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Paulinha Abelha foi voz importante do forró eletrônico e ajudou a renovar o ritmo no Calcinha Preta


Cantora morreu aos 43 anos após ficar em coma em Sergipe. Internação começou por complicações renais no dia 11 de fevereiro. Paulinha Abelha
Reprodução Instagram
Paulinha Abelha foi uma das maiores vozes do forró eletrônico ao cantar no Calcinha Preta por quase 20 anos. A cantora sergipana morreu aos 43 anos nesta quarta-feira (23).
O movimento que renovou o forró com uma roupagem pop há três décadas não seria o mesmo sem o poder de hinos como “Você Não Vale Nada”, “Louca Por Ti” e “Ainda Te amo”. Outro marco foi o refrão “Pauliiinha, me diz o que eu façooo…”
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A comoção causada pela versão não autorizada de “WIthout You”, de Mariah Carey, cantada pelo colega Daniel Diau, enquanto Paulinha desfilava com visual de gala e cabelo esvoaçante, mostra como ela era uma artista adorada.
Quem é Paulinha Abelha
Natural de Simão Dias, em Sergipe, Paula de Menezes Nascimento Leça Viana começou a cantar ainda na infância em bandas do interior do estado. Ela fez parte dos grupos Flor de Mel e Panela de Barro.
Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
O destaque nacional passou a acontecer quando ela entrou para a Calcinha em 1998 e se tornou umas das principais vozes do grupo.
A história na banda teve idas e vindas, mas começou no final dos anos 90, quando o empresário Gilton Andrade a descobriu.
Ela teve três passagens pela Calcinha Preta. Entrou em 1998 e ficou por 12 anos, período de maior sucesso do grupo, quando gravou os hits “Você Não Vale Nada”, “Louca Por Ti”, “Ainda Te amo” , “Baby Doll” e “Liga Para Mim”.
Paulinha saiu para tentar projetos com outros integrantes da Calcinha em 2010, mas não teve grande destaque na cena do forró. Ela voltou em 2014, mas ficou só dois anos.
Desde 2018, ela estava à frente da banda com Silvânia Aquino, Bell Oliver e Daniel Diau.
Paulinha participou do Podcast g1 ouviu para falar sobre os 30 anos do forró eletrônico; ouça abaixo
A Calcinha Preta gravou um DVD de 25 anos em fevereiro de 2020 e retornava à rotina de shows após meses sem apresentações por conta da pandemia.
Até a internação de Paulinha no dia 11, o último compromisso do grupo foi a gravação do podcast Podpah, em São Paulo, no dia 8 de fevereiro.
Carta de fã virou música
No meio de tantos sucessos, “Paulinha” é uma das músicas que mais marcam a cantora sergipana.
“Paulinha, me diz o que é que eu faço? Paulinha, por que se casou?”, são versos cantados por Daniel Diau.
A letra é uma carta de um fã logo após a cantora se casar. Ela contou a história no podcast g1 ouviu sobre forró eletrônico. Ouça acima.
“Essa música é de 2007, eu era recém-casada. O fã mandou uma carta e o empresário teve essa ideia de fazer uma versão. Na verdade, é paródia, mas a gente chama de versão”, contou Paulinha.
A música é uma versão de “Without You”, da Mariah Carey, seguindo uma tendência forte no forró da época de criar versões brasileiras para hits internacionais.
Além dessa, a Calcinha Preta fez “Como fui me apaixonar”, a partir de “Halo”, da Beyoncé, e “Louca por Ti”, de “Dust in the Wind”, do Kansas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinha Abelha morre aos 43 anos após internação por problemas renais em Aracaju

