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Isabel Torres, atriz da série ‘Veneno’, morre aos 52 anos


Atriz e apresentadora espanhola lutava contra um câncer no pulmão com metástase nos ossos. Isabel Torres, atriz da série ‘Veneno’, morre aos 52 anos
Reprodução/Instagram
Isabel Torres, atriz da série “Veneno”, morreu nesta sexta-feira (11), aos 52 anos. Ela lutava contra um câncer de pulmão com metástase nos ossos.
A morte de Isabel foi confirmada através de um comunicado publicado nas redes sociais da atriz.
“Hoje, 11 de fevereiro de 2022, nos despedimos de Isabel. Embora seus familiares e amigos sintam profundamente sua partida, sabemos que pra onde ela for, vai se divertir como ela sabe. Obrigada por todas as demonstrações de carinho e preocupação.”
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Segundo a imprensa internacional, Isabel lutava contra a doença há cerca de dois anos.
Em 15 de novembro de 2021, a atriz postou um vídeo em seu Instagram no qual afirmou ser seu último vídeo. Na gravação, ela conta que estava dando entrada no hospital e que os médicos a deram dois meses de vida.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Atores de ‘Quem ela era’ falam sobre a inspiração em Hitchcock na minissérie


Trama de suspense é estrelada por Gugu Mbatha-Raw, de “The Morning Show” e David Oyelowo, de “Selma” e “Planeta dos Macacos: A Origem”. Programa é inspirado em best-seller de J.P. Delaney Atores de “Quem ela era” falam sobre como foi trabalhar na minissérie
Em “Quem ela era”, que já está disponível na HBO Max, acompanhamos a história de Jane (Gugu Mbatha-Raw, de “A Bela e a Fera” e das séries “The Morning Show” e “Loki”), uma mulher que se muda para uma casa inteligente com design moderno e vários equipamentos de ponta, criada pelo arquiteto Edward (David Oyelowo, de “Selma: Uma Luta pela Igualdade”).
Os dois acabam se envolvendo, mas Jane começa a desconfiar que Edward esconde segredos, como o que realmente aconteceu na casa três anos antes, quando morreu misteriosamente Emma (Jessica Plummer). Jane fica ainda mais intrigada com o fato de que a falecida era muito parecida fisicamente com ela.
Em entrevista ao g1, os atores falaram sobre a trama inspirada no best-seller de J.P. Delaney (lançado no Brasil pela editora Intrínseca). Veja o vídeo acima.
Gugu Mbatha-Raw interpreta Jane na minissérie “Quem ela era”
Divulgação
Ao serem questionados pelo fato de que a história possui elementos de clássicos dirigidos por Alfred Hitchcock, como “Rebecca – A Mulher Inesquecível” e “Um Corpo que Cai”, os protagonistas admitiram as semelhanças.
“Era algo que eu e David falamos. Esses clássicos são, obviamente, grandes referências. Mas eu acho que ele tem sua própria identidade.”, declarou Gugu Mbatha-Raw, que declarou nunca ter feito um thriller psicológico e destacou também o trabalho da diretora Lisa Lisa Brühlmann, que também dirigiu outra série cult, “Killing Eve” (disponível no Globoplay)
Para David Oyelowo, que viveu Martin Luther King em “Selma” e foi o vilão de “Planeta dos Macacos – A Origem”, ter referências como os filmes de Hitchcock para “Quem ela era” é muito bom para a minissérie. “Senti que tínhamos a chance de lidar com essas referências. Então, é claro que queríamos estar a altura do desafio”, disse o ator.
David Oyelowo interpreta o misterioso arquiteto Edward em “Quem ela era”
Divulgação
‘Pessoas machucadas machucam pessoas’
Ao ser questionado sobre a maneira fria e, ao mesmo tempo, agressiva as mulheres com quem Edward se envolve, Oyelowo mencionou um ditado que diz “Pessoas machucadas machucam pessoas”. Ele alegou que, por sofrer um grande trauma, seu personagem estava tentando consertar sua vida, ainda que forma egoísta. “Ele estava usando essas mulheres, seu poder, sua posição, todos como curativos para ferimentos de balas. Mas que não vão preencher o buraco no seu coração”, afirmou Oyelowo.
Jessica Plummer disse que interpretar uma personagem complexa como Emma foi um desafio, mas também uma honra. “Não foi fácil, mas eu tive um grande apoio ao meu redor do elenco, da Lisa (a diretora) e outras pessoas com quem trabalhei antes de começar a gravar. Acho que personagens como Emma para uma atriz são aqueles que deixam você tão empolgada porque você consegue explorar mais e mais e se divertir”
Ben Hardy e Jessica Plummer vivem um casal em crise em “Quem ela era”
Divulgação
Ben Hardy, que já atuou em blockbusters como “X-Men: Apocalyse” e “Bohemian Rhapsody”, interpreta Simon, ex-namorado de Emma que é trocado por Edward. O ator afirmou que, para fazer o processo de separação do casal, que aparece bastante feliz no início da trama e, aos poucos, vai se afastando, contou com a parceria que construiu com Jessica.
“Nós definitivamente nos ajudamos em termos de atuação. Você não sabe o que vai acontecer, se essa química vai rolar. Senti que tivemos uma química natural, que definitivamente nos ajudou”, pontuou Hardy.
Para Jessica, também foi importante o cronograma de gravação, que permitiu fazer melhor a fase mais feliz de Emma e Simon logo no início. “Eu acho que se fosse de outro jeito, seria complicado”, afirmou a atriz.
Gugu Mbatha-Raw e David Oyelowo protagonizam a minissérie “Quem ela era”
Divulgação
Novos aprendizados
Além de protagonizar “Quem ela era”, Gugu Mbatha-Raw também é creditada como produtora associada, o que para a atriz foi uma ótima experiência. “Foi muito bom participar das conversas para desenvolver os roteiros, o processo de escalar o elenco… Acho que ser atriz por muitos anos é algo que você se dá conta do que você aprende ao longo do caminho. Mas, geralmente, como atriz, nem sempre é o seu lugar de se envolver dessa maneira. Então, foi realmente ótimo fazer parte de uma equipe tão inclusiva e foi fascinante fazer a pesquisa com J.P. Delaney sobre os personagens. Foi uma escola de preparação e estou aprendendo muito”, disse a atriz.
Emma (Jessica Plummer) é a peça-chave de um mistério em “Quem ela era”
Divulgação
No final da entrevista, os atores falaram sobre o que levariam ou que não levariam para suas próprias casas do imóvel criado por Edward. David Oyelowo disse que gostaria de levar o saguão que funciona como um jardim com uma árvore no meio da sala de estar, mesmo que não fizesse o menor sentido. Já Gugu Mbatha-Raw relutou um pouco, mas acabou decidindo levar a banheira estilizada.
Jessica Plummer disse que jamais levaria o sistema eletrônico da casa que decide até que música ouvir em determinados momentos do dia ou de acordo com o seu humor. “Não gosto que me digam o que fazer!”, divertiu-se Jessica. Já Ben Hardy afirmou que gostaria de levar algo do design da casa. “Eu gostaria de morar numa casa moderna e austera como aquela. Seria bem legal”, finalizou o ator.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sting vende todo seu catálogo musical, incluindo sucessos do The Police


