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Por que uma grandiosa exposição no Rio em 1922 foi esquecida enquanto a Semana de Arte Moderna ainda é debatida


Exposição do Centenário da Independência teve 2.500 metros quadrados de pavilhões, 10 mil expositores e milhares de visitantes por dia, mas sem mesma relevância dos modernistas na história. Theatro Municipal de SP na época da Semana de 22 e agora
Reprodução/ Fábio Tito-g1
Dois eventos marcaram 1922 no Brasil: um no Rio de Janeiro, então capital federal, e outro em São Paulo, uma cidade que nem de longe tinha o tamanho e a importância que tem hoje.
O primeiro, a Exposição do Centenário da Independência, foi grandioso — 2.500 metros quadrados de pavilhões, sendo 15 estrangeiros, com cerca de 10 mil expositores e milhares de visitantes por dia — e longo, tendo se estendido de setembro daquele ano até abril de 1923.
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O evento foi realizado no antigo bairro da Misericórdia, no centro do Rio. O Morro do Castelo foi derrubado para a construção dos pavilhões da Exposição.
O segundo, a Semana de Arte Moderna, bem mais modesto, reuniu um punhado de jovens artistas, alguns pouco conhecidos ainda, durante apenas seis dias (13 a 18 de fevereiro) de apresentações no Teatro Municipal da capital paulista.
Em 100 anos, a história se inverteu, no entanto. A Exposição está praticamente esquecida, enquanto a última continua sendo debatida e gerando livros, teses e filmes, por exemplo
Para entender por que isso ocorreu é preciso contextualizar os dois eventos.
Segundo o historiador Marcos Napolitano, do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP), o primeiro se inscreve na tradição das grandes exposições universais iniciadas em Londres, em 1851.
“O objetivo desses grandes eventos era ser um ‘espetáculo da civilização industrial’, além de reafirmar as grandes cidades como lugares da modernidade”, explica.
Neles também havia espaço para mostrar povos e culturas consideradas “exóticas” e “primitivas”, para saciar a curiosidade dos visitantes pelo “outro”, o que, obviamente, hoje seria condenado.
“Além disso, essas exposições eram grandes feiras de negócios”, acrescenta Napolitano.
“No caso do Brasil, houve eventos similares anteriores, com destaque para a Exposição Nacional de 1908, também no Rio de Janeiro.”
No caso das brasileiras, diz Napolitano, um dos motivos era mostrar os produtos do país, com foco na produção primária, mas também trazer o espetáculo da civilização para cá, como o cinema e o rádio.
“Um dos grandes sucessos da Exposição de 22, por exemplo, foi o filme de Silvino Santos No País das Amazonas, que apresentava uma visão exótica da natureza brasileira e das populações indígenas, ao mesmo tempo que era uma ode ao progresso civilizatório”, conta.
“Vários filmes produzidos em São Paulo, exibidos no evento, tinham esse mesmo objetivo, qual seja mostrar o progresso industrial, o crescimento urbano e a produção agrícola pujante.”
Olhar para o passado
Para a professora de teoria literária Camila Bylaardt Volker, da Universidade Federal do Acre (UFAC), a principal diferença, em termos políticos, entre a Semana de Arte Moderna e a Exposição do Centenário, é que uma aponta para o futuro, enquanto a outra para o passado.
“Enquanto o evento de São Paulo nos trouxe (ou trouxe para os artistas da época) uma amplidão significativa de possíveis caminhos artísticos e estéticos, o do Rio tentou enaltecer um passado recente na época, que era particularmente difícil para o Brasil”, explica.
Ela lembra que nos cem anos da independência o país deixou de ser colônia, mas, em contrapartida, passou a ser responsável por um sistema político, econômico e social que ainda se beneficiava do colonialismo.
“Foi uma independência conservadora”, diz.
“O Brasil era um império no meio de uma América do Sul republicana, império esse que massacrou o Paraguai, era escravocrata e herdeiro de Portugal. Já a Primeira República é fruto de um golpe militar, não foi propriamente um movimento popular. Mesmo os civis republicanos, que esperavam oportunidades no novo governo, perceberam, após alguns anos de governo de Deodoro da Fonseca, que o país havia mudado de governo sem tocar nas pessoas.”
De acordo com Volker, para um Brasil que ainda tropeçava muito na condução política, econômica, social e militar, a Exposição do Centenário, por mais magnífica que tenha sido, principalmente no campo científico, não conseguiu ressignificar esse passado recente.
“Armou-se (e ela teve um quê militar, efetivamente) de um patriotismo ufanista, que precisava ignorar muitos momentos da história para se estabelecer”, diz.
Napolitano lembra de outro aspecto da Exposição, que foi o de querer mostrar ao mundo um país europeizado e branco, tal como era o horizonte da época, dominado pelo racismo, pela eugenia e pelo arianismo, que tinham prestígio em círculos intelectuais e científicos.
“O Brasil negro era oficialmente apagado, embora estivesse presente nas ruas e na cultura popular do Rio de Janeiro, sede do evento”, diz. “E o indígena era mostrado na chave das representações exóticas e romantizadas do passado colonial e imperial.”
Para a doutora em letras Claudia Vanessa Bergamini, coordenadora do projeto de pesquisa Imagens da Cidade: A Construção do Espaço Citadino em Textos Literários Brasileiros do Século XX e colega de Camila Bylaardt Volker na UFAC, a Semana de Arte Moderna, por sua vez, também tinha um plano ideológico. No caso, um que se amalgamava com a própria noção de independência.
“Ele estava ligado a refazer o percurso de nosso processo colonizador”, explica.
“Queria repensar quem éramos e como nos víamos. Refletir sobre nossa identidade, não da forma ilusória, como outrora os românticos fizeram, quando idealizaram a figura do indígena.”
Para ela, a Semana de 1922 propôs um olhar para o nacional, para o local. No entanto, trata-se de um olhar crítico, irônico, por meio do qual se vislumbra a necessidade de se constituir uma pátria que seja brasileira.
“Longe das tendências europeias, exceto as vanguardas artísticas, as quais, por sua vez, já são vozes dissonantes quanto aos modelos postos”, diz.
“O Modernismo nacional ganha a cena a partir do evento de São Paulo, e é, por isso, uma proposta de ruptura com o passado e de construção de uma literatura a partir de um olhar mais realista para a situação nacional.”
A influência de Mário
Nesse contexto, com o tempo, a Exposição do Centenário foi sendo esquecida e a Semana de 22 se firmando cada vez mais na memória coletiva.
Essa tendência começou a tomar corpo durante o Estado Novo, instaurado por Getúlio Vargas em 1937 e que durou até 1945.
“Os modernistas, tomados no seu conjunto, entraram, às vezes como agentes, outras vezes como objetos, em instituições de poder, como foi o caso do Mário de Andrade”, diz o professor de Literatura, Luís Fischer, do Instituto de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Em sua visão, Mário teve muita influência, primeiro em São Paulo, onde ele foi do Departamento de Cultura, que era uma espécie de secretaria de cultura, e depois no Rio de Janeiro.
O escritor foi um dos ideólogos do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que hoje é o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)”, explica.
“Quem dirigia o órgão, Rodrigo Melo Franco de Andrade, era mineiro e amigo do Carlos Drummond de Andrade e do Gustavo Capanema, que era o ministro da Educação (de 23 de julho de 1934 até 30 de outubro de 1945). Diretamente o Mário era consultado regularmente pelo Rodrigo como gestor do que hoje é o Iphan.”
Fischer acrescenta que, ao mesmo tempo, Mário de Andrade foi uma das pessoas que ajudaram na concepção do Instituto Nacional do Livro e foi por intermédio dele que Augusto Meyer, gaúcho, modernista, saiu de Porto Alegre, em 1937, para criar e dirigir esse órgão.
“São dois exemplos de que a geração modernista estava integrada ao mundo do poder no Estado Novo”, diz.
Além disso, de acordo com Fischer, três eventos sucessivos e concatenados ocorridos em São Paulo ajudaram a difundir e reforçar o modernismo: a própria Semana de Arte de Moderna, a publicação de difusão das obras de Oswald e Mário de Andrade, principalmente nos 1920, e a fundação da USP, em 1934, e outras instituições, como o Departamento de Cultura.
“Isso serviu de trampolim para a afirmação dos valores que vão ser atribuídos retrospectivamente ao evento do Teatro Municipal”, diz.
Na USP, por exemplo, toda área de literatura e sociologia começou a ser dominada por intelectuais paulistas, que vão afirmar os valores modernistas.
“Um caso exemplar desse caminho é o Antônio Cândido, mas também o Sérgio Buarque de Holanda”, explica Fischer.
“É uma confirmação da Semana de Arte Moderna de trás para diante. É nos 40, 50 e 60, que esses dois e outros vão disputando o legado modernista de São Paulo, dizendo, por exemplo, isso aqui estava na nossa cabeça desde 1922.”
São Paulo ganha destaque
Para Napolitano, apesar de certo esquecimento inicial, a Semana de 22 foi ganhando corpo na memória de uma elite cultural e artística, inspirando pesquisas acadêmicas, pautando a crítica literária e artística, gerando trabalhos memorialistas e se consolidando com instituições, sobretudo em São Paulo, como o Museu de Arte Moderna (MAM) e o de Arte Contemporânea (MAC).
Ainda segundo ele, a partir dos anos 1950, a capital paulista consolidou sua posição de grande metrópole cultural brasileira.
“Além disso, grandes nomes do movimento, como Mário e Oswald de Andrade se tornaram ícones culturais importantes, assim como Villa Lobos, recuperados a partir dos anos 1960 em outros contextos, mas sempre ligados à busca da inovação e da ruptura estética que marcaram as vanguardas posteriores”, diz.
Tudo isso ajudou a consagrar a Semana como “monumento” da cultura brasileira.
“A Exposição teve grande impacto à época, mas acho que mobilizou sensibilidades e sociabilidades diferentes, sendo um evento de outra natureza”, explica.
“O Brasil mostrado nela, para si mesmo e para o mundo, ainda era basicamente um país rural, maravilhado em relação ao mundo desenvolvido e exótico em relação às suas próprias gentes. Basicamente, a antítese do que passou a simbolizar a Semana, ao menos na memórias das elites e no mosaico cultural brasileiro.”
Fischer tem outra explicação para a diferença do destino histórico dos dois eventos.
Para ele, a Semana permaneceu na memória coletiva porque seus intelectuais representavam o ponto de vista de São Paulo, que era — e ainda é — o Estado mais rico do país .
“A visão da São Paulo industrial, que nos anos 50 vai ter a indústria automobilística, era absolutamente convergente com a que os modernistas tinham”, afirma.
“A ideia de que ela (a Semana) era protesto e que seus organizadores eram de esquerda é falsa. Eles eram jovens intelectuais, preocupados individualmente com sua obra, mas cujas ideias iam convergindo com esse interesse de reinterpretar o Brasil a partir da posição de São Paulo.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Santos Music Festival recebe a dupla sertaneja Zé Neto e Cristiano em homenagem aos 30 anos da TV Tribuna


Evento ocorreu no Santos Convention Center, no bairro Ponta da Praia, neste sábado (19). Santos Music Festival recebeu Zé Neto e Cristiano e Matheus Fernandes
O Santos Music Festival, realizado em Santos, no litoral de São Paulo, teve como tema os 30 anos da TV Tribuna, afiliada da Rede Globo na Baixada Santista e no Vale do Ribeira, na noite deste sábado (19). A principal atração foi a dupla sertaneja Zé Neto e Cristiano.
Quem abriu os trabalhos foi o artista local Ed Show, que com muito samba e pagode animou quem estava no Santos Convention Center, no bairro Ponta da Praia.
Na sequência, foi a vez de Matheus Fernandes, dono de singles como “Baby me atente” e “Nem Vá”. Em entrevista ao g1, o músico disse que, neste ano, realmente está encontrando os fãs, já que, em 2021, a maioria dos shows ocorreu em plataformas digitais, por conta da pandemia.
Além disso, Matheus Fernandes tranquilizou os fãs, afirmando que 2022 será o ano de novos hits e inúmeras parcerias. “A ideia é que a gente esteja sempre lançando música nova. Tanto com amigos participando quanto eu convidando amigos”.
Santos Music Festival teve show com Zé Neto e Cristiano em homenagem aos 30 anos da TV Tribuna
g1 Santos
Já na madrugada deste domingo (20), por volta das 3h, quem encerrou a noite foi a dupla Zé Neto e Cristiano. Os irmãos apresentaram todas as faixas do novo EP “Tarja Preta”.
No fim de janeiro, a dupla liberou as três primeiras músicas do EP, que foi gravado ao vivo. Ao longo do primeiro semestre, os demais trabalhos devem ser apresentados.
Os sucessos do novo álbum conquistaram o topo do ranking de músicas mais tocadas em diversas plataformas.
O público presente no evento seguiu todos os protocolos de prevenção à Covid-19. Na entrada, foi obrigatório o uso de máscara e a apresentação da carteira de vacinação. Além disso, totens com álcool em gel estavam espalhados por toda a arena.
O Santos Music Festival segue com muita música ao longo deste ano. Os próximos shows estão marcados para abril. No dia 2, a apresentação será da dupla sertaneja Henrique e Juliano, e no dia 20, de Wesley Safadão.
VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinha Abelha apresenta quadro neurológico grave, diz boletim médico


A cantora, da banda Calcinha Preta, permanece internada na UTI de um hospital particular em Aracaju. Paulinha Abelha
Reprodução Instagram
A cantora Paulinha Abelha, da banda Calcinha Preta, apresenta quadro neurológico grave, é o que diz o último boletim médico divulgado no final da manhã deste domingo (20) pelo hospital particular onde ela está internada em Aracaju.
Paulinha permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com o boletim, o quadro clinico é estável e sem necessidade de drogas para manutenção da vida. Ela também permanece em coma e intubada.
Entenda como é o tratamento de diálise para quem tem problema renal
Integrantes da banda, familiares e fãs fizeram mais uma vigília de oração pela restauração da saúde da artista na noite desse sábado (19).
No fim da manhã deste sábado foi divulgado que após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas.
O que diz o novo boletim médico deste sábado sobre estado de saúde de Paulinha Abelha
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Artistas e fãs pedem orações pela cantora Paulinha Abelha
Entenda o caso
Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Paulinha Abelha foi hospitalizada em 11 de fevereiro em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada.
No dia 14, o quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI, além de passar a fazer diálise.
No boletim médico divulgado na tarde da quinta (17), foi anunciado que Paulinha estava em coma, e por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência, mas no fim da noite a situação mudou, e por volta das 23, ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais.
No início da tarde desta sexta-feira (18), o boletim médico informou que a cantora permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora informou ainda que está descartada a possibilidade de morte cerebral, e que nesta tarde ela passa por mais uma sessão de hemodiálise. Informou também que ela está sendo submetida a um novo tratamento, que só deve apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência de Paulinha Abelha para hospital de outro estado, a assessoria informou que não há previsão de quando isso pode acontecer.
Na noite desta sexta-feira (18), segundo o boletim , Paulinha continuava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em coma, mas em estabilidade clínica, sem necessidade de drogas para manutenção da vida, recebendo terapia renal substitutiva sem intercorrências.
Paulinha Abelha em entrevistas à TV Sergipe

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Nada a receber’: como um possível dinheiro retido em bancos divertiu a internet

O serviço oferecido pelo Banco Central foi anunciado em janeiro, mas caiu um dia depois. Seja pelos que descobriram que têm dinheiro retido, ou pelos que não têm nada a receber, situação virou piada na internet. Quem não gosta de receber um dinheiro inesperado – “ou esquecido”? Nas últimas semanas, muita gente correu para a internet para acessar o novo sistema oferecido pelo Banco Central que mostra quem tem dinheiro retido em bancos e instituições financeiras.
Mas rolaram uns perrengues: na primeira versão do sistema, o excesso de usuários fez a plataforma ficar instável e o Banco Central decidiu suspender o serviço. Quase um mês depois, a instituição abriu um site à parte para a realização das consultas.
E expectativas foram criadas: teve gente que se decepcionou ao descobrir que não tinha dinheiro retido, gente que descobriu que tinha o dinheiro, mas só saberia o valor em janeiro… E tanta esperança e decepção fez os internautas esquentarem a web com vários memes. O Túlio Mello mostra no G1 no Youtube como esse “dinheiro em potencial” divertiu a internet.
Como um possível dinheiro retido em bancos divertiu a internet
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Veja mais vídeos do ‘Que meme é esse’

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Hariel celebra o giro do mundo do funk em álbum ao vivo que inclui parcerias com Alok e Rael


♪ O mundo girou mais rápido para Hariel Denaro Ribeiro a partir de 2014. Nascido em dezembro de 1997 na Vila Aurora, na zona norte da cidade de São Paulo (SP), ele já era MC Hariel e tinha quase 17 anos em outubro de 2014 quando jogou na rede a música autoral Passei sorrindo, produzida pelo DJ Penera. O efeito foi viral.
Desde então, o cantor e compositor paulistano foi crescendo e aparecendo no universo do funk, gravado pelo MC com incursões pelo rap e o trap.
Um dos convidados de Gloria Groove no consagrador álbum Lady Leste (2022), Hariel faz a revisão dessa trajetória ascendente em Mundão girão (Warner Music), álbum ao vivo audiovisual captado em show apresentado pelo MC em novembro de 2021 no Espaço das Américas, na cidade natal de São Paulo (SP), com intervenções de convidados como Rael, Filipe Ret, Lauana Prado, MC PH e MC IG.
Capa do álbum ‘Mundo girão – Inéditas ao vivo’
Wirso
O álbum está dividido em duas partes, Inéditas ao vivo e Regravações ao vivo, de subtítulos autoexplicativos. O disco com inéditas entrou em rotação em 21 de janeiro com repertório formado por músicas como Bate pronto (MC Hariel), Exemplos (MC Hariel e 2N), Oportunidade (MC Hariel), Pirâmide social (MC Hariel e Rael), Problemas (Alok e Mc Hariel), Profecia (MC Hariel , Gaab e Lauana Prado), Saudade (MC Hariel, MCc PH e MC IG) e Luxúria ou trauma (MC Hariel e Filipe Ret).
O álbum com onze regravações está disponível desde sexta-feira, 18 de fevereiro, e rebobina sucessos como Passei sorrindo (MC Hariel, 2014), a música-título Mundão girão (MC Hariel, 2015), Maça verde (MC Hariel, 2020) e Ilusão (MC Hariel, MC Davi, Salvador da Rima, Ryan SP e Alok, 2020), música mais conhecida como Cracolândia.
Capa do álbum ‘Mundo girão – Regravações ao vivo’
Wirso

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #182 – Os bastidores da maior maratona de criação do funk brasileiro


g1 entrou na mansão onde os maiores MCs e DJs de SP passam 7 dias para criar juntos mais de 100 músicas. Saiba como são criados os sets que dominam as paradas hoje. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar Bolão, um rei do ritmo na música do Brasil


Morte do baterista e percussionista carioca, aos 68 anos, ‘atravessa’ o samba ♪ OBITUÁRIO – A morte de Oscar Bolão, aos 68 anos, atravessou o ritmo da música brasileira na última quarta-feira. Após dias de internação em centro de emergência do Leblon, bairro onde o carioca Bolão se criou, o ritmista saiu de cena, vítima de complicações decorrentes de covid-19, infecção e quadro de infarto.
Para os cantores e músicos que trabalharam com Oscar Luiz Werneck Pellon (6 de fevereiro de 1954 – 16 de fevereiro de 2022), a música do Brasil perdeu um rei do ritmo. Um entusiasta do samba feito na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ).
As habilidades do baterista e percussionista eram notórias na MPB desde os anos 1970, década em que Oscar Bolão entrou em cena – precisamente em 1975 – como integrante do conjunto Coisas Nossas, criado para louvar e reviver o cancioneiro do compositor carioca Noel Rosa (1910 – 1937).
Não por acaso, foi da letra de uma obra-prima da parceria de Noel com Vadico (1910 – 1962), o samba-canção Feitio de oração (1933), que Bolão extraiu o título do livro que lançou em 2003, Batuque é um privilégio – A percussão na música do Rio de Janeiro.
Trata-se de livro didático, pois, naquela altura, o ritmista já tinha muito a ensinar a músicos e arranjadores, com a autoridade de ter tocado em discos de cantores do quilate de Elizeth Cardoso (1920 – 1990) e Ney Matogrosso – e de ter integrado a Orquestra de Música Brasileira, a Orquestra Pixinguinha e a Orquestra de Cordas Brasileiras.
Pergunte a qualquer músico ou cantor que tenha testemunhado o dom do artista que todos hão de afirmar, com ênfase, que privilégio era tocar com Oscar Bolão em um disco ou em show. Inclusive pelas tiradas de Bolão, frutos do humor mordaz do músico. “O show hoje vai ser um arraso: só se fala de outra coisa na cidade”, era um gracejo do ritmista.
Integrante do Pife Muderno, grupo orquestrado sob a batuta do saxofonista e flautista Carlos Malta, Oscar Bolão deixa disco inédito gravado com o Pife em tributo à obra de Gilberto Gil. O último disco, infelizmente, pois a morte do ritmista atravessou para sempre o samba carioca.
Oscar Bolão (à direita, de camisa branca) na banda Pife Muderno, com a qual gravou disco ainda inédito
Marisa Formaggini / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Trio Black Pantera lança música para queimar o preconceito racial em single do álbum ‘Ascensão’


♪ “Eu sei, nossa simples existência já é uma afronta / Os demônios em você não aguentam ver outro preto que desponta / No estilo Django Livre / Ou no estilo Luís Gama / Representando os ancestrais / Afro Samurais, os filhos de Wakanda”.
Na voz de Chaene Gama, cantor e guitarrista do trio mineiro Black Pantera, os versos da música Fogo nos racistas expõe e reitera a ideologia militante desse grupo de rock pesado.
“Quando falamos em fogo nos racistas, falamos em expor e queimar o preconceito. A ideia é que toda pessoa que luta contra isso traga esse fogo dentro de si”, contextualiza Chaene da Gama, baixista da banda, a respeito do título da composição que assina em parceria com o irmão Charles e com o baterista do trio Black Pantera, Rodrigo Augusto, o Pancho.
Fogo nos racistas é o segundo single do terceiro álbum da banda, Ascensão, programado para ser lançado em 11 de março pela gravadora Deck. O primeiro single, Padrão é o c……, foi lançado em 21 de janeiro.
Com repertório autoral, o álbum Ascensão terá as músicas cantadas pela banda Black Pantera no Rock in Rio 2022. O trio é uma das atrações do palco Sunset em 2 de setembro, dia dedicado pelo festival ao heavy metal.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinha Abelha está intubada e em coma persistente em hospital de Aracaju

O boletim médico foi divulgado no início da noite deste sábado. Paulinha Abelha está intubada e em coma persistente em hospital de Aracaju A informação foi divulgada no início da noite deste sábado (19), em mais um boletim médico sobre o estado de saúde da cantora. Ela está internada há nove dias para tratar problemas renais.
Ainda de acordo com o boletim, ela segue internada na UTI, com quadro clínico em estabilidade, sem febre.
O cantor Daniel Diau, integrantes da banda, familiares e fãs fazem nesta noite mais uma vigília de oração pela restauração da saúde da artista.
No fim da manhã deste sábado foi divulgado que após a investigação com exames complementares, foram afastadas “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não traz mais detalhes sobre quais doenças seriam essas.
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No dia 14, o quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI, além de passar a fazer diálise.
No boletim médico divulgado na tarde da quinta (17), foi anunciado que Paulinha estava em coma, e por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência, mas no fim da noite a situação mudou, e por volta das 23, ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais.
No início da tarde desta sexta-feira (18), o boletim médico informou que a cantora permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora informou ainda que está descartada a possibilidade de morte cerebral, e que nesta tarde ela passa por mais uma sessão de hemodiálise. Informou também que ela está sendo submetida a um novo tratamento, que só deve apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência de Paulinha Abelha para hospital de outro estado, a assessoria informou que não há previsão de quando isso pode acontecer.
Na noite desta sexta-feira (18), segundo o boletim , Paulinha continuava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em coma, mas em estabilidade clínica, sem necessidade de drogas para manutenção da vida, recebendo terapia renal substitutiva sem intercorrências.
Paulinha Abelha em entrevistas à TV Sergipe

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz Lindsey Pearlman é encontrada morta após ficar desaparecida por 5 dias


Polícia de Los Angeles informou que corpo de Lindsey foi encontrado por policiais na sexta-feira (18) em Hollywood. Lindsey Pearlman
Divulgação
A atriz Lindsey Pearlman, de 43 anos, foi encontrada morta na última sexta-feira (18) em Los Angeles, nos Estados Unidos, cinco dias após ter sido declarada desaparecida. A informação é do site “Deadline”.
O corpo de Lindsey foi encontrado por policiais em Hollywood às 8h30 (horário local), de acordo com a Polícia de Los Angeles, que não confirmou a causa da morte. Segundo o “Daily Mail”, ela estava em um carro estacionado próximo ao Runyon Canyon, um parque famoso da região.
Savannah Pearlman, prima da Lindsey, confirmou a morte da atriz: “Estou profundamente triste em informar que eles encontraram Lindsey, e já era tarde demais. Não tenho outras informações sobre o local ou circunstância”.
Vance Smith, marido de Lindsey, publicou em seu perfil no Instagram: “A polícia encontrou Lindsey. Ela se foi. Estou em pedaços”.
Lindsey Pearlman ficou conhecida por participações em séries como “Chicago Justice”, “The Ms. Pat Show”, “Vicious”, “General Hospital” e “Empire”.

Fonte: G1 Entretenimento