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Quadro de René Magritte é vendido por cerca de R$ 400 milhões


Valor foi recorde para uma obra do artista surrealista belga. Pintura de René Magritte é vendida por 59,4 milhões de libras em leilão
Tolga Akmen / AFP
O quadro “L’Empire des lumières” (“O império das luzes”, em tradução do francês) de René Magritte foi vendido nesta quarta-feira (2) por 59,4 milhões de libras – quase US$ 80 milhões de dólares – em um leilão em Londres, um recorde para uma obra do artista surrealista belga.
O valor em reais equivale a cerca R$ 407,7 milhões.
“Atingindo um novo recorde de leilão para uma obra do mestre surrealista René Magritte, o quadro alcançou [o valor de] 59,4 milhões de libras”, anunciou no Twitter a casa de leilões Sotheby’s, que organizou a venda.
Em 2018, outro quadro de Magritte, “O princípio do prazer”, foi arrematado por US$ 26,8 milhões de dólares em um leilão em Nova York.
O valor de “L’Empire des lumières” foi estimado pela Sotheby’s em mais de US$ 60 milhões de dólares.
Quadro pintado para amiga
Pintura de René Magritte é vendida por 59,4 milhões de libras em leilão
Tolga Akmen / AFP
Trata-se de uma de suas obras mais famosas. O quadro foi pintado em 1961 para a amiga e musa de Magritte, Anne-Marie Gillion Crowet, filha do colecionador belga Pierre Crowet. Desde então, permaneceu com a família.
O quadro mostra uma casa de Bruxelas à noite, iluminada por um candeeiro e a luz que vem do interior do imóvel, através das janelas, enquanto o céu azul claro com nuvens parece indicar que é de dia.
“A combinação estranha de uma rua sombria, à noite, sob um céu azul, é típica do surrealismo desconcertante de Magritte, onde duas coisas aparentemente incompatíveis se associam para criar uma ‘falsa realidade'”, acrescentou a Sotheby’s.
O quadro de 114,5 por 146 centímetros foi exposto em diversas partes do mundo, como Roma, Paris, Viena, Milão, Seul, Edimburgo e São Francisco, e foi emprestado ao Museu Magritte em Bruxelas de 2009 a 2020.
A Sotheby’s considera que este quadro é “sem dúvida o mais cinematográfico de toda a obra de Magritte” e destacou que o mesmo serviu de inspiração para as cenas do filme de terror “O Exorcista”, lançado em 1973.
O quadro faz parte de uma série de 17 pinturas a óleo que “constituem a única verdadeira tentativa de Magritte de criar uma ‘série’ em sua obra”, indicou a Sotheby’s.
A série teve sucesso imediato entre o público e colecionadores, com uma primeira versão comprada por Nelson Rockefeller e exemplares conservados na Coleção Peggy Guggenheim em Veneza, no Museu de Arte Moderna de Nova York, na Menil Collection em Houston (EUA), e nos museus reais de Belas Artes da Bélgica em Bruxelas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sean Penn fugiu a pé da Ucrânia até fronteira com a Polônia


