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David Allan Coe, que escreveu ‘Take This Job and Shove It’ e outros sucessos da música country, morre aos 86 anos


Foto de arquivo: David Allan Coe, usando tranças ao estilo de Willie Nelson, se apresenta no Willie Nelson July 4th Picnic, em 4 de julho de 1983, no Atlanta International Raceway em Hampton, Geórgia.
AP Photo/Rudolph Faircloth, Arquivo
David Allan Coe, cantor e compositor country que escreveu o hino da classe trabalhadora “Take This Job and Shove It” e teve sucessos como “You Never Even Called Me By My Name” e “The Ride”, morreu aos 86 anos.
Sua esposa, Kimberly Hastings Coe, confirmou a morte à “Rolling Stone” nesta quarta-feira (29), descrevendo-o como “um dos melhores cantores e compositores de nosso tempo”.
Um representante informou à “People” que ele faleceu por volta das 17h de quarta-feira, sem divulgação da causa da morte.
Considerado um “fora da lei” ou “underground”, Coe sempre foi um outsider na cena de Nashville, mesmo com seu sucesso como compositor e cantor requisitado. Ele construiu uma base fiel de fãs com letras cruas e polêmicas, além de um passado marcado por prisões e histórias controversas.
Vídeos em alta no g1
Entre seus feitos, escreveu músicas que se tornaram clássicos gravados por outros artistas, como “Would You Lay With Me (in a Field of Stone)” (Tanya Tucker, 1974) e foi o primeiro cantor country a gravar “Tennessee Whiskey”, que mais tarde se tornaria um padrão do gênero.
Sua carreira também incluiu turnês com Willie Nelson, Kid Rock e Neil Young, além de participações em filmes e documentários sobre o movimento country fora da lei.
Apesar de polêmicas envolvendo álbuns de conteúdo explícito e problemas legais com o fisco, Coe deixou uma marca duradoura na música country, sendo lembrado tanto por sua rebeldia quanto por sua contribuição artística.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira pede sugestões e g1 lista as possíveis participações no show do Rio


Shakira pede sugestões e g1 lista as possíveis participações no show do Rio
Instagram/Reprodução/ Divulgação/Live Nation
Faltando pouco para o megashow gratuito em Copacabana, Shakira aumentou a expectativa dos fãs ao abrir uma caixinha de perguntas nas redes sociais e pedir sugestões de artistas brasileiros para dividir o palco no Rio. Com isso, os fãs passaram a especular, e o g1 lista os possíveis convidados com base no histórico de parcerias da colombiana – tudo sem informação privilegiada e apenas com base no histórico de parcerias da colombiana.
Anitta
No começo do mês, Anitta anunciou uma colaboração com Shakira na faixa “Choka Choka”, do disco “Equilibrivm”. A cantora fez uma performance da música no tradicional programa americano “Saturday Night Live” (SNL), mas o “Todo mundo no Rio” pode ser a oportunidade de ver as duas cantando e rebolando juntas.
Será que esse boné da Shakira é uma dica?
Shakira publica vídeo fazendo as malas para viagem ao Rio
Reprodução
Ivete Sangalo
Em 2011, quando Shakira se apresentou no Rock in Rio do Brasil, ela recebeu Ivete Sangalo no palco para cantar “País Tropical” como uma das suas surpresas do show. As cantoras chegaram a gravar um feat juntas, a música “Dançando”.
“O tempo foi passando, a gente se encontrou. Nós somos de gravadoras diferentes, então tem aqueles trâmites. A gente gravou, e depois fez aquela pressão. Era um segredinho para ter assunto. No final das contas, ficou lindo”, disse Ivete na época que lançou o álbum “Real fantasia”.
Será que podemos manter a esperança de um reencontro no palco? Na sexta-feira (1º), Veveta estará no Rio de Janeiro para um show da turnê Ivete Clareou.
Shakira e Ivete Sangalo
Flavio Moraes/G1
Carlinhos Brown
Depois do sucesso da música “Waka Waka” para a Copa de 2010, a cantora colombiana fez uma versão de “Dare (La La La)” em parceria com Carlinhos Brown para a Copa do Mundo de 2014. E a diva colombiana ainda participou da cerimônia de encerramento do mundial no Maracanã. Será que vamos ter uma repetição na Praia de Copacabana?
Vale lembrar que Carlinhos é queridinho de artistas internacionais e, no ano passado, foi convidado especial do show de Dua Lipa.
Carlinhos Brown e Shakira cantam na festa de encerramento da Copa do Mundo
David Gray/Reuters
Por que os quadris não mentem: relembre coreografias inesquecíveis de Shakira