Vocalista da banda Calcinha Preta estava internada desde 11 de fevereiro A cantora Paulinha Abelha, vocalista da banda Calcinha Preta, morreu nesta quarta-feira(23), aos 43 anos, em Aracaju. Ela estava internada desde 11 de fevereiro, em virtude de problemas renais. A informação foi confirmada pela assessoria de confirmação do Hospital Primavera.
Quem era Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta que morreu em decorrência de problemas renais em Aracaju
O quadro clínico da cantora, que era integrante da banda Calcinha Preta, se agravou nos últimos dias. Ela foi internada após sentir dores, logo depois de ter chegado em Aracaju de uma turnê com a banda, em São Paulo, e o caso evoluiu para um coma profundo.
Uma campanha de doação de sangue foi realizada para a artista, que passava por hemodiálise. Correntes de orações foram realizadas durante dias por fãs em frente aos hospitais em que ela ficou internada, mas Paulinha não resistiu.
Questionada sobre possíveis sequelas, a equipe médica que a acompanhava chegou a dizer que o maior desafio era “mantê-la viva”.
Quem foi Paulinha Abelha
Natural do município de Simão Dias, no interior de Sergipe, Paula de Menezes Nascimento Leça Viana, trabalhou com pai comercializando em feiras livres. Começou a carreira como cantora profissional na banda Panela de Barro, onde fez dupla com o cantor Daniel Diau.
Os dois voltaram a cantar juntos na Calcinha Preta, que também é composta, atualmente, por Silvânia Aquino e Bell Oliver. A história na banda tem idas e vindas, mas começou no final dos anos 90, quando o empresário Gilton Andrade a descobriu. Ao todo, ela gravou 21 CDs e três DVDs.
A cantora foi homenageada na música que leva o seu nome, “Paulinha”. Deixou a banda em 2009 para integrar a G.D.Ó. do Forró com Marlus Viana, com quem foi casada. Em 2014, retornou para a Calcinha Preta. Em 2016, Paulinha deixou a banda para formar dupla com a Silvânia Aquino, retornando ao grupo em 2018.
Entre os maiores sucessos interpretados por Paulinha estão as músicas: “Furunfa”, “Baby dool”, “Louca por ti”, “Sonho Lindo”, “Armadilha”, “Paulinha” e “Ainda te amo”.
A Calcinha Preta gravou um DVD de 25 anos em fevereiro de 2020 e retornava à rotina de shows após meses sem apresentações por conta da pandemia.
Até a internação de Paulinha, o último compromisso do grupo foi a gravação do podcast Podpah, em São Paulo, no dia 8 de fevereiro. Paulinha era casada com o modelo Clebinho Santos e não tinha filhos.
Veja a cronologia da internação:
11 de fevereiro – a cantora Paulinha Abelha foi hospitalizada em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada;
14 de fevereiro – o quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI. A partir daí, passou a fazer diálise;
17 de fevereiro – O boletim médico desse dia informou que Paulinha estava em coma e, por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência. No fim da noite a situação mudou e ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais;
18 de fevereiro – o boletim médico informou que a artista permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora disse ainda que estava descartada a possibilidade de morte cerebral, e que naquela tarde ela passaria por mais uma sessão de hemodiálise. Segundo a assessoria, Paulinha estava sendo submetida a um novo tratamento, que só deveria apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência para hospital de outro estado, a assessoria informou que não havia previsão de quando poderia acontecer;
19 de fevereiro – No fim da manhã do sábado, novo boletim informava que após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas. À noite, os médicos informaram que ela estava intubada e em coma persistente;
20 de fevereiro – Segundo o boletim médico do domingo, a cantora apresentou quadro neurológico grave e permanecia internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela também continuava em coma e intubada;
21 de fevereiro – na segunda-feira, a artista seguia com quadro neurológico grave, sem sinais de instabilidade hemodinâmica, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de diálise.

Fonte: G1 Entretenimento

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Geraldo Sarno pensava o presente a partir das memórias e projetava um novo Brasil em seus filmes