Em comunicado, músico britânico afirmou que está feliz pelo setor editorial da Universal administrar seu catálogo. Gravadora não revelou termos financeiros do acordo, mas jornais americanos citam valores entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões. Sting, durante show em São Paulo
Flavio Moraes/G1
O músico britânico Sting vendeu seu catálogo de músicas autorais, que inclui trabalhos solo e famosos sucessos com The Police como “Roxanne”, à Universal Music Group.
O anúncio de mais uma grande transação da indústria discográfica foi feito pela gravadora nesta quinta-feira (10).
A Universal não revelou os termos financeiros do acordo, mas os jornais americanos citam valores entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,3 bilhão e R$ 1,5 bilhão).
Música à venda: como grandes autores estão negociando seus catálogos por milhões de dólares
A operação cobre todo o trabalho de composição de canções de Sting, incluindo as músicas escritas para a banda The Police.
O grupo receberá todos os lucros futuros relacionados aos direitos autorais das canções compostas pelo artista e as derivadas de sucessos como “Every Breath You Take” e “Fields of Gold”.
Em um comunicado, o músico britânico de 70 anos afirmou que está feliz pelo setor editorial da Universal administrar seu catálogo.
“É absolutamente essencial para mim que o trabalho realizado ao longo da minha carreira tenha um lar onde seja valorizado e respeitado, não só para me conectar de novas maneiras com os fãs de toda a vida, mas também para apresentar minhas músicas a novas audiências, músicos e gerações”, destacou.
As compras de direitos musicais vivem um boom porque podem ser muito lucrativas a longo prazo, já que o uso de cada música, seja um download, um trecho incluído em um filme ou em uma propaganda, gera o pagamento de direitos.
Também é útil para artistas focados no planejamento patrimonial e aqueles cuja renda por turnês foi afetada pela pandemia de coronavírus.
Diversas empresas compraram vários catálogos importantes, como os de Bruce Springsteen, David Bowie, Stevie Nicks, Paul Simon, Motley Crue, The Red Hot Chili Peppers e Shakira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maluma estreia no cinema em ‘Case Comigo’, comédia romântica com Jennifer Lopez:

Cantor colombiano interpreta superstar da música. Maluma fala sobre ‘Case comigo’, comédia romântica com Jennifer Lopez
O cantor colombiano Maluma fez sua estreia nos cinemas em uma super produção de Hollywood ao lado de Jennifer Lopez e Owen Wilson no filme “Case comigo”. Muito à vontade na tela, ele conta ao g1 que recebeu o convite direto de Lopez.
“Me convidaram há dois anos graças à equipe da Jennifer [Lopez], Jennifer me chamou e me disse que queria que eu fosse parte do projeto. Também a diretora Kat [Coiro] ajudou muito para que tudo isso acontecesse.
O astro do reggaeton precisou de ajuda para encarar o desafio da atuação, mas disse que preferiu encarar o papel com a maior naturalidade que conseguiu.
“Antes de começar a gravar, vim para Los Angeles, passei duas semanas com um professor aqui. Depois, tive um tutor, por assim dizer, todos os dias em Nova York. Todos os dias acordava e praticava o roteiro e as cenas inteiras com meu tutor”, conta.
“Eu acho que, quanto mais se quer atuar, menos natural vai ser. E eu já tinha feito isso anteriormente, estar em um cenário é me colocar no papel do Maluma e seguir adiante. Então já sei o que é calçar os sapatos de outros personagens”, conta o cantor, cujo nome é Juan Luis Londoño Arias.
“Case Comigo” retrata uma estrela pop cuja vida amorosa é acompanhada por milhões de pessoas. Kat Valdez, uma estrela da música em um relacionamento com o também astro musical Bastian.
Os dois planejam se casar diante de uma milhões de pessoas do mundo inteiro, transmitindo os votos e a união para seus fãs. Mas segundos antes, Kat descobre que Bastian foi infiel e, no lugar, casa-se com Charlie, um estranho na multidão interpretado por Owen Wilson.
“Case Comigo” também chegou aos cinemas brasileiro nesta quinta (10).
A história das comédias românticas em 7 sucessos

Fonte: G1 Entretenimento

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‘BBB22’: Larissa e Gustavo entram na Casa de Vidro nesta sexta-feira (11)


Público vai decidir se participantes entram ou não na casa dos brothers; veja como vai funcionar. Larissa e Gustavo estão na Casa de Vidro do ‘BBB22’
Reprodução / TV Globo
O “BBB22” ganha dois novos participantes nesta sexta-feira (11): Larissa e Gustavo estreiam na Casa de Vidro. O público vai decidir se o casal fica ou não no reality. A redoma será montada dentro da atual residência dos brothers.
A pernambucana Larissa, de 25 anos, é digital Influencer, nascida na cidade de Limoeiro, a 77 km da capital Recife.
O curitibano Gustavo, de 31 anos, é formado em direito. Demitido durante a pandemia, resolveu ser dono do próprio negócio e está investindo no ramo gastronômico.
O público vai definir através de uma votação se os dois participantes vão entrar ou não na casa mais vigiada do Brasil.
“Ou entra os dois ou não entra nenhum. O resultado dessa votação vai ser no domingo (13), antes da formação do paredão”, avisou Tadeu Schmidt.
Assim como os outros participantes da edição, ambos estão com as vacinas em dia e foram testados, e antes de entrarem na casa, serão testados novamente.
Serão dois novos moradores do time Pipoca.
Se o público decidir que vamos ter dois novos moradores. Como vai ser?
“Se a dupla entrar no BBB22, ela estará imune no paredão e os dois, juntos, vão ter que dar um voto aberto e em consenso. Não é uma indicação, é mais um voto da casa”, explicou Tadeu.
Conheça os participantes do ‘BBB22’
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O ‘Big Brother’ foi o primeiro reality show da história?

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Danny: dona de hits de forró sexy como ‘Xerecard’ incomodou até empresa de cartões