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira, a discografia: g1 coloca os 10 álbuns da cantora na ordem (do pior ao melhor)


Shakira, a discografia: g1 coloca os 10 álbuns da cantora na ordem (do pior ao melhor)
Em mais de 35 anos de carreira, Shakira lançou 10 álbuns oficiais de estúdio e vendeu mais de 80 milhões de discos em todo o mundo. Assim como Madonna e Lady Gaga, Shakira vai se apresentar na Praia de Copacabana.
O show neste sábado (2) é o pretexto para analisar a discografia e botar os álbuns na ordem do pior para o melhor. Antes da fase adulta, Shakira gravou dois discos, aos 13 e 15 anos, lançados na Colômbia, mas eles não entram na lista abaixo.
10º – Shakira (2014)
Capa do álbum ‘Shakira’ (2014)
Reprodução
O grande momento é o feat com Rihanna, em “Can’t Remember to Forget You”, que já não é grande coisa. O resto é pop eletrônico sem tanto carisma. Tem até reggae fuleiro com a banda Magic e uma fracassada tentativa de “Waka Waka 2”.
9º – Laundry Service (2001)
Laundry Service (2001)
Reprodução
Finalmente popstar global, Shakira vai da chacoalhante “Whenever, Wherever” à bela balada “Underneath Your Clothes”. Mas falta personalidade em um disco tímido. É que os arranjos são sem molho: feitos pra agradar todo mundo.
8º – She Wolf (2009)
She Wolf (2009)
Reprodução
Não é um bom sinal quando várias músicas de um mesmo álbum se parecem com Black Eyed Peas. Pouco inspirado, entrou para a história como o disco que emplacou de vez o apelido Loba. Ah, e tem “Gypsy”, que é bem bonita.
7º – Sale el Sol (2010)
Sale el Sol (2010)
Reprodução
O que une a balada título, o hit com toques de merengue “Loca”, o reggaeton “Rabiosa” e o hino copeiro “Waka Waka” é o vocal inconfundível de Shakira. Ela canta demais nesse álbum.
6º – Oral Fixation, Vol. 2 (2005)
Oral Fixation, Vol. 2 (2005)
Reprodução
Começa com canto gregoriano e termina com uma letra sobre democracia, fake news e a independência do Timor Leste. Os singles, claro, são bem menos ousados, como a imbatível “Hips don’t lie” e o pop rock genérico “Don’t Bother”, que poderia ser da Pink ou da Kelly Clarkson.
5º – Las Mujeres Ya No Lloran (2024)
Las Mujeres Ya No Lloran (2024)
Reprodução
O disco com mais feats é também o primeiro pós-divórcio. Na essência, o som é reggaeton, com Karol G, Cardi B e ídolos mexicanos e porto-riquenhos em uma divertida festa latina empoderada e com geleia de morango liberada.
4º – Pies descalzos (1996)
Pies descalzos (1996)
Reprodução
Antes de ser loira, loba e popstar, Shakira Isabel foi uma divinha colombiana de 19 anos com caneta afiada. O estilo de cantar foi apresentado ao mundo com os hits pop rock “Estoy Aquí” e “¿Dónde Estás Corazón?”. Era o terceiro disco da carreira, mas o primeiro oficial.
3º – El Dorado (2017)
El Dorado (2017)
Reprodução
Entre o reggaeton e o pop eletrônico chiclete, Shakira canta sua paixão pelo então marido Piqué, em músicas ensolaradas como “Me enamoré” e “Amarillo”. O disco é uma delicinha pop, versando sobre bicicleta, chantagem e amor com igual leveza.
2º – Dónde están los ladrones? (1998)
Dónde están los ladrones? (1998)
Reprodução
Shakira perdeu as letras que ela tinha escrito ao ser roubada no aeroporto. Depois, reescreveu tudo. Perrengue virou conceito: onde estão os ladrões que roubam malas? Mas também roubam nossa energia, nosso tempo, nossos direitos? Na parte musical, ela foi vendida como uma Alanis Morissette latina.
1º – Fijación Oral, Vol. 1 (2005)
Fijación Oral, Vol. 1 (2005)
Reprodução
Consolidada como diva internacional, Shakira se viu livre e sem ter que diluir o som para agradar um público maior. Deu certo. “ Tortura”, “No”e “Día de Enero” dão o tom de um disco orgânico. Ela fica entre o rock do começo e o reggaeton misturado a outros ritmos latinos, fusão que marcaria o resto da carreira.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Diabo Veste Prada 2’ não tem o corte perfeito do primeiro, mas ainda veste bem; g1 já viu


