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Quem é Maz, DJ que se apresenta antes de Shakira, neste sábado, na Praia de Copacabana?


Quem é Maz, DJ que se apresenta antes de Shakira, neste sábado, na Praia de Copacabana?
Reprodução/Instagram
Antes de Shakira subir ao palco para seu show histórico na Praia de Copacabana, neste sábado (2), os DJs brasileiros Vintage Culture e Maz fazem um “esquenta” com o público do projeto “Todo Mundo no Rio”.
Maz é a segunda atração e se apresenta entre 19h e 20h30, minutos antes de Shakira, que sobe ao palco às 21h45.
Quem é DJ Maz?
Maz é Thomaz Prado, um DJ carioca de 33 anos, que começou a estudar produção em 2014 e, ingressou na música eletrônica em 2015. Seu primeiro single foi “Pleasure”, lançado em 2016.
De início, ele investiu no tech house, gênero que reúne o groove, a percussão e vocais do house. Depois, caminhou para o afro-house, unindo os batuques do afro e do organic house. Assim, conquistou uma legião de fãs no Brasil e no mundo.
Seu maior destaque é o remix de “Banho de Folhas”, de Luedji Luna. A faixa se tornou o lançamento de música eletrônica brasileira mais vendido nos anos de 2022 e 2023 no site Beatport, especializado na venda online de música eletrônica. E também foi a responsável por deixar o preconceito que Maz tinha com a junção do vocal em português e a música eletrônica.
Outros de seus hits são “Jolie Fille”, “Nothing on me”, “Amana”, além de um remix de “Todo Homem”, de Zeca Veloso. O lançamento mais recente do artista é “Kura”, que chegou ao mercado em abril de 2026. A faixa é uma parceria com Bakka e Berimbouse e, segundo Maz, foi feita há dois anos.
DJ Maz
Fabrizio Pepe
Maz já se apresentou em grandes festivais como Coachella, Tomorrowland Bélgica, Lollapalooza, Hi Ïbiza, Green Valley e Warung Beach Club. Em 2024, subiu ao palco do Rock in Rio para a noite “Pra sempre Eletrônica”.
O DJ é um dos convidados de Alok no álbum “Gil by Alok and Friends”, que traz versões eletrônicas de hits de Gilberto Gil. Maz integra a faixa “maracatu Atômico” com Alok e Mozambo.
Em janeiro deste ano, se apresentou em um dos camarotes do circuito Barra-Ondina, no carnaval de Salvador.
Em 2020, o artista fundou sua própria gravadora, a Dawn Patrol. Mais tarde, recebeu o DJ Bruno Antdot como sócio. Atualmente, Maz soma mais de 2.4 milhões de ouvintes mensais no Spotify e 480 mil seguidores no Instagram.
DJ Maz
Reprodução/Dawn Patrol Records

Fonte: G1 Entretenimento

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Gabriel Leone se prova cantor sagaz, sem jogo de cena, ao estrear show situado na ‘sala escura do sentimento’


