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Quarteto Enredado entrelaça Ivan Lins, Heitor Villa-Lobos e Tonico & Tinoco no repertório do álbum ‘Fantasia sertaneja’


Quarteto Enredado lança o álbum ‘Fantasia sertaneja’ em 8 de maio
Paco Sabino / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Folia de reis composta por Ivan Lins com Vitor Martins e apresentada por Ivan no álbum “Nos dias de hoje” (1978), “Bandeira do Divino” é hasteada pelo Quarteto Enredado em gravação feita com a voz do cantor Ayrton Montarroyos para o terceiro disco do grupo paulista, “Fantasia sertaneja”.
No mercado fonográfico a partir de 8 de maio, o álbum “Fantasia sertaneja” marca a incursão pelo universo caipira do quarteto formado em 2018, em Franca (SP), por Claryssa Pádua (violão), Daniel Palermo (guitarra) e Gabriel Terra (baixo acústico) e Ronaldo Sabino (viola caipira).
Sucessor do álbum “Alma brasileira” (2022) e do EP “Réquiem” na discografia do Quarteto Enredado, o álbum “Fantasia sertaneja” tem o toque da viola caipira como fio condutor dos arranjos criados pelo baixista Gabriel Terra para repertório que abarca gêneros como arrasta-pé, cateretê, guarânia, pagode de viola e polca.
Entre a “Suíte caipira” de Gabriel Terra e os dois temas autorais do violeiro Ronaldo Sabino, “Porca mineira” e “Viola em festa”, o quarteto enreda no repertório músicas como “Lampião de gás” (Zica Bergami, 1958, sucesso na voz da cantora Inezita Barroso), “Luar do sertão” (João Pernambuco e Catulo da Paixão Cearense, 1910) – standard seminal do universo caipira, ouvido no álbum em gravação feita com as vozes de Ayrton Montarroyos e Bia Góes, cantores recorrentes no disco – e “Moreninha linda” (Tonico, Maninho e Priminho, 1060), sucesso da dupla Tonico & Tinoco.
Gravado em março deste ano de 2026, com produção musical de Camilo Carrara, o álbum “Fantasia sertaneja” foi batizado com o nome da suíte em que o arranjador Gabriel Terra encadeia “O trenzinho do caipira” (Heitor Villa-Lobos, 1930, com letra de Ferreira Gullar, 1978), “Cuitelinho” (tema tradicional em adaptação de Paulo Vanzolini, 1974) e “Ponteios para piano” (Camargo Guarnieri, 1931 / 1959), friccionando os limites das músicas clássica e popular.
A arte e a identidade visual do álbum “Fantasia sertaneja” são assinadas por Michelle Campos.
Capa do álbum ‘Fantasia sertaneja’, do Quarteto Enredado
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Péricles aposta no mix de pagode com sertanejo em feat com Ana Castela no inédito single ‘Simplesmente acontece’


Péricles se une a Ana Castela no single ‘Simplesmente acontece’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Péricles já gravou com grandes nomes da música brasileira. Mas nunca tinha feito um feat com Ana Castela, estrela do universo sertanejo nos correntes anos 2020. Até hoje.
Pagode com toque de sertanejo, o single “Simplesmente acontece” junta o cantor com a boiadeira pop na gravação de música inédita de autoria de Guga Capanema, Rayan Felipe e Guilherme Grins.
Nos aplicativos de áudio a partir das 21h de hoje, 28 de abril, o single “Simplesmente acontece” gera clipe que entra em rotação às 12h de amanhã, quarta-feira, 29 de abril, dia em que a música começará a tocar nas rádios.
O convite para o feat partiu de Péricles e foi feito pelo cantor via WhatsApp.
Capa do single ‘Simplesmente acontece’, de Péricles com Ana Castela
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Ed Sheeran anuncia show em São Paulo


Ed Sheeran anuncia show em São Paulo
Reprodução
Ed Sheeran anunciou nesta terça-feira (28) a passagem pelo Brasil da turnê mundial “Loop Tour”. A apresentação está marcada para o dia 5 de dezembro, no Allianz Parque, em São Paulo.
O show será o retorno de Sheeran ao país após sua participação no Rock in Rio de 2024. A “Loop Tour” promove o álbum “Play”, lançado em 2025, e dá continuidade à “Mathematics Tour”, que passou por diversos países até 2024.
A apresentação em São Paulo terá participação de Finneas no show de abertura.
Os preços variam entre R$ R$220,00 (Cadeira Superior, meia-entrada) e R$ R$880,00 (Pista Premium, inteira). A pré-venda começa no dia 4 de maio e a venda geral, no dia 6, pela Evetim.
Ed Sheeran canta ‘Shape of You’ no Rock in Rio
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Fonte: G1 Entretenimento

