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Gravações do baixista Dudu Lima com João Bosco são editadas em single no formato de LP


♪ Singles editados em vinil, em formato de LP de 12 polegadas, são mimos eventualmente produzidos pela indústria fonográfica – sobretudo na era áurea do LP – para colecionadores de discos, geralmente com uma música de cada lado.
É nesse formato que duas gravações do baixista mineiro Dudu Lima com o cantor, compositor e violonista conterrâneo João Bosco ganham edições físicas que serão disponibilizadas no mercado em 23 de abril, pelo selo inglês Far Out Recordings, para celebrar o Record Store Day, evento fonográfico anual criado em 2007 no exterior para valorizar as lojas de discos, pontos de vendas físicos que se mantém de pé, desafiando a era do comércio de música digital.
Inéditas em vinil, as duas gravações de Dudu Lima com João Bosco – abordagens de O ronco da cuíca (1975) e Incompatibilidade de gênios (1976), dois sambas da parceria de Bosco com Aldir Blanc (1946 – 2020) – foram extraídas dos CDs e DVDs Ouro de Minas (2009) e Ouro de Minas 2 – Gran Circo (2014), respectivamente.
Nesses dois projetos fonográficos, Dudu Lima toca somente músicas de compositores de Minas Gerais. Ambas as gravações do baixista com João Bosco foram feitas em estúdio.
Capa do single ‘O ronco da cuíca / Incompatibilidade de gênios’, de Dudu Lima com João Bosco
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Theatro Municipal de SP orienta uso de banheiro correspondente a gênero com o qual a pessoa se identifica


