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‘Uncharted: Fora do Mapa’ lidera bilheteria nos EUA com estreia de US$ 44 milhões


Adaptação de videogame da Sony solidificou o poder de estrela de Tom Holland. Mark Wahlberg e Tom Holland em cena de ‘Uncharted – Fora do mapa’
Divulgação
A adaptação de videogame da Sony, “Uncharted: Fora do Mapa”, arrecadou US$ 44 milhões (cerca de R$ 226 milhões) neste fim de semana, valor suficiente para liderar as bilheterias dos Estados Unidos e solidificar o poder de estrela de Tom Holland.
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A aventura de ação de grande orçamento foi posicionada como um teste-chave da bancabilidade de Holland fora de seu sucesso de bilheteria como Homem-Aranha.
“Uncharted: Fora do Mapa” recebeu críticas mistas, na melhor das hipóteses, e é seguro assumir que o ator britânico de 25 anos teve sucesso na venda de ingressos.
Também ajuda que “Uncharted: Fora do Mapa” seja classificado como indicado para jovens acima de 13 anos e baseado em um dos videogames mais populares.
Dirigido por Ruben Fleischer, que anteriormente liderou a mega produção dos quadrinhos de Tom Hardy “Venom” à glória de bilheteria, “Uncharted: Fora do Mapa” deve receber US$ 52 milhões até o feriado do Dia do Presidente na segunda-feira (21).
É um começo impressionante em tempos de Covid-19, mas não significa que o filme tem um caminho fácil rumo à lucratividade.
“Uncharted: Fora do Mapa” custou US$ 120 milhões, o que leva as vendas internacionais de ingressos a uma condição fundamental para a produção sair do vermelho.
Para esse fim, “Uncharted: Fora do Mapa” conseguiu uma data de lançamento crucial na China, o maior mercado cinematográfico do mundo.
Aventuras de ação com efeitos visuais pesados, como “Uncharted: Fora do Mapa”, tendem a funcionar bem na China. Recentemente, no entanto, os censores do país têm sido ultra seletivos em deixar os filmes de Hollywood serem exibidos em seus cinemas, e quando o governo chinês aprova produtos não locais, tem sido uma verdadeira confusão nas bilheterias.
Portanto, o sucesso do filme na China ainda precisa ser visto. Como “Uncharted: Fora do Mapa” não será lançado na China até 14 de março, a pirataria pode ser uma preocupação.
Fora da China, “Uncharted: Fora do Mapa” tem sido um dos favoritos. O filme já arrecadou cerca de US$ 55 milhões nas bilheterias internacionais e ultrapassou US$ 100 milhões globalmente.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘BBB22’: Brunna Gonçalves, Gustavo e Paulo André formam quinto paredão


Formação aconteceu na noite deste domingo (20) com formatação inédita de indicações. ‘BBB22’: Brunna Gonçalves, Gustavo e Paulo André formam quinto paredão
Reprodução/Instagram
Brunna Gonçalves, Gustavo e Paulo André são os indicados ao quinto paredão do “BBB22”. A formação aconteceu na noite deste domingo (20) e contou com uma nova formatação de indicações.
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A casa foi dividida em três grupos e cada time precisou entrar em consenso para decidir seu indicado.
Com a divisão:
O grupo 1, formado por Laís, Jade Picon, Eliezer, Vinicius, Brunna Gonçalves, Eslovênia e Larissa, indicou Jessilane
O grupo 2, composto por Paulo André, Arthur Aguiar, Gustavo, Pedro Scooby e Douglas Silva, indicou Eliezer
E o grupo 3, que contava com Jessilane, Natália, Tiago Abravanel e Linn da Quebrada, indicou Paulo André
Em seguida, Jessilane, Eliezer e Paulo André participaram da prova bate-volta e quem levou a pior foi o atleta.
Além disso, como de costume, o líder também apontava um nome para o paredão. Assim, Lucas colocou Brunna Gonçalves direto no paredão.
Gustavo já estava na berlinda por indicação de Brunna, que atendeu ao Big Fone.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Jamal Edwards, empresário da música e youtuber, morre aos 31 anos