Gabriel Leone estreia o show ‘Minhas lágrimas’ no Manouche, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), na noite de ontem, 28 de abril
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Minhas lágrimas
Artista: Gabriel Leone
Data e local: 28 de abril de 2026 no Manouche (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Os olhos de Gabriel Leone ficaram marejados quando o artista começou a cantar “Vento no litoral” (Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Russo, 1991) no palco do clube carioca Manouche. Não foi jogo de cena. O intérprete estava visivelmente com emoção interiorizada ao dar voz a essa canção reflexiva e melancólica do repertório da banda Legião Urbana.
“Vento no litoral” foi um dos muitos pontos altos da estreia do primeiro show solo deste grande ator carioca que se assumiu cantor com o lançamento em março do álbum de estreia de Leone, “Minhas lágrimas” (2026).
Na estreia na noite de ontem, 28 de abril, o show “Minhas lágrimas” roçou a perfeição do disco produzido por Marcus Preto e Tó Brandileone, com repercussão positiva nas redes sociais que deve gerar expectativa no público paulistano para a estreia do show em São Paulo (SP), programada para a próxima terça-feira, 5 de maio, no Teatro Raul Cortez do Sesc 14 Bis.
Diante de plateia interessada em música, sem hype e sem convidados vips disputando atenção com o artista, Gabriel Leone se confirmou cantor sagaz, com entendimento pleno do sentido das músicas que escolheu para o álbum e para o show.
É um repertório situado na “sala escura do sentimento”, como diz verso de “Segredo” (1986), a sinuosa balada bluesy de Djavan que Leone cantou no fim do show, antes do bis, caindo bem no suingue funky orquestrado pela power banda formada pelo tecladista Agenor de Lorenzi, o guitarrista Conrado Goys, o baixista Fábio Sá (também no posto de diretor musical) e o baterista Vitor Cabral.
Gabriel Leone se acompanha ao violão em set solo do show ‘Minhas lágrimas’
Rodrigo Goffredo
O roteiro do show extrapolou o repertório do disco em números como “Me faça um favor” (Luiz Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra, 1972) – tema do repertório do trio de rock rural Sá, Rodrix & Guarabyra – e “Vida cigana” (Geraldo Espíndola, 1980), canção propagada na voz de Tetê Espíndola.
Essas duas canções de atmosfera rural foram revividas por Leone em set solo em que o cantor se acompanhou ao violão arranhado com a sensibilidade musical que rege a alma do artista. Ainda dentro do universo interiorano, mas já com a banda de volta ao palco, o cantor terçou vozes com os graves da convidada Lucina em “Êta nóis” (Luhli e Lucina, 1984), perseguindo o tom caipira do tema lançado por Ney Matogrosso (convidado de Leone na gravação do álbum).
Em sintonia com o conceito do álbum “Minhas lágrimas”, Gabriel Leone não fez cover no show. O intérprete sempre procurou um caminho particular para abordar cada música. No show, isso ficou evidenciado no bis, quando Leone reinventou “Um pro outro” (1986), quebrando a moldura pop da canção lançada por Lulu Santos há 40 anos, o que impediu o público de cantar junto com Leone no arremate do show, sem surtir o efeito desejado pelo artista.
Se o show resultou musicalmente irretocável, o roteiro precisa de sutis ajustes. “Mil e uma noites de amor” (Pepeu Gomes, Baby do Brasil e Fausto Nilo, 1985) – outra novidade do show, assim como a já mencionada “Um pro outro” – é pop expansivo com final feliz que soou meio deslocado no meio do show, povoado por canções que flagram o intérprete imerso no “pântano de solidão” mencionado em verso do “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976), número que Leone fez com intensidade contrastante com a delicadeza aliciante do canto de “Nós dois” (Celso Adofo, 1983).
Lucina participa da estreia do show ‘Minhas lágrimas’, de Gabriel Leone, cantando “Êta nóis” com o artista
Rodrigo Goffredo
Afinal, o repertório do disco e show “Minha lágrimas” se nutre de amores contidos, saudades doídas, ausências sentidas, angústias existenciais – mote da balada “Antes da chuva chegar” (Guilherme Arantes, 1976), sedutora na abertura do roteiro – e desalentos entranhados em músicas como “Choro das águas” (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977) e “As portas do meu sorriso” (Fagner e Paulinho Tapajós, 1979).
A solidão está sempre batendo à porta do cancioneiro escolhido pelo artista com coerência e personalidade que engrandeceram o álbum e, consequentemente, o show pela força de repertório surpreendente, selecionado sem obviedades e eventualmente turbinado com a batida do rock, como o reconstruído samba “Cara limpa” (Paulo Vanzolini, 1974).
“ […} Correra mundo / Procurando o tempo todo tão só / Na multidão / Até encontrar / Alguém / Que bastasse para me povoar / A solidão / Logo esfrego os olhos / Tudo é ilusão”, resignou-se o intérprete ao dar voz e alma aos versos do blues “Assim sem mais” (João Bosco, Antonio Cícero e Waly Salomão, 1991).
No todo, a estreia do show “Minhas lágrimas” mostrou Gabriel Leone em comunhão com a deusa música, inteiro no palco, sem jogo de cena, sem jogar para a galera. O cantor se garantiu no show sem se escorar no prestígio do ator.
Gabriel Leone inclui músicas de Legião Urbana, Lulu Santos, Pepeu Gomes e Sá & Guarabyra no roteiro do show ‘Minhas lágrimas’
Rodrigo Goffredo
♪ Eis as 15 músicas do roteiro seguido em 28 de abril de 2026 por Gabriel Leone na estreia do show “Minhas lágrimas”, no Manouche, no Rio de Janeiro (RJ):
1. “Antes da chuva chegar” (Guilherme Arantes, 1976)
2. “Choro das águas” (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977)
3. “Cara limpa” (Paulo Vanzolini, 1974)
4. “Vento no litoral” (Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Russo, 1991)
5. “As portas do meu sorriso” (Fagner e Paulinho Tapajós, 1979)
6. “Assim sem mais” (João Bosco, Antonio Cícero e Waly Salomão, 1991)
7. “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976)
8. “Nós dois” (Celso Adofo, 1983)
9. “Mil e uma noites de amor” (Pepeu Gomes, Baby do Brasil e Fausto Nilo, 1985)
10. “Me faça um favor” (Luiz Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra, 1972)
11. “Vida cigana” (Geraldo Espíndola, 1980)
12. Êta nóis” (Luhli e Lucina, 1984) – com Lucina
13. “Segredo” (Djavan, 1986)
Bis:
14. “Minhas lágrimas” (Caetano Veloso, 2006)
15. “Um pro outro” (Lulu Santos, 1986)