Cem anos após Semana de Arte Moderna de 1922 discutir a identidade brasileira na arte, placa no banheiro do Theatro Municipal agora traz à tona discussão de identidade de gênero. Placa na porta do banheiro do Theatro Municipal de São Paulo orienta público a usar o banheiro correspondente ao gênero com o qual se identifica
Patrícia Figueiredo/g1
Placas afixadas nas portas dos banheiros do Theatro Municipal de São Paulo orientam o público a usar o banheiro correspondente ao gênero com o qual cada pessoa se identifica. Segundo a administração do Municipal, elas foram instaladas em outubro do ano passado e devem ser substituídas por placas fixas em breve.
“Sinta-se à vontade para usar o banheiro correspondente ao gênero com o qual você se identifica”, diz o aviso.
“De acordo com a lei 10.948/01 e com a recomendação de 16/01/2015 do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais no Artigo 6”, completa a placa.
A orientação na porta dos banheiros ocorre cem anos depois de o mesmo Theatro Municipal receber a Semana de Arte Moderna de 1922, que propôs discussões sobre a identidade brasileira na arte.
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Veja mudanças no Centro de SP e a rota dos modernistas
Placa na porta do banheiro do Theatro Municipal de São Paulo autoriza público a usar o banheiro correspondente ao gênero com o qual se identifica
Patrícia Figueiredo/g1
Durante a Semana de 22, que completou cem anos no domingo (13), artistas como Di Cavalcanti e Anita Malfatti expuseram no teatro obras que propunham a construção de uma arte genuinamente brasileira.
Embora a identidade da arte brasileira tenha sido a principal discussão na época, temas relacionados a gênero também foram abordados, mesmo que indiretamente, pelas obras expostas ou apresentadas.
Críticas a Anita Malfatti
Embora diversos artistas homens tenham exposto obras controversas na Semana de 22, as críticas dos intelectuais que se opunham ao movimento se concentraram nas artistas mulheres, como exemplifica o atrito entre Anita Malfatti e Monteiro Lobato, que ocorreu desde antes do evento no Municipal.
Autora de quadros como “O Homem Amarelo” e “A Estudante Russa”, a pintora Anita Malfatti foi criticada pelo colega desde as primeiras mostras de sua carreira.
Semana de 1922: veja como a pintura modernista mudou os padrões e criou polêmicas
Em um artigo de jornal, o escritor Monteiro Lobato falou sobre Anita.
“Essa artista possui um talento vigoroso, fora do comum. Entretanto, seduzida pelas teorias do que ela chama arte moderna, penetrou nos domínios dum impressionismo discutibilíssimo, e põe todo o seu talento a serviço duma nova espécie de caricatura. Arte moderna, eis o escudo, a suprema justificação”, disse Lobato.
Segundo o historiador Fabrício Reiner, curador da mostra “Era uma vez o moderno”, as obras de Anita são um exemplo perfeito do início do modernismo.
“Anita é a primeira artista brasileira que tem as obras efetivamente modernistas. Ela traz pro país obras de um impacto muito significativo”, diz Reiner.
Mudanças no Municipal
SP dos modernistas: como era o Centro na época da Semana de 22 e como está 100 anos depois
Assim como a arte brasileira, o Theatro Municipal de São Paulo também viu seu entorno, o Centro da capital, sofrer drásticas mudanças entre 1922 e os tempos atuais. Se hoje roubos de celulares, trânsito intenso e aumento na população de rua são alguns dos problemas dos arredores do teatro, na década de 1920 a região vivia um boom econômico, que acompanhava o ainda recente processo de urbanização da cidade.
Os artistas que organizaram a Semana de 1922 participavam ativamente da cena cultural do Centro. A Praça Antônio Prado, onde hoje se ergue o Edifício Altino Arantes, também conhecido como Banespão, era ponto de encontro de intelectuais, que se cruzavam nos cafés e nas redações de jornais como “O Estado de São Paulo” e “Correio Paulistano”.
Até a Semana de 1922, as transformações urbanas ocorriam sob forte influência europeia. O período de 1910 até 1930 foi marcado por grandes obras no Centro da cidade, e as reformas não eram apenas técnicas, mas também ligadas à estética e ao embelezamento da região de acordo com os modelos adotados em cidades como Paris e Buenos Aires.
Em 1911, mesmo ano em que foi inaugurado o Theatro Municipal, o urbanista francês Joseph-Antoine Bouvard foi contratado para realizar um novo projeto para o Vale do Anhangabaú. O paisagista desenvolveu um grande projeto de arborização do vale, que se transformou em parque. A obra só foi possível porque antes, em 1904, um projeto de canalização de rios cobriu o leito do Rio Anhangabaú.
As obra sugeridas por Bouvard para o entorno do vale só foram concluídas nos anos 1920, com a criação de uma praça no início do Viaduto do Chá, a Praça do Patriarca.
No outro extremo do viaduto, dois teatros pontuavam as esquinas da via: o Theatro Municipal, inaugurado em 1911, e o Theatro São José, aberto em 1909 no terreno onde hoje está o Shopping Light.
Antigo Theatro São José, atual Shopping Light
Reprodução/Origem Desconhecida/Cartão postal; Fábio Tito/g1
Entretanto, a coexistência dos teatros durou pouco, já que após a inauguração do Municipal, o Theatro São José passou por um período de decadência porque as principais montagens passaram a ocorrer no concorrente da esquina oposta.
A casa de espetáculos foi desativada em 1919 e, em 1924, o edifício foi demolido para a construção da sede da Light São Paulo, posteriormente ocupada pela Eletropaulo e pelo Shopping Light.
Inauguração do Municipal
Fachada do Theatro Municipal de São Paulo
Celso Tavares/G1
A inauguração do Theatro Municipal ocorreu em setembro de 1911, pouco mais de uma década antes da Semana de 22. Jornais da época destacaram a grande fila de carros que se formou no entorno do teatro em sua noite de abertura. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, da frota de 300 carros daquele ano, cem foram à ópera Hamlet, apresentada na noite de estreia.
Inspirada na Ópera de Paris, a construção era muito aguardada pela elite paulistana. Também causou frenesi a inauguração de um prédio todo iluminado por energia elétrica, que ainda era uma novidade na época.
Teatro Municipal, à direita, e o o Theatro São José vistos de uma varanda do Viaduto do Chá, em foto da década de 1920
Reprodução/Depto. do Patrimônio Histórico do Município de São Paulo; Fábio Tito/g1
A escolha do Municipal como palco para a Semana de 1922 chegou a ser interpretada como uma suposta “democratização” do programa do teatro, que era criticado por favorecer artistas estrangeiros.
No entanto, especialistas como a socióloga Maria Arminda do Nascimento Arruda, ex-diretora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), refutam essa tese.
Abaporu, obra da artista modernista Tarsila do Amaral em frente ao Theatro Municipal de SP, durante comemorações do aniversário da cidade de São paulo
Fábio Tito/G1
Em entrevista ao Jornal da USP no centenário do Municipal, a professora defendeu que o evento foi feito pela elite para a elite. Para ela, a Semana de 22 não representou uma popularização do teatro, embora o movimento modernista propusesse, de fato, uma renovação cultural.
Se durante o evento o Municipal não chegou a ter um público democrática, ao longo dos seus mais de 110 anos o teatro diversificou o programa e recebeu artistas de diferentes estilos, como o rapper Emicida e as cantoras Elza Soares e Elba Ramalho.
O rapper Emicida durante show no Theatro Municipal de São Paulo, registrado no documentário AmarElo
Reprodução/Amarelo
Desde sua construção, o prédio foi alvo de três grandes reformas. A primeira, entre 1952 e 1955, promoveu a troca das cadeiras, além de outras peças do mobiliário, que foram substituídos por peças revestidas em veludo vermelho. Segundo a administração do Theatro, a reforma da década de 1950 também ampliou a Sala de Espetáculos retirando as frisas do fundo, bem como quase todos os camarotes, dos quais restaram os oito ainda existentes reservados a autoridades. Anos depois, em 1969, no lugar dos camarotes demolidos foi instalado o órgão de uma empresa italiana.
A segunda obra de peso ocorreu nos anos 1980 e promoveu a restauração de toda a fachada do prédio, desta vez com grande preocupação em manter as características originais da construção. Além disso, o palco foi modernizado com novos equipamento para cenografia e controle de iluminação.
Em outra grande reforma, entre 2008 e 2011, técnicos refizeram toda a estrutura de sonorização, acústica, mecânica cênica e tratamento acústico do fosso da orquestra. O palco, pinturas antigas e mais de 14 mil vitrais também foram restaurados na ocasião.
Mas as transformações mais recentes no prédio datam de 2018 e incluem a criação de um bar no subsolo do edifício e a adaptação do chamado Salão Dourado para um restaurante especializado em brunch.
Ambiente do Bar dos Arcos, no subsolo do Theatro Municipal de São Paulo
Divulgação/Bar dos Arcos
Inaugurado há pouco mais de três anos, o Bar dos Arcos ocupa um espaço sombrio que, antes, funcionava como uma passagem de ar para a climatização do teatro. Sob as arcadas que sustentam o teatro há mesas altas, salas privativas e até um bar secreto.
O espaço chegou a ter também uma piscina de bolinha escondida, mas, durante a pandemia de Covid-19, este ambiente foi reformado e passou a abrigar uma sala privada com luz vermelha.
Salão Dourado do Theatro Municipal de São Paulo
Reprodução/Bar dos Arcos
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Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar Bolão, um dos maiores bateristas da MPB, morre aos 68 anos


