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Adrilles é investigado pelo MP de SP após gesto apontado como saudação nazista


Comentarista Adrilles Jorge fez o gesto quando falava sobre caso do apresentador Monark, que defendeu criação de partido nazista. Adrilles Jorge, comentarista da rádio Jovem Pan, durante transmissão nesta terça-feira (8)
Reprodução
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) informou nesta quarta-feira (9) que abriu uma investigação contra o comentarista Adrilles Jorge.
Instaurada pelo Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Inteligência (Gecradi) do MP, a investigação criminal ocorre após Adrilles fazer um gesto apontado como uma saudação nazista. O gesto ocorreu durante sua participação em um programa da Joven Pan na noite desta terça-feira (8).
Segundo o comunicado do MP, o comentarista “encerrou um programa na Jovem Pan com uma saudação nazista, o que em tese contraria os dispositivos da Lei 7.716/89”.
A lei citada pelo Ministério Público define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, e afirma que é crime “fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo”.
A Jovem Pan demitiu nesta quarta-feira (9) o comentarista Adrilles Jorge após ele fazer um gesto apontado como saudação nazista. Na ocasião, Adrilles comentava o caso do apresentador Monark, que defendeu criação de partido nazista. Quando teve sua participação encerrada, ele se despediu da atração fazendo um gesto similar ao de Adolf Hitler.
Demissão de Adrilles Jorge
Ao g1, a assessoria da Joven Pan confirmou a demissão de Adrilles Jorge e enviou o seguinte comunicado:
“O Grupo Jovem Pan repudia qualquer manifestação em defesa do nazismo e suas ideias. Somos veementemente contra a perseguição a qualquer grupo por questões étnicas, religiosas, raciais ou sexuais.
No exercício diário de informar e esclarecer nossa audiência, prezamos pelo livre debate de ideias, mas não endossamos qualquer tipo de manifestação que leve ao discurso de ódio e reforce ideias que remetam a um episódio da nossa história que deve ser lembrado como símbolo de um erro da humanidade que não deve jamais ser repetido.
Nossos comentaristas têm independência para emitir opiniões, respeitando os limites da lei, opiniões estas que não refletem as posições do Grupo Jovem Pan.”
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Nas redes sociais, Adrilles Jorge confirmou a demissão e afirmou que os espectadores ‘deturparam’ um ‘tchau’.
“Fui demitido da Jovem Pan. Por dar um tchau deturpado por canceladores. Infelizmente a pressão de uma turba canceladora e sua sanha de sangue surtiram efeito. Agradeço a Jovem Pan pela oportunidade e a todos os amigos que lá conquistei e que em mim confiam e apoiam.”
Adrilles Jorge tem 47 anos é escritor, poeta e jornalista. Na Jovem Pan, ele era um dos comentaristas do programa “Morning Show”, além de escrever sobre política, cultura e comportamento. O comentarista foi um dos participantes do “BBB15”.
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Confederação Israelita do Brasil
Após a divulgação das imagens de Adrilles na atração, a Conib (Confederação Israelita do Brasil) emitiu um comunicado condenando o gesto feito pelo comentarista:
“A Conib (Confederação Israelita do Brasil) condena estarrecida o gesto repugnante de saudação nazista feito pelo apresentador Adrilles Jorge em programa da Jovem Pan. O nazismo propaga uma visão de mundo racista, antissemita e totalitária, que causou a morte de 6 milhões de judeus e minorias como homossexuais, negros, ciganos e outras, e detonou uma guerra mundial catastrófica para a humanidade.”
“Episódios de apologia ao nazismo devem ser combatidos com todo o rigor da lei brasileira e repelidos pela sociedade como um todo. A Conib, em nome da comunidade judaica, agradece as manifestações de apoio diante desses fatos lamentáveis e agradece também a todos que vêm manifestando indignação e repulsa diante deles. A luta contra o racismo e o discurso de ódio deve ser uma luta de todos.”
Caso Monark
O apresentador Monark foi demitido do podcast Flow nesta terça-feira (8) após defender no programa a existência de um partido nazista, o que é proibido por lei.
No podcast de segunda (7), do qual participavam Kim Kataguiri (DEM-SP) e Tabata Amaral (PSB), Monark disse: “A esquerda radical tem muito mais espaço do que a direita radical, na minha opinião. As duas tinham que ter espaço. Eu sou mais louco que todos vocês. Eu acho que o nazista tinha que ter o partido nazista reconhecido pela lei”.
Tabata rebateu o comentário e falou que a “liberdade de expressão termina onde a sua expressão coloca em risco a vida do outro”. “O nazismo é contra a população judaica e isso coloca uma população inteira em risco”, afirmou a parlamentar.
Após a repercussão, Monark foi criticado por entidades judaicas e pediu desculpas pela declaração, afirmando que estava bêbado (veja vídeo abaixo).
Após a fala nazista, ele foi desligado do podcast e também vai deixar de ser sócio das empresas produtoras, de acordo com a assessoria de imprensa.
Monark pede desculpa e diz que estava bêbado quando defendeu existência de partido nazista

