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Bob Mackie, ‘estilista das estrelas’ que vestiu Madonna e Cher, morre aos 87 anos


Bob Mackie, o estilista das estrelas
AP
Bob Mackie, o estilista cujo estilo provocativo definiu o glamour de Hollywood na década de 1970, incluindo vestir Carol Burnett com alguns de seus figurinos mais extravagantes e Cher com os mais ousados ​, morreu na segunda-feira (14). Ele tinha 87 anos.
“Ele viveu seus 87 anos intensamente, realizando seu sonho de ser estilista e figurinista, que era tudo o que ele sempre quis fazer”, dizia um comunicado em suas redes sociais. Mackie morreu em Palm Springs, Califórnia, vítima de pneumonia, informou seu assessor de imprensa.
Apelidado de “Estilista das Estrelas”, Mackie ganhou nove prêmios Emmy, um prêmio Tony e foi indicado a três Oscars, incluindo um por “Funny Lady”, filme em que Barbra Streisand usou um vestido transparente com mangas morcego. Ele foi incluído no Hall da Fama da Academia de Artes e Ciências da Televisão em 2002.
Ele desenhou vestidos para Madonna, Streisand, Sharon Stone, Diana Ross e Julia Louis-Dreyfus, e figurinos para shows da Pink.
Quando Marilyn Monroe apresentou uma versão sensual e envolvente de “Parabéns a Você” em um evento beneficente para o presidente John F. Kennedy e o Comitê Nacional Democrata, ela usou um vestido transparente e bordado com miçangas que Mackie idealizou em um esboço.
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Bob Mackie influenciou Miley Cyrus e Taylor Swift
Sua influência pode ser vista nos estilos de Kendall Jenner e Bella Hadid. Suas peças de arquivo são usadas hoje por nomes como Anya Taylor-Joy, Miley Cyrus e Zendaya, esta última que usou um vestido Mackie para homenagear Cher na cerimônia de indução do Rock & Roll Hall of Fame em 2024.
Quando Taylor Swift quis ter a aparência de uma showgirl na capa de seu álbum de 2025, “The Life of a Showgirl”, ela recorreu a algumas criações originais de Mackie.
Lantejoulas e enfeites eram ferramentas naturais para ele — outros apelidos eram Sultão das Lantejoulas, Rajá dos Strass e Guru do Brilho — mas ele tinha um lema simples: “Você não tenta mudar ninguém, você apenas tenta fazê-los parecer melhores do que nunca”, disse ele à Associated Press em 2018.
Bob Mackie, o estilista das estrelas
AP
Homenagens vieram de outros estilistas e daqueles que tiveram a sorte de vestir suas criações. A atriz Kristin Chenoweth o chamou de “lenda” e o estilista Isaac Mizrahi escreveu, simplesmente, “de coração partido”. A atriz Alyssa Milano o considerou “um dos melhores de todos os tempos”.
Na Broadway, Mackie vestiu os elencos de “On the Town” em 1971 e “Moon Over Buffalo” em 1995. Ele também criou figurinos para Burnett na revista “Putting It Together”, para Debbie Reynolds em “Debbie” em 1976, para Liza Minnelli em “Minnelli on Minnelli” em 1999 e, mais recentemente, para o elenco de “The Cher Show”, pelo qual ganhou o Prêmio Tony.
Mackie era natural do sul da Califórnia e, desde criança, abraçou a ideia do glamour dos filmes de Hollywood, inspirado pelos musicais em Technicolor. Ele sonhava com figurinos elaborados para sua mãe e irmã e os desenhava, além de participar ativamente do design de figurinos e cenários das peças de sua escola. Cursou publicidade e ilustração no Pasadena City College e, posteriormente, design de figurinos no Chouinard Art Institute, em Los Angeles.

