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O emo voltou: por que o Lollapalooza 2022 tem vários veteranos e novatos do estilo


Gênero que teve seu auge na década retrasada e estava sumido voltou a ser popular entre adolescentes. Festival tem Fresno, Alexisonfire, Machine Gun Kellly, A Day to Remember e jxdn. Emos do Lolla 2022. Da esquerda, acima: Fresno, Machine Gun Kelly e jxdn; abaixo: A Day To Remember e Alexisonfire
Divulgação
O Lollapalooza Brasil nunca foi tão emo. O festival teve sua primeira edição em São Paulo em 2012, quando o hardcore emotivo já estava em queda de popularidade. Mas, dez anos depois, as franjas e lamentos foram repaginadas para a era do TikTok.
O resultado salta no cartaz do festival, com veteranos – Alexisonfire, A Day to Remember, Fresno – e novas estrelas do emo – Machine Gun Kellly, jxdn.
Veja a programação completa do Lollapalooza 2022
Mas como é que os emos voltaram ao topo? O podcast g1 ouviu explicou esse retorno – tem a ver com nostalgia e inovação no TikTok e com parcerias com o hip-hop. Isso impulsionou os antigos e novos ídolos do emo e de seu estilo irmão, o pop-punk.
O termo pop-punk carrega uma contradição interna: o pop bonzinho junto do punk revoltado. A origem está nos anos 70, ainda no início do punk, quando bandas como Buzzcocks levavam aquela raiva para um lado mais romântico e adolescente. Por baixo do som áspero tinha uma canção redondinha.
Mas o termo ficou bem importante e virou fenômeno comercial nos anos 90. Depois do grunge, no mundo pós-Nirvana, o que todo mundo queria era esse som com alma alternativa e tino popular. O pop-punk do Offspring e do Green Day era perfeito para isso.
Foi só o começo de uma era de ouro que durou 15 anos. Em 1999, veio a explosão do Blink-182. Era um pop-punk moleque que tinha na bateria um cara chamado Travis Barker. Ele viria a ser fundamental na geração 2021 – produziu, por exemplo, o americano jxdn, revelado no TikTok e atração do Lolla.
Emo-pop
Matt Skiba, Travis Barker e Mark Hoppus, do Blink 182, posam para fotos no Grammy
Jordan Strauss/Invision/AP
Para engrossar a boa fase daquela época, veio a onda emo. O estilo surgiu na cena de hardcore de Washington, nos Estados Unidos, com músicas super barulhentas e sofridas. Foi ficando mais acessível no início dos anos 2000 e gerou o emo-pop – que dá para chamar também de pop-punk.
Vieram bandas fortes como Fall Out Boy, My Chemical Romance, Panic! at the Disco, Paramore… Não demorou para aparecerem, no Brasil, bandas como Fresno, CPM22 e Hateen.
Fresno no VMB
Daigo Oliva / G1
Mas, lá pra 2009, essa fórmula estava mais que desgastada. E o rock em geral já estava perdendo para o rap o gosto do público adolescente. Foi aí que o pop-punk quase sumiu.
As bandas maiores até mantiveram o fã-clube e variaram o som, como o Green Day ou o Paramore – e, por aqui, a Fresno. Mas, para o público geral, o estilo era coisa do passado.
Travis onipresente
Mesmo assim, muita gente continuou bem ativa, como o já citado Travis Barker. O Blink 182 já estava em baixa e ele tinha feito reality show e quase morreu de acidente de avião – parecia um rockstar em queda livre. Mas ele começou a fazer muitas parcerias na eletrônica e no rap.
Travis sacou que os DJs e MCs faziam um som que o antigo público do pop punk queria ouvir. O que tinha sobrado do espírito emo estava no rap.