Fonte: G1 Entretenimento

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Prêmio Princesa de Astúrias premia a ‘madrinha do punk’ Patti Smith


Patti Smith e sua banda se apresentam no Popload Festival 2019
Fábio Tito/G1
A cantora americana Patti Smith, conhecida como a “madrinha do punk” por levar densidade intelectual a esse gênero visceral, foi premiada nesta quarta-feira (29), na Espanha, com o Prêmio Princesa de Astúrias das Artes 2026.
A artista, que também é poeta e tem 79 anos, “expressou a rebeldia do indivíduo na sociedade em canções pulsantes, algumas das quais já se tornaram ícones da música popular de nosso tempo”, afirmou o júri do prêmio, concedido pela Fundação Princesa de Astúrias.
Nascida em Chicago no fim de 1946, Patricia Lee Smith tem uma “criatividade impetuosa, que conecta o rock, a poesia simbolista e o espírito da contracultura com grande força expressiva”, acrescentou a decisão, lida pela coreógrafa espanhola de flamenco María Pagés Madrigal, vencedora do Princesa de Astúrias em 2022 e presidente do júri neste ano.
Criados em 1981 e considerados os mais prestigiosos do mundo ibero-americano, os prêmios são dotados de 50.000 euros e de uma escultura do artista catalão Joan Miró.
“Comunicadora multidisciplinar e iconoclasta”
Em uma foto em preto e branco na capa, com o queixo erguido e olhar desafiador, essa militante dos direitos civis irrompeu no mundo do rock com o álbum Horses, em 1975, que rapidamente a transformou em uma das artistas mais influentes da cena.
Quando se tornou conhecida como cantora, ela já havia publicado vários livros de poesia, produção que manteve até recentemente. Também se destacam seus livros de memórias, muito elogiados pela crítica.
Sua trajetória ultrapassou “os limites do estritamente musical para se transformar em uma comunicadora multidisciplinar e iconoclasta por meio de diferentes manifestações artísticas, como a poesia, a fotografia, a performance e a videoinstalação”, afirmou a Fundação Princesa de Astúrias.
Sempre combativa, Smith participou das manifestações pelo fim da guerra do Iraque e pela saída do presidente George W. Bush, em 2003, defendeu integrantes do grupo punk feminista russo Pussy Riot após sua prisão em 2012 e assinou, em 2018, um artigo de opinião contra o aquecimento global.
Vencedora de vários prêmios, foi incluída em 2007 no Rock and Roll Hall of Fame.
Começa o ciclo de premiações
O prêmio das Artes foi o primeiro dos oito desta edição, concedidos anualmente pela Fundação Princesa de Astúrias, em ritmo de um por semana.
No ano passado, nessa categoria, o reconhecimento foi para a fotógrafa mexicana Graciela Iturbide, cujas imagens poderosas convidam “a olhar para além do visível”, segundo definiu o júri.
Em outras edições, foram premiados músicos como Joan Manuel Serrat e Bob Dylan, nomes do cinema como Meryl Streep, Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Pedro Almodóvar, além de arquitetos como Frank O. Gehry, Norman Foster e Santiago Calatrava.
Os prêmios, que levam o nome do título da herdeira ao trono espanhol, a princesa Leonor, são entregues por ela e pelos reis Felipe VI e Letizia, em outubro, em uma cerimônia em Oviedo, capital de Astúrias.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator de ‘Jurassic Park’, Sam Neill anunciou estar curado de câncer após cinco anos de tratamento


Sam Neill em Los Angeles, em 2024. O ator anunciou que está livre do câncer após se submeter à terapia com células CAR-T, um tratamento que buscou depois que a quimioterapia deixou de funcionar
Richard Shotwell/Invision/AP
O ator Sam Neill, conhecido por seu papel em “Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros”, afirmou que superou um câncer após cinco anos de tratamento. Segundo ele, a remissão foi possível graças a uma terapia genética que modificou seu sistema imunológico.
O neozelandês, de 78 anos, revelou em suas memórias, lançadas em 2023, que estava “possivelmente morrendo” após ser diagnosticado com linfoma não Hodgkin em estágio três.
Em entrevista exibida no fim de semana pelo Canal 7 da Austrália, o ator contou que conviveu com a doença por cinco anos e que o tratamento com quimioterapia deixou de fazer efeito. “Eu estava desorientado e parecia que estava de saída, o que obviamente não era o ideal”, afirmou.
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Neill passou então por uma terapia conhecida como CAR-T, que utiliza células de defesa do próprio paciente, modificadas em laboratório, para atacar o câncer. “Acabei de fazer uma tomografia e não tenho câncer. É algo extraordinário”, disse.
O ator também pediu que governos federais e estaduais da Austrália ampliem o financiamento desse tipo de tratamento para pacientes com a doença no país.
Com carreira iniciada nos anos 1970, Sam Neill acumula dezenas de trabalhos no cinema e na TV, incluindo a série Peaky Blinders e o filme O Piano.
Sam Neill
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Casamento com um assassino? A história de amor que revelou um crime


