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Vida de Gal Costa nos anos 1960 é coisa de cinema em filme de ficção


Sophie Charlotte encarna a cantora em longa-metragem que começa a ser rodado em São Paulo e no Rio de Janeiro. ♪ Depois de abordar a trajetória de Maria da Graça Costa Penna Burgos na série documental O nome dela é Gal (2017), a cineasta Dandara Ferreira dirige – juntamente com a roteirista Lô Politi – filme de ficção sobre a vida da cantora baiana.
Batizado com o nome da música que Roberto Carlos e Erasmo Carlos compuseram para a artista em 1969, o longa-metragem Meu nome é Gal (Dramática Filmes / Globo Filmes / Paris Filmes) já está em fase inicial de filmagem nas cidades de São Paulo (SP), São Sebastião (SP) e Rio de Janeiro (RJ).
O filme foca a artista ao longo dos anos 1960, década em que a tímida menina baiana Gracinha de Salvador (BA) se transforma no Rio de Janeiro (RJ) na cantora Gal Costa, vira voz ativa da Tropicália, explode em festival de 1968 e se torna a musa da contracultura e do desbunde quando Caetano Veloso e Gilberto Gil partem para o exílio na Europa, em 1969.
Quem dá vida a Gal no filme é a atriz Sophie Charlotte. Rodrigo Lelis vive Caetano Veloso enquanto Dan Ferreira encarna Gilberto Gil.
O elenco também inclui George Sauma – no papel de Waly Salomão (1943– 2003), poeta, compositor e diretor decisivo em alguns momentos artísticos de Gal – e a própria diretora Dandara Ferreira, que personifica Maria Bethânia no filme.

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone Mazzer anuncia o disco ‘Deixa ela falar’, um ‘grito de muitas’


♪ “Deixa ela falar é o nome do meu novo disco. É o resultado de alguns tantos anos de trabalho, de escuta, de vida, de muitos nãos, de alguns sins, é o nome de uma música que eu amo, é um sonho de muito tempo, e é um grito de muitas”.
Assim Simone Mazzer anuncia e contextualiza em rede social o próximo disco da cantora e atriz paranaense, previsto para este ano de 2022.
Deixa ela falar é o quarto álbum da artista em discografia que contabiliza os discos Férias em videotape (2015), Simone Mazzer & Cotonete (2017) e Grupo Semente e Simone Mazzer cantam e tocam Nelson Cavaquinho (2020).

Fonte: G1 Entretenimento

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Centro de São Paulo sofreu grandes mudanças desde a Semana de Arte Moderna em 1922; veja VÍDEO e FOTOS


Conheça lugares do Centro que os artistas da Semana de Arte Moderna frequentavam e veja como a região se transformou. Vídeo e fotos mostram as mudanças. São Paulo dos modernistas: como era o Centro na época da Semana de 22 e como está 100 anos
Depois da Semana de Arte Moderna, que completa 100 anos nesta semana, nada mais foi o mesmo na arte brasileira – e o Centro de São Paulo, epicentro desse movimento artístico, teve papel relevante em muitas dessas transformações.
Semana de Arte Moderna: onde ver, ler e ouvir obras de 1922
Theatro Municipal tem programação especial da Semana de 22
O g1 buscou imagens históricas da região feitas na década de 1920 e as recriou na atualidade, para mostrar como a cara da cidade está diferente um século depois. Veja o vídeo acima e a galeria abaixo:
Vista da rua José Bonifácio com a rua Quintino Bocaíuva
Aurélio Becherini/Estadão Conteúdo/Arquivo; Fábio Tito/g1
O Theatro Municipal de São Paulo visto na noite de sua inauguração e no presente
Valério Vieira/Coleção de Arte da Cidade/SMC/PMSP; Fábio Tito/g1
Vistas do Vale do Anhangabaú no início do século XX e atualmente, a partir do Viaduto do Chá, logo ao lado do Theatro. Ao fundo, é possível ver o Viaduto Santa Ifigênia
Aurélio Becherini/Estadão Conteúdo/Arquivo; Fábio Tito/g1
Largo São Bento, na região central de São Paulo, em foto da década de 1920 e de 2022
Arquivo/Estadão Conteudo; Fábio Tito/g1
Antigo Theatro São José, atual Shopping Light
Reprodução/Origem Desconhecida/Cartão postal; Fábio Tito/g1
Teatro Municipal, à direita, e o o Theatro São José vistos de uma varanda do Viaduto do Chá, em foto da década de 1920
Reprodução/Depto. do Patrimônio Histórico do Município de São Paulo; Fábio Tito/g1
O Centro de SP na Semana de Arte Moderna de 1922
Kayan Albertin/g1