‘O Diabo Veste Prada 2’ prova que uma boa comédia não sai de moda
No fim de “O Diabo Veste Prada” (2006), Emily (Emily Blunt) se dirige à substituta de Andy (Anne Hathaway) e diz: “Você tem grandes sapatos para preencher. Espero que você saiba disso”.
A mensagem valia também para os criadores de “O Diabo Veste Prada 2”, que estreia nesta quinta (30) no Brasil. Ao se propor a fazer uma sequência da comédia icônica dos anos 2000, eles tinham uma missão bem complicada.
Tudo bem que já era meio caminho andado ao trazer de volta Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt, Stanley Tucci. Até as roteiristas e o diretor voltaram — bom sinal.
Mas Hollywood está aí para provar que ainda dá pra errar, mesmo elencando todo mundo direitinho. Porque a nostalgia até leva muita gente ao cinema, mas não sustenta um filme do início ao fim.
“O Diabo Veste Prada 2” não deixa de ser nostálgico: do suéter cerúleo ao retorno de “Vogue”, da Madonna, a sequência não fica sem easter eggs para os fãs. Mas felizmente, quem tinha medo de se decepcionar com o segundo filme pode ficar tranquilo.
O segundo “Diabo Veste Prada” pode não chegar ao status de “clássico” do original (só o tempo dirá), mas diverte, deve agradar fãs, e se desprende o suficiente do primeiro filme para criar uma nova história.
‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril
Divulgação
O diabo agora é outro
Um bom blockbuster é feito para ser “levinho”, alto-astral, mas ainda conversa com sua época. É o que os dois “Diabo Veste Prada” fazem bem: enquanto o primeiro satirizava a mentalidade opressora da moda nos anos 2000, este aborda uma crise no jornalismo atual que não poupa ninguém — nem os intocáveis chefões de outrora.
De certa forma, na verdade, este filme é bem atualizado e pode tocar mais gente que o anterior. Afinal, há demissões em massa, trabalhos reféns do algoritmo, choques geracionais… e um personagem perigoso da atualidade: o bilionário com poder para comprar, vender e desmantelar empresas centenárias.
Neste filme, os personagens evoluíram. Vemos Andy Sachs (Anne Hathaway), agora uma jornalista confiante que, apesar de sua competência, logo fica desempregada. Ela é chamada para ajudar sua ex-chefe Miranda Priestly (Meryl Streep) a gerenciar uma crise, enquanto a revista “Runway” e o jornalismo atravessam um período desafiador.
Emily Blunt volta como Emily Charlton em ‘O Diabo Veste Prada 2’
Divulgação
A “eterna assistente” Emily também deixou a revista. Agora, ela já tem um caminho construído na moda, chefia uma grife e já não leva desaforo para casa.
A mudança mais notória aqui é que Miranda se torna, oficialmente, alguém por quem a gente acaba torcendo. Afinal, até ela está à mercê dos caprichos de ricaços que assumem a gestão da empresa.
