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Astronauta da Artemis II elogia o filme espacial ‘Devoradores de Estrelas’: ‘Exemplo extraordinário’


Ryan Gosling em cena de ‘Devoradores de estrelas’
Divulgação
O novo filme espacial “Devoradores de Estrelas”, estrelado por Ryan Gosling, está recebendo críticas muito positivas.
O astronauta canadense Jeremy Hansen disse neste sábado (4) que ele e sua família assistiram ao filme antes do lançamento para o sobrevoo lunar. Ele disse que foi “um verdadeiro prazer” ver o longa enquanto se preparava para sua missão.
Gosling, também canadense, enviou votos de boa sorte aos quatro astronautas antes do lançamento na quarta-feira.
“A arte imita a ciência e vice-versa”, disse Hansen durante um evento televisionado ao vivo organizado pela Agência Espacial Canadense. “Achei muito inspirador — alguém que vai lá e faz o que foi feito para salvar a humanidade. É um exemplo extraordinário que todos podemos seguir.”
Hansen é o primeiro cidadão não americano a ir à Lua.

Fonte: G1 Entretenimento

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Canção de Chappell Roan é usada para despertar astronautas da Artemis II; veja VÍDEO


Astronautas da Artemis II são acordados com canção de Chappell Roan
Os astronautas da missão Artemis II foram acordados neste sábado (4) ao som de “Pink Pony Club”, de Chappell Roan. A música é um dos maiores sucessos da artista, que esteve no Brasil em março para o Lollapalooza, em uma passagem polêmica.
A transmissão ao vivo da missão, no canal da Nasa no YouTube, mostrou que a música não foi tocada na íntegra, para frustração da tripulação: “Estávamos aguardando ansiosamente pelo refrão”, brincaram.
Relembre polêmica envolvendo Chappell
Jorginho, do Flamengo, criticou Chappell Roan após confusão com criança
Reprodução/Instagram/Jordan Strauss/Invision/AP
A cantora Chappell Roan se envolveu em uma polêmica após um relato do jogador Joginho, do Flamengo. Tudo começou na manhã do sábado (21), dia em que a americana se apresentava como a headliner do festival.
Jorginho publicou um relato em seus stories no Instagram, no qual afirmava que um segurança no local tinha reclamado do comportamento de sua filha ao passar pela mesa da cantora no hotel em que ambas estavam hospedadas.
O relato ganhou força nas redes sociais e ganhou repercussão internacional.
Na manhã do domingo (22), Chappell postou dois vídeos, nos quais afirmava que o segurança não fazia parte de sua equipe, que ninguém a incomodou e que “não odeia crianças”. Ela também disse que nem a criança, nem a mãe que a acompanhava, mereciam passar por aquilo. Relembre o caso.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Cañas acerta as contas com a mãe, Dona Carmen, em canção confessional de letra escrita ‘com o coração na mão’