Cineasta morre justamente quando vivia o apogeu na carreira e transbordava criatividade aos 83 anos de idade. Cineasta Geraldo Sarno morre aos 83 anos
22/02/2022. Dia da morte de Geraldo Sarno. Até no dia de morrer, Geraldo fazia poesia. Os números formam um palíndromo ambigrama (de frente para trás e de ponta cabeça). Palíndromo vem do grego “pálin” (πάλιν), que significa “novamente”, e “dromos” (δρόμος), “estrada” ou “caminho”. São elementos com simetria linear, que continuam com o mesmo significado quando lidos de trás para frente. Já um ambigrama é uma palavra ou frase desenhada de maneira que pode ser lida a partir de diferentes pontos de vista. Os números 2 e 0 podem ser lidos de cabeça para baixo sem alterar o sentido. O cinema de Geraldo Sarno continua na estrada novamente, mesmo sem o condutor. Suas obras viram o Brasil, ou melhor, os Brasis de cabeça para baixo.
Tive uma relação próxima a Geraldo Sarno nos últimos dois anos, ainda que distante fisicamente por causa da pandemia do novo coronavírus. Não nos conhecíamos pessoalmente mas tive o privilégio de alguns grandes encontros virtuais com ele. O primeiro deles foi há exatos dois anos. Não poderia imaginar que 24 meses após aquele 23 de fevereiro de 2020 não teria a oportunidade de lhe dar um abraço, ou um cheiro, como se diz na sua Bahia querida. Fiz uma entrevista com Geraldo para meu livro “Novas Fronteiras do Documentário: Entre a Factualidade e a Ficcionalidade”.
Geraldo Sarno em iIlustração de Gidalti Jr. para o livro ‘Novas Fronteiras do Documentário: Entre a Factualidade e a Ficcionalidade’
Divulgação
A possibilidade de entrevistar Geraldo Sarno nasceu de maneira despretensiosa durante uma conversa com o amigo jornalista e cineasta Juca Badaró. Foi Juca que conversou com “Geraldão” e conseguiu costurar meu primeiro contato com ele. Por telefone, ele em Vitória da Conquista, na Bahia, e eu em São Paulo, conversamos por quase uma hora. Parecia que éramos velhos conhecidos. O assunto extrapolou o cinema. Falamos bastante de política, cultura, filosofia. Das 13 perguntas originalmente formuladas para a entrevista, consegui fazer apenas 4. Geraldo Sarno é um ser inquieto, indomável e provocador. Foi um aprendizado e tanto conduzir essa entrevista. Dois meses após a realização dela, Geraldo me envia por WhatsApp a seguinte mensagem: “Oh! Fico muito contente, contente mesmo. Vc me fez repensar a questão do documentário e da ficção e acho que pela primeira vez consegui formular de maneira precisa o que realmente penso sobre o assunto. E pude retomar uma linha paralela que sempre me intrigou, e me encantou, que são os trechos do ‘Dom Quixote’ e da ‘Odisseia’ citados. Poder, pela primeira vez, fazer a aproximação entre esses trechos e do documentário e ficção no cinema foi pra mim um momento muito interessante. E foi sua insistência no tema que me permitiu retomar e fechar essa questão. Obrigadão.” Quem agradece sou eu!
Geraldo Sarno nasceu em 1938, na pequena cidade de Poções, na Bahia. Filho de comerciantes italianos, cresceu no meio do sertão. O contraste de culturas foi ampliado com o acesso ao cinema na sua infância, quando frequentava as salas da cidade e colecionava fotogramas com os amigos para fazer projeções na sua casa. Geraldo foi para Cuba em dezembro de 1962, indicado pela União Nacional dos Estudantes (UNE), em função de sua participação no Centro Popular de Cultura (CPC). A opção pela viagem fez o jovem, recém formado em Direito, desistir do primeiro lugar em um concurso público para oficial judiciário do Tribunal Regional do Trabalho de Salvador. Após estudar cinema durante um ano em Cuba, Geraldo volta para o Brasil praticamente na mesma época do Golpe Militar de 1964. Articula-se com Thomas Farkas, Maurice Capovilla, Vladimir Herzog, Roberto Santos e outras pessoas envolvidas com cinema no Brasil. Seus primeiros filmes, “Viramundo” (1965) e “Auto da Vitória” (1966) carregam o tema da cultura popular nordestina, como “Os Imaginários” (1970) e “O Engenho” (1970).
Curioso e inquieto com as questões religiosas do Brasil, dedicou dois filmes às religiões afro-brasileiras: “Espaço Sagrado” (1976) e “Iaô” (1976). “Eu Carrego um Sertão Dentro de Mim” (1980), inspirado em Guimarães Rosa, tem questões autobiográficas que se misturam com a história do país. As origens de Geraldo Sarno são as origens do Brasil. De todos os cinemas do mundo, o neorrealismo italiano, o cinema latino-americano e o Cinema Novo brasileiro eram os que mais o atraíam. Além dos faroestes, que ultimamente assistia sem moderação com o amigo montador Renato Vallone.
Geraldo Sarno, à direita, durante a filmagem de Viramundo
Divulgação
A partir da década de 1990, após mergulhar no estudo da Filosofia para ter consciência do que é o Cinema, dedicou-se a ministrar cursos de Cinema no Brasil e no Mundo, além de realizar a série de documentários “A Linguagem do Cinema”, com duas temporadas de 10 episódios cada em 2000 e em 2017. Na série, são discutidos os processos de criação de diversos cineastas brasileiros, entre eles Walter Salles, Júlio Bressane, Jorge Furtado, Carlos Reichenbach, Ana Carolina, Ruy Guerra, Lucia Murat, Eryk Rocha, Cacá Diegues e Luiz Carlos Barreto. Essas questões relacionadas ao processo criativo permeiam também seus filmes lançados no Século XXI, como “Tudo Isto Me Parece Um Sonho” (2008), prêmio de melhor direção no Festival de Brasília de 2008, “O Último Romance de Balzac” (2010), prêmio especial do júri no Festival de Gramado, e “Sertânia” (2020), eleito pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema como o Melhor Filme Brasileiro de 2020. Os três convergem o gênero documentário dentro da ficção.
