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VÍDEOS: bandas do Lollapalooza 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinha Abelha não terá substituta no Calcinha Preta; banda segue com trio de vocalistas


Cantora morreu aos 43 anos após internação por problemas renais na quarta (23). Daniel Diau, Silvânia Aquino e Bell Oliver seguem como vocalistas. Paulinha Abelha
Reprodução Instagram
Após a morte de Paulinha Abelha, a banda Calcinha Preta seguirá como trio com os vocalistas Daniel Diau, Silvania Aquino e Bell Oliver.
A informação foi confirmada pelo g1 com o empresário Diassis Marques nesta quinta (3).
A cantora sergipana morreu aos 43 anos, na última quarta (23), após ter complicações renais e ficar internada por 12 dias em Aracaju.
A família ainda não divulgou o laudo sobre o que causou a morte de Paulinha.
Segundo o empresário, o grupo vai se reunir nesta quinta para decidir quando será a volta aos palcos. Os shows até 10 de março estão cancelados.
Trajetória no forró
Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Paulinha Abelha teve uma trajetória de idas e vindas na banda e se consagrou como voz importante do forró eletrônico e ajudou a renovar o ritmo no Calcinha Preta.
Ela foi uma das maiores vozes do forró eletrônico ao cantar na banda por quase 20 anos.
O movimento que renovou o forró com uma roupagem pop há três décadas não seria o mesmo sem o poder de hinos como “Você Não Vale Nada”, “Louca Por Ti” e “Ainda Te amo”. Outro marco foi o refrão “Pauliiinha, me diz o que eu façooo…”
A comoção causada pela versão não autorizada de “WIthout You”, de Mariah Carey, cantada pelo colega Daniel Diau, enquanto Paulinha desfilava com visual de gala e cabelo esvoaçante, mostra como ela era uma artista adorada.
Natural de Simão Dias, em Sergipe, Paula de Menezes Nascimento Leça Viana começou a cantar ainda na infância em bandas do interior do estado. Ela fez parte dos grupos Flor de Mel e Panela de Barro.
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O destaque nacional passou a acontecer quando ela entrou para a Calcinha em 1998 e se tornou umas das principais vozes do grupo.
A história na banda teve idas e vindas, mas começou no final dos anos 90, quando o empresário Gilton Andrade a descobriu.
Paulinha Abelha se apresenta com a Banda Calcinha Preta
Ela teve três passagens pela Calcinha Preta. Entrou em 1998 e ficou por 12 anos, período de maior sucesso do grupo, quando gravou os hits “Você Não Vale Nada”, “Louca Por Ti”, “Ainda Te amo” , “Baby Doll” e “Liga Para Mim”.
Paulinha saiu para tentar projetos com outros integrantes da Calcinha em 2010, mas não teve grande destaque na cena do forró. Ela voltou em 2014, mas ficou só dois anos.
Desde 2018, ela estava à frente da banda com Silvânia Aquino, Bell Oliver e Daniel Diau.
Paulinha participou do Podcast g1 ouviu para falar sobre os 30 anos do forró eletrônico; ouça abaixo
A Calcinha Preta gravou um DVD de 25 anos em fevereiro de 2020 e retornava à rotina de shows após meses sem apresentações por conta da pandemia.
Até a internação de Paulinha no dia 11, o último compromisso do grupo foi a gravação do podcast Podpah, em São Paulo, no dia 8 de fevereiro.
Carta de fã virou música
No meio de tantos sucessos, “Paulinha” é uma das músicas que mais marcam a cantora sergipana.
“Paulinha, me diz o que é que eu faço? Paulinha, por que se casou?”, são versos cantados por Daniel Diau.
A letra é uma carta de um fã logo após a cantora se casar. Ela contou a história no podcast g1 ouviu sobre forró eletrônico. Ouça acima.
“Essa música é de 2007, eu era recém-casada. O fã mandou uma carta e o empresário teve essa ideia de fazer uma versão. Na verdade, é paródia, mas a gente chama de versão”, contou Paulinha.
A música é uma versão de “Without You”, da Mariah Carey, seguindo uma tendência forte no forró da época de criar versões brasileiras para hits internacionais.
Além dessa, a Calcinha Preta fez “Como fui me apaixonar”, a partir de “Halo”, da Beyoncé, e “Louca por Ti”, de “Dust in the Wind”, do Kansas.
PASSO A PASSO DA INTERNAÇÃO
• 11 de fevereiro – a cantora Paulinha Abelha foi hospitalizada em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada;
• 14 de fevereiro – o quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI, e passou a fazer diálise;
• 17 de fevereiro – O boletim médico desse dia informou que Paulinha estava em coma, e por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência. No fim da noite a situação mudou e ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais;
• 18 de fevereiro – o boletim médico informou que a artista permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora disse ainda que estava descartada a possibilidade de morte cerebral, e que naquela tarde ela passaria por mais uma sessão de hemodiálise. Segundo a assessoria, Paulinha estava sendo submetida a um novo tratamento, que só deveria apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência para hospital de outro estado, a assessoria informou que não havia previsão de quando poderia acontecer;
• 19 de fevereiro – No fim da manhã do sábado, novo boletim informava que após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas. À noite, os médicos informaram que ela estava intubada e em coma persistente;
• 20 de fevereiro – Segundo o boletim médico do domingo, a cantora apresentou quadro neurológico grave e permanecia internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela também seguia em coma e intubada;
• 21 de fevereiro – na segunda-feira, a artista seguia com quadro neurológico grave inalterado, sem sinais de instabilidade hemodinâmica, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de diálise.