Mapa da urbanização da cidade de São Paulo de 1914 a 1929
Kayan Albertin/g1
VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e região metropolitana

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE que g1 publicou matéria antecipando resultado da votação do ‘BBB22’


Circula nas redes sociais um print do que seria a página principal do g1 com a notícia ‘Bárbara é eliminada com 87% dos votos no BBB22’, que teria sido publicada antes do final da votação do BBB. Isso é falso. O g1 não publicou essa reportagem nem a destacou na página principal. Circula nas redes sociais um print da página principal do g1 que tem um destaque com o título “Bárbara é eliminada com 87% dos votos no BBB22”. Legendas afirmam que a publicação vazou e que foi ao ar indevidamente. É #FAKE.

g1
A imagem falsa que circula nas redes sociais é uma manipulação. O g1 nunca publicou uma reportagem com esse título e conteúdo. E, em nenhum momento, a página principal do portal teve um destaque com esse título.
É #FAKE print simulando notícia que fala que ato pró-Bolsonaro foi maior que manifestação a favor do impeachment de Dilma
É #FAKE que projeto de lei quer proibir partida de sinuca por considerar a prática racista
Existe uma reportagem real publicada às 7h53 de segunda-feira (14) com o título “‘BBB22’: Arthur Aguiar, Bárbara e Natália formam quarto paredão”. Ela foi destacada na página principal do portal por volta das 8h. Na página principal, o título é “Arthur Aguiar, Bárbara e Natália formam o 4º paredão do ‘BBB22′”.
Arthur Aguiar, Bárbara e Natália estão na berlinda e formam o quarto paredão do “BBB22”. A formação de mais uma disputa pela permanência no reality show aconteceu na noite de domingo (13), logo após o anúncio da entrada de Gustavo e Larissa, que estavam na Casa de Vidro, no programa.
O g1 não tem acesso à votação do BBB. Ela só é divulgada ao vivo no programa.
É #FAKE print do g1 com título ‘Bárbara é eliminada com 87% dos votos no BBB22’
Reprodução
Vídeo: Veja como identificar se uma mensagem é falsa
Como identificar se uma mensagem é falsa
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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Fonte: G1 Entretenimento

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Instalação artística belga expressa os tormentos do assédio sexual

Projeto imersivo conduz o visitante por um túnel com imagens de homens que reproduzem comentários maliciosos Túnel de hologramas maliciosos mostra aos homens como é ser uma mulher submetida a assédio
Uma equipe de artistas na Bélgica quer mostrar aos homens como é ser mulher e estar sujeita a assédios nas ruas, através de um projeto imersivo que mergulha os visitantes em um túnel escuro repleto de hologramas maliciosos. Clique acima para assistir ao vídeo.
A instalação chamada “Poesia Masculina” está sendo preparada para a abertura ao público ainda neste ano. Uma amostra em hangar em Bruxelas atraiu a atenção de parlamentares, ativistas e pessoas que trabalham com vítimas de assédio e abuso. 
“Foi infernal, mas também não houve surpresas. É do jeito que estamos acostumadas”, disse Louise Van Brande, uma assistente social que compareceu ao evento na sexta-feira. 
As paredes da instalação estão repletas de imagens de homens que fazem comentários aos visitantes de passagem, ativados por sensores nas paredes. A apresentação termina com uma voz feminina gritando “eu sou sua mãe, sua irmã, sua namorada”. 
“Eu sinto que acabei de viver uma semana, ou meses de assédios nas ruas na pele de uma mulher que está constantemente sendo observada”, disse Jonathan Vard, um outro trabalhador da área social. 
Os artistas Frederic Durieu, Gilles de Boncourt e Nathalie Erin são os responsáveis pelo projeto. Erin e Durieu, que são casados, dizem que a instalação é inspirada pelas experiências da filha do casal enquanto crescia na França. 
“Fizemos esse projeto para os homens, e percebemos que ele tinha um impacto imenso nas mulheres também”, disse Durieu, acrescentando que a instalação levou algumas das mulheres que a visitaram conversarem com seus parceiros sobre experiências do passado pela primeira vez. 