Músico estava internado no CER Leblon, no Rio, em estado grave. Baterista Oscar Bolão
Reprodução/Instagram
Oscar Bolão, um dos maiores bateristas da MPB, morreu aos 68 anos, nesta quarta-feira (16). A informação foi confirmada pelo amigo e músico Carlos Malta.
O músico estava internado em estado grave no CER Leblon, no Rio de Janeiro. Segundo pessoas próximas, Bolão teve Covid no fim de janeiro, chegou a ficar internado, mas recebeu alta e foi para casa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo, no dia 6, data de seu aniversário, Bolão se sentiu mal de novo foi levado para o CER Leblon, com quadro de infarto e uma infecção. Na unidade de saúde, o baterista foi intubado.
Segundo Carlos Malta, Bolão teve várias complicações cardíacas, pulmonares e renais, que evoluíram para um choque séptico nesta madrugada.
Músicos e amigos de Oscar Luiz Werneck Pellon, nome de batismo de Bolão, vinham fazendo uma corrente para pedidos de orações desde que ele foi internado.
Bolão iniciou a carreira na década de 1970 e tocou ao lado de grandes artistas do samba e da MPB, como Ney Matogrosso, Elizeth Cardoso, Nelson Cavaquinho, Marlene, Carlos Malta, entre outros.
Um de seus últimos trabalhos foi a gravação de um novo álbum do Pife Muderno em homenagem a Gilberto Gil.
Nas redes sociais, artistas lamentaram a morte de Oscar Bolão. Veja homenagens abaixo:
Pedro Luis, músico
“Querido, gente boa, talento e um capítulo gigante da história da música brasileira, na prateleira do ritmo: muito obrigado por tudo, tanto mais pela sua gentileza, Oscar Bolão! Já está fazendo uma falta imensa. Que encontros Mudernos e maravilhosos com você e o Pife pude experimentar.”
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Yamandu Costa, músico
“Eterno amigo Bolão. Brasileiro da maior grandeza! Figuras como o Bolão nos ensinam que a viva se vive agora, sem restrições, sem frescuras. Com o olho no que realmente importa! Vá na paz meu camarada! Fez tua história da forma mais sincera e profunda.”
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Teresa Cristina, cantora
“Descanse em paz, Bolão”
Cantora Teresa Cristina lamenta morte de músico: “Descanse em paz, Bolão”
Reprodução/Instagram
Carlos Malta, músico
“A toda família do Bolão meus sinceros sentimentos! Um vazio gigantesco que só pode ser preenchido pelas maravilhosas lembranças de uma vida linda , tocando com ele, compartilhando a felicidade de estar em Pequim e ver as mulheres botando a mão na barriga dele pra terem sorte no casamento… um Buda do Batuque, um músico exemplar, pontual e responsável, um profissional dedicado, artista inquieto e ser humano amoroso. Ainda deu tempo dele gravar o álbum novo do Pife Muderno, homenagem ao Gil… ele dizia… com este show a gente vai tocar pra caramba!!! Vai ser sucesso!!! A vida nos deu Oscar Bolão de presente pra sempre.”
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Pedro Paulo Malta, músico
“Bolão da Humberto de Campos. Das batucadas da Praia do Pinto. Das aulas de Buru, Bituca e Pinduca. Do conjunto Coisas Nossas. Das histórias que contava de seu mestre, Luciano Perrone. Do Sassaricando, do Lamartiníadas (é futurismo, menina…) e outros musicais. De tantos carnavais no Trapiche. Do Rancho Flor do Sereno (gargalhando nas viradas que fazia no maxixe Cigana de Catumby!). De Paquetá, onde fiz essa foto. Da Casa do Choro, onde estivemos juntos a última vez, em dezembro, gravando seu depoimento pra posteridade. Das rodas, do Pife, do chope, das galhofas. Da “bossa nova que não é samba” (ou é?) e tantas outras tretas, boas histórias e memórias melhores ainda. Que saudade eu já estou sentindo de você! Descanse em paz, querido amigo Oscar Luiz Werneck Pellon.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Famosos se solidarizam com chuva torrencial em Petrópolis e pedem ajuda com doações