Fundador da plataforma de música SBTV, britânico ajudou a lançar a carreira de Ed Sherran e outros artistas. Jamal Edwards, empresário da música e youtuber, morre aos 31 anos
Reprodução/Instagram
Jamal Edwards, empresário do ramo musical e youtuber, morreu aos 31 anos, na manhã deste domingo (20), segundo o jornal The Guardian.
O empresário britânico, que é fundador da plataforma de música SBTV, ajudou a alavancar a carreira de estrelas do grime e do wave, e a lançar a carreira de artistas como Ed Sheeran, Dave, Jessis J e Skepta.
“Sempre encarei o grime como o movimento punk, em termos de letras e atitude rebelde”, afirmou o artista em entrevista ao Guardian em 2017.
Nascido em Luton, Jamal também tinha trabalhos como diretor, compositor, DJ e designer, além de ter sido premiado com o MBE, um dos títulos da Ordem do Ompério Britânico, em 2014 por seu trabalho na música.
Jamal é filho da cantora Brenda Edwards, que se disse “completamente devastada” com a morte do filho.
Em comunicado, Brenda informou que Jamal morreu após uma “doença repentina”.
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Em sua publicação mais recente no Instagram, Jamal parabeniza Ed Sheeran pelo aniversário de 31 anos, celebrado em 17 de fevereiro.
“Sou abençoado por ter você em minha vida, irmão. Continue arrasando e inspirando a todos”, escreveu o empresário.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Zezé Di Camargo prepara DVD solo, mas nega fim da dupla com Luciano: ‘É uma instituição’


Cantor sertanejo anunciou novidades sobre o projeto ‘Rústico’, que contará com DVD e turnê. Ao g1, ele ainda falou sobre parceria com Marília Mendonça para projeto da dupla com Luciano. Zezé Di Camargo fala sobre projeto solo e explica cuidado com a voz durante pandemia
Longe dos palcos por conta da pandemia de coronavírus, Zezé Di Camargo e Luciano aproveitaram para colocar em prática seus projetos solos. Luciano se dedicou ao álbum gospel, lançado em outubro de 2020.
Já Zezé gravou, em junho de 2021, as primeiras faixas do projeto “Rústico”. Ele pediu para que compositores enviassem canções que eles achassem que a nova geração do sertanejo não gravaria.
Na primeira etapa do projeto, Zezé registrou cinco faixas. Em agosto de 2021, lançou a primeira, “Vou ter de tomar uma”, que ganhou um videoclipe com a participação de Jacques Vanier.
Agora, o sertanejo pretende aumentar o projeto e fará a gravação de um DVD em abril ou maio. O disco vai contar com 15 faixas inéditas. Veja a entrevista com o cantor no vídeo acima.
Zezé Di Camargo se apresenta cantando durante evento de lançamento em São Paulo de seu novo álbum em carreira solo
Fábio Tito/g1
Já o show da turnê “Rústico” terá 28 canções, segundo o cantor explicou no palco do evento de divulgação oficial do projeto. Na ocasião, Zezé também conversou com o g1 e respondeu a principal questão desde que os irmãos se voltaram para seus projetos solos: Afinal, a dupla acabou?
“Não. Estamos juntos”, garantiu o cantor.
“Zezé Di Camargo e Luciano é a minha vida. A gente sempre fala que é uma instituição. Zezé Di Camargo & Luciano não pertence mais a Zezé Di Camargo e Luciano, pertence aos nossos fãs”, analisou.
Ao longo do bate-papo, o cantor ainda:
explicou o motivo de não ter aproveitado o momento para fazer um trabalho autoral;
falou sobre o processo de cuidado com a voz ao longo da pandemia;
e ainda deu detalhes sobre o projeto da dupla sertaneja, que inclui uma canção em parceria com Marília Mendonça.
O cantor já havia revelado que daria todo o material da música para dona Ruth, mãe da cantora. Ela quem vai decidir se a faixa será ou não lançada.
“Assim que as coisas acalmarem, e quero ir lá primeiro pra conhecer, dar um abraço nela, e entregar pra ela todo material. ‘O que você quer fazer com isso aqui? Quer que eu lance? Vou lançar. Quer que deixe guardado?’. Respeito total a vontade dela. Mesmo porque, eu falei, naquela época, lançar uma música com a Marília, logo depois que ela faleceu, pra mim, seria muito sórdido. Não quero fazer isso jamais.”
“Agora se ela [Ruth] achar que é bacana lançar, que é legal pra ela, os fãs dela gostarem da ideia, aí eu lanço.”
A gravação que marca a parceria de Marília com Zezé e Luciano é a de “Você não é mais assim”, uma composição de César Augusto. O registro é um entre as cinco de um projeto em que os irmãos convocaram alguns artistas para regravar faixas da dupla.
Com a dedicação de Zezé e Luciano em seus projetos solos, o de parcerias segue sem data de lançamento. “Senão fica muita coisa junta”, explica o cantor.
Zezé Di Camargo posa para fotos durante evento de lançamento em São Paulo de seu novo álbum em carreira solo
Fábio Tito/g1
Veja mais trechos da entrevista com Zezé Di Camargo:
g1 – Vou começar pela pergunta que mais me fazem, atualmente, sobre a dupla: afinal, Zezé Di Camargo e Luciano separaram ou ainda estão juntos?