O emo rap revelou MCs muito novos que juntavam o hip hop ao romantismo fatalista do emo. Pena que a tragédia não estava só nas letras, e os maiores ídolos morreram cedo: o Juice Wrld e o Lil Peep aos 21 anos e o Xxxtentación aos 20.
Os rappers XXXTENTACION e Lil Peep
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Travis Barker tocou em uma das faixas do disco póstumo do Xxxtentación, “Skins”, e remixou uma parceria póstuma dele com Lil Peep, “Falling Down”.
Esse rap feito com jeito de pop-punk continuou sendo feito – e o Travis estava sempre na área. Ele produziu, por exemplo, o rapper Trippie Red e o cantor punk Mod Sun, que virou parceiro de uma musa da geração pop-punk anterior: Avril Lavigne.
Mod Sun e Avril Lavigne
Divulgação
Mas o grande fenômeno do estilo no fim de 2020 – produzido por Travis Barker – foi Machine Gun Kelly. Ele ficou conhecido nos Estados Unidos como rapper meio bad boy que fazia sucesso e não era muito original. Mas com o disco “Tickets to my downfall” ele deu uma virada emo.
Se já rolava o rap com alma emo, o Machine Gun Kelly faz pop punk com jeitão imponente de rapper. Seu álbum, que virou nº1 nos EUA, é um grande encontro da nova geração. Todo mundo que importa da turma está lá, como o cantor britânico Yungblud e o americano Iann Dior.
Machine Gun Kelly
Divulgação
Desafios nostálgicos
Mas a volta do pop-punk não é só na voz dos cantores e MCs novos e antenados no rap. As bandas do início dos anos 2000 também ganharam força com ajuda do TikTok. “Dear Maria, count me in”, uma música de 2008 do All Time Low, foi uma das músicas que ressurgiram em vídeos virais nostálgicos.
Outro “challenge” (os “desafios” virais no TikTok) se espalhou com “I’m just a kid”, do Simple Plan, de 2002. A tarefa era reencenar fotos de família antigas e foi encarada por anônimos saudosos do emo e celebridades como o ator Will Smith.
All Time Low
Divulgação/Facebook/Álbum do grupo
Com tanta vitrine pro pop punk no app, agora despontam “tiktokers” que viraram cantores do estilo, como jxdn, LilHuddy e Nessa Barret.
De carona na guitarra
Vários artistas, mesmo que não sigam só esse estilo, entram na onda. Dá pra ouvir pop-punk no som da cantora pop Halsey, da rapper Rico Nasty e até no meio do reggaeton do Bad Bunny.
Outra que embarcou foi a Willow, filha do Will Smith – talvez por ter visto o tal vídeo do pai com trilha de Simple Plan. O produtor de “Transparentsoul”, single pop-punk de Willow, é, claro, Travis Barker.
É nesse grupo dos adeptos parciais que entra Olivia Rodrigo. O disco dela vai bem além disso, mas, principalmente em “Good 4 U”, tem pop punk de primeira. A música lembra tanto “Misery business”, do ícone emo-pop Paramore, que Olivia acabou dando crédito de composição a eles.
O produtor não é Travis Barker (surpresa!), mas Dan Nigro também veio de uma banda de rock, chamada As Tall as Lions, antes de virar produtor. A banda surgiu na cena emo de Long Island, em Nova York, e fazia um indie rock emotivo.
Dan tem 39 anos e já produziu também gente como a Sky Ferrera e Carly Rae Jepsen. Ele conheceu Olivia pelo Instagram, sugeriu a parceria que levou a versão 2021 do pop-punk finalmente ao topo.
Olivia Rodrigo: tudo o que você precisa saber sobre a maior revelação do pop em 2021
Olivia Rodrigo faz sucesso já no seu primeiro álbum solo