Ator e diretor abandonou carro e caminhou com dois amigos. Ele estava no país para filmar documentário sobre a guerra com a Rússia. Sean Penn fugiu a pé da Ucrânia ao lado de refugiados
Reprodução/Twitter/SeanPenn
O ator e diretor Sean Penn fugiu da Ucrânia a pé até a fronteira com a Polônia. Ele foi filmar um documentário no país sobre a invasão russa.
O americano compartilhou a foto acima no Twitter contando sobre o caminho até sair do país que está em guerra.
“Eu e dois colegas caminhamos milhas até a fronteira com a Polônia depois de abandonar nosso carro na beira da estrada”, escreveu Penn na segunda (28).
“Quase todos os carros nesta foto levam apenas mulheres e crianças, a maioria sem bagagem e o carro é o objeto de maior valor”.
Documentário sobre invasão russa
Sean Penn assiste a uma entrevista coletiva do governo ucraniano nesta quinta-feira (24), em Kiev. Ele está no país fazendo um documentário sobre a invasão russa
Divulgação / Governo da Ucrânia
O documentário sobre a guerra será feito por Sean Penn em parceria com a Vice Studios, que confirmou a informação à revista “Variety”.
De acordo com a revista “Newsweek”, Sean Penn chegou à Ucrânia nesta semana e já falou com membros do governo, militares e jornalistas locais para o filme.
Sean Penn já havia visitado a Ucrânia e começado o planejamento de um filme em novembro de 2021, ocasião em que o governo do país divulgou fotos de encontros com o artista.
Após a divulgação da presença de Sean Penn em Kiev nesta quinta-feira, o governo ucraniano divulgou um comunicado o elogiando:
Sean Penn está demonstrando coragem que muitos outros não têm, em particular alguns políticos ocidentais. Quanto mais pessoas assim – verdadeiras amigas da Ucrânia, que apoiam a luta pela liberdade – mais rápido podemos parar essa hedionda invasão da Rússia”.
“O diretor veio especificamente para Kiev para filmar os fatos que estão acontecendo atualmente na Ucrânia e para falar para o mundo sobre a invasão da Rússia ao nosso país. Sean Penn está entre aqueles que apoiam a Ucrânia hoje. Nosso país é grato a ele por tamanha demonstração de coragem e honestidade”, também informa o comunicado.
Sean Penn assiste a entrevista coletiva do governo ucraniano nesta quinta-feira (24) em Kiev
Divulgação
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Fonte: G1 Entretenimento

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Sites de relacionamento para pets: conheça histórias de ‘matchs’ entre animais


Podcast ‘Bichos na Escuta’ narra os encontros de Mago, pastor suíço que cruzou com parceiras conectadas por plataforma para reprodução de animais Nesse episódio de ‘Bichos na Escuta’, a jornalista Giuliana Girardi conta a história de Mago, cachorro que teve perfil ativo por quatro anos em um site de relacionamento para pets. O pastor suíço viveu duas relações a partir de ‘matchs’ promovidos pela plataforma e de um deles nasceu Xuva, que vive com ele. Participam desse episódio Rodrigo Vieira, tutor de Mago e Xuva, e Isadora Rebouças, empresária responsável pela criação do Cruzapet, site voltado para reprodução de pets. Consultora do podcast, a veterinária Rita Ericson orienta sobre os cuidados necessários ao cruzar os animais. Ouça o podcast completo no player acima.
Rodrigo Vieira com Mago e Xuva
Arquivo pessoal
A gente sempre quis que o Mago deixasse um legado. Era um sonho nosso. Hoje a gente entende que essa ideia fez sentido quando olhamos os dois brincando, felizes. Isso contempla a nossa expectativa, contemplou essa ideia de sonho.
Ativo desde 2017, o perfil de Mago foi criado no site para que o cachorro vivesse a experiência de cruzar com uma cadela, como contou Rodrigo no episódio. Depois de dois encontros, Rodrigo decidiu acasalar o cachorro mais uma vez para que ficasse com um dos filhotes. Assim nasceu Xuva, a partir do ‘match’ entre os pastores Mago e Mel. Rodrigo relata que as plataformas de relacionamento entre animais conecta também os tutores dos pets, com quem ele mantém contato até hoje: “A gente está falando de cachorro mas de uma relação de confiança também. Eu sou muito próximo dos tutores dos pets que cruzaram. Então, é como se essa relação de tutor continuasse a ser alimentada com a existência deles”.
A veterinária Rita Ericson, consultora do podcast Bichos na Escuta, explica que é importante consultar um veterinário antes de tomar a decisão de reproduzir os pets. Segundo ela, os tutores devem considerar os riscos envolvidos na gravidez dos animais e a responsabilidade com os filhotes, que precisam ficar com a mãe e irmãos por dois meses, no mínimo.
“Nós, veterinários, ficamos sempre muito cautelosos quando o assunto é reprodução. O que nos preocupa é que, muitas vezes, os responsáveis pelas fêmeas não sabem de que a cadela vai ficar, provavelmente, um pouco imunodeprimida depois da gestação, ela fica magra, perde bastante pelo, em alguns casos têm complicação no parto.”
Ouça outros episódios de ‘Bichos na Escuta’:
PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais
ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas
VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais
LUTO: como lidar com a morte de um pet
VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo
ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida
GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet
CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga
ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets
PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
OUÇA AGORA O EPISÓDIO COMPLETO:
O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no G1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rashid volta ao Lolla para terminar show interrompido pela chuva em 2019: ‘Expectativa lá em cima’