Zezé Di Camargo: Não, estamos juntos. Zezé Di Camargo & Luciano é a minha vida. A gente sempre fala que é uma instituição. Zezé Di Camargo & Luciano não pertence mais a Zezé Di Camargo e Luciano, pertence aos nossos fãs. Mas não me impede de querer… é igual você ter uma empresa, você abre a matriz. A matriz é tal. Você não pode abrir mais uma matriz, mas você pode abrir as filiais. Eu diria que o “Zezé Di Camargo Rústico” é uma filial do Zezé Di Camargo e Luciano.
g1 – E como foi gravar solo depois de tantos anos gravando em dupla?
Zezé Di Camargo: Não tem uma diferença assim. Porque na verdade, quando a gente gravava, sempre eu que cuidava de tudo já. Quando gravava, não. Quando a gente grava, sou eu que cuido dos arranjos, montagem de repertório, tudo. Coloco minha voz e depois o Luciano vem e coloca a dele. Nessa parte é tranquilo porque eu sempre fiz essa sozinho. E ele sempre fez questão disso também, o Luciano.
Eu acho que vou sentir mais falta no palco, a hora que você vai cantar, vira pro lado ali, tá sempre o irmão. Mas eu acho que também só nos primeiros shows. Claro que vai fazer diferença, porque é uma vida juntos, mas tranquilo.
Quando vem pra somar e que eu esteja feliz fazendo, e ele também esteja feliz fazendo a parte dele, que ele gosta, acho que não há razão pra gente achar ruim. A gente tem que agradecer a Deus por nos dar competência de poder fazer tanta coisa boa.
g1 – Vi que o disco tem vários compositores que são assíduos no universitário, no feminejo, como o Henrique Casttro, o Maykow Melo e o Bruno Mandioca. Como foi gravar músicas dessa turma da nova geração, já que é um projeto mais ‘rústico’, que mostra sua raiz?

Zezé Di Camargo: O compositor, na verdade, o importante foi o que ele compôs. O movimento pra eu fazer esse disco nasceu em Goiânia. O estúdio é de lá, o produtor é de lá, que é o Felipe Duram, o escritório do Emanoel, que é meu empresário no projeto, é de lá, eu convivendo com todo mundo… Então quando eles [compositores] ficaram sabendo, ‘ah, o Zezé vai fazer um assim, quero mostrar música pro Zezé’. A maioria tinha muita vontade de gravar com a gente. Vamos ouvir, poxa.
Aí eles trouxeram e eu falei: ‘traz aquilo que vocês acham que a galera não vai gravar hoje. Coisas que vocês fazem, coisas que vocês não iam gravar, e às vezes nem mostram pras pessoas, porque acham que elas não vão gravar’.
Aí eles trouxeram. As músicas são maravilhosas, poderia ter sido feita por mim, por um cantor romântico como Roberto Carlos, Peninha…
Claro que eles fazem muita coisa comercial do momento, que o mercado exige, mas também fazem as coisas com mais sentimento, como é “Banalizaram”, músicas com mais conteúdo. É o mercado que dita essas regras, essas normas.
E como eu nunca vou pro lado que está todo mundo indo, eu gosto muito de fazer essa coisa diferente do que está surgindo.
Zezé Di Camargo posa para fotos durante evento de lançamento em São Paulo de seu novo álbum em carreira solo
Fábio Tito/g1
g1 – Você acabou de falar que as músicas poderiam ser feitas por você. Por que não aproveitar o projeto solo pra fazer um álbum totalmente autoral, só de composições suas?
Zezé Di Camargo: Também. A ideia, de repente, no próximo, é fazer isso. A minha preocupação era muito grande agora de mostrar algo que talvez esteja fora de moda do mercado, esse tipo de música — voltei lá atrás, nos anos 1990 –, firmar isso. O próximo projeto de repente, pode ser.
Há na minha cabeça há muito tempo fazer um projeto autoral. Mas eu acho que vai ter a hora certa pra tudo. Isso culminou agora com a música nova, o projeto novo com a minissérie da Netflix, o momento meu lá na fazenda, veio muita coisa junto. Colocar, sei lá, um Zezé Di Camargo autoral, talvez seria pisar mais no fundo.
Não sei, não pensei nisso também. Não estou dizendo que não fiz por isso, que calculei isso. Não. Eu fui ouvindo as músicas, fui gostando e falei: ‘vou gravar essa, vou gravar essa’, e o compositor Zezé Di Camargo acabou ficando de fora. Mas como vou reviver algumas lá de trás pro DVD, então vai ter coisa de Zezé Di Camargo como compositor.
g1 – Você, ainda durante a pandemia, teve a “fuga” ali pra fazenda e aproveitou para cuidar da voz. Queria que você falasse um pouco desse momento, desse processo de cuidado com a voz. O que você fez e como você está se sentindo agora pra cantar?
Zezé Di Camargo: Leve, leve. Totalmente leve. Vão notar aí na hora que eu cantar.
Acho que era algo necessário. Mas eu não tinha tentado pra isso. ‘O que você precisa? Para, cara, dá um tempo pra você. Pensa no que você vai fazer agora. Vai por outro caminho’.
Acho que isso tudo me ajudou muito. Foi tudo meio que involuntariamente. Nada foi premeditado. A pandemia veio e te impôs as situações. Você não esperava nada daquilo. Mas me fez um bem danado. Agora, vendo aquilo, eu tô tomando como experiência: ‘peraí, o caminho que eu tenho que seguir, na vida, como um todo, é esse’.
Zezé Di Camargo se apresenta cantando durante evento de lançamento em São Paulo de seu novo álbum em carreira solo
Fábio Tito/g1
Zezé Di Camargo se apresenta cantando durante evento de lançamento em São Paulo de seu novo álbum em carreira solo
Fábio Tito/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Tico Santa Cruz x Digão: entenda briga que começou com chacota sobre saúde mental