Caroline Muirhead e Alexander ‘Sandy’ McKellar viveram um romance intenso
Netflix
O que você faria se a pessoa que você ama dissesse que matou um homem?
É fácil imaginar que você agiria de forma racional, moral e sem hesitação. Mas Casar com um Assassino?, série documental com três capítulos de true crime (ou crimes reais) da Netflix que estreou nesta quarta-feira (29/04), sugere que o amor complica tudo na vida real.
Em 2017, Alexander McKellar, conhecido como Sandy, dirigia embriagado e atropelou e matou o ciclista Tony Parsons em Argyll and Bute, na Escócia. McKellar e seu irmão gêmeo, Robert, enterraram o corpo de Parsons.
O corpo permaneceu no local, sem ser descoberto, por três anos, até que uma nova namorada de McKellar, Caroline Muirhead, descobriu a verdade e levou a polícia até a cova rasa.
Quando o diretor da série, Josh Allott, ouviu a história pela primeira vez, disse que “não conseguia acreditar que fosse real”.
“Pensei que fosse o enredo de uma série dramática e que algo assim não pudesse acontecer na vida real.”
Clare Beavis, produtora da série que acompanhou o caso à medida que se desenrolava porque ele teve “grande impacto na Escócia”, afirma que a “parte que faltava na cobertura da história foi o depoimento de Muirhead e a sua versão dos acontecimentos”.
A série, em três episódios, é contada a partir da perspectiva de Muirhead
Netflix
A série começa com Muirhead ainda abalada após um término difícil, antes de conhecer McKellar no aplicativo de relacionamentos Tinder, no outono de 2020. O encontro dá início a um romance intenso que, em poucas semanas, levou a um noivado.
Pouco depois de ficarem noivos, ela perguntou se havia algo no passado dele que pudesse afetar o futuro dos dois.
Ele contou a ela que, alguns anos antes, havia atropelado um ciclista ao voltar de carro de um hotel com o irmão, mas não procurou atendimento médico para a vítima.
Mais tarde, veio à tona que os ferimentos de Parsons eram tão graves que ele teria sobrevivido apenas por 20 ou 30 minutos sem atendimento, mas é improvável que tenha morrido na hora do atropelamento.
Os irmãos deixaram o local e voltaram depois em outro carro. Em seguida, levaram o corpo de Parsons até uma propriedade próxima de Auch Estate, onde os irmãos enterraram a vítima.
A revelação colocou Muirhead em um dilema, dividida entre a lealdade ao parceiro e fazer o que considerava certo.
Após um breve período de namoro, Alexander ‘Sandy’ McKellar confessou a Muirhead que havia matado o ciclista Tony Parsons
Netflix
Para Allott, diretor do documentário, foi essa tensão emocional e moral que tornou a história impossível de ser ignorada.
“É um dilema impossível de não imaginar na sua própria relação. Faz você pensar no que faria no lugar dela, porque é um caso assustador, de pesadelo”.
Muirhead denunciou o crime à polícia, mas o que fez em seguida é o que torna a história tão extraordinária e, em parte, explica por que a série existe. Em vez de se afastar do parceiro, ela manteve o relacionamento com ele, enquanto, em segredo, procurava a polícia e colaborava com a investigação, sem que McKellar soubesse que havia sido ela a pessoa que denunciou o crime.
Passaram-se quase três anos entre a confissão de McKellar a Muirhead e a condenação dele à prisão.
Nesse período, Muirhead gravou confissões em segredo no celular e voltou à propriedade de Auch Estate com McKellar, onde deixou discretamente uma lata de Red Bull como marcação do local. Depois, avisou a polícia sobre onde procurar o corpo na área isolada.
Embora alguns possam questionar as decisões que ela tomou, Allott diz que Muirhead fez o certo ao denunciar o crime.
Os irmãos McKellar foram presos em dezembro de 2020 e liberados sob fiança em seguida. A acusação formal só veio em dezembro de 2021.
