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Liam Gallagher anuncia shows no Brasil em novembro


Ex-Oasis canta em SP e no Rio de Janeiro nos dias 15 e 16 de novembro, respectivamente. Terceiro álbum solo será lançado no final de maio. Liam Gallagher durante o Glastonbury Festival em Somerset, no Reino Unido, em 2019
Reuters/Henry Nicholls
Liam Gallagher virá ao Brasil em novembro com a turnê do novo álbum “C’mon You Know”. O trabalho está previsto para ser lançado no final de maio.
O ex-vocalista do Oasis canta no Espaço das Américas, em São Paulo, e no Qualistage, no Rio, nos dias 15 e 16 de novembro respectivamente.
A estreia da turnê do terceiro álbum solo vai acontecer no dia 4 de junho, em Knebworth Park em Hertfordshire, ao norte de Londres. A apresentação foi descrita como “o maior show da carreira solo de Liam até agora”.
O lugar ficou marcado na história do Oasis por conta de dois shows em 1996, que foram revisitados em um documentário na comemoração do 25º aniversário da banda.
“Oasis Knebworth 1996” lembra como os shows, descritos pelo site de música online NME como “um show que definiu uma era e viverá para sempre”, esgotaram em menos de um dia com cerca de 2% da população britânica à procura de ingressos.

Fonte: G1 Entretenimento

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New York Times compara Monark com Joe Rogan e diz que podcaster pediu para jornal dizer que ele não é nazista


Em entrevista ao jornal, Monark afirma ainda que seria uma ‘tremenda honra falar com Rogan’ e cita novo podcast como plano para o futuro. New York Times compara Monark com Joe Rogan
Divulgação/Divulgação-Spotify
O jornal New York Times comparou, em uma matéria publicada neste domingo (13), os podcaster brasileiro Monark ao americano Joe Rogan.
A publicação inicia a matéria fazendo um breve resumo do que “pode ser a descrição tanto de Rogan, comediante americano que se tornou podcaster, quanto Monark, o gamer que se tornou podcaster e é ‘a versão brasileira de Joe Rogan'”:
“Ele talvez seja o mais popular podcaster do país. Ele transmite entrevistas com longas horas de duração, muitas vezes com figuras públicas. E ele agora está no meio de uma tempestade de fogo por causa de seus comentários”, diz o jornal.
Joe Rogan: mentiras e preconceitos do podcaster que fez Neil Young pedir para sair do Spotify
Quem é Monark: antes de defender existência de partido nazista, apresentador foi de youtuber a podcaster
Há algumas semanas, o programa de Rogan motivou protestos de artistas que não concordam que o Spotify mantenha um podcast com desinformação e mentiras sobre a Covid-19. O músico Neil Young foi o primeiro a exigir ao Spotify que suas músicas fossem retiradas. A declaração de Rogan que fez o artista deixar a plataforma ecoa desinformação sobre vacinas.
Já Monark foi muito criticado por um comentário que dizia que “deveria existir um partido nazista reconhecido por lei” na edição da segunda-feira (7) do podcast, da qual participavam Kim Kataguiri (DEM-SP) e Tabata Amaral (PSB). Na terça-feira (8), ele pediu desculpas e disse que estava bêbado. No mesmo dia, ele foi desligado do Flow Podcast.
Entidades judaicas criticaram a fala do apresentador e o caso repercutiu em Portugal, onde o influenciador fez sucesso com vídeos de Minecraft no começo da carreira. Monark pode ter que pagar indenização e pode até ser preso por apologia ao nazismo. O TJ-RJ deu 48 horas para que o Flow Podcast retire de todas as suas redes sociais o episódio com declarações nazistas do influenciador sob multa de R$ 10 mil por dia.
Na matéria, o NYT afirma que Monark modelou o podcast “Flow” com base no projeto de Rogan e, atualmente se vê em situação semelhante a de seu ídolo.
“Estou sendo destruído por defender uma ideia que é constitucional nos Estados Unidos. Eu não sou nazista”, disse Monark ao jornal. “Por favor, escreva que você pode notar que eu não sou.”
Ao longo da matéria, o NYT ainda fala sobre a cultura do cancelamento virtual e cita nomes de personalidades que fizeram comentários controversos, como a escritora J.K. Rowling e o comediante Dave Chappelle.
“Temos um movimento político que acredita estar em patrulha para censurar qualquer um que tenha um pensamento que se pareça com algo que eles são contra. É uma patrulha sem fronteiras”, declarou Monark.
Ao final, o jornal ainda cita que o próximo passo de Monark é um novo podcast. “E se ele pode sonhar, uma participação especial no programa de Rogan. ‘Seria uma tremenda honra falar com ele’, ele diz. ‘Eu preciso um pouco de ajuda internacional’.”
Quem é Monark? Veja perfil do apresentador que fez comentário sobre nazismo