Fonte: G1 Entretenimento

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Alexandre Nero louva os excluídos de Copacabana em single que anuncia primeiro álbum do artista em 11 anos


Cantor e compositor perfila a babel do bairro carioca em música arranjada por Antonio Saraiva. ♪ Encerrada a exibição da novela Nos tempos do imperador (TV Globo, 2021 / 2022), trama de época em que deu vida ao vilão Tonico, o ator Alexandre Nero abre mais um ciclo musical na carreira multimídia e lança o single autoral Nossa Senhora de Copacabana em 22 de fevereiro, em edição do selo Risco, com capa que expõe arte de Jaime Silveira.
Trata-se do primeiro single do primeiro álbum de músicas inéditas do cantor e compositor paranaense desde Vendo amor em suas mais variadas formas, tamanhos e posições (2011), disco lançado há onze anos que gerou o DVD Revendo amor com pouco uso, quase na caixa (2014).
O quarto álbum solo de Nero está previsto para ser editado em abril com repertório autoral que originou um clipe para cada música.
Capa do single ‘Nossa Senhora de Copacabana’, de Alexandre Nero
Arte de Jaime Silveira
Arquitetado desde 2018, o álbum marca a colaboração do artista com o compositor, instrumentista e produtor musical Antonio Saraiva, parceiro de Nero em duas músicas do disco.
Carioca nascido criado no bairro de Copacabana, Saraiva criou o arranjo de Nossa Senhora de Copacabana, música em que os dois autores curitibanos – Nero e Luiz Felipe Leprevost, parceiro do artista na composição – perfilam esse bairro-babel, cenário de bossas, lixos e luxos cariocas.
“Foi numa madrugada, exatamente na (avenida) Nossa Senhora de Copacabana, que o Leprevost cantarolou o primeiro verso da canção. Anotei na cabeça e no dia seguinte, ainda meio de ressaca, comecei a trabalhar nessa música sobre personagens desprezados, excluídos, rechaçados, apagados. A música Nossa Senhora de Copacabana é uma reza, um louvor, uma oração, um chamado. Um paradoxo, como a rua, a cidade, o país”, contextualiza Alexandre Nero.
Ornada com cordas da St. Petesburg Studio Orchestra, a gravação de Nossa Senhora de Copacabana tem os toques dos músicos Antonio Saraiva (piano, violão de nylon, viola, guitarra e samplers), David Brinkworth (samplers), Gilson Fukushima (samplers) e Vina Lacerda (caixa).

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2022 vai celebrar cenas e filme favoritos de fãs no Twitter durante cerimônia