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Quatro críticos musicais são perfilados em livro sobre a arte de escrever sobre cantores e discos em campo minado


Ezequiel Neves (no alto, à esquerda), Júlio Medaglia (no alto, à direita), Sérgio Cabral (de camisa verde) e Zuza Homem de Mello são enfocados no livro ‘Meu odiado crítico’
Divulgação e reprodução / Montagem g1
♫ CRÍTICA DE LIVRO
Título: Meu odiado crítico
Autores: Textos de Ezequiel Neves, Júlio Medaglia, Sérgio Cabral e Zuza Homem de Mello com organização e perfis de Miguel de Almeida
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ O título do livro “Meu odiado crítico” soa provocativo como os títulos das mais ferinas críticas musicais publicadas na imprensa ao longo dos últimos 70 anos, período que abarca o nascimento e desenvolvimento do jornalismo cultural.
Afinal, os quatro críticos musicais enfocados pelo jornalista Miguel de Almeida – organizador do livro publicado pelas Edições Sesc com seleção de textos destes críticos e perfis inéditos de cada um, escritos por Almeida – sempre foram alvos de mais amores do que ódios no exercício de uma profissão que exige equilíbrio delicado na sustentação de opiniões que, por qualquer razão, justa ou injusta, pode afrontar egos de cantores, compositores e produtores musicais.
Três dos quatro críticos perfilados no livro – Ezequiel Neves (29 de novembro de 1935 – 7 de julho de 2010), Sérgio Cabral (17 de maio de 1937 – 14 de julho de 2024) e Zuza Homem de Mello (20 de setembro de 1933 – 4 de outubro de 2020) – já saíram de cena, o que permite análises completas, e em perspectiva, do legado de cada um.
Apenas o maestro e compositor Júlio Medaglia, de 88 anos completados em 16 de abril, permanece em atividade, eventualmente polemizando, como ao sentenciar, em dezembro de 2024, que “qualquer idiota pode fazer funk, rap e pop”.
No texto que escreveu para a introdução do livro, “O artista da crítica”, o autor Miguel de Almeida tenta evidenciar o quanto de arte existe no ofício de escrever sobre música com raciocínio crítico, argumentando que, ao discorrer sobre álbuns e artistas, esses quatro críticos documentaram as transformações contínuas da música e da sociedade brasileira ao longo dos últimos 70 anos.
Almeida salienta, no entanto, o caráter de urgência da maioria dos textos. “Embora apoiados em padrões estéticos, não se pode negar que, pela urgência da produção dos textos, as análises se pautam pelas emoções trazidas com as audições. Observar os sentimentos – de entusiasmo ou rejeição – provocados pelas canções é também revelador; traz pistas das identidades do período”, observa o organizador do livro, sem deixar de assinalar do que chama de “arrefecimento” da crítica com o surgimento da internet e a demolição dos padrões tradicionais do mercado fonográfico.
A recente controvérsia deflagrada por críticas negativas do mais recente álbum de Marina Lima, “Ópera Grunkie” (2026), exemplifica como o tribunal das redes sociais, calcado na bajulação fake, pode jogar aos leões críticos que ousam desafinar o coro dos falsos contentes.
Os perfis dos quatro críticos valorizam o livro e ajudam o leitor a entender a natureza dos textos reproduzidos em “Meu odiado crítico”.
No perfil “Mil rosas roubadas”, Miguel de Almeida repõe em pauta os exageros de Ezequiel Neves, crítico que se tornou personagem folclórico do universo pop roqueiro e que, no exercício do jornalismo musical, muitas vezes usou o deboche como arma corrosiva das críticas passionais que publicava em veículos mais abertos aos delírios de Zeca Jagger (pseudônimo de Neves), capaz de resenhar um livro inexistente (inventado por ele com toda riqueza sórdida de detalhes) e sempre pronto a apontar o dedo para um figurão intocável da MPB, como Caetano Veloso.
No texto “De goleiro a maestro”, o organizador do livro perfila Júlio Medaglia, outro profissional movido a paixões. Músico de formação erudita, Medaglia também transitou pelo universo da música popular (sobre a qual sempre discorreu com rigor extremado) e escreveu mais ensaios – como o antológico “Balanço da bossa”, publicado em dezembro de 1966 e reproduzido no livro – do que críticas escritas no calor do momento de lançamento de um disco ou show.
No perfil “Entidade carioca”, o foco de Miguel de Almeida recai sobre Sérgio Cabral, jornalista que se tornou compositor, parceiro de Rildo Hora em sambas como “Visgo de jaca” (1974) e “Os meninos da Mangueira” (1976). Crítico nacionalista, ferrenho defensor das tradições do samba, Cabral teve o mérito – enfatiza o perfil – de jogar luz na imprensa cultural sobre as obras dos pioneiros bambas do samba do Rio de Janeiro (RJ), alguns vindos do morro, território marginalizado pelas elites cariocas donatárias dos espaços nos suplementos culturais.
Entre os textos de Cabral reproduzidos no livro, há perfis biográficos de João da Baiana (1887 – 1974) e de Paulo Benjamim de Oliveira (1901 – 1949), o Paulo da Portela, pioneiro sambista da escola nascida de bloco do qual Paulo foi um dos fundadores em 1923 – ambos publicados em 1964 – que ajudam a montar um painel social da história do samba.
Por fim, o livro “Meu odiado crítico” traz o perfil de Zuza Homem de Mello, crítico e pesquisador que se tornou referência no jornalismo musical do Brasil. O título do perfil de Zuza, “Amoroso”, traduz o caráter com que o crítico abordou o jazz e a música instrumental, focos primordiais dos textos do biógrafo de João Gilberto (1931 – 2019), de quem Zuza foi amigo.
No universo da música popular, Zuza evidenciou a importância do cantor Orlando Silva (1915 – 1978) na formação musical de João Gilberto e enfatizou a alta qualidade das melodias dos sambas-canção do compositor Lupicínio Rodrigues (1914 – 1974), geralmente mais exaltados pelas letras repletas de amarguras.
No todo, o livro “Meu odiado crítico” direciona olhar amoroso para profissão exercida em campo minado – qualquer desatenção no texto de uma crítica, faça não! Pode ser a gota d’água que provocará a erupção do represado ódio do artista em relação ao crítico – e, ainda assim, importante para a documentação de uma história musical e social que se faz no dia-a-dia, a cada lançamento de álbum, a cada estreia de show.
O livro chega em momento oportuno em que a crítica musical respira por aparelhos em mundo digital em que apontar falhas no disco de um artista pode fazer do crítico o alvo preferencial do hate dos seguidores desse artista. Por isso mesmo, amado ou odiado, um crítico de música é espécie quase em extinção…
Capa do livro ‘Meu odiado crítico’, organizado por Miguel de Almeida
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Look ‘ousado’ de Marrone em show viraliza, e sertanejos fazem piadas nas redes sociais