Fiorella Mattheis, Rodrigo Santoro, Paolla Oliveira, Juliette e Preta Gil estão entre os artistas que postaram sobre os estragos que a chuva causou na região desde terça (15). Morador caminha por rua destruída pela enxurrada em Petrópolis
Bruno Kaiuca/Zimel Press/Estadão Conteúdo
Rodrigo Santoro, Paolla Oliveira e Preta Gil estão entre os artistas que se mobilizaram para pedir doações para famílias atingidas pela chuva em Petrópolis.
A região foi atingida por um temporal na tarde de terça (15), que resultou na morte de, pelo menos, 58 pessoas. Ainda há desaparecidos.
Fiorella Mattheis e Rodrigo Santoro pedem ajuda para região de Petrópolis após fortes chuvas
Reprodução/Instagram dos artistas
A atriz Fiorella Mattheis nasceu em Petrópolis e fez uma série de vídeos muito abalada com a situação da cidade.
“Estou completamente em estado de choque com o que aconteceu em Petrópolis, a minha cidade, cidade em que eu nasci e cresci”.
Saiba como ajudar as vítimas da chuva na Região Serrana do RJ
ANTES e DEPOIS: áreas de morro caíram e centro ficou submerso
“Tenho amigos, família, realmente a gente nunca viveu nada parecido com isso”, continuou Fiorella nos stories.
A atriz afirmou que seus conhecidos estão bem e divulgou imagens de associações que estão recebendo doações.
“Devastador, nunca vi nada igual”, frisou ela.
Veja os posts do artistas abaixo:
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Fonte: G1 Entretenimento

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BTS subirá ao palco na Coreia do Sul pela primeira vez desde início da pandemia


Shows vão acontecer no Estádio Olímpico de Seul nos dias 10, 12 e 13 de março e serão transmitidos ao vivo. BTS faz show no Allianz Parque, em São Paulo, no domingo (25)
BigHit Entertainment Bts/Divulgação
A banda sul-coreana BTS fará os primeiros shows para seus fãs locais desde o início da pandemia de coronavírus, com três shows no mês que vem, informou a agência do grupo nesta quarta-feira (16).
Os shows fazem parte da turnê “Permission to Dance on Stage”, que foi interrompida pela pandemia, e vão acontecer no Estádio Olímpico de Seul nos dias 10, 12 e 13 de março.
Segundo a empresa Big Hit Music, as apresentações serão transmitidas ao vivo.
A volta aos palcos aconteceu em Los Angeles em novembro do ano passado, com direito a fãs sul-coreanas viajando para rever os ídolos.
“Gostaríamos de agradecer a todos os fãs por esperarem pacientemente por um show presencial na Coreia”, disse a empresa em sua plataforma de fãs online, Weverse.
Desde a estreia em 2013, a banda tem liderado uma mania global de K-Pop com músicas e danças cativantes e animadas, bem como letras e campanhas sociais destinadas a impulsionar os jovens.
Vale tudo pelo BTS?
Eles cantaram no Brasil em 2019 em shows com ingressos esgotados. Veja como foi.
A banda de sete membros fez história em novembro, tornando-se os primeiros artistas asiáticos a ganhar o prêmio principal no American Music Awards.
O último show do grupo para os fãs sul-coreanos foi em outubro de 2019, alguns meses antes do surgimento do coronavírus.