Fonte: G1 Entretenimento

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Arthur Nogueira se mantém no reino das palavras em álbum impulsionado pela poesia


Artista paraense emerge como letrista em ‘Brasileiro profundo’, disco de nacionalidade distante dos clichês tropicais. Capa do álbum ‘Brasileiro profundo’, de Arthur Nogueira
Arte de Elisa Arruda
Resenha de álbum
Título: Brasileiro profundo
Artista: Arthur Nogueira
Edição: Edição do artista
Cotação: * * * 1/2
♪ Como a poeta judia de origem alemã Rose Ausländer (1901 – 1988), Arthur Nogueira vivencia na palavra a terra mátria – o Brasil, no caso deste cantor, compositor e produtor musical paraense, nascido em Belém (PA) em 1988.
Sexto álbum de Nogueira, em rotação nos players digitais desde 4 de fevereiro, Brasileiro profundo é disco enraizado no campo das palavras, tal como o antecessor autoral Rei ninguém (2017) e, de certa forma, como o mais recente Sucesso bendito (2021), songbook com canções incomuns de Caetano Veloso, compositor de sintaxe também poética.
A diferença é que, em Brasileiro profundo, a soberania poética é do próprio Nogueira, autor das letras de nove das 11 músicas cantadas que compõem o repertório inteiramente autoral deste álbum que inclui tema instrumental entre as 12 faixas.
As duas exceções são as músicas com versos assinados por Antonio Cicero – letrista da composição-título Brasileiro profundo (gravada com certa bossa perceptível na levada inicial do violão de Renato Torres) – e Jorge Salomão (1946 – 2020), ambos poetas do pop nacional projetado na década de 1980.
Duas das 12 músicas do álbum – Valente (2021) e Voo e mansidão (2021, esta om melodia do também paraense Pratagy, letrada por Nogueira em 2018) – desembarcaram nas plataformas em setembro e em novembro, respectivamente.
Acompanhado do livro também intitulado Brasileiro profundo e prefaciado por Adriana Calcanhotto, poeta que desfolha bandeiras na escrita modernista, o álbum chega ao mundo após a ascensão de Arthur Nogueira como produtor musical. Foi ele o piloto dos aclamados últimos discos de estúdio de Fafá de Belém (Humana, 2019) e da própria Calcanhotto (Só, álbum emergencial composto e lançado em 2020 no período pandêmico do isolamento social).
Arthur Nogueira assina nove das 11 letras do álbum ‘Brasileiro profundo’
Vitor Souza Lima / Facebook Arthur Nogueira
Surpreendentemente, Nogueira delega o poder da produção musical do disco Brasileiro profundo ao conterrâneo Leonardo Chaves, parceiro do artista na música Cabeça nas nuvens e multi-instrumentista que, ao dar forma ao álbum, se revezou nos toques de baixo elétrico, baixo fretless, guitarra, piano elétrico, sintetizadores e no comando das programações.
Com acento percussivo destacado em faixas que embutem células rítmicas do samba, como Mundo aberto e Treva branca, Brasileiro profundo é álbum governado pelas palavras. Todas as letras se sustentam sem música pela força poética dos versos.
Melodicamente, por vezes música e letra se irmanam, como em Tem horas que pareço eu, parceria de Nogueira com Jorge Salomão que sobressai na atual safra melódica do artista.
Fiel ao título, o disco expõe grau de brasilidade que soa como novidade na discografia autoral desse cantor e compositor projetado nacionalmente há sete anos quando Gal Costa deu voz ao rock Sem medo nem esperança (2015), parceria de Nogueira com o fiel colaborador Antonio Cicero, avalista de primeira hora da obra do artista paraense de atuais 32 anos.
Os timbres contemporâneos de músicos como Allen Alencar (guitarra), Thomas Harres (percussão) e Zé Manoel (piano) impedem que essa inusitada brasilidade afunde em clichês tropicais. Inclassificável e plural, como sublinha Antonio Cicero em versos da música-título, o Brasil profundo de Arthur Nogueira se distancia da alta temperatura dos trópicos.
Como exemplifica Parque da Utinga, as canções parecem soltas no ar, em atmosfera cool. O calor é existencial está entranhado nas palavras que, na canção Coração desperdiçado, se embrenham no reino universal do amor, banhando a sofrência em imersão cool, como se o coração batesse para dentro.
“Mais e mais / Canções hão de vir / … / E falar por mim”, avisa Nogueira em Liberdade, música de letra escrita para melodia de Allen Alencar.
Curiosamente, um dos voos mais altos do álbum Brasileiro profundo é puramente musical. Trata-se de Pássaro, tema instrumental de arquitetura clássica, peça solitária de sinfonia.
No arremate do disco, a canção Orlando devolve Brasileiro profundo ao domínio das palavras, ecoando a poesia que legitima e estende o reinado de Arthur Nogueira no universo da canção contemporânea brasileira do século XXI.