Quem é Geraldo Sarno? Nas palavras dele próprio: “Rapaz… É muito simples… Sou um garoto que nasceu no Sertão e que fez do cinema a sua vida. Só isso. Cinema é minha vida, eu não sou nada fora do cinema e o pouco que sou, sou no cinema. E fiz pelo cinema e vejo através do cinema. Só isso. O cinema é o Brasil pra mim. É minha Pátria.”
De fato, o cinema foi a vida de Geraldo na última década. Além de filmar “Sertânia”, produziu e dirigiu a série “Sertão de Dentro”. São 13 episódios de 52 minutos cada documentando a realização do seminário Memória, pensamento e criação no cinema brasileiro, ocorrido em 2016 na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). O cineasta retrata personagens do sertão e reflete sobre mudanças sociais, econômicas e culturais. A série revisita e atualiza imagens de outros filmes que Geraldo Sarno dirigiu como Deus é um fogo (1985/1987), A terra queima (1984) e a série de curtas-metragens que integram o projeto de uma Enciclopédia Audiovisual da Cultura Popular. Geraldo era uma locomotiva com movimento contínuo entre passado e presente, memória e atualidade. Sua obra aborda essencialmente o sertão como modo de ser, viver e pensar em transformação. Mesmo que para isso extrapole o espaço físico sertanejo. Nesse sentido, não por acaso, São Paulo também é expressão da cultura sertaneja nos filmes dele.
Foi tanta intensidade, tanto trabalho, tantos processos criativos, que no meio disso tudo Geraldo Sarno ainda deixou um câncer pra trás. Atualmente tocava três grandes projetos: o site Linguagem do Cinema, mantido junto a estudantes universitários e professores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia; um novo filme baseado em Guimarães Rosa chamado “Manuelzão: A História da fundação do Brasil”; e um livro chamado “Travessia”, talvez seu projeto mais pessoal. Um livro não apenas sobre cinema mas sobre a arte do movimento, de não ficar parado. Travessia seria uma grande coletânea dos rastros que Geraldo Sarno deixou ao longo de sua intensa vida criativa. De anotações e rascunhos dos filmes dele a ensaios filosóficos sobre a vida, a arte e a cultura.
A última mensagem que recebi de Geraldo Sarno foi no último dia de 2021. Era uma citação do Dom Quixote de Miguel de Cervantes. “Sabe, Sancho, todas essas tempestades que acontecem conosco são sinais de que em breve o tempo se acalmará; porque não é possível que o bem e o mal durem para sempre, e segue-se que, havendo o mal durado muito tempo, o bem deve estar por perto.” Não respondi de imediato. Passados alguns dias, escrevi para elogiar “Centelha”, novo curta de Renato Vallone, o montador de “Sertânia”. Ele não me respondeu. Já estava internado por causa de complicações da covid-19. Mesmo com as três doses da vacina, mesmo com todo cuidado que teve durante a pandemia, mesmo recluso no Rio de Janeiro e longe de sua Vitória da Conquista querida. Geraldo estava feliz! Rodeado por amigos, ainda que virtualmente.
Geraldo Sarno durante a filmagem de Sertânia na cidade de Milagres, Bahia, 2018
Divulgação
“Sertânia” deu a Geraldo Sarno um reconhecimento tardio. Teve uma carreira de sucesso em festivais e por pouco não representou o Brasil no Oscar 2021. Disse ele pra mim certa vez: “Isso é surpreendente! A juventude abraçou o filme, não contava com isso. Ainda não sei lidar. Espero que isso dê uma perspectiva comercial que viabilize o filme para um público ainda maior”. O cineasta reflete em Sertânia sobre memórias, fabulações e retoma questões e imagens de seu primeiro filme, o documentário Viramundo, lançado em 1965. É um exercício de pensar o presente a partir de um passado histórico e projetar um futuro de novas possibilidades. “Sertânia me traz alegria todos os dias e a maior de todas é que está sendo compreendido por uma nova geração. A única coisa que realmente me preocupava durante todo o tempo de construção dele é que não seria compreendido”.
Não só compreendemos “Sertânia”, como ficaremos em dívida eterna com Geraldo Sarno. O maior espalha-brasas que o cinema brasileiro já teve. Quem diria que aquele garoto de Poções, no sertão baiano, que fazia projeções de fotogramas para os amigos na sua casa, em caixas de sapato, iria transformar o cinema brasileiro. “Eu acho que o Brasil não tem heróis! Os heróis brasileiros são ambíguos. Nós somos um país trágico, sempre tentamos contornar os problemas e não confrontá-los”, me disse Geraldo sem pretensão alguma de profetizar sobre o futuro do país.
No próximo dia 06 de março Geraldo Sarno completaria 84 anos. Um jovem de 84 anos! Cheio de vida, cheio de projetos, cheio de esperança para mudar o país. Obrigado pelos aprendizados amigo Geraldo! Obrigado por Viramundo! Obrigado por Sertânia! Obrigado por pensar o Brasil e espalhar as brasas da mudança.