Capa do single ‘Mãe’, de Ana Cañas
Murilo Amâncio
♫ NOTÍCIA
♬ Dona Carmen, mãe de Ana Cañas, completou 74 anos na última terça-feira, 31 de março. O presente recebido da filha veio em forma de canção, intitulada “Mãe” e eternizada em single lançado ontem, 3 de abril.
Composta e gravada com produção musical da própria Ana Cañas, que canta e toca um dos dois violões do single formatado entre os estúdios Space Blues e Da Pá Virada, “Mãe” coroa o acerto de contas da artista com a mulher que lhe deu a vida.
Por conta do que Cañas caracteriza como “intensos desentendimentos”, a cantora, compositora e instrumentista paulistana ficou dez anos sem falar com a mãe.
“Eu me afastei para poder me encontrar, para podermos nos perdoar, para poder voltar. mas foi sozinha que me encontrei, encontrei a música e também pude compreender melhor a miríade do feminino”, relata Ana Cañas em texto publicado juntamente com a edição do clipe da canção, oferecida pela artista à mãe como presente de aniversário. “Uma canção que levei a vida toda para escrever”, poetiza Cañas, reconciliada com a mãe já há alguns anos.
Aparentemente escrita sem preocupações formais ou rigores estilísticos, “com o coração na mão”, como revela um dos versos, a letra de “Mãe” soa como jorro confessional e espontâneo dos sentimentos da compositora, que, em tom poético, avisa que o single está em “todas as plataformas do coração, da vida, do tempo e do não-tempo – porque amor de mãe transcende tudo”.
♪ Eis a letra de “Mãe”, canção de Ana Cañas em homenagem ao 74º aniversário de Dona Carmen, gravada pela artista com os músicos Adriano Grineberg (piano) e Fabá Jimenez (violão e baixo):
“Mãe
Eu só quero
Te agradecer
Por tudo que você
Me fez entender
Eu sei que a vida é tão grande
Mas no seu colo
Eu ainda estou
E nada do que sou
Não tem você
Nem o seu calor
Escrevo essa canção
Com o coração na mão
Porque nem sempre
A gente se entendeu
Mas o tempo é lição
Seu abraço uma oração
E hoje a gente
Tá junto demais
E eu agradeço por você
Estar tão perto
Quando estive longe
E eu entendo, é assim
E o seu amor Vive tão dentro de mim
Mãe, mãe, mãe, mãe
Te amo
Pra sempre
Mãe, mãe, mãe, mãe
Mulher que me conhece
E me entende
Mãe, mãe, mãe, mãe
Te amo
Pra sempre
Mãe, mãe, mãe, mãe
Mulher que me fez
E que transcende”

Fonte: G1 Entretenimento

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Documentário de Lírio Ferreira mostra como Alceu Valença ‘armou o circo’ e encarou a repressão entre 1975 e 1976