Usuários da rede social podem votar através das hashtags #OscarsFanFavorite e #OscarsCheerMoment. Escolhidos não são novas categorias, mas vão ser lembrados na premiação. Bong Joon-Ho admira as estatuetas que ganhou no Oscar 2020
Eric Gaillard/Reuters
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou nesta segunda-feira (14) que vai celebrar, durante a premiação do Oscar 2022, o filme de 2021 mais votado por fãs no Twitter.
Usuários da rede social vão poder participar indicando seus escolhidos, que não precisam ter recebido indicações, a partir desta segunda com a hashtag #OscarsFanFavorite. A produção que receber mais votos até o dia 3 de março vai ser lembrada durante a cerimônia, que acontece em 27 de março.
“Estamos muito animados em fazer essa parceria com o Twitter para ajudar a construir um público digital e animado até a cerimônia deste ano”, afirmou a vice-presidente de marketing digital da Academia, Meryl Johnson, em comunicado à “Hollywood Reporter”.
A iniciativa é a maior novidade anunciada pela organização da premiação desde que desistiram da criticada categoria de melhor filme popular em 2018, sem um premiado sequer.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Game of Thrones’: fãs podem experienciar Westeros em tour nos estúdios

Atração fica em Banbridge, na Irlanda do Norte, uma das várias locações de filmagem da série. Além de ver de perto cenários, figurinos e acessórios, visitantes participarão de exposições interativas. Tour por estúdio de ‘Game of Thrones’ leva fãs ao mundo de Westeros
Do “salão do trono” a ficar lado a lado com o “Rei da Noite”: fãs de Game of Thrones poderão experienciar Westeros e entrar no universo da série por meio de uma tour nos Estúdios Linen Mill, em Banbridge, na Irlanda do Norte, uma das várias locações de filmagem da série.
A atração exibe várias peças de vestuários, itens cenográficos e cenários de gravação.
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Entre os itens estão a espada de Jon Snow “Longclaw” e o vestido que sua irmã Sansa usou no casamento com Joffrey.
“Os fãs ficarão encantados com a turnê dos estúdios, pois tudo que eles verão aqui foi utilizado no programa”, afirmou Ian Beattie, que fez o papel de Meryn Trant, em uma apresentação do espaço à Reuters.
“Esses são os sets pelos quais nós passamos. São as fantasias que usamos, as espadas com as quais lutamos – tudo que você pensar, está aqui. E diferentemente da série, onde nem sempre é possível ver, aqui você consegue ver o nível incrível de detalhes em cada aspecto desse programa.”
A atração, que tem mais de 10 mil metros quadrados, apresenta sets como o Grande Salão de Winterfell, King’s Landing, e Dragonstone, assim como algumas experiências interativas.
Baseada nos livros do autor americano George R.R. Martin, “Game of Thrones”, a série foi ao ar pela primeira vez em 2011.
A trama ficou no ar por 8 temporadas, sendo premiada e se tornando um fenômeno global.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Exigências de Kanye West decepcionam diretor de documentário sobre vida do rapper