Fonte: G1 Entretenimento

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Caetano Veloso tem o álbum ‘Transa’ regravado por Graziela Medori


Disco da cantora se soma à série de releituras do LP de 1972 que vem sendo feitas nos últimos dez anos. ♪ Lançado por Caetano Veloso em janeiro de 1972, o álbum Transa continua sendo alvo de releituras 50 anos após a edição original do LP gravado em Londres, em 1971, durante o exílio do artista baiano na capital da Inglaterra.
Agora é a vez da cantora Graziela Medori abordar o repertório de Transa em Transando o Transa, disco que chega ao mercado fonográfico na sexta-feira, 4 de março, em edição da gravadora Kuarup.
Gravado com produção musical dividida pela artista com Rodrigo Ramos, Transando o Transa se soma ao disco Transe (2019) – abordagem instrumental do álbum de 1972, lançada há dois anos pelo saxofonista Esdras Nogueira – e ao DVD Re-Transa (2019), registro do show com o qual a banda paulistana Golonka entrou em cena em 2016.
Antes, em 2012, Romulo Fróes celebrou os 40 anos de Transa com show em que abordava o repertório do álbum que se tornou discobjeto de culto na obra de Caetano Veloso.
Capa do álbum ‘Transando o Transa’, de Graziela Medori
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Mas eu sou Mr. McAdams!’: discussão entre âncora e convidados sobre a invasão da Ucrânia viraliza


Apresentador de televisão da Índia e entrevistados se exaltam ao vivo, com direito a final surpreendente. Apresentador de TV discute com dois entrevistados ao vivo
Reprodução
Caiu nas redes sociais o trecho de dois minutos de um vídeo em que um apresentador de uma TV indiana discute com dois entrevistados de lados opostos sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia.
Quem é a Rata Distópico, performer que virou sensação no relato viral da “treta do techno”
No vídeo, o apresentador provoca o primeiro entrevistado, que se exalta. Os dois começam a discutir e gritar ao mesmo tempo, com âncora gritando para que o senhor McAdams pare de se exaltar e faça alguma coisa pelo país. “Senhor McAdams saia de cima do muro, coloque suas botas no chão”.
A surpresa mesmo está no final. Depois do âncora gritar várias vezes para o senhor McAdams ficar em silêncio, o verdadeiro senhor McAdams, o convidado que até então estava quieto, se revolta com a situação. “Eu não estou falando. Eu ainda não consegui dizer um palavra. Eu não sei por que você está gritando comigo!”
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O âncora ainda tenta se localizar na situação. “Eu não estou falando com você, estou falando com o senhor McAdam”, diz o apresentador. “Mas eu sou o senhor McAdams. Estou em silêncio, pare de gritar comigo”, afirmou o convidado. “O cara ucraniano que está gritando, não eu!”
O vídeo já rendeu mais de 2,9 milhões de visualizações no Twitter.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lolla Parties 2022: A Day To Remember e Alexisonfire vão fazer shows na Audio