Fonte: G1 Entretenimento

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Lixões têxteis: as imagens que mostram como a indústria pode ser tóxica ao meio ambiente


Especialistas apontam soluções parciais, mas visão é pessimista. Entenda como ‘consumo consciente’ até ajuda, mas o problema das montanhas depende de mudança mercadológica, estrutural e social. Mulheres procuram roupas em meio a descarte em Alto Hospicio, no deserto do Atacama
Martin Bernetti/AFP
As impressionantes imagens dos lixões têxteis em Gana e no deserto do Atacama, no Chile, reacenderam o debate sobre o descarte e a produção de roupas no mundo.
O problema não é novo na indústria da moda, mas fica mais evidente conforme o aumento da produção e a forma como os países têm descartado o que não é vendido ou não mais utilizado.
As pilhas vêm dos Estados Unidos, na Europa e na Ásia e se acumulam em regiões pouco habitadas, como a zona franca do porto de Iquique, a 1,8 mil quilômetros de Santiago.
No Chile, o deserto do Atacama abriga lixão tóxico da moda descartável do 1° mundo
Há um comércio local de venda dessas roupas, geralmente proveniente das redes de “fast fashion”, mas grande parte é descartada.
A mecânica que abastece essas grandes redes de roupa é a de produzir em larga escala peças que vão durar pouco, com preço baixo e mão de obra em países como China ou Bangladesh.
Não é a toa que o número de coleções de uma rede de “fast fashion” pode chegar a 50 por ano.
Segundo estudo da ONU de 2019, a produção de roupas no mundo dobrou entre 2000 e 2014. Além disso, o uso de componentes químicos barateiam o custo das peças, mas poluem o meio ambiente e inviabilizam processos de reciclagem.
GANA: O país que virou ‘lixão’ de roupas de má qualidade dos países ricos
CHILE: Parte do deserto vira lixão tóxico da moda descartável do 1° mundo
“Com o fast fashion e a aceleração do consumo, mesmo que a gente diminua em percentual, está sobrando mais roupa porque acelerou a produção. Assim como o consumo e a população também cresceram”, explica Marilia Carvalinha, especialista em negócios de varejo de moda.
“A marca vende 70%, 80%, 90%, 98% mas mesmo esse ‘pouco’ percentual que sobra é muito em volume, em toneladas, em peças”.
“É uma questão exponencial. Se a gente pensa que todo mundo quer comprar mais, então a marca também quer vender mais”, afirma Carvalinha.
Mulheres buscam roupas usadas em meio a descarte no deserto do Atacama, em Alto Hospicio,
Martin Bernetti/AFP
Só em Gana chegam, semanalmente, mais de 15 milhões de peças aos lixões de roupas. No Atacama, são despejadas cerca de 59 mil toneladas por ano.
Profissão Repórter foi até o Chile e explicou problema
Francisca Dantas Mendes, professora de Moda da EACH, já fez pesquisas na área e constatou que um caminhão de coleta domiciliar recolhe na região central de SP cerca de 20 toneladas de roupa e 35 toneladas de resíduos de confecções por dia.
Relação entre consumo e descarte
Milhões de toneladas de roupas usadas e os restos de tecidos causam desastre ambiental
Para Carvalinha, que também é coordenadora de pós-graduação de negócios e varejo da FAAP, são as peças de “moda” que mais sobram, aquelas tendências que ficam marcadas a cada estação.
Assim, uma possibilidade é redistribuir a produção de peças atemporais que poderiam ser reabsorvidas nas lojas sem ficarem datadas.
“Tem muito a ver com a maneira que a gente consome, usa e destina os restos das nossas roupas”.
A especialista já sente uma mudança no comportamento do consumidor com relação a décadas anteriores.
“As marcas e o público não parecem se incomodar mais com aquela coisa de ser da ‘coleção antiga’. Isso deixou de ser uma coisa pejorativa e passou a ser até interessante, teve uma mudança de percepção de valor do que não é necessariamente novo”, diz.
Lixão têxtil no Deserto do Atacama
Profissão Repórter
“Isso pode ser muito interessante para a maneira que a gente vai reorganizar a produção e o consumo de moda: ressignificar o que é ‘velho'”.
Nas pilhas, é possível ver de tudo: camisetas básicas, tricôs natalinos, sapatos, muitas roupas iguais, peças únicas, bolsas, casacos.
Outras alternativas
Giovanna Nader dá dicas de como reaproveitar as roupas que você não quer mais
A reciclagem também é uma das alternativas, mas para que o processo seja proveitoso é preciso fazer a separação dos materiais, como zíperes e botões, um processo que não acontece na escala necessária atualmente.
Outro ponto que inviabiliza o caminho é a composição dos tecidos, que, não só não é pura (uma camiseta 100% algodão), como têm produtos químicos sintéticos e muito nocivos ao ambiente.
Em média, a estimativa é que o material leve cerca de 200 anos para se desintegrar no meio ambiente.
“O dinheiro acaba indo para soluções tecnológicas, então desenvolver equipamentos que consigam separar o aviamento dos tecidos para reciclagem, achar soluções tecnológicas que comecem a ir em direção ao processo de resolver esse excesso”, defende Marília.
“Acredito que a coisa ainda vai piorar para depois melhorar, porque a gente não tem uma solução estrutural para esse problema”.
“Precisa também melhorar as tecnologias em todo o processo, pensar muito em reciclagem, mas ainda é ínfimo. Acho que está muito longe uma solução para grande escala”.
Além da reciclagem que transforma os resíduos têxteis em outros produtos, há também o “Upcycling”, quando peças novas são criadas a partir de materiais usados. Veja dicas no vídeo acima.
Além de tudo um problema social
Oficina clandestina de costura em São Paulo alvo de ação do Ministério Público do Trabalho.
Divulgação/MPT
A maioria das roupas que vai para lixões têxteis foram produzidas na Ásia e na África a custos baixos.
Depois de ser exportada para os países desenvolvidos, “o que sobrou” retorna para poluir nações emergentes, mas além da questão ambiental, é de se pensar nos impactos sociais da indústria.
Nem é preciso ir longe, já que a exploração da mão de obra em regiões como Brás e Bom Retiro, em São Paulo, não é novidade no Brasil.
Para Francisca, da EACH, a discussão sobre lixões também inclui repensar a forma como se paga os funcionários na cadeia da moda.
“A ganância, a busca pelo lucro está dissociada de uma consciência de pagamento justo no processo produtivo e o preço correto do produto”, explica ela.
“O problema não é na redução da produção. Tem que se pagar corretamente a produção, o que faria naturalmente que o processo produtivo fosse menor”, na opinião da especialista.
“Dentro do processo produtivo de produção de roupa nova, não vejo nenhum movimento de conscientização para a redução da quantidade no processo produtivo. Vejo só uma preocupação de ficar bem na fita”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cleber e Cauan falam sobre DVD após susto na pandemia: ‘Gostinho de nova chance’