Look ‘diferentão’ de Marrone em show viraliza, e sertanejos fazem piadas nas redes sociais
Uma escolha de figurino inusitada do cantor Marrone, da dupla com Bruno, dominou as redes sociais e se tornou o principal assunto entre os fãs de música sertaneja nesta semana.
Durante um show realizado no sábado (25) em Blumenau (SC), o artista subiu ao palco usando uma blusa preta transparente, que deixava parte do corpo à mostra.
As imagens do figurino “diferentão” rapidamente tomaram conta da internet, dividindo opiniões entre os fãs e rendendo uma enxurrada de comentários.
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Enquanto alguns seguidores elogiaram o look escolhido, a maioria não perdoou a transparência e transformou o figurino em meme.
A repercussão foi tão grande que até os colegas de profissão não perderam a chance de entrar na brincadeira. Os cantores Belutti e Thiago Brava publicaram vídeos comentando o visual, e as postagens viralizaram rapidamente, somando milhões de visualizações em poucas horas.
cantor Marrone chamou a atenção ao usar uma blusa preta transparente durante show da dupla em Blumenau (SC); visual viralizou nas redes sociais
Redes sociais
‘Pronunciamento oficial’ de Belutti
Na noite desta segunda-feira (27), o cantor Belutti, da dupla com Marcos, publicou um vídeo que viralizou na web. Usando um filtro de rede social e reproduzindo o tom de voz e os trejeitos de Marrone, ele gravou uma espécie de “pronunciamento oficial” irônico para justificar a escolha da roupa.
“Primeiramente, boa noite, galera. Estou aqui para fazer meu esclarecer, né? Para a galera, essa foto que viralizou aí em todas as páginas falando do meu último look. Na verdade, explicar para vocês que eu estava em outro ambiente. Estava numa rave onde eu fui assistir ao show do Alok e estava calor, né? De repente não deu tempo de ir para o show trocar de roupa e eu me achei lindo, me achei um galã”, brincou Belutti no vídeo.
A brincadeira fez tanto sucesso que a própria conta oficial da dupla Bruno e Marrone compartilhou o vídeo de Belutti.
Na publicação original, que já somava mais de 500 mil visualizações na manhã desta terça-feira (28), muitos internautas elogiaram a dublagem, afirmando que a imitação ficou parecida com o Marrone.
“Você é fera, imitou o Marrone certinho kkkk😂”, escreveu um seguidor, entrando na brincadeira.
Em vídeo publicado na segunda-feira (27), Belutti entrou na brincadeira e imitou a voz e os trejeitos de Marrone para comentar o figurino do colega
Redes sociais
Entre as reações ao figurino, um seguidor brincou que aprova o uso do look no próximo show, enquanto outro fã sugeriu, em tom de piada, que a única mudança necessária seria trocar o estilista da dupla.
Outro fã foi mais direto na crítica ao visual: “Eu acho que só precisa mudar uma coisa simples, o(a) Estilista! 😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂🗣🗣🗣”.
‘Vestiu a roupa no escuro’
Quem também aproveitou o engajamento da foto foi o cantor Thiago Brava. Em um vídeo que já ultrapassa a marca de 1,8 milhão de visualizações, ele reagiu com choque e muita ironia à roupa do colega de profissão. Sem tentar imitar a voz, Thiago apostou na piada direta sobre o caimento da peça.
“Marrone, deixou o bujão de gás de casa aí pelado, cara. Que que é isso? Roubou a roupa de alguma tia aí. Tá parecendo professor de ciências sociais de uma universidade federal. Que loucura é essa, coronel? O coronel simplesmente se vestiu no escuro e foi para o show”, disse Thiago.
O cantor ainda brincou que a ousadia no look tem um culpado já conhecido do público brasileiro por usar roupas justas e diferentes.
“Já sei, isso é coisa de Léo Santana. O vírus de Léo Santana de ficar vestindo essas roupas estranhas já pegou no sertanejo.”
O cantor Thiago Brava também reagiu ao visual de Marrone e brincou que o colega “se vestiu no escuro” para a apresentação
Redes sociais
Bruno & Marrone é destaque no Ribeirão Rodeo Music
A dupla Bruno & Marrone é uma das atrações principais da noite de abertura do Ribeirão Rodeo Music 2026, que acontece nesta quinta-feira (30). No mesmo dia, subirão ao palco Ícaro & Gilmar, Matheus & Kauan e Fred & Fabrício.
O show marca o retorno dos veteranos ao palco do evento após um hiato de três edições fora da programação oficial.
Um levantamento realizado pelo g1 mostra que Bruno & Marrone ocupa o terceiro lugar no ranking de artistas que mais se apresentaram no roteiro histórico do rodeio, somando oito participações.
O evento, que completa 20 anos de história, será realizado no Parque Permanente de Exposições e segue com programação nos dias 2, 8 e 9 de maio.
Em 2025, Bruno & Marrone fizeram 27º show da carreira na Festa do Peão de Barretos
Érico Andrade/g1
*Sob supervisão de Helio Carvalho
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Fonte: G1 Entretenimento