Alceu Valença (com o megafone) promove na Praia de Copacabana, em 1975, o show ‘Vou danado pra catende’ com a banda que incluía o então desconhecido Zé Ramalho (à direita)
Reprodução / Filme ‘Vivo 76’
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: Vivo 76
Direção: Lírio Ferreira
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Filme em cartaz na 31ª edição do festival de documentários É Tudo Verdade, com sessões entre 8 e 18 de abril nas cidades de Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
♬ “Esse disco é, no fundo, um circo para mim. Eu começo com a voz do palhaço. Esse disco representa tudo o que eu vivi na minha infância… E de repente eu mudo tudo”. Ouvida quase ao fim de “Vivo 76”, documentário do cineasta Lírio Ferreira sobre a caminhada que levou Alceu Valença até “Vou danado pra catende”, show de 1975 que gerou em março de 1976 o álbum “Vivo!”, a frase do artista faz sentido no roteiro do filme.
É que, ao repisar os passos seguidos por Alceu Valença até 1976, o diretor Lírio Ferreira parte da infância vivida pelo futuro cantador na cidade natal de São Bento do Una (PE), município do agreste pernambucano em que o circo atiçou a mente desde sempre elétrica do menino Alceu.
Idealizado por Lírio Ferreira e Cláudio Assis em 2016, o filme “Vivo 76” chega às telas uma década depois – assinado somente por Lírio – como uma das atrações principais da 31ª edição do festival de documentários É Tudo Verdade, programado para acontecer entre 9 e 19 de abril nas cidades de Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). “Vivo 76” é a atração da abertura da programação carioca do festival, em sessão (para convidados) agendada para 8 de abril.
O mote do filme são o show “Vou danado pra catende” e o já cinquentenário álbum “Vivo!”, marcos da trajetória de Alceu Valença pelo som então inovador que harmonizou a pulsação dos gêneros musicais nordestinos com a energia do rock. Contudo, o roteiro trata especificamente de show e disco na metade final do documentário produzido pela Jurema Filmes.
Antes, o espectador acompanha o percurso de Alceu até aquele momento definidor, em rota que passa pela gravação do primeiro álbum solo do cantor, “Molhado de suor”, disco lançado em 1974 sem repercussão. “Esse disco não é tão sertão profundo. Ele é mar. Ele é Boa Viagem (bairro da região litorânea do Recife). Ele é água, as águas da Baía da Guanabara”, avalia Alceu diante das câmeras de Lírio Ferreira.
Pontuado por várias músicas do show de 1975, o roteiro do documentário “Vivo 76” é entremeado por falas de Alceu, captadas em várias entrevistas concedidas ao diretor e também de material de arquivo de TVs. Mas o artista não fala sozinho. Lírio Ferreira abre o microfone para o crítico musical Antonio Carlos Miguel, o músico e pesquisador musical Charles Gavin e o biógrafo de Alceu, Júlio Moura, entre outros nomes.
E, verdade seja dita, os depoimentos geralmente são elucidativos e/ou reflexivos, sem se limitar ao jogo de confetes recorrente em documentários. Moura, por exemplo, discorre sobre a ida de Alceu para os Estados Unidos em 1969, durante o mítico Festival de Woodstock, e lembra que, mesmo com sucesso, o show de 1975 enfrentou resistência entre a elite cultural, lembrando a patrulha dos jornalistas do semanário “O Pasquim” ao entrevistarem Alceu.
Entre os acertos do filme, cabe destacar o reencontro de Alceu Valença com Geraldo Azevedo – com quem Alceu dividiu o primeiro álbum da discografia, gravado e lançado em 1972 – no palco e na plateia do Teatro Claro Mais, nome atual do Teatro Tereza Rachel, onde Alceu estreou no Rio de Janeiro (RJ) o show “Vou danado pra catende”, captado para o disco na última apresentação da temporada carioca, em 7 de setembro de 1975.
Com Azevedo, Alceu cantarola no teatro músicas como “Aquela rosa” (Geraldo Azevedo e Carlos Fernando, 1967) e “Talismã” (Alceu Valença e Geraldo Azevedo, 1972). O depoimento de Geraldo Azevedo faz o filme focar na repressão sofrida por artistas que combatiam a ditadura. É que Azevedo fala da ocasião em que foi preso e torturado. Momentos depois, Alceu conta que ficou abalado com a notícia da prisão do amigo, recebida durante a temporada do show “Vou danado pra catende”, a ponto de pensar em ir embora do Brasil.
É sagaz a ideia do diretor Lírio Ferreira de, nesse momento, entremear no roteiro takes do clipe de “Retrato 3 x 4” – música gravada por Alceu para a trilha sonora da novela “O espigão” (1974) e veiculada em vídeo exibido pela TV Globo no programa “Fantástico” – com imagens do povo brasileiro lutando contra a ditadura em passeatas.
O tom político adquirido pelo documentário nessa parte final ecoa o preconceito sofrido por Alceu, comumente apontado na época como “louco”, “maluco” e até “toxicômano” pelo simples fato de usar cabelo grande. E foi como um cabeludo circense que Alceu enfrentou a repressão e foi para a Praia de Copacabana promover com um megafone o show que, antes de se tornar um sucesso cult, teve a temporada literalmente esvaziada em apresentações feitas para público reduzido.
“O show estreou com 39 pessoas na plateia”, contabiliza Alceu, lembrando que o público foi diminuindo a tal ponto que, em determinada sessão, havia somente cinco espectadores. Foi quando Alceu arregimentou os músicos da banda – que incluía o guitarrista Paulo Rafael (1955 – 2021), o baterista e percussionista Israel Semente Proibida (falecido em 1995), Zé da Flauta, o percussionista Agrício Noya (falecido em 2015) e o então desconhecido Zé Ramalho (na viola) – e foi armar o circo na praia.
Inusitada, a ação de marketing deu tão certo que o show passou a encher o Teatro Tereza Rachel e foi gravado ao vivo para gerar um disco que deu um norte na carreira de Alceu Valença, artista do tipo que muda tudo e que, como ele mesmo reconhece com orgulho no filme, sempre teve salutar dose de loucura que o impediu de virar mero escravo da cultura do entretenimento.
Alceu Valença em take reflexivo do documentário ‘Vivo 76’, do cineasta Lírio Ferreira
Reprodução / filme ‘Vivo 76’

Fonte: G1 Entretenimento

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Zé Neto e Cristiano se envolveram em outras polêmicas, além de vídeo baseado em Vorcaro