Ao g1, dupla falou sobre nova fase após internação de Cauan por causa da Covid-19 e citou estranhamento com projeto gravado sem público. Cleber e Cauan falam sobre novo DVD e susto durante pandemia
A pandemia de coronavirus gerou inúmeras mudanças no mercado musical, passando desde a pausa em shows e lançamentos até a reformulações em projetos de gravações de novos álbuns.
Cleber e Cauan não fugiram desses desafios. Em 2021, a dupla decidiu gravar um DVD em Rio Quente, Goiás, e cantaram em um espaço totalmente sem público. Há anos, já se tornou quase uma regra os álbuns sertanejos serem registrados com a presença de milhares de pessoas em espaços gigantescos.
“O mais estranho de gravar um DVD sem público foi não sentir o calor humano, as pessoas respondendo a músicas. Porque você sente o feedback do público ali na hora, de qual música está mais legal, de qual música que o povo escolheu, do que você vai fazer depois com o álbum, porque você já começa a sentir as emoções das pessoas”, explica Cauan.
Para o cantor, o álbum representa um marco, não só na carreira, mas também na vida pessoal. O DVD é o primeiro registro após a internação do sertanejo, em 2020, por causa da Covid-19. Cauan ficou internado 14 dias, sendo 9 deles na UTI em estado grave.
Cleber e Cauan
Marcel Bianchi/Divulgação
Na saída, prometeu fazer algumas mudanças em sua vida.
“Eu sou uma pessoa já de 39 anos. Até então nunca tinha pensado em casar. Aí depois da pandemia já até casei, então mudei bastante mesmo. Só uma das situações. Mas assim, de fato, essa mudança eu quero que seja para o resto da vida”, diz.
Dupla de Cauan, Cleber diz que o disco tem um “gostinho de nova chance”. “Uma nova oportunidade que Deus está nos dando.”
Em entrevista ao g1, a dupla falou ainda sobre a ausência das mulheres do sertanejo no DVD ea retomada após pausa total causada pela pandemia. Eles ainda contam se aceitariam ou não entrar no “BBB”, seguindo os passos dos amigos Israel e Rodolffo e Naiara Azevedo.
g1 – Por causa das paralisações geradas pela pandemia e o susto que vocês também passaram nesse período, o álbum “Cleber e Cauan no Rio Quente” tem o significado diferente na carreira de vocês?
Cleber – Com certeza, porque a gente passou um período muito sofrido como empresa, e no pessoal também, pela ida do Cauan pra UTI, aquele sofrimento todo. Então com certeza o “Cleber e Cauan no Rio Quente” tem esse gostinho de nova chance, de uma nova oportunidade que Deus está nos dando. E acho que o álbum ficou fantástico, a gente teve tempo para compor as novas músicas e até vivemos um momento diferente da carreira, que a estrada já não permitia.
g1 – E como foi gravar um disco na pandemia e sem público?
Cleber – É, totalmente sem público e só com a equipe de gravação mesmo, todo mundo fazendo teste o tempo todo. Foi muito organizado e graças a Deus conseguimos fazer um trabalho bonito com algumas participações muito importantes.
Cleber e Cauan com o cantor Matheus, dupla de Kauan
Marcel Bianchi/Divulgação
g1 – Por falar em participações, são todas masculinas. Tinha alguma parceria feminina programada e não deu certo, ou nunca tiveram a intenção de incluir uma artista sertaneja neste DVD?
Cleber – Nós já gravamos com a Marília [Mendonça] no nosso primeiro DVD. Gravamos também com a Solange Almeida. E tem as meninas também, Maiara e Maraisa, que a gente sempre ficou aquela conversa de ‘vamos fazer algum junto e tal’.
Mas nesse álbum em específico, a gente não achou uma faixa com a cara delas. Como a gente achou com Mateus, Turma do Pagode, Barões da Pisadinha, que a gente misturou um pouco da pisadinha com o sertanejo, o Max e Luan, que é uma dupla que vem também falando muito com a galera jovem.
Mas a gente pretende ainda fazer alguns feats com as mulheres que estão vindo arrebentando aí.
g1 – Cleber, nesse álbum, muitas composições são suas. Foram escritas na pandemia? Acha que esse período foi diferente para a composição, te deu novos temas, novas inspirações?
Cleber – Eu senti que o mercado inteiro sofreu muito, não só a gente como artista que vivia viajando, mas os compositores também. Eles meio que se perderam nessa pandemia. Porque o compositor já fazia uma música porque tal artista estava gravando, e as gravações pararam.
Então quando a gente voltou para escolher o repertório, eu senti que estava todo mundo no mesmo barco, não tinha tanta música para ouvir e o mercado estava meio parado. E aí eu comecei a compor e mostrar as músicas para o Cauan, ele veio para a gente compor junto. Então foi esse momento diferente assim.