Bandas tocam no dia 24 de março, um dia antes do festival começar, em SP. A Day To Remember e Alexisonfire
James Hartley/Divulgação; Vanessa Heins/Divulgação
O Lollapalooza Brasil anunciou, nesta quinta-feira (3), a segunda e última Lolla Party da edição de 2022 com as bandas de pop punk A Day To Remember e Alexisonfire.
VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO LOLLA 2022
Eles tocam no dia 24 de março, na Audio Club, em São Paulo. Já o show no festival está marcado para sábado (26).
A banda australiana King Gizzard & the Lizard Wizard também fará um show antes de subir ao palco do Lolla no dia 23 de março.
As Lolla Parties são apresentações de artistas do line-up do festival em casas espalhadas pela cidade. Veja abaixo o line-up do Lollapalooza 2022 comentado em VÍDEO.
Lollapalooza 2022: confira as principais atrações do festival
Máscaras e vacinas obrigatórias
Público chega ao autódromo de Interlagos para o primeiro dia de Lollapalooza 2019
Fabio Tito/G1
O Lollapalooza 2022 vai exigir para entrada no Autódromo de Interlagos o uso de máscara e o comprovante de vacinação contra a Covid, com ao menos duas doses.
O uso de máscaras será obrigatório dentro do autódromo, e a retirada só será permitida para o consumo de alimentos e bebidas.
O festival acontece nos dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (veja line-up no vídeo acima).
Os ingressos comprados para a nona edição, antes marcada para abril de 2020, continuam válidos. O festival foi remarcado três vezes por conta da Covid-19. Desde 2012, ele acontece em São Paulo em março ou abril.
INGRESSOS: como comprar e como trocar
SAUDADES? Relembre como foi o Lolla 2019

Fonte: G1 Entretenimento

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Dua Lipa fica sem graça ao deixar microfone cair em show nos Estados Unidos

Ela dançou e brincou com o público ao som de ‘New Rules’ até chegar outro microfone. Cantora inglesa é atração principal do Rock in Rio. Veja VÍDEO. Dua Lipa deixa microfone cair durante show da turnê ‘Future Nostalgia’
A cantora inglesa Dua Lipa deixou o microfone cair durante um show nos Estados Unidos. Ela está em turnê com o show “Future Nostalgia”, o mesmo que deve fazer no Rock in Rio em setembro.
Ela cantava “New Rules”, hit que a tornou conhecida mundialmente em 2017, quando o microfone escapou de sua mão. Veja no VÍDEO acima.
Dua ainda tentou achá-lo no palco, mas não conseguiu e claramente sem graça partiu para dançar e brincar com o público. Rapidamente, um produtor apareceu com outro.
Ela é atração principal do Rock in Rio no dia 11 de setembro, mesmo dia de Ivete Sangalo.
O festival carioca está marcado para os dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022.
Segunda vez no Brasil
Como Dua Lipa virou a maior novidade do pop em 2017 dividida entre choro, dança e empodera
Dua Lipa volta a fazer um show no Brasil como grande estrela da música pop, patamar que não tinha em 2017.
Naquele ano, ela era vista como revelação e abriu o show do Coldplay, além de cantar no Audio Club, em São Paulo. Veja entrevista acima.
Ela volta com a carreira em patamar bem mais alto após o lançamento do segundo álbum, “Future nostalgia”, em 2020, com hits como “Don’t start now” e “Levitating”.
Veja os shows do Palco Mundo que já foram divulgados do festival em 2022:
Iron Maiden, Megadeth, Dream Theater e Sepultura (2 de setembro)
Post Malone, Jason Derulo, Marshmello e Alok (3 de setembro)
Justin Bieber, Demi Lovato e Iza (4 de setembro)
Guns N’ Roses e Måneskin (8 de setembro)
Coldplay, Camila Cabello, Bastille e Djavan (10 de setembro)
Dua Lipa e Ivete Sangalo (11 de setembro)
Veja os shows do Palco Sunset que já foram divulgados do festival em 2022:
Joss Stone, Corinne Bailey Rae, Gloria Groove e Duda Beat (8 de setembro)

Fonte: G1 Entretenimento

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Artista que usa inteligência artificial para ‘dar vida’ a personagens faz homenagem aos Mamonas Assassinas


