que ele só encontra sentido em sua vida quando veste o uniforme do Cavaleiro das Trevas.
Houve quem criticasse o fato de que o Bruce Wayne de Pattinson não sorri. Mas o fato é de que, em “Batman”, a ideia é deixar claro que o bilionário tem feridas que não cicatrizaram por completo. Essa sensação Pattinson transmite com veracidade e deixa claro o quão complexo é o seu personagem.
Além disso, o ator se sai incrivelmente bem nas cenas de ação, de forma muito mais convincente do que já tinha sido visto até então. Pattinson se mostra bem mais confortável em sua Bat-Armadura e isso ajuda a tornar as sequências de luta empolgantes e plausíveis.
Vale destacar que Pattinson enfatiza o intelecto do herói de forma apropriada, porque a ideia do novo filme é enfatizar o lado detetive do Batman, mesmo cometendo um erro aqui ou ali, por ainda estar no começo do ofício. Outro ponto relevante é a incrível química que ele tem com Selina Kyle (Zöe Kravitz).
Por essas e outras, Robert Pattinson conseguiu o que parecia impossível: ser o melhor Batman entre todos os que surgiram até então no cinema. Que ele continue a surpreender.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gloria Groove emplaca ‘Vermelho’ com homenagem a MC Daleste, morto a tiros no palco em 2013


‘Parceria póstuma’ lançada por Gloria a partir de versos de Daleste é uma das mais tocadas no Spotify e no TikTok no Brasil. ‘Ele colocou a Zona Leste de SP no mapa assim como eu’; ouça podcast. Gloria Groove e MC Daleste
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Uma parceria póstuma entre dois artistas da Zona Leste de São Paulo é uma das músicas mais tocadas no Brasil atualmente. “Vermelho” foi feita por Gloria Groove a partir de versos do MC Daleste, morto a tiros no palco em 2013.
O segundo álbum de Gloria se chama “Lady Leste”, e explora suas origens na Vila Formosa, em SP. “Vermelho” subiu direto para o topo dos rankings do Spotify e do TikTok no Brasil. A música foi feita a partir do refrão de “Mina de Vermelho”, do MC Daleste, um ídolo da Zona Leste.
Além da origem, os dois têm o mesmo nome de batismo: “Ele era o Daniel da Penha e eu sou o Daniel da Vila Formosa. O Daniel, assim como eu, foi uma pessoa que sempre colocou a Zona Leste no mapa enquanto ele estava fazendo sucesso”, explica Gloria ao podcast g1 ouviu. Escute abaixo:
A ideia era unir a estética da “mandraka (estilo de funkeira) de escola pública” e a “roqueira de porta de shopping”. “Eu falei: ‘vou ser essa boneca Bratz roqueira-funkeira'”, explica.
O grande show de estreia da nova era de Gloria Groove será no festival Lollapalooza. Clique para ver a programação completa.
O nome junta duas experiências: como “lady” e como cria da Zona Leste de São Paulo. Gloria conta como recuperou até o jeito de falar com sotaque paulistano da ZL – que tinha aprendido a “limpar” nos trabalhos que fez em dublagem de TV. . Leia trechos da conversa abaixo:
g1 – SP está cheia de MCs que adotam suas origens como nomes, tipo o Menor da VG, o Neguinho do Kaxeta e o próprio MC Daleste. Para você, quando surgiu a figura “Lady Leste”?
Gloria Groove – Lady Leste é uma brincadeira que começou no início do ano passado com esse insight de pensar o que seria o meu “vulgo”. Puxa a referência de algumas “ladys” que eu sou fã, tipo a Lady Gaga, a Tatá Werneck, que é a Lady Night. E carrega o lugar de onde eu vim, a Zona Leste de São Paulo.
O “lady” também fala sobre como o feminino é uma coisa que ajuda a expressar quem eu sou, o Daniel também. Ajuda a expressar a minha alma. Então esse nome para mim é um vulgo que vai valer por muito tempo, não é só uma era musical.
Capa do álbum ‘Lady Leste’, de Gloria Groove
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g1 – E quando passou do vulgo para virar um álbum?
Gloria Groove – Quando eu pensei em Lady Leste, já sabia que era fortíssimo candidato a ser nome das pirações que eu estava escrevendo. A primeira música foi “Bonequinha”. Foi a primeira faixa onde invoquei a Lady Leste.
Ela marca minha reconexão com o pop da pista. Eu vim da fase r&b de ‘Affair’ (EP de 2020), com uma estética bem mais limpa. Eu estava tentando me reconectar com uma Gloria que eu sempre fui, de festa, antes de a pandemia começar.
Decidi que minha inspiração direta seriam as minhas primas e as meninas que sempre estudaram comigo.
E que eu ia unir essa estética completamente “mandraka” (estilo de funkeira estilosa) da escola pública, com essa coisa roqueira que eu via no rolê da porta do shopping. Sabe o rolê dos góticos?
Minha vivência na Zona Leste traçou um paralelo entre o funk e o rock. Eu via funkeiros e roqueiros todo dia, o dia inteiro, vivendo na Zona Leste. Quando eu lembrei da sacada da Lady Leste, eu falei: é isso.
A estética dela é essa: meio funk, meio rock. Daí nasceu a brincadeira com a “Bonequinha”, que é um funk pop, mas que traz aquela guitarra pesadona. Desde o começo eu falei: mano, quero que a guitarra tenha aquele timbre do Slash fazendo um solo, para chamar atenção mesmo.
“Bonequinha” tem, em uma música, tudo que o álbum leva. Tem o funk do começo, o rock do final, o trap do meio. Eu falei: ‘vou ser essa boneca Bratz roqueira-funkeira’. Então ela veio dessa vontade de ter uma música-tema para meu novo momento de autoconfiança.
g1 – Nessa parte do disco sua voz parece muito autêntica, não só no timbre de funkeira, mas também nas letras. Como foi a criação?
Gloria Groove – Elas são a apresentação da Lady Leste e dessa energia mais noturna, mais asfalto, mais suja, pronunciando todos os os Rs de paulista. Fui recapitulando o jeito que eu vi os amigos e meus primos falando a vida inteira, o jeito que eu vi a galera da escola conversando
Apesar de eu sempre ter me comunicado assim também, como o meu trabalho era ser dublador [Gloria já participou de programas como “Digimon” e “Power Rangers], eu tinha que limpar ao máximo todos esses cacoetes.
Foi importante assumir esse jeito de falar. Eu estava tentando propor quem eu seria, brincando de ser realmente a Mc Daleste.
Não é à toa a homenagem ao próprio MC Daleste (na música “Vermelho”, que tem versos tirados de “Menina de vermelho”, do funkeiro que morreu em 2013). Ele se chamava Daniel, como eu. Ele é o Daniel da Penha e eu sou o Daniel da Vila Formosa.
O Daniel, assim como eu, foi uma pessoa que sempre colocou a Zona Leste no mapa enquanto ele estava fazendo sucesso. Então fez todo sentido para mim ter “Vermelho” como a música que puxa o álbum “Lady leste”. A gente está falando do mesmo lugar, de uma vivência similar.
Então eu tenho muito orgulho dessa porção do álbum. Por mais divertida e festiva que ela pareça, tem muito coração e muita identificação pessoal e familiar ali.
Gloria Groove fala sobre todas as parcerias do novo álbum; leia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Daniel anuncia gravação de álbum em show em cruzeiro agendado para dezembro