Fonte: G1 Entretenimento

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Pacheco condena em discurso no Senado uso de tese da liberdade de expressão para defesa do nazismo

No pronunciamento, presidente do Senado afirmou que defender nazismo ‘é crime’. Nesta semana, podcaster disse que partido nazista deveria ser reconhecido por lei. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), condenou nesta quarta-feira (9) a defesa do nazismo e disse que a prática é “crime”. Para o parlamentar, declarações antissemitas não são manifestação da liberdade de expressão.
Pacheco fez as afirmações durante pronunciamento na abertura da sessão do Senado desta quarta, na qual ele anunciou a realização de uma sessão especial do Senado em memória das vítimas do holocausto, a ser realizada nesta quinta-feira (10).
Monark pede desculpa e diz que estava bêbado quando defendeu existência de partido nazista
Na última segunda-feira (7), o podcaster Bruno Aiub, conhecido como Monark, afirmou durante episódio do Flow Podcast que “nazista tinha que ter o partido nazista, reconhecido pela lei”. Nesta terça-feira (8), o comentarista Adrilles Jorge fez um gesto apontado como saudação nazista durante participação em um dos programas da Jovem Pan. Ambos foram desligados das empresas.
Rodrigo Pacheco não citou nenhum dos episódios, mas afirmou que o Senado deve estar sempre atento “para que fatos como os acontecidos recentemente não voltem a se repetir”.
“Quem legitima o nazismo, e igualmente o racismo, afronta a memória das vítimas e dos sobreviventes desse regime e desdenha das atrocidades por ele causadas. Defender o nazismo não é uma justa manifestação da liberdade de expressão. Defender o nazismo é crime. Nazismo não se defende, não se propaga e não está inserido no rol das liberdades públicas da livre manifestação de pensamento”, afirmou Pacheco.
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Em outro momento do discurso, o presidente do Senado classificou como “lamentável” que ainda exista quem defenda tolerância à “disseminação de ideias que admitam a existência de regimes que pregam o genocídio de grupos populacionais por quaisquer motivos”.
“Esta Casa [o Senado] sempre deve se guiar pelos princípios da tolerância, da harmonia, do respeito aos direitos humanos. Assim, essa sessão especial, designada para amanhã, mostra-se essencial para demonstrar à sociedade o nosso compromisso com o combate ao preconceito, seja ele de raça, gênero, fé, etnia, cor, origem, orientação sexual ou de qualquer outra espécie; e com o combate à disseminação de qualquer ideia que propague formas de discriminação que violem esses preceitos básicos”, declarou Pacheco.

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone reflete sobre a vida em single, ‘Haja terapia’, do primeiro álbum em nove anos


Cantora lança música inédita do compositor Juliano Holanda em 18 de fevereiro. ♪ “Às vezes, a vida é uma estrada sem acostamento”, reflete Simone em verso de Haja terapia, música inédita do compositor pernambucano Juliano Holanda escolhida para ser o primeiro single do álbum que marca a volta da cantora ao mercado fonográfico após nove anos.
Com capa que expõe a cantora sem maquiagem na foto feita por Nana Moraes na praia de São Conrado, bairro onde a baiana da gema vive há décadas, o single Haja terapia chega ao mundo digital em 18 de fevereiro, em edição da gravadora Biscoito Fino.
“Encontrei a metáfora mais clara que hoje me caberia”, canta a Cigarra em outro verso da música que anuncia o esperado álbum gravado por Simone em estúdio, em 2021, com a colaboração de Zélia Duncan na produção.
“Haja Terapia chamou muito a minha atenção, não só pelo fator pandemia que a gente ainda está vivendo, mas porque, além de tudo, a música é muito bonita. Ela cria imagens fantásticas. Fiquei impactada e muito emocionada. Quando você fatia o tempo nas terapias, vê também o tempo das coisas. E acho que ele correu mais a favor e de forma íntima para me ajudar a botar os meus demônios para fora”, inventaria Simone, aos 72 anos, com a imagem rejuvenescida também pela série de 37 lives dominicais feitas pela artista de abril a dezembro de 2020.
O próximo álbum de Simone é o primeiro da cantora após É melhor ser (2013).
Capa do single ‘Haja terapia’, de Simone
Nana Moraes