Conheça a cantora idolatrada por Anitta e campeã de hits da virada do ano. Ela causou tanto barulho com o hit ‘Xerecard’ que a Mastercard, parodiada na letra e no clipe, pediu para apagar a marca. MC Danny
Divulgação
Pouca gente faz mais barulho no pop brasileiro hoje do que MC Danny. Sua voz grave entoa versos sexuais de forró sem constrangimento. Ela chega para causar. Tanto que “Xerecard”, hit dela do ano passado, fez a Mastercard, empresa parodiada na letra e no clipe, pedir para tirar sua marca do vídeo.
Ela quase teve que apagar o clipe, hoje já visto mais de 19 milhões de vezes. A Mastercard tentou até tirar do ar todo o canal no YouTube da Love Funk, uma das principais produtoras de São Paulo. Mas, no fim, Danny deu seu jeito: borrou a imagem da marca da empresa e seguiu feliz.
Este é um dos casos que a cantora que mais emplacou sucessos na virada do ano contou no podcast g1 ouviu. Ouça e conheça MC Danny abaixo:
MC Danny e Jeff Costa no clipe de Xerecard, já com a marca da empresa parodiada borrada
Reprodução
“MC Danny, hein… Não confunda!”. Entre os bordões que invadiram a música brasileira, poucos são tão bons para introduzir a artista por trás dele. É fácil confundir MC Danny de várias formas antes de conhecê-la melhor.
Ela teve a 1ª e a 3ª músicas mais tocadas no Spotify no Brasil no réveillon (“Toma toma vapo vapo”, com Zé Felipe, e “Ameaça”, com Paulo Pires e Marcynho Sensação) – com isso, elas entraram até no top 30 global. Quem ouve de relance os forrós ousados pode ficar confuso sem saber que:
MC Danny
Divulgação
A nova voz da pisadinha é uma funkeira paulista. Ela tentava emplacar em SP há 10 anos, até virar queridinha do forró.
As letras são cheias de ousadias e quicadas. Mas Danny se formou no funk “consciente”, sobre a realidade difícil das favelas.
Nas músicas, ela deixa homens doidos com relações sem sentimento. Na real, Danny vive tranquila com sua namorada.
Todo mundo está atrás da voz imponente, do ritmo e da liberdade feminina da artista que antes era ignorada.
Ela fechou ‘feats’ com Barões da Pisadinha e João Gomes, e sua equipe conversa com a de Anitta. Mas ela não quer se prender a uma fórmula – no funk nem na pisadinha.
Danielle Porto Deloste tem 23 anos e cresceu no Jardim Sinhá, Zona Leste de São Paulo. “Minha infância foi um pouco como a de toda periferia. Não tinha muito recurso. Minha mãe trabalhava em shopping, minha avó fazia uns bicos”, conta.
A mãe e a avó são de Vitória da Conquista (BA). Em casa, Danny ouvia muito forró (Calcinha Preta, Xand Avião) e sertanejo (Bruno e Marrone). Mas ela se apaixonou ao ouvir o MC Daleste cantar sobre as cenas que ela via todo dia no Jardim Sinhá.
“Era um funk que mostrava a realidade da minha periferia, da minha vida, da minha casa”, ela descreve. Aos 12 anos, a garota da Zona Leste resolveu virar MC do tal funk consciente, como o ídolo Daleste – assassinado durante um show em 2013.
“Desde os 12 anos eu já trabalhava também. Trabalhei em lava-rápido, entregando panfleto, em fast-food, fui gerente de loja de shopping. Foi difícil. O funk era meu sonho e trabalhar registrada era para me manter e comer.”
Funk inconsciente
A carreira musical não engrenava. “Quando eu cantava consciente não fazia baile. Porque quando você é mulher nesse mundo da música, é mais difícil. No funk é mais difícil. No consciente, pior ainda”. Não havia consciência da igualdade de gênero.
“Eu lançava vídeo no Youtube e no Facebook porque não tinha recurso para produzir uma música no estúdio. Dos dez anos de carreira, seis foram só cantando consciente. Percebi que não conseguia entrar no mercado sendo mulher, sozinha, sem produtora, sem empresário.”
Ela resolveu variar o estilo. “Comecei a ser versátil, a gravar de tudo. Tudo que falavam para mim eu ia lá e gravava.” Ela gravou até trap, mas a barreira mais difícil foi cantar as letras sexuais que estavam em alta no funk: “Eu tinha vergonha. Achava que estava ofendendo as pessoas.”
“Com o tempo eu vi que a recepção foi diferente. Não é a ousadia, é o jeito dançante, o toque, o ritmo. A letra é o que toca na rua. A gente é da periferia, é da rua. A gente quer cantar o que a rua quer escutar. Não quero levar a ousadia para o resto da vida. Mas a gente vai se adaptando com o tempo.”
‘Por que não pode?’