Líderes dos Detonautas e dos Raimundos trocaram ofensas depois que Tico contar que saiu do Facebook e procurou ajuda médica por saúde mental e Digão dizer que ele precisa de ‘trabalho’. Tico Santa Cruz, dos Detonautas, e Digão, dos Raimundos
Divulgação / Instagram / Tico Santa Cruz e Alexandre Durão/G1
Detonautas e Raimundos já estiveram juntos em inúmeros festivais e eventos de rock brasileiro. Mas agora , os líderes Tico Santa Cruz e Digão estão em destaque por uma troca de ofensas entre eles. Entenda a briga:
Na sexta-feira (18), Tico disse que tinha saído do Facebook e do Twitter por sofrer ataques de ódio e por estar precisando de ajuda terapêutica para tratar de sua saúde mental.
Na noite de sábado (19), Digão fez chacota e postou uma foto em um avião com a legenda: “Bom dia para quem trabalha e não precisa sair de rede social por problema de saúde mental”.
Tico ficou revoltado: “milhões de brasileiros estão enfrentando problemas e precisam de ajuda, não de chacota”. Ele disse no domingo (20) que a atitude de Digão foi de “maldade e canalhice”.
Digão reafirmou o ataque, chamou Tico Santa Cruz de “Titica”, disse que ele estava se fazendo de coitado e que já foi alvo de “linchamento” dele e de outros roqueiros brasileiros.
Tico procurou médico
Cantor Tico Santa Cruz
Divulgação
“Procurei um médico – como todos devemos fazer – e estou em processo terapêutico”, ele escreveu na sexta-feira (18). Ele disse que seguiria só postando conteúdos “leves” no Instagram.
“Não me surpreende em nada a quantidade imensurável de ataques, crueldade, incentivo à suicídio e crimes cometidos por pessoas que se dizem “cidadãos de bem” – nada justifica esse comportamento doentio. A nossa sociedade esta apodrecendo – as redes sociais ajudam muito intensificando o comportamento de manada”, Tico escreveu.
Detonautas é atração do Lollapalooza; VEJA LINE-UP COMPLETO
No sábado (19), Digão postou uma foto em um avião com a legenda: “Bom dia para quem trabalha e não precisa sair de rede social por problema de saúde mental”.
O líder dos Detonautas ficou revoltado em post no Instagram. Leia abaixo:
“A questão da saúde mental é algo extremamente sério. Devemos ter cuidado e respeito por todas as pessoas e não são poucas, que vem a público expor suas fragilidades, porque são milhões de brasileiros e brasileiras que estão enfrentando inúmeros problemas e precisam de ajuda, não de chacota.
Quando resolvi me afastar por algum tempo das redes, por uma questão séria de saúde mental, foi pra justamente evitar esse tipo de gente e comentário tóxico!
Mas já que o Digão, optou por fazer piada de algo tão importante, e não me surpreende, deixo aqui o registro! Para que vocês entendam de uma vez por todas, o tamanho da maldade e da canalhice que tomou conta desse país!
Podem se degustar com esse banquete de insensibilidade e irresponsabilidade!
Meu compromisso com essa bandeira é sincera e verdadeira! E se você estiver passando por algum momento de dificuldade, não tenha medo dessas pessoas – procure ajuda!”
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Os Detonautas são atração do festival Lollapalooza 2022. Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida também tocam entre os dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA.
Briga anterior
Essa não é a primeira briga entre Tico e Digão. Em 2021, o líder dos Detonautas lançou uma música chamada “Roqueiro reaça”, com os versos “você parou no tempo e se tornou um boçal, sua pose de roqueiro do mal é uma farsa, não tem mais graça” e “espalha preconceito e desinformação, dá voz a autoritarismo e negação, mas que desgraça, tu é ‘reaça’”.
Nos últimos anos, Digão defende causas conservadoras, quando disse que “não se sentia à vontade” com o quadrinho que tinha um beijo gay e foi censurado pelo ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella em 2019.
Digão disse em 2020 que as medidas de distanciamento social por causa da pandemia de Covid-19 eram uma “amostra grátis do comunismo”, com “liberdade limitada” e “medo provocado por mídias”.
Ele também já disse que Joelma não poderia usar uma jaqueta com estampa de bandas punk pois para isso ela teria que “ouvir e amar” os grupos.
Em abril de 2021, Pe Lu, ex-Restart, criticou Digão por ter virado, segundo ele, um “roqueiro reaça”. Digão chamou Pe Lu de moleque e disse que ele estava junto de pessoas “pela saco”, citando João Gordo, Lucas Silveira, da Fresno, e Tico Santa Cruz.
Os dois trocaram críticas e Tico disse que Digão era “bunda mole” e lançou a música “Roqueiro reaça”.
Digão reafirma crítica
Após o post de Tico sobre saúde mental, Digão reafirmou a crítica e chamou o cantor de “Titica”. Ele afirmou que também já foi “linchado” por ele, que não teria se preocupado com sua saúde mental.
Digão diz que Tico prova “do seu próprio veneno” e se faz “de coitado”. O g1 procurou os dois artistas para falar sobre as mensagens, mas não teve retorno até a última atualização deste texto.
Digão critica Tico Santa Cruz
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Lollapalooza 2022: Programação tem Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky e Martin