Fonte: G1 Entretenimento

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Monark pode ser demitido ou desligado de sua própria empresa? Entenda o caso

O Flow Podcast desligou Monark após fala sobre nazismo em um episódio. Assessoria de imprensa do podcast diz que ele também vai deixar de ser sócio das empresas produtoras. Quem é Monark? Veja perfil do apresentador que fez comentário sobre nazismo
O youtuber e apresentador de podcast Bruno Aiub, conhecido como Monark, foi desligado do Flow Podcast na terça-feira (8), após defender a existência de um partido nazista em um episódio.
Sendo um dos donos do negócio, a dúvida que fica é: Monark pode ser demitido, afastado ou desligado da empresa?
O anúncio, feito pelas redes sociais do programa, diz: “Reforçamos o nosso comprometimento com a Democracia e Direitos Humanos, portanto, o episódio 545 foi tirado do ar. Comunicamos também a decisão que, a partir deste momento, o youtuber Bruno Aiub @Monark está desligado dos Estúdios Flow”, completa a nota.
Ao g1, a assessoria de comunicação do podcast disse que Monark vai deixar de ser sócio das empresas e “não terá mais nenhum vínculo com os Estúdios Flow”. A assessoria diz que vão permanecer como sócios apenas o apresentador Igor Coelho e o diretor Gianluca Eugenio.
Monark é um dos fundadores e sócio ou administrador de diversas empresas constituídas em nome do Flow, entre as quais a Flow Produção de Conteúdo Audiovisual e a IB Holding de Participações, segundo a Junta Comercial de São Paulo (Jucesp).
Demissão, desligamento ou afastamento?
Segundo a advogada Claudia Vacari, especialista em direito societário e sócia do escritório Vacari e Viceconti, só pode ser demitido quem trabalha no formato CLT. Como sócio da IB Holding, ele pode ser excluído da sociedade, falando em termos jurídicos, mas isso leva tempo e exige diversas decisões e formalidade até que se concretize.
“Formalmente, pelo contrato da empresa, há a possibilidade dele ser excluído porque há uma cláusula no contrato deles, que é comum em quase todos os tipos de sociedade LTDA, que diz que quando um sócio colocar em risco o negócio ou agir com atos de gravidade, ele pode ser excluído”, explica a advogada.
Na prática, porém, ele pode ser afastado ou desligado, como diz o próprio comunicado da empresa, mas para Claudia isso é bastante subjetivo.
“Uma coisa é a estrutura jurídica e outra é aquilo que a empresa realmente faz. É preciso acompanhar a efetiva saída dele da produção do programa”, afirma Claudia.
O protocolo de pedido de exclusão de Monark da sociedade da empresa ainda não aparece na Junta Comercial, o que é normal, pois esse processo pode levar, em média, 30 dias.
Entenda como funciona a empresa de Monark
A assessoria de imprensa da Flow explicou que vão permanecer como sócios da empresa apenas o apresentador Igor Coelho e o diretor Gianluca Eugenio.
Segundo documento obtido na Junta Comercial e protocolado em julho de 2021, a IB Holding de Participações tem 3 sócios:
Bruno Monteiro Aiub, com 49,75% da empresa;
Igor Rodrigues Coelho, com 49,75% da empresa;
Gianluca Santana Eugenio, com 0,50% da empresa.
Em transmissão ao vivo no YouTube, Coelho esclareceu que vai comprar a parte do sócio.
“Vocês sabem que ele era meu sócio, na verdade, de 50% do Flow, então a gente tinha meio a meio. O que vai acontecer aqui é que eu vou comprar a metade dele. Porque eu não acredito que seja justo que ele tenha me ajudado a construir isso durante os últimos anos e abra mão de tudo”, afirmou o apresentador.
Criado por Monark e por Igor Coelho (Igor 3K), o Flow é um dos podcasts com maior audiência do Brasil e tem 3,6 milhões de inscritos só no YouTube.
Fala sobre nazismo
Durante a edição de segunda-feira (7) do podcast, na qual participavam os deputados Kim Kataguiri (DEM-SP) e Tabata Amaral (PSB-SP), o tema liberdade de expressão era discutido quando Monark falou sobre nazismo.
“A esquerda radical tem muito mais espaço do que a direita radical, na minha opinião. As duas tinham que ter espaço. Eu sou mais louco que todos vocês. Eu acho que o nazista tinha que ter o partido nazista, reconhecido pela lei”, afirmou.
Tabata rebateu o comentário e falou que a “liberdade de expressão termina onde a sua expressão coloca em risco a vida do outro”. “O nazismo é contra a população judaica e isso coloca uma população inteira em risco”, afirmou a parlamentar.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gloria Groove revela a capa do álbum ‘Lady Leste’


