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Britney Spears é acusada de dirigir sob efeito de álcool e drogas


Britney Spears é detida por dirigir embriagada, diz site
Britney Spears foi denunciada na quinta-feira (30) na Califórnia por dirigir sob efeito de álcool e drogas, segundo autoridades. A artista, de 44 anos, responde a uma única acusação de contravenção por conduzir veículo sob influência combinada de álcool e ao menos uma droga, segundo o gabinete do promotor do condado de Ventura.
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Um e-mail enviado a um representante da cantora em busca de posicionamento não teve resposta imediata.
Spears — que desde então iniciou tratamento contra abuso de substâncias — foi presa em 4 de março após ser abordada por dirigir seu BMW preto em alta velocidade na rodovia U.S. 101, perto de sua casa, segundo a polícia rodoviária da Califórnia. Ela apresentava sinais de alteração, fez testes de sobriedade no local e acabou detida sob suspeita de dirigir sob efeito de álcool e drogas. Em seguida, foi levada a uma cadeia do condado de Ventura.
Ela pagou fiança e foi liberada no dia seguinte. A investigação foi concluída pela polícia e encaminhada aos promotores em 23 de março.
Britney Spears chega à estreia de “Era Uma Vez em… Hollywood” em Los Angeles, em 22 de julho de 2019.
Jordan Strauss/Invision/AP, Arquivo
Na ocasião, um representante classificou a conduta da cantora como “completamente inaceitável” e disse esperar que o episódio fosse “o primeiro passo para uma mudança há muito necessária” na vida da artista.
Cerca de um mês após a prisão, Spears se internou voluntariamente em uma clínica de reabilitação, segundo sua equipe.
Ex-fenômeno pop adolescente e revelada no programa “The Mickey Mouse Club”, a cantora se consolidou como uma das maiores estrelas dos anos 1990 e 2000, com sucessos como “Toxic”, “Gimme More” e “I’m a Slave 4 U”. A maior parte de seus álbuns recebeu certificação de platina, incluindo dois diamante: “…Baby One More Time” (1999) e “Oops!… I Did It Again” (2000).
Nos anos 2000, Spears passou a ser alvo frequente da imprensa sensacionalista e de intensa exposição pública, enquanto enfrentava problemas de saúde mental.
Em 2008, foi submetida a uma tutela judicial que deu ao pai e a advogados controle sobre suas decisões pessoais e financeiras por mais de uma década. A medida foi encerrada em 2021.
Desde então, a cantora se casou e se divorciou, além de lançar a autobiografia de sucesso “The Woman in Me”. Nos últimos anos, ela praticamente se afastou da música, lançando apenas algumas parcerias desde seu último álbum completo, em 2016.

Fonte: G1 Entretenimento

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Supla veste camisa da Seleção e entra em campo com ‘Champs!’, rock para a Copa com bossa na batida hardcore


De olho no lance da Copa de 2026, Supla lança amanhã, 1º de maio, o single ‘Champs!’
Mariana Valverde / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Champs!
Artista: Supla e os Punks de Boutique
Cotação: ★ ★ ★
♬ Desde maio de 2025 sob o comando do técnico italiano Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira de futebol masculino conta com o apoio musical de Supla para reverter o pessimismo da torcida quanto ao desempenho dos craques nacionais nos gramados dos Estados Unidos, Canadá e México.
De olho no lance da Copa do Mundo de 2026, programada para ser disputada de 11 a 19 de julho, Supla entra em campo com o single “Champs!”, gravado pelo cantor e compositor paulistano com o grupo Punks de Boutique.
No mercado fonográfico digital a partir de amanhã, 1º de maio, em edição da Farol Music, o single “Champs!” chega sem cacife para embalar a torcida brasileira, mais apta a ser animada com sambas, funks e forrós. “Champs!” – campeões, em bom português – é rock gravado com a asséptica batida hardcore do Punks de Boutique, mas tem certa bossa.
Em que pese o título em inglês do single “Champs!”, Supla canta em português versos motivacionais que mencionam a vitória da inicialmente desacreditada seleção do Brasil na copa de 1970 – “Nós somos cinco vezes campeão / Cês têm que respeitar o Penta, meu irmão / Nós já ganhamos sem ser favorito / Mesmo tendo Rivelino, Pelé e Brito / Vamos torcer pelo Hexa / Com muito orgulho jogar à beça” – em single que inclui falas em inglês de Bernard Rhodes, antigo empresário do grupo punk The Clash.
O detalhe é que, ao cantar o verso em inglês “We got a good song to sing so we better bloody win” (algo na linha “Temos uma boa música para cantar, então é melhor a gente vencer, porra!”), Supla evoca a batida da bossa nova, quebrando momentaneamente a pegada hardcore do rock “Champs”.
Enfim, a trilha sonora do Brasil na Copa de 2026 certamente será outra, até porque o rock já não está próximo do povo brasileiro como nos anos 1980, mas vale a boa intenção de Supla…
Capa do single ‘Champs’, de Supla
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres


Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
REUTERS/Jack Taylor
Banksy confirmou na quinta-feira (30) que está por trás de uma grande estátua representando um homem carregando uma bandeira que foi esvoaçada em seu rosto, instalada em um pedestal perto do Mall, no coração cerimonial de Londres.
A escultura, que ostenta a assinatura de Banksy no pedestal, foi colocada no local por um caminhão plataforma durante a noite, de acordo com um vídeo publicado no Instagram do artista de rua.
A figura de terno, cuja visão está obscurecida pela bandeira, tem um pé suspenso na borda do pedestal, indicando que está prestes a descer.
A obra foi instalada em uma área da capital britânica que abriga palácios reais e clubes de cavalheiros, e espelha o estilo de estátuas próximas, incluindo as do rei Edward 7º a cavalo, da enfermeira Florence Nightingale e do estadista Sidney Herbert.
Comentários no Instagram de Banksy especularam que a obra seria sobre “patriotismo cego” e questionaram como ele conseguiu realizar tal façanha no epicentro do establishment britânico.
Banksy, que mantém sua identidade em segredo absoluto, usa o Instagram para confirmar que murais e esculturas são de sua autoria.
Leia também: Agência de notícias diz ter descoberto a identidade de Banksy; representantes do artista não comentam
Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
REUTERS/Jack Taylor
Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
REUTERS/Jack Taylor

Fonte: G1 Entretenimento

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Chico César procura adensar canções feitas na juventude em ‘Fofo’, álbum de voz, violão e algum experimentalismo