Fonte: G1 Entretenimento

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Semana de Arte Moderna: o guarda-roupa modernista de Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade


Além da produção artística, o poeta e a pintora paulista reverberam há cem anos no imaginário nacional também pelos seus figurinos. Tarsila e Oswald a bordo do navio Lotus, em 1926. A pintora usa vestido assinado pelo costureiro francês Paul Poiret
Divulgação via BBC
A importância de Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade para a história cultural brasileira é indiscutível. O casal que permaneceu junto por grande parte da década de 1920 influenciou de forma contundente o mundo da literatura e das artes plásticas por meio de suas obras e da defesa do modernismo.
Mas, para além de sua produção artística, o poeta e a pintora paulista reverberam há cem anos no imaginário nacional também pelo próprio ato de vestir.
Tarsila e Oswald conheciam muito bem o valor da moda e das aparências em seu processo de afirmação como artistas no Brasil e na Europa. E ao mesmo tempo em que usaram as roupas para deixar sua marca, também colaboraram para a definição estética do movimento modernista.
A conclusão faz parte de uma extensa e inédita pesquisa desenvolvida pela professora de história do vestuário e da moda Carolina Casarin.
Em seu livro O Guarda-Roupa Modernista, lançado pela Companhia das Letras no bojo das comemorações do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a autora revela como os ideais modernistas e as contradições do movimento podem ser compreendidos a partir da escolha das roupas de dois notáveis intérpretes do Brasil.
“As roupas contribuíram para o projeto artístico de elaboração de uma estética moderna e nacional, e a ideia de ‘brasilidade modernista’ se inscreveu na aparência e nos trajes do casal”, afirma Casarin.
Dinâmico e exuberante
A pesquisa foi levantada a partir de diferentes registros da época – vestimentas, fotografias, pinturas, obras literárias, correspondências, depoimentos e recibos — e conseguiu, de certa forma, reconstruir o guarda-roupa de Tarsila e Oswald na década de 20.
O período foi o auge da fama do casal, que ficou junto entre 1923 e 1929, e ganhou o apelido de Tarsiwald do amigo e também poeta modernista Mário de Andrade.
Tarsila, ao lado de Oswald, veste o traje Righi, de Poiret
Divulgação via BBC
Segundo Carolina Casarin, os dois artistas merecem destaque pela forma vanguardista com que se vestiam, mas de formas distintas.
“O guarda-roupa modernista de Oswald é dinâmico e se adapta muito bem às diferentes situações sociais, enquanto o da Tarsila é luxuoso e exuberante”, disse a pesquisadora em entrevista à BBC News Brasil.
Mas apesar das diferenças, o casal construiu junto sua marca visual. Foi Oswald, aliás, quem incentivou Tarsila a conhecer ateliês e costureiros arrojados na Europa para compor seu visual e criar um estilo próprio.
“A imagem do casal é uma criação compartilhada e é perceptível o quanto eles traçaram um percurso no mundo da moda desde que começaram a se relacionar”, diz.
“Os dois sempre tiveram um gosto pela estética, mas a partir do momento em que se conhecem e se aproximam definitivamente da arte moderna, sua a aparência se torna mais arrojada e ousada”.
Homem de negócios e excêntrico vanguardista
E apesar da beleza e das roupas de Tarsila terem sempre sido elogiadas e alardeadas ao longo da história, a figurinista acredita que pertence a Oswald o título de mais arrojado do casal.
“Oswald tinha uma aparência geral mais moderna que Tarsila. Ele adotou já na década de 1920 um estilo com referências muito joviais que só estourou de fato no Brasil nos anos 1960”, diz.
Oswald de Andrade em fazenda em 1924
Divulgação via BBC
No guarda-roupa do poeta havia muitos trajes coloridos e estampados, que ele utilizava com sobreposições pouco comuns na época. Oswald também era adepto dos colarinhos moles, diferentes dos engomados usados pela maior parte dos homens na época davam mais conforto e deixavam o peito masculino à mostra.
Há registros ainda do escritor utilizando um chapéu palheta — que aparece em várias fotografias dos modernistas e remonta ao uniforme dos remadores — e paletó sem colete, algo pouco comum na década de 1920.
Em seu livro, Carolina Casarin também ressalta a ótima capacidade que Oswald possuía de transitar muito bem entre visuais descontraídos e mais formais.
“Na alfaiataria dinâmica de Oswald de Andrade, cabem roupas que transitam do homem de negócios burguês ao excêntrico vanguardista”, diz. “A verdade é que ele sempre foi muito contraditório e estava em constante mudança.”
Em retrato de 1925, Oswald de Andrade usa terno e chapéu palheta
Divulgação via BBC
Artista exuberante