Morador de Botucatu (SP) recriou rostos dos músicos para mostrar como poderiam estar hoje; morte da banda em queda de avião completou 26 anos neste 2 de março. Artista de Botucatu (SP) fez homenagem aos integrantes da banda Mamonas Assassinas; músicos morreram em queda de avião, em 2 de março de 1996
Hidreley Leli Dião/ Instagram/Reprodução
O morador de Botucatu (SP) que faz sucesso nas redes sociais ao usar inteligência virtual e softwares de edição de imagens para dar rostos humanos a personagens e animações fez uma uma homenagem ao grupo Mamonas Assassinas utilizando os mesmos recursos. Nesta quarta-feira (2), a morte do músicos em um acidente aéreo completou 26 anos.
O artista Hidreley Leli Dião recriou os rostos de Dinho, Julio Rasec, Sergio Reoli, Samuel Reoli e Bento Hinoto como estariam se estivessem vivos, todos na faixa dos 50 anos. As imagens estão em uma postagem que Hidreley fez em seu perfil no Instagram.
Na publicação, o artista escreveu “E se os integrantes da banda Mamonas Assassinas não tivessem nós deixado tão cedo?” e usou as habilidades que o fizeram ganhar destaque internacional para proporcionar aos fãs e saudosistas da banda uma ideia de como os cinco integrantes da banda estariam fisicamente se estivessem vivos.
Artista de Botucatu recriou o rosto do vocalista Dinho, que se estivesse vivo teria 51 anos
Hidreley Leli Dião/ Instagram/Reprodução
Júlio Resec, tecladista da banda, teria 53 anos
Hidreley Leli Dião/ Instagram/Reprodução
O baterista do Mamonas Assassinas, Sérgio Reoli, teria 52 anos
Hidreley Leli Dião/ Instagram/Reprodução
Samuel Raoli era o baixista da banda e o mais novo do grupo, se estivesse vivo teria 49 anos
Hidreley Leli Dião/ Instagram/Reprodução
Guitarrista do Mamonas, Bento Hionato teria 52 anos
Hidreley Leli Dião/ Instagram/Reprodução
Vida aos desenhos
O g1 conversou com Hidreley no mês passado sobre seu trabalho. Utilizando softwares e inteligência artificial, o jornalista e empresário “dá vida” a personagens famosos de desenhos animados.
Artista de Botucatu viraliza e se torna destaque internacional ao dar vida também a personagens animados
Hidreley Leli Dião /Arquivo Pessoal
O morador de Botucatu também é colaborador de uma revista digital há quase 5 anos. Por isso, a rotina é voltada para descobrir novas narrativas e relatá-las aos leitores.
Entre essas histórias, está a de artistas que descobriram na inteligência artificial uma forma de trazer um “novo olhar” para pinturas antigas e estátuas, com traços realistas. Com o trabalho desses criadores, Hidreley diz que desenvolveu sua técnica de criação.
“Comecei a estudar a inteligência artificial, fiz pesquisas e tive a ideia de fazer algo diferente: fazer as estátuas e pinturas antigas, mas como se eles vivessem nos dias de hoje, como se você pudesse se encontrar com eles no supermercado. Esse é o meu projeto. Olhar para essas caricaturas e imaginá-las em ‘carne e osso’”, explica.
Hidreley diz que conseguiu absorver e entender o processo de criação em seis meses e revela que usa em seu “esquema próprio” de criação quatro aplicativos, entre eles o Photoshop e aplicativos no celular.
Em seis meses, o artista, empresário e jornalista Hidreley Leli Dião, de Botucatu (SP), lembra que conseguiu absorver e entender o processo de criação
Hidreley Leli Dião/Arquivo Pessoal
“Me desafiei a fazer algo que outros artistas estavam fazendo, mas da minha forma. Peguei o jeito de um aplicativo, de outro e deu certo”, relembra.
Processo de criação
Artista de Botucatu usa inteligência artificial para ‘dar vida’ a personagens
O artista não se contentou com apenas trazer vida a estátuas e direcionou o projeto aos tão famosos personagens da Disney.
“Fiz dois personagens, o Moe de ‘Os Simpsons’ e o Aladin, e postei no meu Instagram. Até então, eu tinha 8 mil seguidores, mas o pessoal gostou muito, foi comentando sugestões e eu acolhia e criava o que me pediam. Quando me dei conta, tinha umas 20 novas imagens e novos seguidores. Em duas semanas, muita plataforma grande me procurou para entrevistas e eu estava com mais de 50 mil seguidores”, comemora.
Original e inovador, o projeto do artista botucatuense, Hidreley Leli Dião, é referência e destaque internacional
Hidreley Leli Dião /Arquivo Pessoal
O que o artista mais lê nos comentários de postagens são afirmações como “isso é gente de verdade” ou “isso é fotografia”. Mas ele insiste em dizer que as produções são frutos da inteligência artificial, estudo e dedicação.
Sobre o processo de criação, Hidreley comenta que tem “olhar artístico” para cada arte que se propõe a transformar. Para começar, ele procura rostos em banco de imagens que tenham traços semelhantes aos personagens que quer recriar.
Em seguida, após a escolha da imagem base, o personagem que ganhará vida é sobreposto no Photoshop. A partir disso, o artista monta o rosto real em, no máximo, 50 minutos.
“Estica daqui, estica dali, procuro fontes de cabelo, e por aí vai. Muitas vezes achar uma foto no banco de imagens demora muito mais do que o próprio processo digital. Levo em torno de uma hora para encontrar um rosto e uns 50 minutos no máximo para recriar. No total, são umas duas horas para concluir”, finaliza.
Como exemplo, Hidreley mostra o processo para criar o rosto real do Bruno, personagem do filme Encanto da Disney e que foi um dos projetos mais pedidos pelos seguidores. O rosto base, do banco de imagens de domínio público iStock, é um homem com tom de pele claro e olhos claros.
Para o artista, basta “sentir que irá funcionar” e que o personagem irá se adequar ali como ponto de partida para iniciar a criação.
Processo para criar o rosto real do Bruno, personagem do filme Encanto da Disney e que foi um dos projetos mais pedidos pelos seguidores
Hidreley Leli Dião /Arquivo Pessoal
* Colaborou sob supervisão de Mariana Bonora
VÍDEOS: Assista às reportagens da TV TEM
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Fonte: G1 Entretenimento