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Quem são os 30 maiores compositores americanos vivos, segundo o New York Times?


Taylor Swift no Grammy 2025
Jordan Strauss/Invision/AP
Jay-Z, Stevie Wonder, Taylor Swift, Lionel Richie, Bad Bunny, Bruce Springsteen… Os nomes de artistas de diferentes eras e gêneros musicais aparecem reunidos em uma lista do New York Times que definiu quem são os 30 maiores compositores americanos vivos.
Para apontar o atual cancioneiro americano, a publicação reuniu dezenas de críticos e especialistas em música.
Sem definir um ranking, o jornal apontou os trinta nomes e as cinco canções que são essenciais na carreira de cada um deles (interpretadas por eles ou outros artistas).
Alguns dos artistas citados se dedicam apenas à composição e escreveram hits que marcaram a história de grandes artistas. Como, por exemplo, Stephin Merritt, compositor de “The Book of Love”, sucesso de de Olivia Rodrigo; e The-Dream, que escreveu hits como “Single Ladies”, de Beyoncé, e “Umbrella”, de Rihanna.
Veja lista a seguir:
Nile Rodgers
Cinco músicas essenciais:
“Good Times,” Chic
“Le Freak,” Chic
“I Want Your Love,” Chic
“He’s the Greatest Dancer,” Sister Sledge
“I’m Coming Out,” Diana Ross
Lucinda Williams
“I Just Wanted to See You So Bad”
“Hot Blood”
“Metal Firecracker”
“Fruits of My Labor”
“Where Is My Love?”
Stevie Wonder
Cinco músicas essenciais:
“Girl Blue”
“Jesus Children of America”
“Heaven Is 10 Zillion Light Years Away”
“They Won’t Go When I Go”
“That Girl”
Jay-Z
Cinco músicas essenciais:
“Dead Presidents II”
“Where I’m From”
“U Don’t Know”
“99 Problems”
“Public Service Announcement (Interlude)”
Paul Simon
Cinco músicas essenciais:
“American Tune”
“Rene and Georgette Magritte With Their Dog After the War”
“Graceland”
“Bernadette”
“The Sacred Harp”
Taylor Swift
Cinco músicas essenciais:
“Our Song”
“Fifteen”
“Love Story”
“Dear John”
“Mirrorball”
Os irmãos Brian e Eddie Holland
Cinco músicas essenciais:
“(Love Is Like a) Heat Wave,” Martha and the Vandellas
“Baby I Need Your Loving,” The Four Tops
“You’re a Wonderful One,” Marvin Gaye
“My World Is Empty Without You,” The Supremes
“7 Rooms of Gloom,” The Four Tops
Missy Elliott
Missy Elliott
Divulgação
Cinco músicas essenciais:
“Get Ur Freak On”
“Work It”
“Gossip Folks”
“Bomb Intro/Pass That Dutch”
“On & On”
Lionel Richie
Cinco músicas essenciais:
“Easy,” the Commodores
“Three Times a Lady,” the Commodores
“Endless Love,” Lionel Richie and Diana Ross
“Lady,” Kenny Rogers
“Hello,” Lionel Richie
Dolly Parton
Cinco músicas essenciais:
“Jolene”
“I Will Always Love You”
“Coat of Many Colors”
“9 to 5”
“My Tennessee Mountain Home”
Young Thug
Cinco músicas essenciais:
“Stoner”
“Best Friend”
“Picacho,” featuring Maceo
“Danny Glover”
“Wyclef Jean”
Diane Warren
Cinco músicas essenciais:
“I Don’t Wanna Live Without Your Love,” Chicago
“When I See You Smile,” Bad English
“Just Like Jesse James,” Cher
“Nothing’s Gonna Stop Us Now,” by Starship
“If You Asked Me To,” Patti LaBelle
O trio de compositores Brandy Clark, Shane McAnally e Josh Osborne
Cinco músicas essenciais:
“Merry Go ’Round,” Kacey Musgraves
“Follow Your Arrow,” Kacey Musgraves
“Liberty,” Sam Hunt
“Maybe Love,” Brandy Clark & Shane McAnally
“Drinkin’ Problem,” Midland
Fiona Apple
Cinco músicas essenciais:
“Sleep to Dream”
“The Way Things Are”
“Every Single Night”
“Tymps (The Sick in the Head Song)”
“Heavy Balloon”
Babyface
Cinco músicas essenciais:
“Whip Appeal”
“Superwoman,” Karyn White
“I’m Your Baby Tonight,” Whitney Houston
“My, My, My,” Johnny Gill
“Not Gon’ Cry,” Mary J. Blige
Stephin Merritt
Cinco músicas essenciais:
“Strange Powers,” the Magnetic Fields
“It’s Only Time,” the Magnetic Fields
“’01: “Have You Seen It in the Snow?” the Magnetic Fields
“You You You You You,” the 6ths
“The Book of Love,” Olivia Rodrigo
Romeo Santos
Cinco músicas essenciais:
“Obsesión,” Aventura, featuring Judy Santos
“Un Beso,” Aventura
“Ella y Yo,” Aventura, featuring Don Omar
“Propuesta Indecente,” Romeo Santos
“Odio,” Romeo Santos, featuring Drake
Carole King
Cinco músicas essenciais:
“One Fine Day”
“Up on the Roof”
“Way Over Yonder”
“So Far Away”
“(You Make Me Feel Like) A Natural Woman,” Aretha Franklin
Outkast
Cinco músicas essenciais:
“Da Art of Storytellin’ (Pt. 1)”
“Rosa Parks”
“SpottieOttieDopaliscious”
“B.O.B.”
“Int’l Players Anthem (I Choose You),” UGK, featuring Outkast
Mariah Carey
Mariah Carey se apresenta no The Town 2025
Fábio Tito/g1
Cinco músicas essenciais:
“We Belong Together”
“#Beautiful,” featuring Miguel
“Fantasy (Remix featuring O.D.B.)”
“Touch My Body”
“Whenever You Call”
Willie Nelson
Cinco músicas essenciais:
“Medley: Funny How Time Slips Away/Crazy/Night Life”
“Me and Paul”
“On the Road Again”
“Who’ll Buy My Memories”
“We Don’t Run”
Kendrick Lamar
Cinco músicas essenciais:
“Rigamortus”
“Swimming Pools (Drank)”
“Hood Politics”
“Count Me Out”
“Euphoria”
Valerie Simpson
Cinco músicas essenciais:
“Ain’t No Mountain High Enough,” Marvin Gaye and Tammi Terrell
“Solid,” Ashford & Simpson
“I’m Every Woman,” Chaka Khan
“Is It Still Good to Ya,” Ashford & Simpson
“California Soul,” Marlena Shaw
Bob Dylan
Cinco músicas essenciais:
“Like a Rolling Stone”
“Tangled Up in Blue”
“Isis”
“Every Grain of Sand”
“Nettie Moore”
Lana Del Rey
Cinco músicas essenciais:
“Video Games”
“Cruel World”
“The Greatest”
“Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have — but I Have It”
“A&W”
The-Dream
“1+1,” Beyoncé
“Single Ladies (Put a Ring on It),” Beyoncé
“Umbrella,” Rihanna, feat. Jay-Z
“Ride,” Ciara, featuring Ludacris
“My Love,” featuring Mariah Carey
Jimmy Jam e Terry Lewis
Cinco músicas essenciais:
“Nasty,” Janet Jackson
“All for You,” Janet Jackson
“Saturday Love,” Cherrelle and Alexander O’Neal
“Can You Stand the Rain,” New Edition
“On Bended Knee,” Boyz II Men
Bad Bunny
Cinco músicas essenciais:
“Soy Peor”
“MIA,” featuring Drake
“Yo Perreo Sola”
“Callaita,” featuring Tainy
“Nuevayol”
Bruce Springsteen
Cinco músicas essenciais:
“Rosalita (Come Out Tonight)”
“Born to Run”
“Nebraska”
“Born in the U.S.A.”
“American Skin (41 Shots)”
Smokey Robinson
Cinco músicas essenciais:
“My Girl,” the Temptations
“The Tracks of My Tears,” Smokey Robinson & the Miracles
“The Tears of a Clown,” Smokey Robinson & the Miracles
“Happy (Love Theme From ‘Lady Sings the Blues’)”
“Being With You”
Bad Bunny segura a bandeira de Porto Rico no Super Bowl
Getty Images/via BBC