Rapper já estava no palco quando festival teve pausa de duas horas e volta ao evento no domingo, 27 de março. ‘Na hora que terminar o show, acho que a gente vai desabar’, diz ele ao g1. Rashid teve show no Lollapalooza interrompido por ameaça de raios
Fabio Tito/G1
Nunca um show do Rashid foi tão longo. Ele espera há três anos o momento de encerrar direito a apresentação que começou no Lollapalooza 2019.
O rapper paulistano estava no palco quando teve que parar tudo por conta da chuva e dos raios que se aproximavam do Autódromo de Interlagos. O procedimento de segurança é padrão no festival e interrompeu o evento inteiro por duas horas.
“Agora a minha expectativa novamente está lá em cima, mas já tenho a experiência de que também as coisas podem não sair com planejado’. A expectativa é sempre fazer um grande show e se divertir”, diz ele ao g1.
A espera vai terminar em 27 de março, dia em que Djonga, Fresno e Foo Fighters também tocam no Lolla.
VEJA PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO LOLLAPALOOZA BRASIL
Rashid
Kleber de Oliveira / Divulgação
Ele relembra como foi frustrante ter que sair do palco depois de cantar duas músicas apenas — “Estereótipo” e “Rua Terapia”.
“Eu estava pisando naquele palco e me sentindo totalmente chancelado, tipo assim ‘Mano, a gente conseguiu’. Era o sentimento da banda também”.
“Na hora que a gente terminar o show, acho que a gente vai desabar porque realmente foram anos né?”
Produção do Lolla 2019 anuncia evacuação do festival
Show com hits antigos e ‘Tão Real’
Além dos sucessos da carreira, músicas do álbum “Tão Real”, lançado em janeiro de 2020, devem estar no repertório. “Pipa Avoada” e “Sobrou Silêncio” se destacam entre as 18 faixas.
“O que condiz mais com esse momento é justamente fazer um compilado. Vou levar coisas que a gente ia tocar naquele dia que as pessoas já estavam esperando e coisas do ‘Tão Real’ que fizeram muito barulho”, explica.
Ele comemora os shows que está fazendo nessa retomada depois de meses de pandemia, apenas fazendo lives. “Começar já no Lolla seria uma mudança muito brusca”.
Rashid se apresenta em evento pós-Lollapalooza, em casa de shows na Zona Oeste de São Paulo
Celso Tavares/G1
Entre as novidades nesses três anos entre shows, uma diz respeito à vida pessoal de Rashid, mas que pode se refletir nos palcos. O rapper de 34 anos vai ser pai pela primeira vez, de um menino.
O neném ainda está na barriga de Dani Rodrigues, sua esposa e empresária, mas ele diz que está em um período muito inspirado e já sonha com a música que vai escrever para o filho.
“Fico morrendo de medo… Tenho que fazer a melhor música do mundo para ele.”
Quem sabe a música não entra em algum Lolla no futuro que o Rashid volte a participar.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta: um mês após maior aposta nos EUA, ‘Boys don’t cry’ só emplacou em streaming no Brasil