“Ela esperava que os irmãos fossem mantidos em prisão preventiva, fossem julgados e ficassem presos para sempre, e que saíssem de sua vida, mas eles voltaram a fazer parte dela”, disse Allott.
Segundo Allott, Muirhead teve que passar por esse momento de incerteza sozinha, pois ficou “exposta a eles por quase um ano e é nesse contexto que as decisões precisam ser entendidas”.
Allott e Beavis dizem que Muirhead tomou a decisão ‘corajosa’ de voltar à propriedade e deixar, em segredo, uma lata de Red Bull onde Tony estava enterrado
Netflix
É justamente a complexidade da personalidade de Muirhead que a torna uma figura tão interessante. Segundo Allott, ela “era articulada e inteligente, uma jovem patologista promissora, com oito anos de formação médica”.
“Ela tinha a vida encaminhada e, depois de conhecer Sandy [McKellar] e descobrir o que ele fez, tudo desmorona.”
Na série, Muirhead fala abertamente sobre como recorreu ao álcool e às drogas para lidar com a situação em que se viu.
Allott e Beavis dizem que a intenção é apresentar um relato equilibrado dos acontecimentos, mas também destacar “o impacto que estar à margem de um crime, sem envolvimento direto, pode ter na vida de alguém”.
Tony Parsons foi visto pela última vez em Glencoe Village, na noite de 29/9/2017, antes de seguir para o Bridge of Orchy Hotel, em Argyll
Netflix
Há também um foco da série documental em como a polícia conduziu suas relações com Muirhead depois que ela denunciou o caso.
Allott argumenta que a polícia “não sabia como lidar com Caroline [Muirhead]”, e, sem revelar muito, afirma que se ela tivesse recebido “consideração e cuidado da polícia, ela não teria tomado algumas das decisões que tomou”.
Beavis, produtora da série, concorda e acrescenta que a experiência de Muirhead “ecoa muitas experiências de pessoas com o sistema de justiça criminal”.
“Nós queremos mostrar como as engrenagens da justiça rodam devagar, e como isso afeta as vidas das pessoas.”
A polícia escocesa e o órgão de apoio a vítimas da Escócia não quiseram participar da série documental.
Muirhead fez reclamações formais contra a polícia escocesa.
Após cinco anos de investigação, a maioria das reclamações foi arquivada. A polícia escocesa reafirma ter oferecido o apoio adequado a Muirhead.
‘À própria sorte’
Em nota sobre a série, Muirhead disse que ela “confiava que o sistema ficaria ao seu lado e que a manteria segura quando ela estivesse em seu momento mais vulnerável, mas não foi isso que aconteceu”.
Muirhead acrescentou: “Eu espero que, ao falar publicamente sobre isso e compartilhar o que aconteceu comigo, nós possamos iniciar um diálogo honesto sobre mais proteção para vítimas e testemunhas, além da necessidade desesperadora de um entendimento muito mais profundo sobre saúde mental dentro da polícia e do sistema judicial.”
“O impacto de traumas e abusos é frequentemente subestimado ou descartado completamente, e isso significa que pessoas como eu são deixadas à própria sorte para lidar sozinhas com as consequências”, concluiu Muirhead.
Em julho de 2023, pouco antes de o início do julgamento dos irmãos McKellar ter início no Tribunal Superior em Glasgow, Alexander “Sandy” McKellar admitiu a acusação de homicídio doloso, com uma pena reduzida.
O irmão dele, Robert, teve aceito seu pleito de inocência em relação ao crime de homicídio culposo, mas os dois irmãos admitiram o crime de obstrução de justiça ao tentarem acobertar o crime.
Alexander “Sandy” McKellar acabou condenado a 12 anos de prisão, e seu irmão, Robert, a cinco anos e três meses.
O caso também foi tema de uma série de documentários da BBC chamada Murder Case: The Vanishing Cyclist (Caso de Homicídio: O Ciclista Desaparecido, em tradução livre)
A minissérie Casar com um Assassino? já está disponível na Netflix.
Vídeos em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Zélia Duncan alinha parcerias com Ná Ozzetti, Alberto Continentino, Lenine e Pedro Luís no álbum ‘Agudo grave’