Minhas filhas nasceram também durante a pandemia, fiz uma música para elas, que se chama “Super Pai”, e que também está nesse álbum. Foi um momento diferente que trouxe uma grande verdade da dupla pelo menos nessa parte da composição, na escolha do repertório.
g1 – Cauan, como que está sendo essa retomada pra você, principalmente pelo susto que passou na pandemia?
Cauan – Olha, muito diferente. Primeiramente pelo costume, porque a gente fica muito tempo parado, muito tempo mudando os hábitos e dormindo mais cedo porque a gente já tinha o hábito de dormir amanhecendo o dia. E com a pandemia, as coisas mudaram. A nossa rotina mudou bastante. E aí os shows voltaram e aquela adrenalina, aquela intensidade, fez com que a gente tivesse que adaptar muito rapidamente para o que era normal antigamente, mas que para nós já não era mais.
No meu caso específico, eu já tinha mudado um pouco o estilo de viver. Isso afetou um pouquinho a saúde. Até falei aqui que depois que começou, parece que o metabolismo da gente já estava diferente, e acabou que a gente adoeceu, ficava gripado, ficava resfriado mais fácil.
Mas enfim, tem esse fato é tem o fato da alegria de poder voltar os shows, reencontrar as pessoas, sentir aquele calor do público das pessoas cantando. Porque, como você mesma disse, no DVD não tinha público.
Fazer um DVD sem público foi muito diferente. E agora essa retomada também depois de praticamente dois anos foi muito diferente.
Cantora sertanejo Cauan durante gravação de DVD em Rio Quente
Marcel Bianchi/Divulgação
g1 – Logo na saída do hospital, você disse que tinha mudado muito, que saiu de lá diferente. A gente costuma falar isso após grandes sustos, né? Mas um ano e meio depois, ainda é um Cauan diferente daquele de antes da internação? Segue com as mudanças?
Cauan – Sem dúvida. Eu sou uma pessoa já de 39 anos. Até então nunca tinha pensado em casar. Aí depois da pandemia, já até casei então mudei bastante mesmo. Só uma das situações.
Mas assim, de fato, essa mudança eu quero que seja para o resto da vida. Espero que isso não venha a esfriar daqui pra lá e que tudo aquilo que a gente aprendeu, porque aquilo é um grande aprendizado.
Eu acho que eu não estava ali à toa, tinha um propósito praquilo ali acontecer na minha vida. Eu sou uma pessoa que não acredita em coincidências e se eu passei por aquilo ali, era algo que era pra acontecer porque eu estava precisando. Passei, venci, graças a Deus. E assim, tô aqui. Estamos aqui já fazendo música novamente.
g1 – E Cleber, e depois do susto de Cauan, teve a morte do Kleber, dupla do Kaue, que muita gente achou que fosse você. Isso te afetou de alguma forma?
Cleber – Até minha mãe se assustou bastante. Porque a notícia, quando surgiu, Kleber e com o K, mas as pessoas estão muito rápidas, né? Deixaram passar se essa diferença e já acharam que era eu.
Mas graças a Deus que estou aqui, estou vivo, estou com muita vontade de fazer a diferença na minha vida, da minha família, dos meus amigos e da nossa banda. Eu quero poder honrar essa galera e poder trabalhar bastante. Tenho certeza de 2022 vai ser um ano incrível para a nossa marca e para a nossa dupla maravilha.
g1 – Aproveitando que pelo segundo ano seguido teve artista sertanejo no BBB, queria saber se vocês topariam participar do reality? Seja pela experiência de vida, seja pensando em uma forma de impulsionar a carreira?
Cauan – Eu não. Eu não toparia. Não sei não sei explicar o motivo, mas eu não toparia, não. Acho que não é para mim. O Cleber eu não sei, a gente nunca conversou sobre isso. Estou até curioso para saber a resposta dele.
Cleber – Assim, tem algumas variáveis aí que fizeram com que o Rodolffo, por exemplo, e a Naiara Azevedo fossem para o Big Brother. Eu acho que a pandemia incentivou isso porque os shows caíram, essa instabilidade toda.
Eu acho que se fosse numa situação dessa, aonde a gente não teria tantos shows, como foi o caso do Rodolffo, eu iria. Mas eu sou fofoqueiro demais. Eu não sei se eu conseguiria… Eu ia virar um fofoca danada lá, ia sair na segunda semana.
Cantor sertanejo Cleber durante gravação de DVD em Rio Quente
Marcel Bianchi/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Diogo Nogueira tira o chapéu para samba romântico em que se declara para a ‘musa do meu Carnaval’