Música passou rápido por ranking global, onde só entrou graças às audições brasileiras. Gravadora investe em rádio e TV, mas Anitta ainda está longe de cifras de estrelas dos EUA no Spotify. Um mês após o lançamento de “Boys don’t cry”, música de Anitta com arranjo pop internacional dos anos 80 e letra em inglês, já dá para avaliar: qual é o tamanho da cantora brasileira nos EUA? E qual foi o resultado do seu maior tiro solo no mercado norte-americano até hoje?
Bom resultado nas paradas do Brasil
Em geral, a música só emplacou em streaming no Brasil, com algum reflexo em Portugal. Na parada diária do Spotify, principal referência do mercado de streaming, ela chegou no máximo em 2º lugar por aqui, no dia da estreia, 28 de janeiro de 2022. Atualmente, ela oscila em torno da 30ª posição no Brasil.
É um resultado modesto para Anitta no Brasil, onde ela já teve diversas músicas em 1º lugar. Em Portugal, “Boys don’t cry” chegou à 17ª posição (é muito comum que sucessos no Brasil acabem também sendo ouvidos em Portugal). Mas o principal alvo era o mercado norte-americano.
Não entrou nas paradas dos EUA
Nos EUA, a música nem chegou a entrar no top 200 do Spotify. Para falar a linguagem de fãs aficionados por rankings: não “hitou”.
Capa do single ‘Boys don’t cry’, de Anitta
Divulgação
Ela passou oito dias no ranking global logo após a estreia, mas cerca de 80% das audições diárias durante este período eram do público brasileiro. Sem elas, Anitta não passaria nem perto desta parada mundial.
O resultado de “Boys don’t cry” no Spotify foi semelhante ao de “Girl from Rio”. A mistura de trap e bossa-nova lançada em 2021, também entrou só no ranking de Portugal e do Brasil, onde chegou à 4ª posição. No ranking global, o pico foi na estreia, em 58º, também com maioria de ouvintes brasileiros.
Anitta já chegou a entrar no ranking norte-americano do Spotify, mas sempre em parcerias com artistas mais fortes naquele mercado, como “RIP”, com Rita Ora e Sofia Reyes, de 2019 (pico de 55º nos EUA) e “Me gusta”, com Myke Towers e Cardi B. de 2020 (pico de 32º).
Entrou na TV e em rádios dos EUA
Para divulgar “Boys don’t cry”, Anitta foi pela terceira vez ao programa de Jimmy Fallon, uma das principais atrações de TV dos EUA.
A música chegou à 31ª posição do ranking de rádio dos EUA, na parada “Pop Airplay”, da revista “Billboard”. “Girl from Rio” tinha alcançado a 22ª posição.
O rádio dos EUA, assim como no Brasil, depende de investimento de gravadoras e empresários, e por isso não funciona como uma referência tão direta da resposta do público.
Anitta é entrevistada por Jimmy Fallon
Reprodução/Instagram
Qual é, então, o tamanho de Anitta lá fora?
O fato de o maior investimento solo nos EUA não ter nem chegado às paradas de streaming do país indica que ela tem um longo caminho a percorrer e está longe do status de artistas mais conhecidos por lá. Mas isso não significa um fracasso do projeto internacional de Anitta.
Só a presença no Jimmy Fallon e em emissoras pop já é um feito dela – que nenhum outro artista brasileiro consegue hoje em dia. Essas aparições dependem, claro, da investida global da sua gravadora, Warner, mas também da aceitação de produtores e programadores de rádio e TV.
O sucesso de parcerias com artistas maiores nos EUA também mostra que sua voz já pode ser ouvida por lá, mesmo que ainda não tenha tanta força em lançamentos solo.
g1, favor analisar os gráficos
Anitta no vídeo de ‘Medicina’
Reprodução
Em 2018, Anitta ficou irritada com uma nota do g1 que mostrava que “Medicina”, música em espanhol, foi muito mais ouvida no Brasil do que em países hispânicos. Ela argumentou que, assim como no Brasil, o crescimento lá fora seria gradual e irregular.
Ela pediu para o g1 “analisar os gráficos”, a análise foi feita e mostrou que Anitta era uma das artistas mais ouvidas no Brasil e a brasileira mais ouvida no exterior naquele momento, mas estava longe de ter a mesma força no mercado hispânico. A situação é a mesma hoje no mercado dos EUA.
Anitta sobre Girl from Rio: ‘uma grande celebração’; veja bastidores do clipe

Fonte: G1 Entretenimento

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Jon Bon Jovi completa 60 anos; relembre diversas passagens pelo Brasil em FOTOS