Fonte: G1 Entretenimento

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Roblox: o jogo infantil com um problema sexual


Plataforma de game online enfrenta o problema dos ‘condos’, espaços gerados por usuários onde avatares podem fazer sexo virtual. Tele de um ‘condo’ no Roblox onde os personagens virtuais fazem sexo
Reprodução
Aviso: esse texto contém texto e imagens com conteúdo sexual
Um homem nu, usando apenas uma coleira de cachorro e uma guia, é conduzido pelo chão por uma mulher que veste uma roupa de sadomasoquismo. Duas strippers dançam ao lado de um bar.
Um grupo se reúne em torno de um casal que faz sexo à vista de todos. As pessoas observam e de vez em quando fazem comentários.
Um homem veste um uniforme nazista.
Isso não está acontecendo no mundo real – ocorre em uma plataforma de games onde crianças são maioria.
O Roblox é um extenso mundo virtual para os gamers descrito muitas vezes como uma espécie de metaverso primitivo.
‘Roblox’: Entenda o que é a plataforma de games que virou fenômeno entre crianças e adolescentes
É um dos jogos infantis mais populares do mundo. Os números exatos são um pouco nebulosos, mas em 2020 a empresa Roblox disse ao site Bloomberg que dois terços de todas as crianças americanas com idades entre nove e 12 anos usam o jogo.
Em agosto de 2021, um relatório interno apontava que 48 milhões de jogadores acessavam Roblox diariamente.
Levantamento publicado em 2021 pela Pesquisa Game Brasil diz que 43,7% dos gamers brasileiros conhecem Roblox. Já o site PlayerCounter coloca o Brasil como o segundo em número de usuários na plataforma, atrás apenas dos Estados Unidos.
O Roblox permite que os usuários criem e joguem juntos. É uma forma de se conectar, em tempo real, com outras pessoas em um mundo digital.
A plataforma oferece as ferramentas para que os usuários desenvolvam seus jogos, o que é uma diferença marcante em relação a títulos tradicionais do mundo dos games. É um modelo de negócios extremamente bem-sucedido, mas também traz problemas.
Os ‘condos’ são espaços gerados por usuários, onde as pessoas podem falar sobre sexo – e onde seus avatares podem fazer sexo virtual
Reprodução
Os jogos sexuais do Roblox são comumente referidos na plataforma como “condos” [condomínios, em inglês]. São espaços, gerados por usuários, onde as pessoas podem falar sobre sexo – e onde seus avatares podem fazer sexo virtual. Nesses jogos, as regras de Roblox são jogadas pela janela.
A empresa admite o problema: “Sabemos que há um subconjunto extremamente pequeno de usuários que deliberadamente tentam quebrar as regras”, disse um porta-voz à BBC.
Os jogos nos “condos” geralmente ficam ao vivo por um curto período de tempo – geralmente menos de uma hora – antes de serem descobertos e retirados. A companhia diz que está constantemente tentando tirar esses jogos do ar – usando sistemas manuais e automatizados.
“Realizamos uma revisão de segurança de cada imagem, vídeo e arquivo de áudio carregados no Roblox, usando uma combinação de detecção humana e por máquina”, afirmou.
Mas alguns conteúdos explícitos escapam pela rede. É um jogo de “gato e rato”, disse Larry Magid, presidente da ConnectSafely, uma organização sem fins lucrativos que visa a conscientização sobre a segurança online das crianças.
“Há pessoas que estão fazendo de tudo para enganar o sistema”, disse.
Os “condos” não são jogos encontrados facilmente. É preciso uma procura ativa. Mas sua própria existência incomoda pessoas como Magid: “O Roblox é uma plataforma muito popular entre as crianças e permite crianças menores de 13 anos. Por isso há uma responsabilidade especial na proteção de seus usuários”.
A empresa admite o problema: “Sabemos que há um subconjunto extremamente pequeno de usuários que deliberadamente tentam quebrar as regras”
Reprodução
Particularmente preocupante é a potencial convivência de crianças e adultos nesses espaços. Uma parte do jogo tem uma ferramenta de trocas de mensagens onde os usuários podem conversar entre si – e com todos os outros jogadores participantes.
Muito do que é dito nos bate-papos dos “condos” não poderia aparecer em um site de notícias para adultos, muito menos em uma plataforma voltada para crianças.
A empresa Roblox disse à BBC que foram desenvolvidas ferramentas para controle dos pais com o objetivo de “restringir com quem as crianças interagem e quais experiências elas podem acessar”.
Mas isso pressupõe que os pais tenham um conhecimento razoável de tecnologia para definir essas configurações.
O porta-voz enfatizou que os “condos” geralmente são difíceis de serem localizados. Mas a BBC também encontrou linguagem sexual em jogos regulares e aceitos dentro da plataforma.
De acordo com Liraz Margalit, uma psicóloga digital que estuda o comportamento online, as pessoas se comportam de forma diferente no metaverso – basicamente o espírito do comportamento online. “Você tem o anonimato e tem o efeito de desinibição. Esta plataforma oferece a você um parque de diversões para fazer o que quiser”, diz ela.
Na semana passada, a empresa-mãe do Facebook, a Meta, introduziu um novo recurso, chamado de “limites pessoais”, no jogo de realidade virtual “Horizon Venues”.
A plataforma permite que as pessoas se encontrem em diferentes espaços – onde seus avatares podem assistir juntos a jogos, shows ou fazer aulas de ginástica.
As mudanças foram adotadas depois que uma mulher relatou ter sofrido uma agressão sexual virtual na plataforma.
A Roblox disse à BBC: “Temos tolerância zero para conteúdo ou comportamento sexual de qualquer tipo, e tomamos medidas rápidas contra qualquer um que esteja agindo em violação aos nossos padrões da comunidade”.
E alguns dias depois que a BBC apresentou suas descobertas à empresa, a Roblox publicou um post no blog resumindo o que está fazendo para proteger os jovens.
Empresas como Microsoft, Meta e Roblox estão atualmente na corrida para construir metaversos. Mas já há sinais de que têm dificuldade de policiar esses mundos virtuais.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hamilton de Holanda mixa as músicas brasileira e flamenca em álbum com Chano Domínguez e Rubem Dantas