♪ Em cena desde o início da década de 1980, Daniel festeja 40 anos de carreira com a gravação de álbum ao vivo em show que será apresentado em navio. A gravação do álbum Daniel 40 anos – Um mar de amor está programada para ser feita em cruzeiro que estará em águas brasileiras entre 15 e 18 de dezembro.
O roteiro do show parte dos sucessos da dupla sertaneja João Paulo & Daniel até o repertório mais recente do cantor. Estão previstas participações especiais no registro audiovisual do show.

Fonte: G1 Entretenimento

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Di Ferrero se une a Clarissa no single ‘Descansa’


Música é a terceira amostra do álbum solo ‘Uma bad uma farra’. ♪ Música gravada por Di Ferrero com a cantora Clarissa, Descansa é o terceiro single do álbum solo Uma bad uma farra.
Anunciado pelo artista em outubro com a edição do single Aonde é o céu (2021), composto e gravado pelo cantor com o trio Los Brasileros, o álbum solo de Ferrero tem lançamento previsto para este primeiro semestre de 2022.
Já o single Descansa entra em rotação na sexta-feira, 4 de março, em edição do selo slap, simultaneamente com o clipe de atmosfera romântica filmado sob direção de Felipe Fonseca.
Entre os singles Aonde é o céu e Descansa, Di Ferrero apresentou em 4 de fevereiro a música Intensamente, composta e gravada com Vitor Kley.
Capa do single ‘Descansa’, de Di Ferrero com Clarissa
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Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2022 anuncia Migos, Offspring e CPM 22


