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Quem é a Rato Distópico, performer que virou sensação no relato viral da ‘treta do techno’


Artista de 21 anos da Zona Leste de SP que incorpora rato desfigurado em festas de música eletrônica virou meme após relato surreal de DJ sobre briga com dona de evento; conheça. “Eu nunca me encaixei em lugar nenhum, era deslocado. Comecei a ouvir techno na rua e me descobri como pessoa, ou não-pessoa. Não dançava, tinha vergonha. Mas aquele lugar que não vão julgar, como julgam em outros. É um espaço de liberdade.”
Daniel, de 21 anos, que se apresenta como Rato Distópico em festas underground de SP e virou sensação após relato de DJ sobre festa surreal nas redes sociais
Instagram do artista / Gian Allegretti
A grande sensação das redes sociais nos últimos dias tem 21 anos e se apresenta como um rato desfigurado em festas de música eletrônica em São Paulo. O sucesso veio por causa de uma impactante frase no relato de uma DJ sobre a briga com a dona de uma balada.
No relato sobre a festa, que circula desde quarta-feira (16), e até ganhou a hashtag #TretaNoTechno, a DJ Nicolli Penteado, a Nikktaze, conta que foi chamada para se apresentar na balada Millenium e, enquanto tocava, a responsável pelo evento passou a criticá-la por não tocar como o que era esperado.
Entre vários detalhes surreais que incluem até um suposto psiquiatra usando drogas sabor baunilha e morango, a DJ diz que as artistas contratadas para fazer performances, enquanto ela discotecava, se recusaram a subir no palco. “A rato distópico foi a única quem ficou do meu lado”, diz a DJ.
Foi o bastante para fazer a Rato Distópico passar a ser citada milhares de vezes no Twitter, com dúvidas, admiração e curiosidade. Quem é, afinal, a Rato Distópico?
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Rato Distópico é Dani Daniel, artista de 21 anos, da Zona Leste de São Paulo, que criou a personagem em 2018, depois de andar com a turma do punk e até do reggae e se embrenhar em pesquisas da cultura cyber. Daniel tem gênero não-binário (não se identifica como homem nem mulher).
“Eu sempre tive a ideia do rato, porque rato é aquela coisa: não vive, sobrevive”, explica. “Estão em lugares que não são deles, mas existem ali. É contaminar e persistir nos espaços. É uma analogia com o meu tipo de corpo e das pessoas próximas, que sobrevivem.”
Rato Distópico no Instagram
Gian Allegretti
As feições de um rato desfigurado por vezes compõem seu visual, mas aparecem também outros itens para o figurino, composto por maquiagens elaboradas, com direito a lentes de contatos coloridas, o que rende o desconforto para quem vê. também faz parte da performance.
“A arte é essa, é causar incomodo, causar sensações nas pessoas para elas refletirem”, diz. Rato ressalta a importância desses espaços para a expressão artística.
“Eu nunca me encaixei em lugar nenhum, era deslocado. Comecei a ouvir techno na rua e me descobri como pessoa, ou não-pessoa. Não dançava, tinha vergonha. Mas vi aquele lugar que não vão julgar, como julgam em outros. É um espaço de liberdade.”
Rato Distópico no Instagram
Eduardo Horie/Gian Allegretti
Na mesma época, organizou com outros artistas o coletivo Metanoia, que hoje conta com mais cinco performers, residentes na festa Blum SP.
Na Millenium, festa que repercutiu esta semana, Rato saiu na defesa da DJ Nikkatze, depois de receber críticas da responsável pelo evento.
“Colocaram ela para tocar às 3 da manhã, e a pesquisa musical dela é mais low (de bpm, batidas por minuto, mais baixo) e não se põe nesse horário alguém que toca mais low”, lembra.
“Começaram a pedir para aumentar o bpm (as frequência das batidas), mas não é esse o trabalho dela. É como se interferissem em uma performance minha e mandarem eu mudar o movimento”, diz.
Rato tem se divertido com a repercussão, incluindo os memes. “Até sabia que podia rolar alguma coisa, mas não tanto assim. Fiquei chocado”, afirma.
“Estou gostando porque é uma forma de mostrar uma cena que existe e não é sobre drogas, é sobre arte.”
Gótico, pérolas, goblincore: Semana Pop explica essas e outras tendências da moda em 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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Funk em disputa: sócios da Kondzilla Records rompem e brigam até por nome da empresa