Zé Neto fala sobre proibição de vídeo de música que teria sido inspirada em Vorcaro
Zé Neto e Cristiano decidiram manter o lançamento da música “Oi, Tudo Bem?”, mesmo após uma decisão judicial vetar a divulgação do vídeo oficial. A faixa, que faz parte do DVD “Vocês & Deus”, gravado no Rio no final de março de 2026, entrou no centro de uma disputa jurídica por utilizar imagens da influenciadora Karolina Trainotti e ser supostamente inspirada em diálogos vazados de Daniel Vorcaro, dono do banco Master.
Zé Neto afirmou que chegou a acreditar que a notificação era uma brincadeira de 1º de abril. O cantor relatou ter sentido receio e cogitou não disponibilizar a faixa, mas a equipe optou por seguir com o cronograma de lançamento. O caso ganhou contornos mais sérios com a decisão liminar da Justiça, que atende a um pedido de Karolina Trainotti para evitar a associação de sua imagem a dados vazados de Vorcaro, figura central em investigações recentes.
O histórico da dupla, antes desta controvérsia, é marcado por outros episódios que geraram barulho e discussões nacionais, quase sempre partindo de declarações no palco ou transmissões ao vivo.
Imagem promocional da gravação do show ‘Vocês & Deus’ pela dupla Zé Neto & Cristiano
Divulgação
Críticas à Lei Rouanet e Anitta
Em 2022, durante um show em Sorriso (MT), Zé Neto criticou Anitta e afirmou que a dupla não dependia da Lei Rouanet. O comentário sobre uma tatuagem da artista desencadeou uma crise que ficou conhecida como “CPI do Sertanejo”. O episódio revelou que diversos artistas do gênero, incluindo Zé Neto e Cristiano, recebiam cachês altos pagos por prefeituras de cidades pequenas, muitas vezes sem licitação, o que gerou investigações do Ministério Público em vários estados.
Comentário homofóbico em live
No ano de 2021, durante uma live realizada em Olímpia (SP), Zé Neto causou indignação ao vestir a camisa do São Paulo FC para pagar uma aposta e, em seguida, fazer gestos e comentários homofóbicos. Na mesma transmissão, após a repercussão negativa imediata, o cantor pediu desculpas, afirmando que se tratava de uma “brincadeira” e que possuía pessoas homossexuais na família e na equipe.
Aglomerações na pandemia
Também em 2021, a dupla foi alvo de críticas por promover aglomerações durante o período de restrições da pandemia de Covid-19. Uma dessas ocasiões ocorreu em um parque aquático, também em Olímpia, onde fãs se reuniram para acompanhar uma transmissão ao vivo dos artistas, contrariando as normas sanitárias vigentes na época.
Foto de sunga e censura
Em 2020, uma foto de Zé Neto de sunga em uma praia na Bahia viralizou e acabou sendo removida pelo Instagram por “conteúdo impróprio”. O volume na vestimenta do cantor tornou-se o assunto mais comentado das redes sociais na ocasião, gerando memes e uma resposta bem-humorada do sertanejo, que viu seu número de seguidores saltar após o episódio.
Zé Neto e Cristiano falam de trauma e depressão após morte de Marília Mendonça

Fonte: G1 Entretenimento

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Dennis e Kevin O Chris ignoram treta de 2023 em relação ao hit ‘Tá ok’ e lançam o primeiro EP de álbum colaborativo


Capa do EP extraído do álbum ‘Eu e Kevin, Dennis e eu’, de Dennis e Kevin O Chris
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Nem a treta pública que veio à tona em agosto de 2023 por conta do sucesso do funk “Tá ok” – hit viral daquele ano que extrapolou as fronteiras do Brasil com remix que incluiu Karol G e Maluma – abalou a amizade e a conexão musical entre DJ Dennis e Kevin O Chris, artistas nascidos em Duque de Caxias (RJ), munícipio de Baixada Fluminense, e ligados pelo apego ao funk.
Nos últimos dois anos, os artistas vêm trabalhando no álbum colaborativo “Eu e Kevin, Dennis e eu”, extensão da parceria iniciada há oito anos com a edição do “Medley da Gaiola” em 2018.
Na noite de ontem, 2 de abril, o DJ e o funkeiro apresentaram a primeira parte do álbum “Eu e Kevin, Dennis e eu” na forma de EP com quatro músicas inéditas. Dennis e Kevin caracterizam o som do álbum como “funk autêntico”, para quem curte os bailes de favelas, mas com os toques contemporâneos de jovens artistas como MC Meno K e WS da Igrejinha.
A propósito, Meno K se junta a Dennis e a Kevin na faixa-foco do EP, “Essa novinha” (Dennis, Gabriel Cantini, Sueldo e Walber Cássio). Já WS da Igrejinha é o convidado do funk “Procedimento” (Dennis, Gabriel Cantini, Sueldo e Walber Cássio).
O álbum “Eu e Kevin, Dennis e eu” tem produção musical assinada pelos dois artistas, também parceiros na música “Sarrei”. O lote de músicas deste primeiro EP é completado por “Ela quer botada”, parceria de Dennis com o cantor e compositor fluminense Gabriel Cantini.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta divulga tracklist (sem surpresas) do álbum ‘Equilibrium’, mas mantém o nome da oitava faixa em segredo