Os MCs já cantavam isso sem problema. O duro foi uma mulher “ter a mesma liberdade, o mesmo passe dos homens”, ela diz. “A gente é muito limitada, não pode falar nada que ‘ah, vocês são isso e aquilo’. Pô, o homem pode falar a hora que quiser. E a gente não pode? Por que não pode?”
Num momento em que os cantores populares brasileiros parecem fascinados com a figura da amante impiedosa, Danny hiponotiza ao encarnar a mulher “ruim no amor, mas boa na cama”, que “senta sem sentimento” e ainda reclama deles: “Prostituto, vagabundo, não vale nada”.
Na era do “tapão na raba”, Danny bate de volta nos homens com ousadia e alegria. Mas a chave do sucesso foi além das letras sexuais – e, principalmente, além da cena do funk de SP. Ela faz parte da produtora paulista Love Funk, que ajuda a amarrar parcerias por todo o país.
Estratégia para ganhar o Brasil
A expansão foi resultado de uma decisão esperta de Danny: colocar na internet todos os vocais limpos, sem batida, para qualquer DJ usar. “O que os DJs fazem? Pegam a minha capella e transformam num ritmo deles. Um ritmo da cultura do estado.”
Esses vocais pré-fabricados são cada vez mais usuais no intercâmbio de sucessos do pop eletrônico brasileiro. Danny foi ainda mais ativa: “Qual foi minha visão? Mandar carimbo (voz para personalizar a faixa) para os DJs de cada estado. E graças a Deus o retorno veio como? Triplicado.”
O primeiro acerto foi no funk de Belo Horizonte, em 2020, quando o DJ mineiro Gui Marques usou a voz em “Vou jogar na sua cara”. Depois, a mesma faixa ganhou um remix brega-funk pernambucano.
Vocal de ‘Xerecard’: não tem preço
O primeiro hit nacional com a estratégia do vocal sem preço veio com a já citada “Xerecard”. A original tinha batida paulista. Depois, o potiguar Jeff Costa transformou em bregadeira e fez estourar no Brasil.
“Não tinha muito ideia com a Mastercard. Ela queria processar, tirar o clipe, remover o canal da produtora. Foi difícil. Mas a gente já editou o clipe, ocultou as partes que lembram a marca deles e graças a Deus eles recuaram”, lembra Danny.
A força de “Xerecard” em Fortaleza pôs Danny no radar dos astros da cidade. Ela emplacou “Não pode se apaixonar”, com Xand Avião e DJ Ivis (antes do vídeo em que ele agride a ex-mulher). Outro hit foi “Sem sentimento”, com o cearense Felipe Amorim e os pernambucanos DG e Batidão Stronda.
“Onde eu vou, qualquer estado do Nordeste, a recepção é excepcional, com muito amor” Mesmo tendo crescido ouvindo os forrós que a avó e a mãe tocavam, ela não sabe explicar porque a conexão com sua voz foi tão forte: “Deus falou: você vai estourar aqui, o Nordeste é o seu lugar”, ela arrisca.
As duas pisadinhas que bombaram na virada foram “Ameaça”, com o paraibano Marcynho Sensação, outra revelação nas paradas, e “Toma Toma Vapo Vapo, com Zé Felipe, goiano antenado na nova música eletrônica do Nordeste.
Anitta virou fã
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Anitta é a maior fã de “Ameaça” no Instagram e postou vários vídeos curtindo a música. Danny ainda não conversou com ela, mas há uma conexão: “Está rolando uma conversa entre nossos produtores, quem sabe rola um feat?”. Há parcerias certas com Barões da Pisadinha e João Gomes.
Entre os novos lançamentos estão “Eu te avisei”, com Márcia Fellipe, e “Soca tudo”, aposta da Turma da Bregadeira para o carnaval.
MC Danny com a Turma da Bregadeira
Divulgação
Danny sabe que o brega-funk e a pisadinha mudaram sua vida, mas também busca outros terrenos – e não desistiu do funk consciente. “O piseiro foi como uma escada para mim. A gente tem que dançar conforme a música. Mas vai se adaptando aqui, canta um consciente ali. Até estourar uma. ”
A Bahia delas
Ela conversou com o g1 por videochamada, enquanto tirava alguns dias de folga com a família na Bahia. Uma tranquilidade distante das letras frenéticas de embate sexual com homens. “Hoje eu namoro, sou bem tranquila em relação a isso”, ela diz.
“As pessoas até estranham quando sabem por conta das músicas. Aí quando vai ver, na realidade, eu namoro uma mulher. Totalmente diferente. Sou super assumida, não tenho limitação de falar.”
Além da paz no amor, ela comemora as férias com a mãe e a avó, que saíram da Bahia, penaram em São Paulo, e hoje descansam na terra de origem. “Sou muito grata a elas. Eu não fui criada pelo meu pai. Foram elas em qualquer momento da minha vida. As duas, firmes e fortes.”
MC Danny
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Indígenas leiloam artes em NFT para comprar drones e tecnologias para vigiar território na Amazônia