Zélia Duincan lança na quinta-feira, 30 de abril, o single ‘Agudo grave’, amostra inicial do primeiro álbum da artista em cinco anos
Mauro Restiffe / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Zélia Duncan lança o álbum “Agudo grave” em 14 de maio, com repertório essencialmente inédito e autoral. Programado para amanhã, 30 de abril, o primeiro single do álbum apresenta a música-título “Agudo grave”, composta por Zélia com Lucina, parceira recorrente da artista fluminense desde a década de 1990.
“Sinto agudo e canto grave / No meu pequeno intenso mundo / Quantos imensos mundos cabem?”, reflete a cantora em versos da música-título.
Gravado entre setembro de 2025 e janeiro de 2026 no Estúdio do Tó, em São Paulo (SP), com produção musical de Maria Beraldo, o álbum “Agudo grave” chega ao mercado fonográfico cinco anos após o último disco da cantora e compositora, “Pelespírito”, lançado em maio de 2021 e calcado inteiramente na parceria de Zélia com Juliano Holanda.
Em “Agudo grave”, Zélia Duncan volta a abrir o leque de parceiros. Com Alberto Continentino, a artista assina três das onze músicas do repertório, “E aí, IA?”, “Importante” e “Pontes no ar”. Ná Ozzetti é a parceira de Zélia em “Meu plano”. Com Lenine, parceiro da música-título do álbum “Pré-pós-tudo-bossa-band” (2007), lançado pela cantora há quase 20 anos, Zélia assina “Maravilha disforme”.
Ao longo do álbum “Agudo grave”, Zélia Duncan também apresenta músicas feitas com a produtora Maria Beraldo (“Voz”), Pedro Luís (“Olhos de cimento”) e Zeca Baleiro (“Calmo”), além do supracitado Juliano Holanda (coautor de “Resolvidinho”).
Editado pelo selo Duncan Discos, com distribuição feita via The Orchard, o álbum “Agudo grave” celebra os 45 anos de carreira de Zélia Duncan, em cena desde 1981.
Arrematado com regravação de “Que tal o impossível?” (2010), música de disco póstumo Itamar Assumpção (1949 – 2003), compositor recorrente na discografia de Zélia Duncan, o álbum “Agudo grave” foi formatado com engenharia de som de Tó Brandileone, mixagem de Ricardo Mosca e masterização feita por Carlos Freitas no estúdio Classic Master (EUA).