Qualquer semelhança é mera coincidência: em 2025, houve forte especulação de que Jeff Bezos, dono da Amazon, queria comprar a empresa responsável pela Vogue como “presente” à sua esposa.
Se antes Miranda era “o diabo” que dá nome ao filme, não é que ela tenha virado exatamente um anjo. Mas desta vez, é mais uma antiheroína que a “vilã” da trama.
(Agora faz sentido por que Anna Wintour não se importou em participar da divulgação deste filme, mesmo sendo a inspiração para a personagem “má” de Meryl.)
Por um lado, suavizar a personagem tira um pouco da nuance do filme — podemos, sim, torcer pela revista e ainda detestar Miranda, por que não? Mas por outro, como espectadores, não dá para reclamar.
Meryl Streep volta como Miranda Priestly em ‘O Diabo Veste Prada 2’
Divulgação
Porque com uma Miranda mais humana, Meryl Streep tem espaço para fazer o que faz de melhor. A atuação dela é quase uma carta de amor à personagem, que se tornou um dos papéis mais marcantes de sua robusta carreira.
Aliás, todo o elenco principal está em ótima forma: a essa altura, são todos atores de renome em Hollywood, que não precisam provar nada para ninguém. Mas se dedicam a essa “comedinha” com notável carinho e não parecem estar nessa pela grana.
Destaque especial para Stanley Tucci, eterno Nigel, que entrega os momentos mais sensíveis do filme, com uma ternura que lhe é característica.
Divertido e honesto: isso é tudo
“O Diabo Veste Prada 2” tem um ritmo um pouco acelerado e tramas que não funcionam tão bem, como o relacionamento de Andy, que entra como um mero acessório (talvez seja um mea culpa das autoras já que, no primeiro, as mulheres ambiciosas acabaram solteiras).
Em muitos momentos, segue a estrutura do anterior: o manuscrito de “Harry Potter” agora é uma entrevistada que não fala com a imprensa, a viagem a Paris agora é Milão, e por aí vai.
Considerando a premissa que ainda não tem solução na vida real, no filme, a resolução é um pouco superficial. Mas tudo bem, ninguém esperava profundidade de “O Diabo Veste Prada 2”.
‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril
Divulgação
O que a gente espera, na verdade, está aqui: um filme que não é uma cópia barata, mas uma extensão legal do primeiro. E que é simplesmente gostoso de assistir.
Com humor menos afiado (mas ainda divertido) e com bons looks, “O Diabo Veste Prada 2” é uma sequência mais honesta que boa parte das franquias recentes. A prova de que uma boa comédia dramática, com grande elenco, nunca sai de moda.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Xand Avião grava álbum audiovisual em show em Fortaleza para circuito junino