Venda das obras pretende financiar proteção de pelo menos 13 mil hectares de floresta. Colagem digital de Barbara Parawara, à venda em leilão para financiamento de projeto do povo Paiter Suruí
Barbara Parawara
O povo indígena Paiter Suruí, de Rondônia, está leiloando obras de arte NFT, uma estratégia para arrecadar fundos para monitorar o território Sete de Setembro e patrocinar iniciativas sustentáveis — a meta é conservar pelo menos uma área de 13 mil hectares de floresta.
NFT: como funciona o registro de coleções digitais que já valem milhões de dólares
A venda de obras NFT, que muitas vezes ultrapassa valores milionários, é um mercado em crescimento no Brasil. A sigla significa “tokens não-fungíveis”, mas, em linguagem mais acessível, são arquivos com um selo digital associado, o que garante a autenticidade.
“O que é o NFT? Acho que a melhor forma de pensá-lo é como uma propriedade digital, um ativo digital. Ele é não-fungível, ou seja, ele é único, exatamente como ele só existe ele”, explica Fabricio Tota, diretor da Mercado Bitcoin, que disponibilizou a plataforma para a venda das obras.
Depois de discutir com parceiros, Almir Suruí, cacique da terra indígena Sete de Setembro, convidou os artistas da comunidade para se envolver no projeto. A meta é juntar dinheiro suficiente para garantir a proteção de uma parte do território e, ainda, reduzir as emissões de carbono. O valor de cada obra será revertido em até 95,5% para os Paiter Suruí.
Almir Suruí, cacique da Terra Indígena Sete de Setembro
Arquivo Pessoal
“A ideia é adquirir tecnologias, como drones, GPS, computadores para geoprocessamento, e também identificar alguns projetos para receber financiamento e fortalecimento. Temos projetos de café, banana, cacau, castanha. Até de reflorestamento e de recuperação das nascentes”, explicou Almir Suruí.
A terra indígena Sete de Setembro compreende uma área de mais de 280 mil hectares, mas, com o projeto, os moradores pretendem garantir de forma independente o monitoramento de pelo menos 13 mil hectares de floresta.
Terra Indígena Sete de Setembro
Elcio Horiuchi/g1
O leilão
Os artistas – entre indígenas Paiter Suruí e apoiadores da causa – disponibilizaram suas obras para o leilão, que encerra na próxima terça-feira (15). Alguns itens já receberam lances de até R$ 6,5 mil.
Filha de Almir Suruí, a fotógrafa Walelasoepilemãn Suruí, de 23 anos, está entre os artistas. Pí, como também conhecida, é irmã de Txai Suruí, ativista que discursou na última conferência do clima em Glasgow (COP26). Entre as imagens enviadas para o leilão, está uma fotografia que retrata a irmã em uma cachoeira depois de um dia de trabalho.
Quem é Txai Suruí, indígena e única brasileira que discursou na COP26
“É importante porque é uma figura representativa: é mulher, é jovem, é líder. Foi em um mês em que a gente estava a lazer, depois do trabalho, entrando de férias. A gente resolveu viajar um pouco”, disse Pí ao g1. Além de fotógrafa, a jovem também é estudante de psicologia em Porto Velho.
Walelasoepilemãn Suruí, a Pí: ativista Indígena do povo Paiter Suruí e primeira mulher Suruí a se tornar fotógrafa profissional
Arquivo Pessoal
A artista também disponibilizou uma fotografia que fez em uma visita ao povo Uru-Eu-Wau-Wau, também de Rondônia. Ela foi convidada a pescar com os “parentes”, como ela os descreve, e disse que ali, no momento retratado, estava aprendendo mais sobre um outro povo indígena.
“Por que apesar de sermos todos povos indígenas, apesar de eu ser indígena e parente, eu sou de um povo diferente, e as demandas da minha comunidade são diferentes das demandas de um outro povo. Esse intercâmbio cultural, essa troca de saberes, é muito importante”, explicou.
Veja abaixo algumas das obras e, se interessar, o leilão está disponível na plataforma NFT: https://www.mercadobitcoin.com.br/nft
Obra ‘Liberdade de Sentir’, fotografia de Pí Suruí, retrata banho de cachoeira da irmã, Txai Suruí
Walelasoepilemãn Suruí
‘Pescaria’, por Walelasoepilemãn Suruí, que retrata parceria com o povo Uru-Eu-Wau-Wau de Rondônia
Walelasoepilemãn Suruí
‘Cosmovisão Tupinambá da Amazônia’, colagem digital de Moara Tupinambá, artista e ativista natural de Mairi, Belém do Pará
Moara Tupinambá
‘Protetores da Floresta – Peixe Mandy’, desenho de Denilson Baniwa, nascido em Mariuá, Rio Negro, Amazonas
Denilson Baniwa