Fonte: G1 Entretenimento

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O Assunto #648: Os 50 anos do ‘Clube da Esquina’


Foi um lugar – o encontro das ruas Divinópolis e Paraisópolis, em Belo Horizonte. E também um movimento que reuniu talentos excepcionais, como os irmãos Lô e Marcio Borges, Ronaldo Bastos e Fernando Brandt, guiados “pela inquietação e pela genialidade” de sua figura maior, Milton Nascimento. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio.
Foi um lugar – o encontro das ruas Divinópolis e Paraisópolis, em Belo Horizonte. E também um movimento que reuniu talentos excepcionais, como os irmãos Lô e Marcio Borges, Ronaldo Bastos e Fernando Brandt, guiados “pela inquietação e pela genialidade” de sua figura maior, Milton Nascimento. Quem relembra é o jornalista e antropólogo Paulo Thiago de Mello, autor de um livro sobre o Clube da Esquina e seu principal fruto: o disco homônimo lançado em março de 1972, divisor de águas na história da música brasileira. Um álbum duplo (dos primeiros a sair no país) de sonoridade sofisticada e caráter sinfônico, no qual se mesclam influências que vão das raízes mineiras aos Beatles. Na conversa com Renata Lo Prete, Paulo Thiago resgata o contexto histórico em que vieram à luz canções como “Cais”, “Trem Azul”, “Um Gosto de Sol” e “Nada Será Como Antes”. Elas refletem “a angústia e a asfixia” da pior fase da ditadura militar. Sinal disso, diz ele, é a presença de estrada em quase todas as letras, como um “portal para um universo que está no interior, e que só quem bota a mochila nas costas poderá encontrar”. Chamado a comparar “Clube da Esquina” a outros discos seminais que saíram naquele ano (como “Acabou Chorare”, dos Novos Baianos), Paulo Thiago afirma que Milton e seus amigos levaram “o interior para a beira do mar”. “A revolução deles foi musical”.
O que você precisa saber:
Série em 6 episódios: Milton Nascimento e o Clube da Esquina
Documentário: Milton e os 50 anos do Clube da Esquina
50 anos do Clube da Esquina: Milton Nascimento celebra com a Orquestra Ouro Preto
O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Arthur Stabile, Gabriel de Campos, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Gustavo Honório e Eto Osclighter. Apresentação: Renata Lo Prete.

Comunicação/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Giulia Be lança o single em espanhol ‘2 palabras’


♪ Abrindo o ano fonográfico de Giulia Be em 2022, o single 2 palavras chega ao mundo digital na sexta-feira, 25 de maio. Trata-se de música inédita, composta e gravada em espanhol pela artista.
Simultaneamente com o single, a cantora irá apresentar o clipe originado da música 2 palavras e filmado sob direção do colombiano Harold Jimenez. O ator Romulo Arantes Neto está no elenco do clipe.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Aquele momento não me define’, diz Maria sobre agressão que a fez ser desclassificada do ‘BBB 22’