Fonte: G1 Entretenimento

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Austríaco se declara culpado por ataque frustrado a show de Taylor Swift em Viena


Um dos dois suspeitos de planejar ataque a show de Taylor Swift em Viena cobre o rosto em tribunal 28 de abril de 2026
REUTERS/Leonhard Foeger
Um jovem de 21 anos acusado de planejar um ataque a um show de Taylor Swift em Viena em 2024, que foi frustrado na última hora, declarou-se culpado no início de seu julgamento nesta terça-feira.
O réu, um austríaco identificado como Beran A, foi preso em 7 de agosto de 2024, um dia antes do primeiro dos três shows planejados pela estrela pop norte-americana em Viena.
Todas as três datas foram canceladas, para consternação dos fãs e da própria Swift, que escreveu depois que isso era “devastador”. O julgamento em Wiener Neustadt, perto de Viena, está focado em mais do que esse ataque planejado.
Beran A também é acusado, juntamente com o eslovaco Arda K, de planejar ataques no Oriente Médio que não foram levados a cabo, e de dar apoio a um terceiro homem que foi preso sob suspeita de realizar um ataque com faca em Meca.
Vídeos em alta no g1
“Eu me declaro culpado em parte”, disse Beran A no início de seu interrogatório pelo juiz. Perguntado se ele se declarava culpado das acusações relacionadas ao ataque planejado ao show, ele declarou: “Sim”.
Ambos os réus cobriram seus rostos ao entrarem no tribunal, como é comum em países de língua alemã, para evitar serem identificados em fotografias. Beran A vestia uma camisa azul escura e calça jeans, Arda K uma camisa azul clara e calça bege.
Os promotores acusam Beran A de usar instruções em vídeo do Estado Islâmico sobre como fazer uma bomba de estilhaços, produzir uma pequena quantidade do explosivo peróxido de triacetona e tentar comprar ilegalmente armas, incluindo uma metralhadora e uma granada de mão para o ataque planejado.
Ele foi acusado de vários delitos relacionados a terrorismo, bem como de pertencer a uma organização criminosa e de fazer uma ameaça perigosa, e pode pegar de 10 a 20 anos de prisão se for condenado.

Fonte: G1 Entretenimento

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Entenda a polêmica entre Virginia Fonseca e Luana Piovani após declaração da atriz: ‘A maldição vai colar em você’