Fonte: G1 Entretenimento

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Monark diz que sofre ‘linchamento desumano’ e que nunca apoiou ideologia nazista


Podcaster fez comentário sobre nazismo no Flow Podcast na segunda (7). Nas redes sociais, novamente tentou se defender e pediu desculpas pelo comentário. Monark, apresentador do Flow Podcast
Reprodução/YouTube/FlowPodcast
Monark, ex-apresentador do Flow Podcast, disse que está sofrendo “um linchamento desumano” e que nunca apoiou a ideologia nazista que, segundo ele, considera “repugnante”. Em uma rede social, ele novamente pediu desculpas, dizendo que “errou feio”.
“Eu posso ter errado na forma como eu me expressei, mas o que estão fazendo comigo é um linchamento desumano. Reitero que nunca apoiei a ideologia nazista e que a considero repugnante”, disse Bruno Aiub, conhecido como Monark, nesta quinta-feira (10). “Entendo que eu machuquei muitas pessoas com meu comentário insensível, peço perdão por isso, errei feio, e responderei pelas minhas atitudes.”
Monark pede desculpas novamente por ter feito apologia ao nazismo
Reprodução
Monark foi muito criticado por um comentário que dizia que “deveria existir um partido nazista reconhecido por lei” na edição da segunda-feira (7) do podcast, da qual participavam Kim Kataguiri (DEM-SP) e Tabata Amaral (PSB). Na terça-feira (8), ele pediu desculpas e disse que estava bêbado. No mesmo dia, ele foi desligado do Flow Podcast.
Entidades judaicas criticaram a fala do apresentador e o caso repercutiu em Portugal, onde o influenciador fez sucesso com vídeos de Minecraft no começo da carreira. Monark pode ter que pagar indenização e pode até ser preso por apologia ao nazismo. O TJ-RJ deu 48 horas para que o Flow Podcast retire de todas as suas redes sociais o episódio com declarações nazistas do influenciador sob multa de R$ 10 mil por dia.
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ENTENDA: Monark pode ser demitido ou desligado de sua própria empresa?
PERFIL: Afinal, quem é Monark e como ele se tornou conhecido?
Criado por Monark e por Igor Coelho (Igor 3K), o Flow é um dos podcasts com maior audiência do Brasil e tem 3,6 milhões de inscritos só no YouTube. O podcast já perdeu patrocinadores, e em 2021 Monark foi muito criticado após ter questionado no Twitter se “ter opinião racista é crime”.
Na segunda, Monark disse: “A esquerda radical tem muito mais espaço do que a direita radical, na minha opinião. As duas tinham que ter espaço. Eu sou mais louco que todos vocês. Eu acho que o nazista tinha que ter o partido nazista reconhecido pela lei”.
Tabata rebateu o comentário e falou que a “liberdade de expressão termina onde a sua expressão coloca em risco a vida do outro”. “O nazismo é contra a população judaica e isso coloca uma população inteira em risco”, afirmou a parlamentar.
Respostas de Monark
Após a repercussão negativa de sua fala, Monark publicou um vídeo de oito minutos dizendo que ela foi tirada de contexto e que ele considera o nazismo abominável.
Monark argumentou no vídeo que defende a liberdade de expressão para “saber quem é idiota para que a gente possa ou educar essa pessoa, se for possível afastar essa pessoa e, se ela estiver cometendo um crime, punir essa pessoa”. “É muito mais fácil descobrir quem ela é se a gente deixa ela falar”, argumentou. Ele também se disse vítima da “cultura do cancelamento”. Veja o vídeo.
Mais tarde, o apresentador publicou um novo vídeo dizendo que tinha errado e pediu desculpas (veja abaixo). Monark afirmou que estava bêbado durante o programa, pediu compreensão e convidou pessoas da comunidade judaica a irem ao seu programa para conversarem com ele e explicarem mais “sobre toda a história” .
Monark pede desculpa e diz que estava bêbado quando defendeu existência de partido nazista

Fonte: G1 Entretenimento

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BK se reúne com L7nnon em single, ‘Deu aulas’, com beat de Papatinho


Rapper carioca pretende lançar o quarto álbum de estúdio após apresentar duas músicas inéditas. ♪ Os caminhos profissionais dos rappers BK e L7nnon e do produtor Papatinho já se cruzaram nas gravações de várias músicas.
Em 2019, L7nnon lançou single, Função, gravado com produção musical de Papatinho. No mesmo ano, BK e L7nnon já figuraram como convidados do rapper FBC na gravação da música $enhor. Em 2020, foi a vez de Papatinho dar forma à música Lance criminoso com a colaboração de BK.
No entanto, os três artistas nunca apareceram juntos numa mesma faixa. Até então. Single inédito que BK lança pelo selo Gigante na sexta-feira, 11 de fevereiro, dois meses após o EP Cidade do pecado (2021), Deu aulas reúne o trio em gravação de música de autoria também creditada a Lucas Secon.
Primeiro lançamento de BK em 2022, o single Deu aulas tem beat de Papatinho e rimas de L7nnon e do rapper anfitrião. Na sequência, BK pretende lançar outro single inédito antes de apresentar o quarto álbum de estúdio.