Fonte: G1 Entretenimento

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Riky Rick, rapper da África do Sul, é encontrado morto, aos 34 anos


Músico era estrela do hip-hop no país e foi encontrado morto depois de postagem misteriosa em rede social Riky Rick, rapper encontrado morto depois de postagem misteriosa
Reprodução/Instagram
Estrela do hip-hop na África do Sul, Riky Rick foi encontrado morto nesta quarta-feira (23), aos 34 anos, em Johanesburgo. A informação foi confirmada pela família, em um comunicado.
A causa da morte não foi revelada, mas era de conhecimento do público que o artista tinha crises de depressão. Antes de morrer, Rikhado Muziwendlovu Makhado, nome verdadeiro do músico, deixou uma mensagem misteriosa em seu perfil do Twitter: “Eu voltarei um homem mais forte. Esta terra ainda é meu lar” (em tradução livre).
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“Ele era profundamente amado por sua família, amigos e pela indústria do entretenimento. Seu amor pela família, amigos e pela comunidade é bem conhecido. Seu incentivo e trabalho pelo desenvolvimento de jovens talentos musicais estão bem documentados e serão lembrados para sempre”, diz o comunicado oficial.
Riky ficou conhecido em 2014, com os singles “Nafukwa”, “Amantomabazana” e “Boss Zonke”, depois de passar por alguns anos na cena underground. Ele foi fundador do grupo Boyz n Bucks, que popularizou o hip-hop na África do Sul. Ele deixa esposa e dois filhos.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Mulambo’ é palavra racista? Veja o que dizem especialistas sobre expressão usada por Djonga que causou polêmica