Entenda a polêmica entre Virginia Fonseca e Luana Piovani após declaração da atriz: ‘A maldição vai colar em você’
Reprodução/Instagram
Uma polêmica envolvendo a influenciadora Virginia Fonseca e a atriz Luana Piovani ganhou repercussão nas redes sociais após uma publicação feita pela atriz sobre os riscos do vício em jogos e apostas online.
Luana compartilhou um vídeo com o depoimento de Juliana Prates, que relata a morte do irmão em decorrência do vício em apostas, e marcou Virginia Fonseca na publicação. Na legenda, a atriz escreveu a frase: “Virginia, a maldição vai colar em você, resvalará nos seus filhos, dinheiro de sangue, endemoniado”.
À CPI das Bets, influenciadora Virginia Fonseca diz não se arrepender de propagandas e não ter como socorrer seguidores
A postagem gerou repercussão, principalmente após a menção aos filhos da influenciadora. Virginia foi casada com o cantor Zé Felipe, e eles são pais de Maria Alice, 4, Maria Flor, 3, e José Leonardo, 1.
Após a publicação de Luana Piovani, Virginia divulgou um vídeo nas redes sociais em que aparece chorando e afirmou que pretende acionar a Justiça contra a atriz.
Vídeos em alta no g1
“Estava ali jantando com meus filhos e vi essa merda. Fico indignada, não consigo entender como o ser humano fala uma coisa dessa. Por quê? Essa mulher tem sei lá, 2 filhos, 3 filhos. Como que ela fala dos filhos de outras pessoas. Crianças de 4, 3 e 1 ano. Você quer falar de mim você fala. O que você quiser, como você sempre falou”
“Está repreendido em nome do Senhor Jesus Cristo toda essa maldição que essa mulher joga sobre meus filhos!”. Em seguida, Virgínia marcou o ex-marido e revelou que irá processar Luana: “Agora vamos resolver na Justiça, falar de mim? Ok, agora dos meus filhos: Chega. Cansei”.
O vídeo compartilhado por Luana Piovani traz o relato de Juliana Prates, que contou a trajetória do irmão após desenvolver dependência em apostas online. “No dia em que enterrei meu irmão, prometi que faria um alerta nas redes sociais”, disse ela.
Segundo Juliana, o irmão chegou a receber diagnóstico médico, passou por internação e ficou afastado do trabalho por cerca de quatro meses. Na tentativa de retomar a rotina, acabou se envolvendo com apostas online, o que intensificou o endividamento. “Isso começou há cerca de um ano e meio. Ele não conseguiu sair desse ciclo, e eu perdi o meu único irmão”, relatou.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Talaricagem’: entenda significado da gíria citada por Anderson Neiff no caso de ataque a tiros


Polícia Civil acredita que crime contra cantor Anderson Neiff foi planejado
Jornal Nacional/ Reprodução
Se recuperando de um ataque a tiros sofrido no último domingo (26), o cantor Anderson Neiff usou as redes sociais para negar que a motivação do crime seria talaricagem.
O termo “talaricagem” é uma gíria utilizada para descrever alguém que se envolve ou tenta se relacionar com alguém que já está num relacionamento. Via de regra, o triângulo amoroso é formado por pessoas que são amigas ou têm alguma relação de proximidade.
A pessoa considerada talarica é aquela que quebra um ciclo de confiança e, por isso, é vista como alguém de caráter reprovável e deve ser punida.
Em uma sequência de vídeos publicados nos stories, o artista afirmou que não houve qualquer envolvimento pessoal com mulheres de terceiros e rejeitou especulações de que teria sido alvo de rivais da cena musical.
“Não tem nada a ver isso que estão falando que ‘Neiff é talarico’. Zero. Eu não sei o que de fato aconteceu”, disse. “Não peguei mulher de ninguém. Vocês ficam especulando que quero ganhar fama em cima de atentado e eu não fiz nada de errado.”
Neiff nega ‘talaricagem’ e descarta envolvimento de rivais do funk de SP após ataque a tiros
O termo ‘talarico’ na música
Por se tratar de uma gíria que figura no vocabulário popular brasileiro há muitos anos, a música acabou abraçando o termo.
Um dos maiores sucessos envolvendo a gíria é “Talarico, Ladrão de Mulher”, do sambista Zeca Pagodinho. A letra fala de um homem com hábitos de uma pessoa folgada e que se aproveita da amizade alheia para praticar a talaricagem.