Chico César lança amanhã, 1º de maio, o álbum ‘Fofo’ com 16 canções autorais
Sil Ribas / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Fofo
Artista: Chico César
Cotação: ★ ★ ★
♬ Primeiro álbum solo de Chico César desde “Vestido de amor” (2024), disco pautado pela leveza, “Fofo” traz à tona canções compostas pelo artista paraibano entre 17 e 20 anos, período em que o Chico residiu em João Pessoa (PB) antes de migrar para São Paulo (SP) aos 21 anos.
Até então inéditas em disco, essas canções de juventude compõem a maior parte das 16 músicas do álbum “Fofo”, gravado pelo cantor no formato de voz e violão, tal como o disco de estreia de Chico, “Aos vivos” (1995), pedra fundamental de obra autoral que se difundiu na música brasileira ao longo dos últimos 30 anos na voz do autor e nas vozes de cantoras como Daniela Mercury, Elba Ramalho e Maria Bethânia.
Há também canções mais recentes, compostas após a pandemia, caso de “Ligue o foda-se” (2023), mas a tônica do repertório reside no passado.
Chico César regrava clipe de ‘Mama África’ em Catolé do Rocha (PB)
Talvez por estar ciente de que a matéria-prima é no todo de qualidade inferior à do repertório de outros álbuns, fato natural já que a arte do compositor ainda não entrara em fase de maturação na época da feitura dessas músicas, Chico procurou adensar as canções de juventude com o canto e o toque do violão, como exemplifica a gravação de “Errerré”.
Há certa dose de experimentalismo em “Fofo”, sobretudo nas duas músicas compostas por Chico César com Pedro Osmar (“9 linhas 22 toques corpo à escolha do diagramador”) e Paulo Ró (“A verdadeira história do Cavaleiro da fome contra o Dragão hipnótico”), membros fundadores do grupo paraibano Jaguaribe Carne, integrado por Chico em João Pessoa (PB) antes da travessia para o Sudeste do Brasil em busca de melhores oportunidades profissionais.
Capa do álbum ‘Fofo’, de Chico César
Sil Ribas
De certa forma, mesmo embrionário, o cancioneiro juvenil reunido pelo artista no álbum “Fofo” já apontava as fontes da música de Chico. Se “Saudade senhora dona” puxa o fio da memória dos cantadores nordestinos de aboios e galopes, entre outros gêneros áridos como o sertão, “Lençóis maranhenses” se dobra em formato mais próximo da canção de amor, se espraiando “na movediça areia do amor nonsense”, como diz verso da letra.
Já “Esclaridão” se revela tema mais ambicioso, de ares eruditos, perceptíveis tanto no classicismo do toque do violão (que parece reverberar o lirismo da obra maestra de Heitor Villa-Lobos) quanto na forma propriamente dita da canção, subintitulada “Suíte libertária em três movimentos”. Com quase sete minutos, a faixa menciona na letra danças e ritmos nordestinos recorrentes em Catolé do Rocha (PB), cidade natal de Chico César.
Aberto com a faixa-vinheta “Hino da coroação” (cuja letra evoca haicai concretista por conter apenas os versos “Rei bobo / Bobo rei / Rei”), o álbum “Fofo” segue com a canção “Com a licença da palavra” e, duas faixas depois, expõe certo ardor no toque do violão em sintonia com o espírito apaixonado de “Snif snif”, canção pueril sobre morrer de tristeza.
“Eu mais ela” é a música apresentada (com mais graça e mais suingue) por Maria Bethânia, em setembro de 2025, no show dos 60 anos de carreira da intérprete (a música saiu do roteiro no meio da curta turnê do show, não chegando a ser gravada pela cantora).
E por falar em Bethânia, a canção “Quedar-me” ecoa algo de Caetano Veloso, a quem Chico curiosamente foi comparado (sem muito nexo…) quando ganhou projeção nacional com o supracitado álbum “Aos vivos”.
Canção de safra recente do artista, a música-título “Fofo” inclui a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie na coautoria da composição porque Chico César cita na letra uma frase – “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida” – do quarto livro da escritora, “Americanah” (2003).
Há nos versos de “Profano” – canção menos sedutora sob prisma melódico – uma inquietude que parece atravessar não somente o álbum como a alma do artista, um dos mais politizados e ativistas do Brasil nos últimos anos.
Canção de safra recente, “De ukelele para lua” cai em suingue febril ao flagrar o eu-lírico (provavelmente o próprio Chico) em atmosfera zen diluida por (recusado) pedido de selfie de fã intrusivo. O causo contado na música “De ukelele para lua” se afina com a curta narrativa cinematográfica de “Pobre Vila Rica”, faixa que encerra “Fofo”, jorro autoral disparado por Chico César entre flashes do presente e do passado que se harmonizam na voz e no violão do artista.
Chico César registra no álbum ‘Fofo’ parcerias antigas com Pedro Osmar e Paulo Ró, integrantes do grupo Jaguaribe Carne
Sil Ribas / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira pode trazer estrelas internacionais para o show de Copacabana? Se depender da agenda deles, sim!