♪ Com lançamento programado para as 21h de quinta-feira, 10 de fevereiro, o segundo álbum de Gloria Groove, Lady Leste, teve a capa revelada nas redes sociais da artista na manhã desta quarta-feira, 9.
Sucessor do álbum O proceder (2017), lançado há cinco anos pela cantora e compositora paulistana, Lady Leste chega ao mundo digital com foco na faixa Vermelho, cujo clipe entra em rotação na sexta-feira, 11.
Vermelho é uma das 13 músicas do inédito repertório autoral composto e gravado por Gloria com as colaborações dos produtores musicais Pabllo Bispo e Ruxell.
O time de convidados da artista no álbum Lady Leste é formado por Marina Sena (na música Apenas um neném), MC Hariel (presente na faixa de abertura SFM), MC Tchelinho (em Fogo no barraco), Priscilla Alcantara (convidada da faixa final Sobrevivi), o grupo Sorriso Maroto (no pagode Tua indecisão) e a dupla Tasha & Tracie (na música Pisando fofo).

Fonte: G1 Entretenimento

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Brit Awards 2022: Adele ganha três prêmios principais; veja lista de vencedores


Cantora levou a melhor nas categorias música, álbum e artista do ano na primeira edição sem divisão por gênero do prêmio anual da música pop britânica.
Adele vence três prêmios principais no Brit Awards 2022
Tolga Akmen / AFP
A superestrela Adele ganhou os três principais prêmios do BRIT Awards 2022, que aconteceu na noite desta terça-feira (8), na primeira edição sem divisão por gênero do prêmio anual da música pop britânica.
Apelidada de “Rainha dos BRITs” pelo apresentador Mo Gilligan, a cantora e compositora londrina recebeu o primeiro prêmio da noite –música do ano– por seu single “Easy on Me”.
A faixa foi a primeira a ser lançada de seu álbum de retorno “30”, um disco que Adele disse ter feito para explicar seu divórcio ao filho pequeno. Ganhou o álbum do ano.
“Gostaria de dedicar este prêmio ao meu filho e ao Simon, ao pai dele. Este álbum foi toda a nossa jornada, não apenas a minha”, disse Adele em lágrimas, referindo-se ao ex-marido Simon Konecki.
Adele lança ’30’, álbum que explica ao filho divórcio com letras ‘sinceronas’; leia destaques
A cantora de 33 anos também ganhou o prêmio de artista do ano, uma categoria sem gênero na qual os rappers Little Simz e Dave, assim como os cantores Ed Sheeran e Sam Fender, também foram indicados.
“Eu entendo porque o nome deste prêmio mudou, mas eu realmente amo ser mulher, ser uma artista feminina”, disse Adele.
Seguindo os passos de outras premiações ou eventos que removeram as classificações de gênero, os organizadores do BRITs disseram em novembro que estavam eliminando as categorias feminina e masculina a partir de 2022.
De volta à sua cidade natal, Adele, que mora em Los Angeles, também se apresentou na cerimônia.
Outros vencedores incluíram a banda de rock Wolf Alice, que levou o melhor grupo, enquanto o rapper Little Simz foi eleito o melhor novo artista. Sheeran foi nomeado compositor do ano.
Veja lista completa de vencedores:
Música do Ano – “Easy On Me” Adele
Música internacional do ano – “Good 4 U” Olivia Rodrigo
Artista Pop/R&B – Dua Lipa
Artista de Alternativo/Rock – Sam Fender
Artista Dance – Becky Hill
Grupo – Wolf Alice
Artista internacional – Billie Eilish
Artista Revelação – Little Simz
Artista de Hip Hop/Grime/Rap – Dave
Grupo internacional – Silk Sonic
Artista do Ano – Adele
Compositor do Ano – Ed Sheeran
Álbum Mastercard do ano: – “30” Adele
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Fonte: G1 Entretenimento