Já no closet de Tarsila o que não faltavam eram peças luxuosas da alta-costura europeia. Durante os anos 1920, a pintora foi diversas vezes a Paris e, em todas as suas viagens, aproveitava para visitar ateliês conceituados.
A partir de 1923 e até o final da década, os costureiros franceses Jean Patou e, mais intensamente Paul Poiret, foram os grandes responsáveis pela aparência de Tarsila.
E a partir do momento que passa a vestir a alta-costura francesa, a artista sofre uma mudança em sua aparência, que se torna menos discreta. “As saias dos vestidos se encurtam, os braços aparecem, as roupas ganham camadas e ornamentos”, diz Casarin em sua pesquisa.
“A figura de mulher elegante e rica se converte na imagem da artista exuberante — e a escolha da grife [Poiret] participou dessa transformação”
Em uma das fotos mais famosas da artista, em que ela aparece em sua primeira exposição individual, na Galeria Percier em Paris, Tarsila está usando o vestido Écossais, da maison Paul Poiret.
Tarsila do Amaral posa para foto na Inglaterra, início da década de 1920, usando vestido-casaco
Divulgação via BBC
Na imagem tirada em frente ao quadro Morro da Favela, é possível ver alguns detalhes da roupa de Tarsila: “As linhas do xadrez e a gola dupla, com sobreposição delicada de cassa de poá e bainha bordada em festão redondo”, segundo descreve Casarin.
Para a pesquisadora, o traje e a própria foto trazem elementos típicos do modernismo. Enquanto a maneira como o xadrez foi aproveitado na criação do vestido acaba por desenhar um grande losango centralizado na parte superior do corpo, a roupa também tem um caráter tradicional que lembra os vestidos xadrez utilizados no interior do Brasil.
“O losango é uma forma geométrica muito presente no modernismo e na arte moderna em geral. E quando está inserido no contexto da foto, o Écossais transmite também uma mensagem modernista”, explica Casarin.
Tarsila do Amaral posa com vestido xadrez em frente ao seu quadro ‘Morro de Favela’ em vernissage na Galeria Percier, em Paris, em 1926
Divulgação via BBC
“E ao mesmo tempo que é arrojado, o vestido tem um caráter tradicional, de roupa caipira, que ressoa com o modernismo brasileiro.”
Outro traje utilizado pela artista e que pode ser relacionado diretamente com o conteúdo de suas obras é seu vestido de casamento.
A celebração da união com Oswald de Andrade aconteceu em outubro de 1926 e reuniu nomes como Júlio Prestes, o governador recém-eleito de São Paulo, e Washington Luís, o então presidente do Brasil e padrinho pelo lado do noivo.
O traje de noiva de Tarsila, também assinado por Paul Poiret, foi criado a partir da cauda do vestido de casamento da mãe de Oswald. Era de cor creme e tinha uma capa branca forrada de veludo creme, com gola em pé.
E apesar de o casamento ter sido bastante explorado por aqueles que escreveram sobre o modernismo brasileiro, não há imagens do dia da cerimônia. O próprio vestido de noiva é hoje apenas um conjunto de fragmentos, guardado na Pinacoteca de São Paulo.
“O vestido de Tarsila pode ser interpretado como uma roupa antropofágica por si só, pois ao mesmo tempo em que busca a ideia de tradição e origem brasileira ao utilizar parte da roupa da mãe de Oswald, também procura aquilo há de mais moderno no mundo por meio da atualização feita por Poiret”, diz Carolina Casarin.
O movimento antropofágico fez parte da primeira fase do modernismo no Brasil e surgiu a partir de observações feitas por Oswald Andrade. A ideia criada pelo escritor sugeria “devorar” a cultura enriquecida por técnicas importadas e promover uma renovação estética na arte brasileira.
Do luxo à pobreza
Quadro de 1923 de Tarsila do Amaral é um autorretrato da pintora em um traje vermelho de gola alta
REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA ROMULO FIALDINI
O relacionamento entre Tarsila e Oswald durou até 1929, quando a pintora descobriu que o marido tinha um caso e pediu imediatamente o divórcio.
No mesmo ano, com a crise de 1929, as famílias do casal perderam boa parte dos bens que tinham. Passado o auge do modernismo no Brasil, os artistas também deixaram de frequentar a alta sociedade com tanta frequência e desapareceram aos poucos dos olhos do público.
Sem dinheiro e deixados de lado, Oswald e Tarsila abandonaram a busca constante pela moda e por refinar sua aparência, de modo que o grande auge de seu guarda-roupa ficou restrito principalmente à década de 20.
“Eles eram muito ricos nos anos 20 e tinham muito dinheiro para gastar em roupas, mas faliram e a dinâmica se tornou inviável”, diz Casarin.
Ainda assim, o casal deixou uma marca profunda não só na história das artes plásticas e da literatura, mas também na moda brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘BBB22’: Arthur Aguiar, Bárbara e Natália formam quarto paredão