‘Não sabia de conotação racista’, disse rapper, que se desculpou. Ele recebeu críticas após uma postagem em que chamou flamenguistas de ‘mulambos’. Djonga pede desculpas após compartilhar termo racista
Na terça-feira (22) o g1 mostrou o pedido de desculpas do rapper belo-horizontino Djonga (veja vídeo acima) após ter recebido críticas por ter usado a expressão “mulambos”, se referindo ao time do Flamengo, durante a disputa da final da Supercopa contra o Atlético-MG, no domingo (20).
“Eu sinceramente não tinha visto mulambos e não sabia que tinha essa conotação racista, e olha que sou professor de história, estou precisando estudar mais (…) E estou aqui para simplesmente pedir desculpas. Eu não preciso explicar quem sou eu ou o que penso sobre racismo, o que luto, isso não vai apagar minha caminhada, minha luta”, disse Djonga no vídeo.
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Redes sociais
Após a polêmica, o g1 conversou com especialista em linguística e um professor de letras para entender: afinal, a palavra “mulambo” tem conotação racista? Veja a seguir o que eles disseram.
‘Uso mais comum pode ser racista’
O doutor em linguística e autor do livro Racismo linguístico Gabriel Nascimento, de 30 anos, explicou ao g1 que o uso mais comum da palavra mulambo pode sim ser considerado racista.
“O uso mais comum da expressão mulambo pode ser considerado racista já que ela foi bastante explorada tanto na escravidão quando no pós. O mais comum é usar esta palavra sempre sob a perspectiva que designa pessoas pretas, perspectiva de que essas pessoas não aparecem bem arrumadas”, disse.
Gabriel Nascimento é doutor em linguística e escreveu o livro Racismo linguístico.
Redes sociais
Nascimento disse ainda que é preciso identificar os usos que são feitos das palavras e não a expressão por si só. Ele cita como exemplo a personagem que se chama justamente Maria Mulambo, uma mulher humilde, que virou uma entidade em religiões de matriz africana.
“As palavras em si não guardam preconceito, o uso delas sim. As palavras em si não são racistas”, explicou.
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‘O racismo também chega na linguagem’
Para o professor da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) Aciomar Fernandes de Oliveira, a palavra mulambo está vinculada aos escravizados e foi usada por muitos anos para definir que pessoas negras são maltrapilhas.
“Sempre tem essa conotação de que pessoas negras são maltrapilhas. Alguma cidade do interior se usa com a mesma conotação, pessoas mais velhas também”.
Aciomar Fernandes de Oliveira é professor de Letras da Universidade Estadual de Minas Gerais
Arquivo pessoal
Para ele, uma expressão se torna preconceituosa quando causa incômodo ao outro, deprecia o outro.
“A percepção da discriminação cabe a cada pessoa perceber se o que falou, se incomoda o outro, deprecia o outro é a percepção do racismo estrutural. O racismo chega também na linguagem”, disse.
Entenda a polêmica
O rapper Djonga pediu desculpas, na tarde desta segunda-feira (21), em uma sequência de vídeos publicados em sua rede social, após ter usado a expressão “mulambo”, se referindo ao time do Flamengo, durante a disputa da final da Supercopa contra o Atlético-MG, no domingo (20).
Djonga
Jef Delgado / Divulgação
Após a publicação, no sábado (19), em que ele convidava os seguidores para assistirem à partida “Galo x Mulambos”, o rapper recebeu muitas críticas dos seguidores.
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Na publicação de um deles, o blogueiro John Bin, ele fez um vídeo em que disse:
“Pra quem não tá ligado, não existe isso de chamar flamenguista de mulambo esportivamente. Mulambo foi uma palavra que os senhores davam pros escravos”.
Só esse post teve quase 50 mil curtidas até a tarde desta terça-feira (22). No post, ele escreveu, em referência à frase que Djonga sempre diz em seus shows: “Fogo nos racistas ta diferente rs”
O rapper, então, respondeu com o vídeo em que diz que está precisando “estudar mais”:
“Eu sinceramente não tinha visto mulambos e não sabia que tinha essa conotação racista, e olha que sou professor de história, estou precisando estudar mais (…) E estou aqui para simplesmente pedir desculpas. Eu não preciso explicar quem sou eu ou o que penso sobre racismo, o que luto, isso não vai apagar minha caminhada, minha luta”, disse Djonga no vídeo.
O g1 procurou a assessoria do rapper, que disse que ele não se manifestará além desse vídeo.
Veja os vídeos mais assistidos no g1 Minas nesta semana:

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Alcina faz Carnaval ao iniciar comemorações dos 50 anos de carreira


Projetada ao defender samba de Jorge Ben Jor em festival de 1972, cantora lança dois singles foliões com Heitor D’Alincourt. ♪ Cantora mineira que ganhou projeção nacional em 1972 ao entrar em campo na sétima e última edição do Festival Internacional da Canção (FIC) para defender samba do compositor carioca Jorge Ben Jor, Fio maravilha, Maria Alcina faz Carnaval ao abrir o ciclo de comemorações dos 50 anos de carreira da artista.
Alcina lança dois singles foliões com Heitor D’Alincourt, cantor, compositor e músico que integrou A Tribo, banda carioca que acompanhou Jorge Mautner em alguns shows.
D’Alincourt é o compositor, em parceria com Mug Guimarães, das duas músicas gravadas com Alcina e com produção musical Cláudio Kote.
A primeira, Extravagantes celestes, entra em órbita em single que aterrissa na sexta-feira, 25 de fevereiro, em edição da gravadora Kuarup. A outra música, Rei mandou, será lançada na sequência.
A ideia de convidar Maria Alcina para as duas gravações foi do compositor João Roberto Kelly, amigo de D’Alincourt e um dos principais criadores do cancioneiro carnavalesco do Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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DJ Gabriel do Borel diz que foi agredido por segurança em hotel de SP