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Jovem Pan demite Adrilles Jorge após gesto apontado como saudação nazista

Adrilles Jorge diz que espectadores ‘deturparam’ um ‘tchau’. Ato ocorreu enquanto ele falava sobre caso de podcaster que defendeu criação de partido nazista. A Jovem Pan demitiu nesta quarta-feira (9) o comentarista Adrilles Jorge após ele fazer um gesto apontado como saudação nazista durante participação em um dos programas da emissora na noite desta terça-feira (9).
Na ocasião, Adrilles comentava o caso de Monark (leia mais abaixo), quando teve sua participação encerrada e se despediu da atração fazendo um gesto similar ao de Adolf Hitler.
Ao g1, a assessoria da Joven Pan confirmou a demissão de Adrilles Jorge e enviou o seguinte comunicado:
“O Grupo Jovem Pan repudia qualquer manifestação em defesa do nazismo e suas ideias. Somos veementemente contra a perseguição a qualquer grupo por questões étnicas, religiosas, raciais ou sexuais.
No exercício diário de informar e esclarecer nossa audiência, prezamos pelo livre debate de ideias, mas não endossamos qualquer tipo de manifestação que leve ao discurso de ódio e reforce ideias que remetam a um episódio da nossa história que deve ser lembrado como símbolo de um erro da humanidade que não deve jamais ser repetido.
Nossos comentaristas têm independência para emitir opiniões, respeitando os limites da lei, opiniões estas que não refletem as posições do Grupo Jovem Pan.”
Nas redes sociais, Adrilles Jorge confirmou a demissão e afirmou que os espectadores ‘deturparam’ um ‘tchau’.
“Fui demitido da Jovem Pan. Por dar um tchau deturpado por canceladores. Infelizmente a pressão de uma turba canceladora e sua sanha de sangue surtiram efeito. Agradeço a Jovem Pan pela oportunidade e a todos os amigos que lá conquistei e que em mim confiam e apoiam.”
Confederação Israelita do Brasil
Após a divulgação das imagens, a Conib (Confederação Israelita do Brasil) emitiu um comunicado condenando o gesto.
“A Conib (Confederação Israelita do Brasil) condena estarrecida o gesto repugnante de saudação nazista feito pelo apresentador Adrilles Jorge em programa da Jovem Pan. O nazismo propaga uma visão de mundo racista, antissemita e totalitária, que causou a morte de 6 milhões de judeus e minorias como homossexuais, negros, ciganos e outras, e detonou uma guerra mundial catastrófica para a humanidade. Episódios de apologia ao nazismo devem ser combatidos com todo o rigor da lei brasileira e repelidos pela sociedade como um todo. A Conib, em nome da comunidade judaica, agradece as manifestações de apoio diante desses fatos lamentáveis e agradece também a todos que vêm manifestando indignação e repulsa diante deles. A luta contra o racismo e o discurso de ódio deve ser uma luta de todos.”
Caso Monark
O apresentador Monark foi demitido do podcast Flow nesta terça-feira (8) após defender no programa a existência de um partido nazista, o que é proibido por lei.
No podcast de segunda (7), do qual participavam Kim Kataguiri (DEM-SP) e Tabata Amaral (PSB), Monark disse: “A esquerda radical tem muito mais espaço do que a direita radical, na minha opinião. As duas tinham que ter espaço. Eu sou mais louco que todos vocês. Eu acho que o nazista tinha que ter o partido nazista reconhecido pela lei”.
Tabata rebateu o comentário e falou que a “liberdade de expressão termina onde a sua expressão coloca em risco a vida do outro”. “O nazismo é contra a população judaica e isso coloca uma população inteira em risco”, afirmou a parlamentar.
Monark foi criticado por entidades judaicas e pediu desculpas pela declaração, afirmando que estava bêbado.
Após a fala nazista, ele foi desligado do podcast e também vai deixar de ser sócio das empresas produtoras, de acordo com a assessoria de imprensa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Naiara Azevedo diz que não se conhecia antes de entrar no ‘BBB22’: ‘Só sabia sobre a artista’