Fonte: G1 Entretenimento

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Os 100 anos de Zezé Gonzaga, senhora cantora de afinação e emissão perfeitas


Zezé Motta (1926 – 2008) em ilustração da capa do último disco da cantora, ‘Entre cordas’, lançado em 2008
Reprodução / Capa do álbum ‘Entre cordas’, de 2008
♫ MEMÓRIA
♬ Zezé Gonzaga – artista que teria completado 100 anos no último dia 3 de setembro – foi uma grande cantora que não ficou entronizada na memória popular como uma grande cantora, como tantas estrelas da era do rádio. Talvez tenha faltado a Maria José Pinto Gonzaga (3 de setembro de 1926 – 24 de julho de 2008) – artista falecida aos 81 anos, em decorrência de falência múltipla dos órgãos, há 18 anos – a vocação para o estrelato, para a popularidade e para lidar com a indústria da música, mas jamais lhe faltou o talento para o canto.
A afinação, emissão e respiração perfeitas de Zezé Gonzaga fizeram dela uma senhora cantora desde quando começou a carreira iniciada em 1939 em Além Paraíba (MG), cidade mineira onde se criou a menina mineira nascida em Manhuaçu (MG) em família de poucos recursos.
Com a voz privilegiada e habilidade para harmonizar a técnica exemplar com a emoção pedida pelas músicas que interpretava, Zezé Gonzaga logo sobressaiu no elenco de estrelas da Rádio Nacional, emissora na qual ingressou em 1949 e onde se tornou a cantora preferida de ninguém menos do que o pianista e maestro Radamés Gnattali (1906 – 1988).
Outro fã ilustre foi Hermínio Bello de Carvalho, produtor da coletânea “Entre cordas”, álbum que encerrou em 2008 a discografia iniciada por Zezé em 1949 com a gravação e edição do single de 78 rotações por minuto em que a cantora debutante gravou os sambas-canção “Desci” (Cláudio Luiz e Alcir Pires Vermelho) e “Inverno” (Clímaco César).
O single não aconteceu. Zezé Gonzaga, aliás, poucas vezes aconteceu nas paradas, mas cabe registrar o sucesso em 1951 da gravação de “Canção de Dalila”, versão em português da canção norte-americana “Delilah theme” (Victor Young, 1949), tema de filme lançado dois anos antes nos Estados Unidos.
Voz de vários jingles da Rádio Nacional, a cantora emplacou mais um sucesso em 1953 ao gravar o baião “É sempre o papai” (Miguel Gustavo) com o trio As Moreninhas. Três anos depois, em 1956, uma regravação do pioneiro samba-canção “Linda flor (Ai ioiô)” (Henrique Vogeler, Luiz Peixoto, Marques Porto, 1929) repôs Zezé Gonzaga nas playlists radiofônicas da época.
Contudo, o fato é que, diferentemente do que aconteceu com outras estrelas da era do rádio, a voz e as gravações de Zezé Gonzaga não atravessaram gerações. Até porque, a partir dos anos 1960, a carreira da cantora perdeu o impulso da década anterior. Tanto que Zezé abandonou o canto profissional em 1971 e somente voltou à cena em 1979, resgatada pelo mesmo Hermínio Bello de Carvalho que produziria, 23 anos depois, o álbum “Sou apenas uma senhora que ainda canta”, editado em 2002.
O álbum promoveu na época o retorno à mídia dessa senhora cantora, admirada em nichos musicais, mas bem menos conhecida do que poderia ter sido pela alta qualidade do canto e pelo timbre belíssimo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Macklemore é retirado de turnê de Ed Sheeran após discurso pró-Palestina