Bandolinista carioca forma trio com o pianista espanhol e o percussionista baiano em disco com tema de Paco de Lucía e com ‘Carinhoso’ na voz de cantora catalã. ♪ O título do álbum Chabem – lançado nesta quarta-feira, 16 de fevereiro, pelo trio formado por Chano Domínguez, Hamilton de Holanda e Rubem Dantas – é formado pela junção sucinta e engenhosa de iniciais e trechos dos nomes dos três músicos unidos pela primeira vez em um disco.
A fusão do título Chabem está em sintonia com a mescla promovida neste disco que mixa a música brasileira feita pelo carioca Hamilton (ás do bandolim que transita com habilidade pelo choro e o samba) com o flamenco tocado pelo baiano Rubem Dantas (percussionista há anos residente na Espanha e responsável por trazer o cajón peruano para o universo da música flamenca) e pelo pianista espanhol Chano Domínguez, virtuose do jazz de acento flamenco que, assim como Rubem Dantas, tocou durante muito tempo com o violonista e compositor espanhol Paco de Lucía (1947 – 2014), uma das referências máximas do gênero.
A propósito, Paco está presente no álbum Chabem em espírito e também no repertório através da abordagem de Zyryab (1990), tema composto pelo músico em parceria com Joan Albert Amargós e gravado por Paco no álbum também intitulado Zyryab.
Pautado pelo improviso, feito pelo trio na fricção entre modernidade e tradição, o álbum Chabem foi gravado na Espanha, em 2021, com intervenções da cantora catalã Silvia Perez Cruz – convidada a dar voz ao choro-canção Carinhoso (Pixinguinha, 1917 –com letra posterior de Braguinha, 1937) – e do baixista norte-americano Michael League.
Hamilton de Holanda (à esquerda), Michael League (de camisa verde), Chano Domínguez e Rubem Dantas em estúdio da Espanha
Divulgação
Líder da banda instrumental nova-iorquina Snarky Puppy, League figura em três das 11 músicas do álbum Chabem, tocando baixo na rumba Para Chick (composta em 1985 por Chano Domínguez em tributo ao pianista Chick Corea), na balada A mi padre (composta em 1996 pelo mesmo Chano Domínguez em tributo ao então recém-falecido pai do músico) e em tema de autoria de Hamilton de Holanda, Em nome da esperança, música composta em 2020 que, na gravação feita para o álbum Chabem, cai no suingue sem perder a melancolia entranhada na melodia.
Compositor prolífico, Hamilton também contribui para o repertório do álbum Chabem com as músicas autorais Afro flamenco (tema de título autoexplicativo inspirado na percussão africana e na música flamenca, ambas baseadas no compasso 6/8), Capricho de Espanha (feita em 2013 para a série de 24 temas intitulada Caprichos) e Luz de vida (parceria de Hamilton com o filho Gabriel de Holanda e o sobrinho Bento Tibúrcio).
Distribuído no mercado digital brasileiro via Altafonte, o álbum Chabem também apresenta no repertório uma abordagem da canção Olha, Maria (Antonio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes e Chico Buarque, 1970), joia da música brasileira da década de 1970.
Capa do álbum ‘Chabem’, de Hamilton de Holanda com Chano Domínguez e Rubem Dantas
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘BBB22’: Após eliminação, Bárbara fala sobre ‘sentimento de derrota’ antes mesmo de resultado de paredão