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Como as identidades sexuais mudaram durante a pandemia de Covid


Com mais tempo para contemplar e reavaliar, algumas pessoas começaram a explorar novas identidades sexuais e outros desejos “além do binário”. Com mais tempo para contemplar e reavaliar, algumas pessoas começaram a explorar novas identidades sexuais e outros desejos ‘além do binário’.
Getty Images via BBC
Com mais tempo para contemplar e reavaliar, algumas pessoas começaram a explorar novas identidades sexuais e outros desejos “além do binário”.
Lauren, com 25 anos de idade, identificou-se como bissexual em 2014.
Essa designação da sua identidade sexual funcionou bem até a pandemia. Com seu programa de mestrado agora conduzido de forma virtual e com eventos sociais e transporte diário excluídos da sua agenda, Laura subitamente percebeu que tinha mais tempo sozinha para contemplar sua identidade.
“Ter todo esse tempo e consumir muita informação me fez refletir mais sobre meus relacionamentos do passado, especialmente com homens”, afirma ela. “Como eu pude não perceber que todos os relacionamentos que tive com homens foram totalmente insatisfatórios?”
O isolamento induzido pelo lockdown ofereceu a muitas pessoas a oportunidade de analisar mais profundamente certos elementos das suas vidas e suas identidades, sejam os lugares onde elas vivem, seus empregos ou suas relações românticas e familiares. Entre essas mudanças íntimas, pesquisas indicam que o comportamento das pessoas com relação à sexualidade também evoluiu em meio à pandemia.
O aplicativo de encontros Bumble analisou mais de 4.000 usuários nos EUA, Reino Unido, Irlanda, Austrália e Canadá em agosto de 2020 (dados analisados pela BBC) e 21% deles afirmaram estar planejando “expressar sua sexualidade de forma diferente… em comparação com um ano atrás”.
Outra pesquisa do Bumble demonstrou que 14% mudaram seus desejos sexuais durante a pandemia, optando, por exemplo, por relacionamentos do mesmo sexo, enquanto anteriormente só haviam tido relacionamentos com pessoas de outro gênero.
E ainda outra pesquisa conduzida entre março e julho de 2020 com pessoas LBTGQIA+ pelo Laboratório de Relações Sociais, Comportamentos e Diversidade da Universidade Trent de Ontário, no Canadá, analisada pela BBC, demonstrou que 11% “sentiram que sua capacidade de sair da sua… identidade mudou devido à Covid-19”. Destes, diversos relataram que essa mudança ocorreu porque, durante a pandemia, houve “tempo para poder descobrir minha identidade sexual”.
Lauren conta que, antes da pandemia, ela quase não tinha tempo livre depois de trabalhar, ir para a escola e ter sua vida social. “Eu [não conseguia] lidar com grandes mudanças de vida e a mudança de identidade parecia uma grande mudança de vida.”
Mas a desaceleração forçada ofereceu o tempo de que ela precisava para reexaminar sua sexualidade. Conversando com seu terapeuta e observando outras mulheres que antes se identificavam como bissexuais e surgiram como lésbicas no TikTok, ela própria passou a identificar-se como lésbica.
Por que fluidez sexual é mais comum em mulheres do que em homens
As lésbicas acusadas de transfobia por recusarem sexo com mulheres trans
Essas “grandes mudanças de vida” – que antes eram assustadoras demais para serem consideradas, ou mesmo não prioritárias – agora são objeto de análise de cada vez mais pessoas, especialmente de algumas mulheres que começaram a questionar as normas culturais que sempre adotaram.
Reavaliação dos ‘padrões normais’
“Todos têm a vida tão ocupada que é muito fácil tentar escapar”, segundo a psicóloga clínica de Nova York, nos Estados Unidos, Jennifer Guttman. Em outras palavras, ela explica que é natural que as pessoas coloquem o autoconhecimento em segundo plano.
Com relação à sexualidade, isso significa que, para muitas pessoas, é mais simples definir um padrão de pensamento “heteronormal”, sem questionar a heterossexualidade padrão com a qual elas cresceram, afirma Karen Blair, chefe do Laboratório de Relações Sociais, Comportamentos e Diversidade da Universidade Trent.
“Grande parte da nossa imprensa e cultura ainda envia a mensagem de que a maioria de nós será heterossexual”, segundo Blair. Como a sexualidade existe em um espectro no qual “muitos, quando não a maioria, se enquadram em algum ponto intermediário”, acrescenta ela, não há muita motivação para as pessoas questionarem sua sexualidade se os “padrões normais” se encaixarem de forma suficiente.
Mas, quando as pessoas conseguiram “pressionar a tecla de pausa durante o lockdown”, Guttman afirma ter observado “mais pacientes do que nunca” explorando suas orientações sexuais. Dos seus 65 pacientes, ela estima que 10 a 12 repensaram sua sexualidade naquele período, em comparação com apenas um cliente que havia feito o mesmo antes da pandemia.
“Todos eles começaram a observar que estavam se sentindo sem rumo, perdidos, ansiosos e deprimidos. O desconforto que eles sentiam consigo próprios era perturbador para eles”, afirma Guttman. Muitos começaram a enfrentar esse desconforto avaliando se estavam no caminho certo na carreira, mas, ao longo do tempo, acabaram se aprofundando “muito além do trabalho”, segundo ela.
‘Comecei a pandemia hétero’
A pandemia reduziu as opções de encontros para muitas pessoas, mas outras viram uma nova porta se abrindo.