Banda que leva o nome do cantor já chegou a lançar disco em edição especial com show gravado em 1989. g1 acompanhou turnês com registros de 2010 em diante. Capa do disco ‘Bon Jovi in Brazil’, edição especial lançada apenas no Brasil para comemorar a turnê da banda que passou pelo país em 1989
Divulgação
O cantor Jon Bon Jovi completou nesta quarta-feira (2) seus 60 anos. Com diversas passagens pelo Brasil, a banda que leva seu nome já chegou até a lançar uma edição especial do disco gravado durante sua apresentação durante a turnê que passou pelo país em 1989.
O g1 acompanhou de perto diversas dessas passagens nas últimas décadas, e reuniu as melhores para marcar este aniversário. Veja fotos abaixo:
O cantor Jon Bon Jovi em conversa com os jornalistas em São Paulo, antes da apresentação em outubro de 2010
Daigo Oliva/G1
Show do Bon Jovi em São Paulo em outubro de 2010
Daigo Oliva/G1
Show do Bon Jovi em São Paulo em outubro de 2010
Daigo Oliva/G1
Bon Jovi no último show da quinta noite do Rock in Rio 2013, no Rio de Janeiro
Flavio Moraes/G1
Bon Jovi no último show da quinta noite do Rock in Rio 2013, no Rio de Janeiro, Depois de falar pela primeira vez com o público, Jon Bon Jovi e sua banda tocaram ‘It’s my life’, que levantou os ânimos
Flavio Moraes/G1
Jon Bon Jovi e a fã Rosana Guedes, que subiu ao palco durante o show no Rock in Rio 2013 e fez uma selfie ao lado do cantor
Rosana Guedes/Arquivo pessoal
Jon Bon Jovi durante apresentação no Estádio do Morumbi, em Sâo Paulo, em setembro de 2013
Fábio Tito/G1
Imagem de Jon Bon Jovi no telão do Estádio do Morumbi, em Sâo Paulo, durante show em setembro de 2013
Fábio Tito/G1
Jon Bon Jovi sobe ao Palco Mundo do Rock in Rio 2017. A banda encerrou o 5º dia de festival
Marcos Serra Lima/G1
Jon Bon Jovi sobe ao Palco Mundo do Rock in Rio 2017. A banda encerrou o 5º dia de festival
Marcos Serra Lima/G1
Jon Bon Jovi posa com fã durante passeio no Rio em setembro de 2017
AgNews
Jon Bon Jovi passeia no Rio cercado por seguranças em setembro de 2017
AgNews
Jon Bon Jovi no show do Bon Jovi no festival São Paulo Trip no Allianz Parque, em São Paulo, em setembro de 2017
Celso Tavares/G1
Jon Bon Jovi no show do Bon Jovi no festival São Paulo Trip no Allianz Parque, em São Paulo, em setembro de 2017
Celso Tavares/G1
Jon Bon Jovi comanda show no Rock in Rio 2019, quando a banda encerrou o primeiro dos dois finais de semana do festival
Alexandre Durão/G1
Jon Bon Jovi canta no Rock in Rio 2019
Alexandre Durão/G1
Bon Jovi é headliner do Rock in Rio
Alexandre Durão/G1
Bon Jovi se apresenta no Allianz Parque, em São Paulo, em setembro de 2019
Celso Tavares/G1
Bon Jovi se apresenta no Allianz Parque, em São Paulo, em setembro de 2019
Celso Tavares/G1

Fonte: G1 Entretenimento

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Funk em disputa: ‘marca independente’ da Kondzilla Records vai continuar, diz empresário da KZMP