♪ Diogo Nogueira continua na trilha do amor ao voltar ao disco quatro meses após saudar a namorada Paolla Oliveira no single Flor de caña, editado em 22 de outubro com composição então inédita de autoria do artista carioca em parceria com Cauique e Rodrigo Leite. O cantor apresenta o single Deu samba nesta quinta-feira, 24 de fevereiro.
Embora a música seja de lavra alheia, precisamente dos compositores Berg Vicente e Rennan Fiori, Deu samba tem letra que celebra a chegada repentina do amor.
“Musa do meu Carnaval / A nossa conexão deu samba”, canta Diogo no samba gravado em estúdio da cidade do Rio de Janeiro (RJ) com produção musical de Alessandro Cardozo (autor do arranjo) e Rafael dos Anjos, nomes recorrentes na discografia do artista.
Inédito em disco, o samba chegou até Diogo Nogueira através de mobilização virtual. Rennan Fiori – um dos compositores de Deu samba – postou em rede social um vídeo em que cantava a música, fazendo apelo para que o samba chegasse até os ouvidos de Diogo Nogueira. O êxito da campanha virtual justificou o título do samba.
Capa do single ‘Deu samba’, de Diogo Nogueira
Guto Costa

Fonte: G1 Entretenimento

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Pery Ribeiro, cantor que morreu há dez anos, merece ser mais lembrado pelo Brasil


Associada à bossa nova, a discografia do artista inclui bons discos de MPB na década de 1970. ♪ MEMÓRIA – Cantor carioca que saiu de cena há exatos dez anos, Pery Ribeiro (27 de outubro de 1937 – 24 de fevereiro de 2012) é voz que ainda precisa ser redescoberta e mais lembrada pelo Brasil.
Nem que seja pelo fato de Peri de Oliveira Martins ter sido o cantor que teve a primazia de lançar Garota de Ipanema (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes) em disco, em janeiro de 1963, em gravação editada em single de 78 rotações simultaneamente com o registro fonográfico do Tamba Trio – ainda que, a rigor, o samba tenha sido apresentado em agosto de 1962 em show feito pelos compositores da música com João Gilberto (1931 – 2019) e com Os Cariocas.
Pery morreu vítima de infarto, aos 74 anos. Morreu subestimado, quase esquecido, ofuscado pelas estrelas dos pais, Dalva de Oliveira (1917 – 1972) e Herivelto Martins (1912 – 1992), e mais associado aos ecos do drama conjugal desses pais do que ao próprio canto moderno, de fraseado macio e cheio de bossa, mas também capaz de soar enérgico se a música pedisse.
Tirando os dois primeiros álbuns do cantor, Eu gosto da vida (1961), Pery Ribeiro e seu mundo de canções românticas (1962), ambos de arquitetura mais tradicionalista, toda a discografia do artista ao longo dos anos 1960 gravitou com frescor em torno do universo da bossa nova, cujo cancioneiro tem standards, caso de Rio (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1963), apresentados ao Brasil na voz de Pery.
Há nessa fase, inclusive, três discos gravados pelo cantor com o grupo Bossa Três, sendo dois também assinados com Leny Andrade, cantora- sensação do samba-jazz naqueles efervescentes anos 1960.
Pery Ribeiro na capa de álbum de 1962
Reprodução
Contudo, talvez a discografia mais obscura de Pery – a que jaz como joias esquecidas no fundo do baú da música brasileira – seja a registrada pelo cantor na gravadora Odeon na primeira metade da década de 1970.
Nos álbuns de 1971 e 1972, ambos intitulados Pery Ribeiro e somente lançados em CD em 2014 dentro de caixa produzida heroicamente pelo pesquisador Marcelo Fróes para o selo Discobertas, o cantor deu voz a compositores mais identificados com MPB projetada nas plataformas dos festivais, como Ivan Lins e, sobretudo, Taiguara (1945 – 1996) – a cujo repertório Pery dedicaria um disco inteiro em 1999.
Nessa seara da MPB, cabe destacar também o álbum Bronzes e cristais, lançado em 1976 (e nunca editado em CD), com músicas de Chico Buarque, Gonzaguinha (1945 – 1991), João Bosco & Aldir Blanc (1946 – 2020), João Nogueira (1941 – 2000) e Toninho Horta, entre outros compositores, no repertório de alto nível.
Sem obter projeção nesse universo da MPB, Pery se voltou novamente para a bossa nova em discos revisionistas lançados a partir dos anos 1980 e alternados com álbuns em tributos a nomes como Adelino Moreira (1918 – 2002), Nelson Gonçalves (1919 – 1998), o mencionado Taiguara e Wilson Simonal (1938 – 2000), tributado em disco de duetos editado em 2013, um ano após a morte de Pery Ribeiro.
Na fase áurea, o cantor chegou a gravar cinco discos para o mercado internacional – Gemini V en México (1967), Pery (1968), Bossa Rio (1968), Bossa Rio – Alegria! (1969) e Bossa Rio – Live in Japan (1970), este com o pianista João Donato – antes de voltar para o Brasil que, após o fulgurante início de carreira do artista no início dos anos 1960, nunca ouviu com a devida atenção o canto de Pery Ribeiro.
Ainda é tempo por questão de reparação histórica, embora as flores já não possam ser ofertadas em vida.
Pery Ribeiro (1937 – 2012) é o cantor que lançou o samba ‘Garota de Ipanema’ em disco, em 1963
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinha Abelha: velório da cantora da banda Calcinha Preta será aberto ao público no Ginásio Constâncio Vieira em Aracaju