Alexa, com 24 anos de idade, residente em Londres, identificava-se há muito tempo como heterossexual, mas já vinha questionando sua sexualidade no quarto ano da universidade em Nova York, nos Estados Unidos, antes da pandemia de Covid-19. E, quando a pandemia a levou para o namoro online, Alexa descobriu que era mais fácil mudar os tipos de parceiros que ela estava procurando – ela podia fazer isso no conforto da sua própria casa.
No início de 2021, Alexa decidiu mudar suas configurações no Tinder de apenas homens para “qualquer pessoa”. A facilidade da mudança fez com que a exploração, de certa forma, parecesse ser de baixo risco. Ela ainda “não estava certa” da sua identidade sexual na época, mas, ao alterar suas configurações no aplicativo de encontros, “pelo menos a opção estava aberta”, segundo ela.
Segundo as pesquisas de Blair, essa experiência é relativamente comum. Com as pessoas passando mais tempo “cortejando” online antes de encontrar-se pessoalmente devido às restrições relativas à pandemia, “pode ter sido mais provável que as pessoas brincassem com a ideia de ‘assinalar a outra alternativa’ quando questionadas sobre quem gostariam de conhecer”, afirma ela. Namorar alguém de gênero diferente do que as pessoas costumavam tornou-se “um pouco mais acessível”.
Tanto os especialistas quanto as pessoas em busca de encontros afirmaram à BBC que a mídia também contribuiu para que as pessoas repensassem suas orientações sexuais – incluindo as redes sociais, podcasts e programas de televisão – que as pessoas vinham acompanhando com mais intensidade durante o isolamento em casa. Guttman chegou a aconselhar alguns dos seus pacientes a ouvir podcasts e assistir a programas “com mais interações LGBTQIA+” para “normalizar” os novos testes dessas identidades.
Ao mesmo tempo, muitos usuários do TikTok, como Violet Turning (educadora sexual de Nova York, nos Estados Unidos), observaram um aumento do número de mulheres jovens discutindo sua mudança de identificação de heterossexuais para lésbicas, queer ou bissexuais durante a pandemia.
“Todo o meu feed era de mulheres jovens que diziam ‘entrei na pandemia hétero e agora estou em um relacionamento lésbico'”, afirma Turning. Algumas mencionavam ter “suprimido” esses desejos até que a pandemia ofereceu espaço para explorá-los, enquanto outras diziam que dedicaram tempo a observar seu histórico de relacionamentos heterossexuais e começaram a questionar sua sexualidade depois de aprender mais sobre a opressão das mulheres nesses contextos.
Turning considera que a divulgação dessas informações no TikTok “legitima para as pessoas… explorar a sexualidade além do binário”.
Este foi o caso de Lauren, que instalou o TikTok durante a pandemia e imediatamente encontrou vídeos de pessoas que, como ela, haviam se identificado como bissexuais antes de se apresentarem como lésbicas. Ela atribui isso ao aumento da quantidade de pessoas envolvidas em conversas online em um momento em que as restrições causadas pela pandemia limitaram muito a vida social presencial.
Existem diversas razões pelas quais a fluidez sexual parece ser mais comum entre as mulheres que entre os homens. Essa relação é refletida nos pacientes de Jennifer Guttman – dos cerca de 12 pacientes que exploraram mudanças na sua orientação sexual durante o lockdown, apenas dois eram homens.
Introspecção mais profunda após os lockdowns?
Mas observar as pessoas reexaminarem suas orientações sexuais no TikTok é diferente de ver as mudanças surgirem publicamente na vida de uma pessoa.
Quando Alexa concluiu que era queer, foi “muito assustador”, segundo ela. Primeiro, porque ela sentiu que não era a pessoa que pensava que fosse; e, segundo, porque essa conclusão alterava totalmente sua visão de futuro, que antes ela pensava que se basearia em viver a vida de uma pessoa heterossexual.
E contar aos demais também parecia assustador. “Fiquei preocupada com o que as pessoas pensariam de mim e sei que isso é homofobia internalizada”, afirma ela. Ela também não gostava de chamar a atenção para si própria e hesitava em dar um rótulo à sua orientação.
Guttman observou esse desconforto com rótulos em diversos pacientes que repensaram suas orientações ao longo dos últimos dois anos. Muitos sentiam “pressão interna” para “definir ou não um rótulo rapidamente”, afirma ela, mesmo se ainda estivessem na fase exploratória.
Lauren já se apresentou como lésbica para seus amigos e a família, incluindo sua mãe católica. “Ela foi provavelmente a pessoa mais difícil para quem contar”, segundo ela. A sua mudança de identidade durante a pandemia permanecerá a longo prazo. Ela conta que agora está apenas namorando “mulheres e pessoas não binárias, e ninguém que se identifique ativamente como homem cis”.
Mas ainda é difícil dizer se as pessoas manterão esse nível de introspecção à medida que a vida se encaminha para o “normal”. A Covid-19 e as restrições relacionadas não desapareceram, mas, segundo as observações de Guttman, pelo menos “as pessoas continuaram a dedicar-se à reflexão por meio de livros de autoajuda, podcasts e terapia”.
“Também observei que todas as mudanças que as pessoas fizeram com relação à sua fluidez ou orientação sexual durante a pandemia permaneceram à medida que o mundo se abria”, conclui ela.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quadros de Banksy que pertenciam a Robbie Williams são leiloados em Londres