Marca mais conhecida do funk de SP começou com clipes e abriu agência de MCs com famosos como Kevinho, Kekel e Jottapê. Agora, fundador Konrad e sócio Portuga entraram em disputa. Konrad Dantas, fundador da Kondzilla (esquerda) e Marcelo Portuga (direita, no centro), ao lado dos MCs Matteuzinho, Tainá Costa, Jottapê e Kevinho
Fábio Tito / G1 e Reprodução / Instagram
A Kondzilla, marca mais conhecida do funk de SP, é o centro de uma disputa entre os dois sócios da empresa que cuida do agenciamento de alguns dos maiores artistas do estilo. São 50 artistas no elenco, como Kevinho, Kekel, Jottapê, Lexa, Tainá Costa, Fióti, Lan e Dani Russo. Os dois sócios são:
Konrad Dantas, que tem o apelido de Kondzilla e fundou a companhia em 2012, inicialmente como uma produtora de clipes;
Marcelo Portuga, que se associou a Konrad em 2017 para fundarem uma empresa de agenciamento de artistas, a Kondzilla Records.
O g1 encontrou Portuga em um evento da maior rival da Kondzilla, a GR6. Ele disse que vai seguir com a agência e seus 50 artistas, mas usando o nome KZMP Records. Já Konrad diz que ele não tem o direito de usar outro nome na empresa que não seja Kondzilla. Ouça o podcast e leia mais a seguir:
A disputa ficou aparente para todos os fãs de funk no início de 2022, quando as redes sociais da Kondzilla Records apareceram com outro nome, KZMP Records. Só no Instagram, são mais de 2,5 milhões de seguidores. As redes são tocadas por Marcelo Portuga.
A Kondzilla tem 4 áreas de atuação:
Kondzilla Filmes – produção audiovisual, área inicial de atividade. Eles fazem não só clipes, mas também séries, como o sucesso “Sintonia”, em parceria com a Netflix. Konrad é o fundador e diretor dessa área.
Licenciamento de produtos
Portal Kondzilla – notícias
Kondzilla Records – agência de artistas, gravadora e editora de músicas, criada em parceria pelos dois. É nesta atividade, exercida por uma empresa separada, com Portuga e Konrad como sócios, que acontece a disputa.
Encontro em 2017…
Portuga foi sócio da GR6, concorrente da Kondzilla, até 2017. Ele rompeu com a empresa e levou parte dos artistas, inclusive o estourado MC Kevinho, se uniu ao dono do maior canal de vídeos de funk do Brasil e fundou a Kondzilla Records.
O rompimento de Portuga com a GR6 e sua união com Kondzilla foi uma revolução no funk de SP, e marcou um momento de expansão e disputa das duas empresas. Houve até uma “guerra de contratação de MCs”.
Antes disso, a GR6 e a Kondzilla eram parceiras. A primeira agenciava os maiores artistas; a segunda produzia os maiores clipes. Quando Portuga rompeu com a GR6 e abriu um setor de agenciamento de cantores na Kondzilla, começou a guerra.
Rodrigo Oliveira, dono da GR6, revidou, e passou também a investir em clipes. Em junho de 2019, o g1 contou como ele conseguiu tirar parte da audiência da Kondzilla no YouTube e esquentar a batalha entre as duas maiores empresas do funk de SP.
… e treta em 2022
Na semana passada, a GR6 anunciou a contratação de MC Dede, que era da Kondzilla Records. Portuga se reaproximou de Rodrigo, como o g1 comprovou no evento da GR6.
Portuga diz que está “revendo os termos da sociedade” com Konrad Dantas. Ele não quis entrar em detalhes sobre o motivo desentendimento com Konrad, mas afirmou que abandonar o nome Kondzilla Records não foi uma decisão repentina, e o desgaste vem de muito tempo.
O advogado de Portuga, Pedro Vale, diz que, na prática, a gravadora só passou a usar outro nome – que é, inclusive, o nome de registro original da empresa, KZMP. Ela continua em atividade plena com o seu elenco de artistas.
Pedro afirma que o ajuste dos termos da sociedade entre os dois está sendo feito de forma direta e não há uma disputa judicial.
Konrad diz que tem que ter a marca Kondzilla
Através de um comunicado por e-mail, Konrad diz que não concorda com a atividade da empresa com o nome KZPM. Leia o texto, assinado pelo advogado dele, Caio Mariano:
“A marca KondZilla Records constitui o elemento central dos negócios desenvolvidos pelas sociedades detidas por Konrad Dantas e Marcelo Augusto Gonçalves (Portuga). A utilização de qualquer outra marca fere as regras contratuais estabelecidas pelos sócios, exceto se aprovada por ambos, o que não ocorreu. Sendo assim, elas somente podem operar com as marcas KondZilla Records.”
Konrad disse, através de sua assessoria de imprensa, que vai “tomar providências” para interromper o uso da marca KZMP pela empresa, mas não quis informar que tipo de medidas irá tomar.
Pedro Vale disse ao g1 que a empresa vai seguir usando o nome de registro KZMP e que não há documentos que comprovem a obrigação contratual de usar o nome Kondzilla Records, ao contrário do que diz o comunicado enviado pelo advogado de Konrad.
MC Kevinho
Iude Richele / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone canta Fagner e Zeca Baleiro em álbum feito sob direção artística de Zélia Duncan