Anitta aparece em meio à natureza nas imagens do vídeo-teaser em que revela os nomes das faixas do álbum ‘Equilibrium’
Reprodução / Vídeo ‘X’ Anitta
♫ NOTÍCIA
♬ Anitta divulgou a tracklist do álbum “Equilibrium” no início da tarde desta Sexta-Feira Santa, 3 de abril, em teaser audiovisual.
A rigor, não houve surpresas na revelação dos nomes das músicas do álbum programado para ser lançado às 21h de 16 de abril. Afinal, a artista carioca já promovera em 12 de fevereiro, em Salvador (BA), uma audição prévia para seguidores escolhidos através de sorteios. Desde a audição, os nomes da várias músicas começaram a circular extraoficialmente nas redes sociais.
Seja como for, Anitta preferiu manter em sigilo o nome da oitava das 15 faixas dessa primeira parte do álbum, voltada para o mercado brasileiro e composta basicamente por músicas escritas em português.
A cantora tampouco divulgou os feats, mas sabe-se Luedji Luna, King, Rincon Sapiência, Ebony e Melly participam de “Equilibrium”, álbum cujo título tem aparecido grafado estilisticamente nas redes de Anitta como “EQUILIBRIVM” para aludir com o numeral romano IV ao fato de ser o quarto projeto da artista para o mercado internacional.
♪ Eis a tracklist oficial do álbum “Equilibrium”:
1. “Desgraça”
2. “Mandinga”
3. “Caminhador”
4. “Bemba” (com Luedji Luna)
5. “Ternura”
6. “Deus existe” (com Melly)
7. “Caso de amor”
8. Música não revelada
9. “So much love”
10. “Pinterest”
11. “Nanã” (com King & Rincon Sapiência)
12. “Vai dar caô” (com Ebony)
13. “Choka Choka”
14. “Meia-noite”
15. “Ouro”
Imagem da tracklist revelada por Anitta em vídeo-teaser publicado nas redes sociais da artista no início da tarde desta Sexta-Feira Santa, 3 de abril
Reprodução / Vídeo ‘X’ Anitta

Fonte: G1 Entretenimento

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Após EP na Quarta de Cinzas, U2 lança novo disco surpresa na Sexta-feira Santa


U2 lança ‘Easter Lily’ na sexta-feira Santa
Brent N. Clarke/Invision/AP
O U2 anunciou, nesta sexta-feira Santa (3), o segundo EP surpresa do ano. Depois de “Days of Ash”, lançado na Quarta de Cinzas, a banda lança “Easter Lily”, disco com seis músicas “espirituais” inspiradas pela Páscoa.
“Estamos no estúdio, ainda trabalhando para um álbum barulhento, confuso para tocar ao vivo, que é onde o U2 reside (…). É um momento em que estamos nos aprofundando em nossas vidas para encontrar uma fonte de canções”.
“‘Acabamos por fazer perguntas muito pessoais como: As nossas próprias relações estão à altura destes tempos desafiadores? Quão duro você luta pela amizade? Será que a nossa fé pode sobreviver à mutilação de significado que esses algoritmos adoram recompensar? Toda religião é lixo e ainda nos despedaça…? Ou há respostas para encontrar nas suas fendas? Existem cerimónias, rituais, danças que possam estar a faltar nas nossas vidas? Do rito da Primavera à Páscoa e sua promessa de renascimento e renovação”, escreveu a banda.
Os EPs antecedem um novo álbum do U2, que está previsto para o final de 2026. Será o primeiro disco completo de inéditas em quase 10 anos.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Mark deixa o NCT e a SM Entertainment após 10 anos no grupo de k-pop