Formação de mais uma disputa pela permanência no jogo aconteceu na noite deste domingo (13). ‘BBB22’: Arthur Aguiar, Bárbara e Natália formam quarto paredão
Globo
Arthur Aguiar, Bárbara e Natália estão na berlinda e formam o quarto paredão do “BBB22”. A formação de mais uma disputa pela permanência no reality show aconteceu na noite deste domingo (13), logo após o anúncio da entrada de Gustavo e Larissa, que estavam na Casa de Vidro, no programa.
Clique aqui para votar
Arthur foi parar no paredão por indicação da Líder da Semana, Jade Picon. No contra-golpe, o ator puxou Bárbara.
Já Natália foi a mais votada entre os participantes do reality. Ao ser informada que teria que indicar alguém direto para a berlinda, a sister apontou o nome de Laís.
Os quatro seguiram para a prova bate-volta, na qual Laís acabou se livrando do Paredão.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tropicaliente’ estreia no Globoplay: relembre romance de 1994 com Sílvia Pfeifer e Herson Capri


Novela de Walther Negrão tinha história de amor marcada por diferenças sociais no litoral cearense. “Tropicaliente” estreia nesta segunda-feira (13) no Globoplay. Exibida originalmente em 1994, a novela de Walther Negrão tinha história de amor entre Sílvia Pfeifer e Herson Capri marcada por diferenças sociais no litoral cearense.
Para quem quer rever a obra, o g1 relembra alguns dos principais momentos, além de curiosidades dos bastidores (leia mais no fim do texto), com dados do Memória Globo.
No início da história, a rica e rebelde Letícia (Silvia Pfeifer) tem 17 anos e, contrariando a vontade do pai, o industrial Gaspar (Francisco Cuoco), abandona a família e o conforto em que vive para morar em uma cabana de praia com seu grande amor, Ramiro (Herson Capri), um pescador sete anos mais velho do que ela.
Um dia, Ramiro sai para pescar, mas fica três meses em alto-mar. Certa de ter sido abandonada por seu amor, a jovem decide voltar para a casa dos pais e terminar os estudos fora do Brasil. Quando Ramiro retorna, não encontra Letícia e conclui que o romance entre os dois não passara de um capricho de uma jovem rica e mimada.
Anos mais tarde, Letícia volta ao Brasil, viúva e mãe de dois filhos, Vitor (Selton Mello) e Amanda (Paloma Duarte). Ela recebe do pai a tarefa de cuidar do estaleiro e da indústria pesqueira da família, no Ceará.
Herson Capri e Regina Dourado em ‘Tropicaliente’
Nelson Di Rago/Globo
Quando chega ao Nordeste, ela reencontra Ramiro, que se tornou líder de uma comunidade de pescadores, casou-se com Serena (Regina Dourado) e também teve dois filhos, Açucena (Carolina Dieckmann) e Cassiano (Márcio Garcia).
Apesar do amor e do respeito por Serena, mulher valente e companheira, Ramiro sucumbe à paixão por Letícia. Como o pescado da aldeia é vendido pela empresa de sua família, eles acabam se aproximando. A paixão entre os dois gera diversos conflitos e faz Serena sofrer.