Ex-participante ainda contou que deixou recado para Jade Picon e Laís tirarem os focos de Arthur Aguiar e Natália no jogo. Após eliminação, Bárbara fala sobre ‘sentimento de derrota’ antes mesmo de resultado de paredão
Reprodução/Globo
Quarta eliminada do “BBB22”, Bárbara esteve no “Café com o Eliminado”, do “Mais Você”, na manhã desta quarta-feira (16).
Barbara deixou o reality após receber 86,02% dos votos em um paredão contra Arthur Aguiar e Natália.
Com as férias de Ana Maria Braga, a conversa com Bárbara foi com Fabricio Battaglini e Thalita Morete, que se desculpou com a ex-sister pela ausência da apresentadora.
Veja lista completa dos 20 participantes iniciais
“Isso é ótimo, porque hoje tomo café com vocês e volto outro dia pra tomar café com Ana Maria, não tem problema nenhum”, brincou Bárbara.
Ela ainda mostrou que na mesa do café, a produção deixou algumas fatias de limão. “Descobri que virei meme [por causa do limão], então temos que honrar”, afirmou.
BBB 22 motiva debate sobre alimentação: entenda o que são os transtornos alimentares e como lidar
Recado para Jade e Laís
No bate-papo, Bárbara contou que já sentia que seria eliminada do jogo e, por isso, ficou bastante emotiva nos últimos dias.
“Sou uma pessoa muito positiva, não gosto de ficar pensando no negativo, mas nem era essa questão. Eu tava sentindo ali durante o dia. E até acho que nos dias anteriores, eu estava muito emotiva. Parecia que era um sentimento de derrota.”
“Era um sentimento muito ruim, bem frustrante, de que eu realmente estaria indo embora. Mas acredito que tenha sido o melhor pro jogo, então temos que aceitar.”
Ela ainda afirmou que deixou recados para suas aliadas, Jade e Laís.
“Não quis me despedir explicitamente dos meus amigos, mas foi como uma despedida. Deixei alguns recados que eu gostaria que elas seguissem. Falei pra Jade: ‘se eu não voltar, sabe que é sim uma resposta, então tira esse foco do Arthur’. Falei também pra Lais: ‘tira o foco da Natália’.”
Espero que elas acatem meu recado, porque pelo jeito era isso mesmo.
‘Procurei meu nome no Google’
Sem acesso às suas redes sociais, Bárbara conta que fez uma rápida busca em seu nome no Google e o primeiro vídeo que viu foi o de Jade dizendo que não se sentia culpada pela saída de Bárbara.
A ex-participante foi questionada sobre o assunto, já que quem a colocou na berlinda foi Arthur Aguiar, indicado de Jade ao paredão. Antes da noite de indicações, Bárbara já havia dito para Jade que sabia que seria a opção do ator no contra-golpe.
“Não vi nada desses vídeos [do programa]. Só vi um, que inclusive fala da Jade e foi sem querer. Só digitei meu nome no Google e só vi um vídeo que inclusive fala que ela não estaria se sentindo culpada. E não tem que se sentir culpada mesmo. Foi consequência do jogo.”
“Eu estava ciente de que poderia acontecer. Mas respeitei a intuição dela de que… inclusive vi o povo dizendo que foi influencia minha essa formação de paredão. Acho uma piada isso, porque não sei qual programa as pessoas estão assistindo. Não deve ser o mesmo que eu estava vivendo. Se fosse pra eu escolher uma pessoa pra ir pro paredão, jamais seria o Arthur”, afirmou Bárbara.
Ela ainda concordou quando Fabricio Battaglini afirmou que se a jade quisesse ter protegido Bárbara, ela teria indicado o Lucas e, não, Arthur.
“Ela estava ciente que se houvesse contra-golpe eu poderia ir para o paredão, mas eu não quis influenciar porque ela disse que era um sentimento dela, uma intuição dela.”
“Odeio que me cobrem coisas e, por isso, também não cobro das minhas amizades”, afirmou.
Antes do ‘BBB22’, Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de ‘Big Brothers’ pelo mundo