Shakira canta com o Pão de Açúcar ao fundo: ‘Essa loba tá animada!’
Reprodução redes sociais
A expectativa em torno do show de Shakira em Copacabana vai além do repertório solo. Dona de colaborações marcantes do pop latino e global, a colombiana deve convocar estrelas nacionais ao palco. Ela já até pediu ajuda ao público para sugestões. Mas e por que não surpreender ainda mais o público e chamar artistas internacionais, heim, Loba?
O g1 cruzou datas de shows e compromissos recentes, e listou alguns nomes que poderiam ser convocados para o megashow – e que público adoraria ver.
Shakira, a discografia: g1 coloca os 10 álbuns da cantora na ordem (do pior ao melhor)
Cantora pede sugestões e g1 lista as possíveis participações no show do Rio
Beéle
Beéle e Shakira
Divulgação
O mais recente clipe de Shakira é em parceria com o colombiano Beéle e foi lançado no início deste mês. A dupla apresentou “Algo Tú”, faixa de ritmo latino e clima caribenho, durante o show gratuito no Zócalo, na Cidade do México, que reuniu cerca de 400 mil pessoas. Sem compromissos agendados para o dia 2 de maio, o cantor poderia repetir a apresentação ao lado da colombiana no palco de Copacabana.
Karol G
Shakira e Karol G
Reprodução
“TQG”, colaboração de Shakira com Karol G, apareceu em diferentes momentos da turnê Las Mujeres Ya No Lloran, incluindo nas apresentações que a colombiana fez no Brasil em 2025. Com a turnê Viajando Por El Mundo Tropitour prevista para começar apenas em julho, nos Estados Unidos, Karol G não tem compromissos públicos na data do show em Copacabana.
Carlos Vives
Shakira e Carlos Vives
Reprodução
Parceria com Carlos Vives, “La Bicicleta”integra de um dos medleys que a cantora apresenta durante sua turnê. Lançada em 2016, a música rendeu à dupla dois prêmios no 17º Grammy Latino, nas categorias de Canção do Ano e Gravação do Ano. Apesar da parceria de sucesso, a chance de ver Carlos Vives “andando” de bicicleta por Copacabana é pequena: o cantor tem um show marcado no Texas, nos Estados Unidos, na mesma data.
Bizarrap
Bizarrap e Shakira
Divulgação
Considerada uma indireta a Piqué, ex-marido da colombiana, “BZRP Music Sessions #53” é uma colaboração de Shakira com o DJ argentino Bizarrap. A faixa é quase uma certeza dentro do setlist dos shows, apesar do sucesso, a dupla só se apresentou juntas no programa “The Tonight Show com Jimmy Fallon”. Bem que ele poderia dar uma passadinha no Rio já que não tem nenhum show programado, né?
Alejandro Sanz
Shakira e Alejandro Sanz
divulgação
Um dos artistas latinos mais bem-sucedidos da música pop, Alejandro Sanz tem um longo histórico de colaborações com Shakira, em faixas como “Te Lo Agradezco, Pero No” e “Bésame”. Analisando apenas a última turnê, o espanhol poderia fazer uma participação especial quando ela performasse “La Tortura”, um dos grandes clássicos da parceria. Desta vez, porém, a agenda joga contra: Sanz tem um show marcado justamente no dia do evento “Todo Mundo no Rio”.
Shakira canta com o Pão de Açúcar ao fundo: ‘Essa loba tá animada!’

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Paiva e Malévola: entenda briga envolvendo cabelo de R$ 6 mil, pancadaria em cinema e transfobia