Cantora participou do ‘Mais Você’ nesta quarta (9), após ser eliminada com 57,7% dos votos. ‘Nunca fiquei só na minha presença. Descobri que não sabia nada sobre a Naiara’. Naiara Azevedo no ‘Mais Você’ depois do ‘BBB22’
Reprodução/TV Globo
Naiara Azevedo participou do “Mais Você” nesta quarta-feira (9) após ser eliminada do “BBB22”. Ela saiu com 57,7% dos votos no paredão contra Douglas Silva (38,96%) e Arthur Aguiar (3,27%) na terça.
A cantora sertaneja falou sobre o processo de se conhecer melhor durante a participação no reality.
“Achei que estava tudo bem, achei que era bem resolvida comigo mesmo. Sempre falei de amor próprio, de empoderamento e tudo mais”.
“Quando fiquei só, quando entrei no confinamento, descobri que nunca tinha ficado sozinha comigo mesmo. Nunca fiquei só na minha presença. Descobri que eu não sabia nada sobre a Naiara. Eu só sabia sobre a artista”
“Quando me deparei comigo mesmo, pensei ‘o que eu gosto de fazer, o que eu gosto de comer, de beber?’ Entendi que eu não sabia sobre as minhas vontades próprias. Isso foi o começo da minha confusão entre artista e pessoa”.
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Logo no começo da entrevista, a cantora sertaneja criticou a postura dos participantes do reality ao ser questionada por Ana Maria se eles vão entender o recado de que é preciso jogar.
“Eles não querem entender, eles estão tão presos na verdade deles, no que eles acham e imaginam, no mundo que eles criaram e são os donos da verdade”.
“Então o que você mandar de recado eles não vão entender”.
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Roupas de Jade Picon vão de De R$ 12 mil a R$ 35 no ‘BBB22’

Fonte: G1 Entretenimento

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Caso Monark: por que Alemanha e outros países proíbem o nazismo?