Fonte: G1 Entretenimento

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MET prepara antologia da moda nos Estados Unidos


Exposição abre em maio com série de vestidos lendários e estilistas da alta-costura dos séculos XIX e XX. MET organiza antologia da moda nos Estados Unidos
Cindy Ord/Getty Images via AFP
Entre esculturas e móveis de época, o Museu Metropolitano de Nova York (MET) prepara uma antologia da moda nos Estados Unidos, segunda parte de um projeto que explora a alta-costura local por meio de uma série de vestidos lendários e seus estilistas desde o século XIX até meados do século XX.
Embora a exposição abra em 7 de maio, os organizadores ofereceram nesta terça-feira um aperitivo da mesma, na presença de grandes nomes da moda, como a eterna diretora da revista “Vogue”, Anna Wintour.
Exposição no MET apresenta antologia da moda
Cindy Ord/Getty Images via AFP
O projeto é desenvolvido em colaboração com o Costume Institute, que promove as cerimônias de gala do MET. Enquanto a primeira parte (“Na América: Um Léxico da Moda”) explorava a “nova linguagem da moda americana”, a segunda (“América: Uma Antologia da Moda”) revela narrativas da alfaiataria filtradas pela imaginação dos diretores de cinema mais visionários dos Estados Unidos”, explica o curador do Costume Institute, Andrew Bolton.
Estilistas e marcas como Marguery Bolhagen, Brooks Brothers, Elizabeth Hawes, Eta Hentz, L.P. Hollander & Co, Charles James, Anne Klein, Ann Lowe, Claire McCardell, Lucie Monnay, Lloyd “Kiva” New, Madame Olympe, Oscar de la Renta, Nettie Rosenstein, Herman Rossberg e Jessie Franklin Turner estarão representados nesta edição.
Ao todo, uma centena de vestidos femininos e roupas masculinas, do período que vai do século XIX a meados do século XX, serão expostos nas salas do museu dedicadas à cultura americana, em uma recriação do passado social e político, mas também cultural, e do design através do mobiliário e das roupas.
Com a exposição, o MET parece recuperar a normalidade rompida pela pandemia. A atração é o último capítulo de uma trilogia apresentada pelo Costume Institute, que começou com “Ligações Perigosas: Moda e Mobília no Século XVIII” (2004) e “AngloMania: Tradição e Transgressão” (2006).
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Fonte: G1 Entretenimento

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Festival Coachella anuncia que não vai exigir máscara nem comprovante de vacina


Evento está marcado para abril, com shows de Billie Eilish, Harry Styles, Anitta e Pabllo Vittar. Festival diz que ‘segue diretrizes locais’; cerca de meio milhão de pessoas são esperadas. Festival Coachella foi cancelado em 2020 por conta do coronavírus; foto de 2018 mostra público e roda gigante do festival na Califórnia
Amy Harris/AP
O festival de música Coachella, realizado no deserto do sul da Califórnia, não exigirá máscaras, testes nem comprovantes de vacina contra Covid-19 para quem for aos shows em abril.
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O evento não publicou nas redes sociais sobre o assunto, mas a informação está no site oficial.
“De acordo com as diretrizes locais, não haverá requisitos de vacinação, teste ou obrigatoriedade de máscara no Coachella 2022”, diz o comunicado.
A organização faz a ressalva de que as regras “podem ser alteradas a qualquer momento por determinação de órgãos ou instrumentos do governo federal, estadual ou municipal, artistas ou promotor”.
O Coachella leva meio milhão de pessoas a um local a céu aberto de Indio, no leste de Los Angeles, ao longo de duas semanas.
As datas de 2022 são os finais de semana de 15 a 17 e 22 a 24 de abril, e todos os ingressos já foram vendidos.
Billie Eilish, Harry Styles e Ye estão entre os headliners desta edição. Anitta e Pabllo Vittar também se apresentam no festival.
Sequência de cancelamentos
O festival de 20 anos de existência, um dos maiores do mundo, foi cancelado em 2020 por causa da pandemia de coronavírus.
Os organizadores trabalharam para trazê-lo de volta em outubro de 2021, mas o plano também foi descartado.
O Stagecoach, um festival de música country também realizado em Indio, acontecerá na sequência do Coachella, entre 29 de abril e 1º de maio. Ele também não terá protocolos contra Covid-19.
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Fonte: G1 Entretenimento