Single ‘Haja terapia’ apresenta gravação elegante de canção poética de Juliano Holanda sobre os ‘tempos encardidos’ da era pandêmica. ♪ Música que se destacou em 2003 na safra autoral do álbum lançado por Raimundo Fagner com Zeca Baleiro, Dezembros ganha a voz de Simone. Parceria de Fagner e Baleiro com o poeta Fausto Nilo, autor da letra, a balada Dezembros é uma das músicas selecionadas para o repertório do álbum gravado pela cantora em 2021, no estúdio da gravadora Biscoito Fino, sob direção artística de Zélia Duncan e com produção musical de Juliano Holanda.
O primeiro single do álbum, Haja terapia, entra em rotação a partir desta sexta-feira, 18 de fevereiro, apresentando regravação de canção de Juliano Holanda, lançada pelo autor no ano passado no disco Por onde as casas andam em silêncio (2021).
Aos 72 anos, completados em 25 de dezembro, Simone canta Haja terapia com suavidade, dando voz – posta com elegância sobre a trama de violões que conduz o arranjo embasado com percussão – aos versos dessa canção em que Holanda expõe angústias e cansaços da era pandêmica em letra de alto teor poético, soprando alguma esperança no verso “Mas há algo de flor e de asfalto nesses tempos encardidos”.
Sucessor do disco É melhor ser (2013) na obra fonográfica da Cigarra, o primeiro álbum de Simone em nove anos será lançado neste primeiro semestre de 2022 pela gravadora Biscoito Fino.
Trata-se do 42º título da discografia da cantora, se incluídos na conta os três álbuns coletivos do início da carreira da baiana da gema – gravados ao vivo e lançados entre 1973 e 1974 – e os cinco álbuns em espanhol feitos entre 1991 e 1998 para o mercado latino de língua hispânica.
Capa do single ‘Haja terapia’, de Simone
Nana Moraes

Fonte: G1 Entretenimento

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Ivete Sangalo lança single com Iza, ‘Salve baby’


♪ Salve baby é o nome da música inédita gravada por Ivete Sangalo com Iza e apresentada na noite desta quinta-feira, 17 de fevereiro, na série documental Onda boa com Ivete. O single Salve baby chega ao mundo digital na sexta-feira, 18, encerrando a série de colaborações da artista baiana para essa produção televisiva.
A gravação de Salve baby flerta com o reggae e, como informado na capa do single, cita Vamos fugir (Gilberto Gil e Liminha, 1984).
Antes do dueto com Iza, Ivete lançou singles com músicas gravadas com Carlinhos Brown, Gloria Groove, Vanessa da Mata e Agnes Nunes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Acadêmicos, amigos e personalidades lamentam morte de Candido Mendes