O deputado Kim Kataguiri (DEM – SP) disse que foi “erro” a criminalização do nazismo pela Alemanha após a Segunda Guerra. No mesmo programa, Monark afirmou que “deveria existir um partido nazista legalizado no Brasil”. PGR determinou apuração do caso. Em podcast, apresentador Monark disse que deveria haver um ‘partido nazista reconhecido pela lei’
Divulgação
Ao argumentar que foi um “erro” a criminalização do nazismo pela Alemanha após a Segunda Guerra Mundial, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM – SP) tocou em um dos maiores desafios para as democracias liberais contemporâneas: qual a linha que separa a liberdade de expressão e a apologia ao crime? Quando a garantia à liberdade de expressão de um grupo representa dar-lhes os instrumentos democráticos para destruir a própria democracia? Por que, afinal, a Alemanha, um dos países mais democráticos do mundo, criminaliza até hoje o discurso nazista?
A fala de Kim Kataguiri aconteceu na última segunda-feira (7), durante a participação do integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) no programa de podcast Flow, conduzido pelo apresentador Bruno Aiub, conhecido como Monark.
“O que eu defendo, e acredito que o Monark também defenda, é que por mais absurdo, idiota, antidemocrático, bizarro, tosco o que o sujeito defenda, isso não deve ser crime porque a melhor maneira de você reprimir uma ideia antidemocrática, tosca, bizarra, discriminatória é você dando luz àquela ideia, pra que aquela ideia seja rechaçada socialmente”, disse Kataguiri no podcast.
No mesmo programa, Monark afirmou que “deveria existir um partido nazista legalizado no Brasil” e que “se o cara for anti-judeu ele tem direito de ser anti-judeu”.
O ‘falso’ paradoxo da liberdade
Nesta terça (8), o apresentador disse que estava “muito bêbado” durante o podcast e se desculpou pelas palavras. Afirmou que foi “insensível” e que pareceu defender “coisas abomináveis” quando na verdade queria argumentar a favor da liberdade de expressão. O podcast Flow anunciou que Monark havia sido retirado da apresentação da atração e deixado a sociedade que gerencia o produto.
Alguns anunciantes do programa, que tem quase 4 milhões de inscritos no Youtube, divulgaram que romperiam seus contratos com o Flow. A Confederação Israelita do Brasil (Conib) condenou, em nota, “a defesa da existência de um partido nazista” e até a Embaixada da Alemanha no Brasil soltou nota em que afirmou que “defender o nazismo não é liberdade de expressão”.
Um dia após o episódio, a Procuradoria Geral da República abriu investigação contra Kataguiri e Monark por eventual crime de apologia ao nazismo. No Brasil, divulgar o nazismo pode resultar em pena de 2 a 5 anos de cadeia e pagamento de multa.
O deputado federal foi às redes sociais argumentar que sua defesa era da liberdade de expressão e não do nazismo. Em nota, afirmou que vai “colaborar com as investigações pois meu discurso foi absolutamente anti-nazista, não há nada de criminoso em defender que o nazismo seja repudiado com veemência no campo ideológico para que as atrocidades que conhecemos nunca sejam cometidas novamente”.
Especialistas em democracia e fascismo ouvidos pela BBC News Brasil, no entanto, veem no argumento pró-liberdade de expressão absoluta de Kataguiri e Monark um falso – e perigoso – paradoxo.
“Uma ideia que tem circulado cada vez mais é a de que numa democracia as pessoas devem ter o direito a expressar e fazer coisas que destruam a própria democracia”, afirma o historiador Federico Finchelstein, especialista em fascismo da New School, em Nova York.
Finchelstein apela para uma metáfora futebolística para explicar por que a lógica de Kataguiri e Monark é incorreta.
“Imagine que a democracia é um jogo de futebol, com todas as regras do jogo, como só jogar com os pés. Todos podem jogar, desde que sigam as regras. Ao defender que alguns têm o direito de expressar e aplicar ideias que destroem a democracia, essas pessoas estão dizendo que parte dos jogadores vai jogar futebol com a mão, o que destrói o jogo. É algo perigoso e típico do fascismo, uma manipulação para causar confusão com a noção de liberdade, como se a liberdade na democracia incluísse ser livre para contaminar os outros, para eliminar grupos sociais, para cassar vozes alheias”, diz Finchelstein.
Filósofo Karl Popper disse que “a tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância”
Getty Images via BBC
O suposto paradoxo da democracia – de garantir liberdades que podem destruir a própria democracia – não é uma ideia nova na filosofia e na política. Em 1945, o filósofo liberal Karl Popper publicava o seu “A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos”, escrito ainda durante a Segunda Guerra Mundial. Na obra, ele afirma que “a tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância. Se estendermos a tolerância ilimitada mesmo aos intolerantes, e se não estivermos preparados para defender a sociedade tolerante do assalto da intolerância, então, os tolerantes serão destruídos e a tolerância com eles”.
‘Democracia militante’: a experiência alemã
Para Johannes von Moltke, especialista em movimentos de direita e sua atuação nas mídias, da Universidade de Michigan, foi essa lição que a Alemanha falhou em entender há quase 90 anos e que a levou a ter um governo nazista no comando.
“A Alemanha do pós segunda guerra não proibiu o nazismo apenas pela experiência do Holocausto. Os alemães estavam muito preocupados em não repetir os erros da era pré-nazista, da chamada República de Weimar (1919-1933), que permitiu que partidos como o nacional-socialista de Hitler se estabelecessem. O que o deputado brasileiro está defendendo é basicamente a rota de uma democracia não liberal para o fascismo, justamente o caminho que a Alemanha tomou no final dos anos 1920, que levou à eleição do Partido Nazista, responsável por cassar todas as salvaguardas democráticas na sequência”, explica von Moltke.