Outro sucesso que aborda o conceito é “Amigo Fura Olha”, de Latino e Daddy Kall. A canção é a reprodução de um desabafo. O talarico (Latino) acaba confessando ao amigo (Daddy Kall) que ficou com a sua companheira.
Voltando ao samba, outra música que trata de talaricagem é “Mulher de Amigo Meu”, do grupo Raça. Composta e interpretada por Délcio Luiz, a canção utiliza no refrão um ditado popular que é frequentemente usado para aqueles que rechaçam a talaricagem: “mulher de amigo meu, pra mim, é homem”.
Anderson Naiff baleado
O artista foi atingido no ombro após a van da banda ser perseguida por cerca de 10 quilômetros na manhã de domingo (26), logo após realizar um show na capital paulista. O cantor teve alta médica na noite do mesmo dia, após passar por uma cirurgia no ombro no Hospital Sírio-Libanês.
A Polícia Civil investiga o caso como tentativa de homicídio e ninguém foi preso até o momento (leia mais abaixo).
Após o episódio, alguns blogueiros de Pernambuco, estado natal do cantor, fizeram publicações nas redes sociais alegando que o crime teria sido cometido por vingança após Neiff supostamente zombar da prisão do MC Ryan SP — o artista paulista, preso no último dia 15, é acusado de fazer parte de um esquema suspeito de lavar mais de R$ 1,6 bilhão. Também circularam especulações de que o cantor teria se envolvido com a namorada de outra pessoa.
O cantor rebateu as teorias de que o atentado teria ligação com essa publicação feita por ele nas redes sociais. Segundo Neiff, uma imagem criada com inteligência artificial teria sido interpretada de forma equivocada.
“A foto que postei com IA foi zombando das pessoas que queriam que eu fosse preso. Não tem nada a ver que eu fui para São Paulo e a galera do funk me pegou lá”, afirmou.
A imagem não foi obtida pelo g1 porque o artista desativou o perfil oficial no Instagram.
Novas imagens mostram suspeitos de atirar no cantor Anderson Neiff em São Paulo
Ele também negou que o ataque tenha sido forjado para autopromoção. “Muitas pessoas acham que é para se autopromover, que eu armei isso, mas jamais alguém ia querer levar um tiro nas costas para promover música. Eu levei um tiro e foi real.”
Segundo o boletim de ocorrência, obtido pela TV Globo, o grupo havia acabado de se apresentar no Titio Lounge, localizado na rua Maria Coelho Aguiar, no Jardim São Luiz.
Durante o show, houve uma discussão entre um casal, supostamente motivada por ciúmes. A suspeita é que o homem teria se incomodado com o fato de a mulher olhar insistentemente para a banda, de acordo com o boletim de ocorrência.
Ao fim da apresentação, por volta das 5h30, enquanto os integrantes da banda tiravam fotos com fãs, três homens em motocicletas, usando capacetes, foram vistos nas proximidades. Segundo relatos, eles aparentavam aguardar a saída da van, mas não foram identificados.
Assim que o veículo deixou o local, as motocicletas passaram a persegui-lo. Cerca de 10 quilômetros depois, já na altura da Avenida Nove de Julho, a van foi alcançada e, ao parar no trânsito, foi alvo de cinco a seis disparos de arma de fogo.
Um dos tiros atingiu o cantor no ombro, que foi o único ferido no ataque. Em seguida, o motorista acelerou o veículo e conseguiu fugir dos suspeitos. Neiff foi socorrido e levado ao Hospital Sírio-Libanês.
À polícia, integrantes da banda afirmaram que não têm envolvimento com atividades criminosas e disseram que a discussão do casal durante o show foi o único fato fora do comum naquela noite.
Cantor de brega funk, Anderson Neiff
Reprodução/Redes sociais
Quem é Anderson Neiff
Anderson Neiff é cantor e influenciador digital brasileiro, conhecido por sua atuação no cenário do funk e do trap. Ele ganhou projeção nas redes sociais ao compartilhar músicas autorais, além de conteúdos sobre rotina, ostentação e bastidores da vida artística.
Natural de Pernambuco, Neiff construiu carreira de forma independente e conquistou público principalmente com faixas que misturam elementos do chamado “brega funk”, vertente mais melódica e sentimental do gênero.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Michael’ se torna cinebiografia com maior estreia em bilheteria de todos os tempos; veja top 3