Professor, ensaísta e integrante da Academia Brasileira de Letras morreu aos 93 anos de embolia pulmonar na tarde desta quinta-feira. O acadêmico Candido Mendes durante debate na Associação Brasileira de Imprensa, no Rio de Janeiro, em foto de março de 2016
Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo
Acadêmicos, amigos e personalidades lamentaram a morte do professor e ensaísta Candido Mendes nesta quinta-feira (17). O integrante da Academia Brasileira de Letras (ABL) morreu no Rio de Janeiro, vítima de embolia pulmonar. Veja a repercussão abaixo:
Merval Pereira, acadêmico da ABL:
“Candido Mendes era um dos maiores intelectuais brasileiros. E era um intelectual de ação. Sua voz potente transmitia suas convicções. Ele foi um dos principais intelectuais brasileiros lutando contra a ditadura militar. Criou um dos principais centros de pesquisas social e política do Brasil, o IUPERJ. E à frente da Academia da Latinidade, que reunia expoentes e intelectuais de vários lugares do mundo, como Alain Touraine, Edgar Morin, Hélio Jaguaribe, Jean Baudrillard e Renato Janine Ribeiro fazia seminários internacionais debatendo as principais questões do mundo. Era sempre um ativista no sentido de ajudar, na medida da sua possibilidades – e eram muitas, porque o Cândido Mendes era múltiplo – a melhorar a situação do país e do mundo”.
Joaquim Falcão, acadêmico da ABL:
“Cândido Mendes foi líder da democracia onde atuou. Líder cristao , além do apenas católico. Tinha a ousadia da coragem do pensar , e do fazer. Era um fazedor de compreensões sobre nós mesmo. Ele nos explicava. Espelho das liberdades necessárias.”
Gilberto Gil, cantor:
“Com muita tristeza recebemos a notícia do falecimento do acadêmico Candido Mendes. Na foto, um registro afetuoso do último encontro de Gil com o professor e a Doutora Margareth Dalcolmo, em agosto do ano passado no Rio de Janeiro.”
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Felipe Santa-Cruz, advogado:
“O professor Cândido Mendes defendeu meus tios na ditadura e foi meu primeiro empregador. Culto, democrata e dono de espírito público único viveu uma vida plena e espalhou na terra os frutos da sua fé. Descansará entre os justos.”
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Cláudia Costin, professora da FGV:
“Estive com ele logo antes da pandemia. Que triste perda!”
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Candido Mendes
Guilherme Gonçalves/Arquivo ABL
O corpo de Candido Mendes será cremado nesta sexta-feira (18). Informações sobre local e horário do sepultamento ainda não foram confirmadas.
Candido Antonio Mendes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro em 3 de junho de 1928. Foi professor, educador, advogado, sociólogo, cientista político e ensaísta brasileiro.
Deixa viúva, a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo, além de filhos e netos.
O presidente da ABL, Merval Pereira, determinou o cumprimento de luto de três dias e que a bandeira da Academia fosse hasteada a meio mastro.
Trajetória
Bacharel em direito (1950) e filosofia (1951) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e doutor em Direito pela Faculdade Nacional de Direito, na Universidade do Brasil.
Foi o quinto ocupante da cadeira nº 35 da Academia Brasileira de Letras, eleito em 24 de agosto de 1989, na sucessão de Celso Cunha.
Entre suas obras publicadas destacam-se: “Nacionalismo e Desenvolvimento” (1963), “O País da Paciência” (2000), “Subcultura e mudança: por que me envergonho do meu país” (2010), “A razão armada” (2012), entre outras.
Cândido Mendes atuou como professor universitário (assistente, titular, chefe de Departamento) nas universidades: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ); Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getulio Vargas (FGV); Faculdade de Direito Candido Mendes; Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro; Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ). Foi reitor da Universidade Candido Mendes (1997).
Possuía ainda uma extensa atuação como professor visitante em universidades do exterior, como Brown University, New York University, New Mexico University, University of California (LA), Stanford, Columbia e Harvard, entre outras.
O professor também foi membro do Conselho de Cooperação Educacional com a América Latina, do Education and World Affairs (1968), membro do Conselho Diretor do International Institute for Educational Planning (IIEP) – 1976-85 e Presidente do Comitê de Programas do International Social Science Council (ISSC), 1974 – órgão representativo das organizações não-governamentais de Ciências Sociais reconhecidas pela UNESCO e Presidente do Instituto do Pluralismo Cultural, entre outros.

Fonte: G1 Entretenimento

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Candido Mendes morre aos 93 anos no Rio de Janeiro