Tropicaliente: Ramiro reencontra Letícia
Negrão conta que se inspirou em suas viagens para o cenário da novela.
“Eu tinha ido muito para o Caribe nessa época e gostei muito. E eu fiquei pensando: ‘Poxa, porque essa fissura do brasileiro pelo Caribe?’. Quando eu voltei, eu falei: ‘Poxa, o Brasil tem um Caribe que é o mesmo mar, que é do Nordeste, é o Ceará’. E coincidiu do Paulo Ubiratan ser apaixonado pelo Ceará, por Fortaleza, estava construindo uma casa de veraneio para ele. Nós viajamos para lá. Me lembro que foi o Paulo, Mário Lucio Vaz, Ítalo Granato e eu. Ficamos lá três dias e, no avião de volta, eu já tinha rascunhado o que fazer”, disse o autor ao Memória Globo.
“Nesses três dias eu pesquisei qual era o negócio de lá, exportação de lagosta e pesca. Havia um grande estaleiro inspirador. E o barco lagosteiro é muito bonito, cheio de gaiolas, é completamente diferente de uma jangada. Com todas as praias que existem no Ceará, a gente construiu uma praia fake para gravar a novela, que era uma plataforma de pedra, perto do Beach Park, com caminhões de areia. Porque era um lugar reservado, preservado, para gente poder gravar durante meses, sem turista.”
Carolina Dieckmann em ‘Tropicaliente’
Nelson Di Rago/Globo
Outra trama de destaque em “Tropicaliente” é o romance entre os filhos de Letícia e Ramiro, Vitor e Açucena.
Vitor tem problemas psicológicos e culpa a mãe pela morte do pai. Com os encantos de um jovem da cidade grande, ele acaba conquistando o coração de Açucena, uma menina doce e ingênua. Quando conhece Franchico (Cássio Gabus Mendes), no entanto, Açucena fica dividida entre os dois amores. Trambiqueiro, mas divertido e sedutor, Franchico se apaixona perdidamente pela jovem.
Ao longo da novela, o personagem mostra que, na realidade, não é mau-caráter e acaba conquistando a simpatia do público.
Paloma Duarte e Selton Mello em ‘Tropicaliente’
Nelson Di Rago/Globo
Curiosidades
O capixaba Stênio Garcia se orgulha de ele e o diretor artístico Paulo Ubiratan, um paulista, terem recebido o título de cidadãos do município de Beberibe, no Ceará, por causa da novela;
Garcia aprendeu a jogar tarrafa a partir do seu convívio com os pescadores;
“Tropicaliente” marcou a estreia dos atores Márcio Garcia, Giovanna Antonelli e Daniela Escobar em novelas da Rede Globo;
A novela foi reapresentada entre 20 de março e 07 de julho de 2000, em Vale a Pena Ver de Novo;
“Tropicaliente” foi exibida na Bolívia, Chile, Chipre, Guatemala, Indonésia, Nicarágua, Noruega, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Rússia, Turquia, Uruguai e Venezuela;
Na Rússia, fez um grande sucesso, sendo exibida duas vezes. Lá recebeu o título de “Tropikanka” e registrou bons índices de audiência na emissora ORT.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ivan Reitman, diretor de ‘Os Caça-Fantasmas’, morre aos 75 anos