Mark deixa o NCT após 10 anos no grupo
Divulgação
Mark, integrante do grupo de k-pop NCT, anunciou nesta sexta (3) a sua saída do grupo e da empresa SM Entertainment. Ele fazia parte do grupo há uma década.
Em uma carta aberta, o artista revelou que a decisão de não renovar seu contrato foi motivada pelo desejo de resgatar sonhos antigos. “Eu sonhava em viajar pelo mundo apenas com um violão, tocando nas ruas, e amava tanto escrever em inglês que até queria me tornar escritor”.
“Depois de passar 10 anos vendo e vivenciando o mundo em sua plenitude e embarcando na melhor jornada, acho que naturalmente comecei a me perguntar: qual é o melhor sonho que posso ter? Qual é o maior trabalho e propósito que posso ter, vivendo minha vida como uma pessoa chamada Mark? E como meu contrato de 10 anos está chegando ao fim, despertei todos os sentidos que guardava no coração e refleti bastante sobre isso.”
Em comunicado, a SM Entertainment agradeceu a dedicação de Mark pelo período que esteve na agência. A empresa também confirmou a reestruturação das unidades das quais Mark fazia parte.
“A partir de agora, o NCT 127 planeja continuar suas atividades com sete membros — Johnny, Taeyong, Yuta, Doyoung, Jaehyun, Jungwoo e Haechan — e o NCT DREAM planeja continuar suas atividades com seis membros — Renjun, Jeno, Haechan, Jaemin, Chenle e Jisung.”
“Continuaremos a nos empenhar ao máximo para apoiar integralmente as atividades dos membros do NCT e faremos ainda mais pelos fãs que continuam amando o NCT incondicionalmente.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Filme sobre Baby do Brasil extrapola a pregação ao enfatizar a transcendência da música pop da ‘Janis Joplin latina’