Xand Avião grava o álbum ao vivo ‘Meu São João’ em show apresentado em Fortaleza (CE) na noite de ontem, 28 de abril
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ De olho no rentável circuito nordestino das festas juninas, o cantor Xand Avião gravou o álbum audiovisual “Meu São João” em show realizado em Fortaleza (CE) – uma das praças mais voltadas para o mercado da música rotulada como forró – na noite de ontem, terça-feira, 28 de abril.
Na gravação ao vivo do álbum “Meu São João”, o artista seguiu o roteiro padrão dos registros audiovisuais de shows, harmonizando sucessos amealhados ao longo da carreira – como “Galera da rodinha”, “Maluco que sou” e “Meu carro virou hotel” – com músicas novas (caso da recente “Dom dom dom”) e feats com os cantores Nattan e Talita Mel.
Com a gravação do álbum “Meu São João”, Xand Avião interrompe a turnê “O forró é pop” para investir nesse novo show direcionado ao circuito junino.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Choka Choka’: Anitta vai cantar com Shakira no Rio e posta vídeo de ‘ensaio’ no Copacabana Palace


Shakira e Anitta ensaiam antes de show em Copacabana
Reprodução/Redes sociais
A cantora Anitta vai ser uma das atrações do show de Shakira em Copacabana. A participação foi confirmada pelo RJ2.
Nesta quarta-feira (29), Anitta foi ao Copacabana Palace, onde Shakira está hospedada, e postou um vídeo de uma espécia de “ensaio”. As juntas dançando a música “Choka Choka”, parceria das duas lançada recentemente.
Shakira e Anitta ensaiam antes de show em Copacabana
Reprodução/Redes sociais
Shakira e Anitta ensaiam antes de show em Copacabana
Reprodução/Redes sociais
A participação já era esperada. Anitta revelou que foi convidada por Shakira em entrevista ao podcast Charla Podcast. A brasileira contou detalhes da conversa entre as duas e aumentou a expectativa por uma possível participação especial no evento.
Segundo Anitta, o convite veio de forma direta.
‘Copacabana promete ser o maior concerto da minha vida’, diz Shakira
“Ela falou: ‘vamos cantar juntas?’”, disse a cantora, ao relembrar o contato com Shakira.
A artista também já tinha contado que as duas discutiram qual música apresentariam no palco.
A escolhida foi “Choka Choka”, que segundo Anitta tem uma pegada que dialoga com o funk brasileiro — algo que, segundo ela, sempre despertou o interesse da colombiana.
“A amizade que eu tenho com ela é muito valiosa, é um presente, e essa oportunidade de cantar com ela, de fazer uma colaboração em uma música tão legal, ‘Choka Choka’, que é um baile funk, que eu sempre quis fazer uma coisa assim. É realmente incrível”, disse Shakira.
Bastidores e expectativa
Shakira e Anitta trocaram elogios e aumentaram a expectativa por parceria em show em Copacabana
Charles Sykes/Invision/AP; Laécio Lacerda/Divulgação
Anitta tratou o assunto com cautela, mas deixou claro o entusiasmo com a possibilidade. A cantora destacou a relação de amizade com Shakira e classificou o convite como especial.
Já Shakira também tem feito mistério sobre o show, mas adiantou que prepara surpresas e convidados. A colombiana afirmou que a apresentação em Copacabana pode ser “o maior concerto” de sua carreira, com expectativa de público de até 2,5 milhões de pessoas.
“Não posso adiantar nenhuma surpresa, mas vocês conhecem a Anitta, né? Ela é a rainha. A amizade que eu tenho com ela é muito valiosa, é um presente, e essa oportunidade de cantar com ela, de fazer uma colaboração em uma música tão legal, ‘Choka Choka’, que é um baile funk, que eu sempre quis fazer uma coisa assim. É realmente incrível”, disse Shakira.
Relação com o Brasil
Em declarações recentes, Shakira reforçou a conexão antiga com o país. Segundo ela, o Brasil foi um dos primeiros mercados a abraçar sua música, e a influência cultural brasileira marcou sua trajetória artística — inclusive na dança e em ritmos que incorporou ao longo dos anos.
“A conexão que eu tenho com o Brasil é uma conexão é muito antiga, foi um dos primeiros países que abriu as suas portas para a minha música, que me entendeu, que me acompanhou. Eu fiz já 40 shows no Brasil. Mais de 40 shows. Eu aprendi português primeiro que o inglês. Eu sempre me senti muito atraída pela cultura brasileira, uma cultura única, Me inspirou muito na minha vida, na minha música, no jeito de dançar. A minha conexão é uma conexão real e autêntica”, disse.
A cantora também elogiou Copacabana, classificando a praia como “a mais famosa do mundo” e um lugar “mágico”. A escolha do cenário, segundo ela, torna o momento ainda mais simbólico.
“Acho que, se o planeta tivesse um altar, seria a Praia de Copacabana. É praia mais famosa do mundo, e a praia mais mágica também. Muita beleza, demais! Copacabana promete ser o maior concerto da minha vida. A expectativa é de 2,5 milhões de pessoas, meu deus, uma loucura! Só de pensar nisso, é surreal.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Ítallo França divide ‘Última roupa’ com Zé Ibarra no quarto álbum, ‘Catatau’