Ela deu entrevista no ‘Domingão com Huck’ e disse que se arrependeu e reconheceu seu erro. Atriz e cantora foi desclassificada por acertar cabeça de Natália com balde no Jogo da Discórdia. Maria no ‘Domingão com Huck’
Reprodução
Maria disse no “Domingão com Huck” que se arrependeu e reconheceu o erro de ter batido na cabeça de Natália com um balde, agressão que a levou a ser desclassificada do “BBB 22”. “Aquele momento não me define”, disse a atriz e cantora sobre o episódio.
“Imediatamente me recolhi, me arrependi e reconheci meu erro. Eu não tinha noção do que ia acontecer aqui fora. Quando me chamaram no confessionário, aceitei, ouvi e fiquei triste”, ela disse a Luciano Huck.
Maria foi desclassificada do “BBB22” na terça-feira (15). Ela descumpriu a regra que proíbe qualquer agressão física no reality.
“Fiquei muito mais tranquila quando vi o VT e deu para entender esse lugar imediato de arrependimento”, ela disse.
“É delicado, porque quando eu fiz não tinha consciência do que estava fazendo. Me senti provocada, era algo do jogo e a gente acaba reagindo como não espera. Eu sei que eu tinha feito algo de errado e agi na defensiva”, completou.
Semana Pop relembra os desclassificados nas 22 edições do BBB
Ela também agradeceu ao apoio que recebeu. Após a desclassificação, vários artistas condenaram a agressão, mas pediram que ela não sofresse “linchamento virtual.
“Eu recebi um acolhimento muito grande, especialmente da equipe do BBB. Aí eu entendi que eu não era mais a Maria de novo, eu queria ser a Vitória”, ela diz, em referência ao seu nome de batismo, que ela trocou pelo nome artístico Maria.
Reveja a cena de agressão que levou à desclassificação de Maria
Momento em que Maria acerta cabeça de Natália com balde no Jogo da Discórdia; ela foi desclassificada do ‘BBB22’ por agressão
Reprodução/Tv Globo
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CONTEÚDO ADULTO: Maria está entre ex-participantes que têm perfil na plataforma Only Fans
Quem é Maria, participante do ‘BBB22’ desclassificada após agredir Natália
Relembre Jogo da Discórdia
Na segunda (14), os participantes precisavam escolher placas com algumas características que definissem determinado jogador. Depois, o resto do grupo deveria dizer se concordava ou não usando placas de “Sim” ou “Não”.
Na vez de Maria, ela escolheu “Desagradável” para Natália. Com a aprovação dos outros participantes, virou o balde em Natália e acabou acertando a cabeça dela naquele momento.
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Após a situação, Tadeu Schmidt questionou Natália sobre como ela se sentiu. “Tá tudo bem por você?”, perguntou o apresentador.
“Tá tudo bem, senti agressividade, mas tá tudo ok”, respondeu ela.
Internautas já haviam reclamado da atitude de Maria em outro Jogo da Discórdia, quando a cantora colocou uma placa da testa de Arthur Aguiar na semana anterior.
Conheça história de Maria e dos outros cantores do ‘BBB22’ no podcast g1 ouviu:
Maria desclassificada
Maria foi chamada ao confessionário nesta terça; ela foi desclassificada após agredir Natália no Jogo da Discórdia
Reprodução/Globoplay
A cantora estava conversando com Natália, Lucas e Jessi na cozinha, quando foi chamada ao confessionário nesta terça (15). Ela saiu do programa e não será substituída.
Natália ficou abalada com a saída de Maria, mas foi amparada pelos outros participantes.
Leia nota na íntegra sobre a saída de Maria do ‘BBB22’:
“Nesta terça-feira, dia 15, Maria foi desclassificada do ‘BBB 22’ por descumprir uma das regras do programa.
Após análise das imagens da dinâmica do jogo da discórdia, de ontem, dia 14, constatou-se uma agressão da participante a Natália e, seguindo as regras, a atriz e cantora foi desclassificada.
Maria não será substituída.
O paredão desta terça-feira, entre Arthur, Bárbara e Natália, está mantido”.
VÍDEO: Veja 5 momentos chocantes de ‘Big Brothers’ pelo mundo
Antes do ‘BBB22’, Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de ‘Big Brothers’ pelo mundo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Clube da Esquina’, álbum que mostrou admirável mundo novo à MPB, conserva a chama da juventude aos 50 anos