Migos se apresenta no Palco Mundo no dia 4 de setembro. The Offspring e CPM22 completam o line-up do dia 8 de setembro. Festival também anunciou que venda começa em 5 de abril. O trio Migos
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O Rock in Rio anunciou nesta quinta-feira (3) três atrações do Palco Mundo do festival em 2022. O grupo de rap Migos se apresenta no dia 4 de setembro, e as bandas de rock Offspring e CPM 22 se apresentam no dia 8 de setembro.
O dia 4 também vai ter Justin Bieber, Demi Lovato e Iza no palco principal. O dia 8 é completo por Guns N’ Roses e Måneskin.
O festival está marcado para os dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022.
Veja os shows do Palco Mundo que já foram divulgados do festival em 2022:
Iron Maiden, Megadeth, Dream Theater e Sepultura (2 de setembro)
Post Malone, Jason Derulo, Marshmello e Alok (3 de setembro)
Justin Bieber, Demi Lovato, Iza e Migos (4 de setembro)
Guns N’ Roses, Måneskin, Offspring e CPM 22 (8 de setembro)
Green Day, Fall Out Boy, Billy Idol e Capital Inicial (9 de setembro)
Coldplay, Camila Cabello, Bastille e Djavan (10 de setembro)
Dua Lipa e Ivete Sangalo (11 de setembro)
Veja os shows do Palco Sunset que já foram divulgados do festival em 2022:
Living Colour + Steve Vai, Bullet For My Valentine, Metal Allegiance, Black Pantera + Devotos (2 de setembro)
Racionais MC’s, Criolo + Mayra Andrade, Xamã + Brô MC’s, Papatinho e L7nnon + MC Hariel e MC Carol (3 de setembro)
Joss Stone, Corinne Bailey Rae, Gloria Groove e Duda Beat (8 de setembro)
Avril Lavigne (9 de setembro)
CeeLo Green (10 de setembro)
Ludmilla e Macy Gray (11 de setembro)
As vendas de ingresso serão abertas oficialmente dia 5 de abril, às 19h, pelo site rockinrio.ingresso.com. Para a edição do Rock in Rio Brasil 2022, o valor da entrada será R$ 625,00 (inteira) e R$ 312,50 (meia-entrada).
O Rock in Rio Card, ingresso antecipado para o festival de 2022, está esgotado. O cartão equivale a um ingresso antecipado para o Rock in Rio 2022, e dá ao comprador a chance de escolher em qual data pretende usá-lo.
A escolha da data poderá ser feita entre 23 de novembro de 2021 a 1º de abril de 2022, antes que a venda oficial de ingressos seja aberta ao público em geral, em abril de 2022.
A nona edição do Rock in Rio, que aconteceria em 2021, foi adiada para setembro de 2022 por causa da pandemia do novo coronavírus. O anúncio da nova data foi feito em março de 2021.
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Fonte: G1 Entretenimento

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DJ processa Alok por usar música feita por ele sem autorização e pede para tirar do ar ‘Un ratito’, com Juliette