MC Paiva e Malévola: briga por cabelo de R$ 6 mil termina em pancadaria em cinema e acusações de transfobia
Redes sociais
Uma briga por um procedimento capilar de R$ 6 mil escalou para uma confusão generalizada com agressões físicas e acusações de transfobia.
No centro da polêmica estão a influenciadora Malévola Alves e o cantor MC Paiva.
O caso, que teve início em um salão de luxo em Alphaville, na Grande São Paulo, terminou em pancadaria dentro de um shopping na noite desta quarta-feira (29). Entenda o caso.
O início: conta de R$ 6 mil
A confusão começou após Malévola fazer um procedimento de luzes com o cabeleireiro Robson Souza.
Vídeos em alta no g1
Ao ser cobrada pelo valor de R$ 6 mil, a influenciadora alegou que não havia sido informada sobre o preço antes do serviço.
“Sou rica, mas não sou trouxa. Que país esse povo acha que a gente vive? Só porque é um salão de famosas?”, questionou em suas redes sociais.
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Malévola chegou a ir com amigos para à porta do estabelecimento realizar um protesto para exigir o dinheiro de volta.
Influenciadora Malévola Alves ao lado de amigos protestando em frente ao salão.
Redes Sociais
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Em pronunciamento, Robson afirmou que não devolveria o dinheiro. O profissional relatou que a situação foi entregue ao seu jurídico:
“Meu advogado me aconselhou a não devolver o dinheiro”, declarou, pedindo que seus seguidores não dessem “palco” à cliente.
Famosas saem em defesa
A posição do cabeleireiro gerou uma rede de defesa formada por clientes famosas. Camila Loures e Mari Menezes comentaram publicamente em apoio ao trabalho de Robson.
A influenciadora teen Sophia Florence, conhecida como Soso Careca, também criticou a postura de Malévola:
“Não se pode atribuir preço ao trabalho alheio. Se o preço não te agradou, você não frequenta”.
Transfobia e pancadaria no cinema
O embate ganhou novas proporções com a entrada de Jojo Todynho na discussão. Após elogiar o cabeleireiro, a cantora foi chamada de “arrogante e insuportável” por Malévola.
Jojo rebateu nos stories com frases que foram lidas por internautas como transfóbicas: “Oh mulher que gesta… quer dizer, mulher que não gesta. Quem gesta sou eu”.
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MC Paiva, namorado de Soso Careca, também enviou mensagens rebatendo Malévola. A influenciadora publicou prints das conversas e acusou o funkeiro de transfobia.
O desfecho mais grave ocorreu em um cinema em São Paulo, onde os grupos de Malévola, MC Paiva e Soso Careca se encontraram.
Vídeos que viralizaram mostram uma briga generalizada com troca de agressões físicas, que precisou de intervenção dos seguranças do shopping.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Gabriel Leone é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta segunda-feira (4)


Gabriel Leone é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta segunda-feira (4) Cantor é o convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Territórios – Sob o Domínio do Crime: 100º documentário do Globoplay mostra avanço das facções criminosas no Brasil


Territórios – Sob o Domínio do Crime: 100º documentário do Globoplay mostra avanço das facções criminosas no Brasil
Reprodução
O documentário “Territórios – Sob o Domínio do Crime”, produção do Globoplay que retrata a expansão de facções criminosas no Brasil, estreia nesta quinta-feira (30). A série é o 100º documentário do serviço de streaming.
A série documental de seis episódios produzida pelo jornalismo da Globo analisa como as organizações passaram a influenciar e impactar a vida social, econômica e política do país através de diferentes modos de operação, do tráfico de drogas ao garimpo ilegal.
“As facções vivem um novo momento no Brasil. A droga não é mais a única fonte de renda delas. É o controle de territórios que tem garantido a esses grupos um poder sem precedentes, a ponto de representar uma ameaça real à soberania do próprio Estado”, diz Marcio Sternick, produtor executivo da série.
O objetivo é entender o que levou ao extenso domínio e impunidade dessas organizações, e como as diferentes frentes de combate, dos policiais das operações aos políticos, tentam contornar esse avanço.
Para isso, o projeto, que envolveu mais de 29 jornalistas e viagens dentro e fora do Brasil, ouve especialistas em segurança pública, agentes do Estado, jornalistas, vítimas das ações das facções e membros das organizações.
Além disso, um dos traficantes mais conhecidos do Brasil e ligado ao Comando Vermelho, Fernandinho Beira-Mar, dá uma entrevista exclusiva em que aborda o esquema sob a ótica de quem o liderou por dentro.
Megaoperação no Rio de Janeiro
Territórios – Sob o Domínio do Crime: 100º documentário do Globoplay mostra avanço das facções criminosas no Brasil
Reprodução
Em 28 de outubro de 2025, duas comunidades do Rio de Janeiro foram palco da ação policial mais letal registrada no país. Foram 121 mortos: 117 suspeitos de integrar o Comando Vermelho e 4 policiais.
No episódio de abertura, o documentário traz uma visão inédita do dia, com imagens exclusivas e acesso às câmeras corporais dos agentes envolvidos na ação.
“Eu nunca tinha passado por isso. Olha como ficou a minha casa”, relata uma moradora. “Quem está por fora não sabe nem metade do que a gente passa”.
Outros episódios
Territórios – Sob o Domínio do Crime: 100º documentário do Globoplay mostra avanço das facções criminosas no Brasil
Reprodução
Além da megaoperação, a série aborda o armamento das organizações, destacando o papel dos fuzis na consolidação territorial das facções e no agravamento da violência urbana.
Em seguida, o foco recai sobre o sistema prisional, apresentado como base de sustentação de organizações como CV e PCC.
A investigação mostra ainda como o crime expandiu fronteiras, infiltrando-se em terras indígenas e na economia formal, ampliando sua influência. Na mesma linha, evidencia-se o surgimento das milícias e a transformação do controle territorial em negócio lucrativo, revelando a lógica empresarial por trás da violência.
O último episódio expõe a relação direta entre crime e política, com a corrupção consolidada como arma estratégica das facções.
“O resultado desse grande investimento, ao ouvir tantas vozes de especialistas, autoridades e personagens, é um retrato completo de um mapa invisível do crime no Brasil, que explica como as facções redefinem fronteiras e impõem sua lógica de dominação desde a década de 70”, destaca Fátima Baptista, produtora executiva da série e gerente de Inovação e Projetos Especiais da Globo.
Todos os seis episódios já estão disponíveis na íntegra no Globoplay.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Cantor D4vd esquartejou adolescente com uma serra, diz promotoria de Los Angeles