Família do renomado cineasta afirma que ele morreu ‘pacificamente’ enquanto dormia em casa no sábado (12). Ivan Reitman chega à estreia de ‘Ghostbusters – Mais Além’ em Nova York, em 2021
Evan Agostini/Invision/AP
O diretor Ivan Reitman, de “Os Caça-Fantasmas” (1984), morreu neste sábado (12) aos 75 anos. De acordo com a agência de notícias Associated Press, a família do renomado cineasta afirmou que ele morreu “pacificamente” enquanto dormia em casa, nos Estados Unidos.
“Nossa família lamenta a perda inesperada de um marido, pai e avô que nos ensinou a sempre buscar a magia na vida”, afirma comunicado assinado pelos filhos do diretor, Jason, Catherine e Caroline Reitman.
“Nos consolamos que seu trabalho como cineasta trouxe riso e alegria para incontáveis outros ao redor do mundo. Enquanto lamentamos privadamente, esperamos que aqueles que o conheceram pelos seus filmes se lembrem para sempre dele.”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘BBB22’: público decide que Gustavo e Larissa devem entrar na casa


Dupla recebeu 52,77% dos votos para entrar no reality. Gustavo e Larissa deixam a Casa de Vidro e entram no BBB22
Reprodução/TV Globo
O “BBB22” ganhou dois novos participantes neste domingo (13): O público decidiu que Larissa e Gustavo, que estavam na Casa de Vidro, entram na casa mais vigiada do Brasil para concorrer ao prêmio de R$ 1, 5 milhão.
Eles ficaram os úlitmos dois dias em uma redoma dentro da atual residência dos brothers. Na sexta-feira (11), quando foi revelada a presença dos novos participantes, todos ficaram surpresos ao ver os novos moradores.
Gustavo e Larissa celebram entrada no BBB22
Reprodução/TV Globo
Todos aproveitaram os últimos dias para conversar com eles e tentar obter informações do jogo.
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A pernambucana Larissa, de 25 anos, é digital Influencer, nascida na cidade de Limoeiro, a 77 km da capital Recife. Pela reação de Eslovênia, elas já se conhecem.
Larissa e Gustavo ficaram na Casa de Vidro do ‘BBB22’
Reprodução
O curitibano Gustavo, de 31 anos, é formado em direito. Demitido durante a pandemia, resolveu ser dono do próprio negócio e está investindo no ramo gastronômico.
VÍDEOS: ASSUNTOS EM ALTA DO BBB 22