Clarence “Coodie” Simmons começou a filmar Ye em 2001, mas acabou se afastando do então amigo ao longo da última década. Filme estreia na Netflix nesta quarta (16). Kanye West discursa em vídeo de campanha à presidência dos EUA
Reprodução/Twitter/kanyewest
Decepcionado, mas não surpreso. Assim se sentiu o diretor do novo documentário sobre Kanye West com a demanda de última hora do rapper para reeditar a produção que levou anos de trabalho.
Clarence “Coodie” Simmons começou a filmar seu então amigo Kanye West em 2001, curioso para saber até onde o ambicioso jovem músico de Chicago poderia chegar.
O resultado foram 320 horas de filmagens narrando sua ascensão ao estrelato, condensadas nas sete horas de “jeen-yuhs: A Kanye Trilogy”, que estará disponível na Netflix nesta quarta-feira (16).
No entanto, após anos de trabalho, West foi ao Instagram no mês passado para exigir que ele gerenciasse “a edição final e a aprovação” do projeto, para que pudesse “estar no comando da própria imagem”.
“Eu disse a Kanye que ele tinha que confiar 100% neste filme (…) Ele me disse que confiaria”, disse Simmons à AFP em entrevista. “Então, quando vi o Instagram dele, fiquei um pouco decepcionado.”
Na semana passada, West, que agora atende pelo nome de Ye, continuou a fazer novas demandas, incluindo que o astro do rap Drake assumisse a narração. A Netflix não comentou publicamente os fatos.
Enquanto trabalhava no projeto, Simmons deu passos significativos para garantir que West ficasse feliz com a produção. Em 2005, por exemplo, desistiu de lançar o filme como planejado porque o rapper disse que “não estava pronto para o mundo ver seu verdadeiro eu”, disse o diretor.
Afastado, Simmons teria pouco acesso a West pela próxima década. Mas em uma aparente reconciliação, West foi a uma exibição do documentário na sexta-feira e abraçou Simmons. “As pessoas tentam nos cancelar e nos distanciamos ou paramos de nos falar, paramos de nos comunicar”, disse o rapper ao público.
O documentário aborda a saúde mental de West, incluindo o transtorno bipolar pelo qual foi hospitalizado em 2016, e que recebeu nova atenção em 2020, quando tentou concorrer à presidência dos Estados Unidos.
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Refilmando uma reunião há dois anos em que West desabafou com investidores imobiliários que ele havia tomado medicação para transtorno bipolar para que pudesse ter “uma conversa normal e traduzir coisas estrangeiras para o inglês”, Simmons ficou tão chocado com o comportamento de seu amigo que desligou a câmera.
“Foi a primeira vez que filmei Kanye assim. Senti que tinha que largar a câmera e ouvi-lo. Estar lá para ele como irmão, e não como diretor”, disse Simmons, ex-comediante e personalidade da televisão.
“Aconteceu algumas vezes, quando pensei ‘Ok, vou prestar atenção.'”
A polêmica sobre os pedidos de West para o documentário “jeen-yuhs” gerou mais publicidade até o lançamento do documentário.
Simmons e o codiretor Chike Ozah esperam que mostrar West em seus momentos mais vulneráveis ajudará o mundo a ver uma figura conhecida por suas explosões egoístas e arrogância sob um ângulo diferente.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Morte no Nilo’ estreia no topo da bilheteria nacional e desbanca ‘Moonfall – Ameaça Lunar’


‘Exorcismo Sagrado’ e ‘Homem-Aranha: Sem volta para casa’ completam o top 3. Cinemas brasileiros arrecadaram R$ 12,3 milhões no último final de semana, segundo ComScore. Morte no Nilo: Armie Hammer, Gal Gadot
Reprodução
“Morte no Nilo”, novo filme com Armie Hammer e Gal Gadot, estreou no topo da bilheteria nacional. O longa arrecadou R$ 2,2 milhões e foi visto por 100 mil pessoas entre quinta (10) e domingo (13).
Baseado no romance homônimo de Agatha Christie, o filme conta a história de triângulo amoroso e vingança com direção de Kenneth Branagh.
O ator, que também atua como o detetive Hercule Poirot no longa, bateu recorde ao ser indicado em sete categorias do Oscar 2022.
“Exorcismo Sagrado” e “Homem Aranha: Sem Volta para Casa” completam o top 3, já “Moonfall – Ameaça Lunar”, líder da semana anterior, caiu para 4º lugar.
g1 já viu: ‘Morte no Nilo’ é suspense datado, mas divertido com seu elenco de cancelados
No total, os 10 filmes mais vistos no período somaram R$ 12,3 milhões, levando 627 mil pessoas aos cinemas.
Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 10 e 13 de fevereiro:
“Morte no Nilo” – R$ 2,2 milhões
“Exorcismo Sagrado” – R$ 2,2 milhões
“Homem-aranha: Sem Volta para Casa” – R$ 1,9 milhão
“Moonfall – Ameaça Lunar” – 1,7 milhão
“Tô Ryca 2” – 1,5 milhão
“Sing 2” – R$ 797 mil
“Case Comigo” – R$ 574 mil
“Pânico” – R$ 455 mil
“Eduardo e Mônica” – R$ 418 mil
“Turma da Mônica – Lições” – R$ 251 mil
Assista ao trailer de ‘Morte no Nilo’

Fonte: G1 Entretenimento