‘Menina com balão’ e ‘Vandalised Oil (Choppers)’ foram as obras vendidas nesta quarta (2). Quadro ‘Vandalised Oils (Choppers)’ de Banksy foi vendido em leilão
Tolga Akmen/AFP
Duas obras do artista urbano inglês Banksy, pertencentes ao cantor pop britânico Robbie Williams, foram arrematadas por milhões de dólares cada uma em um leilão na casa Sotheby’s, nesta quarta-feira (2), em Londres.
“Vandalised Oil (Choppers)”, óleo que mostra helicópteros militares invadindo uma aprazível paisagem campestre, foi arrematado por quase 4,4 milhões de libras, cerca de R$ 30 milhões.
O preço superou as estimativas, que variavam de 2,5 a 3,5 milhões de libras.
Para a Sotheby’s, o quadro ilustra a “mensagem antibélica” de Banksy, um artista de Bristol, no oeste da Inglaterra, cuja verdadeira identidade permanece um mistério.
Embora o quadro lembre o filme americano “Apocalypse Now”, sobre a guerra no Vietnã, a tela parece evocar a guerra do Iraque, explicou a casa de leilões, lembrando que Banksy esteve comprometido contra essa guerra e teria distribuído cartazes durante protestos contra o conflito em Londres em 2003.
“Menina com Balão”, de Banksy, em Londres
Reuters/Toby Melville
No mesmo leilão, foi vendida uma versão de “Menina com balão” por 2,8 milhões de libras, cerca de R$ 19,2 milhões.
Esta obra também foi propriedade de Robbie Williams, que a comprou diretamente do artista em 2006. Seu preço era estimado entre 2 e 3 milhões de libras.
A imagem de uma menina soltando um balão no formato de coração surgiu nas paredes de Londres a partir de 2002 e posteriormente foi reproduzida em várias versões pelo artista, inclusive em pinturas e gravuras.
Uma destas versões, que se autodestruiu parcialmente em uma venda, alcançou quase 18,6 milhões de libras em outubro de 2021 em um leilão em Londres, um recorde para um quadro de Banksy.
Em março de 2021, outra de suas obras, “Game Changer”, um quadro em homenagem ao pessoal sanitário durante a pandemia do coronavírus, foi arrematado por 16,75 milhões de libras, que foram destinadas ao serviço de saúde britânico.
Artista Banksy faz homenagem a enfermeiros em nova obra