Fonte: G1 Entretenimento

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Batalha de rapper L7nnon e Yoko Ono por nome artístico durou 5 anos e teve até debate sobre idade de fãs; entenda


O rapper L7NNON, John Lennon e Yoko Ono
Divulgação/TV Globo e Reprodução/Wikicommons
Na última semana, a Justiça brasileira decidiu que o rapper L7NNON poderia continuar usando seu nome artístico, mesmo após os questionamentos feitos por herdeiros de John Lennon e uma proibição inicial do uso do nome pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
A conquista do rapper acontece cinco anos após o artista entrar com um pedido de registro da marca L7NNON e é celebrada por sua defesa como “um caso inovador e sem precedentes quando se trata de Direito Marcário”, setor que cuida da proteção legal de marcas registradas.
Mas como se deu toda essa trajetória? Quais foram as alegações de do INPI? E as de Yoko Ono, viúva de John Lennon? Como L7NNON conseguiu reverter?
Entenda o caso a seguir:
A linha do tempo em busca da liberação
L7nnon interpreta Ryan, rapper que busca segunda chance na vida
Manoella Mello / Divulgação Globo
O escritório de advocacia Belinger, responsável por L7NNON entrou com um processo para registro da marca no INPI em abril de 2021. O pedido foi recusado pelo instituto sob alegação de que o registro era muito parecido com a marca “Lennon”, registrada anteriormente por Yoko Ono Lennon.
Em agosto de 2022, a Belinger entrou com recurso contra a decisão do INPI, alegando “a possibilidade de coexistência entre as marcas, a diferença de público-alvo e o lapso temporal entre os artistas.”
Três anos depois, em março de 2025, mesmo após o recurso de L7NNON, o INPI manteve sua negativa. Foi então que o escritório que defende o rapper entrou com processo para anular a decisão do instituto.
Em agosto de 2025, a Justiça acatou o pedido de L7NNON. Mas em outubro do mesmo ano, Yoko Lennon apresentou recurso contra a decisão.
Novamente, a Belinger refutou os argumentos de Yoko, mas a Justiça determinou a manutenção do indeferimento do INPI em outubro de 2025.
Apesar desta decisão, o caso foi para julgamento no início de abril de 2026. E o tribunal finalmente decidiu, após inúmeras idas e vindas, que o rapper L7NNON pode continuar usando seu nome artístico.
As alegações de L7NNON e Lennon
Yoko Ono concede entrevista em frente a retrato de John Lennon, em Tóquio, em outubro de 2005
Toru Hanai/Reuters
Ao longo do processo, o escritório do rapper brasileiro alegou que “não havia risco real de confusão ou associação indevida entre os sinais ‘L7NNON’ e ‘LENNON’, já que se tratam de marcas visual, fonética e conceitualmente distintas, com identidades próprias e reconhecidas pelo público”.
“Argumentamos que L7NNON já era artista amplamente consolidado no cenário nacional e internacional, com trajetória independente e notoriedade própria, especialmente nos gêneros rap, trap, funk e pop, sem qualquer vinculação mercadológica ao legado de John Lennon”, explicou ao g1 a advogada Ana Paula Belinger.
“Também ressaltamos que o nome artístico deriva diretamente do prenome civil do autor [Lennon Dos Santos Barbosa Frassetti], integrando sua personalidade, imagem pública e atividade econômica, o que reforça a legitimidade do uso marcário”, diz a advogada.
Ana ainda ressaltou que, no processo, a defesa apontou que a negativa “gerava grave insegurança jurídica, comprometendo contratos, patrocínios, licenciamentos e a exploração regular da carreira artística, preenchendo os requisitos da tutela de urgência diante da probabilidade do direito e do perigo de dano.”
Outra citação da defesa do cantor se fere a idade dos consumidores de suas obras: são consumidores de idades e gerações díspares, o que impossibilita qualquer tipo de confusão.
“O músico John Lennon tem como público-alvo majoritário fãs da geração Baby Boomers (nascidos entre, aproximadamente, 1945 e 1964), que vivenciaram a sua juventude nos anos 1960 e 1970, enquanto o rapper L7nnon tem como público-alvo jovens da geração Z (nascidos entre, aproximadamente, 1995 e 2009) e Alfa (nascidos a partir de 2010), que vivem atualmente a faixa dos vinte/trinta anos e adolescência, respectivamente”, defende o escritório do cantor brasileiro.
Já a defesa da viúva do líder do Beatles afirmou que “ainda que a Oposta afirme que está apenas registrando seu nome civil, ele foi claramente inspirado no nome de JOHN LENNON, uma vez que este nome ou sobrenome não é comum no Brasil, ou mesmo sequer internacionalmente. E mesmo que a Oposta afirme estar protegendo seu nome artístico, reforçamos que ele não se apresenta como “ÉLE-SETE-NON”, e sim como LENNON.”
Ela ainda alegou que “mesmo que ele ‘escreva’ seu nome como L7NNON, seu público, que ouve suas músicas e entrevistas, ouvirá ele ser apresentado como LENNON. Portanto, não há como se discutir tamanha fama do nome JOHN LENNON, demonstrando-se, assim, ser inaceitável o registro de um nome que claramente busca associação indevida para qualquer produto e/ou serviço, tendo em vista que levaria o consumidor a associar ao artista.”
Os motivos para o resultado a favor de L7NNON
L7nnon vence Yoko Ono na ação movida pela viúva de John Lennon (1940 – 1980)
Reprodução / Facebook L7nnon
Segundo Ana Paula Belinger, alguns pontos foram cruciais para o entendimento da decisão da justiça a favor de L7NNON. Entre elas:
Convivência sem confusão: As duas marcas podem existir ao mesmo tempo no mercado. O público não vai confundir o rapper brasileiro com o ex-Beatle, pois são universos diferentes.
Identidade Visual Própria: O nome “L7NNON” usa o número “7” no lugar da letra “e”, o que cria uma marca visualmente diferente. Além disso, o estilo musical (rap e trap) e o público jovem e urbano são muito distintos do público de rock associado a John Lennon.
Proteção ao Trabalho do Artista: Impedir o uso do nome agora causaria um prejuízo financeiro e profissional enorme e imediato ao cantor.
Boa-fé e Honestidade: O tribunal não viu intenção do artista de “pegar carona” ou se aproveitar da fama de John Lennon.
A advogada ainda aponta a Justiça tem o poder de rever as decisões do INPI para proteger direitos fundamentais, como a liberdade de exercer a profissão.
Após a vitória, Ana também destaca a importância de um especialista em propriedade industrial, afirmando que o sistema marcário envolve técnica jurídica e estratégia específica.
“Um erro simples no depósito pode gerar indeferimento, oposição de terceiros ou proteção fraca. O especialista antecipa riscos, estrutura a melhor estratégia de proteção e evita que a marca fique vulnerável.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta na abertura, setlist e tudo o que você precisa saber sobre o show do The Weeknd em São Paulo