Ítallo França lança o álbum ‘Catatau’ em 12 de maio com 13 faixas e feats com Zé Ibarra, Tori e Marina Nemésio
Elisa Maciel / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Programado para 12 de maio, o quarto álbum de Ítallo França se chama “Catatau”. Com 13 faixas, o álbum traz um feat do artista alagoano com o cantor carioca Zé Ibarra na música “Última roupa”. Zé Ibarra – cabe lembrar – regravou apaixonada canção de Ítallo, “Retrato de Maria Lúcia” (2023), no segundo álbum solo, “Afim” (2025).
Nascido em Arapiraca (AL), Ítallo França é cantor, compositor e baixista que está em cena desde 2014, tendo lançado há dez anos o primeiro álbum, “Casa” (2016), ao qual se seguiram os álbuns “O time da Mooca” (2020) e “Tarde no Walkíria” (2023).
Antecedido em 7 de abril pela edição do single duplo que apresentou as músicas “Janeiro” (gravada com a cantora sergipana Tori) e “Dezembro”, o álbum “Catatau” sai pelos selos Esfera e Loco Records com repertório autoral que inclui as composições “Da barriga”, “Nina do Avon”, “Dorinana”, “Alô alõ, Lolô”, “Tire uma hora para lembrar de mim”, “Pelé dotô”, “Na semana do jogo”, “Tema da canção ou temogamia” e “Drive my car (Pra Marina)”, faixa que traz feat de Ítallo França com a cantora alagoana Marina Nemésio.
O álbum “Catatau” foi gravado com os toques de músicos como o violonista Paulo Novaes, o tecladista Tiago Luz e o baterista e percussionista Domenico Lancellotti.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira assista show no Rio ao vivo

Shakira assista show no Rio ao vivo

Fonte: G1 Entretenimento

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GloboPop ganha festa de lançamento com creators e celebridades em SP


Os ex-BBBs Jordana, Maxiane, Cowboy Marciele e Gabi durante lançamento do GloboPop, em São Paulo
Globo/ Bob Paulino
O GloboPop, app de curadoria de conteúdo da Globo, ganhou uma festa de lançamento em São Paulo nesta terça-feira (28) em São Paulo.
O evento, realizado na casa Formosa Hi Fi, contou com a presença de creators e celebridades como Bia e Branca Feres, Giovanna Pitel, Mari Krüger, Alberto Cowboy e Milena Moreira.
“Estou muito feliz de fazer parte desse momento. O GloboPop chega com uma energia muito boa, com muitas novidades na navegação e com essa possibilidade de aproximar tanta gente em um só lugar! Então, como nosso lema é ‘cola no GloboPop’, nada melhor do que uma festa de lançamento para a gente comemorar esse app que chegou chegando”, disse a apresentadora Tati Machado.
Sofia Santino, Tet Trem e Tati Machado durante lançamento do GloboPop, em São Paulo
Globo/ Bob Paulino
“O GloboPop foi pensado para acompanhar o público em diferentes momentos da sua jornada, como uma experiência móvel, simples e complementar à tela grande. Reunimos conteúdos em uma curadoria que ajuda as pessoas a encontrar rapidamente o que querem assistir, respeitando o tempo disponível e o contexto de cada momento”, explicou Patrícia Fontes, Head de Produtos Digitais de Entretenimento.
A festa contou com flash tattos inspiradas no app, cabine de fotos 3D e um flash mob entre os presentes.
O GloboPop já está disponível para download gratuito nas lojas de aplicativos para Android e iOS. Para acessar, basta fazer login com uma conta Globo.
Como funciona
Globo lança aplicativo de vídeos verticais
Reprodução/GloboPop
O aplicativo reúne desde bastidores de programas até coberturas jornalísticas, esportes, entretenimento e conteúdos de criadores parceiros. Todo o material disponível é produzido ou selecionado pela própria Globo.
No GloboPop, o usuário pode assistir a vídeos curtos em formato vertical com navegação por rolagem contínua, pensada para o consumo rápido no celular.
A experiência é guiada por um feed com recomendações personalizadas de acordo com os interesses do usuário e pelos “palcos”, espaços temáticos que organizam os conteúdos por assuntos, jornalistas, talentos ou temas. Neles, é possível acompanhar tópicos específicos, descobrir novos vídeos e ficar por dentro do que está em alta no universo Globo.
Também é possível interagir com os vídeos de forma simples, com curtidas, comentários e compartilhamentos para outras plataformas.
O aplicativo reúne conteúdos produzidos pela Globo e por criadores de conteúdo parceiros.
g1 no GloboPop
O g1 marca presença na plataforma com diferentes palcos, levando sua cobertura jornalística para o formato vertical. O conteúdo inclui vídeos com notícias do dia, bastidores da apuração, explicações rápidas sobre temas relevantes e participações de jornalistas do portal.
Além do espaço principal dedicado ao g1, os usuários ainda encontram palcos das editorias, como g1 Política, g1 Pop & Arte e g1 Saúde, além de projetos como o Fato ou Fake.
O público também pode acompanhar conteúdos apresentados por jornalistas da casa, como Luiza Tenente, Paula Paiva, Suelen Bastos e Túlio Mello, entre outros nomes do time do g1.
Palco do g1 no GloboPop, novo app de vídeos verticais da Globo
Reprodução/TV Globo
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Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Vintage Culture, DJ sul-mato-grossense que se apresenta antes de Shakira, no Rio?