Assim como os outros participantes da edição, ambos estão com as vacinas em dia e foram testados, e antes de entrarem na casa, serão testados novamente. Os dois novos moradores entram no time Pipoca.
Conheça os participantes do ‘BBB22’
Notícias, vídeos e mais do ‘BBB22’
O ‘Big Brother’ foi o primeiro reality show da história?

Fonte: G1 Entretenimento

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Saxofonista Idriss Boudrioua lança disco em que toca temas de Michel Legrand em tom jazzístico


Idriss Boudrioua, francês que reside no Rio de Janeiro há 40 anos, toca sete temas no disco ‘Idriss plays Legrand’
Divulgação
♪ Saxofonista nascido há 62 anos na França e residente há 40 no Rio de Janeiro (RJ), cidade onde aportou em 1982, Idriss Boudrioua lança disco em que celebra a obra do compositor, pianista e arranjador conterrâneo Michel Legrand (24 de fevereiro de 1932 – 26 de janeiro de 2019).
Com sete faixas, todas arranjadas pelo próprio Boudrioua, o álbum Idriss plays Legrand expõe abordagem jazzística de temas compostos pelo pianista francês para trilhas sonoras de filmes.
Gravado em estúdio em 2019 e lançado neste mês de fevereiro de 2022, inclusive no formato de CD, o disco descende do show apresentado pelo saxofonista em fevereiro daquele ano – um mês após a morte de Legrand – em casa da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
O álbum abre com Les parapluies de cherbourg, faixa seguida por Recit de cassard (ambas músicas do filme Os guarda-chuvas do amor, de 1964), Chanson de maxence (do filme Duas garotas românticas, de 1967), Les moulins de mon coeur (do filme Crown, o magnífico, de 1968), Chanson des jumelles (também do filme Duas garotas românticas), Que feras-tu de ta vie? e La valse de lilás.
Gravado pelo saxofonista com os músicos Altair Martins (fluguelhorn), Emile Saubole (bateria), Filipe Silveira (piano) Rafael Rocha (trombone) e Sergio Barrozo (contrabaixo), o disco Idriss plays Legrand expõe a intimidade do músico com a obra do pianista e compositor francês, com quem o saxofonista tocou em show feito por Legrand em 2004 no Rio de Janeiro (RJ).

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ ganha 1º trailer durante o Super Bowl; ASSISTA

Amazon gastou cerca de US$ 465 milhões filmando a primeira temporada da série, que estreia em 2 de setembro e terá episódios lançados semanalmente. Assista ao primeiro trailer de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’
“O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” ganhou seu primeiro trailer neste domingo (13) durante o Super Bowl. Assista ao vídeo acima.
A série baseada na obra de J. R. R. Tolkien estreia na plataforma de vídeos Amazon Prime Video em 2 de setembro.
A história se passa milhares de anos antes dos eventos nos livros da saga “O Senhor dos Anéis”, que foi trazida à vida em filmes de grande sucesso.
O subtítulo prenuncia uma história “que une os principais eventos da Segunda Era de Tolkien: a forja dos icônicos anéis”, disse a Amazon em comunicado.
Os criadores J.D. Payne e Patrick McKay disseram que a série “une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: a forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”.
“Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel”, acrescentaram. “Mas antes que houvesse Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles.”
A Amazon gastou cerca de US$ 465 milhões filmando a primeira temporada da série, de acordo com funcionários do governo da Nova Zelândia, onde a série foi gravada. A empresa prevê fazer cinco temporadas da série, tornando-a uma das mais caras de todos os tempos.
Segundo a Amazon, a primeira temporada estará disponível em mais de 240 países em vários idiomas. Novos episódios serão lançados semanalmente.

Fonte: G1 Entretenimento