The Weeknd durante show no Super Bowl, em Tampa, na Flórida
Getty Images via AFP
The Weeknd fará uma sequência de dois shows no estádio Morumbis, em São Paulo, nesta quinta-feira (30) e sexta-feira (1º).
O artista chega ao Brasil com a turnê “After Hours ‘Til Dawn” e chega à capital paulista após se apresentar no Rio de Janeiro, com direito a participação da cantora Anitta.
Ele volta ao Brasil após realizar uma apresentação única em setembro de 2024, no mesmo estádio em São Paulo.
Confira todas as informações que você precisa saber sobre o show de The Weeknd em São Paulo:
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De volta ao Brasil
O cantor chega ao Brasil após ter lançado, no início de 2025, o álbum “Hurry Up Tomorrow”, fechando a trilogia “Dawn FM” (2022) e “After Hours”.
A crítica elogiou o trabalho. Publicações internacionais como “Pitchfork” e “Billboard” fizeram reviews enaltecendo o álbum.
Em números, o disco também teve um bom resultado. Ele foi um dos álbuns com melhor lançamento no Spotify e, atualmente, o single “Timeless”, em parceria com Playboi Carti, acumula 1,5 bilhão de reproduções na plataforma.
Já no “Billboard 200”, lista de álbuns mais ouvidos nos EUA, “Hurry Up Tomorrow” chegou a ocupar a primeira posição no ranking.
Anitta de abertura
O músico The Weeknd e a cantora Anitta em show em São Paulo, em 2024
Reprodução
Quem for ao Morumbis terá um show de abertura que, definitivamente, valerá chegar mais cedo ao estádio: simplesmente Anitta.
No Rio de Janeiro, a cantora apresentou músicas do seu mais recente álbum, “Equilibrvm”, além de sucessos mais antigos. Vale lembrar que shows da diva no Brasil são raríssimos.
Anitta e The Weeknd também aproveitaram o momento para apresentar ao público a canção “Rio”. Vale lembrar que os dois já têm uma parceria presente no último álbum do cantor, “São Paulo”.
The Weeknd: veja possível setlist do show em SP
Baptized in Fear
Open Hearts
Wake Me Up
After Hours
Starboy
Heartless
Faith
Cry for Me
I Can’t Fucking Sing
São Paulo
Until We’re Skin & Bones
Take My Breath
Sacrifice
How Do I Make You Love Me?
Can’t Feel My Face
Lost in the Fire
Timeless
Often
Given Up on Me
I Was Never There
The Hills
Creepin’
Niagara Falls
One of the Girls
Stargirl Interlude
Out of Time
I Feel It Coming
Die for You
Is There Someone Else?
Wicked Games
Call Out My Name
The Abyss
Professional
Save Your Tears
Less Than Zero
Blinding Lights
Without a Warning
House of Balloons
Moth to a Flame

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que os quadris não mentem: relembre coreografias inesquecíveis de Shakira


Por que os quadris não mentem: relembre coreografias inesquecíveis de Shakira
As coreografias icônicas sempre fizeram parte da trajetória de Shakira, quase como uma extensão natural de suas músicas. A combinação de técnica, carisma e controle corporal transforma cada performance em um momento marcante. Mais do que acompanhar os hits, os movimentos da colombiana se tornam parte deles: fáceis de reconhecer e eternizados na memória dos fãs.
Para entrar no clima do “De todo mundo no Rio”, o g1 relembra algumas das coreografias mais inesquecíveis da artista ao longo da carreira:
“Ojos Así” (1998)
Shakira já dava indícios de que a dança seria uma marca muito importante em sua carreira. A artista usa movimentos clássicos da dança do ventre, com controle do quadril e braços bem fluidos.
Shakira em Ojos Así (1998)
Reprodução
“Whenever, Wherever” (2001)
Apesar de um pouco mais polido, em “Whenever, Wherever” a cantora volta a trazer movimentos da dança do ventre, transformando-os em sua marca registrada.
Shakira no clipe Whenever, Wherever (2001)
Reprodução
“Hips Don’t Lie” (2006)
Se estamos falando de controle corporal, “Hips Don’t Lie” é um dos grandes hits da colombiana. Ela mostra todo o seu rebolado, em que cada batida da música vira um movimento do quadril, como se o corpo dela estivesse “tocando” a música.
Shakira no clipe Hips Don’t Lie
Reprodução
“Waka Waka” (This Time for Africa) (2010)
Sabe aquela coreografia para dançar junto com a galera? “Waka Waka” cumpre muito bem esse propósito. Feita para a Copa do Mundo de 2010, pode até ser considerada uma das mais fáceis: basta juntar as mãos à frente do corpo (como se fosse rezar) e mexer os quadris no ritmo da música. Foi um belíssimo gol de Shakira.
Shakira dançando a música “Waka Waka”
Reprodução
“Girl Like Me” (2020)
Com uma vibe anos 80 e cenário bem simples, a coreografia é o destaque. Shakira consegue deixá-la um pouco mais acessível para as pessoas que não têm tanto controle corporal quanto ela. Apesar de incluir o moonwalk, a colombiana está mais contida em seu rebolado, apostando em gestos mais simples para que todo mundo, pelo menos, tente reproduzir a dança.
Shakira dançando a música “Girl Like Me”
reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Roger Sweet, criador do personagem ‘He-Man’, morre aos 91 anos


Roger Sweet, criador do personagem ‘He-Man’
Reprodução/Instagram
Roger Sweet, criador do personagem He-Man, morreu aos 91 anos nesta terça-feira (28). Ele enfrentava um diagnóstico de demência.

Fonte: G1 Entretenimento