Vídeo mostra segurança jogando objeto em direção ao artista. Diretor do Hotel Ca’d’Doro disse que ‘medidas administrativas em relação ao funcionário já foram tomadas’. Gabriel do Borel diz ter sido agredido por segurança de hotel em SP
O DJ Gabriel do Borel afirmou nas suas redes sociais que foi agredido por um segurança do Hotel Ca ‘d’ Doro, na Rua Augusta, Centro de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (23).
A agressão teria acontecido após o artista solicitar uma informação ao profissional. Ele relatou o ocorrido em uma sequência de vídeos. “Acabei de ser discriminado nesse hotel por aquele segurança [mostra o segurança]. Me jogou no chão, me bateu, bateu na menina que estava comigo aqui. Jogou tudo no chão, minhas coisas, me tratou como lixo”.
“Fui pedir uma informação para ele, que me tratou super mal, e logo após quando eu entrei no hotel, porque eu falei que estava hospedado, ele me deu uma banda [rasteira], me jogou no chão, puxou meu cabelo”, conta o artista.
Single com Anitta reforça ascensão de DJ Gabriel do Borel no mundo do funk
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Americano reage à agressão e ‘nocauteia’ alemão em hotel de luxo de Copacabana, no Rio; vídeo
Em um vídeo gravado pelo DJ, o segurança do hotel aparece jogando algum objeto em direção a ele e o xingando de “trouxa”.
Procurado pelo g1, o diretor do hotel, Fabrizio Guzzoni, afirmou que tomou conhecimento do ocorrido logo cedo. “A gente levantou todas as imagens e informações. Nosso posicionamento é de repúdio, não concordamos com a ação tomada pelo segurança, e medidas administrativas em relação ao funcionário já foram tomadas. Nós nos sensibilizamos com o que aconteceu com o artista Gabriel”, afirmou o diretor.
O artista é do Morro do Borel, no Rio de Janeiro, e, segundo sua assessoria de imprensa, ele está em São Paulo para uma gravação.
Após a agressão, o DJ chamou a polícia, que o escoltou até o quarto do hotel para retirar seus pertences.
A assessoria do artista informou ainda que ele irá registrar boletim de ocorrência e que sua advogada, Elizabeth Medeiros, está tomando “as providências cabíveis no âmbito cível, e também criminal”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinha Abelha continua em estado grave na UTI; médicos monitoram disfunções orgânicas


A cantora da banda Calcinha Preta foi hospitalizada em 11 de fevereiro e diagnosticada com insuficiência renal. Médicos investigam se o problema teria sido causado por uma intoxicação medicamentosa. Paulinha Abelha
Reprodução Instagram
A cantora da banda Calcinha Preta, Paulinha Abelha, continua internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), de um hospital particular de Aracaju.
O último boletim divulgado pelo hospital no começo da tarde desta quarta-feira (23), informa que a cantora permanece em coma com quadro neurológico grave inalterado, respirando com a ajuda de aparelhos, fazendo hemodiálise e em monitoramento contínuo das disfunções neurológica, renal e hepática.
Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Nessa terça-feira (22), os médicos que acompanham a cantora concederam entrevista coletiva e detalharam o estado de saúde dela.
No boletim médico divulgado no final da manhã de terça-feira (22), informava que ela permanecia com o quadro neurológico grave inalterado, sem necessidade de medicamentos para ajuste da pressão, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de hemodiálise para ajuste da função renal.
Os dois boletins médicos divulgados pelo hospital nessa segunda-feira (21) informaram que o quadro o neurológico dela permanecia inalterado, sem sinais de instabilidade hemodinâmica e que ela respirava com a ajuda de aparelhos, necessitando de diálise.
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Familiares e integrantes da banda se reversam diariamente para visita, que acontece todos os dias pela manhã e pela tarde.
Entenda como é o tratamento de diálise para quem tem problema renal
Integrantes da banda, familiares e fãs se reúnem todas as noites na porta do hospital desde o dia em que ela foi internada e fazem oração pela restauração da saúde da artista.
Fãs e integrantes da banda Calcinha Preta se reúnem todas as noites na porta do hospital onde Paulinha Abelha está internada
Viktor Romão
No fim da manhã do sábado foi divulgado que após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas.
O que diz o novo boletim médico deste sábado sobre estado de saúde de Paulinha Abelha
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Artistas e fãs pedem orações pela cantora Paulinha Abelha
Entenda o caso
Paulinha Abelha foi hospitalizada em 11 de fevereiro em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada.
No dia 14, o quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI, além de passar a fazer diálise.
No boletim médico divulgado na tarde da quinta (17), foi anunciado que Paulinha estava em coma, e por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência, mas no fim da noite a situação mudou, e por volta das 23, ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais.
No início da tarde desta sexta-feira (18), o boletim médico informou que a cantora permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora informou ainda que está descartada a possibilidade de morte cerebral, e que nesta tarde ela passa por mais uma sessão de hemodiálise. Informou também que ela está sendo submetida a um novo tratamento, que só deve apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência de Paulinha Abelha para hospital de outro estado, a assessoria informou que não há previsão de quando isso pode acontecer.
Na noite desta sexta-feira (18), segundo o boletim , Paulinha continuava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em coma, mas em estabilidade clínica, sem necessidade de drogas para manutenção da vida, recebendo terapia renal substitutiva sem intercorrências.
No fim da manhã do sábado (19) foi divulgado que, após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas. À noite, os médicos informaram que ela estava intubada e em coma persistente.
O boletim divulgado nesse domingo (20), informou que a cantora apresenta quadro neurológico grave e permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma e intubada.
Paulinha Abelha em entrevistas à TV Sergipe