Macklemore canta durante show no Lollapalooza 2019
Fábio Tito/G1
Macklemore não irá participar do restante da etapa americana da turnê “Loop” de Ed Sheeran, depois de ter feito um discurso pró-Palestina no palco do MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Segundo o jornal “The Guardian”, em um breve discurso entre as músicas, no dia 4 de setembro, o artista disse “Free Palestine” (Palestina Livre) no palco e afirmou que queria que pessoas em Gaza e na Cisjordânia soubessem que não haviam sido esquecidas. A declaração motivou uma petição do Conselho Israelense-Americano (Israeli American Council) pedindo sua retirada da turnê.
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A Messina Touring Group, promotora responsável pela etapa dos Estados Unidos da turnê de Sheeran, informou à revista “Rolling Stone”: “Como promotora da turnê Loop de Ed Sheeran nos Estados Unidos, fomos informados pelos locais que sediarão as próximas datas da turnê de que eles não permitirão a realização dos shows com Macklemore no line-up. Isso resultaria no cancelamento da turnê e impactaria centenas de milhares de fãs. Após discussões com as partes envolvidas, Macklemore não se apresentará nas datas restantes como atração de apoio.”
Macklemore e Ed Sheeran não se pronunciaram sobre o caso. O rapper estava escalado para abrir oito dos dez shows restantes da turnê pelos EUA, que será retomada em 19 de setembro na Filadélfia. As casas de espetáculo que teriam se oposto ao retorno de Macklemore incluem Boston, Atlanta, Charlotte, Indianápolis, Dallas e Tampa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anúncio publicitário com Sydney Sweeney nua gera indignação entre atletas


Um anúncio de uma empresa de apostas com a atriz americana Sydney Sweeney nua gerou indignação entre diversas atletas que denunciam a “sexualização” do esporte feminino.
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A estrela da série Euphoria e do filme “A Empregada” aparece desde sexta-feira (11) em um anúncio da plataforma de previsões esportivas Novig, da qual é acionista.
Durante o comercial, de 58 segundos, a atriz de 25 anos posa praticamente nua com acessórios esportivos (luvas de boxe, bolas, raquete, taco de golfe, etc) para promover apostas, “não sobre guerra, não sobre morte, não sobre política. Apenas esporte.”
Anúncio publicitário com Sydney Sweeney nua gera indignação entre atletas
Reprodução/Novig
Após sua divulgação nas redes sociais, o anúncio provocou uma onda de críticas de diversas atletas de alto nível que o consideraram um “retrocesso”.
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A ex-nadadora australiana Ariarne Titmus disse estar “furiosa”.
“Não é apenas uma afronta a todas as mulheres que dedicaram suas vidas a aperfeiçoar sua arte, mas também a todos aqueles que apreciam o esporte pelo que ele realmente é: trabalho em equipe, amizade, dedicação, excelência, união…”, escreveu a tetracampeã olímpica no Instagram.
A nadadora denunciou “um mundo em que a monetização dos corpos das mulheres e a sexualização do esporte feminino ainda são comuns”.
A triatleta francesa Mathilde Tily classificou o comercial como “nojento” e escreveu nas redes sociais que “nenhuma quantia de dinheiro deveria convencer uma mulher a projetar essa imagem” em um momento em que as atletas “ainda lutam pelo mesmo reconhecimento, pelos mesmos bônus… e muito mais”.
A nadadora australiana Brianna Throssell, medalhista de ouro no revezamento 4x100m nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2021, filmou-se em diversas piscinas de competição e declarou: “É assim que as mulheres no esporte se parecem, Sydney Sweeney!”.
A velocista americana e campeã olímpica dos 200m, Gabby Thomas, reforçou a mensagem, assim como a tetracampeã europeia, a britânica Amy Hunt, quarta colocada nos 200m no Ultimate Championship, que declarou na zona mista no domingo, em Budapeste: “Sydney Sweeney, é assim que o esporte feminino se parece!”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alex Escobar fala sobre retorno gradual à TV após diagnóstico de doença que afetou sua fala e faz apelo ao público: ‘Não se assustem’