Marcelo Portuga é sócio de Konrad Dantas, e Kondzilla. Eles entraram em disputa e empresa passou a usar outro nome. No elenco estão MCs famosos como Kevinho, Kekel e Jottapê. Marcelo Portuga, da KZMP Records
Divulgação
O empresário Marcelo Portuga, sócio de uma das maiores agências de artistas do funk de São Paulo, reafirmou ao g1 que a empresa não vai usar mais o nome Kondzilla Records. Seu sócio, Konrad Dantas, conhecido como Kondzilla, quer impedir que a empresa use o nome KZMP Records.
A Kondzilla, marca mais conhecida do funk de SP, é o centro de uma disputa entre os dois sócios da empresa que cuida do agenciamento de alguns dos maiores artistas do estilo. São 50 artistas no elenco, como Kevinho, Kekel, Jottapê, Lexa, Tainá Costa, Fióti, Lan e Dani Russo.
“Com o desenvolvimento de outras atividades na área de séries e filmes pela Kondzilla Filmes existia uma confusão entre as empresas por consumidores, fornecedores e parceiros. A decisão de utilizar a marca KZMP tem cunho profissional. O Konrad desenvolve outras atividades com a mesma marca e estava gerando uma confusão de CNPJs, além do que é melhor para empresa crescer uma marca independente, sem vínculos com terceiros e de propriedade da própria da empresa”, diz Portuga.
Portuga diz que vai seguir com a agência e a empresa segue seus 50 artistas. “A operação continua normalmente, mudar o nome da empresa não muda a estrutura empresarial que temos. A KZMP é uma empresa consolidada com os melhores artistas do Funk do Brasil. Nosso valor está no nosso trabalho, na equipe que faz parte da empresa, nas músicas e nos artistas que compõe a empresa”
Portuga não descarta parcerias com outras empresas, inclusive a concorrente GR6. “Essa possibilidade sempre existiu. Ninguém faz nada sozinho”, ele diz.
A agência foi criada com este nome de registro, mas usava Kondzilla como nome fantasia. “O nome da empresa sempre foi KZMP. Por um período utilizamos a marca Kondzilla Records para as atividades de agenciamento e gravadora. Essa marca é registrada apenas em nome do Konrad e chegamos a cogitar em manter a mesma marca para as atividades de agenciamento e gravadora, mas não existe nenhuma obrigação”, ele diz.
Entenda a disputa sobre a Kondzilla
A agência tem dois sócios:
Konrad Dantas, que tem o apelido de Kondzilla e fundou a companhia em 2012, inicialmente como uma produtora de clipes;
Marcelo Portuga, que se associou a Konrad em 2017 para fundarem uma empresa de agenciamento de artistas, a Kondzilla Records.
A disputa ficou aparente para todos os fãs de funk no início de 2022, quando as redes sociais da Kondzilla Records apareceram com outro nome, KZMP Records. Só no Instagram, são mais de 2,5 milhões de seguidores. As redes são tocadas por Marcelo Portuga.
Konrad Dantas, fundador da Kondzilla (esquerda) e Marcelo Portuga (direita, no centro), ao lado dos MCs Matteuzinho, Tainá Costa, Jottapê e Kevinho
Fábio Tito / G1 e Reprodução / Instagram
A Kondzilla tem 4 áreas de atuação:
Kondzilla Filmes – produção audiovisual, área inicial de atividade. Eles fazem não só clipes, mas também séries, como o sucesso “Sintonia”, em parceria com a Netflix. Konrad é o fundador e diretor dessa área.
Licenciamento de produtos
Portal Kondzilla – notícias
Kondzilla Records – agência de artistas, gravadora e editora de músicas, criada em parceria pelos dois. É nesta atividade, exercida por uma empresa separada, com Portuga e Konrad como sócios, que acontece a disputa.
Encontro em 2017…
Portuga foi sócio da GR6, concorrente da Kondzilla, até 2017. Ele rompeu com a empresa e levou parte dos artistas, inclusive o estourado MC Kevinho, se uniu ao dono do maior canal de vídeos de funk do Brasil e fundou a Kondzilla Records.
O rompimento de Portuga com a GR6 e sua união com Kondzilla foi uma revolução no funk de SP, e marcou um momento de expansão e disputa das duas empresas. Houve até uma “guerra de contratação de MCs”.
Antes disso, a GR6 e a Kondzilla eram parceiras. A primeira agenciava os maiores artistas; a segunda produzia os maiores clipes. Quando Portuga rompeu com a GR6 e abriu um setor de agenciamento de cantores na Kondzilla, começou a guerra.
Rodrigo Oliveira, dono da GR6, revidou, e passou também a investir em clipes. Em junho de 2019, o g1 contou como ele conseguiu tirar parte da audiência da Kondzilla no YouTube e esquentar a batalha entre as duas maiores empresas do funk de SP.
Relembre acusação de compositor de Martinho da Vila contra Adele
… e treta em 2022
Na semana passada, a GR6 anunciou a contratação de MC Dede, que era da Kondzilla Records. Portuga se reaproximou de Rodrigo, como o g1 comprovou no evento da GR6.
Portuga diz que está “revendo os termos da sociedade” com Konrad Dantas. Ele não quis entrar em detalhes sobre o motivo desentendimento com Konrad, mas afirmou que abandonar o nome Kondzilla Records não foi uma decisão repentina, e o desgaste vem de muito tempo.
O advogado de Portuga, Pedro Vale, diz que, na prática, a gravadora só passou a usar outro nome – que é, inclusive, o nome de registro original da empresa, KZMP. Ela continua em atividade plena com o seu elenco de artistas.
Pedro afirma que o ajuste dos termos da sociedade entre os dois está sendo feito de forma direta e não há uma disputa judicial.
Konrad diz que tem que ter a marca Kondzilla
Através de um comunicado por e-mail, Konrad diz que não concorda com a atividade da empresa com o nome KZMP. Leia o texto, assinado pelo advogado dele, Caio Mariano:
“A marca KondZilla Records constitui o elemento central dos negócios desenvolvidos pelas sociedades detidas por Konrad Dantas e Marcelo Augusto Gonçalves (Portuga). A utilização de qualquer outra marca fere as regras contratuais estabelecidas pelos sócios, exceto se aprovada por ambos, o que não ocorreu. Sendo assim, elas somente podem operar com as marcas KondZilla Records.”
Konrad disse, através de sua assessoria de imprensa, que vai “tomar providências” para interromper o uso da marca KZMP pela empresa, mas não quis informar que tipo de medidas irá tomar.
Pedro Vale disse ao g1 que a empresa vai seguir usando o nome de registro KZMP – portanto, sob esse ponto de vista, não há nem briga pelo nome – e que não há documentos que comprovem a obrigação contratual de se apresentar com o nome Kondzilla Records, ao contrário do que diz o comunicado enviado pelo advogado de Konrad.
MC Kevinho
Iude Richele / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Chico César se junta ao trio Devotos na dança do reggae