Trecho do filme ‘Michael’
Reprodução/YouTube
“Michael” se tornou a cinebiografia com a melhor estreia da história do cinema. No seu primeiro fim de semana, o filme que conta parte da história do Rei do Pop arrecadou, globalmente, US$ 217 milhões (R$ 1 bilhão, na cotação atual). A informação é da “BBC”.
A obra ultrapassou “Oppenheimer”, filme de Christopher Nolan que venceu sete categorias no Oscar 2024. O longa, que conta a história do físico conhecido por inventar a bomba atômica, faturou US$ 180 milhões (R$ 894 milhões).
O top 3 de cinebiografias com maior bilheteria na estreia é fechado com “Bohemian Rhapsody”, que conta a história de Freddie Mercury, líder da banda Queen. O longa arrecadou US$ 124 milhões.
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“Michael” é um filme que conquistou o público, mas foi alvo de comentários negativos por parte da crítica em todo o mundo.
O site Rotten Tomatoes, que funciona como um agregador de críticas, deu uma classificação de 38% para o longa, número bem distante da avaliação do público, que está com 97% de saldo positivo dos fãs.
“Você não atinge esse número a menos que esteja vendo uma enorme audiência em todos os segmentos demográficos imagináveis. [O público] está claramente se divertindo muito”, afirmou Adam Fogelson, presidente da Lionsgate, distribuidora do filme nos EUA.
Dirigido por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e estrelado por Jaafar Jackson, filho de Jermaine Jackson e sobrinho de Michael Jackson, o longa conta a história do Rei do Pop desde a sua infância, iniciando sua carreira artística com os irmãos no grupo Jackson 5, até sua megaturnê “Bad”, em meados dos anos 1980.
O filme termina indicando que haverá uma parte 2 – e o sucesso inicial de bilheteria é mais um grande indicativo de que os fãs de Michael terão a chance de assistir ao que faltou sobre a vida do astro.
‘Michael’, cinebiografia do rei do pop, emociona com música, mas não explora o personagem

Fonte: G1 Entretenimento