Foto do cantor D4vd exibida durante coletiva de imprensa em Los Angeles, nesta segunda-feira (20)
Frederic J. Brown/AFP
A Promotoria de Los Angeles afirmou, em documento divulgado nesta quarta-feira (29), que o cantor d4vd teria esfaqueado uma adolescente de 14 anos e, em seguida, esquartejado o corpo com uma serra. O objetivo, segundo os promotores, seria silenciar a vítima.
O artista, cujo nome verdadeiro é David Anthony Burke, de 21 anos, é acusado de matar Celeste Rivas Hernández para esconder um relacionamento considerado inadequado, que poderia prejudicar sua carreira.
De acordo com a investigação, os restos da adolescente foram encontrados em estado de decomposição no porta-malas de um Tesla, em setembro de 2025, em um estacionamento em Hollywood.
Celeste Rivas Hernandez, a jovem que o cantor D4vd é acusado de matar
AP
As autoridades apontam que o crime teria ocorrido em 23 de abril de 2025, dois dias antes do lançamento do primeiro álbum de estúdio do cantor.
“Sabendo que precisava silenciar a vítima antes que ela arruinasse sua carreira musical, conforme havia ameaçado, assim que ela chegou à casa dele, o réu a esfaqueou várias vezes de forma letal e permaneceu ali enquanto ela sangrava até a morte”, diz trecho do documento da promotoria.
O cantor se declarou inocente das acusações, e a defesa sustenta que ele não foi responsável pela morte da adolescente.
Preso sem direito a fiança, d4vd pode ser condenado à pena de morte caso seja considerado culpado. O artista, conhecido pela música Romantic Homicide, deve voltar ao tribunal em maio.
Vídeos em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira antes de Copacabana: estrela já fez show a R$ 5 em Uberlândia e foi jurada da Banheira do Gugu