Lançado em março de 1972, o disco duplo de Milton Nascimento e Lô Borges é glorificado por ter posto Minas Gerais no mapa-múndi da música com frescor pop. ♪ MEMÓRIA – Álbum que expôs admirável mundo novo na música brasileira ao ser lançado em março de 1972, Clube da Esquina conserva todo o frescor ao completar 50 anos, já eternizado como um dos melhores discos do mundo em todos os tempos.
Com 21 músicas que ultrapassam uma hora de som, o álbum duplo é a pedra fundamental de movimento musical que, orquestrado por Milton Nascimento, deu contorno pop ao som de Minas Gerais sem jamais ter ficado restrito às fronteiras de Belo Horizonte (MG). Até porque grande parte do repertório foi composta em 1971 em espécie de residência dos músicos e compositores em casa de praia situada em Mar Azul, balneário litorâneo da cidade fluminense de Niterói (RJ).
Embora oficialmente creditado a Milton Nascimento e a Lô Borges, então com 30 anos e 20 anos, respectivamente, o álbum Clube da Esquina é trabalho de grupo. Um disco de amigos e de banda formada por músicos do naipe do baixista Luiz Alves, do guitarrista Nelson Angelo e do baterista Robertinho Silva, cujo batuque remeteu aos tambores de Minas neste álbum que eletrificou o som de Milton Nascimento.
O álbum Clube da Esquina foi organizado conceitualmente pelo poeta e compositor fluminense Ronaldo Bastos, letrista de seis das 21 músicas do álbum – obras-primas como Cais, Cravo e canela, Nada será como antes (apresentada a rigor em 1971, em disco de Joyce Moreno), Nuvem cigana, O trem azul e Um gosto de sol.
Niteroiense, Bastos orquestrou o conceito poético do disco, tendo como norte a música genial composta por Milton Nascimento e Lô Borges com parceiros letristas como os mineiros Fernando Brant (1946 – 2015) e Marcio Borges, além do próprio Bastos.
De certa forma, pode-se afirmar que o Clube da Esquina começou a existir há 60 anos, em 1962, ano em que Milton, artista acidentalmente nascido na cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 1942, migrou para Belo Horizonte (MG), vindo de Três Pontas (MG), cidade interiorana onde se criou.
Na capital mineira, Milton tomou contato com a efervescência musical de BH – caindo na noite da cidade com o amigo de fé Wagner Tiso – e fez mais amigos ao morar no lendário Edifício Levy, onde então residia a família Borges, dos irmãos Lô e Marcio.
Com Marcio Borges, Milton desenvolveu a obra como compositor e uma amizade que floresceu a partir de ida ao cinema para ver o filme francês Jules et Jim (1962).
Milton logo se revelou um gênio da MPB, avalizado inicialmente pela visionária Elis Regina (1945 – 1982) – cantora que deu voz à Canção do sal (Milton Nascimento, 1965) em álbum de 1966 – e alçado à condição de ídolo na plataforma de festival da canção de 1967 ao defender Travessia, primeira parceria da obra fundamental construída com Fernando Brant.
Contudo, muito do admirável mundo novo que se abriu para a MPB em 1972, com o álbum Clube da Esquina, foi também fruto da inspiração de Lô Borges, desbravador de inventivos caminhos harmônicos e melódicos. Sintomaticamente, é de Lô (com versos de Ronaldo Bastos) a música que abre o álbum duplo na voz de Milton Nascimento, Tudo que você podia ser.
Lô era um garoto que idolatrava os Beatles, mas soube ter os Fab Four como referência ao criar a própria identidade como compositor de músicas como Um girassol da cor de seu cabelo, Estrelas e Trem de doido (as três letradas pelo irmão Marcio Borges), contribuindo decisivamente para o frescor pop que ainda se conserva intacto em 2022, 50 anos após a edição pela gravadora Odeon do LP duplo – cuja capa igualmente dupla expôs foto de Cafi (1950 – 2019) que se tornou quase tão icônica quanto o disco em si – em que as 21 músicas eram distribuídas em quatro lados.
Já Milton trouxe a referência da música moura ouvida nas Geraes, do som sacro das igrejas, da latinidade sul-americana – explicitada em San Vicente (Milton Nascimento e Fernando Brant), música evocativa dos tempos sombrios do Brasil em 1972, atmosfera pesada também abordada nos versos escritos por Brant para Saídas e bandeiras, música cantada por Milton com Beto Guedes – e da latinidade espanhola, evidenciada na regravação de Dos cruces (Carmelo Larrea, 1952), uma das duas músicas do álbum selecionadas fora do trilho autoral dos compositores do Clube da Esquina.
A outra música vinda de fora foi Me deixa em paz (Monsueto Menezes e Airton Amorim, 1951), samba redimensionado no dueto de Milton com Alaíde Costa, cantora carioca surgida no universo da bossa nova e até então esquecida. Ao tornar Me deixa em paz um lamento, ecoando toda a dor e as lágrimas que descem sobre a pele escura desde que o samba é samba, Alaíde renasceu artisticamente ao lado de Milton.
Dentro do amalgama de referências reprocessadas que gerou o som singular do álbum Clube da Esquina, havia também o jazz, as conquistas harmônicas da bossa nova – determinantes na formação musical de Toninho Horta, guitarrista solista d’O trem azul – e a música erudita, uma das bases da formação de Wagner Tiso, arranjador que dividiu a função com Eumir Deodato com supervisão musical de Milton Nascimento, ainda que o maestro Lindolpho Gaya (1921 – 1987) tenha sido creditado oficialmente como diretor musical do disco por estar vinculado à gravadora Odeon.
Com todos esses elementos sonoros, Milton organizou o movimento que nunca pretendeu ser um movimento musical. Mas que se tornou, sim, um movimento pop que ganhou relevância universal com o passar dos anos. A esquina sempre foi mais metafórica.
Se existiu uma esquina de fato, parece ter sido a que promoveu o cruzamento de Milton Nascimento com Lô Borges em bar de Belo Horizonte (MG), nos idos de 1969, na ocasião em que Lô pediu ajuda para finalizar a música que se chamaria Clube da Esquina e que foi apresentada no quarto álbum do mentor do movimento, Milton (1970), gravado com o grupo Som Imaginário.
Com Clube da Esquina, álbum na qual aparece a canção Clube da esquina 2 (Milton Nascimento, Lô Borges e Marcio Borges), Bituca – como Milton é chamado pelos amigos no meio musical – pôs Minas Gerais no mapa-múndi da música.
De tudo, essa turma agregadora (se) fez canção. E tudo parece ter sido feito sem pretensões por um grupo de amigos que ardiam na fogueira das paixões pela vida, com a chama da juventude.
Por ter apreendido esse espírito de juventude da turma em 1972, o álbum Clube da Esquina completa 50 anos sem nunca envelhecer, como os sonhos de fraternidade daquela turma que, sem saber e sem querer, dividiu águas e fez história na música brasileira há 50 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tico Santa Cruz se revolta com chacota de Digão do Raimundos sobre saúde mental: ‘Maldade e canalhice’