Alex Escobar fala sobre retorno ao trabalho depois do diagnóstico de Miastenia Gravis
O apresentador esportivo Alex Escobar afirmou que deve retomar as atividades na TV de forma gradual após o diagnóstico de miastenia gravis, doença autoimune que afetou sua fala e foi descoberta depois de um episódio ao vivo durante a cobertura da Copa do Mundo. As informações foram relatadas em entrevista ao programa Fantástico. Veja no vídeo acima.
Escobar contou que já tem uma estratégia definida para o retorno. Segundo ele, a primeira etapa será a gravação de locuções para reportagens, sem aparecer em frente às câmeras.
“Eu combinei de voltar gravando offs”, disse o jornalista. “Vou passar a manhã inteira gravando. O pessoal deve estranhar: ‘Pô, está com a voz nas matérias e não está aparecendo’. Esse é o combinado.”
‘Eu fui salvo pelo gongo’: Alex Escobar conta como episódio ao vivo levou à descoberta de doença rara e de um tumor
Retomada gradual
A expectativa do apresentador é testar a própria reação ao ritmo de trabalho antes de voltar definitivamente ao vídeo.
Escobar afirmou que pretende gravar programas-piloto ao longo da semana para avaliar como o organismo responderá à nova rotina. Se a adaptação ocorrer sem problemas, a expectativa é voltar a aparecer na televisão nos dias seguintes, inicialmente em participações mais longas.
“Devo gravar ao longo da semana uns pilotos, programas inteiros, para ver como eu vou reagir. Se tudo der certo, espero voltar a aparecer”, afirmou.
Possibilidade de novos sintomas
Durante a entrevista, o jornalista também falou abertamente sobre a recuperação e reconheceu que ainda pode apresentar sintomas da doença enquanto os médicos ajustam a medicação.
Segundo ele, os especialistas acreditam que haverá um momento em que os sintomas deixarão de ocorrer, mas esse estágio ainda não foi alcançado.
“Os médicos dizem que a gente vai chegar num momento em que vai haver um ajuste de medicamento em que eu não vou ter mais sintoma. Esse momento não chegou totalmente ainda”, explicou.
Escobar pediu compreensão do público caso volte a enfrentar dificuldades semelhantes às registradas na transmissão ao vivo que levou à descoberta da doença.
“Caso aconteça no ar algo parecido com o que aconteceu, peço que vocês compreendam. Eu só vou precisar de 30 segundinhos para que tudo volte ao normal”, disse.
Diagnóstico após episódio ao vivo
O problema de saúde veio à tona durante a cobertura da Copa do Mundo. Em uma entrada ao vivo, Escobar teve dificuldade para articular palavras porque, segundo relatou, a língua ficou rígida, um dos sintomas da miastenia gravis. Inicialmente, ele foi internado nos Estados Unidos, onde exames descartaram um AVC.
Posteriormente, já no Brasil, recebeu o diagnóstico de miastenia gravis. Os exames também identificaram um tumor no timo, glândula localizada na região do tórax, que foi retirado por cirurgia.
Apesar do susto, Escobar afirmou que encara o tratamento com gratidão. Segundo ele, a descoberta da doença permitiu identificar o tumor antes que o quadro se tornasse mais grave.
Alex Escobar fala sobre retorno ao trabalho depois do diagnóstico de Miastenia Gravis
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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5 coisas que você precisa saber sobre o documentário de 4 horas sobre Elon Musk