Shakira em performance no Grammy, a premiação mais importante da música, em Los Angeles, em 2025
Kevin Winter/Getty Images for The Recording Academy
Embora seu próximo show no Brasil, no próximo sábado (02/04), seja gratuito, Shakira hoje cobra até mil reais por um ingresso para suas apresentações tradicionais, reservadas às grandes arenas e estádios do país. Foi assim em sua última passagem pelo país, por Rio de Janeiro e São Paulo, em novembro passado.
Esse valor pode chocar alguns fãs de longa data da artista, que assistiram às suas primeiras apresentações no Brasil, em 1997, quando ela se lançou ao mercado nacional. Na época, a colombiana chegou a fazer um show com ingressos a R$ 5 (o equivalente a R$ 43 em valores atuais).
Um anúncio dessa apresentação, que aconteceu em Uberlândia (MG), tem viralizado nas redes sociais desde quando ela foi anunciada como a próxima atração do projeto Todo Mundo no Rio, que promove, desde 2024, um megashow anual gratuito de uma estrela internacional nas areias da praia de Copacabana.
Anúncio de show de Shakira em Uberlândia por R$ 5 em 1997
Redes sociais/Reprodução
O show em Minas Gerais em 1997 fez parte da Exposição Agropecuária do Camaru. Naquele ano, porém, a colombiana fez dezenas de apresentações parecidas pelo Brasil afora.
Ela cantou no Olympia, uma extinta casa de shows na capital paulista, no bairro da Lapa, com entradas a partir de R$ 30, mesmo valor cobrado para se apresentar no Moinho Santo Antônio, outro antigo espaço de eventos da cidade, na Mooca.
O preço dos ingressos desses eventos podem ser vistos no acervo da Folha de São Paulo, disponível no site do jornal, que à época publicou reportagens sobre as apresentações.
Se corrigidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), os R$ 5 e os R$ 30 que os fãs precisaram desembolsar para assistir à colombiana hoje seriam equivalentes a cerca de R$ 43 e R$ 257, respectivamente.
Os valores, na época, representavam 4,17% e 25% do salário mínimo vigente, de R$ 120. A comparação hoje seria muito diferente: o ingresso para a turnê Las Mujeres Ya No Lloran, no ano passado, equivalia a 66% da renda mínima — o que virou praxe para apresentações de estrelas globais no país.
Esses shows faziam parte de uma estratégia para impulsionar Shakira no Brasil. Em 1996, ela já fazia muito sucesso na Colômbia, mas era pouco conhecida fora de lá.
Montagem do palco de Shakira na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro
Antonio Lacerda/EPA/Shutterstock
Receita do sucesso
Antes de comandar aquela que ficou conhecida como a maior pista de dança do mundo, em Copacabana, Shakira teve que rebolar. Literalmente.
Em um périplo pelo Brasil, com shows em dezenas de cidades e entrevistas em programas de rádio e televisão a perder de vista, não houve o que a artista não fizesse para conquistar os brasileiros.
Imagens do arquivo do SBT cedidas à BBC News Brasil mostram uma dessas entrevistas. Na Páscoa de 1997, a cantora participava do Domingo Legal, sob o comando de Gugu Liberato.
O apresentador, conhecido nos bastidores por seu anseio por audiência, pediu à colombiana para sambar, fazer a dança do ventre — que mais tarde se tornaria um elemento central em coreografias de hits como Hips Don’t Lie — e aprender “a dança da bundinha”, inspirada em A Dança do Bumbum, do grupo É o Tchan.
Isso tudo fazia parte da estratégia que a Sony Music havia criado. Além do carisma da artista, que também aprendeu a falar português, a gravadora contou com um investimento de US$ 2,8 milhões.
Foi o suficiente para levá-la ao estrelato, com mais de um milhão de discos vendidos em um mercado especialmente difícil para estrangeiros, devido à sua competitividade.
O Brasil, afinal, é o país que mais escuta a própria música, com 75% do consumo no streaming voltado à produção nacional, segundo a Luminate, empresa especializada em dados da indústria do entretenimento nos quais as paradas da revista Billboard se baseiam.
Calejado por décadas nos corredores de gravadoras brasileiras, Luiz Calainho, que era diretor de marketing da Sony Music, e depois viria a se tornar vice-presidente do selo, sabia de todas essas dificuldades.