Tico saiu do Facebook e começou tratamento psicológico. Digão escreveu: ‘Bom dia para quem trabalha e não precisa sair de rede social por problema de saúde mental’. Até ator Heitor Martinez defendeu Tico: ‘Que vergonha!’. Tico Santa Cruz, dos Detonautas, e Digão, dos Raimundos
Divulgação / Instagram / Tico Santa Cruz e Alexandre Durão/G1
Tico Santa Cruz, líder dos Detonautas, ficou revoltado com um comentário de Digão, dos Raimundos, ironizando o afastamento de redes sociais por problemas de saúde mental. “Maldade e canalhice”, escreveu Tico.
Tudo começou quando o músico dos Detonautas anunciou que saiu do Facebook e do Twitter por sofrer ataques de ódio e, por isso, estar sofrendo com problemas se saúde mental.
“Procurei um médico – como todos devemos fazer – e estou em processo terapêutico”, ele escreveu na sexta-feira (18). Ele disse que seguiria só postando conteúdos “leves” no Instagram.
“Não me surpreende em nada a quantidade imensurável de ataques, crueldade, incentivo à suicídio e crimes cometidos por pessoas que se dizem “cidadãos de bem” – nada justifica esse comportamento doentio. A nossa sociedade esta apodrecendo – as redes sociais ajudam muito intensificando o comportamento de manada”, Tico escreveu.
No sábado (19), Digão postou uma foto em um avião com a legenda: “Bom dia para quem trabalha e não precisa sair de rede social por problema de saúde mental”.
Digão não citou Tico. Mesmo assim, o líder dos Detonautas ficou revoltado em post no Instagram. Leia abaixo:
“A questão da saúde mental é algo extremamente sério. Devemos ter cuidado e respeito por todas as pessoas e não são poucas, que vem a público expor suas fragilidades, porque são milhões de brasileiros e brasileiras que estão enfrentando inúmeros problemas e precisam de ajuda, não de chacota.
Quando resolvi me afastar por algum tempo das redes, por uma questão séria de saúde mental, foi pra justamente evitar esse tipo de gente e comentário tóxico!
Mas já que o Digão, optou por fazer piada de algo tão importante, e não me surpreende, deixo aqui o registro! Para que vocês entendam de uma vez por todas, o tamanho da maldade e da canalhice que tomou conta desse país!
Podem se degustar com esse banquete de insensibilidade e irresponsabilidade!
Meu compromisso com essa bandeira é sincera e verdadeira! E se você estiver passando por algum momento de dificuldade, não tenha medo dessas pessoas – procure ajuda!”
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Artistas defenderam Tico Santa Cruz no post. O DJ Long Beatz escreveu: “Esse cara e uma vergonha pro rock ! Quem é digao raimundos? Surfo no hype do rodox!”. O ator Heitor Martinez Melo comentou: “Que vergonha!”
Os Detonautas são atração do festival Lollapalooza 2022. Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida também tocam entre os dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA.
Lollapalooza 2022: Programação tem Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky e Martin

Fonte: G1 Entretenimento