♪ Música apresentada há 16 anos pelo trio Devotos no encerramento do álbum Flores com espinhos para o rei (2006), Dança das almas ganha a voz de Chico César em gravação feita pelo artista com Cannibal (baixo e voz), Neilton Carvalho (guitarra) e Celo Brown (bateria) para o ainda inédito primeiro álbum de reggae dessa banda pernambucana de punk hardcore.
Trata-se do terceiro single do álbum mixado por Mathias Severien e masterizado por Buguinha Du. Com produção musical e arranjo de Pedro Diniz, a regravação de Dança das almas evolui no balanço do reggae em gravação editada em single programado para quinta-feira, 3 de março. Com letra política que defende a reforma agrária, a música Dança das almas é de autoria do trio.
Capa do single ‘Dança das almas’, do trio Devotos com Chico César
Divulgação
Anunciado em junho de 2021 com o lançamento de Nossa história, single que apresentou a única música inédita de repertório pautado por regravações, o álbum de reggae do trio Devotos teve como segundo single a releitura de Orixás – música do quarto álbum de estúdio do grupo, Póstumos (2012) – com a participação da cantora pernambucana Isaar.
Trio Devotos regrava música de 2006 com Chico César para álbum de reggae
Tiago Calazans / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Djonga rebate cobrança por tocar em festivais caros com ‘elite branca’: ‘Já lotei casa de boy com favelado’