Professor morreu de embolia pulmonar na tarde desta quinta. Cândido Mendes morreu aos 93 anos no Rio
Reprodução/TV Globo
O acadêmico da Academia Brasileira de Letras (ABL), professor e ensaísta Candido Mendes de Almeida morreu na tarde desta quinta-feira (17) no Rio de Janeiro, vítima de embolia pulmonar.
O corpo será cremado nesta sexta-feira (18). Informações sobre local e horário do sepultamento ainda não foram confirmadas.
Candido Antonio Mendes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro em 3 de junho de 1928. Foi professor, educador, advogado, sociólogo, cientista político e ensaísta brasileiro.
Deixa viúva, a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo, além de filhos e netos.
O presidente da ABL, Merval Pereira, determinou o cumprimento de luto de três dias e que a bandeira da Academia fosse hasteada a meio mastro.
Candido Mendes
Reprodução
Trajetória
Bacharel em direito (1950) e filosofia (1951) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e doutor em Direito pela Faculdade Nacional de Direito, na Universidade do Brasil.
Foi o quinto ocupante da Cadeira nº 35 da Academia Brasileira de Letras, eleito em 24 de agosto de 1989, na sucessão de Celso Cunha.
Entre suas obras publicadas, destacam-se: “Nacionalismo e Desenvolvimento” (1963), “O País da Paciência” (2000), “Subcultura e mudança: por que me envergonho do meu país” (2010), “A razão armada” (2012), entre outras.
Cândido Mendes atuou como professor universitário (assistente, titular, chefe de Departamento) nas universidades: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ); Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getulio Vargas (FGV); Faculdade de Direito Candido Mendes; Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro; Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ). Foi reitor da Universidade Candido Mendes (1997).
Possuía ainda uma extensa atuação como professor visitante em universidades do exterior, como Brown University, New York University, New Mexico University, University of California (LA), Stanford, Columbia e Harvard, entre outras.
O professor também foi membro do Conselho de Cooperação Educacional com a América Latina, do Education and World Affairs (1968), membro do Conselho Diretor do International Institute for Educational Planning (IIEP) – 1976-85 e Presidente do Comitê de Programas do International Social Science Council (ISSC), 1974 – órgão representativo das organizações não-governamentais de Ciências Sociais reconhecidas pela UNESCO e Presidente do Instituto do Pluralismo Cultural, entre outros.

Fonte: G1 Entretenimento

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No Dia Mundial do Gato, descubra cinco mitos sobre os felinos


Veterinária afirmou que eles podem ficar depressivos caso fiquem sozinhos por muito tempo. Gatos não precisam tomar banho. Veja essa e outras curiosidades no Segue o Fio. No Dia Mundial do Gato, descubra cinco mitos sobre os felinos
O Segue o Fio, programa do g1 no YouTube, explicou nesta quinta-feira (17) cinco mitos que são atribuídos aos gatos. Os donos e tutores de felinos celebrado o Dia Mundial do Gato no dia 17 de fevereiro.
A veterinária Melissa Marchiori, especializada em felinos, desmentiu alguns “contos populares” sobre esses animais. (Para ver o vídeo completo do g1 no YouTube, basta clicar neste link.)
Siga o canal oficial do g1 no YouTube
Entenda os 5 mitos
Gatos em clínica veterinária
Arquivo Pessoal
1) São independentes e podem ficar sozinhos
Explicação: “Os gatos são animais companheiros e adoram a presença do tutor. Os gatos amam dormir nas camas, ficar com o dono no banheiro e em outros momentos. Não é indicado que eles fiquem sozinhos (…) Eles amam ter companhias, se não eles ficam, inclusive, depressivos”.
2) Se adaptam em ambientes pequenos
Explicação: “A gente precisa entender que eles precisam de atividades física e mental. Eles podem viver em ambientes pequenos, no entanto, precisamos fazer uma ‘gatomização’ do local. Coloque nichos para eles subirem, dê brinquedos para eles brincarem, que eles possam fazer atividade mental”.
3) Dormem a maior parte do dia
Explicação: “Os gatos adoram acordar a gente no meio da madrugada, brincar com a gente no fim do dia e no início da manhã. Eles dormem bastante, mas não é a maior parte do dia. Eles gostam bastante de brincar”
4) Precisam de banho
Explicação: “Gatos não precisam tomar banho, eles são extremamente higiênicos, o gato não tem odor (…) Quando a gente dá banho neles, a gente tira o cheiro natural deles. Isso incomoda bastante, pode deixá-los doentes”.
5) Gato e cachorro não se dão
Explicação: “Gatos e cães podem viver em harmonia, contanto que seja feito um treinamento ou adaptação para que isso aconteça (…) O gato tem um estilo mais autoritário, mas eles podem viver em harmonia. Eu indico cães e gatos vivendo juntos”
Como se inscrever
Para seguir o g1 no YouTube é simples, basta clicar neste link.
Ou você ainda pode acessar o canal do g1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito.
Gato dentro de caixa de papelão
Arquivo Pessoal

Fonte: G1 Entretenimento

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Arthur Aguiar retoma carreira musical com ‘Casa revirada’, single arquitetado com Matheus & Kauan