É o 1º processo de americanos que dizem ter sido ‘produtores fantasmas’ de Alok durante anos. Eles pedem multa diária de R$ 5 mil e mostraram conversas e versões da música; veja. O duo Sevenn e o DJ Alok
Divulgação
O DJ norte-americano Kevin Brauer entrou com uma ação contra o DJ brasileiro Alok pelo uso sem autorização de uma música dele na faixa “Un ratito”, lançada por Alok em parceria com Juliette.
Kevin, membro do duo de produtores Sevenn, pede a retirada imediata de “Un ratito” de todas as plataformas de streaming de música, e exige multa de R$ 5 mil por dia caso ele não seja apagada. O pedido ainda será analisado pela Justiça de Goiás.
Esta é a primeira ação judicial dos DJs após a publicação de uma reportagem na revista “Billboard” em que eles alegam terem sido “produtores fantasmas” de Alok durante anos, fazendo músicas sem créditos e sem pagamento. Alok nega.
Kevin Brauer mostrou imagem que ele diz ser de conversa entre ele e Alok no WhatsApp, em que o brasileiro pede para ele mandar a música em que foi baseada ‘Un ratito’
Reprodução
Este processo diz respeito apenas a “Un ratito”, que eles alegam ter sido lançada sem autorização. Mas eles dizem que ainda vão entrar com outra ação relativa a outras 14 músicas lançadas por Alok. Entenda a briga no podcast g1 ouviu, e compare trechos das músicas de Alok e do Sevenn:
Kevin afirma que “Un ratito” foi feita por Alok usando vários elementos de uma música sua chamada “Let’s make love (nanananana)”, feita em 2016. Na ação, ele apresenta conversas de WhatsApp e arquivos para mostrar que ele tinha enviado a música para Alok anos antes de sair “Un ratito”, em 2022.
Alok já disse que creditou Kevin como coautor, mas que o fonograma (gravação final), não tem nada gravado pelo americano. Mas Kevin alega que como autor da obra original em que “Un ratito” foi baseada, teve seu direito autoral violado e que nunca autorizou o lançamento.
Juliette e Alok
Divulgação / Perfil oficial de Alok no Twitter / Alisson Demetrio
“Un ratito” foi lançada creditando Kevin como coautor, mas sem sua autorização prévia, como determina a lei brasileira.
Um vídeo da música chegou a ser retirado do YouTube a pedido de Kevin, mas Alok conseguiu uma liminar na Justiça de Goiás para que o Google colocasse o clipe de volta.
O Google e Kevin recorreram da liminar. A ação inicial de Kevin foi feita na Justiça de São Paulo, mas, por causa desta liminar pedida por Alok, foi remetida à Justiça de Goiás, e ainda não foi analisada, mesmo com o pedido de urgência.
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A reportagem da ‘Billboard’
A reportagem da Billboard foi publicada no dia 21 de janeiro de 2022. Sevenn enviou à revista e-mails e trocas de mensagens no WhatsApp com Alok por mais de 6 anos, além de gravações de áudio do DJ discutindo detalhes das músicas e fazendo pedidos de músicas.
Segundo Sevenn, eles trabalharam como “produtores fantasmas” em pelo menos 14 faixas do DJ. Além de não terem sido creditados, a dupla não ganhou royalties ou qualquer remuneração.
A revista procurou Alok para responder à acusação por várias semanas. Depois deste contato, e antes da publicação da reportagem, Alok entrou com uma ação alegando o contrário: que o Sevenn lançou várias músicas feitas por ele sem autorização.
Que provas ele apresenta sobre ‘Un ratito’?
Na ação na Justiça brasileira, os advogados Maria Amélia Santos de Freitas e Túlio Sacchi de Sousa Correia, que representam Kevin, apresentam:
Imagens e áudio de conversas com Alok em que o DJ pede para Kevin enviar a música “Let’s make love (nanananana)”, na qual foi baseada “Un ratito”.
Arquivos de áudio feitos a partir de 2016 com várias versões da música criada por Kevin.
Registros de vídeo que mostram Alok tocando “Let’s make love (nanananana)” anos antes de lançar “Un ratito”, em 2022.
Na ação, eles afirmam que Kevin mostrava músicas para Alok por uma relação de “confiança”, mas que ele nunca autorizou o uso de sua música para a adaptação em “Un ratito”.
Veja o que dizem Alok e Sevenn sobre o caso
Alok divulgou um vídeo em que rebate as acusações feitas na revista “Billboard”. Sobre “Un ratito”, ele admite que fez a música com Kevin, reafirma que ele é creditado como compositor, mas diz que o fonograma (gravação final) não tem nada do que foi gravado pelo americano.
Alok rebate acusações de que teria roubado músicas do duo Sevenn
Kevin rebateu o vídeo de Alok. Sobre “Un ratito”, ele afirmou que nunca deu autorização para que ela fosse lançada, e que a lei brasileira exige essa autorização.
Dupla diz ter provas de ser autora de 15 músicas de Alok e vai processar DJ

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta lança single inédito com o porto-riquenho Lenny Tavárez


♪ Já ciente de que a música Boys don’t cry (2022) surtiu efeito aquém do esperado nas paradas dos Estados Unidos, Anitta lança single inédito na noite desta quinta-feira, 3 de março, mais direcionado para o mercado hispânico. A partir das 20h, os seguidores da cantora carioca poderão ouvir Que vamo’ hacer?, música composta e gravada pela artista com Lenny Tavárez.
Cantor, compositor e produtor musical porto-riquenho associado ao reggaeton e ao trap, Tavárez é um dos autores de Envolver (2021), música lançada por Anitta em novembro. Que vamo’ hacer? é música bilíngue, com versos em espanhol e português, gravada com a batida do reggaeton.
Como Anitta destacou ao anunciar o single em rede social, Lenny Tavárez foi um dos primeiros artistas a apoiar a cantora brasileira nas investidas de Anitta no mercado latino de música hispânica.

Fonte: G1 Entretenimento