Fonte: G1 Entretenimento

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TRF-3 decide encaminhar processo de estupro contra ator argentino Juan Darthés para Justiça de SP


Após o caso ser revelado, em 2018, o ator se mudou para o Brasil. Atriz Thelma Fardin diz que foi estuprada pelo colega durante turnê na Nicarágua, em 2009, quando tinha 16 anos. Juan Darthés em cena de ‘Los ricos no piden permiso’
Divulgação
O Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, em São Paulo, decidiu encaminhar o processo contra o ator argentino Juan Darthés para a Justiça de São Paulo. Darthés é acusado de ter estuprado a atriz Thelma Fardin durante uma turnê na Nicarágua, em 2009, quando ela tinha 16 anos de idade e ele, 45. O ator nega ter cometido o crime.
O caso foi revelado pela atriz em 2018, como parte do movimento #MeToo na Argentina. Com uma ordem de prisão emitida pela Interpol, Darthés mudou-se para o Brasil, pois possui dupla cidadania.
O Ministério Público Federal de São Paulo denunciou o ator pelo crime de estupro em abril de 2021, afirmando que “o Brasil possui jurisdição para o processamento e julgamento dos fatos descritos na denúncia, imputados a brasileiro nato e consumados na Nicarágua”.
Nesta segunda-feira (7), no entanto, a 5ª Turma do TRF-3 atendeu ao pedido feito pela defesa do ator e considerou que o julgamento do crime em questão não é de competência da Justiça Federal, mas sim da esfera estadual.
A atriz se manifestou sobre a decisão por meio de suas redes sociais.
“Um processo que é suspenso, não por irregularidades, mas porque um tribunal disse que não há jurisdição. Um monte de tecnicismos insuportáveis, injustos. Injusto que uma vítima tenha que saber de tantos tecnicismos. Mas a mensagem, hoje, é a impunidade [em tradução livre]”, disse em vídeo publicado no Instagram.
Procurada pelo g1, a defesa de Darthés afirmou que aguardará a publicação da decisão para comentar o caso.
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Em nota, o movimento Me Too Brasil expressou apoio à atriz Thelma Fardin.
“A decisão não absolve o acusado ou encerra o processo mas, baseada em conflito de competência levantado pela defesa, acarretará no reinício do processo e terá impacto negativo para a vítima. O Me Too Brasil espera que a Justiça Estadual de São Paulo acolha integralmente a instrução probatória e os atos processuais que já correram por tantos anos na esfera federal”, diz o texto.
“O passar do tempo favorece as narrativas preconceituosas, discriminatórias e estereotipadas a partir da culpabilização e da revitimização. Muitas vezes a defesa de acusados de abuso recorrem à inversão de papéis, colocando a vítima no banco dos réus ao se questionar os depoimentos concedidos há anos. A neurobiologia do trauma demonstra que é impossível contar a mesma história, da mesma forma, anos mais tarde, principalmente em relação a traumas.”
Caso revelado
Thelma Fardin e o coletivo Atrizes Argentinas
Joaquín Salguero/AP Photo
A atriz argentina Thelma Fardin acusou, em 2018, seu colega Juan Darthés de estupro. Em coletiva de imprensa ao lado de outras cerca de 50 mulheres, do coletivo Atrizes Argentinas, ela afirmou que foi atacada pelo ator em 2009, durante uma turnê da peça infantil “Patito feo” pela Nicarágua, quando tinha 16 anos.
Segundo ela, o colega da produção a forçou a fazer sexo no hotel em que estavam.
“Uma noite começou a beijar meu pescoço, e eu disse que parasse. Então ele agarrou minha mão e me disse: ‘Veja como você me deixa'”, afirmou ela em vídeo exibido no evento.
“Me jogou na cama, baixou meu short e me fez sexo oral. Segui dizendo que não. Disse: ‘Teus filhos têm a minha idade’. Ele não se importou. Subiu em cima de mim e me penetrou. Neste momento, alguém bateu à porta e eu pude sair do quarto do hotel.”
Na Argentina, atriz denuncia ator por estupro
Segundo a atriz, ela só teve coragem de fazer a denúncia graças à acusação feita por outra atriz, Calu Rivero, em 2017. De acordo com o jornal “Clarín”, Rivero afirma que Darthés tentou abusar dela em 2012, durante gravação da novela “Dulce Amor”.
Em uma entrevista a um canal de televisão, Darthés, que é argentino mas nasceu em São Paulo, diz que o ataque nunca aconteceu, e que foi ela quem foi ao seu quarto, se “insinuando”.
O ator chegou a processar Rivero por calúnia, mas não compareceu à audiência marcada para esta quinta-feira (13).
Atrizes brasileiras também fizeram manifesto contra vinda do ator Juan Darthés ao Brasil em 2018, após acusação de estupro.
Thelma Fardin e Griselda Siciliani choram durante entrevista do coletivo Atrizes Argentinas contra Juan Darthés
Marcelo Capece/Noticias Argentinas/AFP
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Fonte: G1 Entretenimento