Fonte: G1 Entretenimento

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DJ Memê se joga na pista dos anos 1960 e 1970 com ‘Som bacana!’


Artista carioca abre parcerias em álbum que inclui Celso Fonseca, Lulu Santos, Marcos Valle e Cris Dellano. ♪ Referência no universo da house music brasileira, Memê – nome artístico do DJ e produtor musical carioca Marcello Mansur – se joga na pista dos anos 1960 e 1970 com Som bacana!.
Gravado entre 2017 e 2018, o álbum Som bacana! cai no mundo neste ano de 2022 com sonoridade retrô – como a arte da capa, ainda não divulgada – que transita por gêneros musicais como samba, bossa nova, jazz, soul e boogie.
Precedido pelo single que apresentou a abordagem de Estrelar (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, 1983), hit da fase pop oitentista da discografia de Marcos Valle revisitado por Memê com a voz da cantora Cris Dellano e o toque do baixo de Daniel Mansur (filho de Memê), o álbum Som bacana! reúne mais de 35 músicos, arranjadores e cantores no time de convidados que mistura artistas brasileiros e norte-americanos.
Ao longo de 10 faixas, Memê põe Maria Fumaça (Oderdan Magalhães e Luiz Carlos dos Santos, 1977) em trilho jazzístico, revela música inédita de Celso Fonseca e Marcos Valle com letra de Lulu Santos (Planadores, feita para o disco e gravada com a voz de Lulu), apresenta parceria com Gabriel Moura (Diga que sim, gravada com a voz de Isabela Morais), mostra música feita com Nelson Motta – Morena de Ipanema, gravada com a voz de Deise Cipriano (1980 – 2019), cantora paulista revelada no grupo Fat Family – e revela Paraíso, música composta pelo artista com Cris Braun e Hiroshi Mizutani.
Ainda inédito, o álbum Som bacana! tem produção musical assinada pelo DJ Memê.

Fonte: G1 Entretenimento

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Isis Valverde e André Resende se separam: ‘Relação termina deixando como fruto a amizade e o respeito’


Em comunicado, assessoria da atriz confirmou que eles não formam mais um casal. Os dois se casaram em 2018 e são pais de Rael, de 3 anos. Isis Valverde e o marido André Resende no Rock in Rio 2019
Marcos Serra Lima/G1
Isis Valverde e André Resende se separaram após três anos de casados. A informação foi confirmada pela assessoria da atriz, nesta quarta-feira (23).
“Isis Valverde e André Resende não formam mais um casal. A relação que termina agora deixando como fruto a amizade e o respeito, além de um filho lindo e amoroso.”
“Ao longo da história dos dois, sempre puderam contar com o respeito da mídia em relação aos limites que separam a vida pública e privada. Portanto nesse momento, eles gostariam de continuar contando com essa compreensão, especialmente por se tratar de um momento delicado e de ter uma criança envolvida. Eles agradecem.”
Isis e André são pais de Rael, de 3 anos. Os dois se casaram em junho de 2018, meses antes de a atriz dar à luz.
Os dois estavam juntos desde 2016 e tiveram um término em 2017, reatando o namoro pouco depois.

Fonte: G1 Entretenimento