A cantora morreu nesta quarta em decorrência de um quadro de comprometimento multissistêmico, devido a problemas renais. Paulinha Abelha
Reprodução Instagram
O corpo da vocalista da banda calcinha Preta que morreu morreu nesta quarta-feira (23), aos 43 anos, em Aracaju, com problemas renais vai ser velado no Ginásio Constâncio Vieira, em Aracaju e será aberto ao púbico. O horário de início ainda não foi divulgado.
A cantora morreu às 19h26 em decorrência de um quadro de comprometimento multissistêmico, segundo nota divulgada pela assessoria de comunicação do Hospital Primavera (veja mais abaixo).
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Paulinha Abelha foi internada após sentir dores, logo depois de ter chegado a Aracaju depois de uma turnê com a banda, em São Paulo. Dias depois, o caso evoluiu para um coma profundo.
A artista a estava internada no Hospital Primavera desde o dia 17 de fevereiro, sob os cuidados de equipes médicas de terapia intensiva, neurologia e infectologia (leia abaixo mais detalhes sobre a internação).
Nas últimas 24 horas, segundo nota divulgada pelo hospital, Paulinha teve agravamento de lesões neurológicas. A morte encefálica da cantora foi confirmada após exames clínicos específicos.
Cantora Paulinha Abelha morre aos 43 anos
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REPERCUSSÃO: Wesley Safadão, Juliette e mais famosos lamentam morte de Paulinha Abelha
Os amigos se mobilizaram em uma campanha de doação de sangue para a artista, que passava por hemodiálise.
Fãs se reúnem na porta do Hospital Primavera, em Aracaju, após notícia da morte de Paulinha Abelha
Larissa Gomes
Correntes de orações foram realizadas durante dias por fãs em frente aos hospitais em que ela ficou internada, mas Paulinha não resistiu.
Questionada sobre possíveis sequelas, a equipe médica que a acompanhava disse em entrevista coletiva na terça-feira (22) que o maior desafio era “mantê-la viva”.
Nota do hospital sobre a morte de Paulinha Abelha
Reprodução
Quem foi Paulinha Abelha
Natural do município de Simão Dias, no interior de Sergipe, Paula de Menezes Nascimento Leça Viana, trabalhou com pai comercializando em feiras livres. Começou a carreira como cantora profissional na banda Panela de Barro, onde fez dupla com o cantor Daniel Diau.
Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Os dois voltaram a cantar juntos na Calcinha Preta, que também é composta, atualmente, por Silvânia Aquino e Bell Oliver. A história na banda tem idas e vindas, mas começou no final dos anos 90, quando o empresário Gilton Andrade a descobriu. Ao todo, ela gravou 21 CDs e três DVDs.
Paulinha Abelha foi voz importante do forró eletrônico e ajudou a renovar o ritmo no Calcinha Preta
A cantora foi homenageada na música que leva o seu nome, “Paulinha”. Deixou a banda em 2009 para integrar a G.D.Ó. do Forró com Marlus Viana, com quem foi casada. Em 2014, retornou para a Calcinha Preta. Em 2016, Paulinha deixou a banda para formar dupla com a Silvânia Aquino, retornando ao grupo em 2018.
Paulinha Abelha se apresenta com a Banda Calcinha Preta
Entre os maiores sucessos interpretados por Paulinha estão as músicas: ‘Você Não Vale Nada”, ”Furunfa”, “Baby dool”, “Louca por ti”, “Sonho Lindo”, “Armadilha”, “Paulinha” e “Ainda te amo”.
A Calcinha Preta gravou um DVD de 25 anos em fevereiro de 2020 e retornava à rotina de shows após meses sem apresentações por conta da pandemia.
Até a internação de Paulinha, o último compromisso do grupo foi a gravação do podcast Podpah, em São Paulo, no dia 8 de fevereiro. Paulinha era casada com o modelo Clebinho Santos e não tinha filhos.

Veja a cronologia da internação:
11 de fevereiro – A cantora Paulinha Abelha foi hospitalizada em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada;
14 de fevereiro – O quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI. A partir daí, passou a fazer diálise;
17 de fevereiro – O boletim médico desse dia informou que Paulinha estava em coma e, por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência. No fim da noite a situação mudou e ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais;
18 de fevereiro – O boletim médico informou que a artista permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora disse ainda que estava descartada a possibilidade de morte cerebral, e que naquela tarde ela passaria por mais uma sessão de hemodiálise. Segundo a assessoria, Paulinha estava sendo submetida a um novo tratamento, que só deveria apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência para hospital de outro estado, a assessoria informou que não havia previsão de quando poderia acontecer;
19 de fevereiro – No fim da manhã do sábado, novo boletim informava que após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas. À noite, os médicos informaram que ela estava intubada e em coma persistente;
20 de fevereiro – Segundo o boletim médico do domingo, a cantora apresentou quadro neurológico grave e permanecia internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela também continuava em coma e intubada;
21 de fevereiro – na segunda-feira, a artista seguia com quadro neurológico grave, sem sinais de instabilidade hemodinâmica, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de diálise.
22 de fevereiro- Na terça, de acordo com o boletim, ela permanecia com o quadro neurológico grave inalterado, sem necessidade de medicamentos para ajuste da pressão, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de hemodiálise para ajuste da função renal. No final da tarde, os médicos que acompanhavam a cantora concederam entrevista coletiva e definiram o estado de coma dela com o nível 3 na Escala de Glasglow, que se caracteriza como o mais profundo.
23 de fevereiro- O último boletim divulgado pelo hospital, no começo da tarde de quarta-feira informou que a cantora permanecia em coma com quadro neurológico grave inalterado, respirando com a ajuda de aparelhos, fazendo hemodiálise e em monitoramento contínuo das disfunções neurológica, renal e hepática. À noite, o hospital emitiu a nota de falecimento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinha Abelha, da banda Calcinha Preta, morre aos 43 anos; veja FOTOS da carreira