Imagem do documentário ‘Apocalipse segundo Baby’, de Rafael Saar
Reprodução
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: Apocalipse segundo Baby
Direção e roteiro: Rafael Saar
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♪ Filme em cartaz na 31ª edição do festival de documentários É Tudo Verdade, com cinco sessões programadas entre 12 e 14 de abril nas cidades de Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
♬ Dois anos após apresentar documentário apático sobre a cantora Maria Alcina, “Sem vergonha” (2024), o cineasta Rafael Saar retoma a boa forma já mostrada em filmes como “Yorimatã” (2014), doc sobre a natureza da dupla Luhli & Lucina.
Em “Apocalipse segundo Baby”, uma das atrações da 31ª edição do É Tudo Verdade, festival de documentários que estará em cartaz de 9 a 19 de abril no Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), Saar volta a direcionar o foco para uma voz feminina da música brasileira, expondo a vida e as verdades de Baby do Brasil, ex-Baby Consuelo, cantora, compositora e instrumentista fluminense nascida Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade em 18 de julho de 1952 em Niterói (RJ).
Nome incontornável da história da música brasileira, por ter sido na década de 1970 a vocalista do grupo Novos Baianos, Baby se tornou figura controvertida desde que se converteu em 1999 ao cristianismo evangélico pentecostal. Desde então, a artista se autodeclara pastora pop – uma popstora, como ela diz, criando denominação que mistura popstar e pastora – e usa a música para fazer a pregação da fé cristã com conceitos de transcendência espiritual.
Produzido desde 2008, o filme de Rafael Saar tem a questão espiritual como norte, enfatizado já no título “Apocalipse segundo Baby”, mas extrapola a pregação ao mostrar a transcendência da música pop da artista enquanto narra a gênese da cantora pós-tropicalista sob a ótica pessoal da própria Baby do Brasil.
Verdade seja dita: ao costurar material de arquivo com takes feitos para o filme, em roteiro que alterna imagens captadas desde o fim da década de 1960 até os correntes anos 2020, o documentário mostra que a espiritualidade sempre foi recorrente na trajetória de Baby desde a juventude, período em que ela personificava a menina hippie que provoca repulsa em famílias como a de Pepeu Gomes, com quem namorou, casou e teve seis filhos.
Baby do Brasil revisita em 2011, para cenas do filme, a ponte de Salvador (BA) em que dormia na fase em que morou na rua
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A narrativa é bem alinhada e defendida pelo diretor ao longo dos 109 minutos do doc. Viabilizado pela Dilúvio Produções em parceria com o Canal Brasil, o filme documenta a metamorfose artística e espiritual de Baby com um olhar afetivo para o passado, com direito a flashes da passagem de Baby pelo cinema underground da Bahia, já que, antes da fama, a artista integrou o elenco do filme “Caveira, my friend” (1970), dirigido por Álvaro Guimarães.
No roteiro de “Apocalipse segundo Baby”, fica evidente que a artista, ao refletir sobre a própria trajetória, vê todo sentido em ter fugido para a Bahia na adolescência, de ter morado literalmente debaixo da ponte em Salvador (BA) – a Ponte de Piatã, revisitada pela artista para o doc – e de, mais tarde, ter atravessado o Caminho de Santiago, ponto fundamental da conversão da artista.
Nessa travessia, Rafael Saar dedica takes generosos à vida comunitária de Baby (então Consuelo) com os companheiros do grupo Novos Baianos em época de constante repressão. “A ditadura brasileira foi avassaladora, mas a ginga brasileira venceu”, avalia a cantora, em frase de efeito reverberada pelo filme.
O roteiro de “Apocalipse segundo Baby” reproduz na íntegra o clipe em que o grupo, com o frescor da juventude, canta o samba “Brasil pandeiro” (Assis Valente, 1940) e o vídeo em que Baby sola “A menina dança” (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972) com toda a graça e charme da época.
Já caracterizada pelo jornal norte-americano “Los Angeles Times” como uma Janis Joplin (1943 – 1970) latina pelo fogo que a incendeia no palco, comparação corroborada no filme pela exibição de sucessivas imagens de Baby em shows em diferentes momentos da vida, a artista também é retratada no documentário em encontros com as cantoras Ademilde Fonseca (1921 – 2012) e Elza Soares (1930 – 2022), com as quais é vista cantando o choro “Brasileirinho” (Waldir Azevedo, 1949), música recorrente nos shows de Baby.
E tudo parece fazer sentido na vida espiritual de Baby do Brasil quando o documentário rememora imagens da corrente de oração promovida pela artista em março de 1983 na porta da clínica onde a cantora Clara Nunes (1942 – 1983) estava internada com sequelas irreversíveis da operação de varizes que a levaria à morte em 2 de abril daquele ano de 1983.
Foi nessa época que Baby conheceu e promoveu o suposto paranormal Thomas Green Morton, popularizado como “O homem do Rá”. Diante das câmeras de Rafael Saar, Baby narra como conheceu e como se desencantou com Morton.
Em contrapartida, ao comentar o sentido da letra da música “O mal é o que sai da boca do homem” (Baby do Brasil, Pepeu Gomes e Luiz Galvão), defendida por Baby com Pepeu Gomes em festival de 1980, a artista se esquiva e não fala que os versos faziam jogo de palavras para defender a liberdade de fumar maconha (“Você pode fumar baseado / Baseado em que você pode fazer quase tudo”). É que, na visão atual de Baby do Brasil, já não cabe falar de drogas numa letra, já que a música é “o contato direto com Deus” no entendimento da artista.
Enfim, mesmo sem sequer esboçar na narrativa uma reflexão minimamente crítica sobre a transformação de Bernadete em Baby Consuelo e depois em Baby do Brasil, o documentário de Rafael Saar joga boa luz sobre as questões que movem Baby na música e na vida enquanto a artista espera o que chama de arrebatamento, termo mais conhecido popularmente como o apocalipse.
Baby do Brasil reflete sobre a trajetória artística e espiritual ao longo do documentário dirigido e roteirizado por Rafael Saar
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Fonte: G1 Entretenimento