Confinado na casa do ‘BBB 2022’, artista tem lançada a música inédita que gravou com instrução para ser finalizada com as vozes da dupla sertaneja. ♪ Seis anos após lançar o primeiro e por enquanto único álbum solo, O que te faz bem (2016), Arthur Aguiar retoma a carreira musical neste ano de 2022 no embalo da visibilidade obtida como integrante da atual edição do programa Big Brother Brasil (TV Globo).
Antes de ficar confinado na casa do BBB 2022, o artista carioca deixou gravada a música inédita Casa revirada, composta por Aguiar em parceria com Cantini e Thiagão.
Ao pôr voz em Casa revirada, pouco antes de ser confinado, Aguiar deixou instrução ao empresário do artista para convidar a dupla Matheus & Kauan para gravar participação na música.
Convite aceito, o single com a gravação de Casa revirada com Arthur Aguiar e Matheus & Kauan entra em rotação às 20h desta quinta-feira, 17 de dezembro. A gravação tem produção musical assinada por WR no Beat.
Capa do single ‘Casa revirada’, de Arthur Aguiar com Matheus & Kauan
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta que está em coma


Artista canta forró desde criança e se destaca como uma das principais vozes do forró eletrônico. Paulina Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Reprodução/Instagram/Daniel Diau
Paulinha Abelha, cantora internada em coma após diagnóstico de problemas renais, é uma artista relevante do forró eletrônico.
Ela é vocalista da banda Calcinha Preta, ao lado de Silvânia Aquino, Bell Oliver e Daniel Diau. A história na banda começou no final dos anos 90, quando o empresário Gilton Andrade a descobriu.
Natural de Simão Dias, em Sergipe, Paula de Menezes Nascimento Leça Viana começou a cantar ainda na infância, mas se destacou quando entrou para a banda de forró.
Ela ficou 12 anos como umas das principais vozes do grupo, que tem sucessos como “Você Não Vale Nada”, “Como vou deixar você” e “Louca Por Ti”.
A cantora de 43 anos foi homenageada na música que leva o seu nome, “Paulinha”, outro hit da Calcinha.
A história é que um fã enviou uma carta para ela, o empresário leu e sugeriu que o texto virasse música. Na verdade, acabou virando uma versão de “Without you”, da Mariah Carey. Ouça história no podcast g1 ouviu.
Paulinha saiu da banda para tentar projetos com outros integrantes do Calcinha em 2010, mas não teve muito sucesso.
Ela retornou ao grupo oito anos depois, com Silvânia Aquino, sua grande dupla desde o auge do sucesso.
O Calcinha gravou um DVD de 25 anos em fevereiro de 2020 e retornava à rotina de shows após meses sem apresentações por conta da pandemia.
O último compromisso do grupo até a internação de Paulinha foi a gravação do podcast Podpah, em São Paulo, no dia 8 de fevereiro.
LEIA TAMBÉM: Artistas e fãs pedem orações por Paulinha Abelha

Fonte: G1 Entretenimento

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Tiago Abravanel diz que, após ver casais na festa do ‘BBB’, ficou ‘animado e foi resolver no banheiro’


‘Cada um faz o que pode’, disse o participante do reality aos colegas nesta quinta-feira (17) em conversa sobre a noite de quarta-feira, que teve festa com dois casais Participantes do BBB conversam sobre os casais que ficaram na festa e Tiago Abravanel diz que ‘ficou animado e foi resolver no banheiro’
Reprodução / Globo
Tiago Abravanel disse aos colegas de “BBB22” em conversa nesta quinta-feira (17) que “ficou animado e foi resolver no banheiro” após ver os casais da festa na noite de quarta-feira (16).
Na sala da casa, os participantes conversavam a festa e a “pegação” de Laís com Gustavo e Eliezer com Natália.
Durante os comentários, Douglas disse para Tiago: “Você já estava dormindo, Abrava”.
Tiago respondeu: “Eu não estava dormindo. Eu escutei tudo. Fiquei animado e fui resolver no banheiro. Cada um faz o que pode, né?”.
Questionado por Pedro Scooby, Tiago reafirmou: “Ué, o povo estava animado, me deixou animado, e fui resolver no banheiro”.
Scooby perguntou se ele fez isso “com câmera e tudo”. “Tem outro lugar em que não tenha câmera?”, Tiago respondeu.
Antes do ‘BBB22’, Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de ‘Big Brothers’ pelo mundo

Fonte: G1 Entretenimento