Além de levá-la aos canais de TV e emissoras de rádio, Calainho convidou repórteres de jornais e revistas para irem até a Colômbia entrevistá-la e a levou para encontros com executivos e vendedores de lojas como a Americanas, uma das vitrines que mais comercializavam CDs no país.
Um pouco mais tarde, quando já era conhecida, a cantora enfim fez sua peregrinação pelas cinco regiões do Brasil, levando shows não só a capitais ou regiões metropolitanas, mas também aos rincões do país.
Só no interior paulista, por exemplo, Shakira se apresentou em Barretos, conhecida como a meca do sertanejo, por sua Festa do Peão, e Ribeirão Preto.
Parceira com a Jovem Pan
Houve ainda outro fator essencial para o sucesso de Shakira no Brasil: uma parceria com a rádio Jovem Pan, que era a estação mais ouvida pelos jovens no país.
Calainho conta que ofereceu ao dono da emissora, Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, US$ 1 para cada disco que a artista vendesse no Brasil.
“Se não me engano, cada música dela tocava de três a quatro vezes por dia, fora todo o envolvimento editorial. A Jovem Pan virou sócia do produto”, ele conta. “Shakira vendeu, se não me engano, 1 milhão e 60 mil cópias de discos. Só nesta operação a emissora ganhou US$ 1 milhão.”
O executivo explica as cifras: na época, um real equivalia quase diretamente a um dólar, e cada disco custava em torno de R$ 15. Foram, então, US$ 15 milhões de lucro bruto, valor atualmente inalcançável para a maior parte dos artistas.
Hoje, ele compara, um investimento desse faria pouco sentido, porque o alcance da mídia tradicional não é mais o mesmo. No fim dos anos 1990, a Jovem Pan atingia 15 milhões de pessoas por dia, segundo reportagens da época. Hoje, alcança metade desse público no rádio — mas ao longo de um mês inteiro, não de um dia.
Luiz Calainho, que era diretor de marketing da Sony Music Brasil, ao lado de Shakira, em 1997
Arquivo pessoal
O rendimento dos CDs também minguou, afirma Calainho, que se ampara em relatórios como os do Instituto Pró-Música, representante da Federação Internacional da Indústria Fonográfica no Brasil.
Embora o mercado de discos tenha voltado a crescer — com uma alta de 31,5% em 2024 —, ele se tornou ínfimo perante o streaming e representa só 0,6% dos R$ 3 bilhões movimentados pela indústria fonográfica brasileira, ante 88% do streaming.
“Vivíamos em outro planeta. Havia essa capacidade milionária de investimento porque, na outra ponta, a rentabilidade do CD era estratosférica. A prensagem custava US$ 0,89, mais US$ 4 de direitos autorais. A gente vendia por R$ 15. Até um determinado momento, você pagava o investimento, mas, depois, era dinheiro na veia e na alma da gravadora”, diz Calainho.
A cantora colombiana Shakira
Getty Images
Carisma e disposição
O que também parece não existir mais, afirma o executivo, é a disponibilidade dos artistas. A própria Shakira era outra na época — seu visual, aliás, era marcado por cabelos pretos que em nada lembram o loiro pelo qual ela é conhecida hoje.
Tamanha era sua disposição que, no Domingo Legal, a cantora foi até jurada do quadro A Banheira do Gugu, no qual homens de sunga agarravam e tentavam impedir que mulheres de biquíni retirassem sabonetes de uma banheira.
Ela já havia se acostumado à TV brasileira. Em uma de suas primeiras entrevistas no Brasil, no Programa Livre, de Serginho Groisman no SBT, a plateia, formada em sua maioria por jovens, não poupou a artista de pedidos como “podemos ver seus ‘pies descalzos’?”, em referência à música Pies Descalzos, Sueños Blancos.
A resposta? “Sim. Só espero que eles não estejam tão sujos.”
“Há 30 anos, o artista sabia que tinha que ir para a rua, ir à loja, ao programa de TV. A disposição dos mega-artistas agora é outra, e a dinâmica é diferente”, afirma Calainho, à frente da L21 Corp, agência que comanda uma série de empresas do ramo do entretenimento, de gravadoras a casas de shows.
“Também havia coisas que hoje em dia não são nem mais possíveis, né? A Banheira do Gugu seria completamente inviável”, ele acrescenta. “Mas Shakira era uma artista que estava realmente a fim de virar a carreira no Brasil.”
Texto originalmente publicado em 12/02/2026 e atualizado em 30/04/2026, antes do show em Copacabana.
Tudo o que você precisa saber para ir ao show da Shakira em Copacabana

Fonte: G1 Entretenimento