Cantora morreu após internação por problemas renais em Aracaju. Ela estava internada desde 11 de fevereiro em hospital da capital sergipana. Paulinha Abelha
Reprodução/Instagram
A cantora Paulinha Abelha, vocalista da banda Calcinha Preta, morreu nesta quarta-feira (23), aos 43 anos, em Aracaju. Ela foi internada no dia 11 de fevereiro, com problemas renais.
Cantora Paulinha Abelha, da banda Calcinha Preta
Reprodução/Redes sociais
Calcinha Preta
Divulgação
Fãs e integrantes da banda Calcinha Preta se reúnem todas as noites na porta do hospital onde Paulinha Abelha está internada em Aracaju
Viktor Romão
Banda Calcinha Preta
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Morte de Paulinha Abelha: Calcinha Preta perde segundo vocalista em menos de 4 meses


Banda já perdeu três músicos em pouco mais de dez anos. Em novembro de 2021, o primeiro vocalista do grupo foi morto em casa. Em 2009, o baixista Sidney Batata sofreu um infarto. Paulinha Abelha
Reprodução Instagram
Com a morte de Paulinha Abelha, a banda Calcinha Preta, que completa 27 anos de carreira, já perdeu ao menos três músicos, sendo dois vocalistas em menos de quatro meses.
Além disso, o grupo também já perdeu um assistente administrativo em um acidente de carro.
Paulinha Abelha
Paulinha teve uma história de idas e vindas na banda criada no final dos anos 1990. A cantora ingressou no grupo em 1998.
Em 2010, ela deixou a banda para dar início a novos projetos profissionais. A cantora retornou quatro anos depois. Em 2016, Paulinha anunciou uma nova saída, mas em 2018, mais uma vez, voltou a integrar o time de vocalistas do Calcinha Preta.
Menos de quatro meses antes da morte de Paulinha, José Aparecido da Silva, conhecido como Sidney, foi assassinado, aos 57 anos.
Sidney
O músico foi o primeiro vocalista da banda de forró criada em 1995 e fazia dupla com Luciana Linhares.
Sidney foi encontrado morto na casa onde morava, no Bairro Parque dos Faróis, em Nossa Senhora do Socorro, na Grande Aracaju, no início de novembro de 2021.
Segundo a família, vizinhos disseram que ouviram gritos no dia do crime. A morte pode ter sido provocada por uma arma branca, segundo as primeiras informações do Instituto Médico Legal.
Gilson Batata
Em 2009, a banda perdeu seu baixista e diretor artístico. Gilson Pereira de Almeida, conhecido como Gilson Batata, morreu em Caicó, no Rio Grande do Norte. A polícia informou que Gilson foi vítima de um infarto agudo do miocárdio.
Gilson estava no Calcinha Preta havia mais de sete anos. O músico também já havia tocado em grupos como Los Guaranys, Vim Te Vê e Forró Sucesso, e acompanhou músicos como Roberto Alves, Ismar Ribeiro e Chiko Queiroga.
Wesley da Silva Santos
Em 2014, Wesley Cristan da Silva Santos, que era assistente administrativo da banda Calcinha Preta, morreu em um acidente de carro. Com o impacto da batida, Wesley sofreu traumatismo craniano, além de fraturas nas pernas. Ele chegou a ficar dois dias internado, mas não resistiu aos ferimentos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinha Abelha: veja a repercussão da morte da cantora


Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Reprodução/Instagram
Famosos se manifestaram nas redes sociais pela morte de Paulinha Abelha, cantora da Calcinha Preta. Entre eles, Wesley Safadão, que postou a mensagem em seu Twitter.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinha Abelha: artistas lamentam morte da cantora

Vocalista do grupo Calcinha Preta morreu aos 43 anos após internação por problemas renais em Aracaju Famosos lamentaram nas redes sociais a morte da cantora Paulinha Abelha, vocalista do grupo Calcinha Preta. Ela estava internada desde 11 de fevereiro por problemas renais em Aracaju

Fonte: G1 Entretenimento