Alex Gibney, diretor que venceu o Oscar por Um Táxi para a Escuridão e Enron – Os Mais Espertos da Sala, já fez documentários sobre algumas das pessoas mais ricas e poderosas do planeta. Mas nenhuma delas foi tão rica e poderosa quanto Elon Musk.
Talvez seja por isso que o perfil traçado por Gibney sobre o empreendedor de tecnologia e chefe da SpaceX tenha proporções tão épicas.
Musk, que estreou no Festival de Cinema de Veneza na última semana, tem 225 minutos de duração e será exibido com um intervalo de 10 minutos — ou seja, são quase quatro horas dedicadas à vida e à obra do homem mais rico do mundo.
Ainda assim, o tempo voa. Pouco do que é mostrado no filme é inédito, mas Gibney reúne todas as reportagens existentes em um perfil de ritmo frenético, predominantemente negativo e aterrorizantemente apocalíptico.
Aqui estão cinco coisas que você precisa saber sobre o documentário — caso não tenha quatro horas livres para assisti-lo.
1. O próprio Musk não é entrevistado — mas aparece como um avatar de IA
Inicialmente, Gibney tentou uma entrevista com Musk, mas, quando o projeto foi anunciado em março de 2023, Musk declarou nas redes sociais que se trataria de uma “matéria difamatória”, ao que Gibney respondeu: “Como você sabe?”.
A solução encontrada pelo diretor foi usar um avatar de Musk gerado por inteligência artificial (IA) para repetir declarações feitas publicamente pelo empresário.
A escolha é pertinente, comenta Gibney em sua narração, visto que Musk acredita na possibilidade de todos vivermos em uma simulação — um videogame jogado por nossos descendentes no futuro.
2. David Byrne ajudou a escrever uma música do filme
David Byrne coescreveu Let Me Sell You a Dream para os créditos finais do filme; a letra da música é composta inteiramente por frases ditas por Musk no passado.
O título é apropriado, segundo alguns dos entrevistados de Gibney, que afirmam que Musk tende a atrair investimentos prometendo que realizações futuras imaginadas — como cidades em Marte e carros autônomos totalmente seguros — são iminentes ou já se concretizaram.
“Isso não vai acontecer”, diz Adam Becker, autor e astrofísico, sobre o plano de Musk de colonizar Marte. “A gravidade é muito baixa, a radiação é muito alta, não há ar e o solo está repleto de substâncias tóxicas.”
No entanto, Musk tem defendido consistentemente sua filosofia visionária: “Sou muito bom em prever o futuro”, disse ele à revista The Economist em uma entrevista de julho.
“Não sou perfeito, mas sou muito bom. As pessoas não percebem que o que digo vai se concretizar — talvez não exatamente no prazo que imaginei, mas vai acontecer.”
3. A atuação de Musk na Casa Branca é explorado minuciosamente
O filme sugere que Musk lidou com o governo dos Estados Unidos da mesma forma que lidou com o Twitter. Zoë Schiffer, autora de Extremely Hardcore: Inside Elon Musk’s Twitter, afirma que, após Musk comprar a plataforma de rede social, aqueles a quem ela chama de seus “capangas” dispensaram a maior parte da equipe sem sequer procurar entender o que os funcionários realmente faziam.
Mais tarde, à frente do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), do presidente Donald Trump, Musk seguiu a “cartilha do Twitter”, diz Schiffer, descrevendo como ele tentou — e fracassou — eliminar a dívida nacional dos EUA cortando drasticamente o orçamento de diversos departamentos; desta vez, com a ajuda de um grupo de assistentes na casa dos vinte anos que não tinham nenhuma experiência no governo.
Em entrevista ao Washington Post em maio do ano passado, pouco antes de deixar a administração Trump, Musk lamentou que o DOGE tivesse se tornado o “bode expiatório para tudo”.
4. Um filme britânico antigo faz uma aparição surpresa no documentário
Gibney utiliza trechos de um filme de fantasia britânico, O Homem que Fazia Milagres (1937), para ilustrar sua visão bastante dramática de Musk.
Nesse clássico em preto e branco, baseado em uma história de H.G. Wells, um ser celestial concede poderes infinitos a um homem comum (Roland Young).
O homem acaba exigindo que os líderes mundiais transformem a sociedade instantaneamente, mas termina por destruir o planeta acidentalmente.
5. O filme teve uma recepção muito positiva até agora
Até o momento, as críticas da estreia em Veneza têm sido amplamente positivas.
A Variety descreveu o filme como “uma obra contundente e importante, fundamentada no domínio que Gibney exerce sobre a linguagem documental — uma maestria extremamente perspicaz, porém acessível ao público”, enquanto o The Telegraph, em uma crítica de quatro estrelas, classificou-o como “um ataque implacável e minuciosamente detalhado”.
Como era de se esperar, o próprio Musk não figura entre os admiradores da obra: na quarta-feira, no X, ele descreveu o filme — entre outros comentários — como “um ataque difamatório que fracassa e comete o pecado capital de ser entediante por quatro horas”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hayden Panettiere pode ter morrido após ingerir oxicodona com fentanil, diz site


Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
REUTERS
Investigadores trabalham com a hipótese de que Hayden Panettiere morreu após ingerir um comprimido de oxicodona misturado com fentanil, segundo o TMZ. Fontes com conhecimento direto do caso disseram ao site que a atriz obtinha medicamentos controlados de forma ilegal por meio de um fornecedor em Los Angeles.
No dia 16 de agosto, Hayden Panettiere morreu aos 36 anos após uma parada cardíaca. Oficialmente, a causa da morte ainda não foi divulgada.
De acordo com a publicação, ela teria consumido diversos medicamentos adquiridos no mercado ilegal nas horas que antecederam sua morte. A principal linha de investigação é que um comprimido de oxicodona ingerido na manhã daquele dia continha fentanil.
Medicamento usado para reverter overdose é encontrado no local da morte
Autópsia inicial não acha sinais de trauma após atriz ser encontrada com parada cardíaca
Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
A agência antidrogas dos Estados Unidos (DEA) estaria tentando rastrear a origem do comprimido e apurar a relação entre a atriz e o suposto fornecedor.
O TMZ também comparou o caso ao de Mac Miller, cujo fornecedor foi condenado por distribuir drogas adulteradas com fentanil que contribuíram para a morte do rapper. Apesar da hipótese levantada pelos investigadores, fontes ouvidas pelo site ressaltaram que qualquer conclusão depende dos resultados dos exames toxicológicos, que ainda não foram divulgados.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pagode? Sertanejo? Roberta Medina responde dúvidas sobre o Rock in Rio


Pagode? Sertanejo? Roberta Medina responde dúvidas sobre o Rock in Rio
Depois de sete dias de festival, o Rock in Rio 2026 recebeu atrações como Elton John, Stray Kids, Foo Fighters, Bring Me The Horizon, Péricles, J Balvin, Twenty One Pilots, Hot Milk e Nelly.
Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, empresa que comanda o Rock in Rio, respondeu algumas perguntas feitas pelo público. Será que vai ter mais pagode? E sertanejo? Como é organizada a Cidade do Rock? Veja abaixo.
Drone sobrevoa a Cidade do Rock
Divulgação
Gostaria de saber se há possibilidade de você trazer Paul McCartney e Bon Jovi novamente para o evento?
Roberta Medina – A gente sempre quer eles com a gente, mas tem que conseguir encaixar a agenda, a nossa e a deles, né? Pode deixar que perguntar, a gente pergunta.
Leia também: Último dia de Rock in Rio tem potência das mulheres, muita chuva e Twenty One Pilots maduro; veja resumo
Veja fotos do último dia de festival
Queria saber qual é o desafio que você enfrenta de organizar tudo isso sendo uma mulher?
Roberta Medina – Eu acho que o desafio, sendo uma mulher, é a gente aprender que esse problema está na nossa cabeça, e não na dos outros. Pode estar na dos outros também, mas quando a gente sobe no salto e se coloca, o mundo reage ao nosso favor.
Quando você vai trazer o Ateez (grupo de K-pop)?
Roberta Medina – Eu estou dizendo, o povo não sossega. Aguenta que a gente vai fazendo. Agora, tem uma coisa muito boa no Rock in Rio, que é como no futebol. A gente da bancada fica sugerindo, manda a sugestão, coloca nas redes e a gente fica ligada em tudo. Quem sabe?
Stray Kids no Palco Mundo do Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Cadê o Jorge e Mateus?
Roberta Medina – Será que vem sertanejo? Vamos ver.
Queria mais pagode, um Thiaguinho no Palco Mundo seria maravilhoso.
Roberta Medina – Eu adoro pagode. Tivemos Belo, gente? O pagode é sempre bem-vindo e eu adoro um sambinha de raiz.
Como que funciona a organização de toda Cidade do Rock? Como você decide onde é que fica cada palco?
Roberta Medina – Na arquitetura, talvez o urbanismo seja o mais próximo da condição da Cidade do Rock, porque ela é uma cidade antes de qualquer coisa, ela precisa funcionar. Então, um aspecto fundamental é a gestão do fluxo. Como chega, como sai. E esse planejamento começa de fora para dentro, não de dentro para fora. A gente vai receber 100 mil pessoas. Como elas chegam? Como elas saem? Quem está impactando? Como é que se minimiza o impacto?