Ao tomar o controle da então frágil e jovem democracia alemã, Adolf Hitler não só destruiu as instituições democráticas como passou a usar a máquina do Estado alemão para perseguir e exterminar minorias: judeus, negros, homossexuais. As ações de Hitler desaguaram na Segunda Guerra Mundial, da qual ele saiu derrotado e, o país, dividido.
Em 1949, o governo da então Alemanha Ocidental baniu legalmente o uso de símbolos, linguagem e propagandas nazistas. Estudioso do desenvolvimento de leis contra o discurso e os crimes de ódio no mundo, o professor da Faculdade Middlebury College, Erik Bleich lembra que até mesmo a famosa saudação “Heil Hitler!” foi oficialmente proibida pelos alemães.
Em 1949, o governo da então Alemanha Ocidental baniu legalmente o uso de símbolos, linguagem e propagandas nazistas
Getty Images via BBC
No entanto, ainda levaria quase duas décadas para que os alemães passassem a olhar de modo crítico para a própria história, resgatassem a memória das atrocidades do período nazista e discutissem nas escolas os crimes cometidos pelos avós dos estudantes. Ainda nos anos 1960, passou a ser crime “incitar ódio e violência contra parcelas da população”, lei que foi atualizada para criminalizar também o racismo e expressamente banir racismo e fascismo.
O escopo legal alemão é o melhor exemplo do que ficou conhecido como ‘democracia militante’ ou ‘democracia defensiva’.
“É um requisito de uma democracia em funcionamento que as pessoas tolerem ideias com as quais discordam. No entanto, alguns discursos, alguns grupos, alguns partidos podem ser tão prejudiciais que os políticos e o público concluem que os riscos que eles representam superam os benefícios de protegê-los. Os alemães viram em primeira mão onde o nazismo pode levar e por isso mesmo a Alemanha está entre os defensores mais ativos do que é chamado de ‘democracia militante’ – em outras palavras, a noção de que a democracia deve ser defendida, mesmo ao custo de restringir algumas liberdades quando essas liberdades estão sendo exploradas para minar a democracia”, afirmou Bleich à BBC News Brasil.
Segundo Bleich, a Alemanha é a democracia mais restritiva enquanto os Estados Unidos, onde é relativamente comum ver manifestações da extrema direita com suásticas e símbolos de supremacia branca, têm menos regulações.
“Ambos os países ainda permitem uma variedade muito grande de discursos e ações, em diversos espectros ideológicos. A parte difícil dessa história para as democracias é descobrir como restringir, banir ou punir apenas os discursos, grupos e partidos realmente perigosos, deixando o escopo mais amplo possível do que é permitido. Diferentes países desenvolveram soluções diferentes para este enigma”, diz Bleich.
No Brasil, durante o governo Bolsonaro, a questão entrou na ordem do dia. Por um lado, integrantes do governo foram acusados de promover propaganda fascista. Em janeiro de 2020, o então secretário da Cultura, Roberto Alvim foi demitido depois de divulgar um vídeo que fazia referência à fala de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda na Alemanha nazista. Ele atribuiu o episódio a uma “coincidência retórica”. Em março de 2021, o assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República Filipe Martins foi acusado de fazer gesto supremacista branco durante sessão no Congresso. Martins negou intenção racista em seu gesto e acabou absolvido na Justiça.
De outro lado, integrantes do governo e o próprio presidente passaram a acusar a Justiça de cercear a liberdade de expressão dos brasileiros. Seus apoiadores chegaram a ameaçar invadir o Supremo Tribunal Federal, que deu sucessivas decisões contra o que considerou serem atos anti-democráticos de bolsonaristas. Entre as decisões judiciais estão a derrubada de páginas de internet e perfis de redes sociais que espalhavam desinformação favorável ao atual governo.
Segundo Finchelstein, existe uma ressurgência do fascismo em diversos países e o Brasil não escapa desse movimento global, que seria uma busca por respostas para os problemas da vida cotidiana, como a pandemia e suas restrições, as crises econômicas, a intensidade das migrações com a globalização. “Há uma espécie de crise da democracia. As pessoas estão descontentes com o desenvolvimento político, econômico e social. Mas elas parecem esquecer que a solução que o fascismo propõe é ainda pior do que uma democracia problemática, diz Finchelstein.
Quem é Monark? Veja perfil do apresentador que fez comentário sobre nazismo

Fonte: G1 Entretenimento

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Naiara Azevedo é a terceira eliminada do ‘BBB22’ com 57,77% dos votos


Cantora estava no paredão desta terça-feira (8) com Douglas Silva (38,96%) e Arthur Aguiar (3,27%). Naiara Azevedo no ‘BBB22’
Reprodução/Globo
Naiara Azevedo é a terceira eliminada do “Big Brother Brasil 22”, com 57,77% dos votos. O paredão desta terça-feira (8) do “BBB22” foi disputado entre a cantora, Douglas Silva (38,96%) e Arthur Aguiar (3,27%).
Veja lista completa dos 20 participantes iniciais
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O paredão só com membros do camarote foi formado no domingo (5).
Arthur foi escolhido na indicação direta da líder da semana, Jade Picon. Já Naiara foi à disputa em um sorteio às cegas após a prova que deu a liderança a Jade. Douglas foi o que recebeu mais votos da casa na votação secreta.
Em votação aberta pela outra metade dos concorrentes, Lucas também foi indicado, mas conseguiu fugir na prova bate-volta.
Antes do ‘BBB22’, Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de ‘Big Brothers’ pelo mundo

Fonte: G1 Entretenimento