Fonte: G1 Entretenimento

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Kim Kardashian está legalmente separada de Kanye West


Empresária pediu o divórcio há um ano, citando diferenças irreconciliáveis ​​com Ye. O casal Kim Kardashian e Kanye West posa para fotos antes da cerimônia do Oscar 2020 em 9 de fevereiro
Evan Agostini/Invision/AP
Um juiz de Los Angeles atendeu nesta quarta-feira (2) ao pedido da estrela de reality show Kim Kardashian para ser declarada legalmente separada do rapper Kanye West após quase oito anos de casamento.
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A empresária e estrela de “Keeping Up with the Kardashians” pediu o divórcio há um ano, citando diferenças irreconciliáveis ​​com West, que mudou legalmente seu nome para Ye. O casal tem quatro filhos com idades entre 2 e 8 anos.
West, de 44 anos, se opôs ao divórcio e apelou publicamente para que a esposa voltasse ao casamento. Em postagens recentes no Instagram, ele criticou o novo relacionamento dela com o ator de “Saturday Night Live” Pete Davidson.
O juiz do Tribunal Superior de Los Angeles Steve Cochran aprovou a petição de Kardashian para encerrar o casamento por meio de um procedimento de bifurcação, que permite uma mudança no estado civil enquanto outras questões são abordadas.
“O Tribunal concede a rescisão do estado civil”, disse o juiz em uma determinação escrita emitida após uma audiência pública.
Um representante de West não respondeu a um pedido de comentário.
West e Kardashian, 41, se casaram em maio de 2014, tornando-os um dos casais de celebridades mais comentados de Hollywood, popularmente conhecido como “Kimye”.
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Fonte: G1 Entretenimento