Fonte: G1 Entretenimento

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Cueca, bengala, par de botas e até trança: os achados e perdidos do Rock in Rio nos 7 dias do festival


Achados e perdidos do Rock in Rio tem até bengala deixada para trás
Ao longo dos 7 dias de Rock in Rio, cerca de 400 itens foram perdidos e, posteriormente, catalogados pela organização no serviço de Achados e Perdidos da Cidade do Rock. Entre os objetos esquecidos, tem de tudo: celulares, documentos, cuecas, bengalas e até medidores de glicemia.
Foram mais de 200 documentos e cartões, entre carteiras de identidade, CNHs e cartões de crédito. Também ficaram para trás mais de 40 óculos de grau e de sol, 29 chaves de casas e carros, 12 bolsas contendo documentos e até 1 par de botas.
Mas, como já é tradição em grandes eventos, a lista dos objetos esquecidos pelos fãs vai muito além do básico.
Bengala foi esquecida no Rock in Rio
Reprodução
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Entre os itens encontrados na Cidade do Rock estão uma trança com acessório, um cordão com crucifixo, um chaveiro de pelúcia, uma tesoura, uma bombinha de asma, uma bengala e até um medidor de glicemia.
Foram recolhidas 14 peças de roupa, entre bonés, casacos e até uma cueca.
Quem perdeu algum item pode recuperá-lo. Segundo o festival, todos os objetos encontrados são cadastrados em um sistema online de Achados e Perdidos.
Os pertences podem ser retirados na Central de Serviços da Cidade do Rock ou enviados pelos Correios mediante solicitação do fa.
Achados e Perdidos do Rock in Rio após três dias de festival
Reprodução/ TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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Jão confirma momento luminoso da trajetória ao entoar canção de Elton John no programa ‘Domingão com Huck’


Jão se acompanha ao piano no canto de ‘Your song’ no encerramento do programa ‘Domingão com Huck’
Reprodução /Vídeo
♫ OPINIÃO
♬ Quando Jão cantou “Your song” (1969) no encerramento de “Domingão com Huck” (TV Globo) na noite de ontem, 13 de setembro, no belo e inesperado momento final do programa do apresentador Luciano Huck, ficou fácil entender porque até Elton John se encantou com Jão quando o viu cantar “Rocket man” (1972) em vídeo de rede social e o convidou para ir ao camarim do festival Rock in Rio, do qual Elton foi a principal atração na edição de 2026.
Jão cantou lindamente “Your song”, primeiro sucesso da parceria do cantor e compositor britânico com o letrista Bernie Taupin (também autor dos versos de “Rocket man”).
Jão se acompanhou ao piano no palco do “Domingão com Huck” e deu voz a “Your song” em interpretação perfeita, com afinação, emoção depurada e sagaz reverência à arquitetura de uma canção já em si lapidar. Sem afetação, firulas ou invenção de moda, Jão se confirmou ali – mais uma vez, para quem ainda insiste em fechar os ouvidos para o cantor – um dos maiores artistas brasileiros do século XXI.
O canto de “Your song” por Jão também reiterou o momento luminoso da trajetória do cantor, iniciada há dez anos com a edição do primeiro single do artista, “Dança pra mim” (2016).
Lançado em 26 de julho, o quinto álbum de estúdio de Jão, “Memórias póstumas” (2026), mostrou o artista em fase de grande inspiração, já sinalizada três anos pelo também excelente álbum anterior de Jão, “Super” (2023).
O canto de “Your song” por Jão no “Domingão com Huck” certamente vai reforçar a admiração de Sir Elton John pelo artista brasileiro porque, em suma, Jão honrou Elton no palco do “Domingão”.

Fonte: G1 Entretenimento