Rapper vai tocar no Lollapalooza, com ingressos de R$ 594 e R$ 4.828,80. Ele foi questionado sobre aparecer em shows ‘só com branquelos’, admitiu que são inacessíveis, disse que faz parte do trabalho e lembrou que faz shows menores e em favelas; leia desabafo. Djonga
Daniel Assis / Divulgação
O rapper Djonga fez um desabafo nesta quarta-feira (2) a partir de um comentário que dizia: “Parece que só a elite branca curte seu som, sempre vejo nos vídeos só branquelos”.
Djonga é um dos rappers mais populares no Brasil hoje e faz letras fortes contra o racismo e injustiças sociais. Seus shows também têm público de classe mais alta, o que já rendeu até memes como uma foto em que ele aparece triste ao lado de fãs brancos com visual de classe média.
Ele é atração do festival Lollapalooza, com ingressos de R$ 594 e R$ 4.828,80 (veja programação).
Djonga começa o desabafo dizendo: “Parada que sempre quis falar quando a galera questiona vídeo de alguns shows”. Ele reproduz o comentário sobre os shows para “elite branca” e mostra uma resposta:
“Não é fato isso. A verdade (é) que nos grandes festivais e em algumas casas o ingresso é mais caro e realmente a maioria das pessoas que vão tem uma condição melhor…”
“Porém, nós faz show em favela em casa menor, em lugar mais barato e por aí vai… Infelizmente a gente nao tem controle do mercado todo, mas o objetivo é ter o máximo possível para dar mais acesso pros nossos… ”
“Isso reflete no preço dos produtos que vendemos também e é só um reflexo de como funciona a sociedade no capitalismo de um modo geral. Não é Djonga, não é BK e etc, é como funciona o mercado e você não tem noção do tanto de coisa que a gente abre mão para conseguir fazer a melhor forma ainda. Lembrando, nós não somos os organizadores, nós somos contratados.”
Depois de mostrar essa resposta, Djonga continua escrevendo para os seus seguidores:
“Brevemente, vamos ter nossos próprios eventos, nossos próprios espaços, e por aí vai… Vai dar para fazer dinheiro e dar acesso à cultura para nosso povo, coisas que o estado tinha que fazer mas não faz.”
“O dia mais marcante pra mim foi quando nós lotou a casa mais de boy de BH com um tanto de favelado, com ingresso a 5 conto.”
“Pra quem tem zero condições é foda mesmo, infelizmente tem que esperar essas oportunidades… Por outro lado é muito importante o público reconhecer que estamos trabalhando e que merecemos receber por isso, quem tem alguma condição de colar e consumir nossa arte tem que dar essa força e não só esperar ser de graça, pra gastar com outras coisas, que geral gasta sem reclamar, é aquilo, a jaqueta da Nike geral compra do jeito que der, a do artista que ele mais ama ele sempre acha caro o preço. ”
No fim, ele mostrou a resposta de um seguidor dizendo que na cidade dele só tinha a galera “real da quebrada”, que não tinha espaço “pra boy” e que o show era de graça.
Djonga faz desabafo sobre cobrança por shows para ‘elite branca’
Reprodução
Djonga faz desabafo no Instagram
Reprodução
Djonga faz desabafo no Instagram
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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DJ Zullu canta ‘Vida louca’ em single com MC Marks


♪ DJ Zullu continua na pista das colaborações, como determina lei vigente na indústria da música. Após ter lançado em 2021 singles com GKay, JS Mão de Ouro e Gabilly, o cantor, compositor e produtor musical fluminense de funk apresenta parceria com o paulista MC Marks e com a dupla de compositores Umberto Tavares e Jefferson Junior.
Os quatro artistas dividem a autoria de Vida louca, música inédita gravada por Zullu com Marks em single programado para chegar ao mundo digital na sexta-feira, 4 de março.
O single Vida louca será lançado simultaneamente com clipe parcialmente filmado pelos artistas em Duque de Caxias (RJ), município da Baixada Fluminense (RJ) onde Ruan de Oliveira Ferreira nasceu e onde Zullu ainda mora.
Capa do single ‘Vida louca’, de DJ Zullu & MC Marks
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento