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Dave Grohl mata colegas do Foo Fighters em trailer do filme de terror ‘Studio 666’; veja


Filme é inspirado em mansão com fama de mal-assombrada em que a banda gravou seu 10º álbum, ‘Medicine to midnight’. Filme de terror do Foo Fighters: veja trailer
O Foo Fighters divulgou a versão “sem censura” (“red band”) do trailer do filme de terror “Studio 666”. No longa, o vocalista Dave Grohl é possuído e mata os outros integrantes da banda. Clique acima para assistir.
O filme é inspirado na mansão em que a banda gravou seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”. A casa tem fama de mal assombrada, e por isso a banda teve a ideia de fazer o filme que mistura comédia e terror.
Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida são as principais atrações do Lollapalooza 2022, os dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA.
O filme tem previsão de estreia na sexta-feira (25) nos EUA e ainda não tem data divulgada para ser exibido no Brasil.
Dave Grohl no trailer de ‘Studio 666’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Claudia Leitte vai atrás da positividade em single de capa futurista com que anuncia álbum de estúdio


Música ‘De passagem’ abre o ciclo comemorativo dos 20 anos de sucesso da artista. ♪ Single conceituado por Claudia Leitte como “o início de uma nova história”, De passagem é a primeira amostra do álbum de estúdio que a artista pretende lançar no segundo semestre deste ano de 2022.
Em rotação nos players digitais desde sexta-feira, 18 de fevereiro, o single De passagem expõe o rosto da cantora em arte futurista. Já a música em si – composição de autoria creditada a Carol Biazin, Lionel, Lucas Vaz, Nairo, Tiê Castro e Tonny Hyung – tem letra que roça a temática espiritualista sem perder a vibe carnavalesca que caracteriza boa parte do repertório da cantora.
Claudia Leitte se diz em busca da felicidade e da positividade ao dar voz aos versos dessa música inédita, formatada em estúdio com produção musical orquestrada por Lucas Vaz e Tiê Castro.
Capa do single ‘De passagem’, de Claudia Leitte
Divulgação
O single De passagem abre o ciclo de comemorações dos 20 anos de sucesso da artista de origem fluminense e criação baiana, nascida em São Gonçalo (RJ), mas criada desde a primeira semana de vida em Salvador (BA).
Embora tenha entrado em cena em Salvador (BA) no ano de 2000, como vocalista da banda Nata do Samba, Claudia Leite somente começou a chamar atenção como cantora do grupo Babado Novo, cujo primeiro single, Cai fora, foi editado em maio de 2002, o que justifica a celebração das duas décadas de carreira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quarteto Bala Desejo completa narrativa do álbum ‘Sim sim sim’ com edição do ‘Lado B’


♪ Três semanas após lançar o Lado A, apresentado em 27 de janeiro, o quarteto carioca Bala Desejo completa o primeiro álbum do grupo, Sim sim sim, com a edição do Lado B.
Posto em rotação na quarta-feira, 16 de fevereiro, o Lado B dá sequência à narrativa do álbum com mais seis músicas, seguindo roteiro que parte de Chupeta (Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes, Zé Ibarra, Bruno Jablonski, Maria Santos) até desembocar em Cronofagia (O peixe) (Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra).
Leia também: ‘Bala Desejo surge como grande novidade da MPB ao celebrar carnavais passados e futuros’
Capa do ‘Lado B’, disco do grupo Bala Desejo
Divulgação
No meio desse caminho, Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra expõem referências tropicalistas em Lambe lambe (Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes, Zé Ibarra, João Gil) – faixa gravada com as vozes de Anavitória e Rubel no coro – e ressalta a latinidade rítmica das Américas em Passarinha (Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra), música bilíngue escrita em espanhol e em português.
A música-título Sim sim sim (Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes, Zé Ibarra, Bruno Jablonski, Maria Santos) funciona como vinheta em narrativa que prossegue com Muito só (Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra), música antiga, surgida em 2016, quatro anos antes da formação desse quarteto aglutinado na pandemia a partir do agrupamento de Dora, Julia, Lucas e Zé Ibarra em junho de 2020 na casa de Julia, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

Fonte: G1 Entretenimento

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Novo boletim médico da cantora Paulinha Abelha, internada em Aracaju, descarta possibilidade de doenças infecciosas


A cantora está internada há nove dias em hospital particular da capital sergipana para tratar problemas renais. Paulinha Abelha
Reprodução Instagram
O novo boletim médico, divulgado no final da manhã deste sábado (20), sobre estado de saúde da cantora Paulinha Abelha informa que, após a investigação com exames complementares foram afastadas doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade. A cantora está internada há nove dias em hospital particular de Aracaju para tratar problemas renais.
Paulinha permanece na Unidade de terapia Intensiva (UTI) em coma. Ela mantém estabilidade clínica, sem a necessidade de drogas para a manutenção da vida.
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Entenda o caso
Paulinha Abelha foi hospitalizada em 11 de fevereiro em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada.
No dia 14, o quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI, além de passar a fazer diálise.
No boletim médico divulgado na tarde da quinta (17), foi anunciado que Paulinha estava em coma, e por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência, mas no fim da noite a situação mudou, e por volta das 23, ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais.
No início da tarde desta sexta-feira (18), o boletim médico informou que a cantora permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora informou ainda que está descartada a possibilidade de morte cerebral, e que nesta tarde ela passa por mais uma sessão de hemodiálise. Informou também que ela está sendo submetida a um novo tratamento, que só deve apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência de Paulinha Abelha para hospital de outro estado, a assessoria informou que não há previsão de quando isso pode acontecer.
Na noite desta sexta-feira (18), segundo o boletim , Paulinha continuava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em coma, mas em estabilidade clínica, sem necessidade de drogas para manutenção da vida, recebendo terapia renal substitutiva sem intercorrências.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria, Ana Paula Renault, Hariany: Relembre outros casos de desclassificação no ‘BBB’

Em vinte e duas edições, o reality teve sete eliminados sem paredão, sendo quatro homens e três mulheres. O Semana Pop relembra cada um dos casos. Semana Pop relembra os desclassificados nas 22 edições do BBB
Nesta semana, Maria entrou para a história do “Big Brother Brasil”. A atriz e cantora foi desclassificada do jogo após acertar a cabeça da participante Natália com um balde durante o “Jogo da Discórdia”.
Com a saída de Maria, as 22 edições do reality agora contam com 7 desclassificados: sendo quatro homens e três mulheres.
O Semana Pop deste sábado (18) relembra quais foram os participantes que deixaram o programa sem passar pelo paredão. Assista ao vídeo acima.
Veja todas as edições do programa
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rudá K. Andrade, neto de Oswald, conta como uma rã frita inspirou a antropofagia

Neto de Oswald de Andrade e de Pagu conta como os modernistas se organizaram em torno de refeições e diz que foi em um jantar para degustar rãs fritas que surgiu a antropofagia. Rudá K. de Andrade fala sobre Owsald e os modernistas
Rudá K. Andrade herdou o nome do pai. ‘Rudá’ é o deus do amor na mitologia tupi-guarani. Ele é um apaixonado pela história do avô, Oswald de Andrade. O escritor conta como as criações e discussões modernistas aconteciam me torno de uma mesa de jantar ou em um café na São Paulo dos anos 20. Ele também declama “brasil”, poema do avô. Veja no vídeo acima.
Esta entrevista para a GloboNews é a primeira de uma série de conversas publicadas pelo g1 com os herdeiros de artistas da Semana de Arte Moderna, que completa 100 anos.
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O neto de Oswald de Andrade mergulhou nos hábitos do avô e passou a entender o verdadeiro sentido da expressão ‘cultura é comida’. Ele acaba de lançar o livro ‘A Arte de Devorar o Mundo, as aventuras gastronômicas de Oswald de Andrade’.
Rudá K. de Andrade afirma que a Semana de 22 foi organizada em voltas de mesas: ou nos salões, ou na garçonnière de Oswald no centro de São Paulo, ou na casa de Mário de Andrade, ou em qualquer outro café da cidade.
”Eu escrevi um livro sobre a culinária… Eu escrevi um livro que é uma biografia culinária do meu avô, quer dizer: perpasso os caminhos, as refeições, o que ele gostava, as referências de alimentos que ele coloca no texto dele. Eu fui seguindo essa trilha. Mas, assim, a pergunta dentro de mim, que me motivou, foi pensar: ‘poxa, por que eu aprendi desde pequeno a gostar de comer rã?”, conta o neto de Oswald.
Rudazinho é filho do cineasta e escritor Rudá Poronominare Galvão de Andrade, morto em janeiro de 2009. Rudá, o pai, era fruto da união de Patrícia Galvão, a Pagu, e Oswald de Andrade.
O neto do modernista, Rudazinho, não conviveu com o Oswald de Andrade, mas carrega na memória as muitas histórias da família e as heranças culturais, políticas e gastronômicas deixadas por Oswald na literatura.
Nas pesquisas que fez para escrever a biografia culinária do avô, acabou esbarrando em muitos detalhes do dia a dia dos modernistas.
Ele descobriu, por exemplo, o valor para arte brasileira do material recolhido na ‘viagem modernista da descoberta do Brasil’, como foi chamada a aventura de Tarsila do Amaral, de Blaise Cendrars e de Oswald pelo Rio de Janeiro e pelas cidades históricas de Minas Gerais.
A excursão nativista trouxe as paisagens do interior, as cantigas populares e o sabor nativo do Brasil, para a literatura, para a poesia e para as pinturas de Tarsila e dos outros artistas da primeira fase do Modernismo. O resultado viagem foi o movimento Pau-Brasil, de 1924. Foi ali que surgiu a poesia brasileira de exportação.
“O livro Pau-Brasil é a reconstrução dessa História brasileira a partir dessa nova perspectiva moderna que vai ter um embate com essa História oficial, que se conta até hoje nas escolas. Justamente, buscando um deboche, a crítica, o carnaval, essa linguagem festiva”, comenta Rudazinho.
Rudá revelou também que, ao ler os relatos de Raul Bopp, descobriu algo curioso sobre a antropofagia. O quadro ‘Abaporu’ não teria sido a única inspiração para o movimento. A ideia teria surgido em 1928, durante um almoço dos modernistas na zona norte de São Paulo, no bairro de Santana. O prato principal era rã à milanesa.
“A rãzinha lá, frita assim …Pô parece uma pessoa isso aqui. Então somos quase antropófagos, alguém fala. Aí, o Oswald já pega a palavra, já constrói um discurso darwinista, falando que o homem, que as pessoas vieram justamente da rã, que a gente já foi rã um dia e que, portanto, comê-las é um ato antropofágico”, conta o neto de Oswald de Andrade.
Rudá K. Andrade, que segue a profissão do avô, diz que a antropofagia vai além da questão estética e da revolução na linguagem. É um ato de resistência.
“Mastigo, logo existo, danço logo existo. Vivo, logo existo, né? O meu avô me ensinou a gostar do outro, a comer o outro nesse sentido afetivo, de troca, de se relacionar”, afirma o neto do poeta.
Outra característica que a família herdou de Oswald, segundo Rudazinho, é o humor. E também o sarcasmo.
“Meu avô hoje, em 2022… Meu avô hoje, talvez, estaria com uma latinha de spray fazendo algum verso em muro… na parede do Theatro Municipal, pichando o Teatro Municipal”, conclui Ruda K. de Andrade.

Fonte: G1 Entretenimento

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Evandro Mesquita, ‘garoto carioca suingue sangue bom’, chega aos 70 anos com discos à vista e espírito gregário


♪ ANÁLISE – Evandro Mesquita faz hoje 70 anos. Não parece e ninguém diz porque, além da aparência e da alma artística joviais, o cantor, compositor e ator parece encarnar o eterno garoto carioca suingue sangue bom nos discos, nos palcos e nas telas de cinema e TV. Mas é verdade.
Nascido em 19 de fevereiro de 1952, Evandro Nahid de Mesquita passa a integrar o clube dos setentões da música brasileira a partir de hoje.
Em cena como ator desde o início dos anos 1970, década em que foi revelado como integrante do elenco da primeira montagem brasileira do musical Hair e depois integrado à trupe teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone a partir de 1974, Evandro virou popstar há 40 anos.
Foi quando a banda que criou com estética pop evocativa das linguagens do rock e dos quadrinhos, a Blitz, estourou no verão carioca de 1982 e abriu as portas das gravadoras para o rock feito no país e mudou o curso da história da música brasileira (“O rock deu uma blitz na MPB”, gracejaria Gilberto Gil ao refletir sobre o movimento pop dos anos 1980).
Entre idas e vindas, a Blitz continua na ativa em 2022, com quatro discos à vista (um de inéditas, dois de regravações – um com hits e outro com lados B – e um outro com a banda interpretando músicas de vários compositores brasileiros).
E por falar em álbuns, a discografia solo de Evandro contabiliza quatro títulos – Evandro (1986), Planos aéreos (1988), Procedimento normal (1989) e Almanaque sexual dos eletrodomésticos e outros animais (1991) – lançados em breve período de cinco anos.
Esses quatro álbuns esboçaram carreira solo para o cantor que, talvez pelo espírito gregário de Evandro, logo foi interrompida. Evandro Mesquita parece ter vocação para o trabalho em grupo, seja em trupe teatral, em set de gravação de novela ou filme ou numa banda, ainda que ninguém duvide que é dele o espírito que anima a Blitz a seguir adiante nestes 40 anos de vida, celebrados no início deste mês de fevereiro em show no palco do Circo Voador, plataforma carioca que ajudou a alçar a banda carioca ao estrelato imediato.
Sozinho ou em grupo, Evandro parece beber da fonte da eterna juventude. Aos 70 anos, o artista dá a impressão de ter o mesmo espírito jovem e leve de 1982, quando, já com 30 anos, passou a transitar entre o céu e o inferno que regem a vida de um popstar.
Evandro driblou as egotrips, as pressões mercadológicas e seguiu adiante, permanecendo em cena fiel a si próprio, com a aparente leveza de um eterno garoto carioca que gosta de curtir uma praia e surfar nas ondas certas.
Não, não parece, mas Evandro Mesquita já tem 70 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Carinho é massa, mas eu não queria que fosse nessa situação’, diz Daniel Diau, da Calcinha Preta, sobre internação de Paulinha Abelha


A cantora permanece em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelhos, segundo último boletim médico. Paulinha Abelha
Reprodução Instagram/ Arquivo
“Eu sei que os fãs amam Paulinha, gostam do nosso trabalho, gostam da gente, mas é um momento de estarmos dando as mãos, orando, não de estarmos procurando ver o que foi que aconteceu. Vamos orar, porque todos os dias temos uma barreira para quebrar, porque Deus restaura. Eu creio em um Deus que cura”. O desabafo feito nesta quinta-feira (17) à equipe do g1 é do cantor Daniel Diau, diante do carinho dos fãs e das especulações sobre a doença e o estado de saúde da cantora. Paulinha Abelha, internada há sete dias em um hospital particular em Aracaju, com problemas renais, permanece em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho.
O cantor Bell Oliver, integrante da Calcinha Preta, já havia desmentido informações sobre a morte cerebral da artista. “É fake news. A gente fica muito triste. Isso aí é um mal irreversível, que ela teve morte cerebral. Quero aqui dizer para todos os fãs e amigos que ela continua estável. Fiquem tranquilos, vamos continuar nossa corrente de oração”, disse.
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Nas redes sociais artistas e fãs também estão pedindo orações para Paulinha. O cantor Marlus Viana, ex-Calcinha Preta e ex-marido da cantora, disse acreditar em sua recuperação. “Já deu tudo certo”. Já Ana Gouveia, que fez parte da banda em uma das saídas de Abelha, postou uma foto das duas juntas e também pediu orações pelo marido da artista, o modelo Clevinho Santos.
A cantora Walkyria Santos, ex-integrante da Banda Magníficos, escreveu à Paulinha. “Ô minha amiga, toda essa turbulência tá nos deixando aflitos, mas eu tenho toda certeza que nesse mundo não exista quem não te ame, eu creio em sua cura, Deus conhece o seu coração.
Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Entenda o caso
Paulinha Abelha foi hospitalizada em 11 de fevereiro em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada.
No dia 14, o quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI, além de passar a fazer diálise.
No boletim médico divulgado na tarde da quinta (17), foi anunciado que Paulinha estava em coma, e por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência, mas no fim da noite a situação mudou, e por volta das 23, ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais.
No início da tarde desta sexta-feira (18), o boletim médico informou que a cantora permanece em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora informou ainda que está descartada a possibilidade de morte cerebral, e que nesta tarde ela passa por mais uma sessão de hemodiálise. Informou também que ela está sendo submetida a um novo tratamento, que só deve apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência de Paulinha Abelha para hospital de outro estado, a assessoria informou que não há previsão de quando isso pode acontecer.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fashion Week de Londres começa com mistura de Renascimento com grunge


Bora Aksu foi um dos primeiros a apresentar as criações de outono/inverno no evento. Bora Aksu na Semana de Moda de Londres
REUTERS/Henry Nicholls
O estilista turco Bora Aksu misturou Renascimento e grunge para sua mais recente coleção de moda feminina, nesta sexta-feira, quando começou a Fashion Week de Londres.
Aksu foi um dos primeiros a apresentar a criação de outono/inverno 2022, buscando inspiração na poetisa do século 14 Christine de Pizan para seus vestidos femininos e jaquetas sob medida.
Modelos desfilaram na passarela em uma variedade de vestidos esvoaçantes em rosa, creme e diferentes tons de azul. Os vestidos em tafetá e tule eram com babados, pregueados, em camadas, decorados com fitas pretas contrastantes ou com mangas bufantes.
Eles foram combinados com botas rosa estilo grunge e às vezes boinas.
Bora Aksu na Semana de Moda de Londres
REUTERS/Henry Nicholls
“Parece que séculos diferentes se encontram”, disse Aksu à Reuters. “Existem essas referências do início da Renascença e há muito da vibe dos anos 90 com a maquiagem e o momento grunge e as botas e tudo mais.”
Bora Aksu na Semana de Moda de Londres
REUTERS/Henry Nicholls
A Fashion Week de Londres, que vai até 22 de fevereiro, começou no momento em que uma tempestade atingiu o Reino Unido, com a cidade e outras partes do país sofrendo perturbações significativas.
Assim como sua antecessora em Nova York, o evento de Londres, conhecido por apresentar talentos emergentes, é uma mistura de desfiles físicos, apresentações e encontros, além de lançamentos digitais.
Bora Aksu na Semana de Moda de Londres
REUTERS/Henry Nicholls
“Continuaremos a ver essa mistura híbrida porque os estilistas realmente se apoiaram no filme digital como um modo não apenas de criatividade, mas também de mostrar suas coleções”, disse à Reuters a presidente-executiva do British Fashion Council, Caroline Rush.
“Isso tem mudado a forma das semanas de moda daqui para frente.”
Gótico, pérolas, goblincore: Semana Pop explica essas e outras tendências da moda em 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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Redação do Enem 2021 que cita Taylor Swift viraliza, mas é fake: ‘fiz só uma brincadeira; na verdade, citei Aristóteles’, diz autor do texto


Para descontrair após a prova, fã da cantora postou uma introdução falsa com referência à música ‘Don’t Blame Me’. Era apenas uma piada: na prova, ele usou como repertório cultural: trechos da Constituição Federal e menções a filósofos. Taylor Swift no Grammy 2021
Photo by Jordan Strauss/Invision/AP
Para tirarem uma boa nota na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), candidatos costumam memorizar citações de filósofos, sociólogos e escritores. Nada como um trecho de Rousseau para impressionar os corretores. Quem sabe um excerto de Descartes ou duas linhas de Gilberto Freyre.
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Na banca de professores do Twitter, no entanto, os critérios são outros — compartilhar um texto ostentando vastos conhecimentos sobre Iluminismo não vai render “likes”. O que bomba mesmo é escolher uma diva pop e já mencioná-la logo no primeiro parágrafo.
Foi assim que uma dissertação com referência a “Don’t Blame Me”, sucesso da cantora americana Taylor Swift, viralizou nas redes sociais:
Candidato afirma que citou Taylor Swift na redação do Enem
Reprodução/Redes sociais
Um candidato cujo codinome é “Jean Junes” postou o trecho acima, em que cita o hit de Taylor ao escrever sobre o tema proposto no Enem 2021: “invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil’.
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Foram milhares de curtidas em novembro passado, na semana em que o exame foi aplicado. Neste mês, após a divulgação dos resultados, o assunto voltou à tona (e fez ainda mais sucesso nas redes):
Candidato diz que tirou 440 na redação do Enem
Reprodução/Redes sociais
O g1 procurou o candidato (tímido), de 18 anos, que se oculta sob o nome artístico Jean Junes. Teria ele realmente tirado 440 e sido injustiçado por corretores fãs de Katy Perry, rival de Taylor?
Prepare-se para a reviravolta nesta história: tudo não passou de uma brincadeira (contar isso antes seria spoiler!). O autor da piada, de fato, prestou o Enem, mas não se arriscou citando ídolos pop.
“No repertório cultural, coloquei trechos de Aristóteles e da Constituição Federal”, conta.
“Achei o tema difícil e saí muito tenso da prova. Na volta para casa, para relaxar e divertir todo mundo, escrevi essa brincadeira com a citação a uma das minhas músicas preferidas da Taylor”.
Nos comentários, usuários levaram a sério. Houve quem aplaudisse (“criativo!”) e quem “não virasse a cadeira” para ele (“que irresponsável; arriscou uma vaga na faculdade só para fazer palhaçada!”).
“Fugiu do controle. Eu nunca tinha feito tanto sucesso! Não imaginei que a brincadeira fosse se espalhar assim”, diz.
Na vida real, longe dos palcos (e das redes sociais), o resultado foi positivo (nada de nota 440): o aluno tirou 860 pontos e agora tem chances de ser aprovado em biologia na Universidade Federal de Mato Grosso, onde deseja estudar. Ele saberá do resultado na terça-feira (22), quando sair a lista do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).
Será que o mesmo estudante aprontará mais alguma pegadinha em breve? Talvez um TCC fictício citando “Blank Space”?
“Não, não. Vou deixar esfriar um pouco.”
Vamos ver até quando dura a pausa na carreira artística.
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Fonte: G1 Entretenimento