O DJ e produtor brasileiro Vintage Culture
Pedro Dimitrow/Divulgação
Vintage Culture vai ser o responsável por abrir a festa de 2026 do projeto “Todo Mundo no Rio”. O DJ sul-mato-grossense abre o palco às 17h45 e se apresenta ao longo de uma hora. Em seguida, ele dá lugar ao DJ Maz. Shakira sobe ao palco às 21h45.
Leia também: Quem é Maz, DJ que se apresenta antes de Shakira, neste sábado, na Praia de Copacabana?
Quem é Vintage Culture?
Conhecido como Vintage Culture, Lukas Rafael Hespanhol Ruiz tem 32 anos e nasceu em Mundo Novo, no interior de Mato Grosso do Sul.
Na terra de Almir Sater, Luan Santana, Munhoz & Mariano e João Bosco e Vinícius, Lukas foi na contramão do que se espera de um músico da região sul-mato-grossense e investiu no estilo eletrônico.
No início da carreira, suas referências musicais até vieram do sertanejo. Mas alguns anos depois, os beats e graves do techno acabaram chamando mais atenção do artista.
O gosto pelo gênero musical veio na adolescência, ouvindo bandas dos anos 1980. A influência oitentista, inclusive, foi responsável pela criação do projeto Vintage Culture, em 2003. O artista é conhecido pelo Deep House, um subestilo da House Music.
Vintage Culture se apresentará em Sorocaba (SP)
Júlio Cesar Costa/g1
Suas primeiras músicas foram lançadas em plataformas específicas para divulgação de áudio. A estreia foi em 2012 com o remix de “Blue Monday”, da banda New Order. Na época, ele assinava apenas como Lukas Ruiz.
Em 2015, o Vintage Culture despontou para o mundo e chamou a atenção de grandes festivais internacionais, como Lollapalooza, Tomorrowland e Rock in Rio, além de fazer turnês pelo Canadá, Sri Lanka, Rússia, Egito, Inglaterra, França, África do Sul, Turquia e Austrália.
Em 2023, o artista subiu ao palco do Coachella. Atualmente, ele é o número 11 na lista de TOP DJs da revista britânica DJ Magazine.
Com mais de 7,2 milhões de ouvintes mensais no Spotify, o artista também é fundador e dono da gravadora Só Track Boa.
Entre seus sucessos estão “You Give me a Feeling”, “I will find”, “Weak”, além de remixes como de “Bete Balanço”, de Cazuza, e “Another Brick in the Wall”, do Pink Floyd.
Lukas Rafael Hespanhol Ruiz, mais conhecido como Vintage Culture, é um DJ, empresário e produtor brasileiro de música eletrônica do gênero house music.
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Fonte: G1 Entretenimento